Denise Bueno é a mais votada e vence novamente o Prêmio Especialistas no segmento de seguros

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Pelo quinto ano consecutivo, a jornalista Denise Bueno recebe o Prêmio Especialistas na categoria Seguros. Em sua 9ª edição, o Prêmio é uma iniciativa da Plataforma Negócios da Comunicação, cuja pesquisa elege os melhores jornalistas especializados, em 26 setores da economia e negócios, de todo o Brasil. Entre as três indicadas por votação do público — Denise, Carol Rodrigues da Revista Cobertura, e Kelly Lubiatto, da Revista Apólice, novamente a fundadora do blog Sonho Seguro foi a mais votada para a categoria destaque em Seguros.

O Prêmio Especialistas, organizado anualmente pelo Cecom – Centro de Estudos da Comunicação  e pela Plataforma Negócios da Comunicação, ao premiar os profissionais que se dedicam a fornecer informações precisas, aprofundadas e de qualidade ao público, o prêmio contribui para a valorização do jornalismo especializado e para o fortalecimento de uma imprensa mais plural e democrática.

É um reconhecimento que traz um quentinho no coração numa profissão que tem enfrentado grandes desafios. Até robôs escrevem matérias agora. O celular deu poder a qualquer pessoas de relatar histórias em tempo real. No entanto, ser especialista em um setor da economia tem suas vantagens. Dificilmente alguém engana um jornalista especializado, que atualiza o público a respeito de fatos relevantes e contribui no acesso à informação. Notícias com um conteúdo diferenciado e que pauta até mesmo as grandes mídias.

Obrigada a todos que prestigiam os jornalistas especializados. Eles realmente investem um tempo absurdo das suas vidas para levarem notícias que contribuam para o crescimento de seus leitores que buscam informações diferenciadas.

Como o seguro protege até quem não tem ‘perfil digital’ de ataque hacker?

Fonte: Infomoney

Quais são os riscos cibernéticos aos quais pessoas físicas e jurídicas estão expostas? Segundo especialistas, até quem não é digital corre risco — direto ou indireto. Por exemplo: um aposentado que utiliza o celular apenas para fazer ligações e não tem aplicativos de mensagens instalados, ou sequer acessa e-mail, pode ir ao banco para sacar o dinheiro da aposentadoria e não conseguir. O motivo? A instituição financeira ter travado as operações por estar sob ataque cibernético. Outro exemplo: uma usina hidrelétrica abrir as comportas e as águas invadirem alguma comunidade indígena próxima também devido a uma invasão hacker maliciosa.

Os dois casos hipotéticos citados por Claudio Macedo, fundador da Bluecyber, focada em seguros e assistências para proteção digital pessoal e familiar, iniciam a conversa do episódio desta semana do “Tá Seguro?”, videocast disponível no canal do YouTube do InfoMoney e nas principais plataformas de áudio.

Passando das hipóteses para situações reais, Macedo relembra também casos notórios de ataques virtuais que viraram notícia mundo afora, como o resort e cassino MGM, em Las Vegas, que há poucos meses teve suas operações afetadas após invasão em seus sistemas. Houve interrupção no check-in do hotel e nas máquinas caça-níqueis, apenas para citar alguns dos problemas relatados.

Outro caso aconteceu há alguns anos com a rede varejista norte-americana Target. “A Target quase quebrou porque vazaram os dados de aproximadamente 40 milhões de cartões de crédito e houve uma fuga de clientes (…). Eles tinham uma apólice de seguro, pelo que eu li, de 150 milhões de dólares e não deu. Tiveram que botar dinheiro do bolso. Só de reemissão de cartão de crédito, ou seja, para reemitir 47 milhões de plásticos foram 19 milhões de dólares”, ressalta Macedo.

Como os ataques acontecem?

De acordo com João Brasio, diretor executivo da consultoria Elytron Security, existem basicamente duas formas de sofrer um ataque cibernético:

  1. Por meio de engenharia social, que concentra a maioria dos casos e faz uso de uma espécie de “guerra psicológica”: alguém entra em contato com você, pelo WhatsApp ou por e-mail, tentando se passar por alguém ou por uma empresa fazendo pressão, muitas vezes com viés financeiro (tomar uma multa, por exemplo) para você baixar um arquivo ou instalar um software. “Todos nós já recebemos um e-mail dizendo que o token do banco tal tá desatualizado, sendo que muitas vezes a gente nem tem conta naquele banco”, exemplifica Brasio. Esses e-mails são disparados para milhões de pessoas e a expectativa é que 1% execute essa ação e seja atingido.
  2. Por meio de vulnerabilidades: falhas tecnológicas que “deixam portas abertas”, seja por falha do fabricante ou porque os dispositivos não foram atualizados pelo usuário. “A gente não gosta muito da hora que vê aquela telinha de atualizar o sistema operacional do computador ou celular porque vai apagar tudo, vai reiniciar, vai demorar, só que a gente tem que fazer. Muitas vezes essas atualizações não estão trazendo benefícios que a gente consegue ver, um design novo, uma funcionalidade nova, o que de fato esses fabricantes estão trazendo são ferramentas para que essas portas sejam fechadas”, complementa Brasio.

Quem é responsável pela proteção?

O diretor da Elytron ressalta que é importante entender quem é o detentor da informação para identificar quem é o responsável por assegurar a integridade e a confidencialidade de que o dado não será alterado ou vazado. No caso de informações bancárias e financeiras, por exemplo, cabe aos membros da família seguir boas práticas (por meio de boas senhas) para evitar vazamentos ou uso por criminosos.

“Porém a gente está na mão de outras empresas, redes sociais, servidores, de sites de ingresso que a gente compra pra ir ao cinema. Nesses casos, são essas empresas que estão sob a responsabilidade de ter a guarda e a preservação da informação. Há um limite sobre até quando nós podemos assegurar para que não sejamos vítimas de um ataque cibernético e tem um momento onde a fronteira não tá mais nas nossas mãos”, observa.

O advogado Rony Vainzof, sócio do VLK Advogados e especialista em segurança cibernética, destaca o crescimento da conscientização a respeito do conceito de “julgamento cibernético”. Traduzindo: da mesma forma que no ambiente físico fomos ensinados pelos nossos pais a sempre ter cuidado ao andar na rua, não falar com estranhos, guardar bem a chave de casa, é importante desenvolver cuidados semelhantes com a segurança de dispositivos como o celular, prestar atenção “por onde caminha” no ambiente virtual.

“Ter certeza de que aquele site é o site daquela empresa mesmo, para não ser fraudado; avaliar onde vai disponibilizar seus dados pessoais e que tipo de dado pessoal você vai disponibilizar; se aquilo tem uma coleta excessiva de dado pessoal mesmo ou não. Temos que substituir aquele ‘não li e concordo’”, comenta Vainzof. Ele faz referência à prática de muitos usuários de aderirem aos contratos disponibilizados por serviços e ferramentas sem ler, confiando que não haverá nenhum problema – já que todo mundo aderiu dessa mesma forma.

Segundo o advogado, a tendência é cada vez mais as empresas de fornecedoras de serviços e aplicativos trabalharem com o consumidor o “letramento digital”, ensinando-o a entender todas as funcionalidades, além de aderirem ao conceito de “security by design”: quando hardwares e softwares têm seus próprios mecanismos de segurança. Dessa forma, conseguem automaticamente alertar o usuário quando o antivírus está desatualizado – e já fornecem a atualização em um só clique, ou informam quando o arquivo baixado não é lícito, só para citar alguns exemplos.

Como se proteger?

Os especialistas citam várias formas de os cidadãos e as empresas se protegerem de ataques cibernéticos. Uma delas é por meio do seguro. Macedo explica que essa solução pode atender os clientes de diferentes formas, uma vez que as necessidades variam conforme o perfil:

  • Pessoa Física e PMEs: o foco principal é fornecer serviços de help desk, uma vez que esse público está mais preocupado em resolver situações simples relacionados à tecnologia, como problemas para acessar o e-mail ou para acessar jogos online no Xbox ou no PlayStation. “Uma empresa grande não precisa, porque já tem lá a sua equipe de segurança para ajudar os funcionários. Só que as pequenas e médias empresas e as famílias não têm isso: quem vai ajudar é o cara do bairro que, às vezes, não pode atender de madrugada”, observa Macedo. Outra necessidade é por sistemas e antivírus mais “robustos” que podem ser fornecidos pela seguradora, além de auxílio para responder a incidentes e a eventuais coberturas para indenizações – como roubo de identidade em rede social, por exemplo, no qual o seguro cobre os custos com a recuperação do perfil.
  • Grandes Empresas: o foco principal é no prejuízo financeiro, seja por conta de lucros cessantes (o faturamento que a empresa não terá por paralização na operação devido a algum ataque) ou por responsabilidade civil por danos a terceiros, geralmente causados por vazamento de dados sensíveis de clientes. O auxílio na resposta aos incidentes também é uma necessidade que pode ser suprida com o fornecimento, pela seguradora, de especialistas.

De acordo com Vainzof, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que define regras justamente para o tratamento de dados sensíveis dos indivíduos, contribuiu para as empresas reforçarem a segurança cibernética e melhorarem a sua maturidade para lidar com problemas do tipo – incluindo a transparência com os consumidores afetados por algum ataque.

Segundo os especialistas, em um mundo onde a inteligência artificial avança a cada dia, vale redobrar a atenção para não expor acidentalmente dados sensíveis na internet – como o número do celular em postagens, além de manter em dia todas as ferramentas de segurança disponíveis. Eles também recomendam cursos e cartilhas como as do Comitê Gestor da Internet no Brasil e do CERT.br.

GFIA: Executiva da CNseg é nomeada líder global em diversidade e inclusão

Fonte: CNseg

A superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnol, foi nomeada copresidente do Grupo de Trabalho (GT) Diversidade, Equidade & Inclusão (DEI) da Global Federation of Insurance Associations (GFIA). A nomeação ocorreu durante a Assembleia Geral da GFIA realizada em Tóquio, Japão, na madrugada da última quarta-feira, 08, para o período de janeiro a novembro de 2024, quando ocorrerá a próxima eleição.

Dall’ Agnol ressalta que essa será a primeira vez que o Brasil assumirá a liderança de um grupo de trabalho da GFIA, “trazendo o pioneirismo do Brasil na agenda de DEI e a importância que a gestão da Confederação confere ao tema”. A executiva da CNseg liderará o grupo em parceria com Kylie Macfarlane, diretora de Operações do Insurance Council da Austrália. Ambas assumirão as responsabilidades anteriormente ocupadas por Francisco Astelarra, secretário-geral da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides), que se aposentará no final deste ano, deixando o cargo de presidente do GT.

Ambas as representantes tiveram a oportunidade de se apresentar durante o encontro, compartilhando suas visões sobre as tarefas a serem realizadas pelo grupo. Dall’Agnol enfatizou, entre outros pontos, sua liderança como presidente do grupo de regulação da Fides desde 2020, e ressaltou que, além das questões regulatórias, a agenda de DEI foi integrada às discussões ao longo das reuniões de 2023. Além disso, destacou o papel proeminente desempenhado pela Confederação Nacional das Seguradoras, que anualmente publica um relatório setorial contendo indicadores de Diversidade, Equidade e Inclusão.

Na ocasião, a executiva citou, ainda, trabalho em colaboração com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a declaração da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS em inglês) sobre diversidade e inclusão, destacando como essa pauta está sendo priorizada pelos reguladores internacionais. Ela também ressaltou o comprometimento global das associações de seguros e resseguros para promover uma transformação na indústria, visando torná-la mais diversa. “Estou muito confiante de que todos estes esforços, certamente, criarão produtos de seguros mais inclusivos”, mencionou Dall’Agnol.

Conforme estipulado nos estatutos da Global Federation of Insurance Associations, as associações membros foram convocadas a indicar um representante de suas respectivas organizações e submeter seus nomes ao secretariado. A convite direto da GFIA, a CNseg designou Dall’Agnol, enquanto o Conselho de Seguros da Austrália selecionou Macfarlane. Durante a Assembleia Geral, os membros concordaram que as indicadas poderiam compartilhar a posição de presidência do DEI no próximo ano.

AXA no Brasil faz um mês de promoções com Best November

A AXA no Brasil está constantemente comprometida em trazer as melhores condições e benefícios para os seus clientes e corretores parceiros. Em novembro, visando oferecer oportunidades diferenciadas para esses dois públicos, a companhia decidiu fazer um mês inteiro de promoções, em vez de apenas uma semana.

Para apoiar os clientes na reta final do ano, a companhia decidiu oferecer condições especiais para renovações e novas contratações de seus seguros empresariais. Assim, seguros Empresa Flex, Empresa Slim, Engenharia Flex e Transportes Flex (apenas para apólices ajustáveis) poderão ser parcelados em até 10x sem juros. A mesma condição se aplicará também para renovações e novas contratações do produto Responsabilidade Civil Geral. 

A companhia disponibilizará uma bonificação da Assistência Farmácia , que garante descontos em produtos com foco em saúde. Por fim, os clientes também terão a oportunidade de conhecer a maior roda-gigante da América Latina ao concorrer a sorteios de ingressos no Clube de Descontos AXA. 

Todas as oportunidades planejadas para clientes também abrem novas oportunidades para os corretores parceiros da companhia, que também terão condições especialmente desenhadas para eles. Uma das promoções com foco nos corretores é a continuidade da campanha que teve início no mês de outubro, oferecendo pontuação em dobro para a campanha de incentivo Top Club. Dentro desta ação, os mais bem colocados do ano ganham viagens com destinos nacionais e internacionais. 

“Aderimos à Black Friday dentro do nosso calendário comercial nos últimos anos e, na AXA no Brasil, chamamos de Best Week. Em 2023, resolvemos estender a ação oferecendo aos clientes condições que estão alinhadas às suas necessidades, em um período desafiador, em que todos estão pressionados por metas, mas não podem abrir mão da proteção de seus negócios. Para nossos corretores, isso também é uma chance de realmente mexer no seu ponteiro de vendas e levar os produtos de um dos maiores grupos seguradores do mundo a mais clientes”, explica Arthur Mitke, vice-presidente de Operações, Sinistros e Experiência do Cliente.

Allianz divulga lucro de 2 bilhões de euro no terceiro trimestre de 2023

Oliver Bäte Swiss Re
Oliver Baete, chief executive officer of Allianz SE

A Allianz divulgou na sexta-feira uma queda de 30% no lucro líquido do terceiro trimestre, arrastada por reivindicações de catástrofes naturais, mas manteve sua perspectiva de lucro para o ano inteiro, segundo comunicado enviado à imprensa.

A empresa alemã de serviços financeiros registou um lucro líquido atribuível aos acionistas de 2,021 bilhões de euros, superando a previsão dos analistas de 1,989 bilhão de euros para os três meses até 30 de setembro.

Este valor caiu em relação aos 2,866 bilhões de euros do ano anterior. A Allianz disse que enfrentou um nível “excepcionalmente alto” de reclamações depois que a Europa continental, incluindo Alemanha, Itália e Áustria, sofreu uma onda de inundações e tempestades de granizo durante o verão. No entanto, disse que manteria a sua meta de lucro operacional para 2023 entre 13,2 bilhões e 15,2 bilhões de euros.

“Nos primeiros nove meses deste ano, observamos um crescimento robusto no nosso volume de negócios, lucro operacional, bem como o lucro líquido principal. Também fortalecemos ainda mais a nossa posição de solvência em 212%. Nosso foco na execução e eficiência operacional está permitindo nosso crescimento rentável com margens saudáveis, e isso coloca a Allianz em uma excelente trajetória para alcançar nossos objetivos”, comentou Oliver Bäte, CEO da Allianz SE.

“Confirmamos com confiança a nossa meta de lucro operacional de 14,2 bilhões de euros. A nossa resiliência como empresa reflete as vantagens distintivas da nossa escala global, mix de negócios diversificado e os níveis de confiança e engajamento líderes do setor que conquistamos com nossos stakeholders”, acrescentou o executivo.

Porto registra lucro líquido de R$1,62 bilhão de janeiro a setembro de 2023, alta de 180%

Roberto Santos CEO Porto Seguros
©Fernando Martinho

A Porto registrou lucro líquido recorrente de R$ 621,1 milhões no terceiro trimestre, um crescimento de 127,7% comparado ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos primeiros nove meses, o lucro líquido recorrente foi de R$ 1,62 bilhão, aumento de 180,3% frente ao mesmo intervalo de 2022. A receita total da Porto registrou crescimento de 13,3% no terceiro trimestre em relação ao ao mesmo período do ano passado, para R$ 8,3 bilhões, e de 18,8% de janeiro a setembro, para R$ 23,2 bilhões. O retorno sobre o Patrimônio Médio (ROAE) recorrente anualizado foi de 22,1% no 3T23 e de 19,3% no 9M23.

“Registramos um bom resultado positivo em todas as verticais de negócios — Porto Seguro, Porto Saúde e Porto Bank”, destacou o CEO Roberto Santos em conversa com o Sonho Seguro. Segundo ele, os investimentos na busca pela eficiência operacional tem contribuído bastante para o resultado, assim como o uso de inteligência para precificar melhor os seguros e fazer uma oferta sob medida e na hora certa para o cliente.

“Temos tecnologia que verifica a conversão de vendas por corretor, por CEP, por região, por veiculo, que nos ajuda a precificar melhor nossos produtos, o que agrega muito valor ao nosso resultado. A companhia registrou a marca de 15,8 milhões de consumidores de seus produtos e serviços no período, com avanço na expansão orgânica dos negócios e incorporação dos clientes da CDF.

“Estamos crescendo porque estamos mais eficientes e isso nos ajuda a ter um custo melhor. Com o seguro mais barato, a população tem mais acesso ao produto e este é um círculo virtuoso que vai nos ajudar a popularizar o setor alcançar os 10% de participação do PIB até 2030 como estima o estudo realizado pela CNseg”, disse Santos, que é o presidente do conselho da confederação das seguradoras.

A estratégia do grupo de ter o cliente no centro do negócio, separado a empresa em verticais de negócios e investir no rebranding da marca foram mudanças significativas e que impulsionam os resultados, como o lucro recorde deste ano até setembro. Em 2018, conta, a Porto tinha 1,3 negócio por cliente. “Este número subiu para 1,8 porque fazemos ofertas orquestradas para o cliente certo na hora certa”, ressalta.

Para Santos, proporcionar uma jornada simples, ágil e resolutiva para o consumidor é certamente um fator decisivo para a manter os clientes dentro de casa. E melhor, recomendando a companhia para amigos. “Nosso NPS é de 77% em seguro de carro e de 78% no seguro residencial”, informa. Um dos destaques desta jornada, cita, é o super APP. “Tínhamos 16 aplicativos no passado. Hoje temos um aplicativo que engloba todos os produtos, de onde vem 42% dos acionamentos para a companhia porque fizemos um app que agrada o cliente”, orgulha-se.

Em relação às questões climáticas, como os fortes ventos que trouxeram perdas relevantes para uma parcela da população de São Paulo sem energia, Santos afirma que a Porto já precifica esses eventos naturais. “Somos a maior seguradora do Brasil em seguros de carro, residência e seguros empresariais para PME. Com o risco precificado e tendo uma carteira muito grande, o impacto das perdas não nos machuca. Pode ficar concentrado em um mês, mas se dilui ao longo do ano”.

O retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) geridas pela tesouraria da companhia foi de R$ 295,2 milhões no terceiro trimestre, o que representa uma rentabilidade equivalente a 79% do CDI. No terceiro trimestre, a rentabilidade menor do que o CDI foi explicada principalmente pelo impacto do carrego dos títulos atrelados à inflação, enquanto as alocações em títulos de crédito privado contribuíram positivamente. Em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado financeiro aumentou 28,8%, atingindo R$ 187,2 milhões. 

O índice de eficiência operacional recorrente, que leva em consideração a soma das Despesas Administrativas em relação a Receita Total, melhorou 1,4 p.p (vs. 3T22), decorrente dos ganhos de produtividade observados no período. 

Na Porto Seguro, vertical que responde pelos produtos de seguros, os prêmios trimestrais cresceram 8,6% e os prêmios acumulados até setembro avançaram 15,1%. A principal carteira da companhia, o seguro automóvel, registrou alta de 7,3% nas vendas, com incremento de mais de 200 mil veículos na frota, que atingiu 5,9 milhões de carros segurados.

Os prêmios dos seguros patrimoniais expandiram 16,4%, explicado principalmente pelo crescimento de 25,6% dos seguros residenciais no trimestre, beneficiado pela aceleração das vendas no canal bancário, e pela manutenção do alto crescimento dos seguros empresariais (+20,2% vs. 3T22).

O seguro de vida registrou aumento de 12,2% no terceiro trimestre, alavancado em maior parte pela expansão dos seguros de vida individual e viagem. A vertical encerrou o trimestre com 13,7 milhões de itens/vidas vigentes, com destaque para o incremento de 610 mil clientes no seguro de vida.

O índice combinado da vertical Seguros ficou em 84%, melhora de 12,6 pontos percentuais, explicado principalmente pela redução na sinistralidade do auto, decorrente do aprimoramento na subscrição de riscos, aumento no controle de sinistros, recomposição tarifária e evolução mais favorável no preço dos carros exemplificado pela redução no valor de tabela FIPE, diminuindo a pressão sobre os custos dos sinistros.

A Porto Saúde teve um aumento consistente de 38,5% nas receitas em relação ao terceiro trimestre do ano anterior, chegando a R$ 1,2 bilhão, com boa parte justificada pelo crescimento por conquista de novos clientes e reajuste de preço. O lucro líquido foi de R$ 37,5 milhões, número recorde para o período, e o acumulado do período de nove meses e alcançou a marca de R$ 133,9 milhões, com ROAE de 24.1%.

A vertical chegou a 510 mil beneficiários pelo país (+23,5% vs 3T22), no 12º trimestre consecutivo de crescimento em vidas. O aumento foi de 97 mil vidas em relação ao 3T22 e 48 mil vidas em relação ao trimestre imediatamente anterior, sendo o maior crescimento percentual de vidas no seguro saúde na série histórica recente. 

“A Porto não atua com seguro individual de saúde. Apenas empresariais e mesmo assim em apenas três regiões: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Também temos quebrado o paradigma que para ser rentável em saúde tem de verticalizar a operação, como ter hospitais, para controlar custos. Não verticalizamos e temos um bom resultado com a boa gestão de parcerias com médicos e hospitais e com o uso de inteligência artificial para o controle e prevenção de fraudes”, afirma Santos.

A sinistralidade do terceiro trimestre entre o combinado seguro Saúde e Odonto foi de 80,3%, uma melhora de 8,1 pontos percentuais quando comparado ao mesmo período do ano anterior e de 2,3 p.p em relação ao 2T23. O resultado é consequência das iniciativas de adequação tarifária, ações para redução de fraudes e melhoria na subscrição de riscos aplicados pela vertical. Com uma sinistralidade em torno de 80%, a Porto Saúde retornou a patamares muito semelhantes a níveis pré-pandemia mais rápido do que a média de mercado.

No Porto Bank, vertical de negócios financeiros, as receitas totais superaram R$ 1,2 bilhão, o que representa uma alta de 12,7% em relação ao 3T22, com ênfase para o crescimento de 23,5% nas receitas de Consórcio e para o incremento de 111 mil negócios na Vertical (vs. 3T22). O foco na gestão de risco e melhor qualidade da carteira de crédito continuam sendo pilares para o crescimento sustentável. Em relação às operações de crédito, a inadimplência acima de 90 dias encerrou em 7,4%, reduzindo 0,1 p.p v.s. 3T22 e abaixo da média de mercado. 

Em Outros Negócios, as receitas atingiram R$ 197,6 milhões no trimestre (+33,6% vs. 3T22). A companhia segue com a agenda de integração da CDF, com o objetivo de maximizar as sinergias de custo da operação e de começar a se beneficiar do ecossistema da Porto para alavancar os negócios.

Bradesco Seguros lucra R$ 6,5 bilhões até setembro, alta de 32%

O grupo Bradesco Seguros divulgou lucro líquido de R$ 6,5 bilhões, avanço de 32% nos primeiros nove meses de 2023, quase 50% do lucro recorrente do banco até setembro, que foi de R$ 13,4 bilhões. O faturamento com seguros, previdência e vida, saúde e capitalização totalizou R$ 78,6 bilhões, maior em 10,9%. O ROAE acumulado do período teve evolução, de 18,6% para 22% e o resultado financeiro cresceu 15,5%, alcançando R$ 5,8 bilhões. A teleconferência com analistas será realizada nesta sexta-feira, às 10h30.

Segundo dados do balanço do grupo, a expansão do faturamento, a boa performance da margem financeira, a melhora do índice de comercialização e a estabilidade do índice de eficiência administrativa, que permanece em um dos melhores patamares dos últimos trimestres, contribuíram para o avanço do resultado das operações, que totalizou R$ 13,1 bilhões no ano (+25,6% vs. 9M22).

As provisões técnicas cresceram 10,4%, chegando a R$ 350 bilhões, e os ativos financeiros evoluíram 9,1%, para R$ 374 bilhões. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 40 bilhões no ano (+12% vs. 9M22). “O bom desempenho reflete a consistência da estratégia de atuação do grupo, focada no fortalecimento das áreas comerciais das empresas e os investimentos em tecnologia realizados nos últimos trimestres da ordem de R$ 2 bilhões, que aceleraram a transição digital da companhia, reduzindo despesas, otimizando processos e propiciando avanços importantes na jornada digital e na experiência tanto do cliente quanto do corretor.

Em um ambiente de forte incentivo à inovação, o grupo implementou diversos projetos relativos à transformação digital e envolvendo o uso massivo de dados, além de vários outros voltados ao clientecentrismo. Até setembro de 2023, as vendas por meios digitais cresceram 32,6%, ultrapassando R$ 2,4 bilhões. Para os próximos meses, estão previstas diversas iniciativas que promoverão ainda mais facilidades nas jornadas digitais de clientes e corretores, baseadas em demandas advindas de pesquisas promovidas pelo grupo.

No ramo de Saúde, o crescimento de prêmios da Bradesco Saúde superou 19%, com destaque para os planos regionais. No segmento Dental, vale ressaltar a performance da Odontoprev, operadora odontológica líder de mercado na qual o Grupo Segurador detém cerca de 53% do capital e que nos últimos 12 meses auferiu, pela primeira vez, lucro líquido superior a R$ 500 milhões.

Já a Atlântica Hospitais e Participações, também integrante do Grupo Bradesco Seguros, anunciou acordo para aquisição de 20% do capital do Grupo Santa, maior rede hospitalar do Centro-Oeste, região que apresenta forte expansão econômica apoiada no setor do Agronegócio. Atuando há 60 anos, o Grupo Santa conta com oito hospitais, dois centros radiológicos, 1.350 leitos e mais de um milhão de pessoas atendidas anualmente. Operação
sujeita a aprovação dos órgãos reguladores.

Em Previdência, cujas contribuições cresceram cerca de 13%, a Bradesco Vida e Previdência ampliou sua grade de fundos de investimento e a participação de gestores terceiros, reforçando, ainda, o foco nos produtos com atributos de longo prazo e com coberturas de riscos. A empresa também criou uma estrutura para assessoramento no período de pagamento de benefícios previdenciários, que passou a operar no terceiro trimestre.

No segmento Auto, com crescimentos de prêmios da ordem de 15%, a Bradesco Seguros lançou uma cobertura exclusiva para veículos elétricos e ofereceu em setembro, em comemoração ao Dia do Caminhoneiro, condições especiais para a contratação do Bradesco Seguro Caminhão, que apoiou o crescimento da carteira.

IRB(Re) registra lucro líquido de R$ 76,4 milhões no acumulado do ano até setembro

irb re ceo Falcao

Fonte: IRB      

O IRB(Re) fechou o terceiro trimestre de 2023 (3T23) com lucro líquido de R$ 47,7 milhões. Os números mostram evolução do ressegurador, com resultado positivo pelo terceiro trimestre consecutivo. Houve alta de R$ 346,5 milhões, com reversão do prejuízo líquido de R$ 298,7 milhões registrado no 3T22. Em relação ao segundo trimestre desse ano, o crescimento é de 137%. No acumulado do ano, a companhia obteve lucro líquido de R$ 76,4 milhões, alta de R$ 668 milhões ante os nove primeiros meses de 2022 (9M22).

“Poderíamos resumir nossos resultados em uma palavra: consistência. Os números são coerentes com a nossa estratégia e indicam evolução gradual e contínua. Trabalhamos para gerar resultados sustentáveis, no longo prazo. É importante dizer que, neste trimestre, reunimos nossos principais executivos para pensar o futuro da companhia. Em novembro, vamos finalizar o Orçamento Base Zero para 2024. Estamos focados em soluções de proteção da sociedade em diferentes aspectos, que serão materializadas no Plano de Negócios. Com isso, definiremos o volume e a velocidade de crescimento que desejamos para o IRB nos próximos anos, com a meta de rentabilidade sendo o ponto de partida. Continuamos, assim, cada vez mais próximos de nossos clientes e investidores, criando intimidade e melhorando nossos processos e a qualidade de nossos serviços”, comenta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).

Resultado de subscrição positivo

O resultado de subscrição do 3T23 foi positivo em R$ 10,8 milhões, registrando alta de R$ 550,1 milhões em relação ao 3T22, quando foi apurado valor negativo de R$ 539,3 milhões. Vale destacar que, neste 3T23, assim como nos dois trimestres anteriores, o resultado de subscrição no Brasil foi positivo: passou de R$ 270,9 milhões negativos, no 3T22, para R$ 64,4 milhões positivos. Já no exterior, no 3T23, o resultado de subscrição foi negativo em R$ 53,6 milhões. No acumulado do ano, a companhia apurou resultado de subscrição positivo em R$ 49,9 milhões, revertendo o resultado negativo dos nove primeiros meses de 2022, de R$ 1,296 bilhão, e apontando uma tendência de recuperação na operação.

Em linha com a estratégia de melhoria na qualidade de subscrição da companhia, o prêmio emitido total caiu 18,4% no 3T23 ante o mesmo período de 2022, alcançando R$ 1,967 bilhão. No 3T23, a participação de negócios firmados no Brasil teve alta, alcançando 85% do portifólio. Esse percentual era de 69% no 3T22. Em relação ao volume, houve recuo de 3,7% na comparação com o 3T22, para R$ 1,674 bilhão. O prêmio emitido no exterior, que representou 15% do portifólio, totalizou R$ 293,3 milhões no 3T23, o que representou queda de 56,4% em relação ao 3T22.

“Voltamos nosso foco para o Brasil e para a América Latina, onde conhecemos os riscos, as necessidades do mercado, as coberturas, as exposições, a sinistralidade e suas exposições catastróficas. Um passo à frente, refinamos nossa estratégia, adotando práticas diferenciadas para países com diferentes necessidades e oportunidades tais como Peru, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Bolívia e México. E, o mercado global continua sendo analisado, mantemos a estratégia de desenvolver negócios não proporcionais, sem assumir grandes exposições catastróficas”, explica Daniel Castillo, vice-presidente de Resseguros do IRB(Re).

“Podemos observar uma redução do prêmio total do 3T22 para o 3T23. Essa redução é decorrente da limpeza de carteira, que foi acelerada nos negócios renovados em 2023. Embora tenhamos aceitado novos negócios, declinamos alguns não rentáveis e reduzimos a participação em outros, sempre com o objetivo de ter uma carteira com melhor qualidade e mais rentável. Renovamos 86% de todos os negócios que desejávamos manter e seguimos com uma carteira diversificada em nove linhas de negócios. Em relação à distribuição de negócios, nos 9M23, a linha patrimonial segue como destaque, com 35% da carteira”, completa Castillo.

Índice de sinistralidade cai 42,8 p.p.

No 3T23, o sinistro retido total caiu 54,5%, em relação ao 3T22, fechando em R$ 630,8 milhões. Com isso, o índice de sinistralidade passou de 116,8% para 74%, uma queda de 42,8 p.p.. No acumulado do ano, esse índice é de 75,2%, redução de 33,1 p.p. frente os 9M22. A companhia melhorou o índice combinado – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – em 44,7 p.p., passando de 156,1%, no 3T22, para 111,4% no 3T23. Considerando os 9M23, o índice combinado também apresenta evolução, passando de 143,7%, nos 9M22, para 110,2% agora.

“Ao compararmos o 3T23 com o 3T22, verificamos a redução do índice de sinistralidade. Vale a pena lembrar que a sinistralidade resulta dos contratos firmados em períodos anteriores. Dessa forma, depende dos processos de avaliação de risco quando eles são apresentados, assim como da adequada precificação. Cremos que as ações já citadas – como ajuste de preços, redução de exposições com cancelamento ou diminuição de participações em diversos contratos, além do alinhamento de condições comerciais e modificações técnicas nos negócios renovados – contribuem para a evolução deste índice”, explica Castillo.

Evolução do fluxo de caixa

Em relação ao caixa operacional, no 3T23, houve evolução do fluxo de caixa, com consumo menor de R$ 192 milhões, comparado a um consumo de R$ 789 milhões no 3T22. No acumulado dos últimos 12 meses, ou seja, de setembro de 2022 a setembro de 2023, o consumo foi de R$ 554 milhões. Apesar de ainda negativo, já apresenta uma tendência de recuperação no longo prazo.

“O consumo de caixa operacional continua em linha com o nosso planejamento. Com a estratégia de limpeza da carteira e, portanto, redução de prêmios recebidos, e ainda honrando sinistros de monta referentes a riscos assumidos em anos anteriores, é natural que haja este consumo de caixa”, diz Rodrigo Botti, vice-presidente Financeiro, Atuarial e Tecnologia do IRB(Re).

As despesas gerais e administrativas, no 3T23, totalizaram R$ 75,8 milhões, um decréscimo de 13,5% em relação aos R$ 87,6 milhões verificados no 3T22. Nos 9M23, a despesa totaliza R$ 250,4 milhões, alta de 5,5% frente os R$ 237,3 milhões dos 9M22. Vale lembrar que o montante de 2023 considera despesas não recorrentes de R$ 7,9 milhões com o PDV e R$ 25,4 milhões com o acordo assinado com o DoJ e SEC, excluindo esse impacto, o valor recorrente nos 9M23 é de R$ 217,1 milhões.

O resultado financeiro e patrimonial, no 3T23, foi positivo em R$ 182,9 milhões, 5,6% superior ao resultado do 3T22 (R$ 173,2 milhões). Nos 9M23, o acumulado é de R$ 424,1 milhões. “Neste trimestre, o resultado financeiro e patrimonial foi praticamente o dobro do trimestre anterior, quando apuramos R$ 95,8 milhões, e o maior desde o segundo trimestre do ano passado. Em relação à carteira de ativos financeiros, fechamos o 3T23 com R$ 8,5 bilhões”, explica Paulo Valle, diretor-geral da IRBAsset, braço de investimento do ressegurador.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB(Re) deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido (CMR) e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. No 3T23, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.

“O primeiro indicador fechou o 3T23 com suficiência de R$ 589 milhões, ou seja, 50% acima do capital requerido, o melhor patamar desde setembro de 2021. O indicador de suficiência de garantia encerrou o trimestre com suficiência de R$ 608 milhões”, diz Thais Peters, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).

Liberty Mutual reverte prejuízo e registra lucro líquido de US$ 219 milhões no terceiro trimestre

A Liberty Mutual Holding Co. divulgou lucro líquido no terceiro trimestre de US$ 219 milhões, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 353 milhões durante o mesmo período do ano passado. O prêmio líquido emitido total foi de US$ 12,2 milhões, acima dos US$ 11,8 milhões relatados no mesmo período do ano anterior.

A seguradora atribuiu o desenvolvimento positivo aos melhores resultados de subscrição em seu negócio Global Risk Solutions, combinados com o aumento da receita líquida de investimento, que ajudou a “compensar a pressão contínua da inflação e do clima severo que impactou as linhas pessoais dos EUA”, disse o presidente e CEO Tim Sweeney em um comunicado à imprensa.

“Apesar desses desafios, o índice combinado subjacente nos mercados de varejo dos EUA melhorou 2,4 pontos, e continuamos a tomar medidas agressivas de taxas e não taxas para fazer com que esse negócio retorne à lucratividade desejada”, disse Sweeney.

O índice combinado total de 102,6% foi uma melhoria em relação aos 106,7% no terceiro trimestre de 2022, e o Sweeney disse que a seguradora continua “focada em continuar a melhorar a lucratividade da subscrição para atingir uma meta de índice combinado de 95%.

A Liberty Mutual confirmou no final do mês passado que irá despedir 2% da sua força de trabalho nos EUA, ou cerca de 850 pessoas, como parte de uma transformação plurianual dos seus negócios.

Prêmio de Inovação em Seguros registra recorde de projetos inscritos

Fonte: CNseg

 A edição 2023 do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização, organizado e promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), registrou o marco recorde de 209 inscrições, superando as 12 edições anteriores. Do total, foram habilitados 60 projetos na categoria de Produtos e Serviços, 50 em Processos e Tecnologia, 48 no grupo Comunicação e 33 em Sustentabilidade.

A equipe responsável pela premiação destacou alguns fatores determinantes para o significativo aumento no número de inscrições e projetos qualificados. Segundo eles, o elevado engajamento de profissionais de diversos setores, aliado à estrita observância do regulamento, resultou na aprovação de 91% das inscrições para a fase de competição. Além disso, a adesão de novas empresas interessadas em participar da premiação, em benefício do setor segurador, também foi reconhecida pela equipe como um fator crucial para esse sucesso.

Todos os autores já foram notificados sobre o status de seus trabalhos e deverão ficar atentos ao anúncio da lista de finalistas, prevista para o dia 14 de novembro de 2023. Todo o cronograma do Prêmio com as próximas fases do concurso também pode ser consultado no site oficial.

A entrega dos prêmios está marcada para acontecer no dia 30 de novembro de 2023, no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro. O Prêmio de Inovação em Seguros tem o objetivo de reconhecer as iniciativas dos profissionais da área de seguros, que apresentem relevantes impactos para suas empresas, seus acionistas, para o setor e à sociedade.