Prudential do Brasil amplia canal de vendas ao fechar parceria com Grupo Case

Release

A Prudential do Brasil Seguros de Vida recorreu a uma parceria com o Grupo Case Benefícios e Seguros para elevar as vendas dos seguros de vida individual. O Grupo Case é especializado na administração de benefícios e corretagem de seguros e assessoria a empresas de médio e grande porte já prestava serviços à Prudential do Brasil desde 2012, segurando a frota de carros da companhia. O anúncio acontece uma semana após a seguradora firmar parceria também com a XP Investimentos.

A parceria entre as duas empresas irá complementar a venda dos produtos da Prudential, que até então eram comercializados exclusivamente por cerca de 600 corretores franqueados, chamados Life Planner, especializados em venda consultiva personalizada e baseada nas necessidades de cada cliente. “Esta parceria oferece a oportunidade de expandir as nossas operações e oferecer proteção a mais famílias brasileiras. Um parceiro como o Grupo Case compartilha dos nossos valores e filosofia empresarial. Estamos seguros de que, com o Grupo Case, garantiremos a qualidade de atendimento, marca registrada da Prudential”, afirma o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.

O atendimento e venda serão realizados pela corretora do Grupo Case, enquanto outros processos serão inteiramente realizados pela Prudential. Por exemplo, a Prudential continuará a gerenciar o processo de subscrição de risco, em que é feita a análise dos riscos (saúde física, financeira, esportes ehobbies, entre outros dados) antes da emissão da apólice. Esse processo prévio permite que a seguradora aja com rapidez na regulação do sinistro e no pagamento do benefício – em média cinco dias úteis após a entrega da documentação completa.

Para o Grupo Case, a parceria representa uma oportunidade inédita de continuar a levar soluções e produtos de qualidade às empresas clientes, seus executivos e colaboradores, contribuindo para aumentar o poder de atratividade e retenção de talentos através dos departamentos de Recursos Humanos de seus parceiros. “Para nós, também é uma honra trabalhar em parceria com uma empresa reconhecida no Brasil por sua solidez e atendimento ao cliente e cujos valores e integridade são fundamentais”, disse Rafael Sampaio da Motta, CEO do Grupo Case Benefícios e Seguros.

A Prudential do Brasil, que vem apresentando um ritmo de crescimento médio anual de 25%, atravessa um momento de oportunidades e otimismo. É a primeira seguradora independente (não ligada a banco) no ranking nacional de Planos Individuais de Seguros de Pessoas e segunda na posição geral, com 12,7% de market share, segundo dados de janeiro a outubro de 2012 da Susep, órgão que regula o mercado de seguros no País.

Bradesco Seguros é a segunda colocada no ranking da The Banker

A Bradesco Seguros está com tudo. Além do presidente Marco Antonio Rossi deter mais de 800 votos em um dia de votação do empresário da Semana, promovido pela Brasil Econômico (seus concorrentes tem menos de 20 votos), a seguradora foi a segunda colocada mundial no ranking “The Banker/Brand Finance Banking 500” que avalia as 500 marcas globais mais valiosas de instituições financeiras. O Bradesco foi a primeira instituição bancária da América Latina pelo quinto ano consecutivo e aparece na 16ª colocação mundial, com US $ 13,610 bilhões em valor de marca. O Itaú Unibanco, vem em segundo, com valor de marca de US$ 12,442 bilhões, na 18ª posição, e o Banco do Brasil, o 22º mais bem colocado, com valor de US$ 9,883 bilhões. O Banco Bradesco também foi o terceiro em “instituições de varejo”. No âmbito geral, o Brasil caiu uma posição na edição de 2013, com apenas oito bancos listados, com US$ 37,9 bilhões em valor de marca, superado por Estados Unidos, Reino Unido e França.

Susep afirma que seguradoras terão sistema de solvência mais robusto

Comunicado

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), em reunião realizada dias 29 e 30 de janeiro, aprovou o conjunto de resoluções propostas pela Susep (Superintendência de Seguro Privados) que completam a regulação dos requerimentos de capital do mercado supervisionado pela autarquia – seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta. Trata-se de um arcabouço de normas que contribuirão para o estabelecimento de um sistema de solvência mais robusto, trazendo mais segurança para os consumidores e colocando o Brasil em linha com as melhores práticas internacionais de supervisão baseada em risco.

As principais novidades foram o estabelecimento dos critérios de apuração dos capitais de risco de subscrição, para as operações de vida e previdência e de títulos de capitalização, e do risco operacional, além da obrigatoriedade de apuração do risco de mercado até 2014. Adicionalmente, houve modificação na forma de cálculo do capital mínimo requerido, que passa a ser o maior valor entre o capital base e o capital de risco. A autarquia também passou a admitir que as empresas submetam critérios próprios de cálculo do capital para prévia autorização pela Susep.

Resultado do Itaú com seguridade representa 14% do lucro no 4o. trimestre

O lucro do maior banco privado brasileiro foi de R$ 14 bilhões em 2012, um declínio de 4,1% em relação a 2011. Considerando o resultado contábil, o lucro líquido trimestral foi de R$ 3,4 bilhões e o anual foi de R$ 13,5 bilhões – beneficiado pela venda da participação do banco na Serasa. Em seguridade, o banco informa que lucro líquido no quarto trimestre de 2012 atingiu R$ 491,3 milhões, ou 14% do total do lucro líquido recorrente do conglomerado. No ano, o resultado de seguros chegou a R$ 2,9 bilhões em 2012, 10% acima dos R$ 2,7 bilhões de 2011. Desse valor trimestral, previdência responde por R$ 270 milhões, seguros por R$ 151 milhões e capitalização por R$ 69 milhões, mantendo quase a mesma proporcionalidade para o resultado anual.

Em receitas (aparentemente o valor de prêmios não foi encontrado, apenas percentualmente, optando-se por divulgar provisões), Vida e previdência responde por 51% das vendas de seguros do grupo, seguido por 22,4% em garantia estendida, 15% em DPVAT, 6,5% em risco patrimonial e 4,5% em transportes. A associação com a Porto Seguros aparentemente não consta deste mix.

Segundo o quadro expectativas 2012, apenas seguros e crédito não atingiram a meta. Para seguros estava previsto crescimento entre 10% e 12% e o realizado foi de 8,5%. Em crédito, a meta era entre 14% e 17%, e o realizado ficou em 13%. Para 2013, a expectativa de crescimento com seguros é entre 11% a 14%. O Itaú entende como resultado as Receitas de Prestação de Serviços (+) Receitas de Operações de Seguros, Previdência e Capitalização (-) Despesas com Sinistros (-) Despesas de Comercialização de Seguros, Previdência e Capitalização.

Desaquecimento da economia influencia otimismo dos executivos com a indústria de seguros

Release

O otimismo dos executivos do mercado de seguros para os próximos meses é mantido, porém em uma menor proporção. É o que aponta o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) referente ao mês de janeiro de 2013. A medição registra 115,6, uma variação negativa de 3,6% em relação ao mês de dezembro, quando atingiu 119,9. “A queda no Índice é influenciada pela diminuição na taxa de crescimento da economia brasileira”, explica Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pelo cálculo do ICES.

Para 51% dos executivos do mercado de seguros o crescimento da economia brasileira será melhor nos próximos seis meses, enquanto 41% informaram ser igual e 8% pior. A amostragem de dezembro apontou uma proporção de 53% como melhor, 44% igual e 3% pior.

Conforme Galiza, o otimismo é estimulado pela expectativa quanto ao crescimento da receita das seguradoras (veja gráfico). Dos executivos entrevistados, 18% disseram que a rentabilidade será melhor nos próximos seis meses, 49% igual e, 33%, pior. Já quanto ao faturamento há uma pequena oscilação, em que 73% afirmaram acreditar que será melhor, em dezembro eram 77%; 22% igual, na edição anterior eram 23%, e 5% avaliaram que será pior.

Auto

No automóvel foi mantido o número de que 43% dos executivos entrevistados disseram que o faturamento do ramo será igual, mas houve queda quanto aos que acreditam que será maior, 38%, ante os 50% registrados em dezembro. Para 19% dos executivos o resultado será menor; em dezembro, esse número era de 7%.

“Especificamente no ramo de automóvel, a expectativa de crescimento da receita para 2013 continua mais otimista do que a taxa obtida em 2012, embora a margem de ganho tenha diminuído”, comenta Galiza.

Atualmente, cerca de 60 grupos seguradores já participam da elaboração do ICES.

Metodologia

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura com o objetivo de equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores precisam responder a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses. As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

Tokio Marine registra crescimento de 22% no ramo de Afinidades

Release

Em 2012, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, registrou crescimento de 22% na produção da Diretoria de Afinidades, na comparação com o mesmo período de 2011. O aumento expressivo na produção, que totalizou R$300 milhões, é atribuído a conquista de novos e importantes parceiros, como Leader, Banco Pan Americano, Lojas Guaibim e Lojas Saraiva.

“O foco da Companhia nas regiões Norte e Nordeste e o lançamento de novos produtos, como o seguro contra roubo de eletrônicos portáteis, também foram decisivos para a conquista dos excelentes resultados”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas.

Neste ano, o plano da Seguradora é manter o mesmo ritmo de crescimento. Para isso, serão promovidas ações de marketing em pontos de vendas. Outra iniciativa prevista para 2013 é a conclusão dos estudos sobre a atuação da Companhia no mercado de microsseguros, que tem grande potencial de penetração no Brasil.

O segmento vem crescendo exponencialmente e ganhando representatividade na carteira de seguros da Tokio Marine. Para atender as demandas e conquistar mais espaço nesse nicho de mercado, a Diretoria Comercial de Afinidades da Seguradora promove a formação de parcerias estratégicas de negócios, com o objetivo de oferecer seguros com soluções diferenciadas para grandes bases de clientes de empresas parceiras.

“Este conceito de negócio visa o reforço do relacionamento das empresas com seus clientes e a conquista de novos consumidores, para gerar receita adicional e aumentar o potencial de negócios”, explica o Diretor.

A parceria com a Tokio Marine permite às empresas agregar valor a seus produtos e serviços. Os clientes contam, ainda, com uma série de vantagens e diferenciais como os seguros de vida, desemprego, residência, proteção financeira, equipamentos portáteis, pneus, perda e roubo de cartão e muitos outros.

Uma das principais características do ramo de Afinidades é a customização do seguro para atender as necessidades do mercado consumidor. Entre os principais seguros oferecidos pela Tokio Marine estão residencial, prestamistas e acidentes pessoais, que são seguros comercializados a valores baixos. “A facilidade de contratação do seguro a preços bastante atrativos é outra vantagem assegurada pela Tokio Marine”, conclui Luciano Bezas.

Icatu Seguros lidera ranking de fundos de previdência

A Icatu Seguros liderou o ranking geral, que inclui todas as categorias, de fundos de previdência em 2012. Segundo levantamento da própria seguradora, com base nos dados da Anbima, o fundo Icatu Seg Brasil Total obteve o maior retorno do ano, 37,21% (líquida de impostos e das taxas cobradas, informa a Icatu). Primeiro fundo de previdência que utiliza a estratégia Portable Alpha, o nome Brasil Total foi escolhido pois seu desempenho no longo prazo está diretamente relacionado com o crescimento do país. O cenário ideal para o fundo é um crescimento sustentável do Brasil com taxa de juros baixa e bom desempenho da bolsa. Por isso, o Icatu Seg Brasil Total é focado em clientes com perfil agressivo e de longo prazo, que aceitam o risco Brasil de longo prazo através da alocação em títulos de inflação longos e exposições a bolsa.

Rossi, da Bradesco Seguros, concorre a executivo da semana no Brasil Econômico

Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, é um dos candidatos no concurso Personagem da Semana do jornal Brasil Econômico. Para votar, basta acessar o site do Brasil Econômico (www.brasileconomico com.br). A votação termina na próxima sexta-feira, 8, às 12h. O resultado será divulgado na segunda-feira, 11. O diretor presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, o presidente da CGI, João Baptista, o vice-presidente mundial de marketing de produtos para automóveis da Mercedes-Benz, Philipp Schiemer, e Severin Schwan, presidente global da Roche, também estão entre os finalistas.

Susep aprova normas sobre constituição de reservas técnicas

Comunicado oficial

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, esta semana, duas resoluções: uma que institui as novas regras de constituição das provisões técnicas; e outra que altera a Resolução CNSP Nº 226/10 com o objetivo de regulamentar todos os valores que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura de provisões técnicas por ativos garantidores.

A resolução que institui as regras de constituição das provisões técnicas consolida em um único normativo as disposições sobre as provisões técnicas das sociedades seguradoras (incluindo as companhias autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros), entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.

Baseado em princípios amplamente discutidos com o mercado supervisionado, o normativo unifica os conceitos de provisões técnicas aplicáveis às sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. Além disso, as alterações foram efetuadas concomitantemente com as alterações nas regras de capital de risco, haja vista a correlação e a interdependência dos temas.

Com relação à alteração da Resolução CNSP Nº 226/10, a norma incluiu, no rol dos ativos que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura, os depósitos judiciais e os custos de aquisição diferidos referentes às despesas diretamente relacionadas ao valor do prêmio comercial e diferidas de acordo com a vigência de cada risco.
Cabe ressaltar que essas duas resoluções tratam de princípios gerais. As regras mais específicas estarão dispostas nas Circulares Susep específicas.

Macedo, ex-Aon Affinity, tem a missão de revigorar a PanAmericana Seguros

E quem não lembra de José Macedo, que exportou a tecnologia desenvolvida por ele na Aon Affinity para vender seguro por meio de canais alternativos como contas de serviços e redes de varejo? Se não fosse a Aneel ter proibido a venda de seguros por meio da conta de luz, Macedo teria batido recordes sucessivos de metas impostas pela matriz de uma das maiores corretoras do mundo.

A estratégia se mostrou um sucesso tão grande do ponto de vista aceitação, que acabou gerando problemas para as concessionárias do serviço. Os clientes acabaram por comprar tanto seguro, que a conta de luz ficou cara e muitos deixavam de pagar. Diante da alta inadimplência, a Aneel proibiu a venda do seguro por meio das contas e estuda liberar novamente, porém com regras que limitem a oferta. Assim como no microsseguros, que limita a venda de apólices para clientes de menor renda quando ofertados por correspondentes bancários.

Ele, que inovou também na criação de produtos, trazendo até mesmo o seguro para cães para o Brasil, está de volta e promete transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. Foi contratado a peso de ouro pelo BTG Pactual, um dos acionistas do banco PanAmericano, controlador da seguradora. Ele sai da posição de corretor para atuar como segurador. Vamos aguardar para ver as novidades. Segue a íntegra do release distribuído pelo grupo.

Release

O executivo José Macedo acaba de assumir o cargo de CEO da PanAmericana de Seguros, subsidiária do Banco PanAmericano S. A., que tem como sócios a Caixa Econômica Federal e o BTG Pactual. “Minha missão é transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. É um desafio fascinante”, diz Macedo. Para isso, adotará diferenciais como o uso intensivo da tecnologia e a especialização das equipes de profissionais da seguradora especializadas em cada segmento de atuação. Macedo informa ainda que a empresa estuda parcerias para oferecer boas condições aos clientes.

O novo CEO da PanAmericana de Seguros tem o empreendedorismo e a inovação como principais marcas de sua trajetória profissional. Foi diretor da seguradora do Bradesco antes de criar, 15 anos atrás, uma corretora própria focada no mercado de autos e massificados que atraiu a parceria da maior corretora de seguros do mundo, gerando a Aon Pilar.

Com autorização de funcionamento obtida em 1965, a Panamericana de Seguros foi incorporada à divisão financeira do banco em 1999 e oferece seguros contra acidentes pessoais, vida e desemprego, modalidades com baixo índice de sinistralidade. Atualmente grande parte da venda das apólices do PanAmericano é obtida através desses produtos.

A iniciativa inovadora de Macedo de utilização de canais massificados de distribuição e de uma cadeia de negócios B2C permitiu que a população das classes C, D e E tivesse acesso a seguros e serviços de assistência e capitalização. O sucesso do modelo levou a empresa a expandir sua atuação para Argentina, Chile, Colômbia, Peru, México e Salvador. Hoje denominada Aon Affinity Latin America,ela reúne um portfólio com mais de 10 milhões de clientes ativos. “Tenho certeza de que obterei o mesmo êxito na PanAmericana Seguros”, ressalta José Macedo. “A chegada de Macedo ao grupo reforça o investimento que o PanAmericano tem feito para se consolidar no mercado de seguros”, observa o presidente do banco, José Luiz Acar.

Sobre o Banco PanAmericano

O PanAmericano (BPNM4) é um banco com foco na atuação em três segmentos: crédito ao consumidor, empresas e crédito hipotecário. Com portfólio extenso de produtos e serviços, está presente em todo o território nacional, com 192 pontos de venda exclusivos.