Estudo aponta a falta de planejamento financeiro dos colaboradores

Nos últimos anos, a saúde financeira tem sido amplamente debatida em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que o desequilíbrio financeiro está relacionado a transtornos mentais, como ansiedade e depressão, gerando um impacto econômico de US$ 1 trilhão por ano devido à perda de produtividade e à redução da capacidade de trabalho. 

No Brasil, esta realidade é ainda mais crítica. De acordo com um estudo da FEBRABAN, 64,7% dos brasileiros não se sentem seguros em relação ao seu futuro financeiro, enquanto 58,4% relatam que suas finanças são uma das principais causas de estresse, afetando diretamente suas vidas. Não à toa, que tramita no Senado um projeto de lei que busca incluir a educação financeira no ensino básico, um passo crucial para preparar as futuras gerações para lidar de maneira mais saudável com suas finanças.

Diante deste cenário, a Lockton, maior corretora de seguros independente do mundo, realizou sua primeira pesquisa focada no sentimento dos colaboradores em relação à educação e saúde financeira. O levantamento, realizado no segundo trimestre de 2024, ouviu mais de 520 colaboradores de 9 empresas e revelou dados importantes sobre o planejamento financeiro e a preparação para o futuro.

Principais resultados da pesquisa:

  • 51% dos participantes nunca buscaram orientação financeira, evidenciando uma lacuna significativa na alfabetização financeira.
  • 78% das famílias não conseguem poupar devido ao acúmulo de dívidas, especialmente com foco no longo prazo, como a aposentadoria.
  • 41% dos entrevistados estão inseguros quanto à sua renda na aposentadoria, e 32% lamentam não ter começado a poupar mais cedo. Entre os entrevistados com mais de 65 anos, este percentual sobe para 67%, refletindo as consequências reais da falta de planejamento financeiro.

“Estes dados refletem a urgência de abordar a educação financeira de maneira estruturada, tanto no ambiente educacional quanto nas empresas, que estão cada vez mais conscientes da necessidade de oferecer suporte financeiro aos seus colaboradores”, comenta Demetrius Lima, economista e Gerente de Previdência da Lockton Brasil. “A educação financeira é um componente essencial para garantir o bem-estar financeiro e mental dos colaboradores, e as empresas têm um papel vital em promover esta conscientização”, conclui.

Com base nessas percepções, a Lockton está lançando uma nova solução de saúde e educação financeira, desenvolvida em parceria com a maior startup de previdência do Brasil. A ferramenta oferece checkups financeiros personalizados, consultorias individuais ilimitadas com especialistas em finanças, palestras e webinars sobre saúde e educação financeira, além de gamificação para engajar os colaboradores. A solução também disponibiliza consultoria ao RH, incluindo o mapeamento da população e ações estratégicas específicas para cada público.

“Esse conceito é 100% focado no bem-estar financeiro, sem metas de produtos ou indicações, proporcionando uma assessoria isenta, visando que os colaboradores sejam protagonistas na construção de um futuro financeiro mais estável”, conta Demetrius e pontua que a plataforma será ajustada conforme as necessidades de cada empresa, e os custos serão arcados pelas próprias companhias interessadas, permitindo uma abordagem personalizada e independente.

Prudential do Brasil debate proteção de dados com colaboradores

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil realizou, no início de fevereiro, uma semana dedicada à conscientização de seus colaboradores sobre proteção de dados pessoais e privacidade para celebrar o Dia Internacional da Proteção de Dados (28 de janeiro). A programação ofereceu uma série de atividades como palestras e dinâmicas interativas para fortalecer a cultura sobre o tema na seguradora. Nessa edição, a seguradora chamou a atenção para o uso responsável e ético da inteligência artificial nos negócios.

Segundo a Data Protection Officer (DPO) da Prudential do Brasil, Sabrina Calixto, promover essa ação demonstra a responsabilidade e o compromisso da seguradora com as informações de seus clientes. “A privacidade e a proteção de dados já fazem parte do cotidiano dos colaboradores. Reforçar os princípios de integridade e governança é essencial para proteger os nossos clientes. Um dos temas em debate este ano foi o uso de inteligência artificial, uma tecnologia promissora que precisa ser conduzida com ética e responsabilidade pelo mercado segurador”, disse Sabrina.

A Semana contou ainda com um painel internacional sobre segurança cibernética e IA oferecido a todas as operações da Prudential. Outras duas palestras nacionais abordaram os riscos e o uso ético e responsável da IA nos negócios, tema este escolhido com o objetivo de acompanhamento das tendências do mercado. Por fim, também ocorreu uma dinâmica de grupo interativa de gamificação em que os participantes tinham que desvendar, em 30 minutos, enigmas envolvendo temas de proteção de dados, promovendo a conscientização dos colaboradores.

Alper Seguros compra da Humani, segunda compra deste ano

Alper Seguros, anuncia a aquisição da Humani, corretora especializada em benefícios para pequenas e médias empresas (PME), sediada em Osasco, na Grande São Paulo. A transação é a segunda aquisição da Alper no ano e a oitava na unidade de Benefícios da companhia. O movimento de consolidação de mercado é mais um passo dado pelo executivo Marcos Couto, CEO da Alper, que pretende liderar a fusão de outras corretoras ao longo do ano com um investimento de R$ 400 milhões.

Fundada em 2001, a Humani construiu uma sólida reputação no mercado, administrando uma carteira premium com mais de 8 mil vidas e R$100 milhões em prêmios. A corretora é reconhecida por sua excelência no processo comercial e pelo alto padrão de atendimento no pós-venda, resultando em expressivas taxas de retenção de clientes, tickets médios elevados por beneficiário e baixo índice de sinistralidade.

Sob a liderança de André de Barros Martins, vice-presidente sênior de Benefícios da Alper Seguros, essa aquisição consolida um modelo de operação que vem demonstrando crescimento sustentado ao longo dos anos. Além de incrementar a carteira de PME, que é parte importante do mercado de Benefícios. Além disso, a transação possibilita oportunidades de cross-sell, uma vez que a Humani tem sua atuação integralmente focada em um único ramo.

“A aquisição da Humani representa um movimento estratégico importante para a Alper no segmento PME. Estamos incorporando uma operação de alto padrão, com um modelo de negócio comprovado e uma carteira de clientes sólida”, afirma André de Barros Martins,. “Além disso, identificamos significativas oportunidades de negócios que nos permitirão expandir ainda mais nossa oferta de produtos e serviços para essa base de clientes”, destaca Martins.

Com a integração, Emmanuelle Burci, atual diretora da Humani, é responsável pela área comercial e de operação e assume a posição de diretora da filial de Osasco.

Kakau Tech e AWS criam solução para vistorias em seguros de smartphones com IA

Henrique Volpi Kakau

Fonte: Kakau

Com o aumento dos sinistros envolvendo smartphones, tornou-se fundamental a eficiência na gestão do risco no mercado de seguros. Em 2023, apenas na cidade de São Paulo foram mais de 103 mil roubos, segundo o Portal da Transparência da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, sendo necessário simplificar as vistorias para garantir uma avaliação precisa na hora de contratar uma cobertura.

Para solucionar isso, a Kakau Tech – empresa inovadora e focada em transformação digital que faz parte do Grupo Kakau -, em parceria com a Amazon Web Services (AWS), desenvolveu uma solução inovadora para simplificar e proteger as vistorias de seguros de smartphones utilizando Inteligência Artificial. Trata-se do Sonar, uma ferramenta projetada para identificar e prevenir todas as possibilidades de fraude, exigindo a criação de verificações para confirmar informações. 

Apesar do Sonar usar seis tipos de validações, ainda enfrentava o desafio de fraudes relacionadas à prova de vida, e que executando uma verificação de prova de vida seria uma camada extra de segurança.

O fluxo de dados na arquitetura do Sonar seguia 6 validações descritas abaixo:

  • SMS: um código único é enviado para o número de telefone cadastrado, confirmando quem é o titular do aparelho.
  • IMEI: o IMEI (International Mobile Equipment Identity) do dispositivo é verificado, garantindo que o aparelho em uso seja o mesmo que foi cadastrado.
  • Reconhecimento facial: Utilizada para confirmar a face humana.
  • Câmera: verificar o seu funcionamento e dos dados que comprovam pertencer de fato ao aparelho vistoriado.
  • Tela: a tela do dispositivo é verificada para garantir que não esteja danificada ou comprometida.
  • Impressão digital do aparelho: o dispositivo pode ser verificado em todas as fases do processo.

Arquitetura

O Sonar é uma solução que conta com serviços: Amazon EC2 para hospedagem de servidores de aplicação, O Amazon Rekognition para análise das fraudes e prova de vida, Amazon S3 como armazenamento de objetos, Amazon RDS para hospedagem de Banco de Dados e o Amazon SNS para envio de notificações.

A integração entre as instâncias EC2 e o Amazon Rekognition é feita por meio de SDK, e dentro de um bucket do Amazon S3 são armazenados os assets e as imagens obtidas durante as verificações feitas pela plataforma. A parte principal da arquitetura vem do uso e integração com o Amazon Rekognition Face Liveness, que ajuda a verificar se um usuário que está passando pela verificação facial está fisicamente presente na frente de uma câmera. Ele detecta ataques falsos apresentados a uma câmera ou tentando contornar uma câmera. Os usuários podem concluir uma verificação de Face Liveness tirando uma pequena selfie em vídeo, seguindo uma série de instruções destinadas a verificar sua presença.

A vivacidade facial é determinada com um cálculo probabilístico e, em seguida, uma pontuação de confiança (entre 0 e 100) é retornada após a verificação. Quanto maior a pontuação, maior a confiança de que a pessoa que recebe o cheque está viva. O Face Liveness também retorna uma moldura, chamada de imagem de referência, que pode ser usada para comparação e pesquisa de faces.

Resultados

Com a adoção do Amazon Rekognition Face Liveness, a Kakau adicionou a verificação de prova de vida, fortalecendo as camadas de segurança em sua plataforma. Além disso, o tempo de processo de verificação de prova de vida foi reduzido de 10% a 20%, resultando em melhorias operacionais substanciais para o time da Kakau. 

“A implementação do Amazon Rekognition Face Liveness pela Kakau demonstra como a tecnologia pode melhorar processos no setor de seguros. A nova camada de verificação de prova de vida no Sonar fortaleceu a segurança do processo de vistorias. Além disso, reduziu o tempo de processamento, mantendo a experiência do usuário simplificada. Vale ressaltar ainda que ter uma parceria com a AWS é muito gratificante e nos coloca numa posição de destaque”, explica o CEO da Kakau Tech, Henrique Volpi.  

Fabiana Resende assume presidência e lidera nova era no Seguro PASI

por Debora Gurgel

O Seguro PASI inicia um novo ciclo sob a liderança da executiva Fabiana Resende, que assumiu a presidência da empresa no início de 2025. A transição marca um momento estratégico para a companhia, consolidando sua trajetória de inovação e inclusão no mercado de seguros.

O anúncio oficial da sucessão foi feito durante a celebração dos 35 anos do PASI, realizada em dezembro de 2024, quando Alaor Silva Junior, fundador da empresa e referência no setor, passou oficialmente o comando para a filha, Fabiana Resende. Alaor seguirá atuando no Conselho de Administração, ao lado de sua esposa, Mariângela Marrocos.

“Fabiana representa a nova geração de lideranças que alia inovação, inclusão e um olhar atento às necessidades do setor. Tenho plena confiança no futuro do PASI sob sua direção”, destacou Alaor Silva Junior.

Com duas décadas de atuação no PASI, Fabiana Resende acumulou uma experiência sólida dentro da empresa. Formada em Administração de Empresas pelo Ibmec, com ênfase em Finanças, iniciou sua trajetória profissional no mercado de capitais antes de assumir posições estratégicas no PASI, passando pelos cargos de gerente de Marketing, diretora-Executiva e vice-presidente.

A liderança da executiva tem sido decisiva para a modernização e expansão da companhia, com projetos que incluem a ampliação de parcerias estratégicas, a digitalização de processos e o desenvolvimento de soluções inovadoras para os clientes. Sua atuação combina expertise técnica e sensibilidade, características que alinham inovação e impacto social – valores que definem o legado do PASI.

Além disso, Fabiana é a primeira mulher de Minas Gerais a integrar a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), onde atua em duas cátedras (ESG e Seguros Inclusivos). Em 2020, foi convidada para ser uma das coautoras do livro “Mulheres no Seguro”, quando teve a oportunidade de compartilhar sua história. Foi convidada a contar seu case de sucesso também na segunda edição do livro, que será lançado em 2025.

Ao assumir a presidência do PASI, a executiva reforça seu compromisso em fortalecer o DNA inovador da empresa e ampliar a atuação da companhia no setor. “Assumo esse cargo com muita honra. O PASI não é apenas um negócio, é uma missão que transcende o mercado de seguros. Estamos prontos para um PASI renovado, mais forte e disruptivo, sempre fiel ao compromisso de oferecer soluções acessíveis e inclusivas a milhares de segurados em todo o Brasil”, afirma.

O Seguro PASI, fundado em 1989, é pioneiro em seguros inclusivos, garantindo proteção a trabalhadores em situações de vulnerabilidade. Sob a nova gestão, a empresa seguirá sua trajetória de crescimento, apostando na inovação e na transformação digital para ampliar o acesso à proteção securitária no País

Zurich avança em seguro auto com inovação em processos e serviços

Fábio Leme Zurich Seguros

2025 é um ano de grandes novidades no seguro massificado, especificamente no segmento de automóvel, para a Zurich Seguros. Em 2024, a seguradora registrou um crescimento significativo nesta carteira, impulsionado por estratégias de marketing, inovação em serviços e expansão geográfica. Segundo Fábio Leme, diretor executivo de Personal Lines e Marketing, a seguradora focou em consolidar sua marca, com a campanhas Geração Z, uma nova geração de seguros, que leva os valores dessa geração, como sustentabilidade e inovação como posicionamento.

“2024 foi um ano fantástico para a Zurich considerando consumidores, parceiros comerciais e acionistas. Conseguimos resultados muito positivos com a nossa primeira campanha de marca, que refletiram em todos os nossos produtos”, afirmou em entrevista ao Sonho Seguro. 

No ano passado, a Zurich superou a marca de 500 mil clientes no segmento de automóveis, expandindo sua atuação para novas regiões e ampliando sua base de corretores. A seguradora registrou um crescimento de 14% em prêmios no segmento automotivo até dezembro, superando em quatro vezes o crescimento do mercado, que se manteve estável. A participação de mercado da Zurich no segmento automotivo chegou a 2,5%, consolidando sua posição como a 8ª maior seguradora em grupo econômico.

Além da exposição da marca, Leme cita a melhoria em processos, inovação em serviços e a pegada de sustentabilidade que permeia todos os produtos da companhia. Um dos destaques em serviços foi o lançamento da cobertura de Pequenos Reparos Premium, que permite aos clientes realizar pequenos reparos, como para-choques e faróis, sem precisar acionar a franquia do seguro. “Estamos muito felizes com este serviço, pois somos a única seguradora a oferecer até agora e ele foi muito bem recebido, com adesão superior a 20% dos corretores, além da significativa melhora nos indicadores da percepção dos clientes que já utilizaram a cobertura”, citou.

Um dos corretores a aprovar o serviço foi Luiz Longobardi Junior, diretor nacional Auto/RE da Lojacorr, uma parceria antiga da rede de corretores. Segundo ele, a Zurich tem um papel fundamental por se tratar de um grande player internacional, além de ser uma companhia multiproduto, no segmento de seguros de automóveis. “Neste momento de consolidação do mercado, a Zurich tem grande importância para que possamos levar aos nossos corretores e clientes mais uma opção de produtos competitivos e de qualidade na prestação de serviços inovadores. Temos avançado em vendas, com volumes de prêmios em 2024 com crescimento acima da média de mercado”, acrescentou Longobardi. 

O investimento da Zurich em sustentabilidade tem agregado valor a todos os stakeholders. Uma das iniciativas é o Selo Auto Eco em todas as apólices. O selo oferece aos clientes a opção de utilizar oficinas credenciadas com padrões ESG (Environmental, Social, and Governance), certificadas pelo IQA. Essas oficinas atendem a mais de 200 quesitos, desde iluminação até descarte adequado de materiais. A seguradora também manteve sua oferta pioneira para carros elétricos, lançada em 2019, e hoje conta com 300 oficinas certificadas.

No segmento residencial, a Zurich mais do que dobrou as vendas no canal de corretores. No seguro de vida, a empresa implementou uma série de melhorias com foco no clientecentrismo, elevando o padrão de atendimento em todos os produtos. A seguradora atingiu a marca de 17 milhões de clientes pessoa física em todos os segmentos.

Para 2025, a Zurich planeja continuar investindo em inovação e sustentabilidade, com foco em ampliar a base de corretores e expandir serviços diferenciados, como o Pequenos Reparos Premium. A seguradora também pretende enfrentar os desafios de um cenário econômico com oferta de crédito mais restrita e pressões inflacionárias, que podem impactar os custos de peças e mão de obra. A estratégia inclui investimentos em digitalização e manutenção de serviços que agregam valor ao cliente.

Neste início de ano, a Zurich segue presente nas redes sociais com o patrocínio do Rio Open e campanhas de fortalecimento da marca. O Rio Open encerra a primeira fase da campanha Geração Z – Uma nova geração de seguros, lançada pela companhia em julho de 2024 durante as Olimpíadas, além de fortalecer o compromisso da seguradora com o esporte. 

Felipe Andreoli e Fernando Nardini, embaixadores da companhia, farão cobertura ao vivo, compartilhando com seus seguidores tudo o que acontecerá durante os jogos que acontecem de 15 e 23 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Essas ações visam consolidar a Zurich como uma seguradora inovadora e alinhada com as tendências do mercado”, finalizou o executivo.

BETS querem comprar seguros

Seguradoras e casas de apostas esportivas online (bets) têm algo em comum: ambas vivem de apostas. Mas enquanto uma aposta na proteção e na segurança financeira do consumidor, a outra estimula o sonho do dinheiro rápido e fácil. A ironia se intensifica quando se percebe que esses dois setores, tão diferentes, disputam o mesmo orçamento apertado da população e agora se tornam parceiros de negócios. Sim, pois toda atividade lícita pode e deve ter proteção securitária para mitigar riscos e assim manter a sua longevidade. E as Bets querem comprar seguros, principalmente o seguro de responsabilidade civil para executivos (D&O) e de riscos cibernético, informa João Lucas Papa, secretário-geral Associação Brasileira do Jogo Positivo (AJP).

Uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) mostrou que 41% dos entrevistados passaram a destinar para as bets dinheiro que antes era usado para outros tipos de entretenimento. O dado mais preocupante, no entanto, é que 20% utilizaram recursos que seriam destinados ao pagamento de contas essenciais, e outros ainda deixaram de economizar, comprar comida ou roupas para apostar. Até mesmo reservas para a previdência privada foram sacrificadas.

Liberadas no Brasil desde 2018 sem qualquer regulação inicial, as apostas esportivas online criaram um mercado bilionário, impulsionado por massivos investimentos em publicidade na TV e nas redes sociais. Mas o dinheiro gasto nesse segmento tem causado endividamento, problemas de saúde mental e impacto em setores como consumo e poupança, segundo estudos e pesquisas. O Itaú, por exemplo, revelou que os brasileiros perderam R$ 23,9 bilhões em apostas entre junho de 2023 e junho de 2024, sendo a maior parte dessas perdas concentrada entre a população mais pobre. No total, as bets movimentaram R$ 68,2 bilhões no mesmo período.

Com a regulamentação do setor avançando a partir deste ano, as casas de apostas agora buscam proteção por meio de seguros. A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, divulgou que, até o momento, 66 bets foram autorizadas a operar no país, sendo apenas 14 de forma definitiva, enquanto as demais seguem com licenças provisórias. Para atuar legalmente, cada empresa teve que pagar R$ 30 milhões em outorga ao governo.

Enquanto as seguradoras investem em educação financeira para incentivar a compra de produtos que garantam proteção e previsibilidade, as bets promovem a ilusão da sorte grande, com o bônus de terem casos de sortudos que realmente mudaram de vida ao serem premiados. Mas, apesar da aparente contradição, as apostas também dependem de seguros para minimizar riscos e viabilizar a continuidade de suas operações.

A história dos seguros tem raízes em apostas. No século XVII, investidores ingleses apostavam se navios voltariam da Índia com mercadorias ou se seriam vitimados por naufrágios ou piratas. Quem acertava a previsão ficava com a bolada. No mercado de gambling, a lógica é semelhante.

Agora, as bets querem contratar seguros para se protegerem contra riscos diversos. Entre os produtos mais demandados está o seguro de responsabilidade civil para executivos (D&O), essencial para gestores que ingressam nesse mercado e não querem expor seu patrimônio pessoal a processos judiciais por má gestão. O mercado de resseguro internacional tem oferecido capacidade para essa proteção, mas sem grande divulgação para evitar danos reputacionais. Este seguro não tem cobertura para atos dolosos ou contra a administração pública.

Outro seguro crítico é o de riscos cibernéticos, já que empresas de apostas são alvos frequentes de hackers. A Stake, uma das maiores bets do mundo, sofreu um ataque cibernético em 2024 e perdeu cerca de R$ 200 milhões. O prejuízo não comprometeu suas operações, mas a exposição mostrou a necessidade de melhores proteções.

Apesar da crescente demanda, muitas seguradoras ainda resistem a atender o setor de apostas, principalmente devido a questões regulatórias e ao risco reputacional. “Ainda existe uma dificuldade de aceitação no mercado, mas temos visto avanços. Toda atividade lícita pode e deve ter proteção securitária”, explica Yves Lima, diretor de linhas financeiras da corretora Howden. “E todas as empresas têm de cumprir as exigências da Lei de LGPD, que visa proteger bancos de dados de clientes e registros de transações.”

As apostas esportivas movimentam grandes somas de dinheiro, e a regulamentação em curso busca separar empresas sérias de operadoras fraudulentas. Nos EUA e na Europa, seguradoras já oferecem produtos sob medida para esse segmento. No Reino Unido, onde a BET365 domina o mercado, cerca de 95% das apostas são feitas em operadoras legalizadas. Na França, esse percentual é de 60%. No Brasil, estima-se que 50% das apostas ainda ocorram em um “mercado cinza”, mas a expectativa é que essa taxa diminua com a regulamentação definitiva.

A Associação Brasileira do Jogo Positivo (AJP) tem defendido a maior integração entre o setor de apostas e o mercado de seguros. “A cooperação entre as bets e as seguradoras é estratégica. Estamos falando de um setor que poderá gerar mais de 100 mil empregos e movimentar R$ 200 bilhões no Brasil”, afirma João Lucas Papa, secretário-geral da AJP. Segundo ele, a respeito da contribuição da indústria gambling para a economia do País, em 2025, a expectativa é de gerar entre R$ 12 e R$ 20 bilhões para os cofres públicos. E como disse Lima, Papa reforça:  “toda atividade lícita pode e deve ter proteção securitária”.

Ja os gestores de riscos querem entender quais os recursos que supostamente a regulamentação vai trazer para a economia. Apesar do pagamento de impostos e taxas pelas bets, a maior parte das empresas está localizada fora do país e o único investimento que se viu até o ano passado foi o feito em marketing e publicidade. Porém, se confirmado o boom de bets no Brasil, certamente será um segmento importante para as seguradoras de atuam com riscos financeiros e cibernéticos.

Papa refuta. A respeito de “a maior parte das empresas estar localizada fora do Brasil”, não procede mais, pois a Lei 14.790 exige, em seu artigo 7º, que “somente serão elegíveis à autorização para exploração de apostas de quota fixa as pessoas jurídicas constituídas segundo a legislação brasileira, com sede e administração no território nacional, que atenderem às exigências constantes da regulamentação editada pelo Ministério da Fazenda”. A regulamentação das atividades de apostas esportivas, jogos on-line e cassino no Brasil veio precedida de uma regulação forte e diligente.

Com a regulamentação avançando, o segmento de apostas esportivas busca se consolidar e profissionalizar sua atuação. As empresas que conseguirem demonstrar solidez, boas práticas de governança e políticas de gestão de risco tendem a se destacar e atrair mais investimentos. Seguros serão um diferencial competitivo para essas operações, permitindo maior previsibilidade financeira e maior confiança dos investidores.

Se antes seguradoras e bets pareciam rivais na disputa pelo bolso do consumidor, agora a relação pode evoluir para uma parceria. Afinal, no jogo dos negócios, quem souber administrar melhor os riscos tem mais chances de ganhar. Apesar de poucas companhias aceitarem falar do tema, já estão com até mesmo apresentações em power point para vender seguros como D&O e cibernético.

Sem inventar a roda, até mesmo porque o resseguro é internacional e tem modelos de negócios já padronizados, os brasileiros olham para os mercados de apostas no Reino Unido, França e Estados Unidos, que são referências no mundo e já contam com seguros específicos para o setor.

Reino Unido

  • O país possui um dos mercados de apostas mais desenvolvidos e regulamentados do mundo, com operadoras como Bet365 e William Hill.
  • Seguros para empresas de apostas incluem cobertura para responsabilidade civil, riscos cibernéticos, D&O e fraude.
  • O Lloyd’s of London é um dos principais mercados que oferecem capacidade de resseguro para empresas do setor.
  • Operadoras contratam seguro contra interrupção de negócios e risco de manipulação de eventos esportivos.

França

  • O setor é rigidamente regulamentado pela Autorité Nationale des Jeux (ANJ).
  • Empresas licenciadas devem cumprir protocolos de segurança, elevando a demanda por seguros cibernéticos e compliance.
  • Algumas seguradoras francesas oferecem coberturas para falhas operacionais e segurança de dados.

Estados Unidos

  • Desde 2018, com a revogação da PASPA, diversos estados legalizaram as apostas esportivas, impulsionando o setor.
  • Cassinos e empresas de apostas online contratam seguros contra fraudes, ataques cibernéticos e responsabilidade operacional.
  • Seguradoras e resseguradoras como AIG e Swiss Re oferecem produtos customizados para o setor.
  • Seguros para prêmios de alto valor (prize indemnity insurance) são comuns, garantindo que as casas de apostas possam cobrir pagamentos milionários.

HDI Seguros e HDI Global Seguros unem forças no Brasil e gera R$ 15 bi para Talanx

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A HDI Seguros e a HDI Global Seguros, ambas do grupo segurador alemão Talanx, unem forças no Brasil. Após o closing, todas as atividades serão consolidadas na HDI Seguros S.A., empresa do Grupo HDI. Por meio deste movimento, a Talanx reforçará sua posição no mercado P&C e atingirá um total de prêmios brutos emitidos de cerca de R$15 bilhões no Brasil. “Ao combinar os pontos fortes da HDI Seguros e HDI Global Brasil, aumentaremos ainda mais nossa proximidade com o mercado”, afirma Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.

Sob a liderança de Guillermo León, a HDI Global Brasil cresceu com sucesso em Grandes Riscos, tornando-se um dos players mais relevantes do país neste segmento. Os clientes internacionais inscritos nos Programas Internacionais da HDI Global SE podem esperar o mesmo alto nível de serviço das mesmas equipes dedicadas, agora sob a gestão da HDI Seguros S.A.. Eduardo Dal Ri liderará a organização combinada no Brasil. Guillermo León se tornará membro do Conselho de Administração da HDI Global Brasil, apoiando durante a integração das empresas.

Nesse mesmo período, a HDI Seguros não só se tornou uma seguradora líder no segmento do varejo, mas também se tornou um player relevante no mercado de P&C, especialmente através da aquisição da Liberty Seguros e da Sompo Consumer (divisão de varejo da Sompo).

Com um portfólio consolidado, a empresa oferecerá aos seus clientes e corretores no Brasil todos os serviços de uma única estrutura, combinando uma melhor experiência com serviços simplificados, mantendo e alavancando a expertise da subscrição de ambas as empresas. 

“Essa consolidação simplifica nossos serviços e aumenta nossa capacidade de distribuição, ao mesmo tempo em que aproveita a experiência combinada de ambas as equipes para o benefício de nossos clientes e parceiros de distribuição”, continua Eduardo Dal Ri. “Gostaria de agradecer a Guillermo por sua liderança bem-sucedida da HDI Global Brasil. Graças à base sólida que ele e sua equipe construíram na última década, continuaremos a construção da nossa presença sólida nos segmentos P&C com foco em Negócios Corporativos“.

O fechamento da transação está previsto para ocorrer em 1º de Abril.

Porto renova patrocínio com Gabriel Bortoleto por mais três anos

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Fonte: Porto

A Porto anuncia a renovação do patrocínio com Gabriel Bortoleto, estendendo o apoio ao piloto por mais três anos. A parceria, iniciada em 2023, acompanhou a ascensão de Gabriel no automobilismo, com conquistas históricas como os títulos da FIA Fórmula 3, em 2023, e da FIA Fórmula 2 no ano passado, consolidando-o como um grande talento em ascensão no esporte. Agora, com foco em seu futuro na principal categoria do automobilismo mundial, a Fórmula 1, a Porto reforça sua vocação de ser o porto seguro deste sonho brasileiro e também do Gabriel.

Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e de Marketing da Porto, destaca o orgulho da empresa em seguir ao lado do jovem talento: “A Porto sempre esteve ao lado dos brasileiros e dos seus sonhos, e o automobilismo faz parte dessa história. Continuar o patrocínio com Gabriel por mais três anos reforça nosso compromisso em ser um porto seguro para ele e para milhões de torcedores que sonham em ver aos domingos um piloto brasileiro brilhar na Fórmula 1. Sabemos que essa nova fase trará desafios ainda maiores, e é justamente nesses momentos que o cuidado faz a diferença. Os fãs já até o chamam carinhosamente de ‘Portoleto’. Seguimos juntos, acelerando e escrevendo mais um capítulo dessa trajetória, dentro e fora das pistas.”

A renovação com Gabriel Bortoleto está inserida na estratégia da Porto de fortalecer sua presença neste território e com as gerações mais novas. A companhia está presente no dia a dia dos carros dos brasileiros há quase 80 anos e segue fomentando o automobilismo para criar experiências que unem segurança, emoção e paixão pelo esporte.

Além de Bortoleto, a Porto também é founding partner do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 até 2027. A companhia promove uma experiência única no evento, com uma arquibancada exclusiva para mais de 4 mil pessoas, com direito à roda-gigante de 36 metros – e que também proporciona uma vista privilegiada de todo o autódromo – simuladores de corrida e palco para apresentações.

MGA Hero, especializada em seguro viagem, avança na parceria com corretores e novos produtos

Claudia Pinheiro Hero Seguros

Nos últimos anos, o mercado de seguros de viagem no Brasil tem passado por uma grande transformação, impulsionado pela digitalização, mudanças no perfil dos viajantes e um crescimento na conscientização sobre a importância da proteção em viagens. A Hero Seguros, uma MGA (Managing General Agent) parceira da Generali Seguros, tem se destacado nesse cenário com um modelo ágil e inovador, apostando em personalização, tecnologia e novas frentes de negócios para expandir sua atuação.

Em entrevista ao Sonho Seguro, Claudia Pinheiro, que está há quase um ano na MGA Hero Seguros, compartilha os desafios de adaptação a um ambiente dinâmico e as estratégias que implementou para fortalecer o setor de Key Accounts. Ela também fala sobre a evolução da empresa, a concorrência no setor, tendências de mercado e os diferenciais que têm garantido o crescimento acelerado da insurtech.

Você está há quase um ano na Hero Seguros. Quais foram os principais desafios que encontrou ao assumir essa posição e como foi o processo de adaptação?

O principal desafio foi a adaptação a um ambiente extremamente dinâmico, muito diferente do mercado corporativo tradicional, onde os processos são mais segmentados e burocráticos. Aqui, as decisões precisam ser rápidas e a flexibilidade para atuar em diversas frentes é essencial. Minha primeira missão foi estruturar a área de Key Accounts, garantindo um suporte mais eficiente aos grandes clientes da Hero. Para isso, aumentamos a produtividade da equipe, implementamos processos de acompanhamento mais eficazes e fortalecemos o relacionamento com os parceiros estratégicos. A experiência tem sido desafiadora, mas muito enriquecedora, pois me permitiu aplicar meu conhecimento e contribuir diretamente para o crescimento da empresa.

Quais foram as principais mudanças que você implementou desde que assumiu a liderança?

Ajustamos o foco da área de Key Accounts, priorizando clientes estratégicos e parcerias de longo prazo, o que resultou em um atendimento mais consultivo e de alto valor agregado. Criamos um time voltado a fortalecer o relacionamento com os clientes, estruturamos agendas de acompanhamento e aprimoramos os processos internos. Essas mudanças impactaram diretamente o negócio, aumentando a fidelização e gerando crescimento na receita tanto para a Hero quanto para os clientes.

Qual é a sua visão para o mercado de seguros de viagem no Brasil e como a Hero Seguros está se posicionando para aproveitar as oportunidades?

O mercado está crescendo e se transformando, impulsionado pela digitalização e pelo aumento da conscientização sobre a importância do seguro viagem. Nosso foco é oferecer soluções ágeis, personalizadas e totalmente integradas à jornada do cliente, além de buscar parcerias estratégicas para ampliar a distribuição dos produtos. Recentemente, reorganizamos nossa estrutura comercial, segmentando as operações em duas frentes. A diretoria de Turismo, voltada para parceiros tradicionais, como agências e operadoras, e a diretoria de Novos Negócios, focada na expansão para bancos, seguradoras, fintechs e varejo. Essa abordagem nos permite atuar com mais foco e fortalecer a distribuição em setores além do turismo, ampliando nosso alcance.

Como você avalia o mercado de seguros de viagem no Brasil hoje? Quais são os principais desafios?

Os principais desafios incluem a capacitação dos canais de venda, a diferenciação dos produtos e a atratividade das parcerias, garantindo que nosso seguro seja percebido como um serviço essencial pelos clientes e parceiros.

A pandemia mudou o comportamento dos consumidores em relação a viagens. Como isso afetou o mercado e como a Hero Seguros se adaptou?

A Hero nasceu em 2022, já em um cenário pós-pandemia, e encontrou um consumidor mais consciente da importância do seguro viagem. Houve um aumento na demanda por coberturas médicas, cancelamento de viagem e atendimento ágil em emergências. Nosso diferencial está na assistência: oferecemos atendimento 24×7, 100% humanizado, e contamos com um médico diretamente na operação. Fomos pioneiros na telemedicina do Hospital Albert Einstein e seguimos inovando, agregando benefícios como salas VIP em aeroportos e descontos no duty free.

O que impulsiona o crescimento do mercado de seguros de viagem no Brasil?

Fatores como a expansão do turismo, maior conscientização sobre imprevistos e doenças, digitalização e diversificação dos canais de distribuição têm impulsionado o setor. A recente redução de coberturas oferecidas em cartões de crédito, como no caso da Visa, também abre espaço para que seguradoras e MGAs ampliem sua presença no mercado.

Como a Hero Seguros valoriza os corretores e alpha brokers?

Os corretores desempenham um papel fundamental na distribuição dos produtos. Nossa estratégia inclui capacitação contínua, desenvolvimento de produtos personalizados e suporte próximo, garantindo que os corretores tenham todas as ferramentas para oferecer um serviço de excelência. O diferencial da Hero é a inovação e a capacidade de criar soluções sob medida de forma rápida e eficiente.

Quais as oportunidades de negócios com bancos e seguradoras?

Expandir para além dos canais tradicionais de turismo é estratégico. Bancos e seguradoras possuem uma base consolidada de clientes, permitindo uma distribuição mais ampla e criando novas oportunidades de receita para os parceiros. A ideia é tornar o seguro acessível dentro dos serviços que os clientes já utilizam.

A Hero Seguros pretende lançar novos produtos?

Sim. Estamos constantemente inovando e ampliando coberturas para diferentes perfis de clientes. Recentemente, lançamos o seguro para cruzeiros, que cobre até dias chuvosos, e estamos expandindo para novos segmentos com produtos como seguro para celular, seguro prestamista para o setor de turismo (previsto para o segundo trimestre), garantia estendida.

Como a Hero Seguros se diferencia no mercado competitivo de seguros de viagem?

Nosso diferencial está na combinação de tecnologia, inovação, produtos personalizados, simplicidade nos processos, agilidade e excelência na assistência. Como diz um dos nossos fundadores: “Somos uma empresa fácil de fazer negócio”.

Existem mercados pouco explorados no Brasil? Como a Hero pretende expandir?

Já estamos presentes em praticamente todos os estados e seguimos expandindo nossa atuação com uma equipe comercial robusta. Nossa presença física e digital garante proximidade com os parceiros e suporte estratégico para fortalecer nossa distribuição.

Como a tecnologia está transformando o mercado e quais inovações a Hero Seguros está trazendo?

A digitalização tem tornado a experiência do seguro mais fluida e eficiente. Investimos constantemente em tecnologia e, no segundo trimestre, lançaremos o Xavier 2.0, uma versão aprimorada do nosso sistema de emissão, além de melhorias no atendimento via Zendesk, garantindo mais eficiência e qualidade no suporte ao cliente.

Quais são as metas da Hero Seguros para os próximos anos?

Temos metas agressivas para os próximos anos. Em 2025, projetamos um crescimento de 72% no prêmio líquido em relação a 2024. Continuaremos ampliando coberturas no seguro viagem e lançando novos produtos, como seguro prestamista e garantia estendida. Além disso, estamos expandindo a Hero Assist, nossa empresa de assistência, para atender outros players do mercado.

Que mensagem você gostaria de deixar para clientes, corretores e parceiros da Hero Seguros?

Nosso compromisso é investir em tecnologia, capacitação e inovação para garantir que a Hero continue sendo uma empresa fácil de fazer negócios. Queremos fortalecer ainda mais a confiança dos nossos parceiros e clientes, oferecendo soluções simples e impactantes que realmente fazem a diferença.