CVG-SP elege por aclamação Anderson Mundim Martins como presidente

por Márcia Alves

O Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP) realizou assembleia para eleição de diretoria para a gestão 2025/2026, no dia 18 de dezembro, no Terraço Itália, em São Paulo (SP). A chapa única liderada pelo atual vice-presidente Anderson F. Mundim Martins, que também é Superintendente Sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência, foi referendada pelo Conselho Consultivo do CVG-SP e eleita pelos associados presentes na assembleia.

O novo presidente eleito substituirá no cargo Marcio Batistuti, diretor Comercial da MAG Seguros, que encerra no final de dezembro a gestão 2023/2024. Batistuti, que não pode comparecer à assembleia para fazer a transmissão de cargo, enviou um vídeo saudando a nova diretoria. “Infelizmente, não pude estar presente em um momento tão especial. Desejo sucesso ao Mundim e diretoria, o CVG-SP está em ótimas mãos, contem comigo”, disse.

Metas do novo presidente
Em seu discurso de posse, Mundim agradeceu aos ex-presidentes do CVG-SP, Silas Kasahaya e Marcos Kobayashi, pela sua participação na diretoria na gestão de ambos e, ainda, ao atual presidente Marcio Batistuti e ao vice-presidente Gustavo Toledo pela indicação e apoio à sua candidatura. “Agradeço a Deus e peço que me dê muita sabedoria, força e tempo para gerir o CVG-SP, juntamente com toda a diretoria, com bastante propriedade”, disse.

O novo presidente contou que na sua carreira de 28 anos na área de seguros, atuou nos últimos dez anos na área de benefícios. Nas áreas de seguro de vida e previdência, em especial, ele trabalha há dois anos. “Modestamente, aprendi nesse período que os seguros de pessoas podem crescer muito. Para tanto, precisamos de cada corretor, cada assessoria e cada seguradora para conscientizar a população sobre a importância do seguro de vida”, disse.

Mundim adiantou que uma de suas metas de gestão será expandir a atuação do CVG-SP para o interior do estado. Nas ocasiões em que percorreu algumas cidades paulistas, ele observou que o seguro de vida ainda não é prioridade entre os corretores de seguros e tampouco difundido como deveria para a população. “Conto com a diretoria do CVG-SP para divulgar para esse público o seguro de vida, um ramo tão nobre, mas pouco reconhecido”, disse.

Mundim, que mantém ótimo relacionamento com corretores de seguros, afirmou que também pretende empreender iniciativas que levem ao aumento da força de venda do seguro de vida. Para tanto, seu público-alvo serão os profissionais que comercializam exclusivamente o seguro de automóvel. “Hoje, a missão da diretoria é mostrar aos corretores ‘automoveleiros’ que vender seguro de vida é tão ou mais rentável que o seguro auto e menos concorrido”, disse.

O novo presidente agradeceu as autoridades presentes no evento, a maioria composta por representantes dos corretores de seguros, e disse que outra meta é unir as entidades de seguros em torno do CVG-SP, sobretudo os CVGs de outros Estados. “Vamos conversar e nos organizar para juntos fortalecermos os produtos de vida. Para isso, precisamos da união de todos, incluindo corretores e assessorias”, disse.

Agradecimento especial
O diretor de Relações com o Mercado, Renato Barbosa, que conduziu a cerimônia de eleição e posse da nova diretoria, comentou as ações da atual gestão, destacando como principal o inédito Prêmio Seguro Paulista, que elegeu por meio do voto online de corretores os melhores profissionais que atuam na linha de frente das seguradoras associadas ao CVG-SP. A entrega do troféu foi realizada no dia 9 de dezembro para os vencedores em quatro categorias.

“Recebemos 3.067 votos únicos de corretores de seguros, que elegeram, entre os 40 profissionais indicados por seguradoras beneméritas do CVG-SP, aqueles que melhor os atendem, e isso foi muito importante” disse. Ele também fez um agradecimento especial à gestora do CVG-SP, Lúcia Gomes. “Você é insubstituível, seu trabalho e dedicação ao CVG-SP não tem preço”, disse.

Marcio Batistuti também registrou em vídeo seu agradecimento à sua diretoria e à gestora do CVG-SP. “Lúcia, sem dúvida, o sucesso das ações do CVG-SP tem muito do seu trabalho. Muito obrigado”, disse. Renato Barbosa, que passa a compor a diretoria de Relações com o Mercado como diretor adjunto, se despediu do cargo de titular da pasta. “Foi uma grande satisfação participar desta diretoria e conectar o nosso mercado”, disse.

Nova diretoria do CVG-SP – Gestão 2025/2026

Presidente: Anderson F. Mundim Martins (Bradesco Vida e Previdência)
Vice-presidentes: Gustavo Alves de Toledo (MetLife) e Joana Barros Salgueiro Santos (Alfa Previdência e Vida)

Diretor Administrativo Financeiro: Paulo Rogério de Lima (Icatu Seguros)
Adjuntos: Aline Accacio Benzecry (Seguros SURA), Carlindo Boaventura Ferreira (CBJR Boaventura), Gustavo Rey Carvalho (AXA do Brasil) e Renato dos Santos Ribeiro (SulAmérica)

Diretor de Relações com o Mercado: Marcos Vinicius Z. N. Salum (Swiss Re)
Adjuntos: Bruno de Carvalho Perassoli (Bradesco Vida e Previdência), Fabiano Sardá (Mawdy),
Hélio Opipari Júnior (Padrão Opipari), Josusmar Sousa (Mister Liber), Lupércio Biscaro Neto (Tokio Marine), Mario Jorge Pereira (Samplemed) e Renato C. Cunha Barbosa (R&D Life)

Diretor de Seguros: Tiago Vicente de Moraes (Seguros Unimed)
Adjuntos: Asenate Maria de Souza Ferreira (Porto Seguro), Hilca Gonçalves Vaz de Matos (MAPFRE Seguros), Marcelo de Paula Souza (MAG Seguros), Rogério Abreu de Araújo (TGL Consultoria) e Waldemir Fiorio Junior (MAG Seguros)

Comissão Fiscal – Presidente: Alessandra Martins Monteiro (Swiss Re)
Membros efetivos: Alexandre Vicente da Silva (HDI Seguros) e Ana Flávia Ribeiro Ferraz (Bradesco Vida e Previdência)
Suplentes: Leandro Cordeiro Silva (Zurich Seguros) e Paulo Henrique Gomes (Capemisa Seguradora)

Zurich projeta avanços estratégicos e inovações sustentáveis para 2025

CEO Zurich Seguros Edson Franco

A Zurich Seguros encerra 2024 com um desempenho sólido, alavancado por crescimento sustentável, diversificação de portfólio e avanços em inovação. A empresa se prepara para 2025 com metas voltadas à expansão no varejo, liderança em seguros corporativos e avanços na sustentabilidade. Segundo Edson Franco, CEO da Zurich, a empresa busca enfrentar desafios globais como mudanças climáticas e cibersegurança, com foco na transformação digital e soluções adaptativas.

“2024 foi um ano desafiador, mas também de consolidação. Graças à nossa expertise local e internacional, conseguimos crescer dois pontos percentuais acima do mercado, mesmo diante de eventos climáticos extremos, como a tragédia no Rio Grande do Sul,” afirma Franco.

A Zurich alcançou um crescimento expressivo em linhas de negócios como Garantia (+84%), Linhas de Engenharia (+46%) e Responsabilidade Civil (+34%) até outubro, consolidando sua presença em seguros corporativos. “Nosso foco no cliente e no futuro permitiu avançar significativamente, principalmente em produtos como automóvel, vida, residencial e celular, sempre em parceria com corretores,” destaca o executivo.

“Em 2024, até outubro, crescemos seis vezes mais que o mercado no seguro automóvel, com rentabilidade, o que é difícil. No seguro residencial, tivemos um crescimento de mais de 90% no número de clientes, e no seguro de vida, um crescimento relevante do produto Vida PME,” explica Franco. Esse desempenho é reflexo da estratégia de diversificação e do fortalecimento do relacionamento com assessorias e corretores, além de parcerias com varejistas e bancos.

“A sustentabilidade segue como um dos pilares estratégicos da Zurich. Além de iniciativas ambientais, temos projetos sociais importantes, como o Fonte de Futuro, que leva água tratada a escolas no Tocantins, e o Origens, que promove a economia sustentável entre os povos originários da Amazônia. Também ampliamos nosso apoio ao Instituto Terra e a programas de educação para jovens brasileiros,” ressalta Franco.

Outro destaque foi a compensação de mais de 7 mil toneladas de carbono desde 2023, uma medida que reflete o compromisso da Zurich com a descarbonização e a incorporação de atributos sustentáveis aos produtos e serviços. “Nossa plataforma Zurich Resiliência Climática tem ajudado empresas a mitigar riscos climáticos com soluções personalizadas e baseadas em dados,” afirma o executivo. Esse projeto foi premiado pela CNSeg em 2024 e continua ganhando relevância diante dos eventos climáticos extremos.

A Zurich também se destacou em seguros cibernéticos, oferecendo consultoria completa para avaliação de riscos e estratégias de governança em segurança da informação. “Nosso trabalho em cibersegurança vai além das apólices, ajudando empresas a melhorarem sua resiliência frente às crescentes ameaças digitais,” explica Franco.

Para 2025, as metas prioritárias incluem diversificação de negócios, expansão no segmento de pequenas e médias empresas e fortalecimento do relacionamento com corretores. “Vamos continuar priorizando a sustentabilidade e a inovação como fundamentos para atender nossos clientes e enfrentar desafios globais, como as mudanças climáticas e a cibersegurança,” afirma Franco.

Com uma agenda robusta, a Zurich reforça seu compromisso com o crescimento sustentável e o desenvolvimento de soluções que impactam positivamente seus clientes e a sociedade. “Seguiremos atuando com uma agenda muito sólida, tendo a inovação como caminho para aumentar a eficiência de nossas operações, incorporar a sustentabilidade ao negócio e aprimorar ainda mais o atendimento ao cliente,” conclui Franco.

3 motivos para investir em previdência privada no final do ano

Fonte: Zurich

O fim do ano é um período que muitas pessoas escolhem para refletir sobre o futuro e para construir novos hábitos para serem adotados no novo ano que se aproxima. Nesse contexto, a previdência privada pode ser uma excelente opção para pensar na segurança financeira a longo prazo e para a adoção de hábitos financeiros mais saudáveis no dia a dia. 

Além de garantir economia no Imposto de Renda em 2025, aproveitar os últimos dias de 2024 para adotar e fazer aportes em um plano de previdência pode ser o pontapé inicial para a realização de objetivos de longo prazo, como uma viagem, a educação dos filhos ou mesmo a independência financeira na aposentadoria. 

“A previdência privada, com sua rentabilidade acumulada ao longo dos anos, é uma forma eficaz de transformar um plano em realidade futura, enquanto assegura uma reserva financeira importante a longo prazo”, defende Rafael Guilhon, superintendente de Negócios em Previdência da Zurich Seguros. 

Ele também aponta 3 motivos para aproveitar a virada de ano para apostar nesse investimento: 

  1. Benefícios fiscais e maior rentabilidade   

A previdência privada oferece vantagens tributárias, como a dedução de até 12% da renda bruta anual no cálculo do Imposto de Renda para aqueles que optam pelo plano PGBL. Além disso, não há “come-cotas”, permitindo que os ganhos cresçam mais no longo prazo. Para quem faz a declaração no modelo completo, os aportes realizados no plano reduzem a base tributável, resultando em menos impostos a pagar ou em uma restituição maior.  

Para quem quer aproveitar esses benefícios em 2025, os aportes devem ser realizados nos planos de previdência até o dia 30 de dezembro de 2024. 

  1. Maior possibilidade de investimento com o 13º  

Muitas pessoas recebem o 13º salário, bonificações ou férias nesse período, e destinar parte desse valor para um plano de previdência privada é um excelente começo.  

Dessa forma, é possível começar ou intensificar seus investimentos nesse período, aproveitando a renda extra para investir no seu futuro, sem comprometer os compromissos financeiros já assumidos com a sua renda atual. 

  1. Planejar novos hábitos financeiros para 2025 

A previdência privada permite a realização de aportes mensais ou com a frequência desejada pelo contribuinte.  

A adoção de um plano de previdência nesta virada de ano pode ajudar na construção da disciplina para investir com frequência. Os planos da Zurich, por exemplo, permitem aplicações a partir de R$ 100,00. Dessa forma, não é necessário ter uma renda alta, mas um bom planejamento financeiro pessoal.   

Rafael explica que a previdência é um investimento adaptável aos objetivos de cada pessoa, com modalidades que permitem ajustes de contribuição e resgates em emergências. “Investir na previdência privada é garantir um futuro com mais qualidade de vida e segurança financeira. A Zurich está preparada para atender diversos perfis de investidores”, explica Guilhon.  

O executivo ainda complementa que a previdência privada é uma decisão estratégica para quem busca um futuro mais seguro e organizado financeiramente.  “Além disso, a previdência permite uma maior rentabilidade dos recursos ao longo do tempo, contribuindo para o aumento do patrimônio. Outro ponto importante é a diversificação da carteira, que ajuda a equilibrar os investimentos, aumentando os retornos e reduzindo os riscos de concentração em uma única aplicação”, finaliza o executivo

Corretora de seguros It’sSeg mira expansão na América Latina com soluções digitais para clientes

Thomaz Meneses

As metas para 2025 incluem avanços em diversas frentes, segundo Thomaz Menezes, CEO da corretora de seguros It’sSeg, empresa do grupo Acrisure. Para 2025, a empresa planeja expandir o portfólio com produtos mais conectados às necessidades de mercados específicos e fortalecer a área de produtos de afinidade, desenvolvendo soluções digitais e ampliando a distribuição. “Queremos fortalecer ainda mais nossa cultura de centralidade no cliente, avançar na transformação digital e expandir nossa presença no Brasil e na América Latina.

O executivo destacou o papel estratégico da Acrisure na região, que permitirá à empresa acessar novos mercados e oferecer soluções globais aos clientes locais. “Para manter o ritmo de crescimento necessário para atingir as metas de participação no PIB até 2030, será essencial continuar investindo em tecnologia, capacitação das equipes e inovações que aproximem os seguros de um público mais amplo e diversificado”, contou em entrevista ao Sonho Seguro.

O desempenho da empresa e do setor de seguros em 2024 foi marcado por consolidações e avanços significativos, Ele destaca que a companhia registrou crescimento expressivo, alavancado pela abertura de novas geografias em Minas Gerais e Ceará, com a chegada da SIMgular Corretora e Montpelier Consultoria. “Tivemos a chegada de novos diretores, que trouxeram uma energia renovada à gestão”, afirmou.

A empresa também implementou mudanças estratégicas na unidade de seguros individuais e massificados, além de criar uma área de canais de parcerias com o mercado. “Estamos liderando uma transformação cultural com foco em centralidade do cliente, em parceria com a Fundação Dom Cabral, o que tem sido fundamental para alinhar processos, tecnologias e treinamento”, ressaltou.

A expansão do acesso ao seguro também foi um ponto central em 2024. A empresa diversificou canais de distribuição para alcançar públicos menos atendidos, como populações de baixa renda, e simplificou produtos e processos para torná-los mais acessíveis. “Estabelecemos uma parceria estratégica para oferecer telemedicina, telepsicologia e telenutrição para empresas corporativas, como uma possibilidade de acesso à cuidados de saúde física e mental”, explicou Menezes.

As reformas e os investimentos públicos anunciados pelo governo tiveram impacto moderado no setor em 2024, de acordo com o executivo. Ele apontou preocupações com o aumento da taxa de juros, inflação e dólar, que afetam o consumo de seguros de maneira geral. “O setor ainda enfrenta desafios relacionados à conscientização sobre a importância do seguro em diferentes segmentos da população”, afirmou. A empresa investiu em inovação, capacitação e tecnologia para mitigar os impactos do cenário econômico e aproveitar as oportunidades existentes.

A inovação foi outro destaque de 2024, com investimentos em digitalização, novos produtos e canais de venda. “Abrimos uma área de seguros cibernéticos, trazendo novos profissionais para o nosso time e nos aproximando da Acrisure, que possui uma unidade específica de cyber e que está nos apoiando com tecnologia e conhecimento internacional”, comentou.

Grupo HDI reforça atendimento de assistência durante a alta temporada

Fonte: HDI

Com a chegada da alta temporada, marcada pelo aumento no uso de veículos e residências durante as férias, o Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do Brasil – reforça uma série de mudanças que ocorreram ao longo do último semestre, em relação à assistência para as marcas HDI, Yelum e Aliro, com o objetivo de tornar o atendimento mais eficaz nesse período, garantindo uma experiência ainda mais ágil, eficiente e intuitiva para clientes e corretores, bem como reforçar o compromisso da empresa em oferecer soluções inovadoras e simplificadas.

Com a mudança da operação de assistência de todos os segurados do Grupo HDI para a Fácil Assist e unificação da experiência, o atendimento durante os meses de alta temporada se torna ainda mais ágil, com equipes exclusivas e dedicadas aos serviços, frota própria de guinchos personalizados, pátios reservados para veículos segurados, maior preparo dos prestadores e gestão contínua da qualidade e processos padronizados de ponta a ponta.

A equipe de atendimento também foi ampliada para oferecer suporte imediato aos clientes no momento em que mais precisam, por meio de canais digitais disponíveis 24 horas por dia, permitindo que os clientes solicitem ajuda de forma rápida e prática, reduzindo o tempo de espera.

Dicas de prevenção para viagens tranquilas 

Como parte da campanha de alta temporada, o Grupo HDI também listou algumas recomendações para orientar clientes e corretores com informações práticas para evitar imprevistos. São elas: 

  • Residências: conferir o funcionamento dos sistemas elétricos e hidráulicos, desligar aparelhos não essenciais e comunicar vizinhos ou síndicos antes de viajar.
  • Veículos: realizar revisões periódicas, verificar pneus e fluidos, e certificar-se de que a documentação está em dia.

“Estamos sempre inovando para garantir o melhor atendimento aos nossos clientes e facilitar a experiência dos nossos parceiros. As melhorias implementadas, aliadas à nossa operação digital, permitem que enfrentemos os desafios da alta temporada com eficiência e agilidade, garantindo tranquilidade para todos,” afirma Luciane Merli, COO da Fácil Assist.

Mapfre impacta 244 mi de visualizações no CONMEBOL Libertadores’

Fonte: Mapfre

A Mapfre concluiu o seu primeiro ano como patrocinadora oficial da CONMEBOL Libertadores celebrando resultados positivos em visibilidade da marca e relacionamento com públicos estratégicos. A companhia aproveitou o alcance do maior torneio de clubes de futebol das Américas para ir além da exposição de sua identidade, investindo em ações de aproximação com corretores de seguros, clientes e torcedores.

Com a decisão entre Botafogo e Atlético Mineiro, que garantiu o sexto título consecutivo para uma equipe brasileira, a competição chegou ao ápice de sua audiência. Mais de 60 mil pessoas lotaram o Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e a transmissão se consagrou como a partida de futebol mais assistida na TV brasileira em todo o ano de 2024. Foi o fechamento de uma temporada que representou o maior patrocínio global de sua história e uma oportunidade de amplificar sua conexão com os valores do esporte e com o público brasileiro apaixonado por futebol. 

“A CONMEBOL Libertadores proporcionou uma plataforma incomparável para nos conectarmos com nossos públicos de forma direta e em massa. Este ano, conseguimos entregar experiências marcantes para nossos parceiros e segurados, reforçando o vínculo da Mapfre com os valores do futebol, como superação, paixão e trabalho em equipe”, afirma a diretora de comunicação e marketing, Tatiana Cerezer.

FenaCap elege nova diretoria para o mandato 2025-2028   

A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) realizou eleições para a escolha de sua nova diretoria. A votação, feita em Assembleia Geral pelos representantes da instituição, ocorreu com chapa única. O novo mandato abrangerá o período de 7 de fevereiro de 2025 a 6 de fevereiro de 2028.

O atual presidente da entidade, Denis Morais, foi reeleito para seu segundo mandato. Com quase 40 anos de experiência nos setores de seguros e capitalização, Denis tem como missão assegurar condições para que o segmento, que opera no país há 95 anos, mantenha sua trajetória de crescimento.

“Estou muito honrado com este novo mandato. Vamos continuar unindo esforços e trabalhando em parceria com as associadas em prol do desenvolvimento do setor e, consequentemente, da economia do país”, afirmou o presidente reeleito e também vice-presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

A posse da nova diretoria ocorrerá em fevereiro de 2025.

Veja, a seguir, a chapa vencedora:

Presidente:

Denis dos Santos Morais – Brasilcap Capitalização S/A

Vice-Presidentes:

Alexandre Petrone Vilardi – Icatu Capitalização S/A

Américo Pinto Gomes – Bradesco Capitalização S/A

Marcio Coutinho Teixeira de Carvalho – Capemisa Capitalização S/A

Wallace Behrend Harchbart – Brasilcap Capitalização S/A

Diretores:

Diego Zugno Kulczynski – Aplicap Capitalização S/A

Eduardo Nogueira Domeque – Cia Itaú de Capitalização

Gustavo Pimenta Germano Santos – XS4 Capitalização S/A (CaixaCap)

Hilca Gonçalves Vaz de Matos – Mapfre Capitalização S/A

Luciano Graneto Vieira – Kovr Capitalização S/A

Marcos Roberto Loução – Porto Seguro Capitalização S/A

Renato Bueno Terzi – Liderança Capitalização S/A

Rodrigo Monteiro de Barros – Zurich Brasil Capitalização S/A

Thiago Reus Rosa Lopes Estevem – Via Capitalização S/A

Vivian Freire de Oliveira – Santander Capitalização S/A

Conselho Fiscal

Efetivos:

Vinicius Marinho da Cruz – Bradesco Seguros S/A

Elida Cristina Cassunde dos Santos Lopes – Capemisa Seg Vida e Prev S/A

Anderson Alves Bastos – Icatu Seguros S/A

Suplentes:

Gustavo Genovez – 180 Seguros S/A

Katiene Keller Pereira – Kovr Seguradora S/A

Valor: CVM condena por unanimidade ex-CFO do IRB à multa máxima de R$ 20 milhões; ex-CEO é absolvido 

Fonte: Valor

Em sua última sessão de julgamento do ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou por unanimidade o ex-vice-presidente executivo financeiro e de relações com investidores do IRB, Fernando Passos, à multa máxima de R$ 20 milhões por manipulação de preços de ações em 2020. Já José Carlos Cardoso, ex-diretor-presidente da companhia, foi absolvido, também por unanimidade, da acusação de descumprimento do dever de diligência.

O relator, o diretor da CVM Daniel Maeda — que fez nesta quinta-feira sua última sessão de julgamento, já que deixa o cargo no fim de dezembro — afirmou em seu voto que é incontestável a tese de que Passos foi a origem da informação falsa de que o fundo Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, iria adquirir fatia relevante do IRB. A notícia levou as ações a uma valorização 13,2% em dois dias.

“A meu ver, a existência do dolo é evidente”, afirmou Maeda, que apontou que a motivação para a disseminação da informação falsa foi a vantagem financeira que obteria com o Programa de Superação, aprovado pelo Conselho de Administração do IRB. O plano de premiação garantiria à diretoria “importâncias milionárias caso as ações atingissem determinado patamar ou o superassem até maio de 2021.”

O relator afirmou que os bons antecedentes do ex-CFO permitiriam a aplicação de um atenuante de 15% do valor. No entanto, acrescentou outros 15% pelo “agravante de dano à imagem do mercado de valores mobiliários pela prática de manipulação de preço.” Permaneceu, portanto, a multa máxima de R$ 20 milhões.

Já em relação a Cardoso, Maeda votou pela absolvição por não ver indícios de má-fé diante dos “artifícios ardilosos criados por Passos”. Os diretores Otto Lobo e João Accioly acompanharam o relator sem ressalvas.

O presidente da CVM, João Pedro Nascimento, também seguiu o voto de Maeda, e fez questão de fazer comentários complementares. Entre eles, o de que Cardoso deveria ser absolvido porque “confiou nas demonstrações de Passos” e ressaltou que CEOs não conseguem participar de todos os processos e podem delegar poderes. A decisão sobre o ex-CFO ainda pode ser alvo de recurso no Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN).

O caso foi tema de investigação no Departamento de Justiça americano, que aceitou que o IRB pagasse US$ 5 milhões para encerrar o assunto. A primeira vez que o megainvestidor Warren Buffett foi associado a uma possível compra de fatia do IRB foi em 2017, com a divulgação de notícias que citavam uma suposta negociação para depois do IPO. Três anos depois, em 26 de fevereiro de 2020, quando as ações da empresa estavam em queda, outra notícia circulou reacendendo a possibilidade de Buffett entrar na empresa. Desta vez houve reação positiva do mercado, e o papel subiu 13,2% em dois dias.

A eventual compra de fatia do IRB por Buffett teve desdobramentos nos dias seguintes, que seguiram tendo impacto positivo nas cotações. Em 2 de março daquele ano, em teleconferência com analistas, Passos teria afirmado que a Berkshire Hathaway já detinha ações da empresa e teria aumentado a posição, inclusive com indicação de uma representante no conselho fiscal. Naquele momento, Cardoso não contestou a informação.

Após pedido de esclarecimentos da CVM, porém, a companhia respondeu que o fundo de Buffett não era acionista com mais de 5%. E, em 3 de março, a Berkshire Hathaway informou em nota oficial que não era e não tinha intenção de se tornar acionista do IRB.

As ações iniciaram trajetória de queda e, no dia 4 de março, foi anunciada a renúncia de Passos e Cardoso e informado que o Conselho de Administração da empresa instalou procedimento interno para apurar a divulgação de ações ao mercado. Na investigação, o IRB informou à CVM que em investigação interna descobriu que Passos teria adulterado eletronicamente uma troca de e-mails entre Cardoso e um representante da Berkshire Hathaway.

Em depoimento à CVM, Passos admitiu “ajustes” em um arquivo com a base acionária da companhia “para verificar qual seria o tamanho da Berkshire Hathaway no ranking de acionistas, na hora em que aparecesse a compra daquele volume de ações”. Segundo a argumentação da área técnica da CVM, até mesmo a suposta indicação da representante do conselho foi “uma manobra” de Passos “para dar um ar” de veracidade à história.

Procurada, a defesa de Passos não se manifestou.

Stone e Zurich anunciam parceria na oferta de seguros

Sidemar Zurich Seguros

Fonte: Stone

A Stone, principal parceira do empreendedor brasileiro em tecnologia e serviços financeiros, lança, em parceria estratégica com a Zurich Seguros, uma das maiores seguradoras globais, três novos produtos voltados às necessidades dos empreendedores brasileiros.

Entre eles está o Seguro Renda Protegida Ton, que oferece proteção aos clientes em caso de acidentes ou doenças que afetem sua capacidade de gerar renda, ajudando-os a manter o pagamento de suas contas. O produto agrega valor à oferta de credenciamento do Ton – solução da Stone voltada para autônomos e microempreendedores -, pois, com essa proteção, o cliente pode planejar melhor suas finanças diante de imprevistos que o impeçam de trabalhar. O valor da indenização do seguro pode ser utilizado para cobrir contas de consumo, como, por exemplo, água, luz e internet.

A solução responde a uma das maiores preocupações desse público: a perda de renda. Além disso, o seguro contempla benefícios adicionais, como descontos de até 85% em farmácias e participação em um sorteio mensal de capitalização no valor de R$ 10 mil.

Além do Renda Protegida Ton, a parceria entre a Stone e a Zurich também contempla o Seguro Prestamista, que tem como objetivo garantir o pagamento de prestações de crédito ou compras, caso o cliente não consiga pagar a dívida devido a impossibilidade de exercer sua atividade profissional como, por exemplo, em casos de invalidez.

Outro produto da parceria é o Seguro para Cartões com Pix que oferece proteção contra perda, furto ou roubo e para transações realizadas sob coação ou sequestro. Esta cobertura se aplica a cartões emitidos por diversas instituições, incluindo a Stone, o Ton e outros bancos, garantindo segurança adicional para os clientes em todas as suas transações financeiras.

“O Renda Protegida Ton foi pensado e desenvolvido para microempreendedores e autônomos, que não podem se dar ao luxo de parar de trabalhar, especialmente quando as contas continuam chegando no final do mês. Agora, eles têm à disposição um produto que oferece suporte nesses momentos difíceis, de maneira simples e sem burocracia, garantindo apoio em casos de perda de renda”, explica Alex Korner, Head de Seguros da Stone. O executivo ainda ressalta que novos produtos estão sendo desenvolvidos em parceria com a Zurich, com o objetivo de apoiar e proteger os empreendedores brasileiros em todas as suas necessidades.

Sidemar Spricigo, diretor de parcerias da Zurich Seguros, destaca que a parceria com a Stone reafirma o compromisso da companhia em oferecer ao mercado soluções adequadas a diferentes perfis de consumidores. “Por meio da parceria com a Stone, conseguimos ampliar ainda mais o alcance de nossos produtos e passamos a oferecer proteção de forma efetiva a um público muito importante e com necessidades específicas, que são os empreendedores”, diz.

Estadão: Câmara revoga lei que previa volta da cobrança do seguro obrigatório

senado avalia dpvat

Fonte: Estadão

Na votação do pacote fiscal, ontem, a Câmara dos Deputados retomou um dispositivo que revoga a lei complementar de 2024 que instituía o Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT), substituto do antigo DPVAT, extinto em 2020. Na prática, se mantida pelo Senado, essa alteração manteria os motoristas livres dessa nova cobrança.

O trecho havia sido incluído anteontem pelo relator do projeto, deputado Átila Lira (PPPI) em sua proposta para os deputados, mas foi retirado de última hora. Agora, foi retomado em emenda aprovada nesta quarta-feira.

O Novo DPVAT foi aprovado no Congresso em maio e sancionado no mesmo mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a legislação, a taxa começaria a ser cobrada em 2025. Os valores ainda não haviam sido definidos, mas deveriam ficar entre R$ 50 e R$ 60.

Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia responsável pela regulação e fiscalização do mercado de seguros no País, a arrecadação é necessária para pagar indenizações às vítimas de acidentes no trânsito.

Mas alguns Estados – entre eles, São Paulo – ameaçavam não adotar a cobrança. O governo paulista rejeitava operacionalizar a cobrança pelo Detran-SP em convênio com a Caixa. Isso porque a proposta do governo federal oferecia 1% do valor aos cofres do Estado, que disse que o porcentual não seria suficiente para custear as operações. Goiás, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, além do Distrito Federal, também decidiram não aderir ao modelo de cobrança conjunta.

A controvérsia chegou a causar discussões entre motoristas nas redes sociais. Isso não significava, porém, que os proprietários do veículo podiam ficar isentos de pagar o SPVAT em alguns Estados.

Para resolver o problema com os Estados, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) criou uma solução. De acordo com o órgão, os proprietários de veículos deveriam emitir a guia de pagamento diretamente nos canais da Caixa. Ainda segundo a Susep, essa arrecadação seria essencial para garantir o pagamento de indenizações a vítimas de acidentes de trânsito, incluindo motoristas dos Estados que não fizeram acordo.

A Caixa também se pronunciou, esclarecendo que, apesar da ausência de convênio com alguns Estados, os motoristas não receberiam dispensa do pagamento em 2025. O não pagamento resultaria em multa de R$ 293,47, além de 7 pontos na CNH do proprietário do veículo. Caso o proprietário não regularizasse a situação, haveria remoção do veículo. Só em São Paulo, por exemplo, cerca de 125 mil veículos sofreram apreensão por falta de pagamentos de autuações de trânsito no ano passado.

O DPVAT foi extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2020. Na época, a Susep argumentou que dados apontavam baixa eficiência do seguro, que também era alvo de processos movidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), além de outras ações judiciais.