A RSA Seguros define estratégia para promover a discussão do potencial e aproveitamento de fontes renováveis de energia no Brasil, que até 2021, devem representar cerca de 20% da matriz energética do País. De 2012 a 2021 são esperados investimentos acima de R$80 bilhões em fontes de energia renovável e, para aproveitar o momento favorável, a Companhia lança hoje, dia 24 de outubro, sua primeira webserie sobre o tema, que estará no ar em www.youtube.com/debaterenergia.
Os vídeos foram produzidos a partir do debate sobre energia renovável, o DEBATER – Tudo sobre Energia Renovável, de Forma Nada Convencional, que aconteceu este mês em São Paulo e contou com as presenças dos especialistas Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, o diretor de Estudos Econômico-Energético e Ambientais da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Amilcar Gonçalvez Guerreiro, o coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, Carlos Rittl, e a presidente executiva da ABEEÓLICA – Associação Brasileira de Energia Eólica –, Elbia Melo.
A RSA Seguros, pioneira e líder mundial em seguros para Energia Renovável, reforça a importância dos seguros para Energia Renovável em todas as etapas dos projetos nesse segmento. Com operações em 130 países, A RSA Seguros oferece soluções para os projetos em desenvolvimento ou operação no mundo inteiro, em terra e no mar (on shore e off shore), possuindo cerca de 80% dos seguros de todos os projetos off shore no mundo.
Hoje quem ocupa as manchetes dos portais é o Itaú, que pouco fala de seguros em seu balanço. O jornalista tem de perguntar se quiser saber. Diferente do Bradesco, que dá grande destaque para esse importante setor da economia. Mais interessante do que a queda de 13% do lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, para R$ 3,412 bilhões no terceiro trimestre de 2012 comparado com o mesmo período de 2011, é notar os destaques que o maior banco privado do Brasil traz em seu balanço. A OPA da Redecard, o investimento de R$ 10 bilhões em tecnologia até setembro, a venda da Serasa Experian, o novo modelo de agências (realmente inovador, prático e simpático), o expressivo valor de mercado, o excelente rating diante da crise mundial, ter sido selecionado pela 13a vez consecutiva para compor o DJSI, principal índice de sustentabilidade do mundo.
Seguro sequer é citado nos destaques, apesar de ser uma das maiores seguradoras do país. Mas o Facebook é. “Nossa fan page atingiu mais de 2,7 milhões de fãs (hoje já são mais de 3,1 milhões), sendo que: Temos a fan page com maior número de seguidores do mundo no setor financeiro de acordo com a pesquisa realizada em setembro de 2012 pela Social Bakers; e, considerando todas as marcas brasileiras de todos os segmentos, somos a 8a maior fan page do Brasil.
Já a página da Itaú Seguros tem 13 míseras curtições. Dá para melhorar isso, pois a seguradora tem produtos incríveis, como o seguro de casa com retirada de objetos obsoletos e envio para um descarte adequado. Já a sócia Porto Seguro, da qual o Itaú detém 30% de participação, registra 236 mil curtições até hoje. É ela quem é responsável por esse serviço residencial citado.
A boa nova é que seguro já aparece no texto de introdução do resultado do balanço, como um segmento que tem ajudado a compor o lucro. Um avanço e tanto. O segmento de seguros, vida, previdência e capitalização gerou resultado financeiro e operacional de R$ 2,6 bilhões para o Itaú Unibanco no acumulado de janeiro a setembro deste ano, acima dos R$ 2,3 bilhões do mesmo período do ano passado. Uma participação importante se considerarmos o lucro líquido do banco de R$ 10,1 bilhões no acumulado do ano até setembro, queda de 7,7%.
O faturamento com seguros, previdência e capitalização chegou a R$ 18,2 bilhões de janeiro a setembro de 2012 e as provisões técnicas totalizaram R$ 87,2 bilhões ao final de setembro de 2012, não incluindo as operações no exterior. A captação total dos planos de previdência entre janeiro e setembro atingiu R$ 13,5 bilhões, um aumento de 48,2% comparado ao mesmo período do ano anterior, influenciado principalmente pelo aumento de 56,2% nas captações do VGBL. A captação líquida, que representa a captação total deduzida de resgates e portabilidades externas, teve aumento de 76,2% quando comparada aos nove primeiros meses de 2011.
Os estúdios de cinema lançaram nos últimos meses filmes de ação de grande orçamento. Alguns dos mais esperados, como “Os Vingadores”, “Homens de Preto 3,”, “O Espetacular Homem-Aranha” e “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” foram segurados pela Fireman’s Fund, empresa do grupo Allianz especializada nesse setor. “A maioria dos espectadores dessas produções nem imagina os riscos envolvidos nas filmagens: sequências com dublês, explosões, lutas e perseguições de carros que podem contribuir significativamente para o risco geral de um filme”, conta o vice-presidente de entretenimento da Fireman’s Fund, Lauren Bailey.
Com quase 90 anos de experiência em seguros, incluindo desde filmes independentes até grandes sucessos de bilheteria, a divisão de entretenimento da Fireman’s Fund se dedica a ajudar produtores e estúdios a rodarem o filme no prazo, de forma segura e dentro do orçamento. Isto é feito analisando os riscos e encontrando soluções criativas para lidar com exposições específicas.
Uma equipe dedicada ao atendimento de sinistros e riscos trabalha em estreita parceria com os estúdios para analisar os roteiros e discutir quais os elementos previstos, colaborando com a forma mais segura de filmar as cenas. “Atrasos podem custar milhões de dólares para uma produção se um membro do elenco se ferir e ficar incapacitado de trabalhar. Além disso, filmar no exterior traz diversos desafios, incluindo o set, o transporte de equipamentos e figurinos, além da possibilidade de lidar com doenças locais”, destaca a diretora de avaliação de riscos da área de entretenimento da Fireman’s Fund, Wendy Diaz. No Brasil, grandes produções já tiveram suas filmagens seguradas pela Allianz Seguros, como “Tropa de Elite 2” e “Paraísos artificiais”.
Os filmes recentes segurados pela Fireman’s Fund incluem:
“Mentes Poderosas”, com Sigourney Weaver e Robert De Niro
“O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, dirigido por Christopher Nolan, estrelado por Christian Bale, Liam Neeson e Morgan Freeman
“Ela Dança, Eu Danço”, com Kathryn McCormick, Ryan Guzman e Adam G. Sevani
“O Vingador do Futuro”, estrelado por Colin Farrell e Bokeem Woodbine
“O Legado Bourne”, com Jeremy Renner, Rachel Weisz e Edward Norton
“Red Hook Summer”*, dirigido por Spike Lee
“Os Mercenários 2”, estrelado por Sylvester Stallone, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger
“Sparkle”, estrelado por Jordin Sparks e Whitney Houston
“Perigo por Encomenda”, estrelado por Joseph Gordon-Levitt
“The Apparition”*, escrito e dirigido por Todd Lincoln
“A Possessão”, com Natasha Calis e Kyra Sedgwick
“Caça aos Gângsteres”, com Sean Penn, Ryan Gosling e Emma Stone
“As Vantagens de Ser Invisível”, estrelado por Emma Watson e Logan Lerman
A semana começa com o balanço do terceiro trimestre do Bradesco. O Itaú Unibanco divulga seus números amanhã, 23, e o Santander no dia 25. O Bradesco divulgou nesta segunda-feira lucro líquido ajustado de R$ 2,8 bilhões, o que representa alta de 1% sobre o mesmo período do ano passado. O lucro líquido contábil, que serve de base para o cálculo de dividendos, foi de R$ 2,8 bilhões entre julho e setembro, com aumento de 1,7%. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o lucro ficou em R$ 8,6 bilhões, alta de 2,1% sobre igual intervalo de 2011. As atividades de seguros, previdência e capitalização totalizaram R$ 2,6 bilhões em lucro líquido entre janeiro e setembro, representando 30,5% do ganho do banco.
Os Prêmios Emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram o montante de R$ 31 bilhões no período de nove meses de 2012, evolução de 17,3% em relação ao mesmo período de 2011. As Provisões Técnicas alcançaram R$ 117,8 bilhões, apresentando uma evolução de 21,3% em relação a setembro de 2011. Em Encoseg, evento dos corretores de seguros do Rio de Janeiro, realizado na última sexta-feira, no Rio de Janeiro, o presidente da Bradesco Seguros, Marco Antônio Rossi, projetou um crescimento entre 15% e 18% em 2012.
Segundo nota do grupo, o lucro líquido dos nove meses de 2012 superou em 12% o apurado no mesmo período do ano anterior, em função do crescimento de 17,3% no faturamento; do foco em produtos de maior rentabilidade; da queda de 0,7 p.p. na sinistralidade; da melhora do resultado patrimonial; e da redução nos gastos gerais e administrativos, mesmo com o aumento referente ao acordo coletivo da categoria, ocorrido em janeiro de 2012; compensado, em parte, pela redução no resultado financeiro.
Em ativos, o grupo destaca que visando a otimização do “Assets Liability Management – ALM”, realizou o alongamento dos prazos de alguns títulos e valores mobiliários, garantidores de provisões técnicas, que estavam classificados na categoria “disponível para venda”, e apurou ganho de R$ 2,1 bilhões em receitas financeiras. Quanto às Provisões Técnicas, “considerando o novo cenário de taxa de juros real, o Grupo Segurador decidiu, com base em estudo econômico e atuarial, adequar suas provisões técnicas de longo prazo, de modo a refletir esse cenário de taxa de juros real. O efeito no resultado proveniente da constituição da provisão técnica adicional foi uma despesa de R$ 2,1 bilhões”.
O grupo destacou que, mesmo após a realização de R$ 2,1 bilhões em títulos classificados na categoria “disponível para venda”, o saldo do estoque da marcação a mercado dessa carteira apresentou um crescimento de R$ 189 milhões no 3o trimestre de 2012, totalizando R$ 5,8 bilhões em setembro de 2012 (em junho de 2012 – R$ 5,6 bilhões).
Segue release do grupo
O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador nacional, com atuação multilinha, registrou faturamento de R$ 31,1 bilhões de janeiro a setembro de 2012, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta – representando cerca de 25% de market share. Esse montante, que indica crescimento de 17,3% em relação ao obtido em igual período de 2011, resulta da estratégia do Grupo em atuar em todos os municípios do país com empresas especialistas (Bradesco Auto/RE, Bradesco Capitalização, Bradesco Saúde e Bradesco Vida e Previdência) e, especialmente, da evolução homogênea obtida em todos os seus segmentos de negócios, conforme apresentado a seguir:
· 17,45% em Vida e Previdência;
· 14,85% em Auto/RE;
· 22,05% em Capitalização;
· 16,73% em Saúde.
No acumulado até setembro de 2012, o lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros superou os R$ 2,6 bilhões – evolução de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho é decorrente do: crescimento de 17,3% no faturamento, foco em produtos de maior rentabilidade, queda de 0,7 p.p na sinistralidade, melhora do resultado patrimonial e redução nos gastos gerais e administrativos.
Em termos de ativos financeiros, o Grupo Bradesco Seguros encerrou o último trimestre com R$ 133,7 bilhões – valor 21,03% maior que o totalizado ao final de setembro de 2011.
No período em questão, o volume de provisões técnicas atingiu R$ 117,8 bilhões. Tal valor, que indica ampliação de 21,3% sobre o alcançado pelo Grupo em setembro de 2011, representa 29,6% das reservas do mercado segurador nacional. (Dados: Susep ago/12).
De janeiro a setembro deste ano, o total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo Bradesco Seguros superou os R$ 20 bilhões. Esse total indica evolução de 15,64% quando comparado aos R$ 17,4 bilhões registrados em igual período de 2011.
Grupo Bradesco Seguros
Em 30 de setembro de 2012, o Grupo Bradesco Seguros era composto pelas seguintes sociedades: Bradesco Seguros S.A., Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Bradesco Saúde S.A., Odontoprev S.A., Atlântica Companhia de Seguros, Bradesco Argentina de Seguros S.A., Bradesco Vida e Previdência S.A., BMC Previdência S.A, Alvorada Vida S.A, Bradesco Capitalização S.A., Atlântica Capitalização S.A. e Mediservice – Administradora de Planos de Saúde S.A. Além do atendimento pela rede de mais de 4,7 mil agências do Banco Bradesco, possui 371 dependências (núcleos de atendimento, escritórios e sucursais) em todo o país e conta com a parceria de mais de 42 mil corretores de seguros.
Principais ações realizadas
Grupo Bradesco Seguros
Circuito Cultural Bradesco Seguros – Calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições, etc. Destaque para os espetáculos “O Mágico de Oz”, “Um Violinista no Telhado” e “A Família Addams”. Nas artes plásticas, proporcionou as exposições Botero e Eliseu Visconti.
Movimento Conviva – Ação do Grupo Bradesco Seguros que incentiva a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres. Uma das iniciativas foi o patrocínio à realização do World Bike Tour em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outra destaque foi o apoio à ampliação da CicloFaixa de Lazer São Paulo proporcionando mais de 80 quilômetros (ida e volta) para ciclistas pedalarem aos domingos e feriados nacionais – das 7h às 16h – pelas Zonas Norte e Leste de São Paulo e por cinco parques interligados: Ibirapuera, Villa-Lobos, das Bicicletas, do Povo e Clube do Chuvisco.
Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros
Abertura do Bradesco Auto Center em São Paulo (SP), Vitória (ES), Maceió (AL) e no Rio de Janeiro (RJ) – Os BACs, centros automotivos localizados em diversas cidades do País, proporcionam mais comodidade e conveniência com atendimento rápido, completo e integrado aos segurados da Bradesco Auto/RE e aos terceiros. No total, são 23 unidades em 11 Estados.
Bradesco Capitalização
Vendas pela internet – A quantidade de títulos implantados superou a marca de 246 mil (primeiro semestre).
Bradesco Saúde
Seguro para Pequenos Grupos (SPG) – O segmento na Bradesco Saúde e na sua controlada Mediservice superou 520 mil vidas.
Bradesco Vida e Previdência
Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade Bradesco Seguros – Valor similar ao obtido com as inscrições é doado a instituições sem fins lucrativos, voltadas ao desenvolvimento social, dos municípios onde o evento é realizado. Mais de 208 mil pessoas já participaram do evento desde a sua criação, em 2007. A temporada 2012 percorre 14 cidades do País.
Programa Porteiro Amigo do Idoso – Iniciativa – patrocinada pelo Grupo Segurador – desenvolvida para capacitar e aprimorar os profissionais que lidam no dia a dia com os longevos. Desde o seu lançamento, o Programa, presente no Rio de Janeiro e em São Paulo, já capacitou 522 profissionais. Até o final de 2012, mais 125 porteiros serão formados.
O CESVI Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária, único centro de pesquisa brasileiro dedicado à segurança viária e veicular e à disseminação de informações técnicas para o setor e também para a sociedade, apresentará ao mercado, no próximo dia 25, o “Índice de furto do CESVI Brasil”.
Segundo nota divulgada, o novo Índice tem o intuito de avaliar itens de segurança ao patrimônio, classificando os veículos vendidos no Brasil de acordo com a quantidade e qualidade dos dispositivos que os protegem. Os equipamentos escolhidos serão avaliados tecnicamente, tendo um peso de acordo com sua efetividade contra o crime de furto. O objetivo do índice é informar ao público, de forma fácil e visual, quais são os veículos mais bem equipados com dispositivos que dificultam o furto.
A ACE Limited (NYSE: ACE) anunciou hoje que chegou a um acordo definitivo para adquirir no México a ABA Seguros, da Ally Financial Inc., por aproximadamente US$ 865 milhões à visa. Fundada em 1958, a ABA Seguros é a sexta maior seguradora de propriedades e responsabilidades (P&C) e oferece cobertura automotiva, para proprietários de residências e pequenas empresas. Localizada em Monterrey, a empresa tem mais de 30 escritórios de venda no México e distribui seus produtos através de uma rede de quase 2.000 agentes independentes, bem como através de concessionárias de automóveis, bancos e canais diretos.
“ABA Seguros é uma franquia altamente considerada no mercado de P&C mexicano com uma marca incrível e um currículo impressionante e rentável”, disse Evan Greenberg, presidente e CEO da ACE Limited. “A ACE atua no México há muitos anos através da ACE Seguros, uma empresa com foco industrial, comercial e em acidentes pessoais. Seguindo nosso anúncio no mês passado quanto à aquisição da Fianzas Monterrey, a segunda maior empresa de garantia no México, e agora a ABA, uma grande empresa de linhas pessoais e agência, estamos muito bem posicionados para aproveitar as muitas oportunidades de crescimento que acreditamos que irão ocorrer neste importante país durante a próxima década e mais adiante. Esperamos que a aquisição da ABA Seguros seja um acréscimo ao lucro no primeiro ano e esperamos ainda atender ou exceder a meta de rentabilidade de capitais próprios de longo prazo da nossa empresa até o terceiro ano”. A transação deverá ser concluída durante a primeira metade de 2013 e está sujeita a aprovações regulatórias.
O grupo ACE é um dos maiores seguradores multilinhas de propriedades e responsabilidades do mundo. Com operações em 53 países, a ACE fornece seguros comerciais e pessoais de propriedade e responsabilidade, acidentes pessoais e seguro suplementar de saúde, resseguros e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, empresa holding do grupo ACE, está listada na bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e é um componente do índice S&P 500. Informações adicionais podem ser encontradas em: www.acegroup.com.
A corretora Willis Brasil realiza na quinta-feira, 25, o evento “Instabilidade econômica e o seguro de crédito como ferramenta para as incertezas do mercado interno e externo”. Em forma de debate, o primeiro programa da série Willis Risk Seminars contará com especialistas que acumulam décadas de experiência no setor, que atuam na Crédito y Caución e na Willis Brasil.
Com moderação de Anthony Harvey – CCO da Willis Brasil –, o programa será composto por: história do seguro de crédito, cenário econômico atual, seguro de crédito como ferramenta de proteção, além de cases práticos e debates entre os profissionais. Gratuito e aberto ao público, a série Willis Risk Seminars tem vagas limitadas e é voltado ao segmento financeiro. Os interessados devem enviar e-mails para comunicacao.br@willis.com. A inscrição estará sujeita a aprovação, de acordo com a disponibilidade de vagas.
Serviço
O que: Willis Risks Seminars – “Instabilidade econômica e o seguro de crédito como ferramenta para as incertezas do mercado interno e externo”.
Quem: Executivos da Willis Brasil e da seguradora Crédito y Caución.
Quando: 25/10/2012.
Horário: das 8h30 às 11h.
Onde: Hotel Quality Moema, localizado na Av. Rouxinol, 57, em Moema (SP).
Quanto: gratuito.
Informações e inscrições: pelo e-mail comunicacao.br@willis.com.
Sobre a Willis
Com presença em cerca de 120 países e 17 mil associados distribuídos em mais
de 400 escritórios, a Willis Group Holdings Limited é um dos líderes no
mercado global de corretagem de seguros e destaca-se por sua experiência e
atuação integrada para desenvolver e implementar Seguros, Resseguros,
Gerenciamento de Riscos, Massificados e Consultoria em Benefícios.
Sobre a Willis Brasil
No Brasil, a companhia soma mais de 50 anos de atuação (desde 1958) e está
entre as líderes nacionais. A Willis atua em diversas linhas de negócios
como Riscos Corporativos, Benefícios, Affinity e Resseguros e se posiciona
não apenas como corretora, mas como consultoria. A empresa conta com mais de
300 associados no país e possui escritórios estrategicamente distribuídos
por todo o território nacional. As unidades ficam em São Paulo, Porto
Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Volta Redonda interligadas aos
conceitos e experiência do Willis Group. Para mais informações, acesse:
www.willis.com.br.
Vi essa notícia, que traz parte do discurso no Conec, que infelizmente não pude ir. Quem falou foi Armando Vergílio, mas já escutei de vários executivos a mesma frase: o consumidor é quem vai pagar pela extinção do custo de apólice. Ele não paga nem o seguro por livre espontânea vontade!!! Todos vão ter de se mexer para reduzir custos, pois se o consumidor tiver que cortar custos não será da viagem, da troca da geladeira ou da aquisição do Iphone 5. O primeiro item que o consumidor vai cortar, se é que tem, é o seguro. Ainda mais se nunca usou ou se foi mal tratado.
Todos sabem que seguro é um produto ainda não prioritário para a maioria dos brasileiros. Até mesmo para o governo ele não é. Tem empresas também que preferem outras alternativas. Um exemplo é a Odebrecht, que optou por construir o Itaquerão sem seguro garantia. Apenas contratou o seguro de riscos de engenharia. Nem o governo mostra sinais de interesse pelo setor, como mostram as regras baixadas sem negociações.
Na verdade, a extinção do custo de apólice só traz um susto ao setor, que bem poderia servir para dar aquela chacoalhada em prol da prestação de serviço que encante o cliente. Hoje conversava com um senhor, que trabalhou anos em bancos, cuidando de clientes ricos e milionários. Ele me dizia que passava boa parte do dia retirando do mix de investimentos dos clientes produtos que os gerentes vendiam, como previdência para pessoas acima de 65 anos. “Cara, você é louco. Além de perdemos o cliente quando ele perceber isso ele ou os filhos podem mover uma ação contra o banco”, dizia ele indignado. No mês seguinte, um seguro de vida ou uma capitalização. E lá ia ele tentar educar o gerente remunerado por metas.
Hoje estamos vivendo um novo momento, da economia e consequentemente das prioridades das empresas e dos consumidores. Antes tinhamos apenas uma pessoa para sentar e dez cadeiras disponíveis. Hoje temos 10 pessoas para sentar e uma cadeira disponível. Quem chegar primeiro senta. É certo que passamos por um momento sem meritocracia. Os menos preparados levam vantagens por ainda praticarem a lei de Gerson. Mas isso não vai durar muito. Quem não fizer produtos e regras que respeitem o consumidor vai sobrar. Isso porque o consumidor não vai comprar o melhor produto se ele estiver caro. Vai desistir da compra se ela for burocrática. Não vai permanecer com o produto se for mal tratado por um atendente. Vai reclamar por seus direitos.
Então, realmente, melhor pensar direito em quem vai pagar pela extinção do custo de apólice, uma vez que quem sempre pagou por isso foi o consumidor. Se o preço aumentar, ele só vai continuar fazendo o mesmo do mesmo. Mas não acredito nisso. Aposto mais na seleção natural enquanto alguém não se dispor a limpar a imagem do setor diante da opinião pública com esse tema. Afinal, pagar por um custo extra, uma vez que o administrativo já estava no preço, não agrada ninguém. Acredito mais no sucesso dos executivos que partirem para estratégias sustentáveis do que para aumento de preço.
Estive em uma pousada interessante. A fruta que sobrava do café da manhã era colocada em um espetinho e servida, gratuitamente, aos hóspedes. O jornal, escolhido logo na chegada, colocado na porta pela manhã, sem acréscimo na conta. Claro que os 3 reais fazem parte do preço da diária. Mas bom receber esse mimo e ver que ele não está na conta. Ao chegar, o hospede preenche o que quer no frigobar, para não ficar cheio de coisas lá. E só paga pelo que consumir.
Também ao chegar, a atendente extremamente feliz por trabalhar no local, pede a gentileza do preenchimento de um listinha sobre os tipos de alimentos que o cliente prefere no café da manhã para que possa te agradar e não ter desperdícios. Afinal, desperdícios encarecem o preço final. Vinhos? Preços mais convidativos do que no supermercado. Resultado: nunca tem vaga, só com semanas de antecedência. Ninguém aqui diz para os hóspedes que eles pagarão mais se tiverem que trocar a toalha de banho todo dia. Apenas colocam um bilhetinho simpático dizendo que, por questões ecológicas, as toalhas só serão trocadas quando colocadas no chão.
Bem, segue a notinha que me fez refletir sobre o tema….
Durante o XV CONEC, em São Paulo, na sexta-feira, 12, Armando Vergilio dos Santos Junior, afirmou que o preço do seguro de automóveis pode sofrer reajustes médios de 10%, já no começo de 2013 em decorrência do fim da cobrança do custo de emissão da apólice, determinado pela Susep. “O preço vai subir e muito. Não tem como evitar”. Até agora, havia um custo de subscrição, que incluía gastos não apenas com a emissão das apólice, mas também com as vistorias, call center e análise do risco. A partir de janeiro, além desses custos, haverá o desembolso para constituição de reservas e impostos, entre outros. Disse ainda que, para o corretor, nada muda, pois continuará a receber sua comissão normalmente. “Quem vai sofrer é o consumidor, que pagará muito mais pelo seguro, principalmente na carteira de automóveis. É só comparar o preço cobrado agora e o que será válido em março do ano que vem”, sinalizou.
Algumas midias são terríveis. Hoje fiquei com dó do CEO mundial da Willis. O portal da revista inglesa Reactions noticiou a saída de Joe Plumeri, substituído por Dominic Casserley, e colocou essa foto no post. Triste né? E ele é tão simpático. A pressa faz essas coisas… Muitas vezes temos de buscar uma alternativa para foto. Fica a dica para os assessores: mandem fotos!!!!
Mas vamos lá. Dominic Casserley (foto), 54, é atualmente sócio sênior da McKinsey & Company, para quem trabalha em Nova York desde 1983. Durante seus 29 anos na McKinsey, Casserley ficou nos EUA por 12 anos, na Ásia por cinco e, desde 2000, tem trabalhado em toda a Europa a partir de Londres. Durante seu tempo na McKinsey, Casserley conduziu a unidade Greater China Practice da empresa e as unidades do Reino Unido e da Irlanda. Um renomado especialista em serviços financeiros globais, incluindo companhias de seguros e as oportunidades de expansão para novos mercados, Casserley também é membro do Conselho de Acionistas da McKinsey, desde 1999, e por quatro anos serviu como presidente do Comitê de Finanças desse mesmo conselho.
“O Conselho de Administração, que já concluiu uma pesquisa rigorosa e completa para o nosso futuro CEO, tem o prazer em receber Dominic Casserley da Willis para inaugurar a próxima grande era da companhia. Dominic será um líder extraordinário para a Willis, assim como Joe Plumeri foi”, disse o senador Bill Bradley, diretor-gerente da Allen & Co. LLC e atual diretor independente da Willis.
O IV Encontro de Corretores de Seguros do Estado do Rio Janeiro (Enconseg), que acontece dia 19 de outubro no Centro de Convenções SulAmérica, vai reunir cerca de dois mil profissionais da área e apresentar uma programação intensa. Com o tema “Corretores de Seguros, Tecnologia e Oportunidades”, o evento, promovido pelo Sincor-RJ, com patrocínio da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, focará as oportunidades que estão surgindo no Rio de Janeiro com o aquecimento da economia regional e nacional e abordará como a tecnologia pode ser uma aliada nesse cenário.
Esta edição do Enconseg traz uma discussão sobre como o corretor de seguros vai lidar com um novo consumidor que usa cada vez mais a tecnologia para suas transações e compras, já que a sociedade está vivendo em uma era digital, na qual os celulares, netbooks, iphones, ipads e smartphones permitem, de forma fácil e rápida, o acesso a qualquer tipo de informação. “O objetivo é apresentar as novas tendências tecnológicas para os profissionais do mercado e mostrar como essas ferramentas digitais podem ajudar a atrair e reter clientes”, ressalta o diretor de Marketing da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, Zeca Vieira.
O evento contará com convidados brasileiros e um estrangeiro. Para discutir os avanços tecnológicos aliados aos negócios dos corretores de seguros, haverá o painel “Uma Nova Realidade Tecnológica: o Corretor de Seguros está Preparado?”, com a participação de Fabio Coelho (presidente do Google Brasil), Lee-Han Tijoe (líder global da Consultoria de Seguros IBM) e Roberto Ciccone (líder da Consultoria de Seguros da IBM/Brasil).
Para discutir as expectativas do mercado de seguros, será apresentado o painel “O Atual Contexto Econômico e as Oportunidades no Mercado de Seguros, Previdência e Saúde”, com Maurício Ceschin (presidente da ANS), Luciano Santanna (superintendente da Susep), Patrick Larragoiti Lucas (primeiro vice-presidente da CNSeg), Jayme Garfinkel (presidente da FenSeg), Marcio Coriolano (presidente da FenaSaúde) e Marco Antônio Rossi (presidente da FenaPrevi).
O encerramento do encontro será feito por Ricardo Nunes (fundador da Ricardo Eletro e diretor-presidente da Máquina de Vendas), que apresentará “O case de sucesso da Máquina de Vendas”.
Para o presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, o evento tem um papel social importante de capacitar ainda mais os corretores de seguros, aumentar seu conhecimento em temas envolvendo economia e tecnologia, motivá-los a alavancar novas vendas e contribuir para o crescimento do mercado segurador. “Queremos que o profissional de seguros tenha cada vez mais acesso a informações de alta competência e, por isso, acreditamos que o Enconseg desempenha muito bem esta função”, declara.
“A SulAmérica apoia esta iniciativa porque acredita que este evento traz uma agenda importante de debates e discussões sobre temas de suma relevância para os corretores de seguros, comandados por palestrantes de alta credibilidade. Esse conjunto permite que o conteúdo apresentado seja muito enriquecedor para o mercado como um todo”, afirma Vieira.
Inscrições e outras informações pelo e-mail ivenconseg@sincor-rj.org.br ou pelo site www.sincor-rj.org.br. Tels: (21) 3505-5900 / 2233-5900. Ao final do evento, os corretores associados serão convidados para o tradicional jantar realizado pelo Sindicato no Porcão Rio’s.
Serviço | IV Enconseg:
Data e horário: 19 de outubro, das 8h às 19h
Local: Centro de Convenções SulAmérica (Av. Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ).
Tel.: (21) 3293-6700
Programação:
8h às 8h30 – Welcome coffee e credenciamento
8h30 às 9h30 – Abertura com:
Henrique Brandão – presidente Sincor-RJ
Thomaz Menezes – presidente da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos
Leonardo Paixão – presidente do IRB
Maurício Ceschin – presidente da ANS
Luciano Santanna – superintendente da Susep
9h30 às 11h – “O Atual Contexto Econômico e as Oportunidades no Mercado de Seguros, Previdência e Saúde”. Painel com:
Patrick Larragoiti – primeiro vice-presidente da CNSeg
Jayme Garfinkel – presidente da FenSeg
Marcio Coriolano – presidente da FenaSaúde
Marco Antônio Rossi – presidente da FenaPrevi
12h30 às 14h – Almoço
14h às 16h30 – “Uma Nova Realidade Tecnológica: O Corretor de Seguros está Preparado?”. Painel com:
Fabio Coelho – presidente do Google Brasil
Roberto Ciccone – líder da Consultoria de Seguros da IBM/Brasil
Lee-Han Tijoe – líder Global da Consultoria de Seguros IBM
16h30 às 17h – Coffee break
17h às 18h – “O Case de Sucesso da Máquina de Vendas”
Ricardo Nunes – fundador da Ricardo Eletro e diretor-presidente da Máquina de Vendas
18h – Encerramento
Matias Ávila – vice-presidente comercial da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos
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