OON Seguradora dá dicas para quem vai pegar a estrada no Carnaval

Fonte: OON

O Carnaval de 2025 promete movimentar as estradas brasileiras e os destinos turísticos. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a previsão é de que o faturamento do setor atinja R$ 12,03 bilhões, um crescimento real de 2,1% em relação ao ano anterior, ajustado pela inflação. 

Este será o Carnaval mais lucrativo desde 2015, impulsionado pela maior entrada de turistas estrangeiros no Brasil. Diante desse cenário, a OON Seguradora reforça a importância de contar com um seguro auto para proteger o patrimônio e garantir assistência em caso de imprevistos na estrada.

“O Carnaval é um período em que as viagens aumentam significativamente, assim como os riscos nas rodovias, como acidentes, furtos e pane mecânica. Ter um seguro auto garante que, em situações inesperadas, o motorista conte com suporte rápido e eficiente, evitando transtornos em um momento que deveria ser de lazer”, destaca Reinaldo Aguimar, COO e cofundador da OON Seguradora.

A OON Seguradora aponta motivos para não pegar a estrada sem um seguro auto:

Trânsito mais intenso e maior risco de acidentes: Durante o Carnaval, o fluxo de veículos nas rodovias cresce consideravelmente, o que aumenta a probabilidade de colisões. Com um seguro auto, o motorista tem acesso imediato à assistência 24-7 em caso de imprevistos.

Maior exposição a furtos e roubos: Áreas turísticas e estacionamentos cheios são alvos comuns para ações criminosas. Um seguro auto oferece cobertura para essas situações, garantindo maior segurança e apoio em caso de sinistro.

Problemas mecânicos inesperados: Viagens longas podem causar falhas no veículo, como pane elétrica ou superaquecimento. O seguro auto inclui serviços como reboque e socorro mecânico, minimizando os transtornos na estrada.

Evitar despesas imprevistas: Reparos em caso de acidente podem gerar altos custos. O seguro auto cobre esses gastos, permitindo que o motorista resolva qualquer dano de forma ágil e segura.

Viajar com mais tranquilidade: Saber que o veículo está protegido proporciona mais conforto e segurança para aproveitar o feriado sem preocupações adicionais.

“Sabemos que imprevistos acontecem, principalmente em períodos de alto movimento. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos segurados a tranquilidade de que, em qualquer situação, eles terão um suporte confiável e eficiente”, acrescenta Aguimar.

Denis Morais inicia segundo mandato na FenaCap com foco em crescimento e inovação

A Federação Nacional das Empresas de Capitalização (FenaCap) inicia um novo ciclo com a recondução de Denis Morais à presidência para mais um mandato à frente da entidade. O executivo, que segue liderando o setor em um momento estratégico, destaca o potencial de crescimento da Capitalização no Brasil e no exterior, além dos avanços regulatórios que podem impulsionar ainda mais a atuação do segmento. Com um mercado que movimentou mais de R$ 26 bilhões em resgates e sorteios no último ano, a FenaCap trabalha para expandir a visibilidade e o impacto social da Capitalização, consolidando-a como um instrumento financeiro versátil e acessível.

Em entrevista exclusiva ao Sonho Seguro, Morais compartilha suas perspectivas sobre os desafios e oportunidades do setor nos próximos anos. Entre os temas abordados, ele destaca a expansão internacional da Capitalização, a concorrência com os jogos de apostas, a evolução dos produtos – incluindo os voltados para garantia locatícia e sustentabilidade –, e os impactos do cenário econômico, como a taxa de juros elevada. Confira a seguir a visão do presidente da FenaCap para o futuro da Capitalização no Brasil e no mundo.

Quais os principais desafios que o setor de Capitalização enfrentará em sua segunda gestão?

A FenaCap desenvolveu o estudo “Estimativa de Potencial de Mercado” que traz indicadores muito relevantes para nortear nosso trabalho e estimular as empresas de Capitalização associadas. Esse estudo tem sido utilizado pelas empresas para traçar estratégias de crescimento porque indica a possibilidade de o nosso setor chegar a R$ 75 bilhões em resgates e sorteios de pagamentos diretos a pessoas e empresas em 2028. Em arrecadação, podemos alcançar cerca de R$ 91 bilhões. Em relação às reservas técnicas, que medem a robustez financeira do segmento, em dezembro, totalizamos R$ 41,5 bilhões e o potencial é superar os R$ 100 bilhões em quatro anos. Os resultados positivos são uma prova da versatilidade e da capacidade de inovação da Capitalização ao longo de décadas. 

Quais oportunidades acredita que podem ser exploradas para impulsionar o crescimento do mercado em 2025?

Em 2025, vamos trabalhar para avançar em questões regulatórias, que precisam de aprimoramentos para alavancar o desempenho e ampliar a oferta de benefícios para pessoas e empresas. Destaco a implementação da possibilidade de uso dos títulos de Capitalização como garantia em licitações, contratos públicos e Parceria Público-Privadas para a oferta de bens e serviços nos âmbitos federal, estadual e municipal, um importante avanço regulatório, sancionado na Lei nº 14.770/23 e que pode trazer grandes benefícios econômicos e sociais para nosso país. Outra frente, que é considerada uma grande inovação deste segmento, será a continuidade ao projeto de expansão para outros países. Liderados pelo Brasil em 2024, países como Chile, Colômbia, México, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela fizeram parte do grupo de trabalho voltado a internacionalizar a Capitalização. Em 2025, vamos estreitar relações com os interessados e começar as reuniões bilaterais para auxiliar no desenvolvimento do arcabouço regulatório e dos negócios nesses países. Queremos passar nossa experiência e competência técnica para que o segmento possa levar benefícios sociais e econômicos a outros países. 

Como a FenaCap e as empresas do setor podem se posicionar diante da concorrência com os jogos de apostas, que têm atraído grande parte do dinheiro da população? Existe alguma estratégia para diferenciar os produtos de capitalização neste cenário? 

São produtos com propostas diferentes. Quem busca os títulos de capitalização quer segurança e sabe que terá direito a um resgate.  Os produtos oferecem diversos tipos de benefícios bem diferenciados. Há produtos que incentivam a acumulação de reserva financeira para a realização de algum projeto, ou sonho, há outros que são utilizados como garantia de contratos de qualquer natureza, representando uma segurança para as partes envolvidas, há produtos com um fim beneficente, nos quais parte do valor arrecadado é doado para entidades filantrópicas com atuação social, e há produtos que são utilizados pelos donos de negócio para alavancar ações promocionais que geram mais vendas. As modalidades de títulos de Capitalização são propostas de valor diferenciadas, bem específicas, versáteis e que continuam sendo procuradas pelos diferentes segmentos de clientes atendidos pelas empresas e seus parceiros. O foco do mercado está em continuar inovando para oferecer um serviço mais ágil, assertivo e seguro para estes clientes.

Quais produtos de Capitalização você acredita que terão maior destaque em 2025?

Para impulsionar inovações mais disruptivas, é fundamental realizarmos ajustes na regulamentação do setor. Seguimos incentivando nossas associadas a desenvolverem novas soluções em todas as modalidades, atendendo tanto pessoas físicas quanto jurídicas, cada uma com necessidades específicas. Nos últimos meses, observamos um crescimento expressivo na demanda por todos os produtos de Capitalização. Dados recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que a modalidade Tradicional arrecadou R$ 23,1 bilhões entre janeiro e dezembro de 2024, demonstrando sua solidez e adesão contínua. Já a Filantropia Premiável alcançou R$ 4,05 bilhões no período, possibilitando o repasse de R$ 1,93 bilhão para entidades filantrópicas – um avanço de 20% em relação a 2023. Outra modalidade em crescimento é a de Incentivo, que totalizou R$ 218 milhões em sorteios, registrando uma alta de 19% na comparação anual, uma contribuição relevante para o crescimento de pequenos e grandes negócios. Esses números reforçam o papel da Capitalização como um mecanismo relevante para a economia brasileira, beneficiando tanto consumidores quanto instituições filantrópicas e empresas. No total, somamos mais de R$ 26 bilhões em pagamentos de resgates e sorteios, reinjetando recursos na economia e estimulando o consumo. Diante do cenário de juros elevados, os consumidores tendem a ficar mais atentos à segurança e ao planejamento financeiro, o que pode levar a novas adaptações nos produtos. O setor permanece dinâmico e pronto para evoluir conforme as necessidades do mercado.

O título de Capitalização de garantia locatícia já se consolidou no mercado?

O Título de Capitalização na modalidade Instrumento de Garantia é uma opção prática e segura para quem busca alternativa à figura do fiador ao negociar o aluguel. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no país há 74 milhões de imóveis. Ao todo, 16 milhões são alugados, sendo que em 14% deles os inquilinos recorrem a alguma garantia locatícia paga. Os títulos ganharam espaço nesse mercado, mas ainda é possível expandir a sua utilização. Eles podem ser usados em outros tipos de contratos privados, tais como locações comerciais, locação de equipamentos, empréstimos, locação de eventos, obras e prestação de serviços, entre outros. E, há pouco mais de um ano, como já mencionei, foi sancionada a Lei nº 14.770/23, que permite o uso de títulos de Capitalização como garantia em licitações e contratos públicos e Parcerias Público-Privadas para a oferta de bens e serviços nos âmbitos federal, estadual e municipal. A operação é válida em todos os modelos de contratação pública. Caso ocorra qualquer incorreção ou descumprimento do que foi firmado na licitação pública, o resgate é feito em nome do poder público, para honrar o compromisso assumido. A FenaCap está empenhada em estruturar a viabilização dessa iniciativa, que vai ampliar a atuação do nosso setor. Temos bastante trabalho pela frente, pois é uma novidade que ainda não é conhecida pelas instituições públicas contratantes, pelas empresas que fornecem ou desenvolvem parcerias com governos, nem pelas agências ou órgãos governamentais que apoiam estes processos de contratação. É um oceano azul em que estamos começando a navegar.

E em relação aos títulos de capitalização sustentável, qual tem sido a receptividade do público? Existe a intenção de lançar novos produtos voltados para a sustentabilidade, talvez alinhados à COP 30? 

Em relação à sustentabilidade, podemos citar os títulos de Filantropia Premiável, que já são um case de sucesso, um importante mobilizador social, pois dá suporte ao funcionamento de instituições e apoia milhares de pessoas. Atualmente, repassamos valores para cerca de 60 entidades que possuem o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas). Temos iniciativas para trabalharmos em mudanças regulatórias para possibilitar que as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) também recebam recursos arrecadados por essa modalidade. Hoje as OSCIPs não podem receber esses repasses de títulos de capitalização. Entre elas há entidades voltadas a temas como cultura, patrimônio histórico e artístico e até segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e combate à pobreza. Essa possível mudança regulatória vai possibilitar que o setor amplie seu impacto social e contribua diretamente para iniciativas ambientais positivas. Também estão sendo avaliados pelas empresas novos produtos nas demais modalidades que contribuirão diretamente com a sustentabilidade.  Estamos trabalhando para ampliar essa agenda. 

Como o setor tem enfrentado a alta da taxa de juros no Brasil, considerando que os investidores podem buscar outras aplicações financeiras? Existe uma estratégia para reforçar o atrativo dos títulos de capitalização como instrumento financeiro para diversos perfis de público?

Os títulos de Capitalização não são considerados um investimento. Como acabamos de detalhar, são produtos que têm proposta de valor bem distintas e bastante versáteis, que atendem a diferentes necessidades dos clientes. Estímulos à constituição de reserva para a realização de projetos ou sonhos, garantia a contratos de qualquer natureza, apoio direto a entidades filantrópicas, todos estimulados pelo lúdico dos sorteios, e apoio a ações promocionais de pequenos e grandes negócios são algumas das propostas que são consideradas valiosas por nossos clientes. Ao longo dos seus 95 anos, o segmento já passou por diversos momentos de variação dos juros e cenários econômicos diversos. A oferta de produtos e os negócios continuam resilientes e atrativos. Seguimos firmes e confiantes nessa linha, buscando cada vez mais oferecer agilidade, assertividade, transparência, inovação e segurança para nossos clientes. 

Diretora jurídica da FF Seguros vê desafios e oportunidades para o setor

Danielle Djouki, diretora jurídica da FF Seguros.

A Lei 15.040/24, que foi aprovada em 10 de dezembro de 2024, estabelece um novo marco regulatório para o setor de seguros no Brasil, concedendo às seguradoras um prazo de um ano para adaptarem seus contratos e processos. “Todos estão na estaca zero. Vai ser um trabalho árduo de debates, estudos e resolução de desafios que envolvem todas as seguradoras de riscos empresariais, principalmente. E cada uma terá de engajar diferentes áreas, como jurídico, áreas técnicas e de produtos”, afirma Danielle Djouki, diretora jurídica da FF Seguros

A executiva, que integra a comissão jurídica da CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras), ressalta que a lei não será mais alterada, cabendo ao setor se adaptar e contribuir com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) na regulamentação. Segundo ela, a nova legislação consolida princípios já previstos na jurisprudência do setor, como o agravamento de risco, que exige que as seguradoras comprovem dolo por parte do segurado, e a necessidade de transparência, garantindo que os segurados tenham acesso às condições contratuais do seguro antes da contratação. “Eram princípios previstos no Código do Consumidor e no Código Civil, mas agora estão explicitamente detalhados na lei”, explica Danielle.

No entanto, a aplicação prática desses princípios exigirá mudanças operacionais e tecnológicas profundas. “São muitas alterações do ponto de vista operacional e tecnológico. A lei demanda tecnologia, e o custo operacional para apólices de grandes riscos vai aumentar”, alerta a diretora.

A legislação prevê a possibilidade de prorrogação do prazo para até 120 dias, extensível por mais 120 dias em sinistros de grandes riscos. Mesmo assim, Danielle enfatiza que o volume de documentação e a complexidade das análises exigirão o uso de inteligência artificial (IA). “Recebe-se mais de mil documentos num sinistro desse tipo. Será necessária a utilização de IA, com base nos parâmetros que cada seguradora criar, para enquadrar a cobertura.”

Outro ponto crítico será a revisão dos clausulados e a elaboração de questionários de risco detalhados, que se tornarão documentos essenciais para definir as coberturas. “Quanto mais detalhado for o questionário de risco e como o segurado deve entregar a documentação, em capítulos, mais fácil será obter da Inteligência Artificial uma avaliação simples e que pode nos ajudar a cumprir os prazos estabelecidos pelo novo marco legal”, recomenda Danielle.

A executiva também chama atenção para a subjetividade envolvida em decisões como o cancelamento de contratos por falhas de informações ou agravamento de riscos. “As seguradoras terão de provar que foi doloso, que o aumento de risco foi significativo e continuado. Há subjetividade, e isso exige um trabalho de base muito sólido e certamente os questionários de aceitação de riscos serão fundamentais.”

Danielle destaca que as seguradoras que já vinham se preparando para a nova legislação, como a FF Seguros, terão um diferencial competitivo. “Quem já estava se preparando vai ter vantagem. Requer tempo e recursos. Mapear todos os processos e transformar isso em sistema não é trivial.”

Na FF Seguros, o trabalho de adaptação começou anos antes da aprovação da lei. “Já estamos trabalhando no sistema tecnológico. O nosso CEO, Bruno Camargo, tinha a visão de ser uma seguradora tecnológica, investindo em sistemas. Já fazemos a lição de casa há três anos para atuar em risco massificado. Agora vamos replicar para grandes riscos”.

Para Danielle, a adaptação à nova lei será um processo desafiador, mas inevitável. “Quando o Código Civil foi alterado, me lembro bem que foi um corre corre, com poucas pessoas entendendo o que precisaria ser feito. E todos se acostumaram. Agora, é fazer o mesmo para podermos aproveitar as oportunidades que este novo marco legal nos abre para novos negócios. Com resiliência e investimentos estratégicos, o setor de seguros poderá não apenas superar os desafios impostos pela Lei 15.040/24, mas também encontrar novas oportunidades de crescimento e inovação”, finaliza a diretora jurídica da FF Seguros.

BB Seguridade lucra R$ 8,7 bilhões em 2024

Fonte: BB Seguros

A BB Seguridade anuncia ao mercado um lucro líquido de R$ 8,7 bilhões em 2024, número que representa um aumento de 9,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já o lucro gerencial ajustado da empresa, apurado de acordo com o padrão contábil adotado pela Susep, que não considera as normas do CPC-50 [IFRS 17], alcançou R$8,2 bilhões, uma alta de 5,7%.

Apesar de ter sido um ano desafiador, o lucro manteve a trajetória de alta em função do bom desempenho registrado no resultado operacional combinado de todas as empresas do grupo, que cresceu 11,9% no ano, já líquido de impostos, na visão gerencial. O baixo índice de sinistralidade (23,7%), menor patamar da série histórica, contribuiu para o bom resultado.

André Haui, presidente da BB Seguridade, afirma que “a consistência dos bons resultados da companhia consolida a estratégia que vem sendo executada, fundamentada nos pilares da experiência do cliente, da diversificação da distribuição e da modernização tecnológica, aliados à solidez do conglomerado BB e a qualidade técnica do nosso corpo funcional.”

Seguros: Os prêmios emitidos expandiram 2,2% em relação a 2023, com forte desempenho dos seguros vida produtor rural (+21,2%), em razão da ampliação do público-alvo e expansão da importância segurada máxima, penhor rural (+28,1%), com excelente performance do novo produto penhor de animais, e prestamista (+7,9%), acompanhando evolução do crédito e assegurando a liderança de mercado no segmento.

A distribuição de seguros de Grandes Riscos no segmento Atacado também seguiu em crescimento (+59%YoY). A sinistralidade alcançou o menor patamar da série histórica (23,7%), refletindo a qualidade da subscrição e os mecanismos de mitigação de riscos nos seguros rurais, como a diversificação geográfica e de culturas intrínseca à atuação nacional da seguradora e as proteções de resseguro adquiridas para a carteira.

Previdência: As reservas de previdência cresceram 9,4% em doze meses e chegaram à marca de R$ 428,9 bilhões. Destaque para os R$ 800 milhões de recursos de previdência oferecidos como garantia de operações de crédito, após lançamento do Brasilprev Garantia, uma nova modalidade de produto que oferece liquidez aos nossos clientes e evita que eles acessem uma poupança de longo prazo no caso de necessidade momentânea.

Capitalização: No ano, o lucro líquido da operação de capitalização cresceu 4,6%, impulsionado pela alta do resultado financeiro (+5,2%). A arrecadação com títulos de capitalização apresentou alta de 4,2%, com aumento do ticket médio dos títulos da modalidade tradicional. Em 2024, foram pagos R$63 milhões em prêmios de sorteio.

Foram investidos mais de 500 milhões na infraestrutura de TI, cyber segurança e desenvolvimento de jornadas e soluções digitais. Como consequência, vemos nossos índices de satisfação do cliente se consolidando na zona de qualidade, e a redução consistente do volume de reclamações e cancelamentos.

Prudential do Brasil debate sobre longevidade e mudanças climáticas no BTG Summit 2025

A Prudential do Brasil participou da 7ª edição do BTG Summit, evento anual promovido pelo BTG Pactual, que reuniu parceiros comerciais, escritórios de investimentos e profissionais de referência do mercado financeiro na última semana, em São Paulo. O vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential, Carlos Cortez, o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, e o sócio do BTG Pactual, Gabriel Escabin, estiveram no painel “Os impactos da longevidade e das mudanças climáticas nos seguros”.

“Vivemos em um mundo em constante transformação, onde a crise climática traz grandes desafios para a sociedade, assim como o contexto de aumento na longevidade da população. O setor de seguros de vida está no centro dessa equação, compreendendo os impactos das mudanças no clima e longevidade. Além disso, estamos comprometidos em incentivar o setor a desenvolver soluções inovadoras que promovam maior acesso às nossas proteções e ofereçam maior segurança e tranquilidade aos brasileiros agora e no futuro”, afirmou Cortez.

O seguro de vida já havia ganhado destaque por seu papel no planejamento empresarial durante o painel “A aplicabilidade do seguro de vida na sucessão patrimonial e empresarial”, que contou com a presença do diretor de Parcerias da Prudential, Rui Marques, ao lado de Gabriel Escabin. “O seguro de vida é uma ferramenta essencial para o gerenciamento de riscos no planejamento sucessório. Ele permite a criação de uma estrutura societária que garante a perenidade e a solidez do negócio, especialmente para empresas familiares”, explicou Rui.

Mapfre renova parceria com o piloto Lineu Pires na Porsche Cup Brasil 

Fonte: Mapfre

A Mapfre renovou o patrocínio ao piloto Lineu Pires na Porsche Cup Brasil 2025. Com o objetivo de valorizar o esporte e incentivar novos talentos, a companhia iniciou no ano passado a parceria com o jovem piloto de 25 anos, que disputará pelo quinto ano consecutivo uma das mais tradicionais competições do automobilismo nacional. Em 2024, ele terminou a Carrera Cup na 11ª colocação, de um total de 38 pilotos. 
 

Reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), a Porsche Cup foi criada em 2005 e é a primeira divisão do automobilismo de corrida de Porsche no Brasil, que reúne os modelos 911 GT3 Cup e 718 Cayman GT4 Clubsport. 

mapfre“É com muita satisfação que anunciamos a renovação do nosso patrocínio ao Lineu Pires na Porsche Cup Brasil. A parceria, firmada em 2024, foi marcada por grandes conquistas e visibilidade para a seguradora. Acreditamos no potencial do Lineu e queremos continuar contribuindo para o seu sucesso nas pistas. O automobilismo, com sua rica história no Brasil, exige precisão, estratégia e superação a cada segundo. São valores que se conectam à essência da companhia”, destaca o CEO regional da Mapfre no Brasil, Felipe Nascimento.

A marca está presente no carro, box, macacão, camiseta e boné de Lineu Pires, além de aparecer em campanhas publicitárias e materiais promocionais relacionados à Porsche Cup Brasil. “É uma honra enorme ter o apoio de uma empresa como a Mapfre, que tem uma trajetória de sucesso e responsabilidade social no Brasil e no mundo e conhecida por patrocinar competições renomadas e grandes referências do mundo do esporte. Vou seguir me dedicando ao máximo e lutando por bons resultados na pista para retribuir a confiança depositada em mim. É uma categoria muito competitiva e desafiadora, mas estou pronto para encarar mais uma temporada com o apoio da seguradora”, celebra Lineu Pires.

A competição deste ano começa em 22 de março, com a etapa que ocorre no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, para onde retorna no início de abril. Na sequência ocorre uma prova no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos), em São Paulo; duas provas no Autódromo Internacional do Algarve e duas no Circuito Estoril, ambas em Portugal; para então encerrar a temporada em novembro, com mais duas provas em Interlagos.

Icatu Seguros oferta cobertura que ampara filhos em caso de perda dos pais

A Icatu Seguros anuncia o lançamento de melhorias em seu produto Essencial. A novidade inclui a disponibilização de uma nova cobertura para morte de pais e mães, criada para amparar filhos em caso de perda familiar. Essa iniciativa reforça o compromisso da Icatu em democratizar o acesso ao seguro às famílias brasileiras e está alinhada à estratégia de expansão da companhia no segmento de Vida Individual, onde registra um crescimento superior a 90% nos últimos dois anos.

Parte das soluções do Essencial – produto individual e personalizável da Icatu –, a cobertura está disponível para segurados cujos pais tenham até 80 anos no momento da contratação. É possível contratar até R$ 100 mil por familiar, podendo chegar a R$ 200 mil caso a cobertura inclua ambos os pais.

A novidade se soma às diversas outras coberturas do produto, como a indenização por morte e invalidez permanente por acidente do segurado; o Auxílio Financeiro Imediato, que garante aos familiares apoio imediato para cobrir despesas em caso de falecimento; e a proteção para o diagnóstico de doenças graves, cobertura em vida que amplia o suporte financeiro para enfrentar tratamentos e cuidados de saúde. 

Outra novidade do Essencial é que, a depender do capital segurado e coberturas selecionadas, a adesão pode ser feita de forma bastante simplificada, por meio de uma autodeclaração de saúde do segurado. Hoje, o Essencial oferece um conjunto abrangente de proteções, permitindo que o segurado personalize sua cobertura de acordo com suas necessidades.

Para a diretora de produtos de Vida da Icatu Seguros, Luciana Bastos, a novidade representa um avanço significativo na missão de ampliar a proteção das famílias brasileiras. “Somos uma seguradora que coloca a proteção familiar no centro da nossa estratégia. Afinal, o seguro de vida sempre foi sobre proteger a você e a quem você ama. Esse é o nosso propósito. Por isso, elevamos essa ideia ao máximo na reestruturação do Essencial, que agora amplia sua capacidade de proteção para mais pessoas no núcleo familiar de maneira inovadora e pioneira”, afirma.

“Nosso objetivo é que o Essencial seja cada vez mais versátil. Essas atualizações reforçam o compromisso da Icatu com a democratização do seguro de vida e na superação do desafio de ampliar a parcela de brasileiros protegidos, hoje ainda abaixo dos 20%”, completa Luciana. 

Arthur Boullosa é o novo sócio da Moby Corretora de Seguros 

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por Karem Soares

A Moby Corretora de Seguros anuncia Arthur Boullosa como seu novo sócio. Com 12 anos de experiência no mercado de seguros, iniciou sua jornada em 2012, assim que a empresa iniciou suas atividades. É corretor de seguros e segue cursando Ciências Atuariais, na UERJ. Possui experiência em gestão comercial, operacional e atendimento ao cliente. O executivo chega com o desafio de liderar o setor de Ramos Elementares e de novos negócios, apoiando o crescimento na venda de seguros e investindo na diversificação de produtos. 

“Esse novo ciclo na Moby é um passo importante na execução da nossa estratégia, e tem como propósito reforçar a capacidade de expandir a venda dos seguros de ramos elementares, contando com o suporte de um time qualificado, para assumir a nova meta da Moby nessa modalidade de seguro. Seguiremos trabalhando com foco no cliente, visando oferecer a melhor experiência aos nossos segurados, que confiam na nossa atuação”, declarou. 

A Moby Corretora de Seguros atua no setor há 13 anos, como uma empresa especializada na venda de seguros online. É referência em gestão, administração e consultoria em seguros, com integração às necessidades do consumidor. Conta com um time comercial multidisciplinar, que atua com transparência na construção dos negócios, da primeira abordagem ao pós-vendas.

XP Seguros lança plataforma de seguros para empresas com soluções personalizadas

Roberto Teixiera XP

A XP Seguros fez parcerias com seguradoras para lançar uma plataforma exclusiva de seguros para empresas, que marca a entrada no mercado empresarial de seguros com uma solução que nasce totalmente integrada ao ecossistema XP. Em seguro garantia, tem a Pottencial Seguros com parceira; em saúde, SulAmérica, Unimed, Amil e Bradesco. “Para os demais seguros, a XP Seguros oferece o maior marketplace do mercado com as mais diversas seguradora, informa Roberto Teixeira, sócio e head da XP Seguros e Previdência.

“Hoje ainda cerca de 75% dos seguros no Brasil são comercializados por bancos, muitas vezes atrelados a outros produtos financeiros e produtos da própria instituição, o que limita o acesso das empresas a soluções mais especializadas e competitivas. A XP chega para democratizar esse mercado com um modelo inovador de atendimento para os mais diversos perfis e necessidades de empresas”, afirma

Com uma rede de mais de 18 mil assessores em todo país, a XP combina o atendimento exclusivo e especializado, característico das boutiques de seguros, com a infraestrutura e segurança de uma grande instituição financeira. “Nosso objetivo é permitir que os empreendedores e administradores se concentrem no crescimento de seus negócios e contem com a XP para se protegerem de riscos adversos através de seguros. Para isso, garantimos proximidade e soluções sob medida que atendam às suas necessidades no dia a dia”, avalia Teixeira.

A plataforma tem foco em soluções para PMEs e empresas de middle market, e oferece inicialmente cinco produtos de grandes seguradoras do mercado e que são essenciais para atender às principais demandas das empresas: plano de saúde, seguro de vida, seguro patrimonial, responsabilidade civil e seguro garantia. Além disso, a XP Seguros planeja incluir produtos mais sofisticados no portfólio voltado a esse segmento no futuro.

Para as grandes corporações, que possuem demandas mais complexas e específicas, a ideia é trazer uma proposta de consultoria e estruturação: “Para esses clientes, oferecemos um modelo consultivo que vai além da corretagem tradicional, atendendo desde seguros de benefícios corporativos, como saúde e previdência, até seguros operacionais e financeiros”, explica Vitor Brandão, head da operação de seguros para empresas.

A plataforma da XP Seguros combina tecnologia e excelência no atendimento ao cliente. Esse modelo garante uma curadoria eficiente dos produtos de grandes seguradoras do mercado. Além disso, o acesso direto a um público seleto– formado por investidores e empresas de alto valor agregado – permite negociar condições diferenciadas com as seguradoras, resultando na oferta de produtos competitivos. “É uma solução altamente personalizada e acessível para empresas de todos os portes”, conclui Brandão.

FOLHA: Governo prepara regulamentação para contornar ‘apagão de seguros’ e garantir entrega de obras

Fonte: Folha

O governo federal trabalha para regulamentar em breve novas regras para a contratação do chamado seguro-garantia, dispositivo que obriga as vencedoras de licitações de obras públicas com valor acima de R$ 200 milhões a contratar apólices de seguro que garantam até 30% do valor total da obra.

O seguro também deve conter uma “cláusula de retomada”, que determina que a seguradora contratada assuma a conclusão do projeto caso a empreiteira deixe de entregar a obra por alguma razão.

Essa regra chegou a ser incluída na nova Lei de Licitações (14.133/2021), mas até hoje aguarda um ato normativo para passar a valer em contratações federais.

Na prática, o cenário atual é de um total apagão de seguros no setor de infraestrutura, um segmento historicamente castigado pelo grande número de obras paralisadas.

“Hoje, a infraestrutura brasileira está completamente sem seguro. Essa condição não é exigida claramente nos editais públicos, diferente do que vemos nos Estados Unidos e Europa. Com a regulamentação, esse cenário tende a mudar radicalmente no país”, diz Dyogo Oliveira, diretor-presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização).

É o que já começa a acontecer em alguns Estados, como Mato Grosso, Pernambuco e Paraná, com contratações locais. Segundo ele, o seguro da infraestrutura em geral é próximo de zero.

Conforme informações obtidas pela Folha, a regulamentação do seguro-garantia foi tema de reunião com membros do Ministério da Fazenda e também com o novo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O assunto também é acompanhado pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), que tem publicado regulamentações da nova lei de licitações desde a sua promulgação.

À reportagem o MGI afirmou que priorizou, num primeiro momento, normas que entendia serem mais emergenciais e que o seguro-garantia nos contratos de obras de grande vulto “é um tema inovador e sua regulamentação demanda diálogo com diversos atores”, como a Fazenda e o CNSeg, além da Susep (Superintendência de Seguros Privados), AGU (Advocacia-Geral da União) e o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que é o maior contratante de obras públicas federais.

Hoje, as apólices de seguro contratadas pelas empresas chegam a, no máximo, 5% do valor da obra, sem oferecer garantia de sua conclusão.

A frouxidão nas garantias turbina o volume de obras paralisadas. Em 2024, o TCU (Tribunal de Contas da União) identificou 11.941 obras paralisadas no país, o que corresponde a 52% das contratações vigentes.

As áreas de educação e saúde concentram a maior quantidade dos projetos sem perspectiva de conclusão, com 8.674 empreendimentos nessas condições, representando 72,6% do total. Basicamente, nada disso está amparado por algum seguro que permita a sua conclusão.

O subsecretário de Regulação Financeira do Ministério da Fazenda, Vinicius Brandi, diz avaliar que a nova regra dará celeridade e eficiência ao processo de conclusão de obras públicas que são interrompidas pelo inadimplemento do contratante original.

Brandi antecipou que a Fazenda está fazendo novos estudos para introduzir aperfeiçoamentos do texto. A ideia é que mais seguradoras se sintam seguras e confortáveis em participar dos editais de contratação de obras públicas. “Isso acaba tendo o efeito de maior concorrência, maior competitividade e resulta em menores custos na contratação de obras públicas”, diz.

Entre os pontos em discussão, está a definição das condições em que a seguradora vai retomar a obra. Para ele, o custo do seguro tende a cair, porque a lei criou uma condição de incentivo para que a seguradora possa executar a obra. O que se espera é que o custo para a seguradora retomar a obra seja menor do que os 30% da indenização.

Segundo Roque Melo, presidente da Comissão de Crédito e Garantia da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), um novo normativo federal vai ajudar a consolidar a contratação do seguro das obras. “Passaremos a ter uma instrução mais precisa para o agente público”, diz.

A mudança das regras também está mexendo com a estruturação das seguradoras. Ao todo, segundo Melo, há cerca de 40 seguradoras com perfil para atuar no setor. Três delas já estão prestando serviços em contratos pontuais.

De acordo com CNseg, atualmente já há cerca R$ 2 bilhões em valores de obras com previsão de serem feitas a partir de contratos com seguro-garantia.

Em Belém (PA), o edital para contratação de duas empresas para montar as estruturas da COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) já prevê a apólice de 30% e a entrega total da obra. São mais de R$ 595 milhões em contrato.

Em Pernambuco, o edital das obras do arco viário metropolitano, com valor estimado de R$ 743 milhões, segue a nova cartilha. O mesmo está valendo na licitação para a construção de mais de 40 mil unidades habitacionais em São Paulo.

Em Mato Grosso, uma lei estadual passou a adotar o critério para licitações a partir de R$ 50 milhões. O Estado foi o primeiro a implementar a cláusula de retomada em seus contratos. Ao todo, já foram firmados cinco contratos em rodovias estaduais, os quais somam R$ 454 milhões.