Os jornalistas Aline Bronzati e Altamiro Silva dispararam a notícia do dia hoje, que abre espaço para várias outras, como a disputa política no setor, com a sucessão de presidentes nas quatro federações que deve ocorrer neste ano.
Eles contam que o presidente da Porto Seguro, Jayme Garfinkel, vai deixar o comando da seguradora no início de setembro. Para seu lugar será nomeado Fabio Luchetti, hoje vice-presidente executivo da companhia. Sua saída estava prevista no acordo de acionistas, assinado em 2009, quando foi feita a associação com o banco Itaú. Também estava previsto que Luchetti poderia ser o indicado.
A nota informa ainda que Garfinkel vai permanecer na presidência do conselho. Segundo a empresa, ele vai “continuar contribuindo no dia a dia da companhia”. O substituto de Luchetti não está definido. Um dos cotados é o filho de Jayme, Bruno Garfinkel, responsável pela área de sinistros. Segundo informou a Porto ao blog Sonho Seguro ,o nome do Bruno surgiu de pura especulação do mercado. “Não há nada em andamento nesse sentido. O mandato do Fábio, inclusive, pode ser prorrogado por mais três anos, após os três anos iniciais”, informa.
Durante sua administração, Garfinkel transformou a Porto na maior seguradora de carros do Brasil. Foi ele quem costurou a associação com o Itaú, em agosto de 2009. Ele é considerado um dos homens mais riscos do mundo e neste ano integrou pela quarta vez o ranking da revista Forbes com fortuna avaliada em US$ 1,8 bilhão.
A família Garfinkel comprou a Porto em 1972 e no mesmo ano Jayme entrou na empresa, como assistente da diretoria. Em 1978, com o falecimento de seu pai, Abrahão, assumiu, ao lado de sua mãe, Rosa, o comando da seguradora. Em novembro de 2004, a Porto abriu o capital na BM&FBovespa, operação que movimentou R$ 440 milhões.
A Unimed respondeu. “Estamos iniciando estudos para atuar em Seguros de Danos, que terá a figura jurídica – com os devidos ajustes – da empresa que Susep acaba de aprovar. Por isso, suspendemos o processo de transferência da carteira de previdência para a nova empresa, mantendo nossas atividades de Previdência Privada na Unimed Seguradora”, informou Sueli Gomes, informou a área de comunicação da Seguros Unimed.
Comunicado Oficial
Cancelamento da Transferência de Carteira
Comunicamos aos participantes e ao mercado que, devido à nova estratégia da Companhia, fica cancelada a cessão e transferência da carteira e direitos, assunção de obrigações administrada pela Unimed Seguradora S/A para a administração da Unimed Previdência Privada S/A, CNPJ n.º 12.973.906/0001-7, aprovada em Carta nº118/2012 SUSEP/SEGER, com comunicado publicado nos jornais Diário Oficial da União, Seção 3, página 188, e Valor Econômico, página E2, no dia 25/05/2012.
John H. Fitzpatrick , 55 anos, é o novo secretário-geral e diretor administrativo da Geneva Association. Ele substitui Patrick M. Liedtke, que estava no posto desde janeiro de 2001, deixando o cargo para seguir outros desafios profissionais e acadêmicos.
Segundo nota da associação, que reúne CEOs de empresas do mercado de seguros mundial, Fitzpatrick passou toda a sua carreira em seguros e serviços financeiros. Atuou como diretor financeiro de duas corporações de capital aberto, a americana Kemper e a suíca Swiss Re, onde atuou no comando da area de vida e saúde. Fitzpatrick também é membro não executivo do Conselho de Administração da American International Group, Inc. (AIG).
Segundo o presidente Geneva Association, Nikolaus von Bomhard, também CEO da Munich Re, Fitzpatrick traz uma riqueza de conhecimento e experiência para a associação. “Sua formação em gestão de seguros, gestão financeira e liderança será extremamente valiosa para a próxima fase de desenvolvimento da associação, que visa o investimento em pesquisas e divulgação da indústria de seguros.
John H. Fitzpatrick comentou em nota que está feliz com o novo desafio junto a associação. “Nossa indústria tem um papel vital na economia e na sociedade, pois apoia os governos e a sociedade para enfrentar os desafios de hoje e do futuro, principalmente no que diz respeito ao riscos da longevidade e mudanças climáticas”.
Os mais ousados, motivados pela inovação que hoje está casada com a sustentabilidade, podem inscrever seus projetos na segunda edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga, lançado na última terça-feira pela Cnseg. “É uma forma de fortalecer nossa cultura de gerenciamento do risco e influenciar no comportamento de nossos colaboradores, parceiros de negócios e da sociedade em geral”, diz a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.
O objetivo da premiação é estimular o desenvolvimento do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor a partir da adoção de ideias inovadoras referentes a produtos e comunicação, além de apoiar as iniciativas que vão delinear o perfil do mercado segurador no futuro. As inscrições, abertas a partir desta sexta-feira, poderão ser feitas até cinco de agosto pelo endereço eletrônico www.premioseguro2012.com.br.
Solange destacou que o setor de seguros tem tudo a ver com a sustentabilidade. Para ela, as práticas de excelência do mercado podem contribuir para um mundo sustentável e, em consequência, mais seguro. Nesta edição do prêmio, além da tématica sustantabilidade, outra novidade será a concessão de prêmios em três categorias- no ano passado fora só uma, a de Inovação. Nesta edição, poderão ser inscritos cases nas categorias Produtos e Serviços, Comunicação e Processos. Como cada categoria premiará os três melhores cases, ao todo serão nove projetos coroados. Os responsáveis pelos cases vencedores (1º, 2º e 3º lugares) receberão troféus e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil.
RECICLAGEM. Na palestra feita a convite da CNseg na solenidade de lançamento do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga, o professor Daniel Castro, autor do livro ‘Reciclagem e Sustentabilidade na Indústria Automobilística’, procurou mostrar como iniciativas englobando montadoras são estratégicas para uma exploração mais racional dos recursos naturais, chamando a atenção para o modelo japonês.
Lá, a reciclagem de carros, além de beneficiar outras cadeias produtivas, com a oferta de diversos insumos obtidos a partir de sucatas, chegou ao ponto de ter itens exportados, agregando valor à atividade, hoje já chamada de “mina urbana”, em virtude da gama de produtos valorosos, como aço, zinco, cobre, metais, plásticos, vidro, borracha, tecidos, entre outros.
Ele deixa claro que o Brasil deveria ter um modelo de reciclagem de carros semelhante ao japonês- há um projeto piloto em via ser testado em Minas Gerais-, o que serviria não só para melhorar o valor dos carros vendidos como sucata, hoje na faixa de 2,53% do preço do mercado, como também para combater a indústria de desmanche, que provoca perdas bilionárias no setor de seguros.
Com informações do portal da CNseg (www.viverseguro.org.br)
Três empresas pertencentes ao Grupo Sulina (Sulina Seguradora, APS Seguradora e SDB Companhia de Seguros Gerais), todas em processo de liquidação extrajudicial, tiveram pedido, realizado pelos liquidantes das massas falidas, de falência autorizado pelo Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Ao todo, as três empresas apresentavam um passivo a descoberto de cerca de R$ 175 milhões, apresentando insuficiência para pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou seja, sem qualquer tipo de garantia de que receberão seus créditos.
As empresas estavam em processo de liquidação extrajudicial desde 2011. O maior passivo a descoberto pertence à Sulina Seguradora, no valor de R$ 150 milhões, seguido da APS Seguradora (R$ 21 milhões) e da SBD Companhia de Seguros Gerais (R$ 4 milhões).
É preciso apurar, mas me parece mais um problema para as seguradoras digerirem junto com a queda da taxa de juros, redução do custo de apólice, aumento da sinistralidade e da fraude. Segundo comunicado da Susep, o corretor não precisará mais devolver à seguradora o valor da comissão que recebeu em caso do seguro ser cancelado. Ou seja, se fechar um seguro hoje, recebe a comissão. Se amanhã o cliente cancelar, o corretor ficou com a comissão e a seguradora sem receber pelo seguro para pagar a comissão? Só checando com os especialsitas…
Comunicado Oficial
O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) decidiu por fim a uma distorção que penalizava o corretor de seguros em caso de cancelamento ou de devolução do prêmio. A regra, estabelecida desde 2000, obrigava o corretor ou a corretora a restituir a comissão à empresa seguradora em casos como estes.
A medida foi apreciada pelo Conselho Diretor da Susep, quando da aprovação, este ano, da nova regra que rege o registro de corretor e de sociedade corretora e a atividade de corretagem de seguros. Análises apontaram que o texto estaria em desacordo com o ordenamento jurídico.
Segundo destacou a Procuradoria Federal junto à autarquia, existem inúmeros dispositivos legais que regulam a profissão de corretor de seguros e que a resolução CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) número 249/2012, que repetia, no artigo 21, o dispositivo da circular 127/2000, em seu artigo 19, não contemplava a regra em questão.
A Generali vai trocar de comando pela terceira vez em três anos. O CEO Giovanni Perissinotto será substituído por Mario Greco, executivo-chefe do Zurich Insurance Group. Como foi ele que levou Antonio Cassio dos Santos para a Zurich, a “fofoca” no Brasil é: será que o Mario Greco vai levar o Cássio para a Generali? Pessoalmente, acredito ser dificil Cassio deixar o grande projeto que prepara….
A 2ª edição do Prêmio de Inovação em Seguros Antonio Carlos de Almeida Braga 2012, criado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) será lançada no Rio de Janeiro na próxima terça-feira, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi especialmente escolhida porque, este ano, o foco da premiação será a Sustentabilidade.
O ano de 2012, marcado pela realização da Rio+20, também é o ano da Sustentabilidade para o mercado segurador, levando em conta a relação direta da atividade seguradora com o desenvolvimento sustentável, uma vez que atua na prevenção e no gerenciamento de riscos.
Não é por acaso que desde 2009, a CNseg é signatária do Protocolo do Seguro Verde, convênio firmado junto ao Ministério do Meio Ambiente que trata da participação do setor na defesa de atitudes que levem em conta a proteção do planeta. Essa atenção voltada para a questão da sustentabilidade é uma realidade para o setor de seguros. Algumas seguradoras já utilizam nas suas tomadas de decisão os princípios do Protocolo.
Também em junho o Brasil será sede do 48.º Seminário Anual da IIS (International Insurance Society), que reunirá profissionais e executivos do setor de seguros, representantes de órgãos reguladores e especialistas de instituições de ensino de todo o mundo, para debater sobre sustentabilidade e inovação em mercados emergentes. Na oportunidade serão lançados os Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros, uma iniciativa de seguradores internacionais membros do UNEP FI (United Nations Environment Programme Financial Initiative, órgão ligado a ONU).
Práticas Sustentáveis – A 2ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros vai premiar as iniciativas do setor voltadas para a sustentabilidade, onde serão observadas questões ambientais, sociais e de governança (ASG) que sejam relevantes para o negócio de seguros.
De acordo com Jorge Hilário Gouvêa Vieira, presidente da CNseg, o mercado segurador deve utilizar sua experiência em neutralizar e mensurar riscos para alertar a sociedade sobre as atuais mudanças ambientais que afetam o planeta. “Podemos ser preciosos disseminadores de informações e novas práticas. Esse é o grande foco da segunda edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga, mostrar à sociedade que não estamos apenas testemunhando a maior crise ambiental da história da humanidade, estamos agindo e pensando nas novas gerações”.
Na opinião de Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da CNseg, o grande desafio de um prêmio focado na inovação e sustentabilidade é tornar essas práticas de excelência conhecidas, para que permeiem de forma pragmática toda a cadeia do mercado segurador. “É uma forma de fortalecer nossa cultura de gerenciamento do risco e influenciar no comportamento de nossos colaboradores, parceiros de negócios e da sociedade em geral”.
Palestra – Durante a cerimônia de lançamento do Prêmio, o tema da sustentabilidade será reforçado na palestra do professor Daniel Castro, autor do livro ‘Reciclagem e Sustentabilidade na Indústria Automobilística’. A publicação amplia as discussões sobre a maneira como a reciclagem de veículos, no final de sua vida útil, pode ser a chave para o progresso sustentável do setor. “E isso está diretamente ligado ao setor de seguros. É uma garantia de vida útil para o veiculo e de evitar a venda ilegal de suas peças sobressalentes”, afirma Castro.
Inovação – O Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foi lançado em 2011 pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), visando reconhecer o trabalho dos securitários e corretores, que contribuem para a inovação no mercado. Os responsáveis pelos cases vencedores (1º, 2º e 3º lugares) receberão troféus e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil.
O objetivo da premiação é estimular o desenvolvimento do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor a partir da adoção de ideias inovadoras referentes a produtos e comunicação, além de apoiar as iniciativas que vão delinear o perfil do mercado segurador no futuro.
As inscrições podem ser feitas de 8 de junho a 8 de agosto pelo no endereço eletrônico premioseguro2012.com.br
Serviço:
LANÇAMENTO DO PRÊMIO DE INOVAÇÃO EM SEGUROS Antonio Carlos de Almeida Braga
A Petrobras divulgou nota à imprensa sobre a renovação do seguro. Li no Brasil Econômico que o contrato foi renovado com Itaú Seguros e a Willis para um período de 18 meses, com custo de US$ 106,6 milhões. Apesar do aumento das atividades industriais, operações comerciais e volume de ativos segurados, o valor é 5% inferior ao contratado no período anterior. O valor segurado é de US$ 128,8 bilhões e cobre riscos operacionais, riscos de petróleo, responsabilidade civil geral, aeronáutico e de abastecimento de aeronaves e riscos de transporte.
Mas não li quem são os resseguradores, os principais envolvidos nesse contrato, cuja retenção de risco no Brasil não chegava, em apólices anteriores, a 10%. Com a crise internacional, imagino que o IRB Brasil Re tenha ficado com um bom pedaço, bem como a cativa da Petrobras. Outros jornais, como DCI e Estado de São Paulo também não mataram a minha curiosidade. Terei de interromper um período dedicado a um projeto para informar os leitores que me perguntam.
Segundo o DCI, “apesar do aumento das atividades industriais, das operações comerciais e do volume de ativos segurados, a Petrobras conseguiu uma economia da ordem de 5% no custo da operação”, informa empresa, em nota divulgada à imprensa. Da cobertura total, US$ 125 bilhões são para os chamados “riscos operacionais”. Outros US$ 2 bilhões são os “riscos de petróleo”, para as operações de exploração e produção no Brasil. Há ainda US$ 250 milhões do contrato de “responsabilidade civil”, que cobrem os riscos causados a terceiros e US$ 235 milhões de “riscos de transporte”. Há também o contrato de “responsabilidade civil aeronáutico/abastecimento de aeronaves”. Dados os enormes valores envolvidos, o seguro foi feito na forma de cosseguro, em que as seguradoras dividem os riscos. A Bradesco Seguros também participou, informa o DCI.
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