Estudo da Accenture projeta crescimento e boa rentabilidade do setor

Mais um estudo positivo para a indústria de seguros mundial. Realmente parece que o setor está conseguindo mostrar ao mundo a a sua importância e, consequentemente, passou a ser notícia positiva no planeta. Depois da Folha noticiar, o Brasil Economico publicou hoje um resumo interessante sobre a pesquisa apresentada pela Accenture, que avalia a rentabilidade das seguradoras ao redor do mundo, encomendada pela Accenture e conduzida pelo Institutional Investor Market Research Group. Segundo noticiam os jornais, o estudo consultou 68 dos principais analistas de seguros, em 16 países, e apontou que analistas de investimentos de seguros esperam uma maior rentabilidade destas companhias. A opinião dos especialistas de mercado é baseada no melhor desempenho das seguradoras e naquelas que investiram na expansão para os mercados emergentes.

Os analistas esperam que as seguradoras recomendadas – baseadas em ratings – possam entregar um retorno médio antes de imposto sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês: ROE) de 14,9% em 2012, comparado a 13,7% em 2011. A expectativa é de que a rentabilidade continuará a subir: metade dos entrevistados espera das seguradoras recomendadas maior ROE antes de impostos nos próximos três anos. A expansão para mercados emergentes é considerada pelos analistas como importante ou fundamental para elevar o rating.

Todos disseram que iniciativas de fusão e aquisição de seguradoras norte-americanas, europeias e japonesas nos mercados do Brasil, Rússia, Índia, China e México são importantes orientadoras para elevação do rating ao longo dos próximos três anos. A maioria (88%) dos analistas de seguro de vida disse que o crescimento orgânico nestes mercados é importante para também elevar o rating nos próximos três anos.

Universal Life e VGBL Saúde são expectativas do futuro presidente da Fenaprevi para 2013

Entrevista extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Em fevereiro de 2013, têm início a nova gestão da FenaPrevi, com Osvaldo de Nascimento, da Itaú Vida e Previdência, na presidência. Formado em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP e com mestrado na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, Osvaldo de Nascimento concede sua primeira entrevista como presidente eleito para o portal da CNseg.

Quais serão as prioridades de sua gestão?

Na realidade, a nova gestão da FenaPrevi, focada tanto no segmento de previdência privada quanto no de seguro de vida, vai dar continuidade ao plano diretor traçado na atual gestão, da qual eu também faço parte. Mas obviamente temos alguns vetores bastante relevantes. Um deles, sem sobra de dúvidas, é o da educação financeira do cidadão brasileiro, porque entendemos que, num cenário de juros baixos, as pessoas vão ter de reaprender a formar poupança de curto, médio e longo prazos. Além disso, elas terão de começar a entender, nesse novo quadro, um pouco melhor o papel do seguro e como se utilizarem dele. Também vamos tratar da divulgação do papel da previdência na formação de poupança voltada ao custeio da saúde, tendo em vista que a regulamentação do VGBL Saúde está entre as prioridades da Susep para 2013.

Outra questão importante que vamos tratar diz respeito à nova classe C. Para este público, temos a oferecer o seguro de Vida, o Universal Life e o microsseguro nos próximos anos. Mas temos a consciência de que estes cidadãos têm, no primeiro momento, pouca capacidade de poupança, apesar de estarem preocupados com a proteção, e aí estamos falando do microsseguro, que tem justamente o papel de preservar o pequeno patrimônio acumulado por essas pessoas e assegurar continuidade da ascensão social. Depois, por conta do processo de ascensão social, o mercado deverá ser cada vez mais criativo em termos da oferta de produtos mais adequados ao conjunto da sociedade.

Quais as perspectivas do mercado para 2013?

Nós estamos em um cenário de relativa estabilidade econômica, com juros razoavelmente baixos e inflação estável, apesar de permanecer em um patamar ainda alto. Para 2013, mantido este cenário, o crescimento do PIB será o fator mais relevante para a expansão do nosso mercado. Isso porque a previdência e os seguros de vida acompanham tradicionalmente a desenvoltura do PIB. Se a economia não cresce, nosso mercado também tem desaceleração.

Outro fator importante é a baixa taxa de desemprego. Ou seja, quanto mais pessoas ocupadas, melhor é o nosso desempenho. Isso pode ser demonstrado com as reservas técnicas de previdência, que cresceram na faixa de 29% no ano passado.

Por fim, os juros baixos contribuem também para maior diversificação dos investimentos e são favoráveis para nosso mercado, já que, nessa revisão de portfólio, é provável que parte dos investidores decida alocar mais em previdência, desde que haja também um prêmio maior por essa imobilização de recursos. Em isso ocorrendo, imaginamos que teremos um ano muito similar ao de 2012, com uma taxa de crescimento de dois dígitos novamente.

A propósito, qual sua estimativa de crescimento do setor em 2012?

O ano foi bom, sobretudo para previdência, que teve um crescimento da ordem de 29%. No seguro de pessoas, repetiu-se o crescimento médio dos anos anteriores. Vale lembrar que, embora haja uma vinculação direta com a renda das pessoas, o mercado de vida não cresce na mesma proporção, em virtude da falta de educação financeira para o consumo de produtos de seguros de pessoas. Com isso, mesmo que o trabalhador esteja empregado e tenha renda adequada, isso não quer dizer que ele busque sua proteção e de sua família de forma adequada, exceto em situações muito específicas. Um bom exemplo é o avanço do seguro prestamista, que está associado à expansão das operações de crédito e ao endividamento das pessoas. Mas não há dúvidas de que os seguros de pessoas têm espaço para crescer bastante na dimensão familiar, apesar de, até agora, permanecer aquém de seu potencial. De qualquer forma, à medida em que a taxa de desemprego continue reduzida, as pessoas vão se preocupar em fazer seguros para cuidar da manutenção de seu patrimônio. Nesse sentido, a educação financeira é estratégica para levá-lo a pensar em proteção familiar e, consequentemente, em seguros de pessoas.

O plano regulatório preocupa?

A formação de poupança de longo prazo (leia-se previdência privada) está condicionada a algumas premissas, como educação financeira, inflação controlada e, sobretudo, estabilidade de regras. Mantidos estes pré-requisitos, o cidadão passa a olhar para o futuro em certo momento e a fazer reservas para custear suas despesas a mais longo prazo. Então, qualquer instabilidade de regra faz ruir a confiança das pessoas e são necessárias duas ou três décadas para recuperar o prumo dos negócios. Em razão disso, nossa conversa com o governo tem sido na direção de destacar a importância da estabilidade de regras para a evolução dos investimentos de longo prazo. É óbvio que a legislação do mercado pode e deve ser aperfeiçoada. Mas, acima do aperfeiçoamento, a estabilidade é fundamental, sobretudo para uma sociedade traumatizada com longos períodos de inflação e volatilidade de regras no passado.

E não há dúvidas de que estamos evoluindo bem nessas conversas com o governo. Após a regulamentação do microsseguro, deveremos ter a legislação do VGBL Saúde aprovada ainda este ano e podemos até considerar factível que ocorra o marco regulatório do Universal Life, que pode ser feito pela Susep sem grandes problemas.

Qual o cenário esperado pelo senhor no plano macroeconômico no próximo ano?

Esperamos um crescimento do PIB mais compatível com a pujança de nossa econômica. E este crescimento tem também relação direta com a atração investimentos de longo prazo. O governo está consciente disso e sabe que o País precisa atrair recursos de longo prazo para eliminar gaps em sua infraestrutura, e o mercado de previdência pode contribuir crescentemente, na condição de investidor institucional. E este processo será mais vigoroso quanto melhor for o processo de educação financeira do cidadão e sua ênfase aos investimentos de longo prazo.

E os juros básicos…

Os juros podem ficar na faixa de 7,25% durante todo o ano ou podem mesmo cair para o piso de 6,5%, já que não houve a reação esperada da economia.

Desestatização do IRB Brasil Re é publicada pelo CND; sai Tesouro e entra BB Seguros e Fundo Caixa Barcelona

Segue a íntegra da Resolução nº 3, de 16 de janeiro de 2013. Ao longo do dia vamos correr atrás das opiniões de pessoas envolvidas para avaliar as medidas tomadas pelo Conselho Nacional de Desestatização (CND). Sai o Tesouro, que detinha o controle do principal ressegurador local do Brasil e entra a BB Seguros Participações e o Fundo de Investimento em Participações Caixa Barcelona. Bradesco e Itaú permanecem como acionistas.

Íntegra

Dispõe sobre o aumento de capital, o preço das ações de emissão do IRB-Brasil Re para fins de subscrição no aumento de capital, a oferta de ações aos empregados, conforme prevê o art. 28 da Lei nº 9.491/97, inclui preceito à Resolução CND nº 3/2011, de 07.04.2011, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO – CND, no uso da prerrogativa estabelecida no § 4º do art. 5º da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, e com fulcro no art. 12 do Decreto 2.594, de 15 de maio de 1998, Considerando que a Resolução CND nº 3, de 7 de abril de 2011, retomou o processo de desestatização do IRB-Brasil Re, alterou a modalidade operacional para que a desestatização seja realizada de acordo com o disposto no inciso III do art. 4º da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, e aprovou as condições para a desestatização, resolve, ad referendum do colegiado:

Art. 1º Autorizar a realização de aumento de capital do IRBBrasil Re em montante equivalente a no mínimo 2% e no máximo 15% de seu capital social.

Art. 2º No aumento de capital do IRB-Brasil Re, a União renunciará, na totalidade, ao exercício do seu direito de preferência na subscrição de ações.

Art. 3º O preço de cada ação para fins de subscrição das ações no referido aumento de capital é R$ 2.577,00.

Art. 4º O acordo de acionistas a que se refere o art. 4º, I, b, da Resolução CND nº 3, de 7 de abril de 2011, deverá ser celebrado entre a União, o BB Seguros Participações S.A, o Bradesco Auto Re – Companhia de Seguros, o Itaú Seguros S.A, o Itaú Vida e Previdência S.A e o Fundo de Investimento em Participações Caixa Barcelona.

Art. 5º Na conversão de ações a que se refere o art. 4º, I, a, da Resolução CND nº 3/2011, cada ação preferencial equivalerá a uma ação ordinária.

Art. 6º Além dos poderes societários especiais previstos no art. 4º, I, c, da Resolução CND nº 3, de 7 de abril de 2011, decorrentes da ação de classe especial (golden share) a ser subscrita exclusivamente pela União, serão incluídos os seguintes poderes:

I – definição das políticas de subscrição e retrocessão, representadas por normas de caráter geral, sem indicação individualizada de negócios, devendo esse direito ser exercido de forma a se buscar o equilíbrio econômico-financeiro das carteiras correspondentes, salvo disposição expressa em acordo de acionistas do qual a União faça parte; e

II – operações de transformação, fusão, incorporação e cisão que envolvam o IRB-Brasil Re, que possam implicar perdas de direitos atribuídos à golden share.

Parágrafo Único – Não estão sujeitas ao art. 4º, I, c, 3, da Resolução CND nº 3, de 7 de abril de 2011, as transferências de ações que sejam realizadas em conformidade com acordo de acionistas do qual a União faça parte.

Art. 7º Serão ofertados aos empregados e aposentados, a que se refere o § 1º do art. 4º da Resolução CND nº 3/2011, 10% (dez por cento) das ações representativas do capital social do IRB-Brasil Re, que estejam sob a titularidade da União Federal antes da realização do aumento de capital. A liquidação financeira desta oferta está condicionada à eficácia do aumento de capital do IRB-Brasil Re.

Parágrafo Primeiro. O preço de cada ação para fins de aquisição na oferta de ações aos empregados e aposentados será de R$ 2.319,30 por ação, calculado após o deságio de 10% (dez por cento), em relação ao preço de emissão para fins de subscrição de ações no aumento de capital do IRB-Brasil Re.

Parágrafo Segundo. Cada empregado ou aposentado poderá adquirir, no máximo, 39 (trinta e nove) ações.

Parágrafo Terceiro. Não haverá rateio de sobras, e as ações não adquiridas continuarão a ser propriedade da União.

Parágrafo Quarto. O prêmio previsto na alínea h do inciso IV do art. 4º da Resolução CND nº 03/2011, que incidirá sobre o preço de emissão da ação para fins de subscrição no aumento de capital, será equivalente à rentabilidade do IPCA mais 2,7338% a.a.

Parágrafo Quinto. Fica vedada a utilização de clube de investimento ou qualquer outro tipo de intermediário na aquisição das ações, bem como não será possível a utilização, pelos empregados, do saldo de suas contas mantidas junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS.

Art. 8º O aumento de capital previsto no inciso V do art. 4º da Resolução CND nº 3/2011 deverá observar a Resolução do Conselho Monetário Nacional – CMN nº 2.723, de 1º de junho de 2000, com a redação determinada pela Resolução CMN nº 4.062, de 29 de março de 2012;- a Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados nº 166, de 17 de julho de 2007; a Circular da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP nº 298, de 18 de julho de 2005; e a Lei nº 12.529, de 30 de novembro de 2011.

Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

Fernando Damata Pimentel

Porto Seguro divulga assistência a bikes em rádios de SP e RJ

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A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) iniciou em janeiro uma ação de divulgação do Porto Socorro Bike, conjunto de serviços de assistência a bicicletas oferecido, gratuitamente, aos segurados de automóvel da Companhia. As peças promocionais serão veiculadas em rádios das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo Jaime Soares, gerente de Auto da Porto Seguro, “a ação tem como objetivo tornar mais conhecido e utilizado o benefício de assistência a bikes, que nossos segurados podem aproveitar de forma gratuita. Há pouco mais de três anos, quando o Porto Socorro Bike foi lançado, já buscávamos auxiliar os segurados que tinham o hábito de usar a bicicleta, para que, em uma eventual necessidade, nosso cliente tivesse a comodidade de receber a assistência com a mesma qualidade e agilidade com que ele tem na assistência ao seu carro. Hoje com o incentivo ao uso das bicicletas, a necessidade de apoio ficou ainda mais frequente. ”.

O Porto Socorro Bike oferece assistência 24 horas para a manutenção ou remoção da bicicleta do segurado, na Grande São Paulo, Rio de Janeiro e Baixada Santista, nas seguintes situações:

Pneu furado, com o devido reparo ou troca da câmara de ar (aros 20”, 24” e 26”);
Quebra da corrente e sua emenda ou troca;
Falta de freios, com os respectivos ajustes ou troca dos cabos e sapatas (excluídos freios a disco);
Quebra ou acidente com a bicicleta, garantindo o transporte e carona até o domicílio do segurado;
Montagem de uma nova bicicleta, mediante apresentação da nota fiscal ou do manual, garantia ou embalagem.

Os atendimentos podem ser solicitados pelos clientes por meio do telefone 3366-BIKE (o mesmo que 3366-2453). Além dos spots de rádio, a campanha de divulgação do Porto Socorro Bike deve incluir ações em parques e ciclovias nas cidades de São Paulo, São Caetano do Sul, Rio de Janeiro, Guarujá e Praia Grande.

“Se você fizer a sua parte certo, tudo vai dar certo”, diz seu Osvaldo

Belo vídeo produzido pela Liberty Seguros, seguradora oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™. Outros já foram lançados, como o da dona Val, segurança do Pacaembu, o Estádio Municipal Roberto Machado de Carvalho, em São Paulo, há cinco anos. Agora é a vez do seu Osvaldo, um taxista que há anos vem aprendendo inglês com os clientes. “Eles falam e eu escrevo mais de 50 vezes e assim aprendo”, diz. Ele quer praticar mais o idioma para poder ganhar “money” com os estrangeiros que visitarão o país durante os mundiais esportivos. Um fofo!

O terceiro vídeo da série mostra os profissionais responsáveis por contribuir com a realização do maior evento esportivo do planeta. “Pra pessoa aprender não tem idade, e o inglês já fez muita diferença na minha vida”, comenta o motorista, que estuda o idioma há três anos. O vídeo pode ser acessado no canal oficial da Liberty no Youtube.

O taxista foi escolhido para ser personagem do vídeo por ser um profissional de extrema importância no dia-a-dia das cidades brasileiras e, principalmente, durante a Copa do Mundo. O Brasil está entre as maiores frotas de táxis do mundo, São Paulo conta com 33 mil e Rio de Janeiro com 32 mil.

A campanha é realizada em parceria com a Revista Placar e idealizada pela agência CUBOCC e os vídeos pela produtora ICELAND. A Liberty Seguros é a única empresa do setor de seguros com patrocínio da Copa do Mundo da FIFA de 2014™ no Brasil, em programa que abrange os 64 jogos da Copa do Mundo FIFA 2014™ e os 16 jogos da Copa das Confederações da FIFA de 2013.

Saúde está entre os principais riscos globais, revela estudo

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O mundo está mais arriscado com os efeitos da crise financeira, num período de eventos climáticos extremos, segundo o relatório Riscos Globais 2013 do Fórum Econômico Mundial, realizado com contribuições da Marsh & McLennan Companies, Swiss Reinsurance, Zurich Insurance Group, Oxford Martin School (Universidade de Oxford) e da Universidade Nacional de Cingapura do Centro Wharton de Gerenciamento de Riscos (Universidade da Pennsylvania). O estudo, resultado de uma pesquisa com mais de 1 mil especialistas e líderes empresariais, realça as severas disparidades de renda acompanhadas por desequilíbrios fiscais crônicos. Esses são os dois principais riscos globais atualmente que reflete as preocupações sobre as dívidas governamentais, segundo o estudo.

Na sequência de um ano marcado por condições meteorológicas extremas, do furacão Sandy às cheias na China, o aumento das emissões de gases de efeito estufa é considerado o terceiro maior risco global, enquanto a incapacidade de adaptação à mudança climática foi vista como o risco ambiental com maiores efeitos de contágio para a próxima década. “Estes riscos globais são essencialmente um alerta de saúde em relação aos nossos sistemas mais críticos”, afirma Lee Howell, editor do relatório e Diretor-Executivo do Fórum Econômico Mundial. “A resiliência nacional aos riscos globais necessita ser uma prioridade, para que os sistemas críticos possam continuar a funcionar, apesar de grandes alterações”, acrescentou.

Segundo Axel P. Lehmann, diretor de análise de riscos do Zurich Insurance Group, diante do custo crescente de acontecimentos como o furacão Sandy, as gigantescas ameaças aos “países-ilhas” e às comunidades costeiras, e sem resolver a questão das emissões de gases de efeito estufa, as evidências são claras. “Chegou o momento de agir”, diz.

Principais riscos analisados no relatório Riscos Globais 2013:

1. Saúde

Enormes avanços no campo da saúde deixaram o mundo perigosamente complacente. A crescente resistência a antibióticos pode empurrar os sistemas de saúde para um colapso, enquanto um mundo hiperconectado facilita a disseminação de pandemias. Este risco estabelece as relações entre resistência aos antibióticos, doenças crônicas e o fracasso do regime internacional de direitos de propriedade intelectual, recomendando maior colaboração internacional e modelos de financiamento diferentes.

2. Economia e Ambiente sob Estresse

Riscos socioeconômicos estão fazendo derrapar os esforços para ultrapassar os desafios colocados pela mudança climática. Num momento em que as mudanças estruturais estão acontecendo na economia e no ambiente, esta questão requer novas abordagens para que sejam realizados os investimentos estratégicos necessários para evitar os piores cenários de ambos os sistemas.

Para John Drzik, presidente executivo do Oliver Wyman Group, da Marsh&McLennan Companies, as duas tempestades – a ambiental e a econômica – encontram-se em rota de colisão. Se não alocarmos os recursos necessários para mitigar o risco crescente dos eventos climáticos severos, a prosperidade global das gerações futuras pode estar ameaçada. “Os líderes políticos e empresariais e os cientistas devem unir-se para a gestão destes riscos complexos”, afirma.

Segundo David Cole, diretor de análise de riscos do grupo Swiss Re, lidar com as crises econômicas e de mudança climática infelizmente não é visto como uma continuidade, mas como escolhas opostas. “O conceito que tem ganhado terreno é que não podemos ter soluções para as duas. Mas precisamos ir além desta abordagem reducionista. Então, por considerarmos uma abordagem holística das situações como o gerenciamento de risco inteligente, devemos ter essa atitude em relação aos desafios econômicos e de mudança climática que estamos enfrentando”, diz.

3. Crises Digitais

Da imprensa à Internet, sempre foi difícil prever como as novas tecnologias vão moldar a sociedade. Apesar de muitas vezes constituir uma força para o bem, a democratização da informação também pode ter consequências voláteis e imprevisíveis, como se reflete nos tumultos provocados pelo filme anti-islâmico postado no YouTube. Enquanto o papel tradicional da mídia como guardiã encontra-se em erosão, este caso mostra como a conectividade possibilita que as crises digitais se espalhem e coloca a questão do que se pode fazer para evitar isso.

A íntegra do relatório pode ser vista no site www.weforum.org/globalrisks2013. O relatório descreve 50 riscos globais e agrupa-os em categorias econômicas, ambientais, geopolíticas, sociais e tecnológicas, a que foi pedido que fossem classificados em termos de possibilidade e impacto. Os dados mostram que os jovens que responderam estavam mais preocupados com os riscos do que as pessoas mais velhas, revelando também que as mulheres são mais pessimistas do que os homens. Numa base regional, os especialistas da América do Norte tenderam a ver mais riscos do que os de outras regiões.

AGCS é a décima terceira resseguradora local no Brasil

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A Allianz Global Corporate & Specialty AG (AGCS) recebeu da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) a licença de ressegurador local no Brasil. A AGCS Brasil inicia suas operações com a inauguração de dois escritórios no país, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Como resseguradora local, a AGCS Brasil pretende dobrar o seu faturamento, que hoje é de R$ 200 milhões, até 2015.

A AGCS Brasil chega com uma posição financeira robusta no mercado local. A AGCS Brasil recebeu rating global A – (perspectiva ‘estável’) e um rating local AAA (perspectiva ‘estável’) da agência internacional de rating Standard & Poor’s. O rating soberano brasileiro atinge o rating global A –, o que significa que a AGCS Brasil opera com a mais alta classificação possível de solidez financeira neste mercado.

A meta no mercado brasileiro, que representa cerca de 50% do mercado potencial para a AGCS na América do Sul, será alcançada por meio da cooperação com todas as seguradoras do mercado. Com isso, o Brasil será o centro das operações nesta região e irá alavancar a expansão da AGCS em toda a América do Sul. O objetivo é faturar na região em torno de 900 milhões de reais até 2015.

“Queremos triplicar nossas receitas em mercados emergentes nos próximos cinco anos e o Brasil é um mercado muito importante para a estratégia de crescimento”, diz o CEO Global da AGCS, Axel Theis. “Ter uma unidade local é essencial para atender aos nossos clientes e expandir as operações em outros mercados da América do Sul”.

O anúncio das operações como resseguradora é acompanhado da abertura de dois escritórios locais no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). O presidente para o Brasil é o executivo Ângelo Colombo, que lidera os negócios no País desde 2009. Para ele, a demanda do mercado brasileiro é impulsionada, principalmente, por grandes investimentos em infraestrutura – portos, aeroportos, energia elétrica e outros –, além do aumento das atividades de perfuração de petróleo offshore. “Contamos ainda com um número cada vez maior de empresas brasileiras que pretendem competir em mercados globais, aumentando a demanda também por programas de seguros internacionais”, diz Colombo.

Para desenvolver com sucesso a operação local, a AGCS irá atuar em conjunto com todas as seguradoras e corretores corporativos no mercado brasileiro. “Nossa equipe é completa. Temos especialistas no mercado brasileiro e também executivos de fora do país com experiência global comprovada. Assim, atendemos de forma eficiente os nossos clientes no Brasil, pois aplicamos os padrões da indústria global orientados pelas práticas locais”, diz Drault Ernanny, vice-presidente executivo da AGCS no Brasil.

Sobre a Allianz Global Corporate & Specialty

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) é uma marca dedicada da Allianz SE para empresas e clientes de seguros de riscos especiais. A AGCS fornece seguros e consultoria de gestão de risco em todo o espectro de negócios de transporte, aviação e corporativos, incluindo Energia, Engenharia, Linhas Financeiras, Seguro de Responsabilidade Civil, Propriedade e Programas de Seguros Internacionais.

A Allianz Global Corporate & Specialty opera em mais de 150 países por meio da rede do Grupo Allianz e de parceiros. A empresa conta com mais de 3.000 pessoas, e fornece soluções de seguro para mais de metade das empresas Fortune Global 500, com um faturamento de €4,9 bilhões brutos em todo o mundo (2011). A Allianz Global Corporate & Specialty tem um Rating de Solidez Financeira AA (‘Muito Forte’) da Standard & Poor’s e de A + (‘Superior’) da A.M. Best. Para mais informações, visite o site www.agcs.allianz.com.

Tempo Assist tem 300 vagas abertas

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Devido a forte expansão de suas operações em 2012 principalmente nas Unidades Assistência, Odonto e Saúde, a Tempo Assist, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde, inicia o ano oferecendo 300 vagas para analistas de atendimento em Barueri (SP).

Os profissionais irão atuar no departamento de call center da companhia, e serão responsáveis por efetuar o atendimento telefônico, fornecendo informações, esclarecendo dúvidas e orientando os usuários dos serviços do Grupo Tempo Assist quanto ao uso dos produtos e serviços da empresa, além de executar procedimentos operacionais.

Os contratados terão direito a assistência médica, odontológica, residencial, seguro de vida, auxílio creche-babá, convênio farmácia, vale transporte e refeição, além de direito a cesta básica e acesso ao ambulatório no local de trabalho.

Para participar do processo de seleção, o profissional precisa ter o seguinte perfil: idade superior a 18 anos, ensino médio completo ou cursando. A jornada de trabalho é em escala 6×1 (seis dias trabalhados por semana e direito a uma folga). Os contratados passarão por treinamento de 15 dias para que possam, posteriormente, iniciar as atividades dentro da empresa.

Os novos funcionários da Tempo Assist contarão ainda com a oportunidade de crescimento profissional e pessoal dentro da companhia, formada por um time que privilegia a excelência em um ótimo ambiente de trabalho. Apenas em 2012, de todas as vagas abertas na companhia, 30% foram preenchidas por colaboradores vindos das próprias centrais de atendimento.

Os interessados em participar do processo de seleção devem enviar seus respectivos currículos para o e-mail: recrutamento.central@tempoassist.com.br

Sobre a Tempo Assist

Empresa de capital aberto listada no Novo Mercado da BM&FBovespa, a Tempo Assist é uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguro saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde. Sua missão é assegurar o bem-estar dos clientes, oferecendo a melhor experiência de atendimento, por meio de seu time e parceiros. A Companhia administra redes pulverizadas em cada um de seus negócios, contabilizando mais de 50 mil prestadores de serviços em todo o Brasil. Isso só é possível graças à sólida estrutura composta por profissionais especializados e sistemas sofisticados, que acompanham a evolução do mercado.

www.tempoassist.com.br

Seguro é visto como essencial, mesmo diante da crise (ou pela crise)

Muito interessante essa pesquisa da GFK patrocinada pela Zurich. Vale a pena ter na memória. Nem sei citar a fonte deste texto de tanto copy cola que tem na web. Mas acredito que seja um release.

Os europeus continuam preocupados com a crise econômica. Segundo uma pesquisa encomendada pelo Zurich Insurance Group, quando se trata de reduzir as despesas, eles preferem cortar do orçamento gastos com jantares fora de casa, férias e roupas. Ao contrário de seguros, educação e renda, que são vistos como essenciais. O levantamento, divulgado esta semana, foi realizado em sete países europeus pela empresa especializada em pesquisa de mercado GfK a pedido da Zurich.

A crise econômica é considerada mais preocupante para pessoas em países na região do Mediterrâneo. Cerca de 70% dos entrevistados em Portugal, 65% na Itália e 59% na Espanha estão muito preocupados com a atual crise financeira. Por outro lado, em países como Áustria (44%) e Alemanha (38%) o percentual é significativamente menor. Os russos (31%) e suíços (28%) são os menos interessados na crise econômica.

A pesquisa também verificou o receio da perda de emprego. As populações mais receosas estão na Rússia, Portugal e Itália, onde uma em cada sete pessoas estão com medo de perder o emprego, e na Espanha, onde o índice chega a uma em cada seis. Na Alemanha e na Suíça, o índice chega a menos de 5% e na Áustria apenas 1% dos entrevistados têm medo de serem despedidos.

Corte de gastos Os suíços, alemães e russos dizem que são mais susceptíveis a reduzir seus custos para jantar fora, caso necessitem cortar seu orçamento familiar. Os austríacos, portugueses e espanhóis afirmaram que iriam diminuir gastos com viagens e os italianos gastariam menos com itens de vestuário e moda. Um quarto dos suíços, alemães e russos e quase um terço dos austríacos estariam dispostos a pagar menos para despesas com carro ou moto. No entanto, eles são muito relutantes em cortar despesas com educação, seguros e aluguel, vendo-os como essenciais ao invés de despesas de luxo.

Prioridades

Os entrevistados de todos os países concordam que, apesar da crise econômica, a necessidade de uma boa cobertura de seguro não mudou. Mais de 91% dos entrevistados nos países mediterrâneos e da Suíça manteriam o seu seguro mesmo quando forçado a cortar o orçamento familiar. E mesmo na Rússia, onde o maior percentual de entrevistados disse que cortaria custos de seguro, apenas 18% o fariam.

A maioria dos russos e espanhóis não economiza em seu seguro de carro. Muito pelo contrário, são os austríacos os mais propensos a reduzir o seguro de carro se tiveram que economizar em custos de seguros. Para os italianos, seguro de acidentes é a cobertura mais importante, enquanto os portugueses valorizam mais o seguro do lar e dos bens, e os suíços e alemães não querem abrir mão de sua cobertura de responsabilidade civil. Se eles tiveram que economizar em custos de seguro, os suíços, portugueses e alemães tendem a cortar o seguro de vida, o espanhol o seguro saúde e os russos e italianos nos seguros contra roubo e incêndio.[1]

Previdência privada No atual cenário, um terço dos suíços e austríacos considera a provisão proveniente de previdência privada importante e investe em seguro de vida ou em um plano de previdência privada. 36% dos portugueses e cerca de um quarto dos alemães, russos e espanhóis consideram importante ter previdência, apesar de dizer que eles não têm dinheiro sobrando para isso. Um em cada três italianos ainda não considerou ter um plano de previdência privada. Um quinto dos alemães e russos e um quarto dos espanhóis estão com medo que a sua provisão proveniente da previdência privada não será suficiente. Os suíços (8%) são os menos preocupados com isso.

Falha humana ainda é a principal causa de perdas náuticas, aponta estudo da Allianz

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Um ano após o acidente com o Costa Concórdia na Itália, um estudo da Allianz revelou que foram reportadas 106 perdas de navios até 25 de novembro de 2012 em todo o mundo. O relatório destaca que o erro humano continua a ser uma das principais causas dos acidentes e que a fadiga, formação inadequada dos tripulantes, bem como as pressões econômicas, são motivos de preocupação.“Em algumas empresas, especialmente nos setores de carga a granel e petróleo, há poucos recursos para a manutenção das embarcações e treinamentos”, justifica o chefe de marinha de casco da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Sven Gerhard.

Para diminuir esses riscos, algumas regulamentações focaram na fragilidade humana, como foi o caso da Convenção do Trabalho Marítimo, que entra em vigor neste ano e trata do bem-estar e das condições de trabalho no mar. Já as principais montadoras de embarcações de passageiros implantaram procedimentos próprios em conjunto com a Associação internacional de Linhas de Cruzeiros e o Conselho Europeu de Cruzeiros que vão além dos requesitos de segurança internacionais.

No relatório anual “Safety and Shipping Review” a AGCS destaca a evolução da segurança do transporte em 2012. O ano foi marcado por duas grandes perdas: o Costa Concordia, em 13 de janeiro, e o Rabaul Rainha, em 2 de fevereiro, que causaram diversas mortes. O estudo completo está disponível em inglês no site http://www.agcs.allianz.com/about-us/news/agcs-safety-and-shipping-review-2013/

Principais destaques do estudo

Em 2012, houve um acréscimo de 91 navios perdidos em relação ao ano anterior, mas o número ainda é 27% menor que a média anual de 146 embarcações nos últimos dez anos.

O naufrágio (afundamento ou submersão) foi a causa mais comum das perdas no ano passado (49%), seguido de soçobramento ou encalhe (22%).

As colisões, tais como a que envolveu o Baltic Ace e o Corvus J, no início de dezembro de 2012, responderam por um número relativamente pequeno de perdas (6%).

Com 30 perdas reportadas, houve o dobro de acidentes marítimos concentrados nos mares do sul da China, sudeste de Ásia , Indonésia e Filipinas. As perdas de navios também foram mais frequentes no leste do Mediterrâneo e no Mar Negro (15 perdas em 2012) e nas áreas em torno do Japão, da Coreia e norte da China (10 perdas).