Corretores terão plataforma online para comercializar certificação digital em 2013

por Jamille Niero

da Revista Apólice

Conforme dados levantados pela camara-e.net, o numero de consumidores online chegou a 31,9 milhões em 2011. A expectativa é que ao final de 2012 a movimentação deste público alcance R$ 23,4 bilhões, valor 25% superior ao ano passado. De olho no potencial do comércio eletrônico brasileiro, a Via Internet (gestora da Rede ICP Seguros) lançará, a partir de 2013, uma plataforma aos corretores interessados em comercializar produtos online. “Já temos 78 corretoras que utilizarão a plataforma, com sua própria marca, e a cada mês de 5 a 7 corretoras novas são cadastradas”, informou o diretor de e-commerce e marketing da Via Internet, Rodrigo Paiva, durante almoço com a imprensa nesta segunda-feira (05/11).

Em um primeiro momento, os corretores usuários da plataforma comercializarão a certificação digital. Depois, outros produtos poderão ser incluídos, como, por exemplo, seguros. De acordo com Paiva, dependerá de negociação com as seguradoras que quiserem fazer parceria, pois, para a venda de seguros online funcionar, o sistema entre seguradora e a plataforma deverão estar integrados. “Estamos conversando com algumas seguradoras, mas ainda não há nada definido”, comentou o executivo.

Resultados e expectativas

Durante o almoço, o presidente da Rede ICP Seguros, Manuel Matos (foto), apresentou os números alcançados pela empresa durante sua atuação – que iniciou suas atividades, efetivamente, a partir de 2010 (entre 2005 e2009 aempresa realizou um projeto piloto no estado de São Paulo).

Segundo Matos, atualmente a Rede ICP Seguros está presente em 74 cidades brasileiras e coloca 20 mil consumidores na frente dos corretores mensalmente. As corretoras parceiras da rede cresceram, em média, 25% em 2011 e, até setembro deste ano, 40%. “A certificação digital é um instrumento estratégico pra construir e manter relacionamentos. Ocorretor se viaafastado do consumidor por conta das novas relações de consumo. Esta é uma forma de valorização do corretor independente. Queremos crescer ajudando o corretor a competir com vantagens”, disse Matos.

Entre as novidades, está a ampliação da parceria com sindicatos de outros estados. Acordo com a Fenacor e o Sincor-RJ possibilitará redução de 50% dos custos de implantação da certificação digital – antes este beneficio era apenas para o sindicato de São Paulo. A nova parceria com o Sincor-Rj, por exemplo, já trouxe 80 novos pontos para a Rede ICP Seguros.

Os usuários da certificação digital da rede também terão acesso gratuito às informações do site seguros.com.br.

Para os próximos anos, a projeção é que sejam credenciados 1.500 pontos de atendimento da Rede ICP Seguros. A partir de 2013, a expectativa de crescimento da rede é de 300 pontos por ano.

Como entrei em seguros? Saiba mais…

A curiosidade das pessoas em saber como fiquei tão especializada em seguros aumentou depois de ganhar mais um prêmio. Esse foi o sexto. Cinco com seguro e um da revista Imprensa, chamado Jornalista do Futuro, numa premiação promovida pela editora Abril em 1990, logo quando me formei.

Bem, nada melhor para explicar minha origem em seguros — cobertura que me rendeu três troféus da Allianz, um Gaivota, da revista Seguro Total, e um da Segurador Brasil — do que o capítulo escrito por mim para o livro “Matías M. Molina – O Ofício da Informação – Um perfil com vários autores”.

Como diz Vera Brandimarte, diretora da redação do Valor Econômico, “o rigor e dedicação do editor marcaram a formação de mais do que uma geração de jornalistas econômicos e foram fundamentais na construção de um dos mais reputados jornais econômicos dos anos 1980 e 1990. Historiador meticuloso e culto… profissional que inspira admiração e respeito…amigo de todas as horas”. E eu tive o grande privilégio de aprender muito com ele.

(Thomaz Souto Correia, Celso Nucci, Denise Bueno e Cristiane Segatto na premiação Jornalista do Futuro)

Segue o texto publicado no livro citado:

Peinnnnnnnnnnnnnnnnn. A estridente campainha, tocada por Matías M. Molina, editor chefe da Gazeta Mercantil, rompia o silêncio matinal da redação do principal jornal de economia do Brasil na época. Eu chegava quase sempre antes dele, as 9 horas da manhã. Arrumava tudo na minha mesa. Checava a agenda, lia os títulos do jornal, comparava com os concorrentes, me detinha em uma ou outra matéria.

Tudo isso para ficar antenada e decifrar com mais facilidade o que o seu Molina, com seu sotaque espanhol, iria me pedir ao longo do dia. Poucos entendiam de bate e pronto o que ele falava. Tanto pelo sotaque como pela pressa. Ele corria muito naquela época para produzir um jornal sem internet. É. Não tinha internet. O telex era o que existia de mais moderno.

Quando o tom do noticiário era o dólar, sabia que chamaria a Ângela Bittencourt e a Maria Cristina Carvalho várias vezes. Se era a crise externa, Mara Luquet e os correspondentes de Londres e de Washington, Celso Pinto e Getúlio Bittencourt. E assim seguia com Márcia Raposo comandando a editoria de indústria, Marília Stabile em nacional, Vera Brandimarte em agribusiness.

Seu Molina admirava o interesse das pessoas por informações. Pelo saber. Não se importava de explicar quantas vezes fosse necessário. Ou repetir, pois tinha consciência de que poucos o entendiam. A pessoa podia não entender nada de economia. Mas tinha de ter boa vontade para ganhar pontos com aquele senhor tímido e estilo sabe tudo.

No início, fiquei perdida em exercer meu papel como secretária. Não podia mexer na mesa dele. Segredos? Não. Pelo contrário. Jornalistas adoram revelar segredos. Milhões de jornais recortados e tiras que ele cortava do rolo trazido da sala de telex espalhados por toda a sala. Claudia, a secretária anterior, já tinha me alertado: você tem cara de certinha. Mas vou avisar. Se quiser se dar bem com ele, não tire nenhum papel do lugar.

Difícil conviver com aquela bagunça sem poder arrumar. Para ele aquele caos era a mais completa ordem. Impressionante como ele encontrava tudo que procurava. E sabia quando eu mexia. As vezes não resistia e juntava tudo em um canto da mesa para abrir um lugar para ele trabalhar. Ele ficava doido por alguns segundos. Sim. Só por alguns segundos, pois sua mente era inundada o tempo todo por centenas de informações úteis para produzir o jornal que pautaria os concorrentes do pais e também do mundo.

Desisti de tentar dar um tom de ordem naquela sala típica de jornalista de uma época sem internet quando percebi a verdadeira intenção daquele senhor de cabelos e barbas grisalhos, que aparentava ter mais idade do que realmente tinha. Apesar de seu Molina dirigir um dos principais jornais de economia do mundo e estar ligado em tudo o que acontecia no globo terrestre – desde um leilão de sucata até o que seria discutido no Palácio do Planalto –, o principal fato do dia para ele era uma banalidade para muitos: a vida.

Ele se empenhava em levar conhecimento e sabedoria aos que o cercavam. Ele sabia que para fazer um jornal digno tinha de respeitar a inteligência do leitor. A sua equipe precisava estar comprometida a transformar o “economês” dos economistas, o discurso dos políticos e o poder dos banqueiros em uma mensagem simples para a sociedade: as atitudes tomadas por eles vão mexer com o seu bolso e, portanto, com a sua vida.

Tal propósito me encantou e por isso foi fácil me acostumar a entrar em sua sala pela manhã para tirar uma xícara de chá e um pratinho onde colocava, diariamente, às 17 horas, sua fruta do dia. Fora isso, só entrava lá quando me chamava ou quando eu percebia que o clima estava ficando muito tenso. “Aceitam um chá”, perguntava com a intenção de fazer o grupo parar para respirar.

Para ele era vital que as pessoas estivessem conectadas com a família, com os amigos. Ao mesmo tempo tinham de cultivar a individualidade e se dedicarem ao próprio crescimento pessoal e profissional. Estimulava que todos apreciassem obras de arte e escutassem seus corações, despertando assim a intuição, matéria prima da ética e, consequentemente, das entrevistas. De forma singela, ele construía o caminho mais seguro para seus pupilos produzirem um jornal impresso de economia cada dia melhor. Assim, teria fôlego para enfrentar o que já estava por vir: a democratização da informação por meio da internet.

Depois de perceber esse jeitão Molina de ser, comecei a me concentrar em ajudá-lo a ganhar tempo, já que esse era seu maior desafio: dar conta de tudo que acontecia no mundo sem ter internet. Isso fazia dele uma espécie de google dos jornalistas, que recorriam a ele como fonte de dados e de pesquisa. E ele encontrava tudo naquele monte de papéis apinhados em sua mesa.

Seu humor era influenciado pelos altos e baixos da economia na década de 90, marcada pelas sucessivas crises externas, guerra cambial, aceleração inflacionária e desigualdade de renda da população brasileira. Ele entrava feito uma bala na sala no quarto andar, a única fechada da redação. Se eu não estivesse atenta, achava que tinha visto apenas um vulto passar. Nada de bom dia ou boa tarde. Mais lia do que falava.

Eu gostava de contar para medir o humor dele. Ao cruzar a baia para o salão da redação, dividido por grupos de mesas que representavam as editorias, ligava o cronometro mental. Um, dois, três….Mal me mandava distribuir os picotes nas mesas da redação e ele já tocava a campainha de novo. Quando a contagem chegava ao dois, era certo que seria um dia agitado. Se chegava ao dez antes do “peinnnnnn, todos teriam um dia mais tranqüilo.

Poucas vezes fui fazer algo a seu pedido e voltei sem ser aterrorizada pelo som estridente daquele arcaico chamador de secretaria e pelo olhar dos editores que acompanhavam o meu corre-corre. Muitas vezes sentia olhares de compaixão. No meu íntimo eu achava engraçada aquela situação. Todos pensavam que eu estava triste e humilhada. E eu estava feliz, adorando conhecer o bastidor do quarto poder de um país.

Minha principal tarefa era mantê-lo calmo. Todos ganhariam com esse esforço. O dia seria produtivo, os jornalistas poderiam se dedicar com mais calma a suas entrevistas e textos. Como resultado, um jornal respeitado por sua veracidade e autenticidade e responsável por educar financeiramente a sociedade. Essa era a meta do seu Molina. E também a minha. Tal sonho, dizia ele, só seria conquistado com uma população mais culta, capaz de eleger políticos mais comprometidos.

Tive o melhor estágio que uma estudante de quarto ano de jornalismo poderia sonhar. Cheguei na redação em março de 1990, logo após Fernando Collor de Mello ter assumido como presidente da República e confiscado todos os ativos financeiros do país da noite para o dia. Ou seja, aquela campainha passou a ser música para meus ouvidos logo de cara.

Para compensar o estresse de cada dia (afinal, não é fácil conviver com uma pessoa tão ansiosa como seu Molina), eu era recompensada pelo conhecimento. Passava dez horas por dia ao lado do cérebro do melhor jornal de economia do Brasil. Aprendia a cada minuto a importância de se preparar para uma entrevista, o que deveria observar no entrevistado para saber o rumo das perguntas. “Ele respondeu isso olhando nos seus olhos?”, perguntava o editor a seus repórteres quando desconfia da informação. “Como ele tratou a secretária?”, continuava, caso ainda quisesse checar a veracidade das informações passadas pela fonte ao seu repórter.

Queria muito retribuir a ele a tremenda oportunidade que estava me dando de desfrutar de seu experiência. Fazia de tudo para livrá-lo das mínimas coisas, pois nas grandes sua equipe dava conta. Como quem não quer nada, quando chamava os jornalistas que ele solicitava, ia dizendo no caminho de volta: “Nossa, seu Molina tá bem agitado com as noticias hoje”. Essa era a frase mais comum para alertar a todos que o melhor a fazer era escutar e ficar quieto. Sem justificar nada naquele momento.

Outra frase típica para sinalizar que o dia seria exaustivo e seria melhor cancelar todos os compromissos pessoais era: “Acredita que seu Molina chegou na redação hoje com todos os jornais já recortados de casa?” Nesses dias, o lucro era do disk pizza e dos leitores, que apreciavam um jornal repleto de furos. Muitos deles gerados pela leitura do Diário Oficial, função delegada por seu Molina ao Yves Leon.

Dessa forma contribuía para equilibrar as expectativas de cada um. Geralmente dava certo. As vezes não. Quando alguém tentava justificar algo no dia em que ele estava na contagem dois da campainha, já ia marcando o nome na agenda. Seria o próximo a ser chamado para um bate papo informal durante os 15 minutos do tradicional cafezinho no Estadão, bar que ficava em frente ao jornal. Nesses minutos, nada de falar de trabalho. Só da vida. Era uma forma de pedir desculpas pela falta de paciência.

Enquanto ele era um furação para as coisas do intelecto, era sutil como um pássaro para ver a alma das pessoas. Da mesma forma que ficava furioso quando via um título errado, ficava com seu coração partido ao sentir que alguém estava triste. Quando percebia, como quem não quer nada, colocava as duas mãos no ombro da pessoa, geralmente sentada em frente a máquina de datilografar ou a espera do telefone (os repórteres dividiam o telefone naquela época) e dava um sorriso: “me paga um café?”. Ele nunca almoçava. Se o assunto era mais sério, ele chamava para uma pizza após o fechamento do jornal. Depois das 23 horas.

Essa foi a rotina que compartilhei com seu Molina durante um ano como sua secretaria. Um dos melhores anos da minha vida. Período marcado por um grande desenvolvimento da minha mente e da minha alma. Segundo ele, a melhor secretária do mundo. Quem o conhece, sabe que ele não é de fazer elogios. Quando faz, acredite. Você mereceu.

Foi com muita tristeza que deixei esse cargo e ainda para ganhar um salário 25% menor como repórter na redação. A tristeza de deixar de ser sua secretaria fez parte da dor do crescimento. Minha sorte foi continuar tendo o privilégio, por muitos anos, de ser uma de suas pupilas e poder contar com seus ensinamentos. “Você vai cobrir seguros. Hoje esse setor não é nada no Brasil. Mas logo será e você vai ser uma grande referência nesse setor. Tenho certeza”.

Como sempre, ele vislumbrou o futuro. Assim como o seu Molina vê o Lloyd`s of London, o berço do seguros do mundo, com três séculos de existência, único capaz de ter a inteligência e flexibilidade para desenhar proteção para qualquer tipo de risco, eu o vejo: se ele não existisse, ninguém tentaria inventá-lo. Inovou, ousou e foi original para acompanhar o pulsar da vida. E os dois tinham outra característica comum: tocavam o sino para divulgar uma notícia.

Susep e Anbima fazem parceria para fiscalizar melhor o setor

Comunicado oficial

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) firmaram convênio, tendo por objetivo a cooperação e a troca de informação entre as entidades. A medida visa o compartilhamento de estudos e dados específico ao ramo econômico supervisionado pela Susep, incluindo a capacitação dos servidores da autarquia, o modelo de regulação e o monitoramento dos mercados fiscalizados pela autarquia.

O acordo prevê o intercâmbio de informações entre as entidades, tendo em vista o fomento e estímulo dos mercados de capitais, seguros, capitalização, previdência complementar aberta e de resseguros no país.
A Susep e a Anbima constituirão um grupo de trabalho permanente com o objetivo de analisar e discutir temas relativos à regulação e supervisão das sociedades. Há possibilidade de serem formulados, em conjunto ou separadamente, estudos, pesquisas e análises dos mercados pertinentes.

Susep coloca em audiência pública quatro minutas importantes

Estão em consulta pública quatro minutas importantes para o setor de seguro. Uma trata do capital mínimo, uma segunda inclui previdência para fazer reserva adicional para capital subscrição e uma terceira dispõe sobre a aplicação das reservas técnicas. Apenas 15 dias para dar a sua colaboração. Por isso, corram….

Comunicado oficial – 1

O Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública minuta de Resolução CNSP que dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento e sobre planos corretivo e de recuperação de solvência das sociedades seguradoras, das entidades abertas de previdência complementar, das sociedades de capitalização e dos resseguradores locais.

2. Os interessados poderão encaminhar, em até 15 (quinze) dias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgsoa.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://www.susep. gov. br).

3. A minuta supracitada está disponível na página da Susep, para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões, os quais ficarão disponíveis na página da Susep.

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2012.

Luciano Portal Santanna

Comunicado Oficial 2

Edital de Consulta Pública Nº 9/2012

1. O Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública minuta de Circular Susep que dispõe sobre a forma de cálculo e os procedimentos para a constituição das provisões técnicas das sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.

2. Os interessados poderão encaminhar, em até 15 (quinze) dias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgsoa.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://www.susep. gov. br).

3. A minuta supracitada está disponível na página da Susep, para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões, os quais ficarão disponíveis na página da Susep.

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2012.

Luciano Portal Santanna

Comunicado oficial 3

Edital de Consulta Pública Nº 8/2012

1. O Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública minuta de Resolução CNSP que dispõe sobre os critérios de estabelecimento do capital adicional baseado no risco de subscrição das operações de seguro e previdência complementar realizadas pelas sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar.

2. Os interessados poderão encaminhar, em até 15 (quinze) dias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgsoa.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://www.susep. gov. br).

3. A minuta supracitada está disponível na página da Susep, para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões, os quais ficarão disponíveis na página da Susep.

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2012.

Luciano Portal Santanna

Comunicado Oficial 4

Edital de Consulta Pública Nº 7/2012

1. O Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública minuta de Resolução CNSP que institui regras para a constituição das provisões técnicas das sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.

2. Os interessados poderão encaminhar, em até 15 (quinze) dias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgsoa.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://www.susep. gov. br).

3. A minuta supracitada está disponível na página da Susep, para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões, os quais ficarão disponíveis na página da Susep.

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2012.

Luciano Portal Santanna

Vítimas indenizadas por acidentes de trânsito até o 3º trimestre já superam 350 mil casos no Brasil

Release

No terceiro trimestre de 2012, de julho a setembro, 139.497 vítimas de acidentes de trânsito receberam o Seguro DPVAT em todo o Brasil. O DPVAT é uma indenização a qual todo o cidadão tem direito a recorrer nos casos de morte, invalidez permanente ou para reembolso de despesas médicas ou hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito. Considerando os nove meses do ano, de janeiro a setembro de 2012, foram registradas 355.647 indenizações, um aumento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil.

Das indenizações pagas de janeiro a setembro, 67% dos casos foram referentes a invalidez permanente, seguido por 20% de ocorrências que demandaram reembolso de despesas médicas e hospitalares, e 13% de indenizações por morte. Considerando todos os acidentes, 77% eram vítimas do sexo masculino. Os números apontam ainda que, apesar de representarem apenas 27% da frota nacional de veículos, as motos estiveram envolvidas em sete de cada dez acidentes indenizados no período. Os carros, por sua vez, que representam a grande parte da frota nacional, 61%, concentraram apenas ¼ das indenizações de janeiro a setembro.

Por Região do país, o Nordeste, que tem a terceira maior frota do Brasil, 16%, concentrou, mais uma vez, a maioria dos pagamentos, um total de 30%; seguida pelo Sul, que representou 28% das indenizações; e Sudeste, com 25% das ocorrências indenizadas. As regiões Norte e Centro-Oeste representaram, respectivamente, 9% e 8% da quantidade de casos registrados.

De acordo com Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, os dados regionalizados podem representar uma influência do perfil da frota de veículos nas causas dos acidentes. “Analisando os números, vemos que, dos acidentes indenizados no Nordeste, 65% foram decorrentes de choques com motocicletas. E o número de veículos dessa categoria, justamente em que o motorista e os passageiros são mais suscetíveis, tem crescido vertiginosamente. Para se ter uma ideia, de acordo com o DENATRAN, de 2000 a 2011, a frota de motocicletas no Brasil teve um crescimento de 357%. É uma realidade que impacta no cotidiano das cidades”, aponta.

O levantamento aponta ainda que, nos acidentes envolvendo motocicletas, em 73% dos casos a vítima foi o próprio piloto. Esse panorama muda quando analisados os acidentes com carros, em que em 51 % das vítimas eram pedestres. Ônibus, por sua vez, vitimam mais passageiros. Em 46% dos casos indenizados envolvendo esse tipo de veículo, a vítima estava sendo transportada.

A pesquisa é feita levando em consideração a data em que as vítimas receberam a indenização, por isso os números ainda podem evoluir, visto que o pedido do seguro pode ser feito em até três anos a contar da data do acidente. Os valores de indenização são de R$ 13.500, no caso de morte; até R$ 13.500, no caso de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez; e até R$ 2.700 para reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. O procedimento para solicitação do Seguro dispensa o auxílio de intermediários. A própria vítima ou, em caso de morte, os seus beneficiários, podem solicitar o Seguro em um dos 4.740 pontos de atendimento oficiais em todo o país. Endereços e mais informações podem ser consultados pelo SAC 0800-022-12-04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br.

Marsh promove webcast sobre prejuízos gerados pelo furacão Sandy

Release

As empresas afetadas pelo furacão Sandy enfrentam hoje um grande desafio relacionado à sua capacidade de rápida recuperação e retomada dos negócios. Além das questões trabalhistas e de recursos que enfrentam, é necessário quantificar os danos materiais e monitorar a interrupção dos negócios e as perdas de contingentes. Para ajudar essas empresas a acelerar essa retomada e a recuperação de seguros, a Marsh promove no próximo dia 8, às 16h, um webcast especial sobre Riscos. O webcast abordará o seguro de empresas e questões chave sobre o gerenciamento dessa recuperação. Incluindo o preparo adequado para um seguro de propriedade para agilizar e maximizar a recuperação e como determinar se a interrupção dos negócios, contingente de tempo ou outra cobertura de seguro viável de aplicação nestes casos. Temas sobre como gerir as operações quando os empregados não podem ir ao trabalho ou precisam de ajuda também serão discutidos. No webcast, os especialistas da Marsh falarão sobre os seguros de property, contabilidade forense, acidentes e gestão de crises da Marsh USA. Para assistir à conferência é necessário fazer inscrição. Clique aqui para participar do Webcast. A apresentação será em inglês.

Mapfre, Camed e Banco do Nordeste lançam seguro de vida para o pequeno agricultor

Release

A Camed Corretora e a Mapfre Seguros, em parceria com o Banco do Nordeste, lançam o “Seguro de Vida do Agricultor Familiar”, classificado no segmento de seguros populares. Nos moldes do “Vida Crediamigo” – outro seguro popular voltado a micro empreendedores dos setores informal ou formal da economia das áreas urbanas, O Seguro de vida do agricultor familiar é um produto voltado para os agricultores do programa Agroamigo, o maior programa de microfinança rural do Banco do Nordeste.

O seguro inclui as coberturas de morte, no valor de R$ 3 mil, e auxílio-funeral, no valor R$ 840 e, ao adquiri-lo, o titular concorre automaticamente a quatro sorteios mensais no valor de R$ 1,5 mil, cada. “O seguro de vida é um item importante que, mediante modesto desembolso mensal, permite à família, na falta de seu provedor, um tempo determinado para equilíbrio na nova realidade. No caso do auxílio-funeral, permite às famílias passar com dignidade pelo último momento do seu ente querido”, afirma Bento Zanzini, diretor-geral da Mapfre Seguros.

Podem ter acesso ao “Seguro de Vida do Agricultor Familiar” os agricultores familiares tomadores do crédito Agroamigo, que o Banco do Nordeste operacionaliza em parceria com o Instituto Nordeste Cidadania e com Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Trata-se de uma iniciativa pioneira no Brasil, que visa à concessão de financiamento para agricultores familiares com enquadramento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), classificados no Grupo B, e exploram parcela de terra na condição de proprietários, posseiros, arrendatários ou parceiros. Para tanto, a renda bruta anual do agricultor deve ser de até R$ 6 mil, excluídos benefícios sociais e proventos previdenciários decorrentes de atividades rurais.

O seguro será comercializado por meio da equipe especializada do Instituto Nordeste Cidadania (INEC).

Bradesco eleva em R$ 500 milhões capital de Atlântica e muda controle

Um novo cenário de juros baixos e uma fiscalização mais severa da Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem chacoalhado as empresas do setor. Hoje temos muios despachos da Susep, com movimentações de aumento de capital de troca de acionistas. O grupo Bradesco Seguros aumentou em R$ 500 milhões o capital da Atlântica Cia de Seguros, para R$ 517 milhões. Também transferiu o controle acionário direto da Bradesco Auto RE para a Bradesco Seguros, permanecendo o Banco Brasdesco com o controle indireto, segundo nota de autorização publicada hoje pela Susep no Diário Oficial.

Bradesco traz Jane Fonda para Fórum de Longevidade

O Grupo Bradesco Seguros realiza no dia 27 deste mês, em São Paulo, o VII Fórum da Longevidade. Na edição deste ano, o evento terá a presença da atriz e escritora americana Jane Fonda, que tem mais de 50 anos de carreira como atriz, além de ser escritora, ativista política e modelo, informa nota do Brasil Econômico. Esse evento é praticamente imperdível pela qualidade das palestras.

Mapfre patrocina exposicão de fotos “Um olhar sobre o Brasil”

A história do Brasil contada por meio de imagens é o ponto de partida da exposição “Um olhar sobre o Brasil. A fotografia na construção da imagem da nação” – projeto inédito patrocinado pela Mapfre Investimentos e que a Fundación Mapfre, instituição sem fins lucrativos que busca disseminar valores e cultura, e o Instituto Tomie Ohtake, iniciam no próximo dia 12 de novembro, em São Paulo.

Com curadoria do historiador e fotógrafo Boris Kossoy e curadoria adjunta da historiadora, antropóloga e escritora Lilia Moritz Schwarcz, a mostra reúne mais de 400 imagens de diferentes acervos públicos e coleções privadas, que retratam um período de 170 anos de história do Brasil, entre 1883 e 2003. Graças à pesquisa empreendida pela equipe de curadoria, cada uma das fotografias apresentadas traz um pequeno texto com informações que vão muito além da tradicional legenda.

A mostra acompanha o lançamento do livro “Um olhar sobre o Brasil. A fotografia na construção da imagem da nação: 1833-2003” (coordenação: Boris Kossoy e consultoria científica: Lilia Moritz Schwarcz), volume que integra a coleção História do Brasil Nação: 1808-2010 (Fundación Mapfre /Grupo Santillana /Editora Objetiva), que integra o projeto desenvolvido pela Fundación Mapfre: América Latina na História Contemporânea, desenvolvido em mais nove países (Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, EUA, México, Peru, Portugal e Venezuela).