Credit Talk discute cenário macroeconômico global com tendências para 2025

Fonte: Allianz Trade

Na última quinta-feira (5), corretores e clientes se reuniram no Credit Talk, painel organizado pela Allianz Trade, líder global e nacional em seguro de crédito, além de especialista em seguro garantia, para debater o cenário macroeconômico global e local em 2025, incluindo o impacto das eleições americanas no Brasil.

O evento contou com uma introdução do CEO Marcel Farbelow, seguida por uma apresentação do economista Felipe Kotinda, do Banco Santander, com o diretor de Crédito da Allianz Trade no Brasil, Felipe Tanus.

“Cuidar do seu amanhã é a nossa missão e, por isso, queremos estar cada vez mais próximos dos nossos corretores e clientes. Neste evento, pretendemos compartilhar projeções econômicas que afetam, não somente os negócios domésticos, mas também o comércio exterior”, explicou Farbelow em sua introdução.

Sob essa perspectiva, clientes e corretores puderam participar de um bate-papo exclusivo com Kotinda e Tanus, passando pelas projeções globais e nacionais para o ano que vem. “Para 2025, reduzimos nossa projeção de crescimento do PIB do Brasil de +1,8% para +1,5%, por conta de condições financeiras apertadas por mais tempo”, indicou o economista do Santander.

Ele revelou que, para o próximo ano, a expectativa é de uma taxa Selic mais alta, além da desaceleração do impulso fiscal. Ainda assim, para 2024, o movimento foi o contrário. A projeção do PIB, por sua vez, cresceu de +2% para +2,68%, de acordo com os números do Banco Santander apresentados por Kotinda no Credit Talk da Allianz Trade.

“Seguimos vendo ainda um mercado de trabalho aquecido, com forte geração de empregos, salários crescendo e desemprego em queda”, disse o economista. A taxa de desemprego, que afeta diretamente o consumo e a demanda das famílias brasileiras, tinha a expectativa de atingir 7,2% ao final de 2024, e diminuiu para 6,6%. Já para o final de 2025, a previsão era de 7,4% e diminuiu 0,2 pontos percentuais.

Ao longo do evento, o diretor de Crédito da Allianz Trade no Brasil, Felipe Tanus, também apresentou a visão da seguradora para o cenário nacional de insolvências: “Os números mais recentes publicados revelam um aumento na ordem de 50% até julho de 2024, em falências decretadas, somadas às recuperações judiciais deferidas e concedidas, quando comparados ao mesmo período do ano passado”.

O destaque no índice fica para as micro e pequenas empresas, principalmente do setor de serviços, que mais sofrem para ter acesso ao crédito e que pagam spreads maiores para financiarem suas atividades. Com isso, a recuperação judicial pode surgir como uma estratégia para garantir o equilíbrio financeiro dessas empresas.

O evento finalizou com uma análise sobre as eleições americanas e seus efeitos no Brasil. Kotinda mostrou um cenário em que ainda é difícil de prever qual será o/a candidato/a eleito/a em novembro: nas pesquisas eleitorais mais recentes, Trump está tecnicamente empatado com Harris. De qualquer forma, o diretor de Crédito Felipe Tanus explicou qual é a área mais pressionada por consequência do pleito. “Na sua rentabilidade e consequente busca por liquidez, o setor mais tensionado no Brasil deve ser o varejo, que é fortemente impactado pela taxa de juros, a qual pode ser influenciada também pelas eleições dos Estados Unidos”.

FF Seguros analisa desafios para a safra de soja 2024/25 e o papel do seguro agrícola

Fonte: FF Seguros

O início do plantio da safra de soja 2024/25 deve ser pautado pela cautela, com os produtores demonstrando preocupações tanto com as condições climáticas quanto com a gestão financeira da safra. “Há muita especulação em função do clima e do preço da commodity porque a safra americana está indo bem e se espera recorde na oferta de soja. Os produtores brasileiros também estão preocupados com o aumento do custo de produção e previsão de margens apertadas”, analisa Guilherme Frezzarin, head de agronegócios da seguradora FF Seguros.

Clima desafiador

Segundo a análise da FF Seguros sobre o clima, a tendência de forte aquecimento para os próximos meses trouxe incertezas para o planejamento da safra de soja 2024/25. Do Rio Grande do Sul até o sul do Paraná, a umidade do solo na zona radicular está próxima da saturação, enquanto a região central do Brasil pode sofrer com a redução dos níveis de água nos solos, em especial nas áreas mais prejudicadas, na região norte do Paraná.

Segundo a análise da seguradora, a situação da região central do país parece estar em condições piores de umidade do que o registrado no mesmo período em 2021. “Agricultores devem esperar os níveis de umidade do solo subirem e as chuvas se estabilizarem, o que pode atrasar a semeadura da soja do centro do Paraná, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. Apenas a região Sul apresentará condições de precipitação próxima a climatologia nos próximos três meses”, diz Frezzarin.

No momento do plantio, em alguns tipos de solo, existe o risco de que plântulas de soja possam morrer devido ao extremo calor. Até o momento, a análise geral de modelos meteorológicos indica que o ciclo 2024/25 será marcado por temperaturas superiores à média climatológica e variações no padrão espacial da seca ao longo da safra de verão, sendo que Goiás pode ser considerado o estado mais prejudicado. Na previsão mais pessimista, as temperaturas podem ficar até 2°C acima da média.

Gestão financeira

Além da incerteza climática, muitos produtores enfrentam um dilema financeiro. O atraso para o anúncio do Plano Safra e para a liberação de linhas de crédito impactaram no planejamento e custeio da safra, segundo Diego Caputo, gerente comercial de cooperativas da FF Seguros.

“Além do atraso, as taxas de juros estão acima das expectativas e o custo de produção está mais alto, então o produtor segue cauteloso, segurando as compras de insumos. Nessa conjuntura, o papel do seguro agrícola fica em evidência. O seguro é fundamental para promover a melhor gestão de riscos climáticos e financeiros, visando a mitigação de prejuízos e proteção do patrimônio do agricultor”, afirma Caputo.

Operações de seguros

Para fortalecer a unidade de agronegócios da FF Seguros, a empresa aposta em várias estratégias, como conexões com parceiros, desenvolvimento de APIs (interface de programação de aplicações) para facilitar a contratação do seguro e a tomada de decisão do cliente. “O nosso fluxo de aprovação de propostas está mais rápido, com tecnologias que nos trazem dados como tipo de solo e declividade, informações sobre culturas anteriores, histórico de produtividade e de clima dos municípios. A área de subscrição da FF Seguros conta com processos automáticos inteligentes”, revela Frezzarin.

Outra novidade é que a seguradora planeja ampliar a oferta de seguro de soja para irrigantes. “Teremos descontos e condições espetaculares para esse público. As áreas de subscrição, atuarial e comercial trabalharam em conjunto para proporcionar uma precificação diferenciada e muito atraente, de acordo com as tecnologias de irrigação adotadas pelo produtor”, diz Caputo.

A FF Seguros melhorou a distribuição dos produtos, registrando um aumento de 32% do número total de municípios com oferta de condição para o seguro agrícola neste ano, além de estreitar o relacionamento com as cooperativas e instituições parceiras atendidas. Em breve, a seguradora planeja homologar o uso da plataforma FF Place para as contratações de seguro patrimonial e de penhor rural, o que vai facilitar a interação com corretores, parceiros e clientes para promover a expansão das operações de seguros para o agronegócio.

Recuperação

O setor de seguro rural vem gradativamente buscando se recuperar de um rombo histórico em 2022, quando as seguradoras brasileiras desembolsaram mais de R$ 10,5 bilhões em indenizações aos produtores, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“Com a grande seca registrada na safra 2021/22, tivemos sinistralidade de mais de 400% para o milho safrinha, por exemplo. A catástrofe afetou a média histórica de produtividade de grãos e esses dados públicos influenciam na precificação das apólices. Com a diminuição do gatilho de indenizações, a cobertura foi reduzida em até 20% na média”, explica Frezzarin.

De forma geral, o mercado de seguros sofreu retração de capacidade e houve aumento dos preços médios das taxas em função dos eventos climáticos extremos. Agora, a seguradora prevê uma estabilização no mercado. “Estamos resgatando melhores condições, ampliamos a distribuição e acredito que vamos superar a carteira de seguro agrícola do ano passado”, diz Frezzarin.

Junto Seguros anuncia novo diretor de Pessoas & Cultura

Fonte: Junto

A Junto Seguros anuncia a chegada de Daniel Pavelec para ocupar a posição de Diretor de Pessoas & Cultura. Formado em Ciência da Computação, MBA em Administração-FGV e Mestrado pela PUC/PR, Pavelec traz consigo uma trajetória de mais de 25 anos de experiência em empresas líderes em seus segmentos como Banco BMG, Grupo Boticário, Capgemini, Banco HSBC e HSBC Seguros (Brasil e México).

“Encontrei aqui na Junto Seguros uma agenda genuinamente prioritária para Pessoas, Tecnologia e Transformação.Acredito que essa combinação é a chave para seguirmos em frente no desenvolvimento de um ambiente de trabalho dinâmico, seguro e inclusivo, que não só atenderá aos nossos desafios de negócio, mas também nos tornará a melhor seguradora para se trabalhar”, ressaltou Pavelec.

O executivo será responsável por conduzir a Estratégia de Pessoas, fortalecendo a Cultura Junto Seguros para seus 350 colaboradores. Segundo o CEO, Roque de Holanda Melo, “Daniel possui todas as credenciais para auxiliar a empresa no processo de transformação cultural, bem como em dar continuidade ao trabalho de consolidação de um ambiente acolhedor, inclusivo, inspirador e motivador para se trabalhar.”

Swiss Re e Munich Re mantêm a liderança do ranking de resseguradoras em 2023

resseguro

A Swiss Re manteve a liderança entre as resseguradoras mundiais, com um volume de negócios em 2023 de cerca de 36,7 bilhões de prêmios emitidos, revelou o ranking mundial de resseguradoras compilado pela agência de classificação de risco A.M. Best.

Neste ano, a A.M. Best começou a dividir as companhias que apresentaram resultados entre as que já seguiram as normas IFRS 17 e as que ainda não o fizeram, por não serem obrigadas, já que essa exigência se aplica apenas a empresas com sede na União Europeia. Swiss Re lidera o ranking sem IFRS e Munich Re ocupa a primeira colocação no ranking com balanço divulgado em IRFS. O IRB (RE) ocupa a 11a. posição do ranking IFRS.

Apesar disso, observa portal Eco, algumas resseguradoras fora da UE também optaram por apresentar resultados de acordo com as normas IFRS 17. Nesse caso, o volume de negócios passou a ser chamado de receitas de resseguro, enquanto nas que não seguem as normas IFRS, a métrica continua sendo prêmios brutos emitidos.

Agrupando as empresas segundo as duas metodologias, teoricamente as diferenças não são substanciais. As cinco tradicionais — Swiss Re, Munich Re, Hannover Re, Lloyd’s e Scor — mantêm suas posições no ranking, com a Berkshire Hathaway agora ocupando o 3º lugar.

Predominam as companhias sediadas nas Bermudas, um destino fiscalmente atraente para a indústria seguradora em geral, que serve de base para as operações resseguradoras de grandes grupos. O ranking também inclui alguns “campeões nacionais” de destaque, como a General Insurance da Índia, a Mapfre da Espanha e o IRB do Brasil.

Os índices combinados também foram destacados. Este indicador demonstra a rentabilidade técnica das empresas: acima de 100% significa prejuízo operacional; abaixo de 100%, indica boa saúde financeira, com receitas superando os custos de sinistros e despesas operacionais.

Nesse quesito, que reflete a exposição a catástrofes naturais, os prejuízos foram observados em empresas como a General Corporation of India, Generali (prejuízo técnico apenas em resseguro), AXIS, Ascot e Core Specialty.

Por outro lado, tiveram destaque positivo empresas como Hiscox, Sompo e Convex.

Confira o ranking das 50 maiores resseguradoras em euros, ordenadas por sub-rankings entre as que apresentaram contas conforme as normas IFRS 17 e as que não o fizeram.

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Allianz Seguros premia 150 corretores parceiros com viagem a Trancoso

Fonte: Allianz

A Allianz Seguros levou 150 corretores para Trancoso, um dos destinos paradisíacos do Nordeste brasileiro. Premiados da edição do programa Alliadoz 2023, os parceiros permaneceram no resort Club Med entre os dias 2 e 5 de setembro acompanhados pelos principais executivos da companhia, entre eles o presidente, Eduard Folch; e o diretor executivo Comercial, Nelson Veiga.

Estiveram presentes, ainda, os demais membros do Comitê Executivo da seguradora: David Beatham, Luciano Calheiros, Marcia Lourenço, Maria Clara Ramos, Regina Lopes, Renato Roperto e Rosely Boer. Também participaram da viagem os diretores das sete regionais da Allianz: Alexandro Barbosa (Minas Gerais e Centro-Oeste), Flavio Rewa (São Paulo Capital), Leonardo Marins (São Paulo Interior), Livia Prata (Rio de Janeiro e Espírito Santo), Luciano Ambrosini (Sul), Paulo Ayres (Norte e Nordeste) e Soraia Silva (Parcerias).

Os ganhadores tiveram acesso a um roteiro diversificado de atividades esportivas conduzidas por grandes personalidades, como o goleiro Marcos (futebol), jogador Nalbert (volêi de praia), maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima (corrida e caminhada), além do coreógrafo Fly (dança). Bruno Fratus, medalhista olímpico e atleta patrocinado pela Allianz, interagiu com os convidados durante as aulas. Nas tardes livres, os parceiros aproveitaram a praia e as atividades disponíveis no resort, incluindo spa. Ao final do dia, foram realizados coquetéis e jantares temáticos, além de um luau na praia. Os convidados ainda acompanharam aos shows de Emanuelle Araújo, Nary Farias e Monobloco.

“O evento foi idealizado para estreitarmos o relacionamento com os corretores parceiros e, principalmente, para reconhecermos o trabalho desenvolvido por cada um deles. Foi uma ótima oportunidade de comemoramos os sucessos do ano anterior e, também, de nos prepararmos para os sucessos que estão por vir em 2024 e 2025. Conversamos, trocamos ideias, nos divertimos e curtimos todas as atividades pensadas exclusivamente para que eles pudessem viver o melhor dessa experiência”, disse Eduard Folch. “Estarmos cada vez mais próximos dos corretores é essencial para nós”, completou.

Reconhecimento

Além de premiar os corretores que se destacaram na edição 2023 do programa Alliadoz, a viagem foi marcada por outro reconhecimento: dos 150 corretores presentes, mais de 50 avançaram de segmentação, subindo para as categorias “Diamante” ou “Private”. “Já identificamos outros profissionais com grande potencial para avançar de segmentação. Esperamos impulsionar ainda mais a produção de nossos parceiros de negócios nesta reta final de 2024”, afirmou Nelson Veiga, lembrando que o Alliadoz 2024 segue até dezembro. “Ainda temos uma estrada para percorrer nos próximos meses e convido a todos os nossos corretores a embarcarem conosco. Não percam essa oportunidade, porque a experiência em Trancoso foi excelente. Estivemos rodeados de pessoas especiais e de empreendedores que fazem o Brasil ser cada dia um país melhor. Mais que corretores, nossos parceiros são agentes sociais.”

Antônio Carlos Campello Eira, da Loggus Corretora, foi um dos profissionais que se destacou no Alliadoz 2023 e alavancou para a segmentação “Private” recentemente. “Me sinto muito horado de ter participado de Trancoso prestigiando a Allianz. Tenho um carinho muito grande pela companhia”, declarou. Outro vencedor da campanha Alliadoz 2023 foi Felipe Folle Reolon, da Reolon Agro Corretora de Seguros, que enfatizou a importância do reconhecimento. “É uma alegria imensa participar da premiação e ser reconhecido. Este programa nos traz muita satisfação, agrega valor ao nosso dia a dia e nos faz evoluir continuamente.”

Também reconhecida como um dos destaques do Alliadoz 2023, Nathalia Dias, da Visão Técnica Corretora de Seguros, já teve a oportunidade de viajar com a Allianz em outras ocasiões.  “Além de tudo o que é proporcionado durante a viagem, conseguimos estreitar as relações com todos que estão na retaguarda para realizar os trabalhos junto ao corretor e ao cliente final. É sempre incrível ter essa oportunidade e espero poder aproveitá-la mais vezes.”

Petrobras contrata Sombrero Seguradora para emitir apólice de riscos operacionais onshore

Fonte: Sombrero

A brasileira Sombrero Seguradora é a responsável pela apólice de Riscos Operacionais da Petrobras, empresa petrolífera de economia mista, atuante na exploração, produção, refino, transporte e comercialização de petróleo e seus derivados, além de gás natural. A apólice com validade a partir de 31/05/2024 foi emitida pela seguradora com o suporte do time de Natural Resources de Resseguros da WTW, conglomerado britânico-americano de serviços de seguros.

O montante segurado é de USD 116,6 bilhões em ativos e lucros cessantes, relativos a todas as operações downstream onshore da petroleira brasileira. Ou seja, cobre riscos operacionais relacionados a atividades de transporte, comercialização e refino de petróleo, bem como de transporte e comercialização de seus derivados, em território nacional. O valor segurado inclui todas as refinarias, unidades industriais e terminais de recepção e distribuição. Esta é uma das maiores apólices do Brasil em proteção de ativos e lucros cessantes.

A nomeação da Sombrero se deu após vencer o processo público licitatório. A Seguradora, apta pelos requisitos constantes do edital de licitação, apresentou o prêmio mais competitivo. “O risco foi integralizado dentro do tempo previsto, mesmo levando em consideração os termos e condições desafiadores”, afirma Márcio Rios, Diretor de Seguros da Sombrero.

O fechamento do negócio e a composição do painel de resseguradores se deu em meio à maior catástrofe climática já enfrentada no Brasil, as cheias dos rios e alagamentos que devastaram o Rio Grande do Sul, estado onde a petroleira possui importantes ativos. “Sabíamos que o mercado de resseguro estaria agravando o nível de risco de catástrofes naturais no Brasil devido a tensão quanto aos desdobramentos dos eventos ocorridos no Rio Grande do Sul, que elevaria o desafio do time da Sombrero e da WTW em efetivar a contratação da apólice em condições tão competitivas como as apresentadas”, conclui Márcio.

A emissão da apólice posiciona a Sombrero entre as congêneres que operam em grandes licitações e consolida sua estratégia de Seguradora Multiline, aberta para novos negócios dentro de um portfólio balanceado entre Seguros Agrícolas, Máquinas e Penhor Rural, Garantias, Seguros de P&C, Energy, Riscos de Engenharia e RD Equipamentos. A conquista recente também representa o retorno da WTW ao programa de seguros de Riscos Operacionais Onshore da Petrobras, da qual foi detentora anteriormente entre 2010 e 2021.”

Caio Carvalho assume a vice-presidência da MDS Risks & Reinsurance

caio carvalho MDS

Com uma trajetória de 6 anos na MDS Brasil e mais de 15 anos de experiência no mercado de seguros, Caio Carvalho assume a vice-presidência de Risks & Reinsurance da MDS Brasil, consolidando sua atuação na empresa com foco em visão estratégica, inovação e excelência.

“Estou honrado com a confiança depositada em mim para assumir essa nova posição. Liderar a área riscos e resseguros da MDS em um mercado tão dinâmico representa um desafio significativo. Meu objetivo é seguir inovando e entregando soluções que atendam às necessidades dos nossos clientes, sempre com foco em fortalecer as parcerias e expandir nossa atuação”, comenta Caio Carvalho.

O executivo assumirá o lugar de Thiago Tristão, que liderou a divisão por 10 anos e recentemente decidiu deixar a empresa. Segundo Tristão, passará um período curto curtindo a família e em breve conta detalhes sobre seus novos desafios profissionais.

“É com grande satisfação que anuncio a promoção de Caio Carvalho. Este importante movimento reflete seu excelente desempenho e liderança na área de riscos empresariais. Tenho certeza de que, sob sua gestão, as áreas de riscos empresariais e resseguro continuarão a crescer e alcançar grandes conquistas. Gostaria também de agradecer ao Thiago Tristão por sua dedicação e comprometimento durante os 10 anos em que esteve conosco. Sua atuação contribuiu fortemente para o sucesso da nossa operação”, declara Ariel Couto, CEO da MDS Brasil.

Caio já passou por grandes empresas do mercado segurador, como Yasuda, RSA,Allianz, AIG e Ensen. O executivo é bacharel em administração de empresas pelaPUC – Campinas, pós-graduado em Gestão de Seguros na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Marco Antonio Neves assume como vice-presidente de Auto e Vida da BP Seguradora

marco antonio neves

Fonte: BP Seguradora

A BP Seguradora contratou Marco Antonio Neves, executivo com mais de 35 anos de experiência no mercado segurador, como vice-presidente de Auto e Vida. O especialista em vendas assume a posição de vice-presidente de Auto e de Vida da BP Seguradora para liderar a estratégia de vendas e expansão da empresa mineira.

Com passagens como diretor comercial de grandes seguradoras como Real Seguros/Alfa Seguros, Allianz, Liberty e Sul América Seguros, Marco Antonio Neves também possui experiência internacional. No exterior, trabalhou na empresa Real Chilena de Seguros, no Chile.

Também foi presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal (SindSeg), no período de 2018 a 2023, sendo atualmente conselheiro da mesma. Também foi representante da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Fenaseg) em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal.

“A BP Seguradora tem o prazer de anunciar um grande reforço para a equipe de colaboradores. Marco Antonio Neves chega para contribuir para o crescimento da BP de norte a sul do Brasil, além de reforçar nossa operação no nosso estado de origem, Minas Gerais. Temos grandes planos para o futuro da empresa. Isso passa pelo plantel qualificado no qual Marco Neves integra”, comemora Fábio Vasconcelos, CEO da BP Seguradora.

Icatu Seguros anuncia novidades no seguro de vida Horizonte

Luciana Bastos Icatu Seguros

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros traz novidade para o Horizonte, seguro de Vida Individual Resgatável da companhia. Com foco nas necessidades dos clientes e corretores, a partir desta segunda-feira (9), o produto passa a contar com a possibilidade de quitação em cinco anos na cobertura vitalícia.

Com o objetivo de proporcionar proteção durante todas as fases da vida, o Horizonte conta com diversas coberturas adicionais, incluindo Invalidez por Acidente, Invalidez por Doença, Doenças Graves, Diária por Incapacidade Temporária e Diária por Internação Hospitalar. Além disso, os segurados do Horizonte contam com o benefício de Seguro Viagem e Assistência Domiciliar.

“O Horizonte entrega um dos preços mais acessíveis do mercado, com opções de capital segurado e coberturas bem abrangentes, além de contar com um processo de subscrição ágil e inteligente. Desde o seu lançamento, em 2019, estamos aprimorando suas condições, buscando opções cada vez mais alinhadas com as necessidades de nossos clientes e dos corretores. Com essa nova possibilidade de quitar a apólice em cinco anos, nosso objetivo é tornar o produto mais flexível, atendendo às necessidades financeiras de diferentes perfis de segurados”, afirma Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu.

Os corretores podem acessar todas as novidades do produto Horizonte através da Casa do Corretor e dos demais canais da seguradora.

Demanda por resseguro está aquecida em ambiente volátil, afirma Swiss Re

A indústria de seguros se reúne para o início das renovações no Rendez-Vous de Septembre, com a expectativa de que a crescente demanda por proteção de resseguros seja um dos principais temas em discussão, segundo a Swiss Re. As conversas também devem abordar avaliações prospectivas de risco e gestão de capital, considerando que visões adequadas de risco e o gerenciamento da volatilidade são requisitos importantes em um ambiente incerto.

O CEO da Swiss Re para Resseguros de Propriedade e Casualidade, Urs Baertschi, afirmou que os principais tópicos para o setor permanecem os mesmos do ano anterior, mas que os desafios se intensificaram, resultando em maior demanda. Com o aumento dos riscos de catástrofes naturais, incertezas econômicas e instabilidades geopolíticas, o resseguro é visto como uma maneira eficaz para as seguradoras se protegerem de perdas significativas. Ele reforçou que a Swiss Re está preparada para apoiar seus clientes com capital, expertise e soluções.

Crescimento na demanda por propriedade e especialidades

O aumento dos valores de propriedades, a urbanização e os custos de reparação impulsionados pela inflação devem aumentar a demanda por resseguros, especialmente em áreas com riscos crescentes de catástrofes naturais. De acordo com o Swiss Re Institute, 2023 foi o quarto ano consecutivo em que as perdas globais seguradas por catástrofes naturais ultrapassaram US$ 100 bilhões, com 2024 seguindo o mesmo caminho, registrando US$ 60 bilhões de perdas nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 62% em relação à média de dez anos.

A demanda por seguros no setor de engenharia também está crescendo, alinhada com as perspectivas positivas da indústria de construção, especialmente em projetos de energia renovável. Para apoiar a transição para a energia verde, a Swiss Re criou um Centro de Competência para Energia Renovável em 2023, oferecendo aos seus clientes produtos e expertise para a gestão de seus portfólios de energia renovável.

O mercado de resseguros cibernéticos segue em crescimento, impulsionado pela crescente conscientização sobre a frequência e sofisticação dos ataques cibernéticos. Nesse segmento, a gestão de risco de acumulação será essencial para permitir uma alocação eficiente de capital.

Ambiente de litígios nos EUA como preocupação crescente

Nos Estados Unidos, o aumento no número de litígios é um ponto de preocupação para o setor. De acordo com o Swiss Re Institute, o crescimento das reivindicações de responsabilidade civil superou a inflação econômica na última década, impulsionado por um aumento no número de grandes veredictos. Em 2023, houve 27 casos em que os tribunais concederam mais de US$ 100 milhões em compensações.

Se as tendências atuais continuarem, o impacto do crescimento das reivindicações superará os benefícios das taxas de juros mais altas nas linhas de seguro de responsabilidade civil em um ou dois anos, o que pode levar a uma redução na capacidade disponível.

Avaliação de riscos e gerenciamento de volatilidade

A necessidade de avaliação de riscos confiável e gestão eficaz da volatilidade vai além da função principal dos resseguradores de fornecer capacidade de risco. A expertise em modelagem, avaliações atualizadas e o gerenciamento de exposições estão se tornando cada vez mais essenciais. Um fluxo eficaz de dados ao longo da cadeia de valor do risco é um pré-requisito importante para melhorias na modelagem.

À medida que os perigos surgem ou se intensificam – como eventos climáticos extremos, o aumento de indenizações nos tribunais dos EUA ou ameaças cibernéticas –, dados precisos e oportunos são essenciais para recalibrar modelos e oferecer cenários prospectivos que permitam um preço de risco adequado. Nesse contexto, é essencial uma conversa liderada por especialistas ao longo da cadeia de valor do seguro.

Além da transferência de riscos, seguradoras estão buscando nos resseguradores insights e soluções que ajudem a compreender e mitigar riscos, incentivar a inovação e melhorar o desempenho. Gestão de capital e volatilidade também são preocupações imediatas, especialmente diante da incerteza econômica atual. Soluções estruturadas de resseguro podem oferecer proteção para suavizar a volatilidade e apoiar planos de crescimento ao melhorar a eficiência na gestão de capital.

Gianfranco Lot, Diretor de Subscrição de Propriedade e Casualidade da Swiss Re, destacou que a indústria de seguros tem demonstrado repetidamente sua capacidade de enfrentar desafios em um ambiente de riscos em rápida mudança. Segundo ele, para avançar como setor, é necessário aproveitar melhor os dados para prever futuros riscos sem se prender demasiadamente ao passado, e a Swiss Re pretende ser uma facilitadora para seus clientes nesse processo.