A seguradora americana Travelers publica em seu “site” uma pequena e interessante matéria sobre jovens e acidentes de automóveis, citando números e dando também dicas, alerta Francisco Galiza em seu comentário semanal. Um bom exemplo de materias, recheadas de dados, que interessa muito para a imprensa brasileira. Abaixo, alguns dados impressionantes do EUA destacados por Galiza:
· Os condutores com menos de 20 anos estão envolvidos em 13% de todos os acidentes, mas eles representam apenas 5% de todos os motoristas.
· O álcool é responsável por quase metade de todas as mortes de veículos com adolescentes.
· 25% de todos os acidentes envolvem adolescentes em alta velocidade.
· Metade de todas as mortes no trânsito com jovens adolescentes ocorre entre 18 horas de sexta-feira e 3 da manhã de domingo.
· Em um ano, os motoristas com menos de 19 anos estão envolvidos em perto de 3 milhões de acidentes automobilísticos.
Em função disso, algumas dicas, que servem também para o Brasil.
· Dirigir defensivamente. Se você assumir que os outros motoristas não são tão qualificados quanto você, instintivamente se torne mais cuidadoso e cauteloso
· Quando a velocidade aumenta você, você tem menos tempo para reagir.
· Nunca beba e dirija. Álcool pode prejudicar seriamente o seu tempo de reação.
· Dar carona para amigos que tenham bebido.
· Os adultos podem dar o exemplo, praticando hábitos de condução segura.
O estudo completo pode ser lido no link https://www.travelers.com/personal-insurance/auto-insurance/docs/tips-for-teen-drivers.pdf
As seguradoras estão se preparando para atender as futuras demandas geradas pelo furacão Sandy, que está cada vez mais próximo de atingir a costa leste dos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas por agências de notícias internacionais, elas estão ativando equipes para atender reclamações, levando avaliadores de perdas perto dos locais com maior probabilidade de serem afetados e se preparando para pagar por um volume enorme de potenciais perdas.
A expectativa das seguradoras privadas é que o maior impacto de Sandy seja em danos de telhados e carros, ocasionados pelo vento, bem como as perdas de negócios devido à falta prolongada de energia. Mas o impacto financeiro da tempestade pode acabar caindo no Programa de Seguros Nacional para Enchentes (National Flood Insurance Program, em inglês), que é responsável por quase toda a cobertura de inundações no país. Uma unidade da Agência Federal de Gestão de Emergências (NFIP, na sigla em inglês), pagou US$ 1,28 bilhão no ano passado em perdas derivadas do furacão Irene, tornando-a a quarta inundação mais cara da última geração.
Em2012, amaioria das perdas das seguradoras com desastres foram substancialmente menores, deixando-as com mais capacidade para absorver os bilhões de dólares em custos esperados com o furacão Sandy.
“Nós nos planejamos para eventos climáticos como esse, por isso nos sentimos bem preparados, com recursos estrategicamente posicionados para rapidamente ajudar os clientes que podem ser impactados”, disse o porta-voz da Travelers, Mateus Bordonaro,em entrevista à Reuters.ATravelers é a terceira maior seguradora em Nova York de seguros pessoais de residências e de automóveis e de linhas comerciais de seguros.
Bordonaro disse que a empresa também ativou os planos de continuidade de seus próprios empregados, para poder sustentar as operações, apesar de ter pessoal agrupado em Nova York e Hartford.
A Chubb, outra das grandes seguradoras presentes no nordeste do país, afirmou que vem trabalhando há dias para levar seus funcionários para mais perto, para que eles estejam posicionados para responder rapidamente. De acordo com um porta-voz, é improvável que a condição climática interfira no processamento das reclamações, mesmo que a empresa esteja sediada em Nova Jersey, pois a companhia tem um grande centro no Arizona, que pode lidar com as reclamações.
A State Farm, a maior seguradora de residências e automóveis e líder de mercado em Nova York e Nova Jersey, disse na tarde de sábado que tinha agentes e equipes especializadas em catástrofe esperando a chegada do furacão.
A Allstate, que vem logo atrás da State Farme no mercado de seguros domésticos e de automóveis, disse que estava colocando suas equipes de resposta a catástrofes na Carolina do Norte, Pensilvânia e Virgínia para ser capaz de responder mais rapidamente após a tempestade. A empresa também está pedindo a seus segurados para atender as ordens de evacuação, uma vez que um estudo no início deste ano mostrou que mais de um em cada quatro indivíduos ignoram esses pedidos até o último momento possível.
A Swiss Re, segunda maior companhia resseguradora do mundo, espera um custo de vários milhões de dólares, que poderão ser superiores aos originados pelo furacão Katrina em 2005. No total, o Katrina custou às seguradoras cerca de 72 bilhões de dólares, e, à Swiss Re, custou 1,2 bilhão de dólares.
A Mongeral Aegon mudou sua marca para que reflita o atual momento vivido pela companhia e sustente as mudanças pelas quais a empresa vem passando. A joint venture com o Grupo AEGON, consolidada há três anos, a diversificação do portfólio de seguros e planos de previdência para atender e acompanhar os clientes pela vida toda em suas necessidades de proteção financeira, a adoção contínua de práticas sustentáveis, e os investimentos em marketing esportivo, iniciados neste ano, são exemplos das transformações pelas quais a companhia vem passando, e que contribuem para a necessidade de um novo posicionamento. A nova marca, mais forte e moderna, acompanha essa evolução sem perder o vínculo com os valores e a tradição da Mongeral Aegon, mais antiga seguradora em atividade no país, com 177 anos.
Outra mudança é a adoção, pela primeira vez, de um slogan. Construa o seu amanhã marca também uma nova forma de a empresa se comunicar com seus públicos de relacionamento, em especial o cliente. “Queremos ser claros, dizer aos nossos clientes que o hoje é fundamental na construção de seus futuros, e que nós estaremos juntos, ofertando as melhores soluções financeiras em seguros de vida e planos de previdência para essa construção. Mas cada um é responsável pela construção do seu amanhã”, explica o diretor de Marketing, Nuno David.
Os pilares de relacionamento da marca – confiança, proximidade, planejamento financeiro e DNA sustentável – foram definidos com base em características que já fazem parte da Mongeral Aegon, mas que também são conceitos de ligação para projetos em desenvolvimento que tornarão ainda mais eficientes os serviços e os canais de relacionamento da empresa com seus públicos. “Clareza, futuro e pessoas são elementos que permeiam o nosso negócio e que são fundamentais para termos sucesso em nosso mercado. A partir do alinhamento do que já fazemos no dia a dia, e que queremos fazer ainda melhor, com uma nova marca, esperamos sustentar na imagem da companhia o crescimento de cerca de 20% que seguimos apresentando a cada ano, nos últimos sete anos”, conclui David.
Não é novidade, pois já saiu no Brasil Econômico há dez dias. Mas vale o registro. O assunto é interessante e mostra indenizações de US$ 1,2 bilhão entre 2001 e 2011, com pagamentos atribuídos a falhas em turbinas, transformadores e geradores isolados. Ou seja, o setor elétrico pode pagar mais caro na renovação do seguro por conta disso. Por outro lado, a concorrência está tão acirrada que dificulta ajustes técnicos de preço. Vamos ver como o mercado se comporta.
Release
A indústria global de power & utilities (geração, transmissão e distribuição) continua a ver um aumento constante no número de grandes sinistros desde 2005, colocando pressão tanto sobre a oferta global de energia em um momento de crescente demanda, quanto sobre o futuro da própria indústria, segundo relatório da Marsh intitulado “The Impact of Large Losses in the Global Power Industry”. O relatório, que se baseia em sinistros para contas operacionais de Power & Utilities gerenciadas pela Bowring Marsh, corretora internacional da Marsh especializada em desenhar, estruturar e colocar resseguros facultativos para uso exclusivo dos clientes da Marsh, revela que, desde 2005, as seguradoras têm se envolvido na resolução de pelo menos um grande sinistro de Power por ano em mais de US$ 25 milhões. Desde 2005, o número de grandes perdas continua com sete perdas da magnitude acima registradas em 2010 – somente o 1º semestre deste ano já foi responsável pelo maior número anual deste tipo de sinistro. Além de um aumento em grandes incidentes, as empresas de energia também enfrentam outros desafios: uma força de trabalho envelhecida, equipamentos deteriorados, uma demanda crescente por eletricidade – em especial pelas economias emergentes, regulamentações ambientais e a ascensão da energia renovável.
Segundo Philippe Du Four, presidente global da prática de Power & Utilities da Marsh, as seguradoras estão reconsiderando suas posições em relação a preços e condições para a indústria global de Power após pesadas perdas sofridas e que decorreram de quebra de maquinário, incêndios e explosões, catástrofes naturais e lucros cessantes. Melhorar as técnicas de gerenciamento de riscos de maneira a reduzirem sinistros e custos freqüentes deve tornar-se um imperativo de negócio para as empresas de Energia. Além disso, de acordo com o relatório da Marsh, as empresas de Energia sofreram perdas consideráveis na última década devido à maior frequência e severidade das catástrofes naturais que atingiram o mundo, questões de infraestrutura relacionadas aos mercados em desenvolvimento e aumento no valor de seus equipamentos. De 2001 a 2011, sinistros totalizando US$ 1,2 bilhão foram atribuídos a falhas em turbinas, transformadores e geradores isolados.
“Se grandes sinistros continuarem a deteriorar a indústria de Power com a mesma frequência que se tem observado ao longo da última década, o apetite das seguradoras para subscrever negócios de Energia provavelmente mudará. Muitos já estão adotando uma abordagem muito mais rigorosa para precificar estes riscos. Isto também poderá levar a uma redução da capacidade do seguro e concorrência no mercado e, por fim, a um aumento nos prêmios”, afirma o executivo da Marsh.
O Chega de Acidentes!, um movimento apartidário, liderado por entidades com um histórico de lutas em prol da segurança no trânsito brasileiro, faz um novo apelo a todos os motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres – todos os que convivem diariamente no trânsito – para que assumam comportamentos seguros, conscientes e de respeito à própria vida e à do próximo.
Formada pela CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), AND (Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito) e ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), o movimento Chega de Acidentes! mostra uma triste marca. Triste, mas emblemática da situação que há tempos existe em relação ao trânsito no País, lamenta o grupo em release enviado aos jornalistas.
Desde seu lançamento, em setembro de 2009, o movimento Chega de Acidentes! apresentou um contador virtual, que estima o número de vítimas fatais e não fatais de acidentes de trânsito, além do impacto econômico decorrente desses acidentes. No dia 18 de setembro daquele ano, o sistema começou a contabilizar mortos e feridos partindo do zero, levando em conta as médias apresentadas pelo Ministério da Saúde na época.
Hoje, três anos depois, a realidade do trânsito brasileiro continua a de uma violência sem fim. Não é coincidência, portanto, que o contador esteja chegando à terrível marca de 500 mil vítimas do trânsito. É uma estimativa válida, já que o Brasil tem imensa dificuldade de contabilizar seus mortos e feridos no trânsito.
Desde 2009, o Chega de Acidentes! reuniu mais de 80 apoiadores, entre empresas, entidades e veículos de imprensa, além de cerca de 2.500 participantes de um abaixo-assinado que pede às autoridades medidas efetivas para uma diminuição drástica no número de fatalidades no trânsito. Também realizou ações que incluíram a instalação de totens com os contadores de vítimas em sete cidades brasileiras: Manaus, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Vila Velha e Recife.
Agora, chegando a esta marca de meio milhão de vítimas, o Chega de Acidentes renova seu apelo, e espera que esse número chocante contribua para sensibilizar governo e autoridades do trânsito, na busca de soluções definitivas – porque a questão da segurança não pode mais esperar.
A Tempo Assist, que atua na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde, informa que sua unidade de negócio focada em Assistências Especializadas, a Tempo USS, firmou parceria com a Descarte Certo – uma empresa do Grupo Ambipar, reconhecido pelas inovações em sustentabilidade e meio ambiente – para o lançamento de serviço que irá colaborar na coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos.
Com a parceria, a Tempo Assist passa a oferecer aos seus clientes corporativos o serviço de coleta de aparelhos eletrônicos, destinado aos consumidores que não sabem o que fazer com aparelhos velhos ou sem utilidade, tais como computadores, monitores, telefones e televisores. É possível contratar desde coleta avulsa ou periódica até a gestão de todo o processo de geração, seleção, coleta e reciclagem do lixo eletrônico.
Para Gibran Marona, vice-presidente da Tempo USS, o serviço terá grande relevância no portfólio das empresas preocupadas com o meio ambiente. “A Tempo USS já é uma referência no mercado, por atender algumas das maiores seguradoras do Brasil e do mundo. Com este novo serviço, atuaremos em um nicho ainda pouco explorado, porém, com uma demanda crescente, já que que os consumidores não toleram mais o desrespeito à natureza. Acredito que esta iniciativa chega para dar às empresas uma opção inovadora na área de sustentabilidade”, afirma.
“A parceria com a Tempo USS representa uma grande etapa para que as ações sustentáveis cheguem até o mercado de seguros, promovendo a conscientização não apenas do consumidor, mas também das empresas”, diz Lucio Di Domenico, presidente da Descarte Certo.
O novo serviço já atraiu a atenção dos clientes da Tempo USS, e contribuiu com a conquista de novos parceiros. Grandes players do mercado de seguros já adicionaram o descarte consciente dos recursos nos seguros residenciais, com objetivo de oferecer aos consumidores a coleta de não apenas eletroeletrônicos velhos e descartados, mas também de móveis sem utilidade.
“Muitas pessoas ainda não descobriram a importância do descarte adequado de materiais eletroeletrônicos. E este é um mercado com grande potencial. Atualmente existem 500 milhões de produtos inutilizados na casa dos consumidores brasileiros, e a Tempo USS, em conjunto com a Descarte Certo, saberá como eliminá-los de forma adequada, respeitando o meio ambiente”, completa Di Domenico.
Entre os produtos coletados, destacam-se ainda: aparelhos de som, câmeras fotográficas, CDs, DVDs, pilhas, impressoras, eletrodomésticos, eletroportáteis, aparelhos de telefonia e acessórios e aparelhos de utilidade doméstica.
Fiquei contente de ver seguros hoje na capa dos dois principais jornais de finanças do Brasil. No Valor, matéria sobre D&O. Já o Brasil Econômico traz Pablo Barahona, CEO da Liberty, numa ampla foto na capa do jornal. Ele conta para a jornalista Flávia Furlan que a acirrada concorrência e as margens menores fez a companhia dar marcha a ré em automóveis, onde é a 5ª maior, priorizando riscos empresariais. A Liberty espera crescer 8% em seguros de automóveis neste ano, em linha com mercado, mas prevê uma expansão na ordem de 40% nas demais linhas. A operação no Brasil é a número 2 da Liberty Internacional, atrás da Venezuela, por onde a companhia americana desembarcou na América do Sul. De sete a dez anos, a ideia é que automóveis representem metade dos prêmios emitidos e os demais ramos a outra metade. A seguradora lançará pacotes de proteção especiais, além das coberturas tradicionais como riscos patrimoniais e de responsabilidade civil, para nove nichos: produtores de vinhos, produtos metálicos, lacticínios, calçados e acessórios, máquinas, têxtil, alimentos, peças automotivas e bebidas não alcoólicas. No ano que vem, também será possível oferecer seguro garantia.
A Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes em corretagem de seguros no país, fechou um contrato com coberturas de Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil no Rio de Janeiro.
A apólice, que segura aproximadamente R$ 70 milhões, foi fechada com a Rede D’Or São Luiz, que está construindo o Hospital Copa Star, na zona zul da capital carioca. Com inauguração prevista para 2014, o empreendimento foi ecologicamente concebido e contará com 127 leitos, sendo 46 de terapia intensiva para atender o público AAA.
A Rede D’Or São Luiz, que detém 26 hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal, tem parceria há cerca de 10 anos com a Brasil Insurance. O negócio foi fechado por intermédio das corretoras Fran e Victrix, que compõe a holding, e as seguradoras RSA e Ace Seguros.
Agora o Brasil tem um índice muito interessante sobre os carros. Em vez dos mais roubados, temos agora os mais seguros. O Chevrolet Cruze LTZ é o veículo mais seguro contra a incidência de furto, com 4,5 estrelas das cinco possíveis, seguido pelo Ford Ka Sport 1.6, com 3,5 estrelas, segundo o Índice de Furto do Cesvi Brasil, lançado nesta quinta-feira pela CESVI, Centro de Experimentação e Segurança Viária. Os modelos chineses ocupam as últimas colocações. Todos os modelos da JAC estão tem nota 0,5, ou seja, numa zona considerada de “rebaixamento”.
O objetivo do estudo é apontar os veículos mais e menos vulneráveis à ação dos bandidos. A classificação se baseia no conjunto de equipamentos antifurto de cada modelo. Agora consumidores e companhias de seguros terão uma referência técnica para a escolha de seus veículos e para a precificação do seguro também. Melhores do ranking tendem a ter custos de seguro também melhores.
Clique no link abaixo para ver a classificação dos veículos testados pelo Cesvi
A Prudential promove, neste sábado, 27 de outubro, um dia de saúde bucal para cerca de 300 crianças e adolescentes da comunidade Cerro Corá, atendidas pela ONG Se Essa Rua Fosse Minha, de Laranjeiras, zona sul do Rio de Janeiro. Três dentistas voluntários, incluindo um funcionário da Prudential, vão fazer aplicação de flúor, distribuir kits de higiene bucal e dar orientações sobre escovação para as crianças. A seguradora destina 1% de todo o valor arrecadado em setembro, referente às apólices ativas até o quarto ano de vigência do produto Dotal Criança, a campanhas anuais com foco em crianças. O produto Dotal Criança é uma cobertura de sobrevivência criada em 2009 para proteger crianças de até 13 anos.
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