A MAG Seguros, que completou no último dia 10 de janeiro 189 anos, reuniu mais de 1,4 mil participantes e outras centenas online no evento Potencialize, que tem como tema “Construindo futuros: resiliência, inovação e longevidade nos negócios e na vida”. Os parceiros de negócios foram envolvidos num misto de convenção de vendas, agradecimento, educação política, econômica e emocional e, claro, muita diversão com palestrantes como Zico, Caito Mala, fundador do Chilli Beans, Oliver Stuenkel, analista político, Leo Farah, especialista em gestão de risco, e Monique Evelle, consultora de inovação e criatividade. O evento foi apresentado pela dupla mais afetiva que se pode conhecer: o ator Murilo Gun e a diretora de pessoas e de gestão da MAG, Patricia Campos.

Este clima que beira um relacionamento familiar com diversidade em parceiros comerciais é o responsável para a MAG ter avançado 24%, para R$ 3 bilhões, de janeiro a outubro de 2023, considerando a Sicoob, segundo dados públicos da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com resultado de R$ 314 milhões. Sem a cooperativa, R$ 1,7 bilhão, avanço de 18%. Os números exatos só serão divulgados em meados de fevereiro, quando começa a safra de balanços das seguradoras. Atualmente, a MAG Seguros contabiliza mais de 6 milhões de vidas seguradas, capital segurado superior a R$ 875 bilhões, cerca de 800 parceiros de negócio e mais de 6 mil corretores parceiros.
Nilton Molina, hoje presidente do conselho do grupo MAG, que é formado por empresas de seguros, gestão de previdência, consultoria de investimentos, capitalização, ativos imobiliários, fundos de pensão e a insurtech Simple2U, destaca a rica história destes 189 anos. “São poucas as empresas no mundo que têm a nossa idade, fazendo a mesma coisa, que é vender seguros de vida. Não é fácil vender seguro de vida. É um árduo trabalho e nós temos conseguido criar uma forma disto acontecer há anos. Isso prova que clientes podem confiar na MAG, que passa de geração em geração ficada em proteger o futuro”.
Patricia Campos resumiu bem todas as palestras do dia: “A principal mensagem do dia foi sobre o poder que nós temos a respeito de nossas próprias escolhas e nosso próprio destino”. Como gestora de pessoas, Patricia também destacou a frase de Zico sobre ter credibilidade para ser líder. “Isso me remeteu a um dos focos de 2024 do Grupo MAG, que é o desenvolvimento da liderança. Estamos no caminho certo para desenvolver pessoas cada vez mais capacitadas”, afirmou.
O CEO Helder Molina finalizou o Potencialize com um “muito obrigado” vindo do fundo do coração. “Espero que este evento tenha ajudado vocês em como percebem a vida, o trabalho. Obrigado por terem nos dado a oportunidade de mostrar um pouco de tudo isso para vocês. Um grande abraço a todos que nos deram o prazer de estarem conosco”.
Tradicional baile Galo de Ouro
Na noite de sábado, 16 profissionais receberam o trofeu máximo de vendas, o Galo de Ouro. O Galo de Ouro conta com participantes em todo o Brasil e acontece entre os meses de janeiro e dezembro. Além dos Galistas, a MAG Seguros também reconheceu os destaques de Venda e de Produtividade, que também representa uma grande conquista aos que concorrem à campanha.
O prêmio reconhece os melhores corretores e funcionários de vendas da MAG Seguros com o famoso troféu e uma viagem com direito a acompanhante. Em 2024, os vencedores de cada uma das 16 categorias, embarcam rumo às Maldivas, uma cidade conhecida pelo seu cenário paradisíaco. Participam do Galo de Ouro, premiação que acontece há mais de 50 anos, a equipe de vendas da empresa e os corretores parceiros da companhia.
“O Galo de Ouro é muito mais do que uma campanha de vendas. O prêmio é o resumo daquilo que a MAG Seguros valoriza. Ele é o reconhecimento pela dedicação, esforço, resultado e pelo propósito que todos tiveram na atividade de levar proteção às pessoas”, explica o diretor comercial e de marketing da MAG Seguros, Nuno David.
Segundo David, a campanha é uma jornada percorrida durante um ano inteiro, que certamente todos fizeram o melhor trabalho para alcançar a realização do grande desejo de levantar o desejado troféu, ou receber a medalha de destaque. São premiados aqueles mais se destacaram e mantiveram a regularidade ao longo de 2023.
Atualmente, como diretor de Negócios Comerciais que a empresa denomina como Varejo (Parcerias Financeiras, Mercado e Rede), Márcio Batistuti expandirá agora suas responsabilidades, integrando-se também à diretoria de Cooperativismo, Afinidades e Massificados.
Vencedores do Galo de Ouro:
- Unidade De Negócio – Rede: Marcos Veríssimo Barbalho
- Gerente Comercial Grande Porte – Rede: Felipe Artur Martins Pereira
- Gerente Comercial – Rede: Camila Galvão Finizola Veloso Freire
- Gerente Formador De Treinandos: Victor Minaya
- Gerente De Negócios E Previdência: Melissa Porto Santos
- Gerente De Contas: Rogério Alvares Sevilha
- Agente Comercial: Felipe Crepaldi
- Treinando: Luciana Franzoi Farias de Araújo
- Corretor / Pleno: Darci Dutra de Santana
- Senior: Rodrigo Venâncio
- Master: Luciana Machado
- Top: Sidnei Larrosa Júnior
- Corretor Absoluto: Lucas Simões
- Corretor Estruturado: Tatiana Monteiro de Pinho
- Escritório De Investimentos: Monte Bravo Investimentos
- Agência E Assessoria: Legado Assessoria

Liderança depende de credibilidade que você conquista, garante Zico
Zico, ex-treinador e futebolista, foi entrevistado por Nilton e Helder Molina no evento Potencialize. Foi instigado por ambos para falar sobre liderança. “Depende da sua postura. Convivemos com muitas personalidades. A melhor palavra para liderança é ter credibilidade. Se não tiver credibilidade, você não consegue ser líder”, afirma o um dos melhores atacantes da seleção brasileira. “Sempre procurei me aperfeiçoar ao mesmo em tudo no futebol. Trabalhei muito. Até chegar a ser mais importante fora do campo.
Molina citou que a plateia era composta por vendedores de seguro de vida. Temos de fazer a mesma coisa para fazer melhor. Tinha hora para chegar no clube e não tínhamos hora para saída. Passe, domínio de bola, drible, pênalti, faltas, lances que podem vier a acontecer no jogo. Treinava diariamente para evoluir. As vezes sozinho. As vezes com alguém. Sempre melhorando. Eu tinha que melhorar para jogar em função da equipe. Vocês tem de estudar para aprender o que está acontecendo, em qualquer setor da vida, para se aprimorar”.
“Tá vendo gente. Tem de treinar todos os dias. Não pode ter a impressão que já aprendeu e basta. O aperfeiçoamento diário de uma coisa que já consegue é imprescindível para o sucesso”, ressalta Nilton Molina, já engatando em uma outra pergunta: “como lidar com as derrotas, com a dor?
Zico então contou sobre as seis cirurgias no joelho, prótese no quadril e outras tantas dores que sente até hoje. Não é fácil. São momentos que exigem muito da gente fisicamente, emocionalmente e financeiramente. Tem festa do dia dos pais. Todos estão lá e você não. Mas tem de entender que aquilo tem um objetivo para toda a família. E eu tentava compensar de outras maneiras. No jogo, em determinadas fases da vida não podemos dar uma chance para o adversário, pois, se der, tem que voltar para casa”, citou.
Helder fez um paralelo com os 15 vencedores do trofeu Galo de Ouro. “Vocês tiveram muitas privações, como Zico. Mas venceram. As renúncias, o trabalho, a dedicação para chegar onde chegaram”, citou.

Gestão dos riscos mundiais é prioridade para o Brasil
O mundo está vivendo a pior onda de conflitos em décadas. O Instituto de Pesquisas de Paz de Oslo (PRIO) indica haver atualmente 55 conflitos envolvendo 38 Estados e calcula a média de duração deles em onze anos. Uma década antes, o mesmo instituto identificou 33 conflitos com duração média de sete anos.
“Vivemos um momento nunca visto igual no mundo. Sou muito procurado por investidores, que mostram grande interesse pela América Latina. Eles comentam ter medo de investir na Rússia, no Leste Europeu e tantos outros, pois os conflitos sociais e políticos aumentam as pressões inflacionarias, o que afeta a cadeia de valores”, afirma Oliver Stuenkel, autor e especialista em geopolítica e analista político e professor de relações internacionais, em sua palestra no evento Potencialize, da MAG Seguros, que acontece no Rio de Janeiro.
Um conflito entre China e Taiwan, mesmo sem envolvimento direto dos EUA, ainda não é o cenário mais provável, mas teria consequências catastróficas para o cenário econômico global. Segundo ele, este cenário exige que todos fiquem atentos ao que acontece no mundo. “Não podemos ignorar o mundo e temos de estar cientes do valor do Brasil. Aqui pode ter qualquer tipo de problema, mas risco real de confrontos que possam atrapalhar os países não há. O Brasil é e será um campeão em renovação energética, pois está muito bem-posicionado para fornecer energia verde”, afirma.
Segundo o especialista, as empresas querem ser menos dependentes de países. “Teremos uma globalização diferente, com uma cadeia de negócios mais locais do que globais, com bancos centrais preocupados com a pressão inflacionaria com o risco de quebra de cadeia de distribuição de insumos com a insegurança política em várias regiões. Este cenário faz com que as empresas, que dependem de insumos produzidos em países com elevado risco de conflitos, busquem se proteger desses riscos com eficiência e resiliência. Oriente Médio Taiwan e várias regiões da África são regiões que me preocupam diariamente”, conta.
Ele discorda da tese de que o mundo está numa fase de desglobalização. Para ele, é importante que empreendedores não descartem a possibilidade de que a elevada quantidade de guerras na atualidade não seja uma aberração, mas sim um novo normal. “As empresas vão fazer mais negócios com países amigos. Será apenas uma adequação a uma nova realidade, pois o custo é muito menor ter fornecedores em diversas partes do mundo”, cita.
Também citou a frequência crescente de ocorrências meteorológicas extremas, com cada vez mais potencial de ameaçar safras mundo afora e de afetar a estabilidade política em vários países, sobretudo no Sul Global, onde algumas populações estão mais vulneráveis a flutuações dos preços de alimentos.
A inflação elevada e o aperto monetário global devem se estender e a economia global dever crescer 3% em 2023 e 2,9% em 2024. O Brasil tem o privilégio de assistir à maioria desses possíveis conflitos de longe – mas isso não livra o país da necessidade de acompanhar, de perto, o cenário global em um mundo cada vez mais turbulento.
“Estar aberto para um mundo diferente e mais interessantes, pois hoje nenhum país consegue ter uma influencia como antes. O Brasil, no âmbito econômico e diplomático, tem uma vantagem enorme, como aquela pessoa que se dá bem com todos por se adequar a diferentes realidades. O país é e será um campeão em renovação energética, pois está muito bem-posicionado para fornecer energia verde”, afirma.

Faça o seu melhor todos os dias, recomenda Leo Farah
Leo Farah, especialista em gestão de riscos pela ONU, trabalhou nos maiores desastres no Brasil e no mundo. “No dia a dia aprendi que pequenas coisas, como colocar uma placa de risco de acidente, me prepararam para grandes eventos, como atuar em Mariana e Brumadinho, onde ocorreram os maiores desastres já registrados no Brasil com o rompimento de barragens em Minas Gerais”, contou.
Todo mundo vai tomar decisões erradas. Tem pessoas que corrigem rápido e correm para novas decisões”, citou. A decisão de Farah de pousar um helicóptero em um vilarejo para avisar a população sobre a chegada da lama, mesmo arriscando a segurança da equipe de resgate, salvou a vida de 250 pessoas. Sua equipe encontrou 99% das vítimas. “Mais este 1% é 100% para uma família”.
Independentemente do resultado, só conseguiremos ser melhores buscando dar o nosso melhor todos os dias. Farrah é categórico nos conselhos: “Para as perguntas que não tivermos respostas, escute seu coração. É melhor decidir, errar rápido e corrigir rápido. Entender o que o que o seu time precisa. O que seu cliente precisa. Fazer o certo todos os dias nos faz conquistar o sucesso na vida”, disse, inspirando os mais de 1,4 mil inscritos no evento Potencialize e presentes presencialmente e outros milhares que acompanharam o evento virtualmente.


















