Seguradoras criam pool para atender Belo Monte

trioAs seguradoras JMalucelli, Fator e UBF Seguros anunciaram ao mercado a criação de um pool entre as empresas com o objetivo exclusivo de atender as garantias demandadas pelo Projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), com investimentos estimados em R$ 20 bilhões. Estima-se que o valor total das garantias para o Projeto da UHE Belo Monte, incluindo garantias a investidores e fornecedores deva girar em torno de R$ 6 bilhões.

Segundo comunicado do grupo, está é o maior volume de garantias já originado por um único projeto no Brasil. Porém, segundo notícias divulgadas quando o seguro do Rio Madeira foi fechado pela corretora de seguros OCS, do grupo Odebrecht, o valor supera a de Belo Monte, com R$ 9,5 bilhões.

A nota diz que a intenção deste pool constituído por três tradicionais seguradoras de garantia que juntas representam mais de 50% do mercado brasileiro, com prêmios aproximados de R$ 700 milhões em 2009, é unir a expertise de subscrição das empresas, bem como suas capacidades próprias e de resseguro.

Na opinião de Alexandre Malucelli, vice-presidente da JMalucelli, seguradora líder do pool, este movimento deve gerar um impacto positivo no mercado, uma vez que sinaliza que o mesmo está apto a atender a demanda de seguro garantia para mega-projetos. “Esta parceria demonstra a maturidade dos players envolvidos, bem como potencializa a capacidade das seguradoras do pool em prover soluções adequadas aos clientes e aos beneficiários das garantias”.

O anúncio vem em um momento em que o governo prepara a criação de uma seguradora estatal para dar apoio a iniciativa privada em prover seguro garantia aos projetos milionários de investimentos em infraestrutura.

André Marino Gregori, Diretor da Fator Seguradora, ressalta que com a sofisticação do mercado de seguros, especialmente no de seguro garantia, parcerias inovadoras como esta são muito bem vindas pois agregam valor ao cliente, especificamente no que diz respeito à know-how e capacidade financeira. “No caso da Fator Seguradora, isto tem sido uma realidade do nosso dia a dia. Desta forma o cliente sempre será melhor atendido. “

Trata-se de uma parceria inovadora que com certeza será seguida por outros setores da economia. “Neste modelo todos ganham, pois a experiência das maiores seguradoras do Brasil unidas em projetos desta magnitude contribuem para resultados de sucesso de seus clientes e, consequentemente, para o crescimento do país”, afirma Luiz Roberto Paes Foz, presidente da UBF Seguros.

Localizada no Rio Xingu, próximo à cidade de Altamira, Belo Monte deve gerar 11.233 MW o que equivale a 10% da demanda brasileira, tornando-se a 3ª maior Usina Hidroelétrica do mundo. O Leilão da ANEEL que possivelmente contará com a participação de dois ou três consórcios está agendado para o próximo dia 20 de abril, devendo cada participante apresentar suas garantias de propostas no valor de aproximadamente R$ 220 milhões, iniciando desta maneira a expressiva demanda de garantias estimada pelo pool de seguradoras.

Executivos criticam projeto de Lei 3555/04

1200663411oodtak1Na última terça-feira, presidentes de seguradoras participaram da audiência da comissão especial que analisa o projeto de lei (PL 3555/04) que muda as regras do setor de seguros, arquitetado pelo advogado Ernesto Trizulik, e apresentado pelo deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP).

Segundo noticiaram sites e também a Agência Câmara, o substitutivo apresentado ao texto prevê a participação do segurado nas fases de apuração do sinistro e de definição do valor, a anulação do contrato quando qualquer uma das partes souber que o risco é impossível de se cumprir e a interpretação favorável ao segurado quando o texto do contrato gerar dúvidas.

Entre os depoimentos relatados pelos sites temos Jayme Garfinkel, da Porto Seguro, Antônio de Cássio dos Santos, da Mapfre, presidente da SulAmérica Seguros, Patrick Larragoiti. Na próxima semana, serão ouvidos representantes dos órgãos de defesa do consumidor.

Segundo os sites, o presidente da Mapfre, Antônio de Cássio dos Santos, apresentou uma série de críticas ao projeto. Para ele, a proposta levará à inviabilização das modalidades de seguro para classes emergentes. Ele critica dispositivo do projeto que determina, por exemplo, a comunicação por atraso de pagamento. “Só o valor da carta registrada faria com que o preço do seguro fosse multiplicado. O valor médio de um seguro popular para classes emergentes varia de R$ 0,70 a R$ 1,00.”

Na sua avaliação, diz o site, a negligência de um segurado será paga pelos demais segurados, já que o segurador é um simples administrador de fundos mútuos que visam cobrir riscos de pessoas. “O conceito de negligência desaparece no projeto. O segurador terá que provar que o segurado incidiu em culpa ou dolo na sonegação de informação. Então, o mero esquecimento por acaso vai fazer com que milhares paguem pela conta. A fraude vai subir brutalmente no País e fraude alta significa aumento no preço do seguro.”

O presidente da SulAmérica Seguros enfatizou que abrangência jurídica e legal do mercado de seguros hoje está perfeitamente alicerçada e vem funcionando bem. “O exemplo importante em relação a isso é ver as vitórias que o mercado de seguros e, principalmente, os consumidores vêm alcançando nesses últimos tempos, com a ampliação do mercado de seguros e previdência aqui no Brasil.”

Larragoiti afirmou ainda que a indexação dos contratos de seguros durante o governo Collor “quase fez o mercado de seguros quebrar de uma vez só”. E acrescenta: “Em três meses, 60% das companhias que dependiam de alguns negócios que passaram a ser indexados quase desapareceram”.

O presidente da Porto Seguro, Jayme Garfinkel, ressaltou em seu depoimento na comissão que atualmente o segurado já conta com vários instrumentos para fazer valer o seu direito diante das seguradoras, informa a Agência Câmara. Como exemplo, ele citou o Serviço de Atendimento ao Cliente e as ouvidorias das próprias seguradoras, os órgãos de fiscalização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Procon, as ONGs (como o Idec, por exemplo), a imprensa e as redes sociais (Reclame Aqui e CQCS). Ele também destacou que, nos últimos anos, houve redução significativa do número de reclamações contra as seguradoras nos órgãos de defesa do consumidor.

Lloyd’s of London lucra £ 3,9 bi em 2009

lloyds1O Lloyd’s of London divulgou lucro líquido recorde de 3,9 bilhões de libras em 2009, com o índice combinado caindo de 91.3% para 86.1%. O presidente do Lloyd’s, Lord Levene, disse que o resultado é fruto de muita disciplina na subscrição do risco, principalmente diante das turbulências da economia mundial durante o ano passado.

Ele também creditou a boa performance financeira à baixa ocorrência de catástrofes naturais no ano passado, principalmente aos furacões no Atlântico. Para destacar ainda mais o Lloyd’s como centro mundial de seguros, Levene comparou o índice combinado do mercado londrino com seus principais concorrentes.

Nos EUA, o índice ficou em 100% para as companhias de seguros gerais e em 94% para as resseguradoras; 99% para as seguradoras e resseguradoras europeias e 84% para as companhias instaladas nas Bermudas.

Resseguro está recuperado, diz Aon Benfield

aon-benfieldO setor de resseguros apresentou notável recuperação em 2009 apesar de turbulências econômicas, diz a Aon Benfield, maior corretora de resseguros do mundo, em relatório sobre o mercado divulgado ontem. A baixa ocorrência de furacões em 2009 ajudou a recuperar as perdas financeiras da crise e isso trouxe um volume maior de capital para o setor, retornando aos níveis que estavam sendo praticados em 2007.

Segundo o estudo, a capacidade de recursos para realizar negócios aumentou 16,6%, recuperando a queda registrada de 16,9% entre 2008 e final de 2009. Com o cenário positivo, as renovações realizadas em janeiro de 2010, período em que se concentra boa parte das negociações dos contratos mundiais no ano, a “rate online” termo conhecido pela sigla ROL, apresentou variação negativa entre 5% e 15%, com consequente queda no preço do seguro.

Com isso, a Aon Benfield tem boas perspectivas para as próximas renovações de contratos que começam agora em abril e junho são positivas, mas sinalizam uma seletividade grande de negócios, uma vez que a demanda mundial por resseguros está acelerada e os riscos de aperto na regulamentação e novas perdas nos mercados acionários ainda preocupam. Ainda neste período poderá ainda registrar queda das taxas, uma vez que a safra de furacões nos Estados Unidos, principal motivo de impacto nos balanços das companhias nos últimos anos – tanto para cima como para baixo –, começa apenas em agosto, após as renovações.

CEO da HSBC Seguro busca um mundo melhor

120433227230r2831Não se assuste se receber uma carta de Fernando Moreira, CEO da HSBC Seguros, para criar “Os Princípios Sustentáveis do Setor de Seguros”. É isso mesmo. Ele precisa da ajuda de todos nesta empreitada. Acreditar nesta iniciativa pode fazer a diferença. “Acreditamos que a adesão a esta iniciativa pelas instituições de seguros poderá ajudá-los a fazer melhores negócios, de acordo com às políticas sustentáveis do século XXI”.

Moreira acaba de ser indicado co-presidente do grupo de seguros para a América Latina do programa de políticas ambientais das Nações Unidas. A entidade reúne cerca de 200 instituições financeiras no mundo, que voluntariamente discutem práticas socioambientais relacionadas ao setor. O objetivo é criar “Os Princípios Sustentáveis do Setor de Seguros” como base da informação para o setor e seus acionistas, com a finalidade de atuar como um marco de melhores práticas, criando consenso global sobre sustentabilidade para integrar e adotar soluções inovadoras e ações coletivas frente aos desafios globais que afetam a continuidade e o meio ambiente.

Moreira representa um grupo de Instituições de Seguros da América Latina, membros da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI). Na carta enviada a vários profissionais do mercado de seguros, ele detalha o que é a instituição e o projeto e convida os profissionais a se juntar ao programa.

A UNEP FI é uma entidade público-privada, entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o setor financeiro mundial, reunindo em torno de 200 instituições financeiras. Os membros da UNEP FI assinaram a Declaração do setor de seguros da PNUMA e desenvolvimento sustentável. O grupo de trabalho das Instituições financeiras de Seguros fundamenta suas ações na materialidade dos temas sócio ambientais.

Os membros comprovaram a necessidade de considerar as questões ambientais, sociais e de governança empresarial (ASG) nas atividades de seguros, já que estes fatores extrafinanceiros podem afetar diretamente nossas instituições de seguros e acionistas, especialmente a longo prazo.

Segundo Moreira, a adesão a esta iniciativa é voluntária e a Declaração é um ideal a que aspirar. “Não é um clube fechado. Nosso planejamento está em “aprender fazendo”, o enfoque da Iniciativa consiste em fomentar a colaboração e o intercâmbio entre pares para aprender de um para outro, elaborar publicações que alimentem o conhecimento de melhores práticas relacionadas ao setor de seguros, criando fóruns e diálogos entre instituições, desenvolver ferramentas práticas e guias setoriais/temáticos apropriados para o setor, capacitação, eventos e reuniões”, explica na carta.

“Juntem-se a nós nesta iniciativa financeira da PNUMA, com o objetivo de trabalhar em conjunto para adotar melhores práticas e se envolver no desenvolvimento dos Princípios Sustentáveis de Seguros (PSI)”, finaliza Fernando Moreira.

Bradesco presta homenagem a Ayrton Senna

ciclofaixa3-1A Bradesco Seguros e Previdência, patrocinadora da CicloFaixa de Lazer de São Paulo, patrocinou no domingo, dia 21 de março, evento para comemorar os 50 anos do piloto Ayrton Senna, caso estivesse vivo. O evento contou com Viviane Senna, irmã do piloto e presidente do Instituto Ayrton Senna, ao lado do diretor-presidente da Bradesco Capitalização, Norton Glabes Labes, e do secretário de Esporte e Lazer da Prefeitura de São Paulo, o deputado Walter Feldman, que deram algumas pedaladas no Ibirapuera.

O Bradesco lançou um sorteio. Quem postar a melhor frase em homenagem ao piloto no endereço da internet www.senna50.com.br até o dia 27 vai concorrer a um capacete do piloto, avaliado em R$ 16 mil. Mas tem coisas que não preço. Como ter uma lembrança de quem nunca é esquecido.

O comércio em volta da CicloFaixa também jamais esquecerá o Bradesco. Quem anda pela pista vê a melhora nos bares, restaurantes, padarias e bancas de jornal. Isso que eu chamo de empreendedorismo. Com um atitude tão simples como a CicloFaixa, ajudar tantas pessoas ao mesmo tempo. Sem demagogias: Parabéns Norton e Bradesco!

Começa o corre-corre para segurar Belo Monte

belo-monteFinalmente o edital da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), foi aprovado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com redução da garantia de 7,5% do valor do investimento para 5,5%. A expectativa é de que a usina custará R$ 19 bilhões. Uma conquista da pressão do consórcios, que não encontram capacidade de resseguro a um preço viável no mercado internacional.

A crise financeira reduziu muito a capacidade e o apetite dos resseguradores, além de haver na Índia, na China e no Brasil muitos projetos de grande porte e de longa duração, o que por si só esgota os recursos disponíveis.

Com o edital da usina de 11,2 mil megawatts na rua, toda a discussão sobre preço e capacidade que vinha sendo negociada entre os participantes de seguro garantia no Brasil e no mundo ganha força a partir de hoje. Isso porque o preço do seguro e a capacidade precisam ser definidos rapidamente uma vez que o custo do programa de seguro tem de ser considerado no preço a ser ofertado pelos consórcios no leilão previsto para o dia 20 de abril.

Os seguradores querem amarrar a oferta de seguro garantia para Belo Monte com o seguro de risco de engenharia que será contratado pelo vencedor. No entanto, os consórcios não querem se comprometer agora. Mas se não fizerem isso, dizem fontes envolvidas nas negociações, dificilmente conseguirão taxas competitivas.

Isso porque o seguro garantia é o que apresenta maior risco. As seguradoras e resseguradoras buscam atrelar esta apólice com a apólice de risco de engenharia para poderem controlar o andamento da obra e interferir se o risco de quebra de contrato começar a ficar mais evidente.

Mapfre e Munich Re seguram Transnordestina

transnordestinaSegundo a Agência Estado, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) está nas negociações finais para fechar o seguro da construção da Ferrovia Transnordestina, que terá 1.728 quilômetros nos estados da Paraíba, Pernambuco e Piauí. A cobertura da apólice é de R$ 5,3 bilhões, mesmo valor do investimento previsto para a construção da obra.

Segundo fontes ouvidas pela blog Sonho Seguro, este seguro vem sendo trabalhado há algum tempo. Rodrigo Protásio, da corretora JLT, disse no Congresso de Resseguros promovido no Rio entre os dias 4 e 5 de março no Rio que o seguro estava concluído. A Mapfre foi a vencedora do contrato, com cosseguro da Liberty. O risco foi colocado no mercado de resseguro pela JLT e a Munich Re ficou com praticamente a totalidade.

O apetite da resseguradora alemã foi aguçado pelo estudo técnico realizado pelas empresas, possibilitanto uma análise rápida e apurada do risco do contrato. “O maior risco está na construção de um túnel”, diz Protásio.

Octávio Luiz Bromatti, diretor de riscos industriais da Mapfre, comemora a conquista do contrato e aposta que muitos outros virão neste ano. O seguro de riscos de engenharia cobre riscos de construção da ferrovia, como erros de projeto, erros de execução, defeitos de materiais e transporte de materiais dentro da obra. A apólice cobre também danos causados a terceiros durante a obra.

Nova tábua reduzirá preço do seguro de vida

1176463035xi0asd1Os seguros de vida e os planos de previdência privada poderão ficar mais baratos com a utilização da nova tábua atuarial, lançada nesta quinta-feira pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), após ter sido aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expectativa é de que, com os novos cálculos, o preço do seguros de vida seja reduzido entre 10% a 15%. Já no caso dos planos de previdência, a maior esperança de vida vai elevar o tempo de contribuição. Em contrapartida, acredita-se na redução das taxas de administração, mas em razão da concorrência e do maior volume de vendas.

As seguradoras poderão cobrar um preço mais justo dos clientes uma vez que a nova tábua permitirá um cálculo de expectativa de vida dentro da realidade brasileira, bem diferente da americana que vinha usando até agora. Para se ter uma idéia, uma mulher de 40 anos na estatística anterior, de classe média, tinha uma expectativa de vida de apenas mais 38 anos. No cálculo brasileiro, ela viverá oito anos a mais, ou seja é provável que vida até dos 86 anos.

Segundo a entidade, cerca de 70 países têm tábuas de vida oficiais, mas apenas 10 usam uma tábua própria. Esta metodologia é importante tanto para cobrar um preço justo dos segurados como para garantir a solvência das seguradoras, uma vez que atuar dentro da realidade reduz o risco de erros atuariais.

A nova tábua biométrica, desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sob a coordenação da Fenaprevi, tem como base de dados 32 milhões de CPFs de consumidores com dados dos anos de 2004, 2005 e 2006. Para tornar o preço mais próximo da realidade, a previsão é de que a tábua será atualizada a cada cinco anos. Principalmente levando-se em conta que haverá um forte ingresso de pessoas de menor renda no mercado de seguros de vida nos próximos anos. Segundo as estatísticas, pessoas de menor renda têm uma expectativa de vida menor do que pessoas com melhor poder aquisitivo.

Sai Armando Vergílio e entra Paulo Santos

susepO superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio dos Santos Júnior, acaba de anunciar que deixará o cargo nesta sexta-feira, 19, tendo em vista sua decisão de disputar o cargo de Deputado Federal pelo Estado de Goiás nas eleições de outubro próximo, informa o site da CNSeg (www.viverseguro.org.br).

O anúncio de seu afastamento foi feito durante a solenidade de lançamento da Tábua Atuarial do mercado, ocorrida nesta quinta-feira, na sede da autarquia, no Rio de Janeiro.

O economista Paulo dos Santos, atual responsável pela área de Administração da Autarquia desde abril de 2008, assumirá o comando da Susep, a partir do dia 22 de março. Paulo dos Santos é funcionário de carreira do Banco Central há 32 anos, onde já atuou nas áreas de Fiscalização, Internacional, Meio Circulante, Planejamento, Orçamento e Administração em geral. É formado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), com cursos de especialização na área de Gestão Empresarial realizados na Fundação Getulio Vargas.