Vamos buscar um texto consensual. A afirmação foi feita pelo deputado Armando Vergílio (PSD-GO), relator do Projeto de Lei 3555/04 – que estabelece regras gerais para os contratos de seguros – após a audiência pública realizada nesta terça-feira (20) para discutir a proposta, na comissão especial criada para analisar a matéria, na Câmara.
Vergilio – que também é presidente da Fenacor – utilizará como base para o seu relatório as opiniões apuradas nessa audiência pública; no seminário “Nova Lei Geral do Seguro – PL 3.555-A”, realizado no dia 08 de novembro, com a presença de parlamentares e especialistas; e de outra audiência pública, marcada para a próxima quarta-feira (28), na qual serão ouvidas várias personalidades do setor.
O encontro desta terça-feira contou com a participação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apresentou a proposta quando ainda era deputado, em 2004.
Ele defendeu projeto, argumentando que é preciso aumentar a segurança jurídica no setor e de seguros e “balizar direitos dos consumidores”.
Para o ministro, é importante manter a espinha dorsal da proposta original. Ele entende que não é razoável que um setor que mobiliza tantos recursos seja regulado sem a participação do Legislativo, apenas com normativos infralegais editados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e, em menor escala, pelo Código Civil. “Quando há interesses econômicos tão relevantes, o balizamento legal garante direitos, limites, regras, inclusive para a Administração Pública, que terá garantias para agir, e para a sociedade, que ganhará segurança em contratos dessa natureza”, afirmou José Eduardo Cardozo.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi convidado, não pode comparecer à audiência pública, sendo representado pelo secretário Executivo Adjunto do Ministério, Dyogo Henrique de Oliveira, que manifestou posição contrária a do autor do projeto.
Segundo ele, o mercado brasileiro é exemplo mundial de qualidade e não precisa de uma ampla legislação.
O secretário observou que ainda são registrados problemas nos grandes contratos, firmados em obras de infraestrutura como usinas elétricas, plataformas de petróleo e rodovias. “Não há, de maneira prática, uma regra geral que possa ser aplicada em empreendimentos com naturezas tão distintas. Nosso receio é enquadrar tudo em uma regra que acabe aumentando os custos por conta da dificuldade de prever todas as situações relacionadas aos projetos”, alertou.
As queixas e preocupações das seguradoras com os atuais custos de regulação não é uma exclusividade do Brasil, comenta o consultor Francisco Galiza em seu comentário desta semana. Ele cita uma pesquisa recente para avaliar esse aspecto realizada no Reino Unido, um dos principais mercados de seguros e de resseguros do mundo. Lá estão as principais empresas de regulação que atuam no mundo, e que servem de parâmetro para normas e regras adotadas em todo o mundo.
Alguns dados do estudo destacadas por Galiza:
Nas seguradoras, os custos anuais com regulação chegam a £ 730 milhões (entre taxas para o órgão regulador, salários, serviços, etc).
Esse número total representa aproximadamente 1% do faturamento das empresas.
No último ano, as taxas de regulação, especificamente, tiveram um aumento de 36%, passando de £ 29 milhões para £ 40 milhões.
Nos últimos três anos, os custos de regulação tiveram, na média, um aumento de 75% e, em algumas empresas, uma variação de 400%!
86% das seguradoras disseram que seus negócios estão bem mais complicados do que há três anos, e 92% confirmaram que a regulação foi um dos principais motivos.
Pelo menos, um aspecto positivo: 68% das empresas acreditam que esse novo cenário pode proporcionar uma vantagem competitiva para muitas seguradoras, com benefícios para o consumidor final. “Esses dados são interessantes, para serem comparados com a realidade brasileira (tanto como referência positiva, como negativa)”, comenta Galiza.
O estudo está disponível no link http://www.insuranceage.co.uk/insurance-age/news/2223944/insurer-regulation-costs-hit-gbp730m
A Assurant Solutions é parceria da instituição Make-A-Wish® Brasil e junto com a entidade realizou nesse mês uma ação para tornar realidade o sonho de diversas crianças portadoras de alguma doença grave como câncer, leucemia, entre outras enfermidades. O projeto é realizado pelo Grupo segurador no mundo todo, simultaneamente, e no Brasil a ação foi realizada com o apoio de grupos de voluntários, todos colaboradores da seguradora. Ao todo foram atendidas 10 crianças e cada uma trouxe uma história e um desejo peculiar.
José Kaike Silva de Oliveira, de 8 anos, de Santo André, região do ABC paulista, foi um dos que tiveram o seu desejo realizado. O seu sonho era ter uma bicicleta Cross de aro 16, vermelha. Karolina do bairro do Grajaú, em São Paulo, de 13 anos, recebeu um computador. Além de ser internauta assídua, gosta de músicas. A sua preferida é a “Waka Waka” da Shakira. Já Alam, 14 anos, do Itaim Paulista, gostaria de ganhar uma sanfona e conhecer a artística e apresentadora Inezita Barroso. O jovem toca diversos instrumentos como, violão, viola, teclado e flauta. Guilherme de 10 anos, estudante de música, tinha o sonho de ter um Oboé (instrumento musical de sopro). O jovem mora em Fernadópolis (SP) com os seus pais e irmãos.
Esses são alguns exemplos de crianças que tiveram os seus sonhos realizados com o apoio da Assurant Solutions em parceria com a Make-A-Wish® Brasil. Os demais jovens receberam notebooks, viagens ao exterior, passeio no Parque do Beto Carrero, visita ao planetário e até ganhar um telescópio para observar as estrelas.
“Foi uma experiência impar fazer parte dessa missão de realizar os desejos dessas crianças e jovens. A parceria com a Make-A-Wish é uma iniciativa global do Grupo Assurant e o objetivo dessa é ajudar a tornar possível os seus sonhos”, afirma Danilo Dias, diretor de Recursos Humanos da Assurant Solutions.
Release
Os preços para seguros continuaram a subir durante o terceiro trimestre de 2012, seguindo a tendência que começou no segundo semestre de 2011. De acordo com o relatório Marsh Risk Management Global Insurance Index, os preços para todas as linhas de seguro subiram cerca de 0,9% no terceiro trimestre. As taxas de renovação aumentaram em média 1,4% no terceiro trimestre, o mesmo nível de aumento para as renovações que ocorreram no segundo trimestre.
Segundo Andrew Chester, CEO da Bowring Marsh, enquanto o mercado global de seguros continua em um estado claro de transição, os resultados para os segurados individuais variam significativamente. Com uma capacidade e um apetite para riscos bem gerenciados ainda forte, os segurados ainda podem atingir resultados favoráveis em suas renovações para diversas linhas de negócio.
Algumas linhas sentiram um endurecimento do cenário, com a ascensão média de 1,9% das taxas de seguros financeiros e executivos para renovações, uma tendência já anunciada no ano anterior. Instituições financeiras nos principais países da Zona do Euro vivenciam aumentos nas taxas do seguro de responsabilidade civil à medida que as seguradoras endurecem suas condições. As taxas do seguro de propriedade se estabilizaram graças à falta de grandes perdas ocasionadas por catástrofes naturais neste ano, mas continuaram a aumentar a uma média de 1,2% na renovação.
Segurados sem perdas puderam atingir renovações a taxas fixas. Se não houverem grandes catástrofes naturais, esta tendência deve manter-se, com renovações a taxas fixas cada vez mais comuns até o final do ano. Os dados sobre o mercado dos EUA mostraram que pelo segundo trimestre consecutivo, as empresas americanas estavam mais propensas a experimentarem aumentos de taxa em suas grandes linhas de seguro.
A reestruturação de bancos sempre mexe com a área de seguros. Nesta semana temos duas notícias sobre venda de seguradoras importantes. O ING negociou com a Comissão Europeia um prazo maior para se desfazer das unidades de seguros. Inicialmente previsto para 2013 no acordo que assinou para receber ajuda do governo holandês durante a crise financeira de 2008, agora poderá vender as operações que faltam até 2018. Entre as principais unidades do grupo à venda está na Ásia e no Brasil, na qual detém 36% do capital da SulAmérica.
Segundo nota do Valor, o comunicado divulgado ontem pelo grupo financeiro não cita a participação em seguros no Brasil, afirmando apenas que “as operações de seguros na América Latina foram vendidas em 2011”. Na região, a maior parte dos ativos foi vendida para o Grupo Sura, da Colômbia, por US$ 3,9 bilhões. Segundo informou o ING, a operação asiática será vendida em partes, enquanto nos Estados Unidos e na Europa a aposta está em ofertas públicas diferentes.
Até o fim do ano que vem, o ING terá que vender 50% de suas operações na Ásia e 25% das operações de seguros nos Estados Unidos. Em 2014, mais da metade dos investimentos nos EUA precisam ser vendidos e, em 2015, o mesmo deve ocorrer com as operações de seguro europeias. O prazo final para que o ING se desfaça de todas as operações asiáticas e americanas é 2016, já para as europeias, o prazo se estende até 2018.
Já o HSBC, que tem um brasileiro no comando da área de seguros mundial, está em conversações para vender sua participação na Ping An Insurance, segunda maior companhia de seguro da China, por algo estimado US$ 9,7 bilhões segundo avaliações de bancos envolvidos.
Durante o tradicional encontro de final de ano com a imprensa, realizado na sexta-feira, dia 9/11, o Presidente & CEO da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, avaliou que o cenário econômico atual e a redução da taxa Selic, hoje em 7,25%, impactaram nos preços das apólices.
“Na Chubb, a situação está estabilizada e decorre dos ajustes que fizemos em 2011. Por isso, este ano, nossos clientes não sentiram aumento nas apólices e nosso preço continua muito competitivo”, explicou o executivo para mais de 20 representantes da imprensa especializada em seguros e finanças do país presentes ao evento no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo.
De acordo com Acacio, em 2011 a Chubb se antecipou às mudanças econômicas e preparou a empresa para enfrentar 2012. “Fizemos uma avaliação criteriosa das nossas carteiras, reduzimos custos e nos concentramos nas áreas mais lucrativas”, disse Acacio Queiroz.
Para ele, em 2013, as seguradoras terão que rever o modelo de aplicação dos recursos financeiros, uma das principais fontes de ganhos para o setor até pouco tempo, e que caiu em 40% por conta do novo cenário econômico. “Em 2011, na Chubb 80% do lucro vinha das aplicações e 20% do operacional. No próximo ano, cada segmento deve representar 50%”, informou. Para mudar esta proporção e aumentar os ganhos operacionais, a Chubb vem trabalhando para reduzir os índices de sinistralidade e melhorar a performance interna.
Hoje recebi muitos dados sobre classe C, a que mais tem impulsionado o crescimento da indústria de seguros. Os dados foram apresentados no “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média” e vou colar aqui os principais indicadores divulgados no evento para quem precisa de informações sobre o tema. Fica o registro!
Releases divulgados pela assessoria do evento, na íntegra
Palestra sobre “Classe C é maioria entre jovens no Brasil e no Rio de Janeiro” foi apresentada no “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média”
A palestra “Classe C é maioria entre jovens no Brasil e no Rio de Janeiro” foi apresentada, hoje (13), no Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média, no WTC Sheraton, em São Paulo. José Luiz Nascimento, do Sistema Globo de Rádio, falou sobre o perfil do jovem da classe média carioca.
No decorrer do evento o palestrante divulgou informações que retratam uma nova realidade do Rio de Janeiro e de todo o País: se levarmos em conta um total de 38,6 bilhões de reais movimentados pelas comunidades brasileiras, 13 bilhões representam as comunidades cariocas. Pesquisas também revelam que 52% dos jovens das comunidades cariocas são mulheres, 70% dessas pessoas são economicamente ativas e o salário médio daquelas que trabalham é de, aproximadamente, R$ 690,00. Atualmente, 85% dos jovens acima de 18 anos contribuem com renda da casa e 72% acreditam que a vida melhorou nos últimos anos.
O evento, que termina hoje, apresentou dados inéditos sobre os rumos da classe média brasileira. Composta por 54% da população, se a classe fosse um país, estaria em 12º no ranking dos maiores, à frente de países como Holanda e Suíça. Graças à retomada do crescimento econômico brasileiro, a classe média já dispõe de 100 milhões de cartões de crédito, além de 45% ter previdência privada e 52% conta corrente.
“Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média” apresenta cinco tendências brasileiras para 2022
Começou hoje (12), em São Paulo, o “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média”, no WTC Sheraton. Durante a abertura do evento, que apresentará dados inéditos sobre os rumos da nova classe média brasileira, Renato Meirelles, do Instituto Data Popular, apresentou cinco tendências para o Brasil até 2022:
1. Empoderamento tecnológico: tecnologia intermediará a relação com consumo, serviços e o estado.
– Os jovens relacionam-se mais com internet e tecnologia do que a geração anterior, que ainda resiste em aliar a tecnologia em atividades cotidianas. Por isso, entre os protagonistas de 2022, a internet e o celular são cada vez mais utilizados para a realização de compras, denúncias das relações de consumo e dos serviços do estado.
2. Amadurecimento da educação financeira: passado familiar influenciará sua educação financeira.
– O jovem consome mais do que a geração anterior e estão mais exposto às facilidades do crédito e demais serviços bancários. Por outro lado, esse jovem é sempre alertado pela família, que vem de uma trajetória de privações financeiras e aprendizados em relação ao uso do crédito, sobre a necessidade de poupar e precaver-se contra imprevistos futuros. São consumidores mais atentos à necessidade de poupar e planejar sua vida financeira para o futuro.
3. Valor do mérito: geração que valorizará ainda mais a conquista pelo esforço próprio, a meritocracia e o empreendedorismo.
– Os jovens do Brasil são mais escolarizados que seus pais e, por isso, têm conseguido acessar melhores empregos, obter renda mais elevada e conquistado um padrão de consumo que os pais não tiveram. Por isso, os protagonistas de 2022 tendem a valorizar o esforço pessoal como forma de melhorar a vida, sem esperar que o poder público faça por eles.
4. Flexibilidade nos formatos de família: relações conjugais tendem a se flexibilizar e o homem precisará se reinventar.
– A nova geração cresceu vendo o ingresso das mulheres no mercado de trabalho. Como consequência, as relações domésticas passaram a ser tensionadas em decorrência de uma maior demanda por igualdade na divisão das tarefas domésticas. Por essa razão, os protagonistas de 2022 tendem a consolidar mudanças no papel do casal dentro do lar. Cada vez mais será esperado que o homem seja mais participativo nas tarefas domésticas e presente nas relações familiares do que no passado.
5. Relação com o estado: o estado será cada vez mais demandado como regulador do setor privado e o novo cidadão consumidor exigirá cada vez mais e com menos impostos.
– O acesso da classe média a bens e serviços privados tem crescido nos últimos anos, o que faz com que aumente também a demanda pela manutenção da qualidade desses serviços. Em razão disso, o Estado tende a ser mais cobrado como regulador desses serviços e fiscalizador de sua qualidade.
“O Brasil mudou efetivamente e continuará mudando. Em 10 anos, o jovem estará no auge do poder de consumo e escolha. Muitas mudanças ainda estão chegando. Governo, iniciativa privada e sociedade devem caminhar juntos”, comenta Renato Meirelles.
Dividido em quatro painéis, o fórum reunirá pela primeira vez todos os setores da sociedade – governo, iniciativa privada, ONGs, mídia e sociedade civil organizada. Dentre os palestrantes convidados, estão os ministros Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, e Paulo Bernardo, do Ministério das Comunicações. O evento também terá palestrantes como Ana Paula Padrão, da Rede Record, Luiz Barretto, diretor presidente d o SEBRAE e Ricardo Loureiro, presidente do Serasa Experian.
Maioria da classe média brasileira é de jovens moradores de periferias, aposentados e aspirantes sociais
Pesquisa inédita da Serasa Experian traça o perfil de nova força de consumo do país
São Paulo, 12 de Novembro de 2012 – Pesquisa inédita da Serasa Experian sobre a classe média brasileira mostra que ela é composta em sua maioria por jovens moradores de periferias (31%), pessoas que estão envelhecendo na periferia (18%) e aspirantes sociais (11%). Atualmente, eles representam 60% dos 104 milhões de pessoas da classe média. O levantamento foi feito a partir, de uma metodologia estatística que cruza dados da Serasa Experian, do Censo Brasileiro e da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar), sendo a maior e mais completa base de informações socioeconômicas do Brasil. “O país tem vivenciado uma transformação econômica. Com controle da inflação, investimentos sociais, moeda forte e a estruturação da economia, o Brasil passou a ter classes sociais que deixam de ser estatísticas e que têm necessidades distintas e específicas a serem atendidas”, afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian, que apresentou a pesquisa hoje no 1º Fórum Novo Brasil: Desvendando a Classe Média.
“Mais de 100 milhões de pessoas. Poucos países no mundo têm população maior que essa. A classe média, que mudou e definiu um novo Brasil, devido a sua representatividade, pode selar, sozinha, uma eleição. Na economia, transforma um pequeno investimento em um negócio gigante. Já que todos a querem, cabe a pergunta: quem é e o que quer essa nova classe média brasileira?”, questiona Ricardo Loureiro.
“A classe média representa uma enorme oportunidade para as empresas. Entretanto, em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental que as empresas estejam preparadas para a disputa. É preciso que estejam cada vez mais orientadas ao aprimoramento e rentabilização de sua estratégia de ida ao mercado, sob pena de verem seus investimentos fracassarem. Foco, segmentação de mercado e reconhecimento do seu público-alvo estão entre os aspectos centrais dessa abordagem”, afirmou.
O presidente da Serasa Experian destacou a importância de se conhecer bem todos os grupos da classe média. “Cada um dos grupos tem necessidades, interesses e perfis muito distintos. É importante ainda que as empresas busquem avaliar a capacidade de consumo das pessoas a quem irão direcionar suas ações de vendas.”
Periferia Jovem: 31% da Classe Média
Dos mais de 100 milhões da classe média, 31%, 32 milhões de pessoas, são do grupo Periferia Jovem. Nesta estratificação, 30%, ou 10 milhões de pessoas, estão no grupo chamado de Trabalhadores de Baixa Qualificação e com empregos formais; 29% (9 milhões) são Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, com a maioria formada por mulheres; 20% (6 milhões) são Jovens na Informalidade, onde destacam-se mulheres chefes de família com menos de 25 anos. Por fim, 13% (4 milhões) são Famílias Assistidas da Periferia, residentes principalmente no Norte e Nordeste, sem relação com bancos e sem atividades de crédito ou financeiras.
Envelhecendo na periferia: 18% da Classe Média
O levantamento aponta ainda que, após os jovens de periferia, 18% da classe média brasileira, ou 19 milhões de pessoas, são da estratificação Envelhecendo na Periferia. São 9 milhões (45%) de operários aposentados e outros 6 milhões (30%) são classificados como Maturidade Difícil, sem renda nem aposentadoria formal, além de 4 milhões (25%) de casais maduros de baixa renda.
Aspirantes Sociais: 11% da Classe Média
Há ainda 11 milhões de pessoas classificadas como aspirantes sociais _4,5 milhões (40%) são consumidores indisciplinados, jovens adultos com alto consumo e renda modesta, e 3,3 milhões (30%) são profissionais em ascensão social, que buscam mobilidade e status social por meio do trabalho e do estudo.
O crédito e o comprometimento da renda disponível para o consumo
O crédito tem sido um grande impulsionador do consumo e do crescimento do mercado interno. Estatísticas demonstram que 58% da classe média usam o cartão de crédito, 23% o crediário e 18% cheque, parcelando suas compras (em cartões de crédito, crediário) em 9 vezes. “O nível médio de comprometimento de renda mensal do brasileiro está ao redor de 22%, um valor dentro do razoável, que ainda apresenta oportunidade de expansão. Entretanto, é uma média de todo o mercado, e já é possível verificar a existência de milhões de famílias que atingiram, e até ultrapassaram, sua capacidade de consumo. Muitos estão superendividados e, conforme mostram os números, não obedecem necessariamente a nenhuma segmentação ou perfil muito específico, pois outros fatores comportamentais parece influir mais nesse tipo de comportamento”, apontou Ricardo Loureiro.
Importância econômica e social
O presidente da Serasa Experian apontou a importância do correto uso da informações de mercado na formulação das estratégias das empresas. “É uma excelente oportunidade para que as companhias tenham uma visão aprofundada de quem é quem nesse conglomerado social. E a partir deste quem é quem, as empresas podem repensar os seus produtos e serviços, suas ofertas e seus processos de venda e comunicação, aumentando dramaticamente a eficiência a todo o ciclo de negócios”. Ricardo Loureiro ressaltou que, em um ambiente competitivo, a tendência é que esse aumento de eficiência das empresas seja parcialmente transferido ao preço final, favorecendo os consumidores e todo o mercado. “De certa forma, é uma abordagem que opera em favor da diminuição do chamado “Custo Brasil”, adicionando objetividade e eficiência ao mercado”.
Os benefícios de se conhecer com maior profundidade o perfil da Classe C não se restringem aos negócios. Instituições públicas e órgãos governamentais “passam a contar com uma ferramenta efetiva no apoio ao desenho de políticas públicas articuladas com as necessidades de cada região (ou microrregião) e características de sua população”, aponta o presidente da Serasa Experian.
Dados divulgados pelo secretário Ricardo Paes de Barros, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Existem três grupos no Brasil
– pobres vulneráveis
– grupo da elite
– nova classe média
Taxa média anual da renda per capita – de 2001 a 2011
· Brasil cresceu 3% ao ano (taxa considerada alta);
· Pobres cresceram 7% ao ano, chegando à classe média;
· Ricos cresceram apenas 1,5% (estabilidade);
Classe alta estabilizou, por isso que a média cresceu rapidamente e reduziu a desigualdade.
Distribuição de renda do País de acordo com o PIB
· Pobres brasileiros cresceram juntos – 8 a 10%
· Diferença da classe média para a classe rica está próxima.
· Diferença do crescimento do pobre para a classe média pode ser comparada a China
· A renda da classe rica é igual a renda da Suécia.
Evolução da classe média em 10 anos
– diferença da classe média: de 49% para 28%
– 21% da população saiu da classe baixa para a média
Dados sobre o crescimento da classe
– Aumentou o tamanho e mudou o comportamento;
– Classe média de 2012 é diferente da classe média de 10 anos atrás, já que estão mais preocupados em trabalhar e estudar.
– 75% da classe média é formada por negros.
– A classe média tem 12% de dependentes – receberam 17% mais transferência e 71% aumentou a renda trabalhando
– A classe alta tem 3% de dependentes – receberam 20% de transferência e 77% aumentaram a renda trabalhando
– Diferença de escolaridade entre as classes:
*Média – 15%
* Alta – 34%
Com objetivo de entender o comportamento dos corretores de seguros em relação às redes sociais e dispositivos móveis, a Icatu Seguros realizou pesquisa inédita com cerca de 200 profissionais do setor. Assim como por 54 milhões de brasileiros, o facebook é a rede social preferida: 93% dos corretores declararam ser usuários. LinkedIn e Twitter também foram citados, com 29% e 24% respectivamente. A pesquisa revela ainda que os corretores utilizam as redes sociais não só para conversar com amigos (69%), mas para manter o relacionamento com os clientes (48%) e se informar sobre as novidades do mercado segurador (46%).
Em relação ao uso de celulares com acesso à internet, 24% possuem celulares com sistema Android e apenas 12,5% possuem um Iphone. Dos 69% que acessam a internet do celular, 59% utilizam conexão de alta velocidade (3G) e 30% acessam pela rede Wi-fi, o que significa que os corretores estão sempre online.
Os aplicativos de celulares fazem sucesso com esses profissionais: quase 90% utilizam essa ferramenta. Os principais aplicativos são de notícias (71%), seguido de utilitários, como calculadoras, simuladores, GPS (63%) e de mensagens instantâneas (56%).
Em relação aos tablets, um dado chama a atenção: 75% não possuem o aparelho. Apenas 15% possuem um Ipad (Apple) e 9% de outra marca. Do total de usuários, 95% acessam a internet, sendo 51,5% através da rede wi-fi e 48,5% pela alta velocidade. Os aplicativos, assim como no caso dos celulares, também estão em alta, sendo usado por quase todos (91%). A diferença é que, além de notícias (83%) e utilitários (57%), aplicativos de informações financeiras aparecem no topo da preferência, com 60%.
“Realizamos essa pesquisa com intuito de conhecer cada vez mais e melhor os corretores de seguros, que são nossos grandes parceiros. Com esses resultados, vamos desenvolver em 2013 ferramentas e aplicativos nas redes e nos canais preferidos por eles, que atendam suas necessidades e facilitem o seu dia a dia” – afirma Humberto Sardenberg, superintendente de marketing da Icatu Seguros.
Um aplicativo para iPhone e Android voltado especialmente para clientes do seguros de automóveis é a novidade da Chubb Seguros neste mês. Com o aplicativo, é possível ter acesso a assistência 24 horas por dia, sete dias por semana direto do celular. “A companhia presa sempre pela comodidade dos nossos segurados. O lançamento do aplicativo traduz nossa constante preocupação com o bem-estar e tranquilidade dos nossos clientes”, explica Priscilla Magni, diretora de produtos patrimoniais da Chubb.
Por meio desse serviço, disponível em todo território nacional, o segurado pode solicitar a assistência para reboque, socorro elétrico/mecânico e fazer chamadas de emergência em todo o Brasil com apenas um clique. Outra vantagem é localizar facilmente serviços próximos como restaurantes, postos de gasolina, farmácias, pontos de táxi, hospitais, supermercados, delegacias de polícia ou polícia rodoviária, entre outros. O cliente também pode visitar a revista eletrônica Chubb Accent pelo aplicativo.
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, realiza a campanha Gênio da Bola no Facebook, um quiz com perguntas sobre a Copa do Mundo da FIFA™. Ao visitar o aplicativo (http://apps.facebook.com/geniodabolaliberty), o internauta é convidado a responder cinco questões e desafiar outro jogador. Conforme responder corretamente às perguntas, acumula pontos. A competição vai até o dia 10 de dezembro e os vencedores serão divulgados dia 18 de dezembro.
O primeiro colocado ganhará 11 ingressos para a semi-final e final da Copa das Confederações com passagem, hospedagem, city tour e alimentação pagos pela Liberty. Já o segundo será premiado com 20 ingressos para jogos aleatórios, o terceiro 15 ingressos e do quinto ao vigésimo colocados ganharão cinco ingressos.
A Copa das Confederações 2013 será realizada no Brasil entre 15 e 30 de junho, com jogos em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. As seleções que irão participar do campeonato são: Brasil (país sede da Copa do Mundo), Espanha (atual campeã mundial), Japão, México, Uruguai, Taiti, Itália e a seleção que será campeã da Copa das Nações Africanas, ainda não definido.
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