Há 20 anos, foi dado o pontapé inicial para o nascimento de uma nova marca no setor de seguros. O projeto se consolidou no mercado e, atualmente, é referência em atendimento de qualidade e custos competitivos. Por meio de uma filosofia integrada e de ações voltadas aos corretores, clientes e parceiros ao longo dessas duas décadas, a Azul Seguros segue com o propósito de ampliar e democratizar o acesso a seguros no país.
Com 2,4 milhões de clientes, a empresa trabalha ativamente para oferecer soluções que facilitem as vendas dos corretores de seguro e que caibam no bolso do consumidor, com a qualidade diferenciada de seus serviços, especialmente, da assistência 24 horas, já que a seguradora utiliza a mesma rede de prestadores da Porto.
Na relação de opções disponíveis para escolha, a Azul Seguros se destaca como uma seguradora inclusiva que protege veículos em até 25 anos com ofertas sempre adequadas a cada perfil de consumidor.
Em seu portfólio de produtos de entrada, destaca-se a sua mais recente novidade que é o Azul por Assinatura, um produto inovador e flexível, de vigência e recorrência mensal no mesmo conceito dos produtos de assinatura, como TVs fechadas e plataformas digitais.
“A frota brasileira envelheceu nos últimos anos, e para veículos acima de 6 anos a penetração do seguro já é menor que 30%, e quanto mais antigo é o veículo, menor é a adesão ao seguro. O Azul por Assinatura vem ao encontro do desejo desse público, sem seguro, de proteger o seu carro e ter a liberdade de curtir a vida com mobilidade”, destaca Gilmar Pires, diretor-executivo da Azul Seguros.
A estratégia da Azul passa pela expansão dos seus produtos nas regiões mais populares do país, proximidade com o corretor e desenvolvimento de soluções mais tecnológicas, como por exemplo, a inserção de apólices totalmente digitais e integração de serviços como guincho e chaveiro que podem ser acionados diretamente pelo App Porto. Esse posicionamento reforça a ambição de crescimento de forma sustentada, adaptável às mudanças, mas sem deixar de lado o atendimento qualificado com agilidade e responsabilidade socioambiental.
O canal de vendas da Azul Seguros é o corretor, que tem sido fundamental ao longo da jornada de 20 anos da marca, da mesma forma que ocorre na Porto, em quase oito décadas de existência. Exemplo disso foi o envolvimento de um corretor em um concurso nacional que deu o nome da Azul Seguros, em 2004.
“A nossa marca foi construída em 20 anos por meio de uma estratégia bem definida, por um time muito competente e engajado, e, especialmente, pelo corretor de seguros a quem agradecemos essa confiança nesses 20 anos da Azul Seguros”, finaliza o executivo.
A Liberty, seguradora parte do Grupo HDI, anunciou o lançamento do webinar “Planejamento Estratégico e Metas para 2024”, que acontece no dia 17 de janeiro, às 15h, no horário de Brasília. O treinamento online será apresentado por Mário Cunha, CEO da Academia de Marketing e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Saint Paul Escola de Negócios, com o objetivo de apoiar os corretores que desejam começar 2024 com metas bem estruturadas para ter uma performance melhor ao longo do ano.
O evento focará em quatro pontos principais de capacitação: 1) Como entender o papel do planejamento estratégico e do estabelecimento de metas; 2) Como gerenciar prioridades e trazer assertividade para a tomada de decisão; 3) Passos para desenvolver uma visão de longo prazo e de perpetuação do negócio; 4) Como trazer valor para o cliente e retorno para a empresa.
A novidade marca o início das ativações do programa Cresça com a Liberty em 2024, posicionamento 360 criado pela seguradora para desenvolver os parceiros e contribuir para ampliar seus negócios. Lançado em 2018, o projeto já impactou aproximadamente 30 mil profissionais por meio de capacitações, ferramentas e reconhecimento do trabalho deles.
O relacionamento próximo com os corretores é uma das principais premissas da Liberty Seguros há anos, por isso, a empresa sempre promove premiações, campanhas de incentivo e treinamentos para auxiliar no crescimento profissional de cada parceiro. Após a aquisição da companhia por parte da HDI, esses esforços serão mantidos, pois o grupo entende que os profissionais devem ser o coração da estratégia de negócios, já que são consultores indispensáveis para o mercado e a principal ponte entre os clientes e as seguradoras.
A Gallagher Re anuncia a nomeação de Virgil Antonio de Souza, que se juntará à equipe da América Latina e Caribe, no início de 2024, liderando a prática de Garantia e Crédito em toda a região.
Baseado no Brasil, Virgil traz para a Gallagher Re mais de 20 anos de experiência em subscrição de riscos, notadamente em Seguro Garantia. Nos últimos oito anos, trabalhou no IRB(Re), mais recentemente como Gerente de Contratos do Brasil, com supervisão de todos as linhas de negócios para uma base de clientes selecionada. Também foi responsável pelas carteiras de Garantia, Crédito, Linhas Financeiras e Habitacional do IRB(Re) no Brasil e mercado internacional. Entre suas conquistas notáveis, nesse período, está a expansão da carteira de Garantia que, de forma consistente, apresentou excelente resultado.
Sua experiência profissional inclui a liderança em grandes investimentos de capital como gerente financeiro e de projetos, o que lhe proporcionou uma compreensão abrangente de gerenciamento de riscos. Ao longo de sua carreira atuou como subscritor de Garantia, gerenciando e desenvolvendo os portfólios na América Latina para Chubb, Ace e Liberty.
Virgil é graduado pela Boston University’s School of Management, tendo obtido o título de Bachelor of Science in Business Administration com foco em Marketing e Gestão Internacional.
De acordo com Edson Wiggers, CEO da Gallagher Re para a América Latina e Caribe: “Virgil é um respeitado líder do setor no mercado de garantias e crédito. Sua motivação e paixão pelo negócio, liderança demonstrada e profundo conhecimento expandirão nossa oferta de serviços em toda a região, proporcionando novas oportunidades para clientes existentes e abrindo portas para novos mercados, à medida que ele colabora com nossa equipe local com o apoio da Prática Global de Surety & Credit da Gallagher Re. Estamos ansiosos para trabalhar com o Virgil e com os muitos sucessos que temos pela frente, à medida que continuamos a cumprir nossos ambiciosos planos de crescimento”, conclui Wiggers.
A Porto comemora sua entrada na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), iniciativa idealizada pela B3 que é pioneira em toda a América Latina.
“Fazer parte desse índice é motivo de muito orgulho. A agenda ASG está cada vez mais presente em todas as ações que conduzimos internamente na Porto e nas verticais de negócios, e ingressar na carteira do ISE mostra que estamos no caminho certo”, enfatiza Carolina Zwarg, diretora de Pessoas e Sustentabilidade da Porto.
O ISE é o resultado de uma iniciativa desenvolvida com base em critérios estabelecidos dentro de uma metodologia específica. Para ingressar nessa carteira, as empresas são avaliadas e selecionadas nas seguintes dimensões: Governança Corporativa e Alta Gestão, Capital Humano, Modelo de Negócios e Inovação, Capital Social, Meio Ambiente e Mudança do Clima. Essa é a 19ª carteira do ISE que reúne 78 companhias atuantes em 38 setores da economia.
A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência, comemora, hoje, dia 10 de janeiro, seu 189o aniversário. Ao longo de quase dois séculos, a empresa vem sendo constante em toda sua jornada, que será celebrada durante o MAGNEXT 2024, tradicional evento do segmento segurador. Uma das principais missões do grupo é aproximar o planejamento futuro ao presente, criando uma cultura previdente na vida da população, conectando uma apólice de seguro ao dia a dia das famílias brasileiras como sinônimo de amor e proteção.
“Chegar aos 189 anos significa, para nós, que conseguimos evoluir com o tempo e nos adaptar às mudanças, mas sempre tendo foco no cuidado à vida humana, como nosso principal valor. É essa a filosofia que continuaremos em 2024, buscando inovar cada vez mais, seja com novos produtos, serviços ou melhorando processos que humanizam o atendimento ao cliente”, comenta Helder Molina, CEO da MAG Seguros.
Atualmente, a MAG Seguros contabiliza mais de 6 milhões de vidas seguradas, capital segurado superior a R$ 875 bilhões, cerca de 800 parceiros de negócio e mais de 6 mil corretores parceiros. Além disso, em 2023, a companhia foi reconhecida como um dos melhores locais para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, e conquistou diversos prêmios, principalmente ligados à inovação e tecnologia, referendados por importantes instituições de renome internacional.
Grandes passagens marcam a história da MAG Seguros. A empresa foi responsável pelo pagamento da pensão mais longa da história da previdência brasileira, e já teve em sua carteira de clientes ícones como Benjamin Constant, Marquês de Sapucaí, Marquesa de Santos e Duque de Caxias.
A MetLife alcançou a nota 0,8725 no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2023, ano-base 2022. O resultado, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, colocou a empresa na vice-liderança, com a segunda maior nota dentre as operadoras exclusivamente odontológicas de grande porte do país, ficando muito acima da média do segmento de 0,7898 reportada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.
“É um grande orgulho estarmos pela quinta vez consecutiva entre os mais bem avaliados planos odontológicos do Brasil. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo de ampliação e qualificação de nossa rede credenciada, ações efetivas e preventivas de conscientização da importância da saúde bucal e investimentos em tecnologia para facilitar o dia a dia e poder levar mais saúde às pessoas”, comenta Luís Danilo Maurici, superintendente MetLife Dental.
Com 1,2 milhão de clientes e 15 anos de história no Brasil, a MetLife Dental oferece planos de saúde odontológicos com coberturas completas, rede com mais de 22 mil profissionais especializados e excelente relação custo-benefício, ampliando o acesso à saúde bucal de qualidade.
Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS)
Os resultados da avaliação das operadoras são traduzidos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS). O IDSS é um índice composto por um conjunto de indicadores agrupados em quatro dimensões e é calculado com base nos dados extraídos dos sistemas de informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar ou coletados nos sistemas nacionais de informação em saúde.
O IDSS permite a comparação entre operadoras, estimulando a disseminação de informações de forma transparente e a redução da assimetria de informação, falha de mercado que compromete a capacidade do consumidor de fazer suas escolhas no momento da contratação ou troca de um plano de saúde e a ampliação da concorrência baseada em valor no setor.
Dimensões do IDSS
Para promover a melhoria contínua do programa, em 2016 houve a restruturação das Dimensões do IDSS com o objetivo de torná-las integradas e em consonância com as novas regras e práticas do setor, com conceitos alinhados aos novos eixos direcionais da Agência, à Agenda Regulatória mais recente e à literatura de Qualidade em Saúde. Confira as novas Dimensões:
Qualidade em Atenção à Saúde: avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada;
Garantia de Acesso: condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores;
Sustentabilidade no Mercado: monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando o equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores;
Gestão de Processos e Regulação: essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.
O Cirque du Soleil volta ao Brasil e de uma maneira que o público jamais viu! A Porto oficializa hoje que será o presenting sponsor (apresentador) de CRYSTAL, espetáculo da companhia canadense inédito no país e que, pela primeira vez na história, terá todas suas inacreditáveis acrobacias no gelo. Criado em 2017, CRYSTAL é a 42a produção do Cirque du Soleil e estreia aqui em 2024, passando pelo Rio de Janeiro e São Paulo. A turnê é uma realização da IMM.
“Estamos felizes em vivenciar mais esse momento especial de magia e entretenimento junto aos nossos corretores que estarão conosco no Cirque Du Soleil por meio da campanha anual Fecha com a Porto. Vamos proporcionar experiências fantásticas para cada um deles reconhecendo o trabalho e o esforço realizados ao longo do primeiro quadrimestre do ano. Além disso, queremos valorizar e fortalecer nossa parceria com quem atua como verdadeiro consultor do nosso portfólio levando o cuidado da Porto para todos os clientes.”, destaca Luiz Arruda, VP comercial, marketing, clientes e dados da Porto.
“É sempre extraordinário para a IMM poder proporcionar a experiência única do Cirque du Soleil ao público brasileiro. Desde 2017 promovemos espetáculos inéditos da companhia aqui no país e é, com imenso orgulho, que nos juntamos à Porto para trazer CRYSTAL, uma produção única que une o talento ímpar da companhia canadense numa produção de complexidade ímpar, ao ser realizada no gelo. Tenho certeza que o público ficará fascinado.” diz Alan Adler, CEO da IMM.
O seguro empresarial obteve um dos melhores desempenhos dentro do segmento de danos e responsabilidades em 2023. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), de janeiro a outubro, a arrecadação foi de R$ 3,2 bilhões, crescimento de 19,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em indenizações pagas aos empresários, o total pago nos dez primeiros meses do ano ficou em R$ 1,327 bilhão.
“Considerando que a projeção de crescimento para o PIB no ano seja de 3%, o mercado do seguro empresarial deve crescer seis vezes o PIB, o que mostra que os empresários estão buscando cada vez mais esta proteção para as suas empresas”, afirma Jarbas Medeiros, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da FenSeg.
O seguro empresarial garante a sustentabilidade do negócio ao oferecer coberturas a eventos como incêndio ou explosão, vendaval, danos elétricos, roubo, responsabilidade civil e lucros cessantes. Esta última cobertura foi pensada para impedir a falência do negócio. Se a empresa fica sem operar devido a um incêndio, por exemplo, o lucro que ela deixa de obter por conta do sinistro, será coberto durante o período de reconstrução do imóvel.
Para 2024, Medeiros vê razões para o mercado seguir otimista, apostando na manutenção do crescimento de dois dígitos. Isso porque, na sua avaliação, os empresários estão mais conscientes da importância de incluir o seguro nos seus planejamentos, com maior percepção do risco representado pela intensificação dos eventos climáticos e pela projeção de crescimento do PIB em cerca de 2%.
No Brasil, segundo a FenSeg, apenas 20% das empresas têm apólice de seguro empresarial. Para Medeiros, a participação poderia ser maior se o seu custo-benefício fosse mais conhecido. Com um preço médio anual em torno de R$ 2,5 mil, proteger o negócio é relativamente barato, com parcelas mensais de R$ 200.
A superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnol, será uma das palestrantes do encontro regional da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) que reunirá executivos de bancos, seguradoras, investidores, formuladores de políticas públicas e sociedade civil para debater o financiamento sustentável na América Latina e Caribe.
O encontro, que será realizado entre os dias 30 e 31 de janeiro de 2024 em Bogotá, Colômbia, também terá um foco especial nas questões climáticas e de sustentabilidade, como o risco climático e natural, o financiamento da transição para emissões líquidas zero, a otimização dos recursos naturais para o desenvolvimento econômico (economia azul) e as questões relacionadas à economia circular e à gestão dos plásticos.
Luciana participará do painel “Alinhamento das atividades de seguro com as metas de mitigação das mudanças climáticas” e vai apresentar as ações que estão sendo implementadas no setor segurador brasileiro para enfrentar as mudanças climáticas, integrando o setor financeiro na promoção de uma economia mais verde, inclusiva e sustentável.
Junto com Luciana, estarão na mesa outros especialistas do mercado segurador, incluindo Marlene Appel, líder Regional da América Latina do Partnership for Carbon Accouting Financials (PCAF); Ivani Benazzi de Andrade, superintendente de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros; e Ana Cristina Gaviria, vice-presidente de Seguros Voluntários, Seguros Sura. A moderação do painel será conduzida por Diana Diaz, Supervisora do Programa de Seguros da UNEP FI.
Para a executiva da CNseg, o debate com relevantes atores regionais é de suma importância para que o setor segurador brasileiro possa auxiliar os demais países na construção de soluções eficazes para mitigação dos riscos climáticos. “A indústria seguradora brasileira é apontada como uma liderança no que diz respeito ao comprometimento com os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), da Organização das Nações Unidas. Nosso papel em Bogotá será mostrar como o setor segurador pode ser um importante parceiro de governos e sociedade na busca para soluções que mitiguem os impactos de riscos climáticos para a população”.
Os especialistas em risco veem condições climáticas extremas e desinformação como os mais prováveis de desencadear uma crise global nos próximos anos, conforme uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (WEF) divulgada na quarta-feira.
Enquanto as condições climáticas extremas foram identificadas como o maior risco em 2024, a desinformação e informações falsas ficaram em segundo lugar e foram consideradas o risco global mais graves nos próximos dois anos.
Isso poderia representar uma ameaça particular, já que bilhões de pessoas se encaminham para as urnas no maior ano eleitoral da história. Grandes economias, dos Estados Unidos à Índia e ao México, realizarão eleições este ano, deixando líderes da indústria e política dependentes de pesquisas e previsões para avaliar como será o ambiente político até 2025. “O uso generalizado de desinformação e ferramentas para disseminá-las, podem minar a legitimidade de governos recém-eleitos”, alertou o relatório.
“A agitação resultante pode variar de protestos violentos e crimes de ódio a confrontos civis e terrorismo”, acrescentou o relatório, que foi preparado em parceria com a seguradora Zurich e com a corretora de re/seguros Marsh McLennan antes da reunião anual do WEF na próxima semana. Em um horizonte de 10 anos, os riscos ambientais, incluindo a perda de biodiversidade e mudanças críticas nos sistemas da Terra, lideraram as classificações, com desinformação e informações falsas e resultados adversos da inteligência artificial (IA) logo atrás.
“O Relatório de Riscos Globais mostra que, pela primeira vez, a desinformação está entre as principais ameaças globais, no curto e longo prazos. Os especialistas alertam para os cuidados com o uso da Inteligência Artificial, que pode ter o forte potencial de circulação de conteúdos falsos, principalmente para ampliar divisões sociais e políticas – pontos de atenção para as eleições que vão acontecer em diversos países nos próximos dois anos. Além disso, as ameaças ambientais, já destacadas em edições anteriores, se intensificaram e continuam sendo as mais preocupantes. Os efeitos das alterações climáticas representam cinco dos dez riscos mais graves na próxima década, ampliando risco de ultrapassar um ponto de não retorno. O relatório reforça o nosso compromisso e o importante papel do mercado segurador de apoiar continuamente as empresas, governos e a sociedade na compreensão e mitigação dos riscos e suas interconexões”, comentou Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil (foto).
Eugenio Paschoal, CEO da Marsh McLennan Brasil, destaca que nesta edição do Relatório de Riscos Globais, foi contextualizada a análise através de quatro forças estruturais que moldarão a materialização e a gestão dos riscos globais na próxima década. “Alterações climáticas, bifurcação demográfica, disrupção tecnológica e evolução material na concentração de fontes de poder geopolítico. A combinação simultânea desses elementos sistêmicos cria cada vez mais tensões e o mundo pode estar chegando a um ponto de inflexão, de acordo com as percepções das 1.400 lideranças entrevistadas para a elaboração do estudo”, acrescentou.
Há o consenso de que vai surgir um mundo diferente, e as perspectivas são marcadamente mais preocupantes, em comparação às edições anteriores do estudo. Por isso, em cooperação com o Fórum Econômico Mundial, a nossa missão é auxiliar a sociedade na compreensão desses riscos, as suas interconexões, e refletir sobre que mecanismos, fundos, sistemas de proteção social empregar para mitigar os efeitos da recessão, da inflação, da disparidade social, e acelerar a transição a climática.”
Enquanto isso, dois terços dos especialistas em risco pesquisados esperam que uma ordem mundial multipolar ou fragmentada surja na próxima década, “na qual potências médias e grandes disputam, estabelecem e impõem regras e normas regionais”, disse a pesquisa.
O presidente do WEF, Borge Brende, disse em uma coletiva de imprensa na terça-feira que o 54º encontro anual do WEF, no resort de esqui suíço de Davos, ocorreria em meio ao cenário geopolítico mais complicado até o momento, que vai desde guerras em Gaza e Ucrânia até o aumento da dívida e custo de vida.
O ponto de vista pessimista da pesquisa provavelmente foi desencadeado pela série de riscos desencadeados nos últimos quatro anos com efeitos subsequentes na sociedade, disse John Scott, chefe de risco de sustentabilidade no Grupo de Seguros Zurich, destacando a pandemia de COVID-19 e os bloqueios resultantes até a invasão da Rússia à Ucrânia.
Carolina Klint, Chief Commercial Officer da Marsh McLennan Europa, afirma: “Os avanços da inteligência artificial desarticularão de forma radical o panorama de risco para as organizações, com muitas delas lutando para reagir às ameaças provenientes de informações falsas, desintermediações e do erro de cálculos estratégicos. Concomitantemente, as empresas estão precisando negociar cadeias de abastecimento tornadas mais complexas pela geopolítica e a mudança climática, e as ameaças cibernéticas de uma série crescente de agentes mal-intencionados. Será necessário manter um foco incansável para criar resiliência em níveis organizacionais, nacionais e internacionais – e uma maior cooperação entre os setores público e privado – para navegar neste panorama de risco em rápida evolução”.
John Scott, Head of Sustainability Risk do Zurich Insurance Group, conclui: “O mundo está passando por transformações estruturais significativas com a IA, a mudança climática, as mudanças geopolíticas e as transições demográficas. Noventa e um por cento dos especialistas em risco entrevistados expressam pessimismo ao longo do horizonte de 10 anos. Os riscos conhecidos estão se intensificando e novos riscos estão emergindo – mas eles também oferecem oportunidades. As ações transnacionais coletivas e coordenadas desempenham a sua parte, mas as estratégias localizadas são críticas para a redução do impacto dos riscos globais. As ações individuais dos cidadãos, países e empresas podem fazer a diferença quanto à redução do risco global, contribuindo para um mundo melhor e mais seguro”.
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