Que bonito isso!

 

CNseg lista os temas da agenda do mercado em 2013

noticia do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Após destacar os temas mais importantes para o mercado em 2012 – a regulamentação do microsseguro; a criação da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantia (ABGF); repatriação de carros brasileiros roubados e levados para a Bolívia; debates sobre o Projeto de Lei 3.555/2004; adesão ao Principles for Sustainable Insurance (PSI); discussões sobre o Programa de Subsídio ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); sugestões para Lei de Licitações por meio do Seguro Garantia; e redução do custo de apólice e sua extinção a partir de 2013- o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, divulgou também os assuntos que vão dominar a agenda do setor em 2013, durante almoço de confraternização com jornalistas, nesta terça-feira, dia 18.

A lista é encabeçada pelo microsseguro, cujos primeiros produtos estão sendo licenciados pela Susep neste momento. A CNseg lembra que, no mundo, o mercado potencial está estimado em 3 bilhões de pessoas, o que é uma sinalização de que, também no Brasil, haverá um ambiente propício para os negócios. Contudo, será preciso entender como as comunidades mais pobres funcionam e os tipos de proteção que demandam.

O aumento da expectativa de vida é outro tópico da agenda do próximo ano. A longevidade gera bônus e ônus para população e governos, e, ao mesmo tempo, abre novos desafios e oportunidades para previdência complementar e saúde complementar. Expectativa de vida ao nascer do brasileiro deve atingir 80 anos em 2040, mesmo ano em que se espera observar equilíbrio entre as taxas de mortalidade e natalidade. Pelas contas da OCDE, o gasto público com pensões atingirá 15,8% do PIB no Brasil em 2050.

Nesta altura, haverá 2,5 brasileiros em idade laboral (20 – 64) para cada brasileiro com 65 anos ou mais. Hoje essa razão é de oito. Já o gasto com saúde no Brasil mantém a espiral de alta, chegando a aproximadamente 9% do PIB em 2010, crescimento de 34%, quando comparado a 1995.

Em 2013, o mercado segurador acredita que o governo deverá regulamentar a criação do PGBL Saúde, importante instrumento para custear as despesas futuras dos trabalhadores, quando de sua passagem para a aposentadoria. A Lei Geral de Seguros é outro tema de preocupação. A rigor, o mercado entende que uma nova legislação não chega a ser necessária- mas a proposta avança no Congresso-, porque as relações de consumo estão bem disciplinadas pelo capítulo XV do Código Civil, que hoje norteia os contratos de seguro, ao lado dos dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, um grande conquista da sociedade.

Para o mercado, o ideal seria o aprimoramento do Decreto Lei nº 73, algo importante para a manutenção de ambiente propício para os grandes grupos internacionais de resseguro (100 empresas operam atualmente no mercado brasileiro). Nesse sentido, a CNseg defende a transformação da Susep em Agência Reguladora, para ampliará os poderes do órgão regulador. Ainda na agenda do mercado, o incentivo ao seguro rural, seguro garantia, criação do seguro popular de automóvel e coberturas voltadas para catástrofes.

Conheça os vencedores do prêmio CNseg de sustentabilidade

matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Os vencedores do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga, organizado pela CNseg e que este ano teve como tema a sustentabilidade, finalmente foram conhecidos, durante o almoço de confraternização do mercado segurador, que acontece agora no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Dividido em 3 categorias – Comunicação, Processos e Produtos, os vencedores receberam os prêmios, que variam entre 5 e 15 mil reais, das mãos dos presidentes das federações associadas à CNseg.

Na categoria Comunicação, a vencedora foi Adriana Boscov, da SulAmerica, com o trabalho “Programa de educação ambiental para sustentabilidade”, sobre a estratégia de disseminação do tema sustentabilidade para os stakeholders internos da seguradora entre os anos 2009 e 2011 e para profissionais do mercado segurador, de 2011 a 2012.

Na categoria Processos, o primeiro lugar ficou com Ishiguro de Lima, também da SulAmerica, com o projeto de certificação digital em saúde, cujo objetivo é disseminar uma mudança cultural que é a redução de papel no processo de faturamento de contas médicas-hospitalares, entre os prestadores de serviços médicos e as operadoras de plano privado de assistência à saúde.

Ainda da SulAmerica, Kleber Lopes de Almeida Junior e Lívia Prata Nascimento garantiram o primeiro lugar na categoria Produtos com o trabalho “Tinta à base d’água”, que visa estimular a utilização de uma linha de tintas mais moderna onde, em sua composição, a maior parte do solvente é substituída por água.

LISTA COMPLETA DOS GANHADORES

Categoria Comunicação:

1º Lugar: Programa de educação ambiental para sustentabilidade – Adriana Boscov – SulAmerica .
2º Lugar: Academia de sustentabilidade – Maria de Fátima Mendes Lima – BBMapfre.
3º Lugar: Programa Porteiro Amigo do Idoso – Rosana Gonçalves de Rosa– Bradesco.
3º Lugar: Projeto de campanha de combate à dengue – Adriana Boscov e Aline Gislene de Oliveira – Sul América.

Categoria Processos:

1º Lugar: Projeto saúde Certificação Digital em saúde – Rosemeire Ishiguro de Lima – SulAmerica.
2º Lugar: Sistematização indicadores de sustentabilidade – Adriana Boscov e Jean Pauline Espinosa– Sul América.
3º Lugar: Gestão sustentável de impressos – Eugenio Trigueiro Rodrigues – Bradesco.

Categoria Produtos:
1º Lugar: Tinta à base d’água – Kleber Lopes de Almeida Junior e Lívia Prata Nascimento – SulAmerica.
2º Lugar: Seguro residencial com serviços ambientais – David Pereira da Silva – Itaú.
3º Lugar: Projeto Itaú Microcréditos – Fernanda Bianco – Itaú.
3º Lugar: Programa Idade Ativa – Elizabeth Christiane Vignol Gutierrez, Andrea Mitiko Goto Hanai, Raquel Chinarro Martin e acqueline Caballero Minamioka – Sul América.
3º Lugar: Previdência sem blablabla – Fabiano Lima, Adriana Nannini, Renata Soares, Natalia Pisani e Claudia Lobato – SulAmerica.

Dez mitos e verdades sobre a previdência privada

Extraído do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Dez mitos e verdades sobre a previdência privada MetLife elabora lista com os principais equívocos sobre o tema A previdência privada é um recurso que garante uma renda complementar, permitindo que o beneficiário mantenha seu padrão de vida e a tranquilidade durante a aposentadoria. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas e cultivam diversos mitos sobre esta opção. Para esclarecer alguns pontos, Flavio Sahib, diretor de distribuição em canais bancários da MetLife, aponta dez mitos e verdades sobre a previdência privada. Confira.

1. No plano de previdência, você define quanto e quando quer receber a sua renda.

Verdade! Trata-se do período de concessão do benefício. Quando for atingida a idade de saída escolhida, a reserva acumulada transforma-se efetivamente em renda. É possível optar, ainda, pela melhor forma de recebê-la, como benefícios, rendas vitalícias ou temporárias.

2. A previdência privada é uma forma de investimento contratado para garantir uma renda ao comprador ou seu beneficiário.

Verdade! A maior parte das pessoas enxerga a previdência como forma de investimento apenas, e não como “seguro”. As seguradoras cuidam dos setores que auxiliam o bem-estar da pessoa física, seja diretamente ou indiretamente, como no caso dos planos de Previdência Privada, que o auxiliarão na aposentadoria.

3. Além da aposentadoria, é possível ter outros benefícios.

Verdade! O participante ou segurado pode ter a sua disposição outros benefícios durante o período de acumulação, que o protegem contra morte ou invalidez.

4. Quem é jovem não deve se preocupar, pois ainda tem muito tempo para pensar em aposentadoria. E quem é mais velho já não tem mais tempo para adquirir um plano.

Mito! Para os jovens, começar o quanto antes permite que, com uma pequena parcela mensal, seja possível acumular uma boa quantia na aposentadoria. Já uma pessoa com 45 anos de idade, por exemplo, ainda tem outros 10 ou 15 anos até se aposentar. Estamos vivendo mais, portanto, mesmo que um pouco mais tarde, ainda há tempo para contratar um plano de previdência e garantir uma aposentadoria mais tranquila.

5. As alíquotas de Imposto de Renda diminuem à medida que o tempo passa.

Depende! Para o sistema regressivo sim. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, menos imposto se paga. Já para o sistema progressivo não, porque o IR é constante. O investidor paga o imposto de renda no resgate, seguindo a mesma tabela que tributa os salários.

6 .Fundos de previdência são aplicações de longo prazo.

Verdade! Resgatar o investimento com pouco tempo não é bom negócio, pois a alíquota de IR pode ser mais alta do que a de outros fundos de investimento de longo prazo.

7. Caso a instituição escolhida quebre, o beneficiário perde tudo.

Verdade! Com a Lei Complementar 109, a previdência privada passou a contar com grande segurança jurídica, uma vez que as regras que regulamentam o setor ficaram extremamente rígidas para as empresas que comercializam o serviço. Por isso, é sempre importante pesquisar e procurar uma empresa com solidez financeira.

8. A portabilidade permite que o participante ou segurado migre para outra entidade.

Verdade! Na fase de acumulação, a lei permite que o participante ou segurado migre a reserva para outra instituição de previdência privada, sem a necessidade de pagar por custos adicionais. Durante a fase de aposentadoria não são permitidas transferências de reservas.

9. É preciso muita disponibilidade financeira para adquirir um plano de previdência privada.

Mito! Atualmente, existem planos no mercado que permitem contribuições a partir de R$ 30 por mês. Outros, depois de abertos, podem receber aplicações a qualquer momento, para aproveitar uma sobra de recursos do aplicador.

10. O Plano de Previdência é indicado somente para alguns perfis de renda e classe social.

Mito! O benefício máximo pago pela previdência social é de R$ 3.689,66, os planos de previdência privada são recomendados para quem tem salário superior a esse valor. No entanto, o investimento, que pode ser iniciado desde cedo e agora com valores cada vez mais populares, é uma forma de garantir a renda complementar garantindo mais tranquilidade e estabilidade durante sua aposentadoria.

Brasilprev projeta forte expansão dos negócios neste ano

Matéria extraída do portal da CNseg

A Brasilprev, o braço do Banco do Brasil na previdência privada, espera fechar 2012 com indicadores bastante positivos, tomando como base os números acumulados no ano. Até setembro, por exemplo, o volume de arrecadação subiu para R$ 12,3 bilhões, 45% acima do resultado obtido no ano anterior e praticamente 15 pontos percentuais acima da média do setor. O executivo Ricardo Flores, presidente da empresa sócia da americana Principal, lembra que a captação líquida positiva em portabilidade, no valor de de R$ 416 milhões, é praticamente o dobro do registrado pelo segundo colocado, segundo dados divulgados até setembro pela Federação Nacional das Empresas de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

A perspectiva de Flores é de que a Brasilprev termine 2012 com ativos na casa dos R$ 66 bilhões em ativos sob gestão, um crescimento de R$ 17 bilhões em relação aos R$ 49 bilhões de 2011. Segundo Flores, a empresa está inserida em segmento com grandes desafios e oportunidades no Brasil. “Temos um grande potencial para crescer, diante da necessidade da população poupar para garantir projetos de longo prazo, como a aposentadoria, como também num cenário de juros baixos os investimentos com maior chance de ganho são os de longo prazo, principal característica dos nosso fundos”, diz ele, por meio de nota à imprensa.

Para ele, a classe média será a grande responsável por garantir o crescimento do setor nos próximos anos. Atualmente, o setor acumula ativos de R$ 328 bilhões, o equivalente a 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB). “Em 2019 estimamos que o patrimônio dos fundos de previdência aberta ultrapassem R$ 1 trilhão”, aposta. A presença da classe C no mix de clientes do banco tem sido significativa, diz Flores. Atualmente, a classe C, formada por famílias com renda mensal de R$ 1.734 a R$ 7.475, representa uma boa parcela dos clientes da empresa.

Flores destaca que o Brasil apresenta muitas oportunidades que podem trazer rentabilidade interessante para quem aplica no longo prazo. “Projetos de concessão rodoviária, portos, aeroportos são segmentos promissores e que o retorno não termina com a realização dos mundiais esportivos”, diz o executivo.

O presidente da Brasilprev afirma que o grupo tem uma equipe de analistas de primeira linha para garimpar boas oportunidades de investimentos e assim trazer aos clientes de previdência uma rentabilidade mais atraente diante do atual cenário de juros baixos. A perspectiva de Flores é de incrementar em R$ 10 bilhões a carteira de investimento em projetos privados de infraestrutura, totalizando R$ 30 bilhões, A carteira de ativos do grupo encerra 2012 em R$ 66 bilhões, sendo R$ 20 bilhões já aplicados nesse perfil de risco.

Além de projetos de crédito privado, Flores acredita que haverá maior interesse dos clientes por fundos diferenciados, como focados em empresas que pagam bons dividendos. No exterior, apesar das recentes regras que permitem, Flores acredita que o Brasil oferece boas oportunidades, o que inibe o interesse de alocação em outras terras. No entanto, para ter um mercado com investimentos mais sofisticados será preciso preparar o brasileiro para fazer boas escolhas de investimentos, assim como consultores financeiros para explicarem aos clientes o risco dos novos produtos. “O brasileiro estava acostumado a ter rentabilidade sem correr risco num cenário de juros altos com os títulos do governo. Agora será preciso apostar no longo prazo e correr um pouco de risco para ter um rendimento diferenciado”, diz.

A educação financeira é uma das prioridades do grupo, que já tem alguns projetos voltados para treinamento dos funcionários e clientes, mas que serão ampliados nos próximos anos para atender a crescente demanda de previdência pela classe C, pouco habituada ainda a comprar produtos financeiros. Segundo pesquisa na base de dados do grupo, clientes com renda inferior a R$ 4 mil ou com reserva abaixo de R$ 10 mil representam 23% dos planos da companhia, que em número significa 409 mil planos. O valor médio de contribuição mensal fica em R$ 109 na classe C contra R$ 355 na média geral.

Cerca de 42% têm segundo grau de escolaridade e 81% têm menos de 50 anos. Entre as modalidades da previdência, 74% optam pelo plano VGBL, destinado para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda. O Sudeste concentra a maior parte deles, com 46% do total, e 20% estão no Nordeste, 18% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 4% no Nordeste.

Travelers Brazil aumenta participação na JMalucelli

O grupo J. Malucelli Participações em Seguros e Resseguros informou hoje que a Travelers Brazil Acquisition LLC (“Travelers Brazil”) exerceu a opção de aumentar sua participação societária na companhia por meio da subscrição de novas ações ordinárias e, como resultado, a Travelers Brazil atingiu o percentual de titularidade de 49.5% do capital social da companhia.

ESCLARECIMENTO

Pessoal, preciso esclarecer que minha tristeza com os dados estatísticos defasados no novo portal da Cnseg se referia apenas a Fenseg, federação que inaugurou seu novo site com dados de junho de 2011. As outras federações, bem como a CNseg, têm dados atuais.

Segue o post com a citação mais clara.

Finalmente decidiram os nomes dos novos presidentes das federações que elegerão o novo presidente da CNseg, em substituição a Jorge Hilário. Duas novidades: Paulo Marraccini (foto) compõe a chapa única para a FenSeg, substituindo Jayme Garfinkel, e Osvaldo Nascimento volta a comandar a Fenaprevi, depois de uma gestão de Antonio Cassio dos Santos, hoje Zurich, mas na época Mapfre, e outra de Marco Antonio Rossi, do Bradesco. Marcos Barros se mantém na Fenacap bem como Marcio Coriolano na Fenasaúde. Ao que tudo indica, os quatro elegerão Rossi para a presidência da CNseg.

A composição política, pela segunda vez, privilegia a presidência de uma das federações a um membro de uma seguradora estrangeira. A razão é simples. Dos dez maiores grupos, apenas Bradesco não tem capital estrangeiro. A Porto Seguro acabou por conta da abertura de capital. O primeiro executivo representante de companhia estrangeira a liderar uma das federações, a Fenaprevi, foi Antonio Cássio dos Santos, que na época presidia a Mapfre. Mas na FenSeg é a primeira gestão de um representante de uma companhia estrangeira. O que realmente é interessante, tendo em vista que elas ficaram muito chateadas e surpreendidas com mudanças no resseguro em 2010, promovidas sem qualquer debate. Os novos dirigentes cumprirão mandato de três anos à frente da entidade, com a posse programada para o começo do próximo ano.

O novo comando das federações já começa apostando forte na transparência e comunicação. Antes mesmo das eleições dos presidentes, no dia 11, o novo portal foi inaugurado. Já está no ar o novo portal da CNseg, que valoriza as notícias e facilita a navegação. O novo portal agrega os sites de cada uma das federações associadas (FenSeg, FenaSaúde, FenaPrevi e FenaCap). Para acessar notícias, publicações, arquivos multimídia e outros itens relacionados a elas, basta clicar em cima do nome no alto ou na parte debaixo do site e aparece a página inicial da Federação. Caso queira entrar direto no site das federações, o internauta pode digitar o endereço eletrônico para acessar diretamente a página. Os endereços são: www.fenasaude.org.br; www.fenaprevi.org.br; www.fenacap.org.br; www.fenseg.org.br

Consultas a índices, estatísticas, relatórios e taxas de seguros pode ser feitas no site, assim como denúncias de fraudes. A parte visual do portal também foi reformulada, valorizando as notícias, vinculando-as a imagens que reforçam a comunicação. Sendo a CNseg reconhecida como a mais importante fonte de informações sobre o setor segurador, o novo portal elegeu a imprensa como um de seus públicos-chave. Só fiquei triste pois o campo de estatísticas, da Fenseg, que muito interessa a jornalistas, está bem defasado. De junho de 2011. E sempre queremos números quentes, como hoje, que já temos os dados de janeiro a outubro de 2012.As outras federações e a CNseg trazem dados de setembro de 2012.

Para a reformulação do site foram feitas entrevistas com gestores da Confederação, federações e seguradoras, jornalistas e profissionais de TI e foram analisados portais de entidades de ramos de atividades semelhantes e identificadas as mais modernas tendências em sites corporativos.

A programação visual é de responsabilidade da empresa Diz’ain, que produziu também a estruturação da arquitetura da informação. A ferramenta escolhida para o gerenciamento do conteúdo foi a Lumis. Outras funcionalidades, como a integração às redes sociais e a versão para dispositivos móveis, serão implementadas nos próximos meses.

Susep estende prazo para adaptação das companhias às regras de RC

Comunicado

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Diretor, realizada nesta quinta-feira (6/12), decidiu ampliar o prazo para que as empresas seguradoras se adaptem à Circular nº 437, publicada em junho de 2012, que modificou as regras básicas para a comercialização de novos contratos de Seguro de Responsabilidade Geral. Originalmente, o texto, em seu artigo 13, estabelecia 180 dias para as companhias se adequarem. Agora, com nova redação, foram dados mais 180 dias, totalizando 360 dias.

Liberty Seguros nos bastidores do Sorteio Oficial da Copa das Confederações FIFA 2013

Release

A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, preparou um vídeo dos bastidores do sorteio dos jogos da Copa das Confederações FIFA 2013, que aconteceu no último sábado no Anhembi, em São Paulo.

Durante o evento, a Liberty Seguros recebeu o ex-jogador Cafu, estrela da campanha de comunicação da seguradora, para um bate papo e sessão de fotos com os convidados do sorteio. O capitão do pentacampeonato é o protagonista da campanha da companhia lançada em maio deste ano que tem como motes a responsabilidade compartilhada, o patrocínio da Copa do Mundo da FIFA de 2014™ e a paixão dos brasileiros pelo futebol.

Além do vídeo no canal do Youtube, a seguradora disponibilizou, na plataforma Image.net, uma série de materiais sobre a seguradora e a Copa da Confederações FIFA 2013.

Receitas da capitalização superam R$ 13 bi

Release

De acordo com dados da FenaCap – Federação Nacional de Capitalização, entre janeiro e outubro, o setor alcançou faturamento global de R$ 13,6 bilhões, o que representou um crescimento de18,6% em comparação a igual período de 2011. Já o volume total de reservas – valores totais aplicados em títulos ativos – alcançou R$ 21,9 bilhões, um avanço de 13,9%.

“Nossa expectativa é atingir um crescimento em torno de 20% em faturamento em 2012 e encerrar o ano com a marca de R$ 1 bilhão em prêmios distribuídos a portadores de títulos contemplados”, estima Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

Até o fim de outubro, foram pagos cerca de R$ 703 milhões em prêmios a clientes contemplados, um crescimento de 22,5% em relação ao mesmo período do ano passado. As empresas devolveram a portadores de títulos R$ 8,7 bilhões, pagos sob a forma de resgate final ou antecipado.