Dai a César o que é de César! Esse era o único pensamento que me passava na mente ao ouvir a super simpática manicure do Jacques Janine do Shopping Jardim Sul relatar a sua relação com dinheiro e com seguro. “Nem olho a conta. Eles que se virem para por crédito lá e meu patrão para depositar o meu salário. Minha preocupação está em fazer tudo que preciso. Pago a prestação do carro, vou no supermercado e hoje vamos todos viajar para curtir o feriado. Uso só isso aqui (mostra o cartão com função de débito e de crédito”.
Estávamos na fila do banco, esperando o único caixa nos atender. Claro que não me contive e perguntei. “Você fez seguro para o carro? Afinal, está financiado…”. Nem terminei a frase e ela disparou a falar. “Nem me fale de seguro. Paguei um pau e novecentos no seguro porque queria a Porto Seguro, que pensava ser a melhor. Mas você não acredita no que fizeram comigo”, dizia ela quando foi interrompida pela caixa do banco com uma super promoção de título de capitalização.
“Você compra títulos?”, perguntei. “Vichi se compro. Junto um pouco e saco tudo quando preciso. Eu ajudo ela e ela me ajuda. É isso que importa”, afirmou a cliente totalmente satisfeita com o relacionamento entre ela e a instituição financeira.
Bem, respirei fundo sem fazer qualquer comentário e pedi para ela terminar de me contar a história do seguro. “Ah é. Então, tive uma pane lá na praia Grande, mas fiquei tranquila. Tenho seguro. Chamei o Socorro. Quando eles chegaram, não acreditei. Sabe o que que eles fizeram? Mandaram um substituto para me atender. Não foram pessoalmente. Mas podexá. Em fevereiro vou renovar o seguro. Nunca mais com eles. Vo faze aqui no Santander, que tem sido tão bom pra mim”, desabafou a senhora de no máximo 40 anos.
Não me contive novamente. “Mas quem eles mandaram para ajudar, um mecânico do bairro?”, perguntei. “Não. Pior. Uma tal de Azul”.
Eu ia explicar que a Azul é uma seguradora do grupo Porto Seguro. Mas lá foi ela, correndo para terminar a agenda de clientes para curtir o feriadão na Praia Grande. Feliz da vida. Fiquei olhado ela ir e pensei… que coisa chata querer ficar explicando para as pessoas o valor do dinheiro! Tudo tem a sua hora.
A história de Seu Flor é o primeiro vídeo de uma série sobre personagens que compartilham a responsabilidade de fazer o maior evento esportivo do mundo acontecer no Brasil
watch?v=wmb79lRyzoI&feature=youtu.be A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, realizará em parceria com a Revista Placar uma campanha com seis vídeos das histórias de personagens que, no anonimato, também são responsáveis por contribuir na realização do maior evento esportivo do planeta, a Copa do Mundo FIFA 2014™ no Brasil. O primeiro vídeo será lançado junto à edição de novembro da Revista Placar, com publieditorial na revista impressa e link na versão para iPad. Os demais serão apresentados mensalmente até abril de 2013. O conceito da campanha foi idealizado pela agência CUBOCC e os vídeos pela produtora ICELAND.
“Nós acreditamos que a Copa do Mundo da FIFA é uma oportunidade para mostrarmos que somos todos protagonistas. Acreditamos que se cada um fizer a sua parte com responsabilidade, essa será a melhor Copa”, diz Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros. “A campanha tem como mote a responsabilidade compartilhada, além da paixão dos brasileiros pelo futebol, narrada por histórias de pessoas que fazem o evento acontecer por trás dos holofotes”, complementa.
O primeiro protagonista é o Florentino Ribas de Lima, mais conhecido como Seu Flor no Pacaembu, o Estádio Municipal Roberto Machado de Carvalho, em São Paulo. Com 65 anos, Seu Flor é o Faz-Tudo do Pacaembu, trabalhando de aparador do gramado a gandula. “Futebol é minha vida. Meu sonho era receber a Copa do Mundo aqui no Brasil e estou à disposição. Se cada um fizer a sua parte a Copa vai dar certo”, afirma Seu Flor.
A história do Seu Flor pode ser vista na página da Liberty Seguros no YouTube, pelo link: http://youtu.be/wmb79lRyzoI
Aqueles que conhecem um pouco dos bastidores da indústria de seguros vão gostar de ler esta matéria que vi hoje na mídia. Armando Vergílio, ex-titular da Susep, e Luciano Santanna Portal, atual titular da Susep, evitam compartilhar o mesmo ambiente. Tanto que a Susep não participou do evento do Sincor-SP, que teve o deputado Vergílio como principal personalidade pública, mas participou do evento do Sincor-RJ, que tem como presidente Henrique Brandão, que era padrinho de ambos, mas agora é só de um, segundo comentários em “off” de importantes executivos do setor.
Mas na última quarta-feira, Vergílio e Santanna compartilharam o mesmo palanque, apadrinhados por outra personalidade do setor tida como um ser do bem e do mal, o advogado especializado no setor, Ernesto Tzirulnik, que também é presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS). Eles participaram da audiência pública promovida pela Comissão Especial sobre Normas Gerais de Contratos de Seguro Privado para analisar o Projeto de Lei 3555/04, que estabelece novas normas para o setor e revoga dispositivos dos códigos Civil e Comercial sobre o assunto. Além deles, participam especialistas e representantes das seguradoras, como o deputado Moreira Mendes (PSD-RO) e o presidente da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), Robert Bittar. A iniciativa da audiência é dos deputados Moreira Mendes (PSD-RO), Bruno Araújo (PSDB-PE) e Armando Vergílio (PSD-GO).
Depois da audiência, o próximo passo é o seminário “Lei Geral do Seguro”, que acontece em Brasília no dia 8 de novembro. No encontro, tido como palco de um debate, além de Tzirulnik estarão presentes o VP do IBDS, Paulo Piza; Jayme Brasil Garfinkel, Presidente da FenSeg; Leonardo André Paixão, Presidente do IRB-Brasil Re; Vinicius Marques de Carvalho, Presidente do CADE; Marco Antonio Rossi, Presidente da FenaPrevi; Maurício Ceschin, Presidente da ANS; Luiz Felipe Braga Pellon, advogado em direito do seguro; Débora Schalch, Advogada; Nelson Eizirik, ex-Diretor da CVM; Sérgio Bermudes; advogado em direito do seguro; Alessandro Octaviani, Conselheiro do CADE e Professor de Direito Econômico e Economia Política USP; Walter Polido, ex-Diretor do IRB; e José Maria Munõz Paredes, que é Catedrático de Direito Comercial da Faculdade de Direito da Universidade de Oviedo, Espanha e autor diversas vezes premiado pela Associação Internacional de Direito do Seguro – AIDA.
Bem, sem delongas, segue a matéria do Jornal Correio do Brasil, que conta o que de fato aconteceu na audiência, sem aquele tom picante de entrelinhas.
MATÉRIA NA ÍNTEGRA PUBLICADA PELO JORNAL CORREIO DO BRASIL
Representantes do setor de seguros criticaram, nesta quarta-feira, a possibilidade de a Câmara dos Deputados criar uma nova lei geral para o setor. O assunto foi debatido em audiência pública da comissão especial que analisa o Projeto de Lei 3555/04, do ex-deputado José Eduardo Cardozo, que estabelece novas normas para o setor e revoga dispositivos dos códigos Civil e Comercial sobre o assunto.
O superintendente da Susep, Luciano Portal Santana, por exemplo, alertou para o risco de uma legislação geral engessar o setor e aumentar o preço dos produtos oferecidos. Segundo ele, a Susep não é contrária à modernização da lei, mas defendeu que a superintendência continue sendo uma das responsáveis pela definição dos modelos de contratos.
Santana utilizou três “premissas” listadas pelo autor da proposta como exemplos de uma visão “equivocada” do setor. Uma dessas premissas é a de que o projeto moderniza o setor. “É preciso lembrar que vivemos o momento do estado regulador. Não é à toa que nos últimos anos uma série de agências foi criada para regular a atividade privada de uma forma mais ágil. Se o projeto for aprovado, talvez não tenhamos essa oportunidade [de agilidade] diante de uma legislação mais rígida”, declarou.
Na mesma linha, o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros, Robert Bittar, declarou que a atualização das normas não deve se basear na necessidade de substituição integral. “O entendimento que a regra atual está totalmente superada, é descartável, não é verdadeiro”, disse.
Consumidores Outra premissa citada pela Susep é a de que o setor precisa proteger os direitos dos consumidores. Para Luciano Santana, o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor já garantem essa proteção. Ele acrescentou que o setor de seguros é regulado por diversas instâncias, como o Conselho Monetário Nacional e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que se preocupam com a segurança dos contratos.
Por fim, a premissa de promover o crescimento do setor foi criticada pelo superintendente com o argumento de que o mercado de seguros, nos últimos dez anos, cresceu sempre em patamares superiores aos 10%, em ritmo muito maior do que o próprio Produto Interno Bruto (PIB) do País. “Em 2012, estamos crescendo 23%, enquanto o PIB ficará em torno de 2%”, comparou.
O relator da comissão, deputado Armando Vergílio (PSD-GO), defendeu a aprovação do projeto e disse que a legislação do setor precisa de uma atualização que seja feita “de forma integrada” para manter esse crescimento. “Queremos fazer com que, em pouco tempo, o setor de seguros seja tão importante quanto o setor bancário”, declarou.
Passado o pior momento do furacão Sandy, os prejuízos começam aparecer em forma de pedidos de indenização. O momento agora é saber quais as perdas e o que está ou não coberto. A Eqecat, empresa dedicada a fazer estimativas de danos, refez as contas e dobrou o valor dos pedidos de indenizações. Inicialmente previsto gastos entre US$ 5 bilhÕes e US$ 10 bilhões, a aposta agora gira entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões para perdas econômicas avaliadas em US$ 50 bilhões. Segundo a Eqecat, o fechamento de usinas nucleares, a demora na volta do fornecimento de energia elétrica e de transportes, tanto aéreo como urbano (metro e ônibus), abrem espaço para mais pedidos de indenizações.
Por meio da Lei Rouanet, a MetLife patrocina na TV o programa Educação Financeira e dois programas na rádio, Programa Começando o Dia e Programa Manhã Cultura. O programa Educação Financeira (canal 2 TV Aberta), apresentado por Denise Chahestian, mostra temas relacionados às finanças domésticas como orçamento familiar, endividamento e investimento em ações, de forma simples e didática e sua exibição acontece aos sábados às 14h.
Na Rádio Cultura FM (103,3 MHz), o programa Começando o Dia mistura música clássica com informações de política, economia, cultura, sustentabilidade e comportamento. O âncora do programa, jornalista Alexandre Machado, seleciona e comenta as principais notícias do dia e entrevista pessoas de destaque em diversas áreas de atuação. A sua exibição acontece de segunda a sexta, 8h às 9h
Já o Programa Manhã Cultura com apresentação de Gioconda Bordon, acompanha de perto a vida musical da cidade, seguindo a agenda dos concertos das principais salas de São Paulo, inclusive com a seleção musical ligada ao repertório das apresentações de orquestras e solistas. A sua exibição acontece de segunda a sábado, 9h às 11h.
Pela primeira vez na história da previdência complementar brasileira surge a oportunidade do cidadão segurado do INSS participar de um fundo de pensão, como os de grandes estatais e multinacionais. Neste mês de outubro, o Ministério da Previdência Social aprovou o plano denominado “JMalucelli Previdência”, um plano inédito no país com autorização para oferecer previdência privada fechada aos participantes da Previdência Social e seus dependentes. O plano JMalucelli Previdência foi criado e está sendo administrado pelo Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada, que há sete anos está no mercado e administra outros planos de previdência.
Os planos fechados são administrados por Fundos de Pensão, instituições sem fins lucrativos, independentes, porém, rigorosamente fiscalizadas pelo governo. O Fundo possui um CNPJ próprio e os participantes são cotistas do plano, com baixo custo de investimento. Além de mais seguro, é mais rentável -, como não tem finalidade lucrativa, toda a rentabilidade dos investimentos é repassada aos participantes, o que faz com que a poupança formada e o valor do benefício, lá na frente, sejam maiores.
Fonte: Renato Follador, presidente do Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada.
A política de redução da taxa básica de juros gera diversos efeitos macroeconômicos, tais como consumo e investimentos das famílias, custo de financiamento público, atração de investimentos externos e inadimplência. Os mercados de seguros e previdência sentem os reflexos disso, em particular na gestão das reservas e nos planos de benefícios.
Para debater esses temas, a Escola Nacional de Seguros promoverá, no dia 31 de outubro, em São Paulo, a mesa redonda “Os Efeitos da Atual Política de Juros no Mercado de Seguros e Previdência”. Em pauta, as visões do mercado financeiro, de previdência aberta e de previdência fechada.
Na ocasião, também será apresentada a pesquisa “Nota sobre Juros e Mercado de Seguros”, do economista e assessor da Diretoria Executiva da Escola, Lauro Faria. O trabalho afere o impacto da redução das taxas de juros sobre o balanço das seguradoras, a partir da análise dos dados divulgados pela Susep, entre 2003 e 2011.
Estão confirmadas, ainda, apresentações de Claudio Contador, diretor acadêmico da Escola Superior Nacional de Seguros, instituição mantida pela Escola Nacional de Seguros; Luiz Roberto Calado, do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças; José Cechin, da FenaSaúde; e Wilma Gomes Torres, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).
O evento acontecerá das 14h às 18h30, no Hotel Maksoud Plaza, localizado à Alameda Campinas, 150.
Recebi hoje esse boletim da Caribbean Risk Managers Limited sobre o Sandy, que traz informações muito interessantes. Todos falam muito dos estragos em Nova York, Atlantic City ou New Jersey. Mas Jamaica, Haiti, Bahamas e República Dominicana sofreram perdas relevantes. Com certeza poucos têm seguro. A começar pelo governo, que deverá sacrificar verba de benefícios, ou não, para socorrer a população atingida. Se socorrer, vai tirar verba de projetos prioritários. Se não socorrer, sofrerá com a queda de impostos e recuo do PIB. Isso mostra o quanto o seguro é importante para uma nação.
Fora esse estudo sobre o Caribe, vários outros chegaram aos acionistas sobre as perdas geradas pela passagem do Sandy. Todos estão preocupados se as seguradoras terão recursos suficientes para pagar as indenizações e os dividendos prometidos. Pelo relato dos executivos em entrevistas as agências internacionais, sim. Está tudo sob controle.
A AIR Worldwide prevê que as seguradoras e resseguradoras vão ter de desembolsar algo entre US$ 7 bilhões e US$ 15 bilhões em indenizações. Já a Fitch acredita que o Sandy deverá gerar um volume de indenizações similar ao furacão Irene, que atingiu a costa leste em 2011 e gerou perdas seguradas de US$ 4 bilhões a US $ 5 bilhões De acordo com o estudo, boa parte do risco será arcado pelas principais seguradoras americanas, como State Farm, Allstate e Liberty Mutual Group. Já segundo um estudo divulgado pel PwC, as perdas econômicas geradas pela fúria do Sandy chegarão a US$ 45 bilhões, sendo algo próximo de US$ 10 bilhões com cobertura de apólices de seguro.
Segue a íntegra, em inglês.
Tropical Cyclone Sandy made its first landfall on the eastern part of the south coast of Jamaica (just east of Kingston) at approximately 3 pm EST (1900 UTC) on 24 October 2012 as a Category 1 Hurricane with maximum sustained winds of 80 mph (130 km/h). At approximately 5 am (0900 UTC) on the following day the hurricane warning for Jamaica was discontinued.
This system then passed to the west of Haiti during the night of the 24 October and affected the western end of the southwestern peninsula with weak Tropical Storm force winds (wind speeds of between 39 and 50 mph). At 11 am EST (1500 UTC) on the following day the Tropical Storm Warning for Haiti was discontinued.
After impacting Jamaica and Haiti, Hurricane Sandy made a second landfall just west of Santiago de Cuba (eastern Cuba) at approximately 1.25 am EST (0525 UTC) on 25 October as a Category 2 storm with maximum sustained winds of 110 mph (175 km/h) and travelling at a forward speed of 15 mph (24 km/h). By 11 am (1500 UTC) the Hurricane Warning for Cuba was discontinued. Sandy emerged off the northeastern coast of Cuba with maximum sustained winds of 105 mph (165 km/h) and a forward speed of 18 mph (30 km/h).
As at 2 pm (1800 UTC) on 25 October Sandy was a Category 2 Hurricane as it approached the Bahamas with maximum sustained winds still at 105 mph (165 km/h) and moving in a northerly direction at a speed of 20 mph (32 km/h). Approximately 9 hours later Sandy was downgraded to a Category 1 Hurricane as it passed near Eleuthera Island in the northwestern Bahamas.
By 2 pm EST (1800 UTC) the following day, maximum sustained winds had decreased to near 75 mph (120 km/h) and hurricane force winds extended outward only around 35 miles (55 km) and tropical storm force winds extended outward up to 275 miles (445 km).
All Tropical Storm warnings for the Bahamas were discontinued at approximately 5 pm EST (2100 UTC) on 27 October as Sandy moved away from the Caribbean Basin as a Category 1 storm and headed towards the mid-Atlantic and northeastern coast of the US.
As a result of the passage of Sandy across eastern Jamaica there were reports of damage to crops, roads, bridges and houses in the parishes of St. Mary, St. Thomas and Portland. Sandy brought strong winds, reaching hurricane force to the east of Kingston and in higher areas of the Blue Mountains, and heavy rains which caused flooding in all of the eastern parishes. Reports indicate that 1,046 persons occupied 67 hurricane shelters across the island.
Storm surge and heavy seas affected waterfront houses situated in the eastern Kingston neighbourhood of Caribbean Terrace. The Jamaica Public Service Company worked to restore power as 70 percent of its customer base was without electricity. Preliminary assessments suggest that damage was occasioned to approximately 200 utility poles, 240 spans of power lines as well as other components of electrical infrastructure. By 10 am on 25 October power had been restored to over 60% of those affected.
Preliminary estimates from the Ministry of Agriculture indicate that approximately 11,000 farmers were affected and about 1,500 hectares of crops destroyed which could amount to $1 billion (US$11 million) in damage. These preliminary estimates do not include livestock.
Disaster coordinators in the parish of St. Elizabeth received reports of fallen trees causing temporary blockages to the main road between Holland Bamboo Avenue and Black River. The Office for Disaster Preparedness and Emergency Management (ODPEM) stated that initial reports seem to indicate that land slippage may be “parish-wide” for the parish of Portland. ODPEM is presently attempting to assist residents of Portland who are marooned as a result of the Yallahs River being in spate. Affected communities include Cane River, Drummond to Habberstadt, Robertsfield, Halls Delight and East Portland.
There has been one confirmed fatality in Jamaica as a result of Sandy. While estimates of the full economic impact are not yet available, the insurance sector anticipates losses to be in the low 10s of millions of US dollars.
Cuba
The municipalities which were severely affected by the storm were Mayari, Banes, Antilla, Rafael Freyre, Baguano Urbano Noris, Sagua de Tanamo and Cuerto. Heavy rains and high winds damaged houses, coffee and tomato crops as this storm crossed the entire eastern region without losing intensity when passing over land which was unusual. Reports indicate that approximately 137,000 homes in Santiago were damaged of which 43,000 lost their roof and 15,000 totally collapsed. In Holguin approximately 17,000 homes were damaged and there was significant loss to crops and livestock.
Damage to crops in Granma Province does not appear to be as bad as initially expected. There were reports of fallen palm trees and utility poles which made some roads impassable. Flooding over the summer in the Granma Province resulted in the contamination of wells which led to a cholera outbreak and the torrential rainfall from Sandy could hinder attempts to contain the spread of this disease.
Approximately 15,200 persons (5,000 tourists and 10,200 residents) in Holguin and a further 3,000 in Las Tunas were evacuated prior to the arrival of the storm. Cuban officials indicated that at least 55,000 people had been evacuated in response to expected flooding from this system. The Cuban Weather Service advised that a weather station on Gran Pierda which is situated near Santiago de Cuba recorded gusts up to 152 mph (245 km/h).
There are reports of 11 fatalities as a result of the passage of this storm and preliminary losses are estimated at $2.1 billion pesos.
 Haiti
The rain laden outer bands of Hurricane Sandy triggered extensive flooding which resulted in widespread damage to homes and crops. Affected areas include farms in Ille a Vache, homes in the fishing village of Tiburon and Les Cayes, where 50 patients were evacuated from a hospital along with 200 residents from a coastal settlement. More than 10,000 people were displaced and thousands of homes were destroyed or damaged as a result of the passage of this storm. The Prime Minister has advised that the entire south of the country is under water.
The city of Les Cayes experienced approximately 27 inches of rain over a 24 hour period and Sandy appears to have dumped more rain than tropical storms Isaac and Tomas which affected similar parts of Haiti in August 2012 and October 2010 respectively.

The road which provides access to Les Anglais which is a small fishing village located in the south is impassable. There is the possibility that homes situated in this community may have been washed out to sea. Rivers were still rising in some communities such as Leogane as a result of excess runoff originating from the hillside.
The impact of Sandy may also serve to exacerbate the spread of the cholera epidemic which is
affecting Haiti as 16 new cases had already been recorded since the passage of the storm. Reports indicate that there were 51 fatalities as a result of this storm and 15 missing at this time. Authorities are still conducting their preliminary assessments as they have not been able to reach many of the affected areas due to the condition of the access road.
 Bahamas Preliminary reports indicate that the storm inflicted the most severe damage on Cat Island which took a direct hit, and Exuma where there was also damage to homes, downed trees and utility poles. There were reports of flooding and power outages on Acklins Islands and also flooding on Ragged Island. Abaco Island also experienced some flooding, collapsed trees and damage to roof shingles of buildings. There were reports of damage to crops on Long Island and structural damage to homes and roofs of several buildings.
Many homes in the area of Queen’s Cove on Grand Bahama experienced severe flooding with roads in that area being impassable due to the height of the water. Grand Bahama International Airport was also affected by flooding especially in the parking area and the domestic terminal which could not be used to accommodate passengers arriving from New Providence and the other islands. The access road to East Grand Bahama for residents from Freeport was also impassable due to the height of the flood water which was said to have reached as high as six feet in some areas.
There were reportedly two deaths as a result of the passage of Sandy. Officials will be travelling to Long Island, Exuma and Cat Island on 30 October to assess the damage and losses caused on these islands. It is expected that insured losses as a result of Sandy may be somewhat greater than the US$50 million reported for Hurricane Irene in 2011 although they are not expected to exceed US$100 million.
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Algumas pessoas me perguntaram hoje por que o Sandy passou a ser chamado de tempestade e não mais de furacão. “Será por que o risco de furacão está excluído das apólices e se for considerado uma tempestade os riscos estão cobertos?”. Não gente. Nada disso. Meu amigo, super didático, respondeu. “É porque furacão não nasce, vive e morre como furacão. Eles sempre começam como uma tempestade ou tormenta tropical, que depois que aumenta em velocidade e tomam certas características, são chamadas de furacão. Depois que acontece o “landfall”, ou o ponto de toque em terra, ainda ficam furacão um pouco, em geral, mas logo voltam a ser requalificadas. Ontem, por exemplo, depois do landfall, começaram a chamar o Sandy de ciclone extratropical, algo assim. O nome oficial da coisa neste momento é “Post tropical cyclone Sandy”, mas os danos causados, desde que cobertos pelas apólices, serão normalmente indenizados.”
Sandy deixou oficialmente a área de Nova York. Assim como São Paulo responde por mais de 50% das vendas de seguros no Brasil, Nova York representa um percentual significativo das vendas de US$ 1,2 trilhão dos Estados Unidos, sendo US$ 538 bilhões em seguros de vida e US$ 667 bilhões em seguros de bens. Boa parte das companhias, no entanto, exclui riscos de furacões em determinadas aéreas. Porém, Nova York não é uma região tida como risco elevado para esse tipo de fenômeno da natureza.
“Essa foi uma tempestade devastadora, talvez uma das piores que já tivemos”, disse o prefeito Michael Bloomberg em coletiva de imprensa, transmitida pelo New York Times. Segundo ele, normalização do fornecimento deve levar até dois dias em algumas regiões.Três quartos da cidade continuam sem energia elétrica. Segundo a companhia elétrica Con Edison, os bairros nova-iorquinos de Manhattan e Brooklyn precisarão de quatro dias para recuperar a eletricidade que perderam parcialmente ontem.
As empresas especializadas em levantamento de danos estimam prejuízos econômicos entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões com a passagem do furacão nos EUA e Canadá. Por ser essa uma região com forte penetração de seguro, as indenizações são estimadas entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões, de acordo com a empresa Eqecat. Um incêndio na área de Queens, em Nova York, durante a passagem da tempestade Sandy, destruiu pelo menos 50 casas e o fogo ainda continua, informaram as autoridades. Muitas casas nas regiões costeiras tiveram seus muros derrubados. Usinas nucleares foram desligadas. Os túneis do Metro foram invadidos por água salgada, que corrói equipamentos. Carros levados pela enchente, amassados por árvores ou parte de telhados que foram pelos ares. Conteúdo de residências perdidos por danos elétricos ou mesmo pela entrada de água, seja pelo telhado arrancado ou pela rua ter se transformado em um rio.
A maioria das mortes, que já ultrapassam 30, foi causada por quedas de árvores em casas e carros. As perdas vão surgir não só do dano direto ou destruição de bens dos segurados e perdas de vidas, mas também a partir da interrupção de negócios resultante da falta de energia ou de condições de dar prosseguimento a atividade. Temos também os ratos do metro agora espalhados pela cidade, levando doenças, sendo muitos dos atendimentos cobertos pelo seguro.
Por essas e outras perdas, a estimativa das empresas especializadas em seguros é que Sandy deve ser uma das dez tempestades mais caras da história norte-americana. O furacão Irene, que atingiu os EUA no ano passado, ocupa a décima colocação e custou à indústria de seguros US$ 4,3 bilhões. Na pior das hipóteses, o modelo da Eqecat indica que Sandy pode ficar com a quinta posição no ranking das tempestades mais caras, superando o furacão Charlie, que resultou em prejuízos de US$ 8,8 bilhões em ativos segurados (dados ajustados pela inflação) em 2004.
Mesmo assim, Sandy vai custar bem menos do que o Katrina, o furacão mais caro, que provocou perdas de US$ 46,6 bilhões em perdas, em dados atualizados. Os danos estimados pela Eqecat e outras empresas do setor são acompanhados de perto pela indústria de seguros, pois indicam previamente o impacto financeiro de grandes catástrofes no capital das companhias do setor. Mas a expectativa é que as empresas consigam absorver os custos.
A SulAmérica é destaque em todos os jornais com a divulgação do balanço trimestral e acumulado no ano até setembro. Os jornais citam apenas o trimestral. Eu gosto de olhar também o acumulado no ano, que mostra lucro líquido menor em 1,9%, para R$ 223 milhões, e resultado financeiro de R$ 406 milhões, declínio de 14,2%. Ou seja, o resultado financeiro representa o dobro do lucro. O lucro líquido por Unit declinou 3,3% no acumulado do ano, até setembro.
RELEASE
A Sul América S.A.(BM&FBovespa: SULA11) encerrou o terceiro trimestre de 2012 com R$ 2,8 bilhões em prêmios, 14,2% acima do mesmo período de 2011 e 7,7% de crescimento em relação ao segundo trimestre deste ano. O lucro líquido do período foi de R$ 107 milhões, marca que superou em 8,9% o lucro líquido do terceiro trimestre do ano passado.
A SulAmérica apresentou crescimento de prêmios em todas as unidades de negócio, com destaque para o segmento de saúde e odontológico, que representa 68% da receita total da companhia e cresceu 18,4%. Os prêmios dos segmentos de automóveis e de demais ramos elementares aumentaram 4,1% e 15,1% neste trimestre, respectivamente, enquanto a área de seguros de pessoas cresceu 5,8% no mesmo período. O índice combinado geral da companhia ficou em 99,1%, apresentando uma melhora de 2,0 pontos percentuais em relação ao número do terceiro trimestre de 2011.
“Nossa política de subscrição e o constante aprimoramento da gestão de risco são os alicerces que nos permitem alcançar resultados sólidos e crescimento constante em cada uma das nossas operações. Acreditamos que o atual cenário econômico brasileiro, com a taxa de juros em patamares menores, fortalecerá o crescimento da economia doméstica e nos permitirá alcançar uma rentabilidade ainda melhor nas nossas operações, compensando, em parte, a redução das receitas financeiras. E é por isso que estamos comprometidos com a melhoria constante da eficiência operacional, procurando gerar, consequentemente, ainda mais valor para os nossos acionistas”, comenta o presidente da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes.
O resultado financeiro da companhia no trimestre foi de R$ 140 milhões, 18,7% abaixo do montante registrado no mesmo trimestre de 2011. Esta queda, já esperada pela companhia, está em linha com a redução da taxa básica de juros que vem se verificando desde meados de 2011. Já na comparação com o segundo trimestre de 2012, o desempenho melhorou 30,2%, resultado da performance da carteira de investimentos, e em especial da posição mantida em renda variável. Já a área de Gestão de Ativos da SulAmérica apresentou alta de 50,3% no resultado da operação no terceiro trimestre deste ano, impulsionada pelo aumento da captação de recursos e o crescimento das receitas com taxas de administração e performance. O saldo da carteira de recursos próprios, não vinculada à previdência e VGBL, era de R$ 4,9 bilhões no final do trimestre.
No segmento de saúde e odontológico, a receita da carteira de produtos para pequenas e médias empresas cresceu 31,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2011. No mesmo período, os prêmios do segmento de seguro odontológico aumentaram 10,4%, reflexo tanto dos esforços comerciais, como do lançamento de novos produtos.
O destaque do segmento de automóveis, e também nos demais ramos elementares, foi a melhora significativa na sinistralidade. No ramo de automóveis, a queda foi de 2,7 pontos percentuais no período, em relação ao terceiro trimestre de 2011, alcançando 65,4%. Este é o menor patamar observado desde o início deste ano, demonstrando uma inversão na tendência deste indicador, que vinha se elevando sobretudo como resultado do cenário competitivo . Já a sinistralidade de ramos elementares ficou em 36,1%, 17,5 pontos percentuais abaixo do mesmo período em 2011, impactada positivamente pelo bom desempenho das carteiras de seguros massificados, e responsabilidade civil.
Os contratos de seguros na modalidade prestamista, representando 14,4% da carteira em prêmios, suportaram o crescimento do segmento de Pessoas e a sinistralidade total do portfólio foi de 49%, com melhora de 8,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2011. Em Previdência, as contribuições aumentaram 8,5% na comparação acumulada ano contra ano, contribuindo para um crescimento de 13,7% nas reservas de previdência e VGBL ante o mesmo período de 2011.
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