Depois de várias gerações de CEOs, o novo presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, conseguiu colocar em prática o velho desejo de mudar para um prédio mais moderno, deixando o velho centro financeiro, na região da Avenida Paulista, para se instalar no novo centro financeiro da capital paulista. A primeira intenção era comprar um imóvel, até mesmo como investimento diante do novo cenário de juros baixos. Mas os preços de imóveis em SP chegam a ser proibitivos. A boa notícia é que a seguradora alugou a torre III inteira do complexo WTorre Nações Unidas ainda neste ano. Terá como vizinhos várias empresas do setor, como Liberty, HDI, Argo, Munich Re, MetLife entre outros, já instalados na região da Berrini, a menos de cinco quilômetros do local.
O empreendimento, com 24,6 mil m² de área construída, será entregue já com o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), isso porque reúne as mais modernas concepções arquitetônicas com tecnologias verdes de construção. O objetivo central da mudança é obter mais eficiência operacional, já que cerca de mil colaboradores de São Paulo estarão em um mesmo edifício, além de aprimorar os serviços aos clientes e corretores. Hoje, os funcionários ficam alocados em dois endereços diferentes, que somam 16 mil m². A ação faz parte do plano de crescimento da seguradora no Brasil, de faturar R$ 5,8 bilhões até 2015, além de reforçar o compromisso dos acionistas com as operações do país.
A Segurar.com, única corretora 100% online do Brasil e com a maior gama de seguros comercializados via internet, amplia seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil para contabilistas, engenheiros e médicos. Por meio do site www.segurar.com, profissionais dos três ramos já podem adquirir proteção profissional de forma rápida e sem burocracias.
O Protector é um produto da Argo Seguros subsidiária do Argo Group International – voltado aos segmentos de seguros especiais e resseguros. “A oferta cada vez maior de proteção, a diferentes categorias de profissionais, começa a fazer parte da realidade dos brasileiros”, explica Oswaldo Romano, CEO da companhia. “Este produto se enquadra em nossa estratégia de simplificar a entrega de um seguro de qualidade aos profissionais com pouco tempo disponível para pesquisas e processos burocráticos”, completa.
A apólice de Responsabilidade Civil Profissional — destinada aos contabilistas, engenheiros e médicos–, tem como propósito assegurar a proteção e dar a assistência a esses profissionais em uma eventual ação judicial. “Buscando a inovação e a oferta de uma linha de produtos pouco conhecida pelo consumidor brasileiro, firmamos esta importante parceria comercial com a Argo Seguradora, que tem demonstrado muito empenho em inovar no mercado brasileiro, da mesma maneira que a Segurar.com”, explica Renato Spadafora, COO da empresa.
A cobertura do Protector contempla pessoas físicas ou jurídicas que entendam que a atividade profissional da qual fazem parte oferece riscos, pressupondo inclusive indenização. Em casos de defesas jurídicas por danos materiais ou morais, a Argos Seguros garantirá os gastos necessários, como honorários de advogados, depósitos recursais, fianças, contratação de perito, sucumbências e demais despesas. A apólice contempla atos praticados em período de até 5 anos antes da contratação do serviço. Os planos estão disponíveis a partir de R$ 99 no site da Segurar.com.
Via internet, por meio de cartões de crédito ou débito, o brasileiro já pode adquirir, pelo site da Segurar.com, apólices de seguros em diversas categorias. Além do RCF também estão disponíveis são: Seguro Auto, Viagem, Residencial, Equipamentos portáteis (gadgets), Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral.
Com a chegada das férias de verão, aumenta o número de turistas brasileiros que terão como destino os países vizinhos. Para quem pretende ir de carro, o Porto Seguro Auto (www.portoseguro.com.br/auto) oferece gratuitamente o seguro obrigatório “Carta Verde” para os segurados que residem nos Estados do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso do Sul.
A “Carta Verde” garante o reembolso de danos materiais e corporais causados a terceiros devido a acidentes com veículos ocorridos durante a vigência do seguro, exigido para entrada em países do Mercosul, como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai.
Outra garantia oferecida gratuitamente para segurados do Porto Seguro Auto nos Estados da Região Sul e Mato Grosso do Sul é a “Extensão de Perímetro”, cobertura para danos sofridos pelo veículo segurado. A gratuidade é válida para clientes que pretendem viajar para a Bolívia, mas a cobertura pode ser contratada para os mesmos países abrangidos pela Carta Verde.
Tanto a “Carta Verde” quanto a “Extensão de Perímetro” também podem ser contratadas por não segurados da Companhia. “Com essas iniciativas, queremos oferecer ainda mais comodidade e segurança àqueles que pretendem viajar para os países vizinhos, a fim de que aproveitem a viagem sem preocupações”, explica Marcelo Sebastião, diretor do Porto Seguro Auto. “É possível aproveitar essa vantagem também no período de férias, para viagens e para passeios”, completa.
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br) Ser a resseguradora preferida pelo mercado local. Esse é o objetivo dos executivos da Terra Brasis, companhia local que tem entre seus acionistas o International Financial Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial. “Nos focamos em compreender as ideias e os projetos dos nossos clientes e atender com competência suas necessidades de resseguro”, diz Rodrigo Botti, diretor da companhia, que tem como meta deter 2.5% do mercado brasileiro de resseguros nos próximos três anos. Veja abaixo trechos da entrevista concedida ao portal da CNseg.
Recentemente a Terra Brasis recebeu autorização da Susep para integralizar aporte de R$ 15 milhões do Banco Mundial. O que isso significa de fato para a companhia?
Com isso completamos nosso processo de incorporação frente à Susep. Temos hoje um capital integralizado de R$100 milhões, tamanho que consideramos o adequado para o início de operação de uma resseguradora local, e nossa estrutura societária esta em linha com os mais altos padrões de governança corporativa.
Pode-me dizer como é a composição acionária da Terra Brasis?
O sócio controlador com 80% de participação é o grupo Financeiro Brasil Plural, capitaneado por executivos brasileiros que possuem um amplo histórico de sucesso no mercado de capitais nacional. O IFC (International Financial Corporation), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, participa com 14%. Os 6% restantes pertencem à administração e a investidores minoritários. A administração tem ainda a direito de aumentar sua participação dependendo dos resultados da resseguradora.
Por que o Banco Mundial, por meio da IFC, entrou como um dos acionistas do grupo?
Entendemos que o IFC busca não somente retorno ao capital aplicado, mas também projetos que contribuam para o desenvolvido do país. O setor de resseguros se encaixa neste objetivo. O desenvolvimento do mercado de resseguros local proporcionará ao Brasil um aumento significativo da sua base de investidores institucionais, em um momento de grande demanda. Proporcionará também às seguradoras que operam no Brasil uma nova fonte de suporte, apoio técnico e alternativa de capacidade.
Foi fácil atrair esse sócio de peso?
Não. O processo de due-diligence foi um dos mais compreensivos que já presencie em mais de 15 anos de mercado financeiro. O processo incluiu análise profunda do nosso plano de negócios e do perfil dos acionistas e da administração. Por uma semana visitamos, junto com representantes do IFC, corretoras, seguradoras e órgãos de mercado discutindo nosso projeto. Ficamos muito felizes quando escutamos do IFC que uma vez apresentado ao seu comitê, nosso projeto foi aprovado em tempo recorde.
Quais benefícios a resseguradora tem de ter o IFC entre acionistas?
Em primeiro lugar, a participação acionária dessa entidade em nossa companhia atesta a competência e o alto nível de governança com que estamos desenvolvendo nosso projeto. Ao mesmo tempo contribui para projetar a Terra Brasis e o grupo Financeiro Brasil Plural no âmbito global. Em segundo lugar, o IFC possui ampla experiência no mercado internacional de seguros e resseguros inclusive com investimentos nestas áreas em várias partes do mundo. Acreditamos que esta experiência nos será de grande valia nos próximos anos. Contamos hoje com um painel de retrocessionários internacionais de peso, e a presença do IFC nos nossos quadros ajudou a estabelecer estas parcerias.
Qual o business plan da resseguradora?
Somos uma empresa privada, dirigida por executivos brasileiros e incorporada por capital nacional. Temos foco exclusivo em resseguros, sem operações de seguros diretos. Este posicionamento nos faz único dentre as mais de cem resseguradoras hoje presentes no Brasil. Atuamos em todas as modalidades de resseguros, tanto em contratos como em negócios facultativos.
Como pretende se diferenciar dos seus concorrentes? Afinal, são muitos.
Temos uma operação eficiente, com poder de decisão ágil e flexibilidade para acompanhar a dinâmica do mercado ressegurador nacional. Acreditamos que uma resseguradora, além de ser uma portadora de riscos, é uma prestadora de serviços ao mercado segurador. Neste sentido desenvolvemos uma área de research e um programa de cursos de resseguros oferecidos a clientes e parceiros.
O cenário de juros baixos atrapalha os planos da Terra Brasis?
Não necessariamente. É fato que isso reduzirá a receita obtida pela aplicação financeira de provisões e capital. Entretanto isto pode ser compensado de várias formas, entre elas pelo aumento no volume de prêmios de resseguro decorrente de maior crescimento econômico. Vale lembrar que isso não é um desafio único do Brasil. A maior parte do mundo convive hoje com juros reais pertos dos mínimos históricos. Quanto à aplicações financeiras temos a sorte de ter uma interação eficiente com os administradores do grupo Brasil Plural, profissionais de competência comprovada na administração de recursos e cujos fundos figuram usualmente entre os melhores do setor.
Como os acionistas enxergam o mercado de seguros em 2013?
O mercado de seguros segue como um dos mais atraentes da econômica brasileira. No mercado de capitais, o setor de seguros continua bastante aquecido. No ano passado a venda Amil para United Health Care foi uma das maiores transações já realizadas no Brasil e para o primeiro semestre deste ano, o IPO programado da BB Seguridade é no momento o grande destaque.
Acredita que a mudança nas aplicações das reservas de planos de previdência privada divulgadas no dia 2 de janeiro pelo Banco Central vão estimular investimentos das empresas de previdência em projetos de infraestrutura?
A legislação vai neste sentido, entretanto decisões estratégicas deste vulto dependem de outros fatores além de legislação favorável.
Em termos de negócios, acredita que ao investir em projetos as seguradoras podem ter um peso maior na exigência de um programa de seguro mais vigoroso e recomendação de parceiros envolvidos nos contratos?
Este raciocínio parece coerente. No momento em que as seguradoras se tornam um investidor relevante de um projeto, terão maior ingerência sobre ele. Tendo “seguros”como sua área de expertise, provavelmente dedicarão uma atenção maior sobre este ponto.
Quais os principais desafios e oportunidades neste ano?
Os desafios e oportunidades são diversos e me parece difícil identificar os principais para 2013. O Brasil esta passando por uma transformação social e econômica que ira constantemente desafiar seguradores e resseguradores. Microseguro é uma área apenas começando no Brasil. O seguro agrícola tem potencial de ser muito maior do que é hoje. O setor de energia, com investimentos extraordinários em exploração em águas profundas, é um desafio especifico para o Brasil. Setores como vida e saúde e seguro de crédito, tem potencial de crescimento elevado. E estes são apenas algumas frentes de desenvolvimento do nosso mercado.
É um cenário propício para começar do zero?
Para a Terra Brasis é o ano de consolidação como um dos players importantes do mercado local. Nosso maior desafio, comum a toda empresa start-up, é a falta de um histórico de operação. Nossa proposta de negócio tem sido muito bem aceita por corretores e seguradoras, entretanto é natural que alguns grupos se sintam mais confortáveis com companhias que já tenham algum tempo de operação. Temos tranquilidade que este desafio será naturalmente superado com o passar do tempo. Nossos acionistas tem a consciência de que resseguro é um negócio de longo prazo, baseado em parcerias sólidas, construídas gradualmente em tempos bons e tempos difíceis.
Estudos de players internacionais indicam que haverá aumento do preço do resseguro já nas renovações de janeiro para recompor perdas com o Sandy. Isso afetará o Brasil?
Isso, marginalmente, é possível. Sem dúvida existe impacto das condições de mercado globais nos preços praticados no Brasil. Por outro lado, acreditamos que ainda há amplo espaço para o desenvolvimento de precificação específica para o Brasil. Com o desenvolvimento do mercado de resseguros local, a precificação deve se tornar mais técnica e menos dependente das condições global.
Há números disponíveis para dimensionar o custo de catástrofes no Brasil?
Relativo a catástrofes, infelizmente, no momento nosso conhecimento ainda é superficial. Estudo que publicamos no ano passado (Terra Report Edição Especial n°1 – Catástrofes Naturais Brasileiras) indica que ao contrário do que se normalmente acredita, o Brasil possui significativa e crescente incidência de catástrofes naturais. Estamos dedicando esforços significativos em fomentar um maior entendimento sobre este assunto, o que esperamos tenha um significativo e positivo efeito no mercado segurador e na sociedade brasileira como um todo.
Uma boa notícia no porta da CNseg. A Seguradora Líder e a Seguradora Porto Seguro acabam de firmar compromisso de adesão aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – PSI, programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, voltado para a indústria global de seguros e lançado em 2012, durante a Rio+20. A partir desse momento, as duas seguradoras se comprometem a observar as diretrizes do PSI, que abrangem as dimensões ambiental, social e de governança. Contando com o apoio da CNseg para a preparação dos documentos exigidos, já são seis as seguradoras brasileiras signatárias do PSI: Bradesco Seguros, Itau Seguros, Mongeral AEGON, Porto Seguro, Seguradora Lider, SulAmerica.
Os prejuízos causados por desastres naturais no planeta chegaram a US$ 160 bilhões em 2012, segundo estudo divulgado pela Munich Re em janeiro. Desse total, as indenizações pagas aos clientes que tinham uma apólice de seguro chegaram a US$ 65 bilhões. Boa parte do valor, quase 60%, foi para clientes americanos, uma vez que os EUA é o líder de vendas de seguros no mundo. Há uma razão para isso. O país tem o histórico de furacões, frequentes e furiosos. Só o furacão Sandy causou prejuízos superiores a US$ 25 bilhões, de um total de US$ 43,5 bilhões no país. Os números ficaram abaixo dos US$ 366 bilhões de 2011, causados pelos 302 desastres naturais registrados naquele ano, entre eles o tsunami japonês de março e as chuvas e deslizamentos brasileiros de janeiro.
A íntegra do release (em inglês) divulgado pela seguradora alemã está disponível no portal do grupo: www.munichre.com
Crescimento. Esse é o maior desafio do setor de seguros em 2013, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e futuro presidente da CNseg, confederação que reúne as empresas que atuam no setor, responsáveis por uma carteira de investimentos superior a R$ 400 bilhões. “Temos muitas frentes de negócios pela frente, principalmente no que diz respeito aos seguros voltados para o varejo”, disse ele, em uma conversa informal ontem a noite no estádio do Morumbi, em São Paulo, durante o Jogo das Estrelas, partida de futebol organizada desde 2004 por Zico e patrocinada pela Bradesco Seguros.
Segundo Rossi, há inúmeras oportunidades de negócios para seguradoras. Tanto pelo volume de investimentos previstos para 2013 como pela necessidade de proteção a riscos para tantas situações antes não previstas. Quem poderia imaginar, por exemplo, pagar uma fortuna por um ingresso do tenor Bocelli e não conseguir chegar ao show porque São Paulo parou após uma forte chuva? Hoje há seguros para quase tudo no Brasil. Inclusive para sequestro relâmpago, queima de eletrodoméstico por queda de energia, para má administração de executivos e até mesmo para limpar estragos no meio ambiente causado por um poluidor que ainda precisa ser “domesticado”.
Um dos pontos fortes do Bradesco, segundo Rossi, é a atuação no varejo, uma vez que o banco está presente, seja com uma agência, com um correspondente ou com um corretor, em todos os municípios do Brasil. “Para se ter uma idéia, vendemos mais de 18 mil apólices de seguros no canal Bradesco Express, que são nossos correspondentes bancários, em seis meses de projeto piloto”, contou. São seguros de tíquete mensal inferior a R$ 10. “Além disso, temos uma demanda importante de seguros pelas empresas, desde a grande até o microempresário, que buscam proteção para a operação e benefícios para reter e atrair talentos”. A educação financeira e a divulgação institucional de seguro, previdência, saúde e capitalização continuam entre as prioridades de Rossi, que prevê encerrar 2012 com crescimento acima da média do mercado.
Com tamanho otimismo dos executivos do setor, que revelaram expectativas semelhantes a de Rossi nas entrevistas concedidas nos últimos 40 dias, o setor deverá manter o ritmo frenético de notícias em 2013. As seguradoras, como nunca antes, geraram conteúdo como nunca em 2012. Consequentemente, foram notícia praticamente todos os dias do ano em jornais, teves, radios, portais e blogs. No Brasil e no exterior. O mais interessante foi a abrangência dos temas, até pouco tempo atrás limitado a automóveis, companhias com ações em bolsa e coluna de defesa do segurado.
Entre os preferidos da imprensa temos a entrada de novos players e entrevistas com CEOs mundiais em visita ao país. Principalmente em resseguro. Com a chegada da resseguradora do grupo Allianz, sobe para 13 o número de companhias locais autorizadas a operar no Brasil. Eventuais são cerca de 60 e as admitidas somam 29. Em saúde, um grande destaque foi a compra da Amil pela gigante United Health Group (UHG) por mais de R$ 9 bilhões. Também foi relevante o resultado obtido pelo grupo BB Mapfre e Zurich Santander, que praticamente finalizaram a integração das operações para poder começar 2013 com resultados consolidados.
Com empresas maiores e fortalecidas, a concorrência fica mais acirrada e a troca de presidentes impõe mudanças nas estratégias das seguradoras. A participação estrangeira ficou tão relevante, que Paulo Marraccini, representante da alemã Allianz, venceu a disputa para o comando da FenSeg, a federação que reúne as seguradoras de seguros gerais e resseguro. No entanto, o maior número de notícias ficou para microsseguros, seguido de inovação, tecnologia, solvência, sustentabilidade e adaptação das empresas a um novo cenário de juros baixo. Tivemos também muitas matérias sobre lançamentos de produtos em todos os segmentos – seguros gerais, previdência e vida, saúde e capitalização.
Tanta movimentação gerou outro motivo para comemorar: o expressivo aumento de jornalistas que cobrem o setor. Tenho muitos concorrentes agora. Ainda bem, pois de monótono chega a minha própria pessoa. E o ano ainda não acabou e cá estou eu com mais notícias. Hoje a Susep soltou muitas portarias. Entre eles, autorização para empresas do grupo BB Mapfre a atuarem em microsseguros: Mapfre Seguros, Mapfre Affinity, Vida Seguradora e Aliança do Brasil, bem como a Panamericana de Seguros.
Tudo indica que em 2013 o ritmo será ainda mais frenético, com tantos eventos programados ( o evento mundial da Limra será no Brasil em 2013), tantos contratos de obras de infraestrutura a serem assinados, tanto transporte de equipamentos e mercadoria em um país que se prepara para sediar dois eventos mundiais. Enfim, 2013 promete muita movimentação nesse setor que prevê bater R$ 400 bilhões em arrecadação até 2015, segundo estudo da CNseg. A entidade estima que o seguro rural saltará 84%; e o segmento patrimonial, 60%, riscos de engenharia 300%. Bem, se depender da vontade da presidente Dilma, o setor terá muitos negócios e, consequentemente, vai ser notícia e vai continuar atraindo investidores. Ontem Dilma anunciou a edição de medida provisória que abrirá crédito extraordinário de R$ 42,5 bilhões no Orçamento da União deste ano.
Tais números aumentam as expectativas com o setor de seguros e aguçam o apetite dos investidores. Só neste mês tivemos autorizações de investimentos da BTG Pactual, Sancor e aprovação de R$ 15 milhões do Banco Mundial na Terra Brasis. E as corretoras online. Milhões de reais para viabilizar a tecnologia necessária para vender seguro pela internet. Fora um sem fim de aprovações de aumento de capital. Só hoje temos o aumento de R$ 13,5 milhões no capital da Bradesco Capitalização, que passa para R$ 180 milhões. A BMG Seguradora também elevou o capital em R$ 38,5 milhões, para R$ 56 milhões. A Cardif aportou R$ 39,5 milhões, elevando o capital social para R$ 276 milhões.
O ano já deve começar com destaque para o setor, com o IPO da BB Seguros. Nos bastidores do setor falam em um segundo programa de emissão de ações no setor. Esse, por enquanto, totalmente confidencial, afirmam os executivos de plantão.Logo pensei na Bradesco, a única que não tem um sócio estrangeiro. Mas Rossi descartou: “Nossa estratégia continua a mesma. Seguridade é um tema importante para nossos acionistas há anos e assim continuará”, afirmou. Pressionado sobre o grande volume de dinheiro que o grupo poderia ganhar com o voraz apetite dos investidores estrangeiros por um quinhão do mercado de seguros, Rossi brincou: “O que faríamos com tanto dinheiro?”.
Bem, imagino que se Rossi, um dos poucos executivos do setor que participa ativamente do Facebook, colocasse essa pergunta na rede, teria inúmeras sugestões e propostas. Ainda mais que o grupo está extremamente ativo na divulgação de práticas sustentáveis como os investimentos em projetos como a Ciclofaixa, o Porteiro Amigo, Jogo das Estrelas, bem como a Árvore de Natal e o patrocínio de diversos espetáculos, como Família Adams e em 2013 o Rei Leão. Vai que…. surge uma oportunidade. Ainda mais sendo a seguradora oficial dos Jogos Olímpicos de 2016 e com um cenário extremamente competitivo pela frente com os bancos concorrentes buscando no seguro uma forma de compensar a perda de rentabilidade com o spread. Sempre é bom ter $ de sobra na mão.
É isso. Um 2013 cheio de novidades para todos. E que todos me contem tudo para eu poder levar muita informação de qualidade para os leitores. De preferência, em primeira mão! E que possa ajudar que mais pessoas tenham a proteção financeira para continuar vivendo com qualidade mesmo diante de imprevistos! Desejo que as seguradoras superem os desafios e as dores do crescimento, com rentabilidade, é claro, para garantir o investimento requerido pelas novas regras de solvência, tão vital para garantir os direitos dos consumidores e a sustentabilidade do setor.
Como já era previsto, André Marino Gregori, que deixou a Fator Seguradora levando boa parte da equipe para um projeto confidencial no início do ano, comandará a operação de seguros e de resseguros do BTG Pactual, com foco em seguro garantia. A Susep aprovou ontem apenas a operação de seguros. Conforme noticiado pela Agência Estado, o capital social da seguradora do banco será de R$ 50 milhões, dividido em 50 milhões de ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. O montante está acima da exigência mínima da Susep, de R$ 15 milhões. Ainda falta, porém, a autorização para o banco de André Esteves atuar também em resseguros, atividade na qual a instituição visa a atuar como uma companhia local (com sede no Brasil). A resseguradora do BTG terá capital de R$ 100 milhões, também superior aos R$ 60 milhões exigidos pela autarquia do mercado.
A seguradora Mongeral Aegon é a nova parceira do Sindserj, associação que reúne todos os sindicatos de servidores do governo do estado do Rio de Janeiro. A empresa vai comercializar seguro de vida específico para atender 420 mil funcionários afiliados ao sindicato. A ação faz parte do programa de benefícios Mais no Futuro, que inclui seguros saúde e residencial. Criado após a realização de uma pesquisa com os servidores, o programa foi lançado último sábado (22). Os produtos poderão ser adquiridos a partir de 3 de janeiro, exclusivamente pelo site www.maisnofuturo.com.br.
A Mongeral Aegon projeta um crescimento de 20% em seus negócios na regional Recife em 2013, mantendo a média anual de incremento nas vendas de seguros de vida e previdência na região, que engloba unidades em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. A previsão é alcançar R$ 1 milhão somente na comercialização de novos produtos. Em comparação a 2011, a empresa também deverá crescer 20% neste ano, mantendo a média registrada nos últimos sete anos.
Na avaliação de Alcindo Araújo, gerente regional da seguradora, o sucesso do trabalho e as projeções para 2013 são resultado, principalmente, do lançamento do Minha Família, seguro voltado para microempreendedores, que ajudou a superar as expectativas nas vendas. “Ultrapassamos a marca de 15 mil cliente somente para esse seguro”, afirma.
Outra ação fundamental que embasou a estratégia de crescimento da empresa na região foi a consolidação de parcerias com o Sindicato das Indústrias Gráficas de Pernambuco (Sindusgraf), o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e a Finsol, instituição de microfinanças parceira da Mongeral Aegon na comercialização do Minha Família.
A seguradora também investiu no treinamento de cerca de 180 profissionais da região, em um programa de formação de corretores que, por seus resultados, recebeu no início de 2012 o reconhecimento da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE).
Programa de Formação de Corretores
Há quase uma década a seguradora oferece, em parceria com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), o programa de formação de corretores, que prepara profissionais para seguirem para a habilitação na Susep. A Mongeral Aegon foi uma das primeiras seguradoras a oferecer cursos fechados em parceria com a Funenseg, a partir da circular Susep Nº 177, de 11 de dezembro de 2001. Nesse período, foram habilitados 2.303 profissionais, sendo mais de 500 somente em 2012.
A empresa inovou ao criar o site Nova Profissão (www.novaprofissao.com.br), dedicado à captação de novos corretores. A ferramenta permite a organização do perfil dos candidatos, concentrando em apenas um canal o recebimento de cadastros de todo o país. O site recebeu 11 mil cadastros nos últimos dois anos. Os interessados em ingressar nas turmas disponíveis para o próximo ano já podem acessar o portal e fazer o cadastro. A seleção será retomada em fevereiro.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou a tabela com os valores reajustados do seguro obrigatório (DPVAT) para 2013, de carros, motocicletas, ônibus e caminhões. O aumento é de 4,4% em relação a este ano. Já as indenizações pagas em casos de acidentes de trânsito não mudam: R$ 13,5 mil (morte e invalidez) e até R$ 2.700 (despesas médicas). O pagamento do seguro é feito, anualmente, na mesma guia do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que estará disponível para impressão a partir do dia 14 de janeiro, segundo a Secretaria estadual de Fazenda do Rio. Para carros de passeio, o valor passará de R$ 101,16 para R$ 105,65. No caso das motos, o reajuste vai de R$ 279,27 para R$ 292,01. Os caminhões e caminhonetes tiveram o seguro alterado de R$ 105,68 para R$ 110,38. Os ônibus e micro-ônibus terão o pagamento da taxa mantido em R$ 396,49. O seguro obrigatório é pago, todos os anos, pelos proprietários de veículos. O montante arrecadado é usado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito.
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