Fundo de catástrofes da Zurich ajuda na reconstrução da região Sul e na situação de seca no Amazonas 

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich liberou recursos de seu fundo de catástrofes para a reconstrução de seis escolas afetadas pelo ciclone que atingiu a região Sul. A seguradora contribuiu junto a outras empresas com um total de R$ 3,5 milhões para devolver o ambiente seguro e adequado para 6 mil crianças e jovens dos municípios de Lajeado, Estrela, Encantado, Venâncio Aires, entre outros da região. 

Esse montante incluirá uma ação coordenada pelo Movimento União BR, organização especializada em criar hubs de emergência por todo o Brasil, em parceria com o governo do estado do RS, que tem o objetivo de auxiliar as famílias impactadas. Até o momento, foram captados cerca de R$ 6 milhões, através do apoio de diversas empresas e entidades. 

Além disso, a companhia também enviou ajuda para cidades dos estados do Amazonas (Novo Airão, Tefé e Manaus) e Pará (Santarém). A população vem enfrentando a maior seca em 120 anos de história. O recurso de R$ 110 mil deve ajudar cerca de 6,5 mil pessoas com a distribuição de alimentos desidratados e kits de higiene e limpeza. 

“A companhia tem uma promessa de liderar o impacto positivo no planeta, e apoiar as comunidades em que está inserida de forma estruturada é uma ação diretamente conectada com esse propósito e com sua estratégia ESG” aponta Ana Paula Maniá da Matta, Gerente de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da Seguradora Zurich. 

Ela continua: “Temos utilizado o fundo não apenas para ações emergenciais, como a do Amazonas, mas também para apoiar a reconstrução das regiões atingidas depois que o pior já passou, como é o caso do Sul. Isso é muito importante, já que, passado o momento mais crítico, os recursos costumam diminuir, deixando esses locais em uma situação delicada”, pontua. 

O fundo de catástrofes  

Em 2022, a Seguradora Zurich lançou um Fundo de Catástrofes para auxiliar comunidades em situações de emergência ou calamidade pública no Brasil, provenientes de ocorrências como enchentes, alagamentos e outras situações adversas ao longo de 2023. 

Os recursos foram direcionados através do Movimento União BR com gestão corporativa e financeira do Instituto da Criança. Segundo Ana, a separação de um orçamento prévio e o estabelecimento de uma parceria contínua com as instituições garantiu agilidade na destinação dos recursos para pessoas em situações de vulnerabilidade. 

“Dessa forma, garantimos que as doações chegassem mais rapidamente a quem precisava, já que as instituições nos ajudam a identificar e dimensionar prontamente as necessidades de cada região”, conta Ana Matta. 

Só esse ano, 60 mil pessoas foram impactadas com os recursos direcionados pela companhia através do seu fundo de catástrofes, que totalizaram R$ 2,4 milhões. Foram apoiadas populações que sofreram com fortes chuvas nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco e o litoral norte de São Paulo, além dos Yanomamis, devido à crise humanitária que assolou os indígenas durante o primeiro semestre.

A executiva explica que o fundo de catástrofes é parte do programa de Responsabilidade Social Corporativa da companhia. “Junto aos nossos parceiros, estamos sempre atentos às necessidades das comunidades espalhadas pelo país, mobilizando o que é necessário para apoiá-las em momentos difíceis. Consideramos que este é o papel social da seguradora”, completa. 

Desde 2019, a Zurich destina recursos para populações em situação de vulnerabilidade, tendo atuado ativamente em eventos como o rompimento da barragem de Brumadinho e a Covid-19. Graças a essa atuação, que já beneficiou mais de 330 mil pessoas com a destinação de mais de R$ 14,5 milhões, a Zurich conquistou o 1º lugar no Prêmio de Inovação CNSEG 2023 com o projeto Fundo de Catástrofes.

Reforma Tributária prevê regime específico para o setor segurador 

Dyogo Oliveira CNseg - Crédito Luciana Whitaker_baixa (4)

Fonte: CNseg

Aguardada há 40 anos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que institui a reforma tributária, foi promulgada nesta quarta-feira, 20/12, com objetivo de simplificar o sistema de pagamento de impostos e promover justiça tributária para empresas e cidadãos. 

A emenda constitucional tem incluído em seu texto um dispositivo que prevê a retirada das operações de seguro da base de incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) a partir de 2027. Embora não esteja no texto da PEC, a nova reforma tributária deve possibilitar que o novo modelo de cobrança, por meio do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), conforme entendimentos já iniciados com o governo federal, seja pela incidência das alíquotas dos tributos sobre o valor do prêmio do seguro e resseguro, com dedução do valor das indenizações pagas da base cálculo do tributo.

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, destaca que a Reforma permite um tratamento justo ao setor. “Atualmente a forma cumulativa dos regimes tributários incidentes sobre as empresas que fazem seguros não permite a adequada geração de créditos e, com essa Reforma Tributária, há a perspectiva de ajuste na tributação e consequentemente de geração de benefícios aos consumidores finais do setor; o que permite a redução de riscos, incentiva novos investimentos e eleva a geração de poupança de longo prazo da economia”, afirmou.

A essência da PEC está na simplificação da tributação e no fortalecimento da gestão compartilhada e federativa dos modelos de arrecadação em funcionamento no País. O texto prevê a substituição de cinco impostos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) por três: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) nos estados e municípios; e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto Seletivo (IS) na esfera federal. 

A PEC prevê a criação de um IVA dual: a CBS, cobrada pela União, e o IBS, dos Estados e municípios. De acordo com a Reforma, toda a tributação de consumo do Setor Segurador será concentrada no IVA. Atualmente, as operações de seguro estão na base de incidência do IOF e do PIS/Cofins.

Diálogo institucional

O presidente da CNseg destacou o diálogo aberto e técnico feito junto aos representantes do Ministério da Fazenda e aos relatores da PEC na Câmara, Deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Senado, Senador Eduardo Braga (MDB-AM). Parabenizou também os presidentes das Casas pela condução do processo.

Dyogo Oliveira ainda afirmou que a efetivação das novas regras de tributação deverá impulsionar a economia e criar condições para que o país retome o caminho do desenvolvimento, com geração de emprego e redução da desigualdade social. 

Como fica a nova regra para o setor de Seguros

  • Previsão de regime específico de tributação para serviços financeiros, cuja definição engloba os participantes dos Setor Segurador (seguro, resseguro, previdência privada e capitalização), na forma a ser disciplinada por lei complementar.
  • De acordo com o texto promulgado, o regime específico de tributação poderá prever alterações: nas alíquotas; nas regras de creditamento; na base de cálculo; e nas hipóteses de incidência do IBS e da CBS sobre a receita ou o faturamento.
  • Retirada das operações de seguro da base de incidência do IOF a partir de 2027.

#24 – MetLife traz novas coberturas no seguro de vida e serviço exclusivo de atendimento

A MetLife lançou em dezembro de 2023 novas coberturas e benefícios para os clientes de seguros de vida. E a repercussão positiva entre parceiros de negócios e clientes tem sido muito acima do esperado, conta Paula Toguchi, diretora de produtos da MetLife Brasil neste videocast.

“Após a pandemia, os brasileiros passaram a se preocupar cada vez mais com a segurança e o cuidado com a saúde mental, física e financeira da família. Então, não tinha como a gente não trabalhar em uma atualização de produto. Neste mês de dezembro, estamos lançando três novas coberturas e um novo Programa de Saúde e Bem-estar exclusivo no mercado, com serviços oferecidos pelo Hospital Israelita Albert Einstein, algo que nos dá muito orgulho!”, comenta na entrevista.

A primeira delas é a Cobertura de Fratura Óssea, que paga uma indenização caso o segurado quebre alguns dos ossos do corpo para que possa arcar com os custos gerados pelo acidente, como cirurgias ou pagar as contas do dia a dia caso fique impossibilitado de trabalhar. A segunda é a Cobertura de Invalidez Permanente por Doença Funcional.

“Ela funciona da seguinte forma: caso o segurado receba o diagnóstico de uma doença que traga uma limitação permanente para as funções do corpo e que o impeça de fazer suas atividades diárias sozinho, como AVC ou Esclerose, o pagamento da indenização será feito imediatamente para que ele e a família possam arcar com os custos da readaptação, remédios, procedimentos médicos e para poder manter o custo de vida da família”.

Outra novidade foi repaginar a cobertura Amparo Funeral. “Nós já possuíamos essa cobertura anteriormente, mas agora ela está repaginada e pode ser ampliada para cônjuge, filhos e enteados, além de ter um novo capital mínimo de R$ 7 mil, o que deixa o produto ainda mais competitivo e ajuda nas vendas dos nossos parceiros comerciais.

Além das coberturas, a seguradora lançou o Programa de Saúde e Bem-estar, uma solução exclusiva da MetLife e não possui custo adicional para os novos clientes do seguro de vida. Com ele, os segurados terão acesso aos serviços de teleorientação com profissionais do Hospital Israelita Albert Einstein, um dos maiores sistemas de saúde do País.

São cinco no total. A teleorientação com psicólogos permite que o beneficiário trabalhe diversas questões em terapia, como controle de estresse, apoio emocional em caso de perdas e luto e controle de ansiedade.

Na teleorientação com nutricionistas, o foco é ajudar as pessoas que precisam de um novo comportamento alimentar. A teleorientação com educadores físicos é destinado a pessoas que buscam saúde e bem-estar por meio de exercícios físicos com o gerenciamento de um profissional. Já a teleorientação com fisioterapeutas foca em auxiliar pessoas com queixas de dor ou histórico de lesões prévias que necessitam de tratamento com fisioterapeuta. E, por último, a teleorientação com fonoaudiólogos é composta por terapias para tratar pessoas diagnosticadas com Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e ronco.

Ouça abaixo o podcast #24 disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer, ou assista o vídeo no canal do Youtube e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

Grupo Bradesco Seguros patrocina mais uma edição do Jogo das Estrelas

alexandre nogueira grupo bradesco seguros

Fonte: Bradesco

Ícone do futebol mundial, o ex-jogador Zico promove, este ano, a 19ª edição do Jogo das Estrelas, evento patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros. A ação acontecerá no estádio do Maracanã, no dia 27 de dezembro, com o Jogo dos Artistas marcado para às 18h e o Jogo das Estrelas, com Zico e diversos outros astros da bola, às 20h30. 

“Patrocinar, por mais um ano, o Jogo das Estrelas é motivo de orgulho para o Grupo Bradesco Seguros. Apoiar ações beneficentes como essa, vai ao encontro da nossa estratégia de estar presente nas vidas das pessoas e, assim, disseminar a cultura do seguro no país”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing da companhia. “Não à toa trazemos em nosso slogan o ‘Com Você. Sempre’ e não seria diferente quando falamos de uma das principais paixões nacionais, o futebol”, reitera o executivo.

Porto Serviço investe no aumento da frota aquática 

Fonte: Porto

Com a chegada do período de chuvas mais intensas, a Porto Serviço, nova vertical de negócios da companhia, anuncia a aquisição de mais duas unidades de moto aquáticas, que estarão disponíveis para atender a população em enchentes e alagamentos por todo o Brasil. 

A Porto Serviço é pioneira na utilização de um veículo aquático para operações de resgate, atuando há 12 anos nestas situações. Sua frota especial inclui ainda picape lança, marruás e unimog. 

Com a nova aquisição, a companhia passa a contar com três motos aquáticas e mais de 10 profissionais especializados que possuem cursos de bombeiro civil com especialidade em salvamento e em atendimentos especializados e habilitação Arrais para atuar em situações graves de alagamentos. 

Com isso, a companhia consegue oferecer o atendimento adequado não somente aos seus clientes, como também a outras pessoas que podem estar em áreas de risco e inundação. Recentemente, a Porto atuou no resgate em tragédias como a do Litoral Norte de São Paulo, Vila Leopoldina e Barra Funda – na capital paulista -, Brumadinho (MG), Itabuna (BA) e Blumenau (SC).

MAG Seguros anuncia data do MAGNEXT 2024

Fonte: MAG


A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência, anuncia data para o MAGNEXT, tradicional convenção anual do grupo. O evento, que acontece no Expo MAG, no Rio de Janeiro, de 11 a 13 de janeiro, reunirá mais de 1,5 mil pessoas. Além de uma programação voltada aos seus colaboradores, como o MAGDAY, a Convenção Comercial e Marketing da empresa e do Galo de Ouro, maior evento de premiação do mercado segurador atual, a MAG também anuncia mais uma edição do Potencialize, congresso aberto a corretores e parceiros de negócios da empresa.

Com o mote “Construindo Futuros: Resiliência, Inovação e Longevidade nos Negócios e na Vida”, o Potencialize 2024 vai discutir temas como motivação, empreendedorismo, geopolítica, tendências e longevidade. Nomes como Zico, ex-jogador de futebol da seleção brasileira; Caito Maia, fundador da Chilli Beans; Leo Farah, especialista em Gestão de Desastres pela UNESCO; e Oliver Stuenkel, analista político formado em Harvard e colunista do jornal Estado de S. Paulo; além dos principais executivos da MAG Seguros, já estão confirmados.

“Estamos muito felizes com a programação que teremos no Potencialize. Certamente, o congresso promoverá, além do networking, diversas trocas de experiências capazes de gerar insights extremamente valiosos aos participantes”, afirma Marcio Batistuti, diretor comercial da MAG Seguros.

O Potencialize contará com a apresentação do youtuber Murilo Gun e de Patrícia Campos, diretora de Gente e Gestão da MAG Seguros. 

A programação completa do Potencialize já está presente no site oficial do evento. 


Para estar presencialmente no Potencialize

As vagas são limitadas. Para garantir a participação presencial no evento, corretores e parceiros de negócios deverão realizar um cadastro (link) e adquirir o ingresso no valor de R$ 200. A compra pode ser feita via pix, cartão crédito (parcelado em até 3x sem juros), ou por meio de desconto na carteira de corretores cadastrados com a MAG Seguros. 


“Ir pessoalmente no Potencialize é uma oportunidade única para os profissionais que atuam no mercado segurador. Porém, para aqueles que não conseguirem estar in loco, o evento terá transmissão online e gratuita pelo aplicativo da MAG Seguros, mediante ao cadastro online na plataforma do evento”, finaliza o executivo da MAG.

Liberty Seguros promove diversas ações em campanha de final de ano

liberty seguros

Fonte: Liberty

Entre os dias 27 de novembro e 1° de dezembro, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, realizou uma série de iniciativas como parte da campanha Natal Solidário, que busca ajudar pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social para que possam desfrutar de um final de ano mais feliz. Ao todo, as ativações da edição de 2023 contabilizaram mais de mil participações. 

O projeto de voluntariado, realizado anualmente, faz parte da agenda ASG da Liberty, com o objetivo de beneficiar a sociedade na qual está inserida e engajar os colaboradores a contribuírem com as ações filantrópicas da companhia. Em junho deste ano, por exemplo, a empresa promoveu a Semana do Voluntariado, que contou com uma série de ativações e apoiou diretamente beneficiários de quatro ONGs.

Conto de Natal

A Liberty disponibilizou um estúdio portátil de gravação de áudio para os colaboradores da Fácil Assist, empresa de assistência 24 horas do grupo, nos Hubs Barra Funda e São Bernardo do Campo. Nessa ação, os colaboradores emprestaram suas vozes para gravações de contos natalinos que, em parceria com o Instituto Dorina Nowill, serão disponibilizados para que crianças com e sem deficiência visual possam ter um natal mais lúdico e acolhedor.

Mutirões e campanha de doação

O Mutirão Externo de Loja e Ceia Solidária dividiu os voluntários em duas turmas para montar uma loja solidária na Casa de Acolhida Especial Brigadeiro, sem nenhum custo, que “vendeu” itens arrecadados em caixas de doação espalhadas pelos Hubs da Liberty. Além disso, outro grupo se dedicou a preparar refeições para as mulheres em situação de vulnerabilidade social atendidas pela casa e seus filhos.

Outra ação de mutirão realizada pela seguradora foi o “Mutirão Pelo Direito de Brincar”, que, por meio de um circuito de oficinas e brincadeiras, teve o objetivo de fortalecer a importância de brincar com as crianças da Escola Estadual Almirante Barroso, localizada no bairro do Jabaquara, na região centro-sul da cidade de São Paulo.

Festa de final de ano

Por fim, durante a festa de final de ano da Liberty, cada colaborador contribuiu com a doação de 1kg de alimento, que foi doado para instituições de caridade em São Paulo. A confraternização contou com uma campanha para o descarte responsável de uniformes que as pessoas não usam mais, além de ter sido um evento “lixo zero”, em que tudo foi descartado apropriadamente, gerando o menor impacto possível para o meio ambiente.

Com a contribuição e comprometimento de todos os presentes, a seguradora ainda foi capaz de desviar mais de uma tonelada e meia de resíduos do aterro sanitário, transformando-os em matéria-prima e, consequentemente, em renda para os cooperados. Além disso, mais de 720kg de materiais provenientes de resíduos coletados foram reciclados e 2,4 toneladas de CO2 compensadas.

Segmento de seguros corporativos da FF Seguros tem resultado recorde e prevê um 2024 ainda melhor

A velha máxima “quem planta, colhe” cabe como uma luva para a área de Seguros Corporativos da FF Seguros (novo nome da FairFax), responsável por 60% das vendas da companhia. Até novembro, observa-se um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2022, com volume de prêmio emitido da ordem de R$ 790 milhões.

O orçamento de 2024 prevê crescimento para mais de R$ 1 bilhão apenas neste segmento. Pelo comprometimento do time de 22 pessoas que compõe a Diretoria Corporate a meta é factível, ainda mais se considerarmos que o segmento de riscos corporativos é tido como um dos mais promissores no próximo ano diante do pacote de oportunidades e investimentos em infraestrutura, saneamento básico entre outros setores da economia, aliados aos investimentos da ordem de R$ 1,7 trilhão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) anunciado pelo governo agosto último. 

“O ciclo de investimentos previsto pelo governo movimenta vários seguros, desde a garantia de construção da obra até o seguro de vida dos trabalhadores envolvidos nos empreendimentos”, afirma Carlos Eduardo Silvestre (mais conhecido por Eduardo), diretor comercial de seguros corporativos da FF Seguros.

No entanto, o crescimento da FF Seguros se dará em todas as linhas de negócios, inclusive no mais recente meio de distribuição o Canal Digital comandado por Eduardo Pitombeira. “Nossa área certamente seguirá seu ciclo virtuoso de crescimento nos próximos anos pelo time de especialistas que reunimos em nossa equipe. São executivos experientes e jovens talentos, numa convivência que agrega soluções aos mais complexos riscos trazidos pelos corretores e nossos clientes”, afirma. 

Em 2020, a FF Seguros, visando trazer mais sinergia aos negócios, fez uma grande segmentação de corretores, onde além de outras mudanças importantes, criaram o Canal Institucional com a atribuição principal de desenvolver e gerenciar negócios com os corretores que chamam de “mega e large brokers”. Este canal representou mais de 60% do prêmio emitido da FF Seguros e possuí visão holística, completa de tudo o que era transacionado pelas nossas “business units”. 

A FF Seguros atua com cinco unidades de negócios: Property & Casualty (P&C), que concentra os riscos patrimoniais de grandes empresas; Linhas Financeiras com as modalidades de seguro garantia, D&O/E&O, fiança locatícia PJ; Transportes de mercadorias; Agronegócios e Digital. A maior participação nas vendas ainda vem de grandes riscos, segmento responsável pelo início da FF Seguros que iniciou sua operação no Brasil em 2010. 

“Construímos um time comercial altamente qualificado e capacitado, com profissionais com vasta experiência no mercado, inclusive com passagens por áreas técnicas em suas antigas casas. Isto garantiu ao corretor a tranquilidade de conversar e negociar com pessoas que possuem competências que o ajudam a tratar os riscos específicos de seus negócios”, conta o executivo. 

Segundo ele, essa foi uma mudança bastante importante e que traz resultados significativos à seguradora, considerada pelos corretores como uma especialista porque é ao mesmo tempo técnica nos riscos em que atua e tem jogo de cintura para buscar soluções às demandas de riscos complexos. “Houve uma melhora importante no relacionamento do corretor com todas as Business Units da FF Seguros, uma vez que o time Corporate se dedica integralmente às necessidades dos nossos parceiros e facilita a interlocução entre todos”, acrescenta Silvestre. 

“Passados três anos da criação da área Corporate, a estrutura ganhou nova roupagem e ferramentas que nos ajudam a trabalhar com o cenário atual do mercado de seguros, com a chegada de novas seguradoras e também corretores que tornam a competição ainda acirrada neste segmento. Estamos muito felizes porque a nossa estratégia se mostrou vencedora, uma vez que colhemos frutos consistentes que já podem ser vistos nos resultados da nossa área e nos números da companhia como um todo”, destaca Silvestre. 

“Finalizando, tudo isto tem sido possível graças a sinergia de trabalho e comprometimento que há entre o nosso time Corporate e nossas Bunisess Units porque juntos buscamos o melhor resultado para nossa empresa e também para todos os nossos parceiros de negócios. Estamos bem preparados para 2024, mantendo a nossa estratégia de crescimento com resultado”, finaliza.  

Susep prorroga sistema de registro de operações de seguros para 2025

Final de ano é a mesma rotina. Vários normativos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). O mais importante deles é a a Circular Susep nº 695/2023. Após muitas discussões, que renderam até mesmo um processo da CNseg, a confederação das seguradoras, contra o órgão regulador, a decisão do Conselho Diretor em reunião realizada no dia 6 de dezembro de 2023, altera a Circular Susep nº 682/2022, que estabelece a codificação dos ramos de seguro e dispõe sobre a classificação das coberturas contidas em planos de seguro, para fins de contabilização.

Com a alteração, fica prorrogada a data inicial de vigência da Circular Susep nº 682/2022 para o dia 1º de janeiro de 2025, de modo a compatibilizar os prazos previstos para o Projeto do Sistema de Registro de Operações (SRO) com as alterações advindas da Circular, reduzindo custos regulatórios e de supervisão ao mercado supervisionado.

Adicionalmente, ficam alterados o Artigo 6º e o Anexo I da Circular 682/2022, de modo a realizar ajustes na codificação de ramos no que diz respeito à contabilização das coberturas de responsabilidade civil relacionadas a veículos de passeio. A alteração visa a referenciar corretamente as coberturas firmadas no âmbito “do Mercosul” (ramo Carta Verde), sendo corrigidas as referências anteriormente realizadas ao Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT), entre o Brasil, a Argentina, a Bolívia, o Chile, o Paraguai, o Peru e o Uruguai.

Autoavaliação de riscos e solvência

Também no DO o edital de consulta pública nº 01/2023/SUSEP, que trata de minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP que dispõe sobre a autoavaliação de risco e solvência – ORSA (Own Risk and Solvency Assessment) e a gestão de capital no âmbito das sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.

Prevista no Plano de Regulação 2023-2024 da Susep, a consulta pública subsidiará a regulamentação do ORSA e a gestão de capital no âmbito do mercado segurador, em linha com a gestão de riscos e a estratégia corporativa das supervisionadas, aumentando a proteção do consumidor e favorecendo a resiliência do mercado.

Destaca-se que, no mercado supervisionado pela Susep, a gestão de riscos já é regulamentada pela Resolução CNSP nº 416, de 20 de julho de 2021. A minuta de Resolução proposta visa a complementar este arcabouço com relação ao ORSA e à gestão de capital, utilizando-se de conceitos e estruturas já estabelecidos.

De acordo com o Coordenador-Geral de Regulação Prudencial, César da Rocha Neves, o ORSA tem por objetivo aliar a gestão de riscos da supervisionada com sua gestão de capital, tendo como base o planejamento estratégico e de negócios, possibilitando, ainda, que a Susep compreenda melhor os riscos da supervisionada e as estratégias de gestão de riscos e de capital associadas. “O ORSA permite à alta administração ter uma visão completa e holística dos riscos aos quais a supervisionada encontra-se exposta, orientando a tomada de decisão e favorecendo a manutenção da solvência”, afirma.

A Susep convida todos os interessados a participar da construção dessa relevante proposta normativa para o mercado de seguros. A consulta pública estará aberta por 30 dias a contar da publicação e pode ser acessada em https://www.gov.br/susep/pt-br/documentos-e-publicacoes/normativos/normas-em-consulta-publica

Certidões

A Susep também publicou a Circular Susep nº 694/2023, que prorroga a data da entrada em vigor da Circular Susep nº 691/2023, que dispõe sobre o fornecimento de certidões no âmbito da Susep.

Com a alteração, a Circular nº 691/2023 passa a entrar em vigor em a partir de 1º de julho de 2023. A prorrogação ocorre pela necessidade de ajustes adicionais no Sistema de Registro Eletrônico de Produtos (REP), bem como de aprimoramentos na Circular Susep nº 657/2022, que trata do REP, de forma a compatibilizá-los com a norma de certidões e o seu sistema.

Atualmente, a Susep já oferece, no portal gov.br, a possibilidade de emissão automática de cinco espécies diferentes de certidões. A Circular Susep nº 691/2023 estabelece que o acesso ao sistema de fornecimento de certidões continuará público e deverá ser realizado por meio da plataforma de serviços ao cidadão gov.br. As certidões terão validade de 30 (trinta) dias, contados a partir da emissão, e não prevalecerão sobre certidões geradas posteriormente, pois suas informações serão atualizadas automaticamente. A autenticidade da certidão poderá ser confirmada também por meio da plataforma gov.br.

Segmentação de mercado

Também foi publicada a minuta de Resolução CNSP que altera a Resolução CNSP nº 388/2020, que estabeleceu a segmentação do mercado supervisionado pela Susep, e a Resolução CNSP nº 416/2021, que dispõe sobre o Sistema de Controles Internos (SCI), a Estrutura de Gestão de Riscos (EGR) e a atividade de Auditoria Interna, bem como minuta de Circular Susep que altera a Circular Susep nº 650/2021, que estabelece procedimentos para a elaboração e envio à Susep do Relatório Consolidado Prudencial.

A regulamentação proposta, que faz parte do Plano de Regulação 2023-2024 da Susep e tem origem em estudos realizados no âmbito da Análise de Resultado Regulatório (ARR) da Autarquia em 2022, prevê o aperfeiçoamento da definição de “grupo prudencial”, de forma a incluir critérios subjetivos que permitam à supervisão da Susep alterar a composição do referido grupo, incluindo ou excluindo supervisionadas, no intuito de eliminar distorções.

Ademais, faz-se necessária a alteração da Resolução CNSP nº 416/2021 e da Circular Susep nº 650/2021, de modo que o novo conceito de “grupo prudencial” passe a ser adotado, sem a necessidade de ressalvas específicas, para fins de gestão de riscos e de elaboração do relatório consolidado prudencial.

A Diretora Técnica da Susep, Jessica Bastos, destaca que a presente proposta normativa tem, dentre outros, os objetivos de harmonizar conceitos utilizados e facilitar o entendimento. “A nova regulamentação visa, ainda, minimizar distorções, tais como custos excessivos impostos a supervisionadas que apresentam pouca ou nenhuma integração com as demais supervisionadas consideradas no mesmo grupo prudencial”, acrescenta Jessica.

Com o objetivo de dar maior transparência ao processo regulatório da Autarquia, a consulta pública terá início hoje, 19 de dezembro de 2023, e a sociedade civil já pode encaminhar sugestões e comentários para a proposta normativa. O edital e demais documentos podem ser acessados em https://www.gov.br/susep/pt-br/documentos-e-publicacoes/normativos/normas-em-consulta-publica.  

Eventos climáticos respondem por quase 139 mil ocorrências no seguro agrícola em 11 anos

Fonte: CNseg

Seca, granizo e geada foram responsáveis por 87% de sinistros no seguro Agrícola em pouco mais de 11 anos. Esses eventos totalizaram 122.698 ocorrências de 141.354 cadastradas no Registro Nacional de Sinistros (RNS) Rural, que também identificou outros 16.207 casos impactados por fenômenos climáticos, desconsiderando incêndio e não germinação. A ferramenta, desenvolvida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), analisa série histórica de dados de abril de 2012 a novembro de 2023, considerando os registros de oito seguradoras. 

De acordo com Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o agronegócio se mantém como um dos setores mais importantes para o Produto Interno Bruto nacional, com participação de cerca de 25%, contribuindo para o saldo positivo da balança comercial. “O seguro agrícola tem desempenhado o seu papel de amparo a este setor, que tanto tem sofrido com os eventos climáticos”, afirma.

Ao longo do período analisado, o sistema identificou 11 eventos que impactaram diretamente os pagamentos de indenizações na modalidade. Com 72.293, a seca foi a principal causa de sinistros, seguida pelo granizo, com 30.509 ocorrências, e geada, com 19.896. Chuva Excessiva (11.012), tromba d’água (2.282), ventos fortes (2.188), não germinação/não emergência (1.877), variação excessiva de temperatura (636), incêndio (572), ventos frios (61) e raio (28) completam a lista. 

Do total de ocorrências, 42.075 foram categorizadas regionalmente. O Sul registrou a maior incidência de sinistros, contabilizando 27.923 casos, destacando-se, principalmente, pela ocorrência de seca (19.671), geada (3.597) e granizo (2.216). Com 8.960 cadastros, o Sudeste apareceu em segundo, tendo o granizo (3.696), a seca (2.738) e a geada (1.785) como os principais eventos. No Centro-Oeste, 94% dos 5.051 registros estão relacionados à seca (3.748), chuva excessiva (643) e geada (379). O Norte e o Nordeste foram as regiões com menos episódios cadastrados, com 129 e 12, respectivamente. 

Entre os estados com maior número de registros/incidentes no RNS Rural, o Paraná lidera com 23.503 acontecimentos, seguido por São Paulo com 5.230, Minas Gerais com 3.729, Rio Grande do Sul com 3.490 e Mato Grosso do Sul com 2.591.

A pesquisa também revelou as culturas mais impactadas durante o período. Um montante de 58.499 incidentes foi registrado para a soja, sendo a seca (42.829), chuva excessiva (7.661), granizo (3.652), tromba d’água (2.045) e geada (1.006) as principais causas. Em segundo lugar, o milho safrinha, ou milho de 2ª safra, registrou 32.036 ocorrências, diretamente afetado pela seca (21.340), geada (7.055) e ventos fortes (1.608). A uva, com 10.179, ocupou a terceira posição na lista de produtos mais afetados, destacando-se o granizo (8.884), geada (1.070) e não germinação/não emergência (184) como motivos centrais. 

Esses produtos, de acordo com indicadores recentes do Ministério da Agricultura e Pecuária, foram os que mais se beneficiaram do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), representando 43,5%, 13,5% e 8,9% dos recursos para a soja, milho 2ª Safra e uva, respectivamente.

Para André Vasco, diretor da Diretoria de Serviços às Associadas da CNseg, a troca de informações sobre as ocorrências no seguro agrícola é fundamental para melhorar o processo de contratação de seguros e coberturas, assim como a regulação do sinistro no mercado segurador. “Isso faz com que a Seguradora tenha uma visão de coincidências de sinistros que aconteceram em outras congêneres, por exemplo. Desta forma, ela pode identificar um sinistro já ocorrido com o segurado e não comunicado pelo próprio”, explicou.

RNS Rural possibilita a integração dos dados das ocorrências cobertas nas apólices, possibilitando a tomada de decisão sobre aceitação de risco, regulação de sinistros e uma melhor estrutura de precificação. O produto se alinha a outras soluções da Confederação que contribuem no combate a fraudes no setor segurador. Isso ocorre por meio de um mecanismo de busca automática que, com base em regras de negócio predefinidas, detecta coincidências entre os eventos sinistrados relatados pelas seguradoras, apontando indícios de possíveis fraudes. Apenas em 2022, ocorreu a recusa no pagamento de indenizações em 118 casos.

O Agrícola é uma das modalidades do seguro Rural, produto que, entre abril de 2012 e setembro de 2023, registrou o pagamento de R$ 26,6 bilhões em indenizações e arrecadou R$ 32 bilhões. Esta modalidade de seguro é destinada à proteção contra perdas decorrentes, principalmente, de fenômenos climáticos adversos no caso da agricultura.