A Darwin Seguros, seguradora digital autorizada pela SUSEP que utiliza tecnologia, dados e inteligência artificial para oferecer um seguro de auto simples, personalizado e acessível, acaba de receber a autorização para operar como seguradora S3 em todo o Brasil e mira quadriplicar sua receita até o final de 2024.
No final de 2022 a Darwin Seguros recebeu a autorização para operar como seguradora, inicialmente na segunda edição do programa Sandbox da SUSEP. A saída da Darwin Seguros do programa em um período tão curto de operação pode ser considerado um caso de sucesso para o mercado, eis que menos de 5% das empresas selecionadas pela SUSEP para o programa conseguiram este feito. Com a licença de seguradora S3, a empresa poderá complementar e ampliar as coberturas atuais oferecidas ao mercado em seu produto auto (que eram antes limitadas pela regulamentação do Sandbox), bem como atuar em outros segmentos de seguro.
A saída do programa veio em meio a um crescimento bastante forte – em seu primeiro ano de vendas a empresa já superou a marca de 25 milhões de ARR (receita recorrente anual), evidenciando sua rápida ascensão no mercado. Segundo Beto Souza Barros, fundador e Co-CEO da Darwin Seguros, a companhia pretende ultrapassar os 100 milhões de ARR já em 2024.
“Poderíamos ter crescido ainda mais em 2023, mas temos um foco muito grande na gestão de riscos e no lucro da carteira. Seguiremos crescendo fortemente, sem nunca renunciar à responsabilidade. No ano passado, reduzimos o burn rate da companhia em 50%, e nossa principal meta para 2024 é atingir o breakeven”.
Uma das estratégias que têm impulsionado o sucesso da Darwin Seguros é a distribuição de seguros através do canal corretor. Esse modelo revelou-se mais eficiente e eficaz – com um custo de aquisição de cliente (CAC) e índices de sinistralidade significativamente melhores em comparação ao modelo de venda direta, estratégia que é adotada por alguns concorrentes.
“A combinação da digitalização do corretor, com a telemetria do nosso app, que identifica o modo de condução dos motoristas, e nossa subscrição proprietária, tem se mostrado vencedora para termos uma sinistralidade abaixo do mercado em 2023” disse ele.
Mesmo com as limitações do Sandbox, a Darwin Seguros já está presente em todos os estados do Brasil e com uma experencia diferenciada da contratação ao atendimento, o que tem sido um diferencial para o mercado. Mesmo com o forte crescimento, o nível de reclamações da companhia é consideravelmente abaixo de seus concorrentes.
“Em 2023, atingimos a marca de 20 mil veículos segurados e fizemos isso preservando o que temos de mais importante – o segurado e a saúde da Companhia. Estamos muito felizes e confiantes com o modelo e nível de atendimento que entregamos, assim como a forma na qual estamos escalando nossa operação. Temos a missão máxima de ser digital sem perder o toque humanizado, e o resultado positivo está vindo rápido, tanto dos nossos clientes, quanto dos corretores parceiros. Estamos orgulhosos do nosso primeiro ano de operação de vendas e ansiosos para os próximos passos, que certamente serão transformacionais para nós”, afirma Firmino Freitas, também fundador e Co-CEO da companhia.
Desde o último fim de semana, a Porto Serviço empenha seus prestadores de serviços para auxiliar no resgate de pessoas impactadas pelos alagamentos provenientes das fortes chuvas que atingem alguns municípios do Rio de Janeiro. Até o momento, as equipes da Porto auxiliaram na travessia de quase 30 pessoas isoladas em decorrência dos incidentes causados pelas cheias.
Além do auxílio nos resgates, foram distribuídas ainda 140 marmitas e 10 cestas básicas para a população em situação de vulnerabilidade. Ao todo, foram destinados para a operação sete prestadores da Porto Serviço, que contam com uma picape própria para atuação em alagamentos, uma moto aquática, além de cinco motocicletas especiais.
Durante os próximos dias, as equipes da Porto Serviço permanecerão nos municípios da região, prestando todo o auxílio necessário à população atingida pelos fenômenos climáticos que estão impactando a vida dos moradores locais. Além da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, também foram afetadas pelas fortes chuvas dos últimos dias a capital e a Baixada Fluminense.
Transformação, digital e consistência. Essas palavras chaves resumem 2023 para a FF Seguros, que teve um ano considerado pela equipe comandada pelo CEO Bruno Camargo como “incrível”. “Encerramos 2023 com resultados positivos mesmo num ano muito desafiador para o país e num período de transformação para a seguradora, que consolida sua plataforma de venda digital. 2024 ainda traz desafios na economia e mudanças regulatórias importantes em seguros, exigindo a dedicação de todo o time não só na área atuarial como de toda a FF Seguros, pois o digital e a inovação incluem desde especialistas em riscos específicos das grandes empresas até a busca por maior diversidade e sustentabilidade em toda a cadeia de negócios”, afirma Marcello Van Cleef, head de cargo da FF Seguros.
2023 teve um gostinho especial para a equipe FF Seguros. Isso porque a companhia veio de um 2022 com perdas relevantes na carteira de seguros rural diante das mudanças climáticas, que devastaram o plantio de produtores no Nordeste com seca extrema e do Sul com chuvas intensas. O setor como um todo, amargou mais de R$ 3 bilhões em indenizações no seguro rural no ano de 2022 e nos primeiros dez meses de 2023 outros R$ 2 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). De janeiro a outubro de 2023, o lucro da FF Seguros foi de R$ 82,4 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 125 milhões divulgado em mesmo período do ano passado.
O objetivo da equipe é colocar a FF Seguros numa posição de destaque e liderança nos segmentos em que atua prestando um serviço diferenciado para a sociedade. “Foram muitas inovações em toda a companhia, especialmente na minha área de seguro transporte. Todos fizeram a sua parte para conquistarmos bons resultados e este é o nosso ambiente de trabalho para este ano. Em 2024 temos melhorias em automação de processos. Vemos o digital como um caminho para transformação contínua da companhia para atrair clientes, corretores e entregar resultados aos acionistas, o que imprime a resiliência e sustentabilidade do grupo no Brasil”, comenta Cleef.
Seguro transporte é uma carteira tida como “nervosa” em todo o setor no Brasil. Além dos desafios tradicionais como a falta de investimento em infraestrutura, a logística e a má condição de boa parte das rodovias, há dificuldade em controlar as perdas. “O roubo de mercadorias está mais controlado com o uso de inteligência de dados, mas agora temos um elevado índice de acidentes e incêndios para monitorar e achar as melhores soluções. Tivemos um primeiro trimestre ruim, com sinistralidade elevada. Remodelamos a aceitação de riscos, ajustamos apólices deficitárias e revertemos o resultado de abril a dezembro, mantendo a sinistralidade inferior a 50%”, conta. As vendas em seguro transporte avançaram 9,2% em 2023, R$ 209 milhões em prêmios emitidos e 13% em prêmios ganhos, para R$ 190 milhões, valores comparados a 2022. A sinistralidade em 2023 ficou em 47%, bem abaixo dos 63% de 2022.
Para um comparativo com o setor, de janeiro a outubro de 2023 (dados mais atuais divulgados pela Susep), o seguro transporte movimentou receitas de R$ 4,5 bilhões, estável em relação ao mesmo período do ano anterior. A FF Seguros avançou, no mesmo período, 17%, para R$ 175 milhões. “Este crescimento foi sustentado por investimento em tecnologia e contratação e de pessoas, o que nos permitiu melhor gestão da tendencia de sinistralidade nos diversos nichos, como agronegócios, eletrônicos e farmacêuticos, bem como a conquista de novos negócios diante da tecnologia embarcada apresentada ao cliente, que quer evitar acidentes para que sua mercadoria chegue segura no destino final”.
Em 2023 o segmento de seguro transporte também enfrentou o desafio de lidar com uma nova regulamentação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 14.599/23, que muda consideravelmente a dinâmica de contratação do seguro entre o Embarcador e Transportador. A Lei ainda depende de regulamentação da Susep. “Como a autarquia ainda não se manifestou, as seguradoras estão se autorregulando e buscam entendimentos sobre a aplicação da lei, com debates interessantes sobre como melhor direcionar os negócios de forma segura, sem questionamentos legais futuros”, conta Cleef.
A lei tende a gerar um aumento do volume de prêmios (valor pago pelos clientes à seguradora) por exigir averbação da totalidade dos embarques. Porém, o setor sabe que isso também trará um aumento no volume de indenizações pagas, o que exige uma gestão ainda mais cuidadosa das carteiras, com o uso de dados apoiando a subscrição de riscos. “Os dados auxiliam num melhor gerenciamento de risco, o que beneficia todos os envolvidos no negócio, com menos acidentes e gastos”, cita.
Legislação à parte, que segundo Cleef vem para melhorar o ambiente de negócios quando definida, o dia a dia dos negócios em seguro transporte passa por revolução motivada pela transformação da economia com o digital. “Investir em tecnologias para elevar a eficiência da gestão é o que mais tem consumido nossas horas de trabalho, principalmente em um país que predominantemente envia e recebe cargas pelas rodovias”, diz.
E são as mesmas palavras, “transformação aliada a consistência”, que dão o ritmo em 2024 para que a FF Seguros supere os resultados de 2023, com a autonomia dos times impondo os valores da companhia no longo prazo, com resultados ano após ano melhores. “Investimos em tecnologia e seguimos sendo uma seguradora de pessoas. E temos a certeza de que teremos um ano tão bom quanto foi 2023 e o seguro transporte dará a sua contribuição”, finaliza o head de cargo da seguradora.
Para otimizar a experiência do cliente, a Bradesco Seguros lançou o Sinistro Auto Conectado (SAC), processo em que 100% dos sinistros do seguro automóvel podem ser realizados de forma virtual. Com início marcado para janeiro, o novo modelo de atendimento será mais estratégico e proativo, de acordo com o tipo de sinistro e o perfil do cliente. A tecnologia com humanização no atendimento de sinistro fará com que seja possível se adaptar ao cliente de acordo com a sua necessidade.
Segundo o superintendente de Sinistros da Bradesco Seguros, Marcio Jordão, a tecnologia será usada como o canal de contato em todas as etapas do processo de sinistro, seja na abertura, na vistoria, no contato e no acompanhamento do processo. “O atendimento será segmentado e a experiência será totalmente digital, personalizada e humanizada, tornando a jornada do sinistro mais leve e rápida”.
Jordão afirma que, após a ocorrência do sinistro, qualquer um pode proceder com o aviso: corretor, segurado ou terceiro. Após o aviso, o contato com o responsável pelo sinistro é proativo e feito em até 6h úteis. “O processo de vistoria também é 100% virtual e pode ser realizado quando e onde o cliente quiser”.
Os canais digitais da Bradesco Seguros são o Site do Segurado, o aplicativo da seguradora, o Portal de Negócios e, em breve, o WhatsApp fará parte deste grupo. O cliente pode escolher aquele que melhor lhe atende. “Agora, com o SAC, todo o processo será agilizado, simplificado e bem mais prático para nossos consumidores”, ressalta Jordão.
Em um contexto de avanços tecnológicos sem precedentes, a Zurich acaba de lançar a quinta edição do seu programa global para startups, o Zurich Innovation Championship. O maior concurso aberto de inovação para startups do setor de seguros convida empresas de todo o mundo a inscreverem-se em uma das quatro categorias para terem a oportunidades de trabalhar com a Zurich a nível local e global – unindo-se a mais de 50 colaborações que já estão em curso.
“Juntando forças com os melhores inovadores e startups, estamos redefinindo os seguros. Para além deste campeonato global, esperamos alcançar novos patamares para tornar a vida melhor e mais simples”, explica Ericson Chan, Group Chief Information and Digital Officer da Zurich.
Tal como nos anos anteriores, as startups podem se inscrever em quatro categorias, com soluções que respondam a diferentes desafios colocados pela companhia:
Seguros comerciais: Como a Zurich pode manter o seu sucesso nos Seguros Comerciais, melhorando os seus conhecimentos técnicos e proporcionando uma melhor experiência aos clientes?
Simplificação digital: Como a Zurich pode continuar a digitalização dos negócios para garantir eficiência, agilidade e uma experiência excepcional para clientes e colaboradores?
Vida e Saúde: Como a Zurich pode fortalecer a sua posição no setor dos seguros de vida, respondendo às necessidades em evolução dos seus clientes e promovendo um crescimento sustentável?
Retail e P&C: Como a Zurich pode crescer no setor, protegendo os bens que as pessoas adoram e interagindo no melhor momento e canal.
Além das categorias apontadas, todas as empresas serão também avaliadas dentro de alguns critérios que norteiam o negócio da Zurich, como a inovação, a sustentabilidade e o impacto no cliente das soluções apresentadas.
No Brasil, a expectativa é grande. O país se destacou nas últimas edições com 220 startups inscritas desde 2022 – duas delas, inclusive, passaram pelo processo de aceleração junto à seguradora. Para a diretora de Marketing & Clientes, também responsável pela área de Inovação da seguradora no país, Lucía Sarraceno, o campeonato abre oportunidades para que a Zurich siga inovando com foco no cliente.
“Queremos trazer novas formas de atender os clientes e de melhorar a experiência de todos os stakeholders que se relacionam conosco. Isso é fundamental para transformar o mercado de seguros local e globalmente. Estamos animados para conhecer as soluções que nos apresentarão em 2024”.
Como funciona o campeonato
O que distingue o campeonato de inovação da Zurich é a sua abordagem de matchmaking, o seu alcance global e a estreita colaboração desde o início entre as startups participantes e as unidades de negócio mais compatíveis dentro da companhia.
As equipes executivas nacionais selecionam as startups com as quais têm mais vontade de trabalhar. Isto permite que as unidades de negócio colaborem com as startups que melhor se adaptam a elas e ao seu desafio específico. Em seguida, dez membros da equipe de liderança executiva da Zurich escolhem os vencedores globais (startup e unidade de negócio são avaliadas em conjunto), de acordo com o maior potencial de contribuir para o negócio global.
As dez startups vencedoras entram então em uma fase de validação, que se estende por quatro meses – de meados de maio a setembro de 2024 – recebendo um financiamento de projeto de até 100.000 USD. Durante esta fase, as empresas em fase de alavancagem trabalham em estreita colaboração com as equipes nacionais e recebem formação adicional de especialistas, intra-empresários de elevado potencial e mentores especializados.
Em conjunto, eles provam como a sua solução pode gerar valor para o cliente e para a empresa e preparam um plano para a adotá-la localmente e, em última análise, em todo o Grupo. O Campeonato culmina com um “Demo Day”, que deve ocorrer em setembro de 2024, no qual as iniciativas bem-sucedidas apresentarão os seus resultados.
“Com base no sucesso das primeiras quatro edições, que conduziram a mais de 50 colaborações em curso, o nosso programa continua a evoluir e a aumentar o seu impacto. Este fato deixa-me ainda mais entusiasmado com a edição deste ano e com as iniciativas que dela resultarão”, afirma Paolo Mantero, Group Chief Strategy Officer da Zurich.
O Campeonato de Inovação da Zurich irá mais uma vez a trabalhar com os principais intervenientes no ecossistema de arranque, incluindo a F6S, o Plug and Play Tech Center e a SOSA.
Com mais de 15 anos de existência e um histórico de sucesso pautado por sólidos resultados e uma estratégia bem-sucedida de expansão das linhas de produtos, a Fator Seguradora acaba de conquistar– o Certificado “Great Place to Work”, que, dentre tantas credenciais, reconhece as excelentes práticas de gestão adotadas por empresas comprometidas com o bem-estar e a felicidade de seus colaboradores.
Clayton Lima, Superintendente de Recursos Humanos, conta, neste artigo, os bastidores do sucesso alcançado pela seguradora, e como pretende manter a equipe cada vez mais engajada, comprometida, realizada profissionalmente e feliz:
Em 2016, integrei a equipe da Fator Seguradora com o objetivo de impulsionar o plano de expansão. Naquele período, éramos um grupo de 47 colaboradores. Não apenas estabelecemos processos e metas de desempenho pessoal de forma clara, mas também cultivamos uma sólida “cultura de respeito ao próximo”. Foi nesse contexto que reforçamos, através do aprimoramento da nossa comunicação, o compromisso de colocar as pessoas sempre no centro de nossa estratégia. Essa filosofia tornou-se uma obsessão, uma vez que representa a essência da nossa abordagem. Seguindo por esse caminho, tínhamos plena consciência de que os resultados seriam uma consequência natural desse enfoque. Ao chegarmos a dezembro de 2023, contamos agora com uma equipe de 115 colaboradores que, de maneira colaborativa, alcançaram resultados expressivos. Tenho convicção de que estamos no caminho certo.
A evolução da Fator Seguradora, que culminou na conquista do selo GPTW, foi meticulosamente delineada. Ainda em 2016, com a chegada do executivo, iniciativas como a “Pesquisa de Satisfação” e a “Pesquisa de Percepção (360º)” ganharam corpo. Além disso, a ‘Avaliação de Desempenho’ destacou-se como uma ferramenta crucial para mensurar e reconhecer nossas realizações. Resultados advêm da excelência da equipe, e pesquisas como as realizadas possibilitaram à seguradora avaliar suas estratégias, ajustando a rota conforme necessário. Nesse percurso, o crescimento foi gradualmente se consolidando.
No final de 2019, a empresa reconheceu a necessidade de uma reinvenção, visando dobrar de tamanho em três anos. A meta estabelecida era atingir, até 2022, um resultado de R$400 milhões em prêmios emitidos. A partir desse momento, a Fator Seguradora tornou-se ainda mais desejada por profissionais de destaque no mercado, que passaram a considerá-la uma empresa atrativa para trabalhar, reconhecendo sua expansão e a forma como isso estava acontecendo. Além disso, a Fator ainda contava com um ativo muito importante – seus ex-colaboradores, que até hoje são grandes promotores da marca.
Mas aí, em 2020, veio a pandemia e com ela o desafio da área de Gestão de Pessoas em garantir a motivação e engajamento de todos. Naquele momento o nosso grande foco era o bem-estar dos nossos colaboradores e de seus familiares.
A pandemia só intensificou nossa cultura do “cuidar”. Pedimos permissão para entrar na casa de todos nossos colaboradores, queríamos estar perto. Conseguimos manter uma comunicação clara e nossa fantástica equipe de Gestão de Pessoas foi super criativa nos diversos gestos de acolhimento e gratidão aos nossos colaboradores – comemoramos à distância todas as conquistas, nos divertimos com jogos que criamos para entretenimento e interação, trabalhamos e fortalecemos ainda mais nossos laços. Conseguimos manter a nossa forma e o nosso jeito de ser. Atingimos, em 2021, a meta projetada para 2022!
Para explicar esses feitos, a seguradora manteve a consciência da importância de boas práticas de gestão e continuou a trabalhar em ações para fortalecer a sua cultura. ‘Fizemos o que acreditamos ser correto’, guiados por princípios sólidos.
Somos uma empresa jovem, ou seja, já nascemos mais conscientes sobre a importância do respeito. Diversas pesquisas destacam que entre os principais fatores de retenção e atração de talentos estão a oportunidade de crescimento, qualidade de vida e “fit cultural”. Aqui, não apenas acreditamos nesses fatores, mas os praticamos cotidianamente.
Mas a Fator foi além. A pandemia passou, e, com ela, a busca incansável pelo encantamento ao “ser humano” só se fortaleceu. Além do respeito àquilo que chamam de “básico”, como uma remuneração e benefícios compatíveis como o mercado, somado a um ótimo plano de remuneração variável e um excelente plano de saúde, a seguradora mantém a rotina de celebrar tudo, sempre. A cada ano, cria-se uma atmosfera de positividade e expectativa para as festas do calendário, como a “Festa Julina”, a “Festa das Crianças”, que abraça os filhos e filhas dos colaboradores em um dia inteiro de atividades na empresa, a “Festa a Fantasia” – que é a mais esperada, e a tradicional de encerramento do ano. No meio de tantas festividades, ainda se celebra, todos os meses, os aniversariantes, com direito a um happy hour dentro da empresa.
São diversas iniciativas, esforços e rotinas que, quando somadas, nos unem e tornam a Fator Seguradora um excelente lugar para se trabalhar. A ideia de adquirir a certificação Great Place to Work continuava latente. A sensação é que a Fator Seguradora já era uma empresa certificada, mas sem o selo. Então, por que não formalizar?
Em dezembro de 2023, a empresa realizou a pesquisa, alcançando um engajamento excepcional, conforme esperado. No mesmo mês, recebeu a gratificante notícia de que a certificação havia sido conquistada.
Pessoas felizes não apenas alcançam resultados excepcionais, mas também desempenham suas funções de maneira única e disseminam boas práticas. Acreditamos que proporcionar um ambiente respeitoso, promovendo a felicidade dos nossos colaboradores, é o caminho correto, e os resultados se manifestam de forma natural.
O selo GPTW, como reconhecimento, confirma o êxito de nossos esforços. Para nós, é fundamental cultivar a felicidade neste ambiente. Estamos ansiosos pelo que 2024 reserva! Continuaremos firmes em nossa trajetória.
A MAG Seguros, que completou no último dia 10 de janeiro 189 anos, reuniu mais de 1,4 mil participantes e outras centenas online no evento Potencialize, que tem como tema “Construindo futuros: resiliência, inovação e longevidade nos negócios e na vida”. Os parceiros de negócios foram envolvidos num misto de convenção de vendas, agradecimento, educação política, econômica e emocional e, claro, muita diversão com palestrantes como Zico, Caito Mala, fundador do Chilli Beans, Oliver Stuenkel, analista político, Leo Farah, especialista em gestão de risco, e Monique Evelle, consultora de inovação e criatividade. O evento foi apresentado pela dupla mais afetiva que se pode conhecer: o ator Murilo Gun e a diretora de pessoas e de gestão da MAG, Patricia Campos.
Este clima que beira um relacionamento familiar com diversidade em parceiros comerciais é o responsável para a MAG ter avançado 24%, para R$ 3 bilhões, de janeiro a outubro de 2023, considerando a Sicoob, segundo dados públicos da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com resultado de R$ 314 milhões. Sem a cooperativa, R$ 1,7 bilhão, avanço de 18%. Os números exatos só serão divulgados em meados de fevereiro, quando começa a safra de balanços das seguradoras. Atualmente, a MAG Seguros contabiliza mais de 6 milhões de vidas seguradas, capital segurado superior a R$ 875 bilhões, cerca de 800 parceiros de negócio e mais de 6 mil corretores parceiros.
Nilton Molina, hoje presidente do conselho do grupo MAG, que é formado por empresas de seguros, gestão de previdência, consultoria de investimentos, capitalização, ativos imobiliários, fundos de pensão e a insurtech Simple2U, destaca a rica história destes 189 anos. “São poucas as empresas no mundo que têm a nossa idade, fazendo a mesma coisa, que é vender seguros de vida. Não é fácil vender seguro de vida. É um árduo trabalho e nós temos conseguido criar uma forma disto acontecer há anos. Isso prova que clientes podem confiar na MAG, que passa de geração em geração ficada em proteger o futuro”.
Patricia Campos resumiu bem todas as palestras do dia: “A principal mensagem do dia foi sobre o poder que nós temos a respeito de nossas próprias escolhas e nosso próprio destino”. Como gestora de pessoas, Patricia também destacou a frase de Zico sobre ter credibilidade para ser líder. “Isso me remeteu a um dos focos de 2024 do Grupo MAG, que é o desenvolvimento da liderança. Estamos no caminho certo para desenvolver pessoas cada vez mais capacitadas”, afirmou.
O CEO Helder Molina finalizou o Potencialize com um “muito obrigado” vindo do fundo do coração. “Espero que este evento tenha ajudado vocês em como percebem a vida, o trabalho. Obrigado por terem nos dado a oportunidade de mostrar um pouco de tudo isso para vocês. Um grande abraço a todos que nos deram o prazer de estarem conosco”.
Tradicional baile Galo de Ouro
Na noite de sábado, 16 profissionais receberam o trofeu máximo de vendas, o Galo de Ouro. O Galo de Ouro conta com participantes em todo o Brasil e acontece entre os meses de janeiro e dezembro. Além dos Galistas, a MAG Seguros também reconheceu os destaques de Venda e de Produtividade, que também representa uma grande conquista aos que concorrem à campanha.
O prêmio reconhece os melhores corretores e funcionários de vendas da MAG Seguros com o famoso troféu e uma viagem com direito a acompanhante. Em 2024, os vencedores de cada uma das 16 categorias, embarcam rumo às Maldivas, uma cidade conhecida pelo seu cenário paradisíaco. Participam do Galo de Ouro, premiação que acontece há mais de 50 anos, a equipe de vendas da empresa e os corretores parceiros da companhia.
“O Galo de Ouro é muito mais do que uma campanha de vendas. O prêmio é o resumo daquilo que a MAG Seguros valoriza. Ele é o reconhecimento pela dedicação, esforço, resultado e pelo propósito que todos tiveram na atividade de levar proteção às pessoas”, explica o diretor comercial e de marketing da MAG Seguros, Nuno David.
Segundo David, a campanha é uma jornada percorrida durante um ano inteiro, que certamente todos fizeram o melhor trabalho para alcançar a realização do grande desejo de levantar o desejado troféu, ou receber a medalha de destaque. São premiados aqueles mais se destacaram e mantiveram a regularidade ao longo de 2023.
Atualmente, como diretor de Negócios Comerciais que a empresa denomina como Varejo (Parcerias Financeiras, Mercado e Rede), Márcio Batistuti expandirá agora suas responsabilidades, integrando-se também à diretoria de Cooperativismo, Afinidades e Massificados.
Vencedores do Galo de Ouro:
Unidade De Negócio – Rede: Marcos Veríssimo Barbalho
Gerente Comercial Grande Porte – Rede: Felipe Artur Martins Pereira
Gerente De Negócios E Previdência: Melissa Porto Santos
Gerente De Contas: Rogério Alvares Sevilha
Agente Comercial: Felipe Crepaldi
Treinando: Luciana Franzoi Farias de Araújo
Corretor / Pleno: Darci Dutra de Santana
Senior: Rodrigo Venâncio
Master: Luciana Machado
Top: Sidnei Larrosa Júnior
Corretor Absoluto: Lucas Simões
Corretor Estruturado: Tatiana Monteiro de Pinho
Escritório De Investimentos: Monte Bravo Investimentos
Agência E Assessoria: Legado Assessoria
Liderança depende de credibilidade que você conquista, garante Zico
Zico, ex-treinador e futebolista, foi entrevistado por Nilton e Helder Molina no evento Potencialize. Foi instigado por ambos para falar sobre liderança. “Depende da sua postura. Convivemos com muitas personalidades. A melhor palavra para liderança é ter credibilidade. Se não tiver credibilidade, você não consegue ser líder”, afirma o um dos melhores atacantes da seleção brasileira. “Sempre procurei me aperfeiçoar ao mesmo em tudo no futebol. Trabalhei muito. Até chegar a ser mais importante fora do campo.
Molina citou que a plateia era composta por vendedores de seguro de vida. Temos de fazer a mesma coisa para fazer melhor. Tinha hora para chegar no clube e não tínhamos hora para saída. Passe, domínio de bola, drible, pênalti, faltas, lances que podem vier a acontecer no jogo. Treinava diariamente para evoluir. As vezes sozinho. As vezes com alguém. Sempre melhorando. Eu tinha que melhorar para jogar em função da equipe. Vocês tem de estudar para aprender o que está acontecendo, em qualquer setor da vida, para se aprimorar”.
“Tá vendo gente. Tem de treinar todos os dias. Não pode ter a impressão que já aprendeu e basta. O aperfeiçoamento diário de uma coisa que já consegue é imprescindível para o sucesso”, ressalta Nilton Molina, já engatando em uma outra pergunta: “como lidar com as derrotas, com a dor?
Zico então contou sobre as seis cirurgias no joelho, prótese no quadril e outras tantas dores que sente até hoje. Não é fácil. São momentos que exigem muito da gente fisicamente, emocionalmente e financeiramente. Tem festa do dia dos pais. Todos estão lá e você não. Mas tem de entender que aquilo tem um objetivo para toda a família. E eu tentava compensar de outras maneiras. No jogo, em determinadas fases da vida não podemos dar uma chance para o adversário, pois, se der, tem que voltar para casa”, citou.
Helder fez um paralelo com os 15 vencedores do trofeu Galo de Ouro. “Vocês tiveram muitas privações, como Zico. Mas venceram. As renúncias, o trabalho, a dedicação para chegar onde chegaram”, citou.
Gestão dos riscos mundiais é prioridade para o Brasil
O mundo está vivendo a pior onda de conflitos em décadas. O Instituto de Pesquisas de Paz de Oslo (PRIO) indica haver atualmente 55 conflitos envolvendo 38 Estados e calcula a média de duração deles em onze anos. Uma década antes, o mesmo instituto identificou 33 conflitos com duração média de sete anos.
“Vivemos um momento nunca visto igual no mundo. Sou muito procurado por investidores, que mostram grande interesse pela América Latina. Eles comentam ter medo de investir na Rússia, no Leste Europeu e tantos outros, pois os conflitos sociais e políticos aumentam as pressões inflacionarias, o que afeta a cadeia de valores”, afirma Oliver Stuenkel, autor e especialista em geopolítica e analista político e professor de relações internacionais, em sua palestra no evento Potencialize, da MAG Seguros, que acontece no Rio de Janeiro.
Um conflito entre China e Taiwan, mesmo sem envolvimento direto dos EUA, ainda não é o cenário mais provável, mas teria consequências catastróficas para o cenário econômico global. Segundo ele, este cenário exige que todos fiquem atentos ao que acontece no mundo. “Não podemos ignorar o mundo e temos de estar cientes do valor do Brasil. Aqui pode ter qualquer tipo de problema, mas risco real de confrontos que possam atrapalhar os países não há. O Brasil é e será um campeão em renovação energética, pois está muito bem-posicionado para fornecer energia verde”, afirma.
Segundo o especialista, as empresas querem ser menos dependentes de países. “Teremos uma globalização diferente, com uma cadeia de negócios mais locais do que globais, com bancos centrais preocupados com a pressão inflacionaria com o risco de quebra de cadeia de distribuição de insumos com a insegurança política em várias regiões. Este cenário faz com que as empresas, que dependem de insumos produzidos em países com elevado risco de conflitos, busquem se proteger desses riscos com eficiência e resiliência. Oriente Médio Taiwan e várias regiões da África são regiões que me preocupam diariamente”, conta.
Ele discorda da tese de que o mundo está numa fase de desglobalização. Para ele, é importante que empreendedores não descartem a possibilidade de que a elevada quantidade de guerras na atualidade não seja uma aberração, mas sim um novo normal. “As empresas vão fazer mais negócios com países amigos. Será apenas uma adequação a uma nova realidade, pois o custo é muito menor ter fornecedores em diversas partes do mundo”, cita.
Também citou a frequência crescente de ocorrências meteorológicas extremas, com cada vez mais potencial de ameaçar safras mundo afora e de afetar a estabilidade política em vários países, sobretudo no Sul Global, onde algumas populações estão mais vulneráveis a flutuações dos preços de alimentos.
A inflação elevada e o aperto monetário global devem se estender e a economia global dever crescer 3% em 2023 e 2,9% em 2024. O Brasil tem o privilégio de assistir à maioria desses possíveis conflitos de longe – mas isso não livra o país da necessidade de acompanhar, de perto, o cenário global em um mundo cada vez mais turbulento.
“Estar aberto para um mundo diferente e mais interessantes, pois hoje nenhum país consegue ter uma influencia como antes. O Brasil, no âmbito econômico e diplomático, tem uma vantagem enorme, como aquela pessoa que se dá bem com todos por se adequar a diferentes realidades. O país é e será um campeão em renovação energética, pois está muito bem-posicionado para fornecer energia verde”, afirma.
Faça o seu melhor todos os dias, recomenda Leo Farah
Leo Farah, especialista em gestão de riscos pela ONU, trabalhou nos maiores desastres no Brasil e no mundo. “No dia a dia aprendi que pequenas coisas, como colocar uma placa de risco de acidente, me prepararam para grandes eventos, como atuar em Mariana e Brumadinho, onde ocorreram os maiores desastres já registrados no Brasil com o rompimento de barragens em Minas Gerais”, contou.
Todo mundo vai tomar decisões erradas. Tem pessoas que corrigem rápido e correm para novas decisões”, citou. A decisão de Farah de pousar um helicóptero em um vilarejo para avisar a população sobre a chegada da lama, mesmo arriscando a segurança da equipe de resgate, salvou a vida de 250 pessoas. Sua equipe encontrou 99% das vítimas. “Mais este 1% é 100% para uma família”.
Independentemente do resultado, só conseguiremos ser melhores buscando dar o nosso melhor todos os dias. Farrah é categórico nos conselhos: “Para as perguntas que não tivermos respostas, escute seu coração. É melhor decidir, errar rápido e corrigir rápido. Entender o que o que o seu time precisa. O que seu cliente precisa. Fazer o certo todos os dias nos faz conquistar o sucesso na vida”, disse, inspirando os mais de 1,4 mil inscritos no evento Potencialize e presentes presencialmente e outros milhares que acompanharam o evento virtualmente.
A partir de 15 de janeiro, Marcia Evangelista Lourenço assume a diretoria executiva de RH e Comunicação da Allianz Seguros, com reporte direto à presidência da companhia e cadeira no Comitê Executivo.
Marcia Evangelista Lourenço possui mais de 30 anos de experiência na área de estratégia de capital humano, employer branding e em todas as demais áreas de RH e Comunicação, tendo passagens em grandes empresas, como Unibanco, Grupo Gerdau, ALCOA, RSA Seguros, AON e, por último, na Europ Assistance. A executiva é formada em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; e possui MBA em Gestão de Pessoas, além de certificações no Método Barrett de Mensuração da Cultura e em Administração e Negócios.
Marco Campos, que após 44 anos na Allianz segue para uma nova etapa em sua vida, fará a transição com a nova diretora executiva de RH e Comunicação, até o início de abril. O executivo ainda permanece no cargo de presidente da ABA – Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.
A arrecadação das seguradoras no acumulado até novembro de 2023 foi de R$ 351,04 bilhões, representando uma alta de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Os segmentos de seguros de danos e pessoas, excluindo-se o VGBL, apresentaram uma arrecadação acumulada de R$ 170,47 bilhões até novembro de 2023, um crescimento de 9,62% em relação ao mesmo período de 2022, quando a arrecadação foi de R$ 155,51 bilhões.
Já os seguros de danos tiveram alta de 10,6% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até novembro de 2023 com o mesmo período de 2022. Na linha de negócios do seguro auto, os prêmios atingiram o acumulado de R$ 50,77 bilhões, valor 10,7% superior ao do mesmo período do ano anterior.
Ainda de acordo com o relatório, nos seguros de pessoas, o seguro de vida atingiu em novembro o montante acumulado de R$ 27,52 bilhões, valor que representa um crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período de 2022.
Já os produtos de capitalização tiveram alta de 5,5% na receita acumulada até novembro de 2023, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Foram arrecadados R$ 27,36 bilhões nos primeiros onze meses de 2023.
Lula sancionou lei que permite que participante de plano de previdência complementar escolha o regime de tributação no momento da obtenção do benefício ou do primeiro resgate dos valores acumulados. Atualmente, essa opção precisa ocorrer no momento de adesão ao plano.
Segundo o texto publicado nesta quinta-feira (11) no Diário Oficial da União (DOU), a decisão pode ser tomada até o momento da obtenção do benefício ou da requisição do primeiro resgate referente aos valores acumulados em planos de benefícios operados por entidade de previdência complementar ou por sociedade seguradora ou em Fapi e será irretratável.
Há dois tipos de tributação sobre eles hoje. Uma é atrelada ao período de investimentos, chamada de tabela regressiva ou definitiva, com alíquota de 10% a 35%. Já a tributação progressiva soma o dinheiro recebido do plano com outras fontes de renda do investidor e tributa tudo junto conforme a tabela do Imposto de Renda, o que pode fazer a taxação de 27,1% à isenção.
Com cerca de 11 milhões de participantes, o mercado brasileiro de previdência privada aberta registrou alta de 22% na captação líquida no acumulado de janeiro a novembro de 2023, para R$ 36,1 bilhões. A variação é em comparação com os 11 primeiros meses de 2022.
No período, os depósitos somaram R$ 153 bilhões, enquanto os resgates atingiram R$ 116,9 bilhões. Sobre os totais arrecadados e resgatados, houve altas de 8,7% e de 5,1% entre os períodos, respectivamente.
Ao mesmo tempo, os ativos em previdência privada também aumentaram e atualmente estão em R$ 1,4 trilhão, uma expansão de 13,6% em relação a novembro de 2022. Do total, 8,8 milhões de participantes dos planos de previdência privada estão em planos individuais e 2,8 milhões em planos coletivos.
Cerca de 62% dos planos comercializados foram o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), cuja tributação do Imposto de Renda incide sobre os ganhos. Essa modalidade arrecadou R$ 139,8 bilhões, o que corresponde a 91,4% do total.
Outros 22% dos planos comercializados se referem à opção pelo Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), em que a tributação é cobrada sobre o montante total, os quais somaram R$ 10,4 bilhões e que representam 6,8% do captado no período. Já os demais planos contratados foram os tradicionais (16%) com R$ 2,8 bilhões arrecadados, e responsáveis por cerca de 1,8% do total.
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