CNseg apresenta projetos do setor segurador para mitigação de riscos climáticos à ministra Marina Silva

O setor segurador pode ser um importante aliado do Ministério de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA) no enfrentamento e mitigação dos riscos climáticos, afirmou a ministra Marina Silva em reunião nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, em Brasília, com o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira.

Na reunião, entre os temas apresentados pela CNseg, Dyogo destacou os estudos que a Confederação está realizando para melhorar o banco de dados sobre localidades onde os incidentes climáticos se dão com mais frequência, além da proposta encabeçada pelo setor de um seguro social contra catástrofe.

“A gente já tem capacidade de criar esse conhecimento, incorporar essas análises e continuar oferecendo o seguro para todo o país. Mas temos que trabalhar muito o conhecimento sobre os incidentes que acontecem no país. Além disso, o setor é importante e pode ser uma parte da solução [para mitigação climática]. Inclusive, estamos com uma proposta política dentro da agenda do seguro social de catástrofes. O Brasil hoje tem uma reação às catástrofes bastante frágil, bem debilitada e cara, e ao final não atende as pessoas, não atende a infraestrutura e não resolve o problema”, afirmou.

Para a ministra, o governo federal vem dialogando com diversos atores do setor produtivo para somar esforços para diminuição dos frequentes problemas causados pelas mudanças climáticas. Segundo Marina Silva, iniciativas como as apresentadas pelo setor segurador podem auxiliar, haja vista que a Pasta vem trabalhando para a criação de um novo marco legal para emergência climática, que deve reunir diversos esforços interinstitucionais para mapear regiões que são frequentemente atingidas por incidentes climáticos.

Na reunião, que contou com a presença do secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, também estiveram presentes o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, o diretor interino de Sustentabilidade, Alexandre Leal e do superintendente executivo de Gabinete, Gustavo Brum e demais representantes do gabinete ministerial.

COP 30

Durante o encontro também houve espaço para a apresentar à ministra as iniciativas da CNseg durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP 30, onde foi apresentada a “Casa do Seguro”, que será instalada em Belém (PA).

O projeto inovador faz parte da estratégia da CNseg de posicionar o setor como um ator fundamental na busca de soluções para os problemas relacionados ao clima. A Casa promoverá a conexão empresarial do mercado de seguros com outros setores econômicos e será um ponto de convergência para discussões sobre o papel do mercado segurador na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis e conectará agentes públicos, privados e da sociedade civil.

Ameaça cibernética e mudanças climáticas assustam gestores de seguros

Incidentes cibernéticos, como violações de dados e ataques de ransomware, e apagões de TI, como o incidente recente da empresa de segurança digital CrowdStrike, são a maior preocupação para as empresas em todo o mundo em 2025, de acordo com o Allianz Risk Barometer. 

Mais uma vez, a interrupção de negócios também é uma das principais preocupações para empresas de todos os portes, ocupando a 2ª posição. Depois de mais um ano intenso de catástrofes naturais em 2024, esse perigo permanece em 3º lugar, enquanto o impacto de um ano de supereleições, o aumento das tensões geopolíticas e o potencial de guerras comerciais significam que as mudanças na legislação e na regulamentação são um dos cinco principais riscos, em 4º lugar.

O maior aumento no Allianz Risk Barometer deste ano, que se baseia nas percepções de mais de 3,7 mil profissionais de gerenciamento de riscos de mais de 100 países, é a mudança climática, que subiu da 7ª para a 5ª posição, alcançando a posição mais alta de todos os tempos em 14 anos de pesquisa.

Brasil

No Brasil, o cibercrime é a nova preocupação central. Catástrofes naturais (3º lugar) e incêndios (5º lugar) subiram de posição em comparação ao ano anterior, enquanto mudanças no mercado (6º lugar) e apagões elétricos (9º lugar) são novos destaques no top 10 dos principais riscos. 

Confira a lista 10 maiores riscos para os negócios no Brasil em 2025

1.      Incidentes cibernéticos: 41% (classificação em 2024: 2ª posição – 31%) ↗

2.      Mudanças climáticas: 38% (em 2024: 1ª posição – 35%) ↘

3.      Catástrofes naturais: 36% (em 2024: 4ª posição – 28%) ↗

4.      Interrupção de negócios: 32% (em 2024: 2ª posição – 31%) ↘

5.      Incêndios, explosões: 19% (em 2024: 6ª posição – 18%) ↗

6.      Desenvolvimentos de mercado: 12% (novo risco em 2025)

7.      Mudanças em legislação e regulamentação: 11% (em 2024: 7ª posição – 16%) →

8.      Roubo, fraude, corrupção: 11% (em 2024: 5ª posição – 19%) →

9.      Apagões de infraestrutura crítica: 10% (novo risco em 2025)

10.  Perda de reputação ou valor de marca: 10% (em 2024: 9ª posição – 12%) →

Para a diretora de subscrição comercial da Allianz, Vanessa Maxwell, “2024 foi um ano extraordinário em termos de gerenciamento de riscos e os resultados do nosso Allianz Risk Barometer  refletem a incerteza que muitas empresas em todo o mundo estão enfrentando no momento. O que se destaca este ano é a interconectividade dos principais riscos. Mudanças climáticas, tecnologias emergentes, regulamentações e riscos geopolíticos estão cada vez mais interligados, resultando em uma complexa rede de causa e efeito. As empresas precisam adotar uma abordagem holística para o gerenciamento de riscos e se esforçar consistentemente para aumentar sua resiliência a fim de lidar com esses riscos em rápida evolução.”

Riscos cibernéticos continuam a aumentar com o avanço rápido da tecnologia

Os incidentes cibernéticos (38% das respostas gerais) são classificados como o risco mais importante globalmente pelo quarto ano consecutivo – e com uma margem maior do que em outras edições do levantamento (7% pontos). Esse é o principal perigo em 20 países, incluindo Brasil, Argentina, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. Mais de 60% dos entrevistados identificaram as violações de dados como a exposição cibernética que as empresas mais temem, seguidas pelos ataques à infraestrutura crítica e aos ativos físicos, com 57%.

“Para muitas empresas, o risco cibernético, exacerbado pelo rápido desenvolvimento da inteligência artificial (IA), é a grande ameaça que se sobrepõe a todas as outras. É provável que continue a ser um dos principais riscos para as organizações no futuro, dada a crescente dependência da tecnologia – o incidente do CrowdStrike no verão de 2024 mais uma vez destacou o quanto todos nós dependemos de sistemas de TI seguros e dependentes”, diz Rishi Baviskar, diretor global de consultoria de risco cibernético da Allianz Commercial. 

A interrupção de negócios está fortemente interligada a outros riscos

A interrupção de negócios (BI, business interruption em inglês) ficou em primeiro ou segundo lugar em todos os Termômetros de Risco da Allianz na última década e mantém sua posição em segundo lugar em 2025, com 31% das respostas. Ela é normalmente uma consequência de eventos como desastres naturais, ataques cibernéticos ou apagões, insolvência ou riscos políticos, como conflitos ou distúrbios civis, que podem afetar a capacidade de uma empresa de operar normalmente.

Vários exemplos de 2024 destacam porque as empresas ainda veem o BI como uma grande ameaça ao seu modelo de negócios. Os ataques dos Houthi no Mar Vermelho levaram a interrupções na cadeia de suprimentos devido ao redirecionamento de navios porta-contêineres, enquanto incidentes como o colapso da ponte Francis Scott Key em Baltimore também afetaram diretamente as cadeias de suprimentos globais e locais. As interrupções na cadeia de suprimentos com efeitos globais ocorrem aproximadamente a cada 1,4 ano, e a tendência é aumentar, de acordo com a análise da Circular Republic, em colaboração com a Allianz e outras empresas. Essas interrupções causam grandes prejuízos econômicos, que variam de 5% a 10% dos custos dos produtos e impactos adicionais de tempo de inatividade.

“O impulso para o avanço tecnológico e a eficiência está afetando a resiliência das cadeias de suprimentos. A automação e a digitalização aceleraram significativamente os processos, que às vezes sobrecarregam os indivíduos devido ao ritmo acelerado e à complexidade da tecnologia moderna. No entanto, quando implementadas de forma eficaz, essas tecnologias também podem aumentar a resiliência, fornecendo melhor análise de dados, percepções preditivas e recursos de resposta mais ágeis. É por isso que criar e investir em resiliência está se tornando fundamental para todas as empresas do mundo”, diz Michael Bruch, diretor global de serviços de consultoria de risco da Allianz Commercial.

Mudança climática atinge novo recorde

Estima-se que 2024 tenha sido o ano mais quente já registrado. Foi também um ano de terríveis catástrofes naturais, com furacões e tempestades extremas na América do Norte, enchentes devastadoras, como a do Rio Grande do Sul no Brasil, e na Europa e na Ásia, secas na África e na América do Sul. Depois de cair na classificação durante os anos de pandemia, pois as empresas tiveram que lidar com desafios mais imediatos, a mudança climática subiu duas posições e está entre os cinco principais riscos globais, em 5º lugar em 2025, sua posição mais alta, enquanto o perigo intimamente interligado de catástrofes naturais permanece em 3º lugar, com 29%, embora mais entrevistados também tenham escolhido esse risco como um dos principais ano após ano. Pela quinta vez consecutiva, em 2024, as perdas seguradas ultrapassaram US$ 100 bilhões.

Em todo o mundo, as catástrofes naturais são o risco número um na Áustria, Croácia, Grécia, Hong Kong, Japão, Romênia, Eslovênia, Espanha e Turquia, muitos dos quais viram alguns dos eventos mais significativos de 2024. Na Europa Central e Oriental, bem como na Espanha, as enchentes tiveram um impacto dramático sobre as pessoas e as empresas, enquanto o Japão enfrentou um terremoto na Península de Noto, que resultou em perdas seguradas de US$ 3 bilhões, com perdas econômicas que chegaram a US$ 12 bilhões. No Brasil, em que esse tema está na 3º colocação do relatório, as enchentes do RS de 2024 causaram prejuízos de R$ 3,32 bilhões ao varejo.

Geopolítica e protecionismo permanecem no radar

Apesar da contínua incerteza geopolítica e econômica no Oriente Médio, na Ucrânia e no Sudeste Asiático, os riscos políticos e a violência caíram uma posição, passando para 9º lugar em relação ao ano anterior, embora com a mesma parcela de entrevistados de 2024 (14%). No entanto, esse é uma ameaça mais preocupante para as grandes empresas, subindo para a 7ª posição, ao mesmo tempo em que é uma nova entrada no top 10 de riscos para empresas menores, na 10ª posição.

O medo das guerras comerciais e do protecionismo está aumentando e a análise da Allianz e de outras empresas mostra que, na última década, as restrições à exportação de matérias-primas essenciais quintuplicaram. As tarifas e o protecionismo podem estar no topo da lista do novo governo dos EUA, mas, por outro lado, há também o risco de um “velho oeste regulatório”, principalmente em relação à IA e às criptomoedas. Enquanto isso, os requisitos de relatórios de sustentabilidade estarão no topo da agenda na Europa em 2025.

“O efeito das novas tarifas será praticamente o mesmo da regulamentação (excessiva): aumento dos custos para todas as empresas afetadas”, diz Ludovic Subran, diretor de investimentos e economista-chefe da Allianz. “Entretanto, nem toda regulamentação é inerentemente ‘ruim’. E, na maioria das vezes, é a implementação de regras que dificulta a vida das empresas. O foco deve ser não apenas o número de regras, mas também uma administração eficiente que facilite ao máximo a conformidade. Uma digitalização completa da administração é urgentemente necessária. No entanto, também em 2025, provavelmente ainda estaremos esperando em vão por uma estratégia digital correspondente. Em vez disso, as guerras comerciais estão chegando. A perspectiva não é animadora.”

Diretoria comercial corporal da Tokio Marine fecha 2024 com faturamento de R$ 2,5 bi e já mira em R$ 3 bi

Fonte: Tokio

Uma das maiores operadoras do mercado, a Tokio Marine Seguradora anuncia faturamento de R$ 2,5 bilhões na Diretoria Comercial Corporate em 2024. Dentre as linhas de negócio que tiveram maior destaque na área estão os Seguros Garantia (53%), Riscos de Engenharia (25%), Vida (24%) Riscos Nomeados e Riscos Operacionais (19%) e Auto Frota (15%).

Já mirando uma produção de R$ 3 bilhões, o diretor comercial Corporate, José Luis Pereira de Franco, reforça que este resultado se deve ao forte relacionamento da companhia com os Parceiros de Negócios. “Nós estamos sempre em busca do aprimoramento de nossos processos, com investimentos constantes em melhorias operacionais e de serviços, para proporcionar um atendimento excepcional a nossos corretores e clientes”, explica.

Com mais de 60 colaboradores dedicados, esta área da companhia é responsável pelo atendimento a mais de 150 corretores que atuam com a carteira de Riscos Corporativos, com clientes que vão de indústrias automobilística e sucroalcooleira a transportes, a empresas de energia e infraestrutura. 

Atenta às movimentações de mercado, a diretoria quer estar ainda mais próxima de entidades dos setores atendidos, reforçando sua expertise no atendimento de clientes corporativos. “Para 2025, nós queremos aumentar a amplitude de nossas linhas de negócios e contribuir para o crescimento sustentável da companhia agregando ainda mais valor ao que fazemos”, ressalta Franco.

Sancor Seguros realiza evento em São Paulo e reforça compromisso com o mercado brasileiro

Fonte: Sancor

A Sancor Seguros, subsidiaria brasileira do maior grupo segurador argentino, reforçou seu projeto de expansão no país com a realização da primeira edição do evento “Conexão Sancor” em São Paulo, no dia 29 de janeiro. Cerca de 30 convidados, entre corretoras, assessorias e líderes de sindicatos e associações importantes do mercado de seguros, participaram do encontro, que contou com a presença de lideranças da Sancor, incluindo o CEO Edward Lange, CCO Paulo Dawibida, o Superintendente Comercial da Região de São Paulo Sandro Moraes e o Superintendente de Riscos Técnicos Alexandro Sanxes.

Os executivos apresentaram a trajetória, diferenciais e proposta de valor da Sancor Seguros, reforçando seu compromisso com o mercado brasileiro. Foram citados também os planos de crescimento da companhia e a estratégia de expansão, denominada “Ambição 2030”. “Nosso compromisso é expandir de forma sustentável, fortalecendo parcerias e oferecendo soluções que realmente agreguem valor aos nossos clientes e corretores”, afirmou Edward Lange.

O Superintendente Comercial da Região de São Paulo, Sandro Moraes, ressaltou a relevância do evento para o fortalecimento da companhia no maior mercado do país e seu entusiasmo com os desafios estreando á poucas semanas na companhia: “O Conexão Sancor é um passo fundamental e necessário no fortalecimento das relações com os corretores e assessorias. Queremos crescer juntos oferecendo soluções que atendam às necessidades do mercado, e ninguém melhor que os corretores para validarmos o caminho”.

Em um toque de celebração cultural com empanadas e vinhos argentinos, a Sancor Seguros também ofereceu aos participantes uma experiência com apresentação de tango, reforçando as raízes da companhia e a conexão com o Brasil.

Após o sucesso da edição paulista, seguem firme em seu plano de expansão, levando o Conexão Sancor para outras regiões estratégicas ao longo de 2025.

CNseg apresenta para presidentes dos Sindsegs estratégia para 2025

Fonte: CNseg

Com o objetivo de apresentar as ações que serão trabalhadas junto ao Governo Federal, o Congresso Nacional e o Judiciário ao longo de 2025, a Confederação Nacional das Seguradora (CNseg) recebeu os oito presidentes regionais dos Sindicatos das Seguradoras (Sindsegs) pela primeira vez. O encontro contou com a participação do presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos, e o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.

Roberto destacou a importância do encontro para alinhamento e aproximação da Confederação com os sindicatos regionais acerca das atividades que norteiam o setor segurador por todo o país.

“Acho super propício esse encontro para alinhamento do papel e da importância dos sindicatos patronais no que diz respeito ao ecossistema do setor. O sindicato tem um papel muito importante regionalmente. Então, essa reunião, onde nós tivemos aqui os diversos presidentes regionais vai servir de alinhamento, sendo muito positiva para as ações do nosso mercado”, afirmou Roberto Santos.

Para Dyogo Oliveira, a aproximação com os sindicatos é uma das grandes virtudes da atual gestão da CNseg, e ressalta o apoio da Confederação nas iniciativas que os gestores regionais executam em suas localidades.

“Nesta reunião gostaria de mais uma vez enfatizar que precisamos da atuação regional dos Sindsegs para desenvolver ainda mais o setor. Além disso, toda a estrutura da CNseg, sua atuação técnica, de relacionamento e de comunicação, vai estar sempre à disposição”, afirmou.

Participaram do encontro os presidentes do Sindseg BA/SE/TO, Paulo Cesar Souza, do Sindseg RJ/ES, Saint’Clair Pereira, do Sindseg PR/MS, Guilherme Bini, do Sindseg RS, Ederson Daronco, do Sindseg SC, João Amato, do Sindseg SP, Patricia Chcacon, do Sindseg N/NE, Edmir Ribeiro, e do Sindseg MG/GO/MT/DF, Andréia Padovani. Também estiveram presentes na reunião os diretores da CNseg, de assuntos corporativos, Genildo Lins e de Estudos e Sustentabilidade, Alexandre Leal.

Durante o encontro foram ressaltados um conjunto de ações entre CNseg e Sindsegs que deverão ser aplicados para aprimoramento das atividades do setor no país. Entre elas, destaque para promoção de ações de sinergia entre Confederação, Federações e Sindsegs; fortalecimento institucional e imagem do setor segurador; otimização de recursos; além de serem apresentados às inciativas do projeto de Parceria com estados.

O diretor de assuntos corporativos da CNseg, Genildo Lins, lembrou que a integração entre Sindicatos e CNseg é essencial para promoção do mercado por todo o país. “Pudemos demonstrar os temas que a gente trata nos estados em matéria legislativa e do poder executivo. Além disso, é importante ressaltar que os sindicatos são os que estão na ponta, são os que estão mais próximos dos governos estaduais e municipais, dessa forma eles têm um papel fundamental para ajudar a Confederação no trabalho de relação com os poderes locais, principalmente”, afirmou.

MAG Seguros “veste” de azul pontos turísticos do RJ para celebrar 190 anos

Fonte: MAG

A MAG Seguros lançou na segunda-feira (3) seu filme institucional para comemorar seus 190 anos, em um evento exclusivo para os colaboradores da empresa, no Teatro Riachuelo Rio. O vídeo que celebra o aniversário da marca, cuja trajetória está atrelada à do Brasil e é reconhecida como a precursora da previdência no país, homenageia a cidade do Rio de Janeiro. Com o mote “Vestindo o Rio de Azul”, cor da companhia, a campanha ilumina pontos turísticos marcantes da cidade que é berço de sua história.

Criada pela agência DPBR, o filme propõe uma reflexão sobre como o azul é a cor que abraça e representa a vida, e como ele se faz presente na rotina dos cariocas – seja no mar, no céu ou à noite. Seguindo este mote, a MAG iluminou pontos turísticos da cidade, como o Cristo Redentor, o estádio do Maracanã e a Rio Star, a icônica roda gigante da zona portuária.

O Cristo Redentor, maior símbolo do país e um dos pontos turísticos mais visitados do mundo, recebeu uma projeção com um coração e o azul da marca, com os dizeres “Protegendo o nosso futuro, juntos”, abençoando o compromisso da seguradora na proteção das famílias brasileiras.

“Celebrar o marco de 190 anos é motivo de orgulho e alegria para todos nós do Grupo MAG. Nossa história está atrelada a do povo brasileiro, firmada junto ao nosso compromisso de levar proteção financeira para todos. Trazemos nesse vídeo as cores da nossa marca em lugares tão marcantes na cidade que protagonizou a nossa história”, afirma Helder Molina, CEO do Grupo MAG.

Ainda dentre as ativações realizadas para a celebração dos 190 anos da companhia, a MAG fechou uma parceria com o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor. Ao longo do ano, a empresa e a Arquidiocese do Rio vão realizar um projeto que visa oferecer acesso gratuito a serviços essenciais, promovendo cidadania, saúde, educação e sustentabilidade à população em situação de vulnerabilidade social.

Apoio ao esporte

Dentro da programação do evento, Helder também anunciou o patrocínio da marca às atletas Rafaela Silva – medalhista olímpica e bicampeã mundial de judô – e Raíssa Machado – medalhista paralímpica e campeã parapanamericana de lançamento de dardo. As atletas, que no ano passado foram medalhistas em Paris, são as novas embaixadoras da MAG.

“Ter atletas como a Rafaela e Raíssa ao nosso lado, com trajetórias marcadas por esperança e determinação, são motivos de muito orgulho para nós do Grupo MAG. Nós acreditamos no poder de mudança que o esporte traz e seu impacto positivo em toda uma sociedade,” disse o executivo.

MetLife expande unidade de negócios para acelerar embedded insurance na América Latina

Marcelo Tomei MetLife

A MetLife anunciou a evolução da solução MetLife Xcelerator para uma nova unidade de negócios com foco na transformação do embedded insurance na América Latina. Segundo a companhia, a iniciativa busca ampliar o acesso à proteção financeira por meio de tecnologia e um modelo de integração ágil.

No Brasil, a MetLife Xcelerator concentra o maior número de parceiros da região, permitindo acesso a soluções customizadas de seguros. “A MetLife Xcelerator impulsionou o crescimento da companhia em 2024, alcançando mais de 2,3 milhões de novos clientes ao desempenhar um papel crucial na estratégia de embedded insurance”, afirma Marcelo Tomei, vice-presidente comercial da MetLife Brasil.

A unidade de negócios opera no modelo B4B2C (Business-for-Business-to-Consumer), permitindo que bancos digitais, carteiras eletrônicas, varejistas e outras empresas integrem seguros diretamente em seus produtos e serviços. Essa abordagem, segundo a empresa, fortalece a fidelização de clientes e oferece vantagens competitivas aos parceiros.

Javier Cabello, recentemente nomeado líder da MetLife Xcelerator na América Latina, destaca que a unidade busca acelerar a transformação digital e a inclusão financeira na região. “Estamos redefinindo como as pessoas acessam seguros: com uma abordagem 100% digital, mais rápida, acessível e personalizada”, afirma.

A MetLife Xcelerator já atende mais de 4 milhões de clientes na América Latina e, segundo a empresa, continuará investindo na digitalização do setor para ampliar a proteção financeira na região.

Ecoassist comemora 15 anos

por Eber Souza, diretor geral Ecoassist

A Ecoassist celebra 15 anos de uma jornada incrível e desafiadora! Durante esse tempo, a empresa se consolidou como referência em serviços como: Descarte Ecológico, Logística Reversa e Soluções Sustentáveis. Com dedicação às práticas ambientais responsáveis e com a missão de apoiar empresas e pessoas a gerenciarem seus resíduos de maneira sustentável, a Ecoassist implementou (e implementa) soluções inovadoras que transformam lares e empresas, criando impactos positivos ao meio ambiente e à sociedade.

Jornada de Impacto

Com um compromisso sólido com a sustentabilidade, a Ecoassist destaca-se pela capacidade de entender as necessidades de seus clientes, elaborar projetos robustos e implementar soluções sustentáveis que visam a preservação do meio ambiente. Ao longo desses 15 anos de atuação, a empresa evitou o descarte irregular de milhares de toneladas de resíduos, promovendo a reciclagem e fomentando a economia circular.

Graças ao esforço em conjunto com a Ecoassist e seus clientes, muitas empresas e residências adotaram práticas ecológicas, contribuindo diretamente para a redução do impacto ambiental negativo e fortalecendo as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança).

Por meio de serviços como o Descarte Ecológico e Logística Reversa, a empresa garante que materiais e produtos sejam corretamente destinados, por meio da reciclagem ou do co-processamento, sempre com o principal objetivo de preservar o meio ambiente.

Agradecimentos!

Cada passo dessa jornada de 15 anos só foi possível com a confiança e colaboração dos clientes, funcionários e parceiros ativos. A empresa acredita que, juntos, somos mais fortes na construção de um futuro mais sustentável e na preservação do nosso meio ambiente e expressa sua imensa gratidão por essa parceria contínua, reconhecendo que seu compromisso com a sustentabilidade tem se fortalecido a cada novo passo. O apoio recebido é fundamental para que a Ecoassist continue avançando em sua missão de promover um futuro mais verde e sustentável.

Futuro!Em 2024, a Ecoassist deu um importante passo em sua trajetória ao transferir sua sede para um novo e maior espaço em Tamboré, Barueri. Este movimento reflete a expansão da empresa, que visa atender com ainda mais eficiência seus clientes e parceiros em todo o Brasil. E a jornada não para por aí: com muitos novos planos para o futuro, a empresa está se preparando para expandir ainda mais soluções e impactar positivamente um número maior de empresas e lares, promovendo a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

“Ao longo desses 15 anos, a Ecoassist teve a honra de contar com o apoio de uma ampla rede de clientes, parceiros e colaboradores, que juntos contribuíram para o sucesso da empresa. Hoje, celebramos um marco importante, mas sabemos que esse é apenas o começo. Com o apoio de todos, vamos seguir impulsionando soluções inovadoras e impactando positivamente o nosso planeta. Obrigado a todos que fizeram parte dessa história!”.

Cobertura: Parceria entre Samplemed e dacadoo fornece score dos hábitos do cliente

Da esq. p/ dir.: Silas Kasahaya (Samplemed), Manoel Heuer (dacadoo) e Mário Jorge Pereira (Samplemed)

por Carol Rodrigues, da Revista Cobertura

Uma evolução no cuidado ao atendimento aos beneficiários de planos de saúde e de seguro de vida. Essa é a promessa da nova solução que a Samplemed, companhia provedora de serviços e tecnologias para subscrição de risco para seguros de pessoas, apresenta ao mercado em parceria com a dacadoo, empresa suíça de gestão e captação de informações de saúde.

Segundo Silas Kasahaya, CEO da Samplemed, a parceria entre Samplemed e dacadoo tem um apelo forte devido à complementaridade de serviços. “Nós temos a preocupação de ajudar os nossos clientes, que são as seguradoras, a fazer uma gestão melhor dessa questão de saúde. Essa plataforma vai ajudar a reduzir os gastos médicos, pois ao fazer uma boa prevenção os gastos são reduzidos. Por outro lado, existe um processo de fidelização porque a seguradora está oferecendo mais um serviço importante e ainda pode, no futuro, fazer um cross-sell dessas informações e fazer uma oferta mais dirigida”.

Conforme Mario Jorge Pereira, diretor comercial Latam da Samplemed, a parceria representa uma evolução da s.360 life underwritting, plataforma completa de subscrição lançada pela Samplemed no final de 2022. “Estamos acoplando à nossa plataforma o score de comportamento de hábitos e saúde das pessoas oferecido pela dacadoo. Isso complementa o nosso serviço para que possamos influenciar positivamente na saúde da pessoa durante o período em que ela está com a seguradora”.

Com a novidade, as seguradoras têm todos os dados diferentes canais de subscrição, desde modelos preditivos até exames médicos para seguros mais complexos. “Com isso, a seguradora de vida ou saúde tem controle total da sua operação, otimiza seus custos, acompanha o resultado das suas operações e, principalmente, tem como ofertar ao cliente uma jornada mais simples no momento da subscrição do risco”, ressalta.

Um dos pontos altos da plataforma da dacadoo, que quantifica a saúde por meio de informações sobre estilo de vida e bem-estar emocional, é o engajamento gerado com o usuário. “Através da promoção da saúde e bem-estar as companhias conseguem engajar os segurados a melhorarem os hábitos”, diz Manuel Heuer, COO da dacadoo, sobre a plataforma que oferece informações sobre o dia a dia do cliente.

Evolução da subscrição

Segundo Pereira, o score de risco é mais um avanço da plataforma s.360 life underwriting, que está em constante evolução,  e vai ao encontro da evolução da própria subscrição do risco no Brasil e no mundo. Afinal, conforme o executivo, avança-se da automatização dos processos, passa-se pela subscrição acelerada e a personalização, ao ponto de se acompanhar o comportamento do consumidor e, a partir de então, ter ações para influenciar positivamente a sua saúde.

“Mais do que subscrição, queremos apoiar as seguradoras a oferecer mais cuidado e bem-estar aos seus clientes”, define o diretor.

Com a parceria, a Samplemed passa a representar a dacadoo no Brasil, enquanto a dacadoo representará a Samplemed – que já atua em cinco países – no exterior.

Precariedade de rodovias eleva procura por seguro de cargas

Fonte: Akad

A precariedade da infraestrutura de rodovias tem colocado em alerta proprietários da carga, agentes e embarcadores para a importância da contratação de coberturas adicionais em seguros de transporte. Nos três primeiros trimestres de 2024, a Akad Seguros registrou um aumento de 25% nas solicitações de cotação para o RC Transportador, modalidade que protege a carga de carretas e caminhões contra perdas materiais decorrentes de acidentes, colisões, incêndios, entre outros eventos naturais.

A seguradora digital foi responsável pela cobertura de dois dos quatro caminhões envolvidos no desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira entre Tocantins e o Maranhão, em dezembro do ano passado. Na ocasião, o vão central da ponte cedeu, causando a queda dos veículos no Rio Tocantins. Segundo a Akad, a indenização por perda das cargas estimasse em torno de R$ 250 mil por veículo.

“Diante de um evento inevitável e inesperado como esse, o seguro pode suprir de alguma previsibilidade os transportadores, minimizando os prejuízos financeiros”, afirma Ivor Moreno, Head de Transportes da Akad Seguros”. “Ao mesmo tempo, a recorrência de desastres naturais, somados à precariedade na infraestrutura de algumas estradas e rodovias, acaba deixando os veículos ainda mais expostos a danos”, alerta o executivo.

O aumento exponencial na incidência de desastres naturais surge como outro fator de risco. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), emitiu 3.620 alertas de desastres em 2024. O número é o maior desde o início das atividades de monitoramento, em 2011. Cerca de 53% dos alertas foram de risco geológico, envolvendo sobretudo deslizamentos de terra. Os demais 47% foram associados a riscos hidrológicos, como enxurradas e transbordamentos de rios e córregos. Ambos os riscos, segundo a Akad, podem comprometer as condições da carga.

No início do mês de janeiro, chuvas intensas no Sergipe derrubaram um trecho da rodovia SE-438, no município de Capela, abrindo um buraco na pista e arrastando dois veículos para a água. Já na última semana, temporais no litoral de Santa Catarina causaram a abertura de uma cratera na BR-101, na altura da cidade de Biguaçu, engolindo um motociclista.

Entre os meses de abril e maio do ano passado, o setor de transporte de cargas e logística teve uma amostra das proporções catastróficas de um desastre climático com as enchentes no sul do País. Segundo a Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), 99% das empresas não estavam protegidas contra inundações e não possuíam seguro total do caminhão.