Bom ter notícias sobre seguradoras aprimorando a gestão. Segue release da SulAmérica sobre a adesão ao Pacto Global
Release
A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos tornou-se signatária do Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção de valores fundamentais nas relações humanas, de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, refletidos em dez princípios.
As empresas signatárias se propõem a usar esses princípios em suas estratégias de negócio, nos processos de decisão e no cotidiano de suas operações. A adesão ao pacto é uma iniciativa voluntária que busca fornecer diretrizes para a promoção do desenvolvimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.
Listada no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, desde 2009, a SulAmérica tem desenvolvido, nos últimos anos, várias iniciativas para demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade, como a adesão ao Pacto de Erradicação do Trabalho Escravo, aos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) e ao Protocolo do Seguro Verde, além da elaboração do Inventário de Emissões de GEE e do apoio a projetos sociais em comunidades vulneráveis do Rio de Janeiro e São Paulo.
Quem tem interesse em saber mais sobre a previdência pública e privada, no Brasil e no mundo, não pode perder esse evento.
Comunicado oficial
Um giro de 360º graus é o convite feito pela Mercer em 2012, para quem quer se atualizar sobre o tema Previdência no Brasil e no Mundo. A idéia é sair da atualidade, olhar as perspectivas, lançar idéias para o futuro e voltar ao presente para saber que ações serão necessárias para alcançar esse cenário que se vislumbra. Dia 09 de Maio, no Hotel Grand Hyatt (Avenida das Nações, 13.301) das 8h30 às 17h30 especialistas, consultores, profissionais, analistas, gestores e acadêmicos se debruçarão sobre o tema em busca de respostas. Os painéis terão os seguintes temas: Previdência 360º; Previdência Social e Complementar ao redor do mundo; um novo conceito de Plano de Previdência; Plano de Previdência: Práticas e Tendências – Visão da empresa e do empregado.
Voltado para diretores e conselheiros de fundos de pensão e seguradoras; atuários; advogados; profissionais das áreas de recursos humanos, financeira, investimentos, comercial, de marketing, de desenvolvimento de produtos e de benefícios, o Seminário receberá inscrições on-line pelo site: www.mercer.com.br/seminarioprev. Informações:(11) 3048 5779.
Resumo dos Painéís:
Previdência 360°
Christiane Pelajo apresentará uma sessão inovadora com discussão de temas importantes sobre a previdência social e complementar no Brasil e no mundo. Neste giro a oportunidade para se atualizar sobre os assuntos mais importantes do setor.
Previdência social e complementar ao redor do mundo
Uma visão sobre o momento da previdência social e complementar em diversos países e os desafios que organizações e fundos de pensão têm enfrentado em relação aos investimentos, à mobilidade das pessoas, às regras dos programas previdenciários e ao envelhecimento da população.
Um novo conceito de plano de previdência
O sistema previdenciário está em busca de uma solução total ou parcial para um grande desafio enfrentado por participantes ativos e aposentados: um programa de saúde na aposentadoria. A falta de uma solução efetiva de curto ou longo prazo faz com que os custos cresçam e os passivos se multipliquem, impedindo que muitas empresas ofereçam esse benefício aos seus empregados.
Planos de previdência: práticas e tendências – Visão da empresa e do empregado
Uma visão dos planos de previdência sob o ângulo das empresas e dos empregados e ideias para conciliar estas duas perspectivas. Propõe a troca de experiência entre empregados e representantes de empresas líderes de mercado sobre questões importantes vivenciadas atualmente.
A Liberty Seguros inaugura hoje em Curitiba uma unidade de seguros corporativos, a quarta a ser lançada pela seguradora. As três primeiras foram no Rio de Janeiro (21/03), em São Paulo (22/03) e Belo Horizonte (11/04). Ao todo serão cinco unidades (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre). A iniciativa é parte de um amplo projeto de reformulação da área de seguros para empresas, que envolveu estudos de mercados, desenvolvimento de produtos, implantação de novas plataformas tecnológicas e a ampliação do time de especialistas.
O lançamento das unidades integra a estratégia da seguradora de oferecer ao mercado brasileiro um amplo portifólio de produtos no segmento corporativo. Um exemplo foi a incorporação, há três anos, da divisão especializada em Grandes Riscos e Riscos Especiais, a Liberty International Underwrites (LIU). Em 2011, houve um aumento de 50% na carteira de Responsabilidades (Seguro de Direitos & Omissões, Responsabilidade Profissional – Erros & Omissões – e Responsabilidade Ambiental) em relação aos números de 2010, e obteve o expressivo crescimento de 165% no volume de prêmios na carteira de Riscos Financeiros.“O crescimento que tivemos em 2011 é resultado da preparação que a Liberty vem fazendo desde 2009, após a abertura do mercado de resseguros brasileiro, que determinou diversas mudanças na nossa estrutura”, afirma Calheiros.
O investimento em capital humano neste período também foi alto. “Contratamos 100 pessoas e hoje já temos em torno de 120 especialistas focados no segmento”, diz Luciano Calheiros.
De acordo com Luciano Calheiros o desafio da diretoria é consolidar e estabelecer bases de mercado, promovendo um modelo ideal para cada cliente corporativo e corretores. “Focaremos em empresas locais com até 500 funcionários que têm uma grande demanda por coberturas de risco patrimonial, garantia, responsabilidade civil, transportes, frotas, seguro de vida, entre outros tipos de seguros”, ressalta.
O objetivo da seguradora é aumentar a participação do segmento empresarial no mix de produtos da companhia oferecendo ao mercado a melhor equipe em análise de riscos e maior agilidade na operação. Hoje a Liberty tem forte participação no mercado de automóveis, segmento em que ocupa a 5ª posição no mercado brasileiro, com uma frota de mais de 1,2 milhões de veículos segurados.
Cada região contará com um especialista contratado exclusivamente para atender corretores e clientes da Liberty. “Nosso time regional é formado por profissionais com larga experiência no mercado segurador, ressegurador, corretagem e que possuem amplo conhecimento sobre as empresas e seus respectivos segmentos econômicos. Além de termos os melhores profissionais, temos também eficiência operacional para dar todo suporte aos atuais e futuros clientes, inclusive em relação às particularidades regionais”.
O executivo explica que os especialistas das novas unidades atuarão integrados com os corretores locais, especializados em riscos corporativos. Os corretores parceiros da Liberty Seguros, por sua vez, terão também a vantagem de poder oferecer aos seus clientes outros produtos e serviços da Liberty voltados para riscos de maior complexidade. “Trabalharemos juntamente com as divisões de Seguros para Grandes Riscos e Riscos Especiais, que demandam conhecimentos de profissionais especializados para subscrição de riscos financeiros, de responsabilidades, de transportes e de engenharia que demandam maiores limites de coberturas. As divisões faturaram R$ 380 milhões em prêmios em 2011”, afirma.
O presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), Jorge Hilário Gouvêa Vieira, disse nesta sexta-feira, 13, que a Medida Provisória 564 que criou a Agência Brasileira Gestora de Fundos e Garantias (ABGF) preserva a atuação do mercado segurador brasileiro. “A Agência não interfere na atuação do mercado segurador. O fundo só poderá oferecer cobertura de forma direta quando não houver aceitação, total ou parcial, dos riscos pelas sociedades seguradoras e resseguradoras”, afirmou Gouvêa Vieira. Além disso, a Medida Provisória limitou a cota de participação da União em garantias a R$ 11 bilhões, destacou o presidente da CNseg.
De acordo com ele, o mercado segurador participou ativamente, nos últimos dois anos, das discussões com o Governo Federal sobre a criação da Agência Brasileira de Garantias. “Há um ano e meio, havia a intenção do Governo de criaruma empresa estatal de seguros, a Segurobras. Mostramos que essa iniciativa colocava em risco a solidez do setor privado, restringindo a atuação das seguradoras e centralizando os riscos nos cofres do governo”, lembrou Gouvêa Vieira.
A Agência vai administrar fundos garantidores e prover garantias para grandes projetos de infraestrutura e obras de grande porte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de investimentos, exportações, pequenas empresas, setor aeronáutico, habitação social e crédito educativo. “A Agência deverá garantir grandes riscos de programas sociais como, por exemplo, as obras do Minha Casa, Minha Vida. Ela também atuará em riscos dos quais as seguradoras declinam porque são muito altos. Neste caso, o governo age de acordo com o interesse público, subsidiando as garantias ou oferecendo esse tipo de cobertura ”, explicou o presidente da CNseg.
As seguradoras vão perder um pedaço do lucro em 2012. Isso porque o custo de apólice, um valor cobrado do cliente a cada contrato emitido, foi reduzido hoje de R$ 100 para R$ 60 pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). A Circular 432, publicada hoje, suspende os efeitos da circular 401 que autorizou o aumento do valor, em fevereiro de 2010, até que seja realizado o estudo que comprove a necessidade de tal reajuste. Em entrevista recente ao Valor Econômico, Luciano Portal Santanna, titular da Susep, comentou que o valor cobrado a mais dos consumidores girava algo em torno de R$ 2 bilhões por ano. O lucro das companhias em 2011 totalizou pouco mais de R$ 11,5 bilhões.
Há muitas histórias sendo contadas em torno deste assunto, que vão de doações políticas até necessidade de recursos para cobrir má gestão. Porém, ninguém assume o que fala, ficando as informações apenas em “off”, ou seja, dentro do jargão de jornalistas isso significa que não se pode revelar a fonte. Mas uma coisa é certa. Boa parte desse briga tem cunho político. Sendo assim, segue a íntegra da circular.
Circular SUSEP nº 432, de 13 de abril de 2012
O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, na forma do disposto no art. 36, alíneas “b”, “c” e “h”, do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, c/c o disposto no art. 1º da Resolução CNSP nº 15, de 11 de agosto de 1998, considerando a decisão unânime do Conselho Diretor da SUSEP e o que mais consta do Processo SUSEP nº 15414.003886/2011-10, resolve:
Art. 1º Suspender os efeitos da Circular SUSEP nº 401, de 25 de fevereiro de 2010, que majorou o teto para cobrança de custo de apólice de R$ 60,00 (sessenta reais) para R$ 100,00 (cem reais), a partir da publicação desta circular, até que seja realizado estudo técnico necessário para, se for o caso, estabelecer novo teto para cobrança do custo de apólice.
Parágrafo único. Até que seja realizado o estudo referido no caput, fica facultada a cobrança do custo de emissão de apólice até o limite de R$ 60,00 (sessenta reais), nos termos da Resolução CNSP nº 12, de 1998, da Circular SUSEP nº 56, de 1998 e da Circular SUSEP nº 176, de 2001.
Art. 2º Criar Grupo de Trabalho para avaliar a necessidade de manutenção de rubrica própria para despesas administrativas/custo de apólice e, sendo o caso, estudo técnico com a finalidade de estabelecer critérios transparentes e objetivos para tal cobrança.
Parágrafo único. A composição do Grupo de Trabalho acima referido será definida em portaria do Superintendente.
Art. 3º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação.
A indústria de seguros brasileira não para de receber estrangeiros. Mais uma inaugura escritório no país hoje. Veja comunicado oficial da corretora belga Circles Group
A meta é ambiciosa: quintuplicar de tamanho em dois anos. Esta é aposta do belga Circles Group no Brasil na área da corretagem de resseguro, que inaugura, hoje (12/04), oficialmente, sua sede no Rio de Janeiro, em Copacabana, Zona Sul, regada a coquetel. Chairman do grupo, Olivier Héger adianta que os planos são de chegar ao final de 2013 movimentando prêmios de resseguros da ordem de R$ 100 milhões.
Ele conta que o interesse pelo mercado brasileiro começou em 2007, em São Paulo, mas timidamente, e ganhou consistência a partir do segundo semestre de 2011, quando encerrou o ano girando receita de prêmios de R$ 15 milhões. De lá para cá, o executivo diz que a Circles Brasil venceu resistências no mercado, firmou importantes parcerias e transferiu a sede para o Rio de Janeiro.
“O mercado brasileiro tem grande potencial, a nossa meta de crescimento é perfeitamente factível, apesar de ousada”, assinala, otimista, Olivier Héger. Nesse processo de expansão, a corretora tem programado a abertura de um escritório em São Paulo e a ampliação do seu leque de operações no resseguro para outros ramos de seguros. Os novos focos de negócios em estudo são os segmentos de jóias, obras de arte e responsabilidade civil, além do audiovisual e eventos, áreas em que opera no País no momento.
Presente em mais de 30 países, nos continentes europeu, asiático e sul-americano, o Circles Group é especializado na análise de coberturas, entre outras, para a indústria cinematográfica, feiras, exposições, congressos, shows, obras de arte e eventos diversos, inclusive esportivos. É esta expertise que o grupo, nascido em 1989 em Luxemburgo e um dos líderes mundiais em seu campo de atuação, traz para o mercado brasileiro, de olho nas oportunidades advindas da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. O próprio Olivier Héger veio para o Brasil tocar o projeto de implantação da Circles Brasil, o qual também preside. E a viagem de volta ainda não tem data marcada.
O segredo do sucesso da Circles Group Brasil está no seu modus operandi: equipe enxuta e o uso da tecnologia a favor do seguro. Todos os negócios são realizados on-line. A empresa desenvolveu um software, pioneiro no Brasil, que possibilita o fechamento de contratos em questão de minutos, da proposta à aceitação do risco, que se dá automaticamente. O sistema é capaz, inclusive, fornecidos dados básicos, de calcular e sugerir os capitais segurados ideais para cada cobertura envolvida na produção de um audiovisual ou de um evento. Tudo é personalizado e analisado caso a caso, com agilidade. Pelo sistema da Circles foram subscritos, no ano passado, mais de 5 mil contratos.
Olivier Héger adianta que o mesmo procedimento operacional será adotado quando a corretora ingressar no segmento de obras de arte e responsabilidade civil. Por traz de todo o processo de aceitação do risco estão seguradoras multinacionais parcerias importantes, todas de primeira linha. A eficiência e a credibilidade de seu sistema, permitiram também realizar parcerias estratégicas com cerca de 10 importantes e especializadas corretoras de seguros. No resseguro, a Circles também tem parceria estratégica com o IRB Brasil Re e resseguradoras, também de primeira linha, no mercado internacional.
matéria extraída do portal da CNseg (www.viverseguro.org.br)
O número de segurados de microsseguro chegou a 500 milhões no mundo, uma alta significativa considerando-se os 135 milhões registrados em 2009 e os 78 milhões em 2007, revela o segundo volume do livro “Microinsurance Compendium, Protecting the poor”, produzido pela Microinsurance Innovation Facility e patrocinado pela International Labour Organization (OIT) e Munich Re Foundation.
O microsseguro tem como objetivo proteger as pessoas mais necessitadas contra os riscos, tais como acidentes, doenças, morte na família, desastres naturais e perdas de propriedade – em troca de pagamentos seguros de prêmios adaptados às suas preferências e capacidade de pagamento. “Desde 2008 temos visto inúmeras inovações para superar os desafios de oferecer produtos de seguros viáveis para pessoas de menor renda”, diz Craig Churchill, líder da equipe de Inovação da OIT e presidente da Microinsurance Network, uma empresa global que visa promover o desenvolvimento do microsseguro em países emergentes.
“Os esforços agora devem se concentrar em aumentar a eficácia dos produtos em termos de cobertura e atendimento e assim reduzir a vulnerabilidade das famílias mais pobres. O novo estudo vem na hora certa para ajudar as seguradoras, canais de distribuição, voluntários e outras partes interessadas em compreender como atuar em um nicho de negócios com características tão próprias como é o microsseguro”, acrescenta Churchill.
De acordo com o comunicado distribuído à imprensa sobre o lançamento do livro, os resultados mostram que a Ásia – com suas duas potências em microsseguro: China e Índia – lidera em volume de segurados. A Índia lidera, com 60% do total das pessoas ao redor do mundo que contam com um microsseguro. A América Latina responde por 15% do mercado e da África por 5%.
Os autores justificam a liderança da Ásia: países com grandes populações e o notório interesse das seguradoras públicas e privadas, dos canais de distribuição próprios e do apoio ativo do governo. “Na verdade, a sofisticação em seguros que países desenvolvidos levaram centenas de anos para atingir não podem ser replicadas dentro de uma década nos países emergentes, mesmo com todas as novas tecnologias e conhecimento disponível. Atuar em microsseguro requer o envolvimento de muitas partes interessadas, tanto do setor público como do privado, que não estão acostumados a trabalhar juntos e que muitas vezes têm objetivos e sistemas operacionais muito diferentes. O que importa agora é desenvolver parcerias público privadas”, avalia Dirk Reinhard, vice-presidente da Fundação Munich R e, no comunicado.
De acordo com a publicação, há muita inovação em microsseguros, principalmente no que diz respeito aos canais de distribuição, com a entrada de bancos, varejistas e empresas de telefonia celular. O estudo também destaca a entrada de seguradoras comerciais no mercado de menor renda, gerando escala, o que acelera a maturação do projeto em termos de rentabilidade. Pelo menos 33 das 50 maiores companhias de seguros comerciais do mundo já oferecem o microsseguro. Em 2005 eram apenas sete.
A segunda edição do livro abrange, em 26 capítulos, uma ampla gama de tópicos de tendências setor, a contribuição do microsseguro à proteção social, diversos produtos, como vida, residência, saúde a agricultura, bem com mostra tendências de distribuição e como agregar valor para o cliente.
Segundo os autores, o microsseguro não quebra o ciclo da pobreza por si só, mas é uma ferramenta valiosa para reduzir o nível de pobreza. Quando combinado com a proteção social, prevenção e mitigação de riscos, e complementados por outros serviços de gestão de riscos e serviços financeiros, como poupança e empréstimos de emergência, o microsseguro pode desempenhar um papel fundamental em vários níveis para gerenciar com eficiência os riscos, reduzir a vulnerabilidade e contribuir para a redução da pobreza.
Para mais informações, acesse o link www.microinsurancecompendium.org
A Tokio Marine Holdings está na lista das 100 Companhias Mais Éticas do Mundo (Top 100 World’s Most Ethical Companies). Trata-se do ranking do Ethisphere Institute para reconhecer esforços globais de empresas para promover o mais alto padrão de comportamento ético nos negócios. A seguradora foi avaliada pela sua realização na área de sustentabilidade ambiental, incluindo o desenvolvimento de produtos, serviços financeiros e seguros ecologicamente corretos. A companhia também foi reconhecida pela obtenção do status “carbono neutro” e pelo inovador “Green Gift Project” (Projeto Presente Verde), em 2010.
“Estamos muito honrados com a classificação, pois ética é um dos valores mais cultuados em nossa organização. Além do reconhecimento, sabemos que as boas práticas representam uma vantagem competitiva para a empresa. Temos muito orgulho de fazer parte do Grupo Tokio Marine”, afirma o presidente da Tokio Marine Seguradora, Akira Harashima.
Os tornados que atingiram os Estados Unidos em março deste ano podem custar mais de US$ 1,2 bilhão para as seguradoras, segundo levantamento divulgado pela Aon Benfield. Segundo o estudo “Impact Forecasting”, pelo menos 65 tornados causaram perdas aos segurados no mês. Entre os estados com mais prejuízos estão Indiana, Kentucky, Tennessee e Ohio, com registro de 41 mortes. As perdas econômicas são superiores, chegando a US$ 2 bilhões. Desse total, cerca de US$ 1,1 bilhão voltará à economia em forma de indenizações para cerca de 170 mil pedidos de indenizações feitos até março.
O estudo também cita outros eventos com custos relevantes para as seguradoras envolvendo catástrofes naturais, com as enchentes na Austrália, no final de fevereiro, com quase 9 mil pedidos de indenizações e pagamentos estimados em US$ 122,5 milhões. Há também relatos de catástrofes em regiões onde o seguro contribui pouco para a reconstrução em razão do baixo nível de consumo per capital, como as enchentes nas Filipinas Fihi, Equador, Chile e Colômbia. Também fica registrado o ciclone e deslizamento com 84 pessoas mortas em cidades da África. Mais de 78 mil pessoas ficaram desabrigadas, e as perdas na agricultura foram enormes.
As empresas de telecomunicações, energia e petroquímica estão com uma insuficiência de 30% a 60% no valor segurado de seus ativos industriais na Ásia, segundo relatório da Marsh e da John Foord, especializada em avaliação de ativos industriais na Ásia. Segundo o relatório, muitas empresas não estão levando em conta as flutuações recentes nos preços das commodities e nos custos dos materiais e da mão de obra e, consequentemente, não estão atualizando os seguros relativos aos valores de reposição total dos seus ativos.
Além disso, as empresas também podem estar confiando em registros desatualizados de ativos sobre os quais aplicam índices de inflação que muitas vezes não refletem os valores reais dos mesmos.
“De acordo com nossa experiência, o tamanho da insuficiência nos valores dos seguros na Ásia é maior do que nas regiões mais desenvolvidas. Na Tailândia, as devastadoras inundações do ano passado foram um duro lembrete de quão grave o problema se tornou”, diz Jason Wells, managing director e líder das práticas de especialidades da Marsh na Ásia, em nota divulgada.
“As empresas muitas vezes só se dão conta disso quando ocorre um sinistro e descobrem que o montante segurado não cobre o custo de reposição. Estimulamos todas as empresas a conduzir -checagens de saúde- regulares da avaliação de seus ativos – pelo menos uma vez a cada dois ou três anos – para que as importâncias seguradas sejam precisas e adequadas”, complementa.
“Analisamos cerca de 100 avaliações de ativos realizadas nos setores de telecomunicações, energia e petroquímica e comparamos o valor real de reposição com o montante segurado. Os resultados falam por si mesmos, com uma média de 30% de insuficiência nos seguros, e com vários casos onde esse número chegava a 60%”, diz Graham Copland, managing director da John Foord.
Com uma gama de projetos de infraestrutura já em andamento e outros a caminho, a viabilidade econômica de muitos dos negócios envolvidos pode estar em risco devido aos níveis inadequados de seguro. Muitas empresas não sabem que seus seguros não são suficientes para cobrir os verdadeiros custos de reposição dos ativos.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.