Zurich divulga resultado até setembro, compra de corretoras e destaca bom desempenho no Brasil

Os prêmios brutos emitidos de seguro de Property & Casulty (P&C) no grupo Zurich aumentaram 9% em termos comparáveis no ano, totalizando US$ 34,59 bilhões nos nove meses até 30 de setembro, enquanto os prêmios de novos negócios em seu braço de seguros de vida aumentaram 23% para US$ 12,17 bilhões. Com isso, a empresa está confiante de que terminará o ano com força e atingirá suas metas financeiras para 2023-2025.

“Este é um sinal muito forte sobre a saúde de nossa empresa, nosso crescimento, nossas capacidades e sobre o comportamento responsável em relação aos acionistas. Os negócios na Austrália, China e América do Sul estão indo muito bem”, disse Mario Greco, CEO do Grupo. “Os prêmios brutos emitidos da América Latina dispararam 32% devido ao forte crescimento comercial e maiores vendas no varejo em toda a região, especialmente no Brasil e no México”, acrescentou.

Compra de corretoras

O grupo segurador Zurich anunciou que vai comprar um portfólio de corretoras por US$ 760 milhões, após uma forte receita em ambos os seus negócios de propriedade e acidentes e especialmente no seu negócio de vida nos primeiros nove meses do ano, com recompra de ações adicionais por vir.

A seguradora suíça disse que sua subsidiária nos Estados Unidos, a Farmers Group, adquirirá três entidades de corretagem – Kraft Lake Insurance Agency, Western Star Insurance Services, Farmers General Insurance Agency – e o braço de serviços do programa de seguros contra inundações da Farmers Exchanges por US$ 760 milhões.

Isso ocorre após a Zurich ter adquirido na semana passada uma participação majoritária no negócio de acidentes do Kotak Mahindra Bank para ganhar uma maior presença no mercado indiano.

Latin Re anuncia Marcos Maurélio para atender demanda de corretores parceiros

Fonte: Latin Re

A Latin Re anuncia a chegada de Marcos Maurélio como Diretor Comercial, assumindo a liderança da área de Wholesale. Essa divisão foi cuidadosamente planejada e criada para oferecer suporte abrangente e especializado aos corretores que buscam adentrar no mercado de riscos corporativos, como Aeronáutico, Marítimos, Óleo & Gás, Energia, Patrimonial, Linhas Financeiras, Responsabilidade Civil, Riscos Diversos e Complexos.

Com mais de 40 anos de experiência no mercado de seguros, Marcos Maurélio traz consigo uma vasta bagagem profissional, com passagem por grandes corretoras internacionais. Sua expertise e conhecimento do setor de seguros e resseguros o qualificam para liderar esse novo braço da Latin Re.

“É gratificante fazer parte do time de especialistas da Latin Re, onde disponibilizamos soluções estruturadas aos corretores e seus clientes. Nossa tomada de decisão é local, mas com a capacidade e governança de nível global. As exposições aos riscos estão se tornando cada vez mais desafiadoras, e os (res)seguradores estão se tornando mais criteriosos na análise e aceitação das demandas por seguros. Colocamos à disposição de nossos clientes e parceiros toda a nossa expertise para viabilizar seus negócios”, diz Maurélio.

A Latin Wholesale foi criada para apoiar corretores que desejam contar com o apoio, expertise e relacionamentos da Latin RE em riscos corporativos nas áreas que não possuem especialização. A Latin Wholesale desenvolve soluções personalizadas que atendem às necessidades específicas de cada corretor, compreendendo as particularidades e demandas únicas de cada cliente. A companhia está pronta para desenvolver parcerias sólidas e duradouras com corretores, oferecendo a tranquilidade de contar com uma equipe de especialistas que acompanhará todas as etapas das colocações.

Governo quer reforçar setor de seguros

Haddad seguros congresso IBDS

Fonte: Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje (8) esperar que um novo marco regulatório para os contratos de seguros no Brasil seja aprovado no Congresso até o início do ano que vem, nos termos do acordo alcançado pelo governo junto a empresas e a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O ministro afirmou ter a expectativa de que o tema seja discutido no Senado “nas próximas semanas” e de que “seja votado em caráter terminativo até o fim desse ano ou, no mais tardar, no início do ano que vem”.

Um projeto de lei sobre o assunto estava parado no Congresso desde 2017 e teve a tramitação destravada em março, quando a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o desarquivamento da matéria. O senador Jader Barbalho (MDB-PA) foi escolhido como novo relator.

Nesta quarta-feira (8), Haddad disse ter alcançado consenso com representantes do mercado e os reguladores para viabilizar a aprovação rápida do PL. “Depois de meses de negociação, o senador Jader Barbalho tem nas mãos hoje o resultado de um entendimento”, disse Haddad na abertura do 3° Congresso Internacional do Direito do Seguro, em Brasília.

“A parte final [do acordo] foi negociada na minha mesa. Entendo que isso contemplou as preocupações tanto do setor regulado quanto o regulador, no caso a Susep, na direção de um marco regulatório mais moderno, que dê mais segurança para os contratantes, que equilibre a relação e possa fazer nosso mercado regulado prosperar”, acrescentou Haddad.

Entre as arestas aparadas, esteve o desentendimento sobre o cálculo de sinistro e o dever das seguradoras de pedir todas as informações necessárias ao segurado antes da assinatura de contrato, de modo a não poder, depois, alegar o ocultamento de algum detalhe e consequente anulação do contrato.

O novo projeto para o setor foi apresentado em outubro pelo governo junto com Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), que apoia a iniciativa. “Quanto mais confiança nos produtos de seguro, mais fácil será expandir esse mercado”, disse o diretor-presidente da entidade, Dyogo Oliveira, na ocasião.

Caso o novo projeto de lei seja aprovado, a estimativa da Fazenda é que o setor nacional de seguros e resseguros possa, no mínimo, dobrar de tamanho, diante da maior segurança jurídica proporcionada aos contratos.

“O Brasil tem um enorme mercado potencial de seguro, raramente comparável a qualquer outro mercado do mundo. Somos a 11ª economia do mundo e ficamos com a 7ª posição em ranking de alta no PIB do 2º trimestre de 2023, mas o mercado de seguros é apenas o 19º”, estimou Alessandro Octaviani, superintendente da Susep.

Hoje, não há leis específicas para regulamentar o contrato de seguro, que é regido por dispositivos inseridos em diferentes partes do Código Civil. O projeto de marco regulatório do setor é tido como uma das prioridades para a política macroeconômica do governo e faz parte da Política Nacional de Acesso ao Seguro.

Valor: Acordos realizados têm sido descumpridos, diz Haddad

Eis um PL de seguros, que ficou em discussão por quase 20 anos, que será um osso duro de roer para o ministro Haddad.

Segundo publicou o Valor, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, sem citar nomes, que acordos realizados com ele têm sido descumpridos. No momento, o ministro destacava positivamente a maneira como havia sido alcançado um “entendimento” entre as diversas partes envolvidas no marco regulatório de seguros “depois de meses de negociação”.

“A pessoa senta na minha mesa, faz um acordo e tenta descumprir o acordo, como se ele não tivesse acontecido. Felizmente os que agem assim estão sendo derrotados, porque estamos agindo com transparência, seriedade, dignidade. Não estamos pedindo nada que não seja do interesse público. Nós vamos defender as nossas teses à luz do dia para firmar um entendimento a respeito do que é bom para o Brasil.”

Haddad disse acreditar que o novo marco regulatório do setor de seguros poderá ser aprovado em caráter definitivo pela Câmara dos Deputados ainda neste ano ou “no mais tardar, no começo do ano que vem”.

Corretora Alper divulga balanço, compra de corretora e que Wanburg Pincus quer comprá-la

aquisição

Ontem foi um dia e tanto para a corretora de seguros Alper Seguros. O grupo informou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que recebeu uma oferta de compra de um fundo controlado pela gestora americana Warburg Pincus. Ela propôs pagar R$ 43,50 por ação, contemplando até 19.561.704 papéis em circulação. A oferta avalia a corretora de seguros em R$ 850,9 milhões e representa um prêmio de 19,18% sobre o fechamento do papel na terça-feira (8) e de 32,19% sobre a média ponderada dos últimos 30 dias.

A proposta de oferta pública de aquisição de ações (OPA) precisa ser aprovada em assembleia geral extraordinária (AGE) por pelo menos 50% dos acionistas. A Warburg Pincus diz que, até o momento, 37,34% dos acionistas já se manifestaram favoravelmente à proposta.

Os maiores acionistas da Alper são: Brasil Capital Gestão de Recursos (8,65%), CAAS Fundo Multimercado (13,498%), Credit Suisse (9,497%), Pátria Investimentos (9,026%) e Stirling Fundo de Investimento em Participações (16,798%).

A corretora também divulgou a aquisição da MettaSeg Corretora de Seguros, especializada em seguro transporte. É a 17ª aquisição nos últimos 5 anos e a quarta focada em transporte. A corretora está sediada em São Paulo e possui expertise no segmento de transportes, com mais de R$25,9 milhões em prêmios em 2022. 

Resultados

A receita líquida de R$81 milhões no 3T23, o que representa um crescimento de 17,4%, maior do que o registrado no mesmo período em 2022. No acumulado do ano, o faturamento é de R$225,3 milhões, representando um aumento de 30,8%. O EBITDA Ajustado atingiu R$16,8 milhões – um aumento de 25,4% quando comparado ao 3T22.

SulAmérica lança hub de conteúdo sobre finanças pessoais com a B3

Fonte: SulAmérica

Para viver a saúde de maneira completa, também é necessário cuidar do bolso. Pensando nisso é que a SulAmérica acaba de lançar o SulA in, um hub de conteúdo 100% gratuito que contempla assuntos de A a Z no quesito saúde financeira. Apoiada pela B3 Educação, a plataforma possui 25 cursos elaborados com o apoio da área de educação da bolsa do Brasil. Entre os temas estão reserva de emergência, objetivos financeiros, renda fixa, previdência privada, investimentos ESG e derivativos.

Os cursos foram desenvolvidos em função de três perfis de conhecimento: iniciante, para aqueles que conhecem pouco ou nada das operações de renda variável; intermediário, para os que já possuem algum conhecimento e desejam aprofundá-los; e os cursos avançados, estes destinados a aprimorar o conhecimento dos clientes com maior conhecimento das operações de renda variável. Eles foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de docentes com amplo conhecimento das operações e, desenvolvidos e gravados em aulas de até 20 minutos pelo time da E-ensino Soluções Educacionais, que coordena o projeto pedagógico.

No SulA in, o público terá acesso a atualizações diárias sobre o mercado financeiro, tendências sobre o segmento de investimentos, morning call, conversas com especialistas, tutoriais, dicas e eventos, bem como lâminas de rentabilidade, comparativos, coberturas e contratação dos produtos da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos.

“O interesse em investimentos e no mercado financeiro em si cresceu de forma vertiginosa no Brasil nos últimos anos. O acesso a estes produtos também ficou muito mais fácil. Por isso, ao longo dos últimos meses, começamos a desenvolver o SulA in, uma das nossas apostas no pilar de inovação”, comenta Marcelo Mello, CEO da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos. “Nossos conteúdos visam atingir um público bem amplo, como clientes, prospectivos, corretores, assessores de investimentos e colaboradores. Afinal, cuidar da saúde financeira também é investir na sua saúde integral”, acrescenta.

O executivo conta também que um dos objetivos é se apropriar de um território educacional e inovador ainda pouco explorado. “Seja investidor iniciante, intermediário ou especialista, o SulA in é o lugar perfeito para quem quer ter uma relação mais saudável com o dinheiro. Afinal, planejamento financeiro é essencial para todas as pessoas, independente de sua faixa etária ou classe social”, diz.

“A B3 tem uma longa trajetória de apoio à educação financeira que começou com os projetos de popularização do mercado de capitais, no final dos anos 1990. A parceria com a Sul América possibilita que outros públicos tenham acesso a esse tema tão relevante e que conecta a B3 no seu propósito de conduzir o desenvolvimento econômico sustentável para a sociedade prosperar”, comenta Christianne Bariquelli, superintendente da B3 Educação.

Lucro líquido da Caixa Seguridade avança 19,6% no 3o. tri, para R$ 916,6 milhões

A Caixa Seguridade apresentou lucro líquido recorrente de R$ 916,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, resultado 19,6% maior que o observado no mesmo período do ano passado. Em nove meses de 2023, o lucro líquido avançou 28,7% na comparação anual para R$ 2,579 bilhões. Segundo a holding, “a sequência de bons resultados reflete o desempenho comercial, operacional e financeiro, além do amadurecimento da estrutura de parcerias estratégicas e da corretora própria”.

As emissões de prêmios no segmento de seguros alcançou R$ 2,326 bilhões no terceiro trimestre, com queda de 4,9% ante julho a setembro de 2022. No entanto, no acumulado de nove meses, as receitas provenientes de seguros cresceram 4,6% na comparação anual para R$ 6,791 bilhões.

De acordo com a Caixa Seguridade, o faturamento das participações societárias corresponde a 56,6% das receitas operacionais. Houve avanço de 39,9% na soma dos nos nove meses de 2023 ante o mesmo período de 2022. As investidas Caixa Residencial, joint venture com a Tokio Marine, Caixa Vida e Previdência e Caixa Consórcio, ambas com participação acionária da CNP Assurances, destacaram-se no período.

As receitas com comissionamento, que refletem os ganhos com a corretagem, caíram 4,2% no mesmo período, para R$ 510,9 milhões. A baixa foi influenciada pelas receitas com a corretagem própria, que recuaram 5,4% no mesmo intervalo, para R$ 472,4 milhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade foi de 62,5% no terceiro trimestre, alta 17,1 pontos percentuais em um ano. Esse dado já desconta os dividendos que a companhia pagou referentes ao resultado do primeiro semestre do ano, de R$ 1,5 bilhão.

CENSO 2022 e previdência complementar: muito além de dados demográficos

por Eliete Lomeu, gerente de Desenvolvimento e Atuária da Valia

O Brasil, assim como muitos outros países do mundo, está passando por uma significativa transição demográfica. Dados do Censo 2022, divulgado recentemente, apontaram para o aumento da população acima de 65 anos – de 7,4% para 10,9% – em comparação com a última pesquisa, realizada em 2010, indicando uma tendência de envelhecimento da população brasileira. Já o grupo com idades até 14 anos sofreu retração – de 24,1% para 19,8%, evidenciando queda na taxa de natalidade. 

A idade mediana no país passou de 29 para 35 anos. Isto significa que metade da população tem até 35 anos, e a outra metade é mais velha que isso. O Brasil registrou o maior salto de envelhecimento entre os censos de 2010 e 2022, passando a ter 55 idosos para cada 100 jovens.

Este fenômeno traz uma série de desafios e oportunidades, especialmente no que diz respeito ao bem-estar financeiro da sociedade. Afinal, se o bônus da longevidade é viver mais, a contrapartida é que os brasileiros precisarão de mais recursos financeiros para manter o padrão de vida desejado na aposentadoria. Ou seja, é fundamental que as pessoas estejam preparadas e educadas financeiramente para enfrentar este desafio.

Com uma população caminhando para um número cada vez maior de idosos e menor de jovens, o sistema oficial de seguridade social do Brasil enfrenta uma pressão crescente, principalmente pelo modelo de regime financeiro baseado na repartição simples, ou seja, as contribuições recebidas são utilizadas para pagar os benefícios, sem construir qualquer reserva financeira. A Previdência Social sem dúvida é um grande benefício universal. No entanto, se atualmente já apresenta desafios financeiros para o seu equilíbrio, no futuro precisará acomodar um número maior de aposentados, o que pode torná-lo insustentável.

Neste contexto, a previdência complementar se destaca como uma ferramenta de grande relevância para promover a segurança e a longevidade financeira na aposentadoria. Esta estratégia permite que as pessoas acumulem recursos adicionais para complementar a renda da Previdência Social ou até mesmo para tornar a previdência complementar a sua principal renda no futuro. 

Em outro aspecto, a previdência complementar também contribui com a educação e a disciplina financeira. Ela possibilita a criação de um fundo de aposentadoria que cresce ao longo dos anos. Em muitos dos casos, este investimento ainda é casado com uma contrapartida da empresa empregadora, potencializando ainda mais a formação de um montante. Aportes esporádicos e aumento de contribuições são boas recomendações e são quase imperativos para quem busca a construção de um futuro financeiramente melhor. O tempo e os juros serão os maiores aliados neste cenário de longevidade.

O envelhecimento da população brasileira é um desafio demográfico que deve ser encarado com seriedade. Os dados do Censo 2022 vão muito além de informações atuariais e demográficas:  representam necessidade latente de se preparar para o futuro. Desta forma, é importante começar seu planejamento financeiro o mais cedo possível; considerar a adesão a planos de previdência complementar; fazer o e acompanhamento do seu plano por meio de simulações de benefícios e criar metas alcançáveis. Estas iniciativas podem ser a chave para enfrentar os desafios financeiros que o envelhecimento da população traz consigo a fim de desfrutar de uma aposentadoria com qualidade de vida.

Icatu apoia movimento Minha Vida Protegida


 Fonte: Icatu

 A Icatu está apoiando o Minha Vida Protegida, movimento nacional de conscientização sobre a importância da proteção e planejamento financeiro por meio do Seguro de Vida, que acontece até 13 de novembro. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cultura do seguro através da interação entre corretores e seguradoras com potenciais consumidores.

O movimento tem como base a geração de conteúdo e informação e, para isso, contará com palestras presenciais, transmissões ao vivo e divulgações nas redes sociais para fortalecer e ampliar a mensagem do movimento. 

Renato Gomes, Superintendente de Vendas Consultivas da Icatu, será um dos embaixadores: “Temos uma crença absoluta no poder de uma comunicação ampla e inteligente, que conscientize e sensibilize os brasileiros sobre a importância de se proteger financeiramente através de um seguro de vida individual e personalizado. Iniciativas como estas estão em linha com o propósito da Icatu de promover uma sociedade cada vez mais consciente e preparada para as diferentes fases e movimentos da vida. A importância dessa trilha de conhecimento é comprovada por números: hoje, apenas 17% da população brasileira tem alguma cobertura de seguro de vida. Cerca de 64% dos brasileiros não sabem apontar os benefícios do seguro de vida, segundo uma pesquisa recente realizada pela FenaPrevi. É certo que temos muito trabalho a fazer, mas não há dúvidas que esse movimento coletivo e coordenado irá contribuir para uma economia mais justa e sustentável com o acesso de mais brasileiros aos inegáveis benefícios que o seguro de vida traz”, afirma o executivo.

Para conhecer mais sobre o Movimento #MinhaVidaProtegida, acesse o site e as páginas do movimento (comunicação com os apoiadores, embaixadores e multiplicadores) nas redes sociais Instagram, TikTok, LinkedIn, Facebook e YouTube.

Seguradora Zurich avança com a estratégia de atuação de vendas de seguro no varejo

Nos últimos quatro anos, o grupo Zurich no Brasil avança com resultados positivos, o que o consolida na quinta posição do ranking das maiores seguradoras do Brasil. A ambição é pela liderança em todos os segmentos em que atua. Um passo nesta direção veio com o avanço da seguradora especialista em seguros corporativos no varejo.  “O processo de expansão geográfica foi motivado pela diversificação do negócio. A companhia multilinha, com produtos para vários segmentos e com distribuição realizada, prioritariamente, por corretores de seguros”, conta Márcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich.

Segundo ele, toda a expansão para os próximos cinco anos se baseia em estar onde o corretor de seguros está. Assumimos uma estratégia de expandir as operações em todo o território nacional.  Para isso, o grupo hoje está presente em 20 estados por meio de estrutura física, filial digital e mais de 70 assessorias parceiras, que operam como extensão das filiais. A seguradora opera com 9 mil corretores ativos, mas a expectativa é chegar de 15 a 20 mil corretores nos próximos três anos.

Boa parte desta meta tem como sustentação a entrada do grupo no varejo. “A Zurich é uma companhia multilinha, multicanal e multiproduto, e que o sucesso na estratégia de automóvel é um pilar fundamental na atuação com os corretores”, enfatiza Fábio Leme, diretor executivo de Personal Lines e Marketing da Zurich. A companhia, que foi pioneira em oferecer seguro para carros elétricos e híbridos em 2019, relançou o seu produto em 2023 com um limite maior de aceitação e alguns diferenciais, como a cobertura para cabos de carregamento.

Os resultados até setembro mostram a assertividade da decisão. “O volume de prêmio pelo canal corretor e assessoria avançou 20,6% em volume de negócios. A base de corretores cresceu 24% e a cotação de mais de um produto por cliente cresceu 57%, com boa parte vindo de produtos como como seguro garantia, residencial individual e frota.

Leme acrescenta que a seguradora já tinha os principais corretores em sua base consolidada. “Ao olharmos oportunidades de crescimento de mercado, decidimos avançar em áreas massificadas onde o auto é o carro chefe. O nosso diferencial é que somos uma companhia multiprodutos. O corretor que antes tinha dificuldade em fazer o seguro empresarial, agora tem a Zurich como opção para trazer o negócio de forma fácil, pois temos processos para isso”.

Segundo Leme, atuar no varejo ajuda a incrementar os produtos com benefícios para corretores e para clientes. “Alguns exemplos são o desconto na franquia de automóvel para aqueles que também possuem conosco o residencial e vida individual, a implementação das assistências técnicas no seguro residencial e a disponibilização do seguro celular para venda no canal corretor, que contará com plataforma exclusiva em breve”.

Outra iniciativa está em conquistar os consumidores antenados com as práticas sustentáveis. “No início do segundo semestre nos unimos aos nossos parceiros Localiza&Co e Tempo para compensar anualmente mais de 6,5 mil toneladas de carbono resultantes do uso do carro reserva e de serviços de assistência 24h, sem qualquer custo adicional ao cliente”, informa Leme. “Também avançamos a passos largos em nosso premiado projeto Selo Verde, junto ao IQA, que já certificou mais de 200 oficinas de reparo parceiras que adotam práticas sustentáveis em sua operação”.