Tempo Assist anuncia joint venture entre sua unidade de assistências e a Multiasistencia

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A Tempo Assist, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde, anuncia a formação de uma joint venture entre sua unidade de Assistências Especializadas, a Tempo USS, e a companhia espanhola Multiasistencia S.A., líder na gestão de sinistros de apólices multirrisco mediante a reparação de sinistros na Europa. O acordo foi intermediado pelo escritório Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados.

A nova empresa, que será denominada Tempo Multiasistencia, irá atuar no mercado de seguros residenciais e de propriedades, realizando a gestão de sinistros de reparos de obras civis ou de consertos e manutenção de equipamentos danificados: um negócio inovador no Brasil.

Com a parceira, a Tempo USS – que possui mais de 18 anos de experiência, oferecendo um portfólio completo de assistências para veículos, residências, viagens e pessoas – dá mais um importante passo na sua estratégia de se consolidar como um prestador líder, diferenciado e completo no segmento de assistências especializadas no país.

“A união da expertise da Multiasistencia com a experiência e liderança da Tempo USS irá fazer com que a nova companhia ofereça serviços de ponta e de alto valor agregado ao mercado segurador, de construção civil e concessionárias de serviços públicos. Algo inédito no Brasil”, afirma Marcos Couto, CEO da Tempo Assist.

Segundo Javier Bartolomé, CEO da Multiasistencia, a chegada da companhia no país representa um momento histórico. “Acreditamos que não haveria melhor parceiro do que a Tempo Assist, por sua posição e liderança no mercado e complementariedade com as nossas fortalezas, para que iniciássemos nossas atividades no Brasil, oferecendo um modelo de negócio inovador e de êxito na Europa através da nossa estrutura e tecnologia que, em breve, estará à disposição de todos os clientes”, destaca o executivo.

Para Gibran Marona, Vice-Presidente da Tempo USS, este é um mercado com grande potencial e que estará no foco da nova empresa. “Atualmente no Brasil há 40 milhões de residências sem seguro. A Tempo Multiasistencia iniciará suas atividades operacionais no segundo trimestre de 2013 de olho neste segmento, e planeja assim consolidar ainda mais a liderança do Grupo Tempo Assist no mercado brasileiro no decorrer dos próximos anos”, diz o executivo.

Sobre a Tempo USS

Com mais de 18 anos de experiência, a unidade de Assistências Especializadas da Tempo Assist é parceira das principais seguradoras, financeiras e administradoras de cartões do país, oferecendo um portfólio completo de assistências para veículos, residências, viagens, pessoas, entre outras.

www.tempouss.com.br

Sobre a Tempo Assist

Empresa de capital aberto listada no Novo Mercado da BM&FBovespa, a Tempo Assist é uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguro saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde. Sua missão é assegurar o bem-estar dos clientes, oferecendo a melhor experiência de atendimento, por meio de seu time e parceiros. A Companhia administra redes pulverizadas em cada um de seus negócios, contabilizando mais de 50 mil prestadores de serviços em todo o Brasil. Isso só é possível graças à sólida estrutura composta por profissionais especializados e sistemas sofisticados, que acompanham a evolução do mercado.

www.tempoassist.com.br

Sobre a Multiasistencia

Fundada há 30 anos, a Multiasistencia é uma multinacional especializada na gestão e reparos de sinistros de residências, comércio e propriedades para empresas seguradoras, atividade na qual mantém hoje a liderança nos três países em que opera, registrando participação de mercado de 35% na Espanha, França e Portugal, gerindo mais de 700 mil serviços (sinistros, reparações, etc.), para as principais seguradoras e concessionárias de serviços europeias.

www.multiasistencia.com

Do que o gerente de risco tem medo? A AGCS, do grupo Allianz, responde

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) divulgou ontem o estudo Allianz Risk Barometer 2013, que fala sobre os principais riscos em 2013 do ponto de vista de 529 gerentes de riscos de 28 países. Entre os mais temidos temos interrupção de negócios, com problemas com a cadeia de suprimentos, liderando a preocupação dos entrevistados, com 45,7% das respostas. Catástrofes naturais vem em seguida, com 43,9%; incêndio, explosão, com 30,6%; alterações na legislação e regulação, com 17,1%; intensificação da concorrência, com 16,6%; deficiências de qualidade, defeitos de série, com 13,4%; flutuações de mercado ficou com 12,6%; a estagnação ou o declínio do mercado ficou com 12,3% das respostas; colapso da Zona Euro deteve 12,1% das respostas; e perda de reputação ou valor de marca, com 10,4%.

No entanto, cada um dos segmentos tem suas preocupações. As empresas aéreas temem o aumento da concorrência. Já o setor farmacêutico se preocupa mais com as mudanças regulatórias, bem como com fogo e explosão. As instituições financeiras tem o agravamento da crise na zona do Euro, mudanças regulatórias e catástrofes naturais. Já o segmento de empresas atuantes em energias renováveis temem uma regulação que impõe normais mais severas de responsabilidade civil, multas elevadas pelo atraso de entrega dos empreendimentos e deficiências na qualidade ou defeitos de design dos equipamentos. O estudo está bem interessante. Leia a íntegra no link abaixo.

http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/Reports/Allianz-RP-Risk%20Barometer%20Jan2013.pdfallianz estudo gerentes de risco

Ata da assembléia de acionistas realizada dia 30/01 pelo IRB Brasil Re

Impressionante o poder das mulheres. Apenas Leonardo Paixão, presidente do IRB, do sexo masculino nesta reunião tão importante. Os acionistas União, Bradesco e Itaú representados por mulheres. Basicamente, eles aprovaram as deliberações publicadas pelo Conselho Nacional de Desestatização para transferência das ações do Tesouro para o Banco do Brasil.A gold share dá tanto poder para a União que o tema já ganhou o apelido nos bastidores do mercado de “privatização branca”.

Aos especialistas, segue a íntegra da Ata da 39ª Assembléia Geral Extraordinária realizada em 30 de janeiro de 2013.

Aos trinta dias do mês de janeiro de 2013, às dez horas, reuniram-se os Acionistas do IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A. (“Sociedade”), representando o total do capital com direito a voto, em Assembleia Geral Extraordinária, no 9º andar do Edifício Sede da Sociedade, na Avenida Marechal Câmara no 171, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, para, de acordo com o Edital de Convocação, publicado consoante o disposto no artigo 124 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, deliberarem sobre a seguinte ordem do dia, em cumprimento às Resoluções CND no 03 de 07.de abril de 2011 e CND no 03, de 16 de janeiro de 2013, respectivamente: (i) alterar o §2o do art. 5o do seu Estatuto Social, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2011,para excluir a vedação relativa à conversão de ações, de emissão do IRB, de uma espécie em outra; (ii) converter a totalidade das ações preferenciais da Companhia em ações ordinárias, com relação de troca na proporção igualitária de 01(uma) ação preferencial para 01 (uma) ação ordinária, na forma do laudo elaborado pela PricewaterhouseCoopers (PwC); (iii) criar 01 (uma) ação preferencial de classe especial (Golden Share), a ser subscrita exclusivamente pela União, na forma do §7º do art.17 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976; e (iv) reformar o Estatuto Social da Companhia, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2013, para adequá-lo às modificações decorrentes das deliberações desta Assembleia Geral, nos itens “i”, “ii” e “iii”, bem como promover ajustes relativos às melhores práticas de Governança Corporativa. A Assembleia foi presidida pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, Leonardo André Paixão, na forma do Estatuto Social, que convidou para tomar assento à mesa a Representante da União, Dra. Maria Teresa Pereira Lima, Procuradora da Fazenda Nacional, conforme delegação de competência constante da Portaria no 613, de 17 de agosto de 2012, da Excelentíssima Senhora Procuradora-Geral da Fazenda Nacional, publicada no DOU de 20 de agosto de 2012; representante do Conselho Fiscal, Conselheira Glauben Teixeira de Carvalho; o representante da Consultoria Jurídica, Carlos Augusto Velloso da Silveira; e a Sra. Juliana Labaki Pupo, como representante de acionistas preferenciais, para secretariar os trabalhos. O Presidente, à vista da existência de “quórum” de instalação, submeteu à discussão e votação os itens constantes da ordem do dia, foram adotadas as deliberações a seguir, por unanimidade, na forma do voto do acionista União, com as abstenções legais; deliberações estas que estão condicionadas à deliberação, em assembleia especial, por titulares de mais da metade da classe de ações preferenciais da Sociedade, nos termos do art. 136, §1º da Lei no 6.404/76, e somente passarão a produzir efeitos mediante o atendimento integral das disposições exigidas na Resolução CND no 03/2011 e aprovação da presente operação pelos órgãos da administração pública federal, incluindo, mas não se limitando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE, a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e o Banco Central do Brasil – BACEN, conforme informado no Edital de Convocação: (i) alterar o §2o do art. 5o do seu Estatuto Social, conforme redação aprovada pela Resolução CND nº 3, de 16 de janeiro de 2013, para excluir a vedação relativa à conversão de ações, de emissão do IRB, de uma espécie em outra; (ii) converter a totalidade das ações preferenciais da Companhia em ações ordinárias, com relação de troca na proporção igualitária de 01(uma) ação preferencial para 01 (uma) ação ordinária, na forma do laudo elaborado pela Pricewaterhouse- Coopers (PwC); (iii) criar 01 (uma) ação preferencial de classe especial (Golden Share), a ser subscrita exclusivamente pela União, na forma do §7º do art.17 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976; e (iv) reformar o Estatuto Social da Companhia, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2013, para adequá-lo às modificações decorrentes da implementação das deliberações objeto dos itens “i”, “ii” e “iii” desta Assembleia, bem como promover ajustes relativos às melhores práticas de Governança Corporativa, cujos textos passam a vigorar com as seguintes redações: “CAPÍTULO II – DO CAPITAL SOCIAL E DAS AÇÕES. Art.5o – O capital social da Sociedade é de R$ 1.350.000.000,00 (um bilhão trezentos e cinqüenta milhões de reais), representado por 1.000.000 de ações ordinárias, e 1 (uma) ação preferencial de classe especial de titularidade da União, emitida na forma do artigo 8o deste Estatuto Social (“Golden Share”), todas escriturais, nominativas e sem valor nominal. §1o Ressalvada a ação preferencial de classe especial referida no caput deste artigo (Golden Share), é vedada a emissão de ações preferenciais ou de partes beneficiárias pela Sociedade. § 2o O capital social poderá ser alterado nos termos da lei. Art.7o – Cada ação ordinária terá direito a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais da Sociedade. Parágrafo Único. A Golden Share da União compreenderá sempre uma única ação, que preservará todas as suas prerrogativas enquanto for detida pela União, conforme disposto no art. 8o da Lei no 9.491, de 09 de setembro de 1997, e no art. 17 da Lei no 6.404/76. Art.8o – A Golden Share confere à União, em caráter permanente, direitos de veto nas deliberações sociais ou negócios jurídicos a respeito das seguintes matérias: I-mudança de denominação da Sociedade ou de seu objeto social; II-transferência de controle acionário da Sociedade, observado o disposto no § 1 o deste artigo; III- alteração ou aplicação da logomarca da Sociedade; IV- definição das políticas de subscrição e retrocessão, representadas por normas de caráter geral, sem indicação individualizada de negócios, devendo esse direito ser exercido de forma a se buscar o equilíbrio econômico-financeiro das carteiras correspondentes, salvo disposição expressa em acordo de acionistas do qual a União faça parte; V- operações de transformação, fusão, incorporação e cisão que envolvam a Sociedade, que possam implicar em perdas de direitos atribuídos à Golden Share; e VI- qualquer alteração dos direitos atribuídos à Golden Share, sem a anuência escrita manifestada pela União.§ 1o Não está sujeito ao veto da União de que trata o inciso (ii) do art. 8o deste Estatuto Social, as transferências de ações que sejam realizadas em conformidade com acordo de acionistas do qual a União faça parte. § 2o Em decorrência da titularidade da Golden Share, é assegurado à União o exercício dos seguintes direitos, de forma permanente: I – indicação de 1 (um) membro para o Conselho de Administração, que exercerá o cargo de Presidente do órgão, e seu respectivo suplente; e II – indicação de 1 (um) membro e seu respectivo suplente para o Conselho Fiscal. § 3 o Observado o disposto na Lei n o 6.404/76, as matérias previstas no artigo 8o estarão sujeitas à deliberação do Conselho de Administração da Companhia, observando-se o seguinte procedimento: I – exclusivamente para a deliberação das matérias previstas no artigo 8o, o Conselho de Administração será convocado com antecedência de 35 (trinta e cinco) dias; simultaneamente à convocação do Conselho de Administração, o Presidente daquele órgão notificará o membro eleito pela União para que esta exerça seu direito de veto ou se manifeste favoravelmente à matéria, dentro do prazo de 30 (trinta) dias a contar do envio da referida notificação; II – decorrido o prazo de 35 (trinta e cinco) dias referido no inciso (I) acima, será realizada uma reunião do Conselho de Administração para deliberar sobre a matéria sendo que, na referida reunião do Conselho de Administração: (i) a matéria não será considerada aprovada pelo órgão caso a União tenha exercido o seu direito de veto; e (ii) a matéria poderá ser aprovada ou não pelo órgão, a exclusivo critério do órgão, conforme as regras deste Estatuto Social, caso a União tenha se manifestado favoravelmente ou não tenha proferido qualquer manifestação no prazo indicado acima; e III – se a matéria proposta depender de aprovação da Assembleia Geral de Acionistas, a mesma será levada à deliberação desta apenas caso a União não haja exercido seu direito de veto nos termos do presente artigo. CAPÍTULO VI – DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Art.20o – Observado o parágrafo 1o, o Conselho de Administração é composto por 5 (cinco) membros, titulares e respectivos suplentes, eleitos pela Assembleia Geral de Acionistas e por ela destituíveis a qualquer tempo. § 1o Não obstante o disposto no artigo 20, em caso de adoção de voto múltiplo nos termos da Lei no 6.404/76, o Conselho de Administração passará a ser composto por 6 (seis) membros titulares e respectivos suplentes. § 2o O Presidente do Conselho de Administração será investido nesse cargo na primeira reunião do Conselho de Administração que se realizar após sua eleição, na forma do artigo 8o deste Estatuto Social. CAPÍTULO VIII – DO CONSELHO FISCAL. Art.36o – O Conselho Fiscal funcionará de modo permanente e será constituído de 3 (três) membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos anualmente pela Assembleia Geral Ordinária, permitida a reeleição, dentre indivíduos qualificados, de reputação ilibada e que atendam às exigências da Lei nº 6.404/76. § 1o Em caso de vacância de membro do Conselho Fiscal, seja titular ou suplente, a Assembleia Geral será convocada para eleição de novo membro. § 2º Para a investidura dos membros do Conselho Fiscal deverão ser observadas as condições contidas no artigo 18 e nos incisos (i) e (ii) do artigo 28 deste Estatuto Social. Dando continuidade aos trabalhos, o Presidente da Mesa informou que os titulares de espécie de ações que se sentirem prejudicadas em face das deliberações aprovadas nesta assembleia terão o prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação desta ata, para exercer o direito de recesso, conforme disposto no artigo 137, inciso I, da Lei no 6.404/76, observando-se, ainda, o disposto no § 4o do citado artigo. No caso de pedido de retirada da companhia, o acionista dissidente será reembolsado na forma estabelecida pelo art. 45, §1o e §2o da mesma Lei. Em atendimento ao art. 4o, inciso I, alínea a, da Resolução CND no 03/ 2011, foram apresentados os “Termos de Assunção de Obrigação e Renúncia ao Direito de Retirada”, assegurando a adesão de acionistas, que, somados, representam no mínimo 90% do capital social do IRB-Brasil Re. Todos os atos aprovados terão sua eficácia sujeita à aprovação do aumento de capital, que por sua vez dependerá da autorização dos órgãos regulatórios do mercado bancário, segurador e de defesa da concorrência, em função da Resolução do Conselho Monetário Nacional – CMN no 2.723, de 01.06.2000, com a redação determinada pela Resolução CMN no 4.062, de 29.03.2012, da Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados no 166, de 17.07.2007; da Circular da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP no 298, de 18.07.2005; e da Lei no 12.529, de 30.11.2011. A presente ata foi lavrada de forma resumida, consoante faculta o artigo 130, parágrafo primeiro, da Lei no 6.404/76, e, lida e achada conforme, foi assinada pelo Presidente da Assembleia, pela Representante da União, pelos Representantes dos Acionistas Preferencialistas, pelo Secretário e pelo Representante do Conselho Fiscal. Os documentos e propostas submetidos à Assembleia citados nesta ata foram numerados seguidamente e arquivados na Gerência de Atendimento a Colegiados do IRB-Brasil Re, consoante disposto no artigo 130, § 1º, alínea “a”, da legislação societária mencionada.

Leonardo André Paixão

Presidente da Assembleia

Maria Teresa Pereira Lima

Representante da União

Raquel Ribeiro Silva Winter

Representante do Acionista Grupo Bradesco

Juliana Labaki Pupo

Representante do Acionista Grupo Itaú

Juliana Labaki Pupo

Secretária

Indústria de seguros da AL segue em forte crescimento, aponta estudo da Fundación Mapfre divulgado hoje

O potencial da indústria de seguros da América Latina foi detalhado, país a país, na décima primeira edição do estudo realizado pela Fundacion Mapfre. A pesquisa, divulgada hoje, traz números de 2011 e primeiro semestre de 2012. Apesar de parecer um tanto atrasado, por já termos números consolidados de 2012, a riqueza de detalhes do estudo tornam os dados de grande interesse para quem atua no setor ou quer conhecer um pouco mais desta industria.

Os 18 países analisados no relatório registraram aumento de 14,1% em volume de prêmios em 2011 em relação ao ano anterior, chegando a € 104,2 bilhões. O Brasil continua sendo o maior mercado na região, com market share de 33%, seguido pelo México, que responde por 14%, Venezuela e Porto Rico com 12% e da Argentina, com 11%. Países que experimentaram maior crescimento em volume de prêmios em euros foram Paraguai (33,4%), Argentina (30,4%) e Guatemala (21,4%).

O relatório mostra o grande potencial de crescimento que existe nos mercados de seguros da América Latina. Porto Rico continua na liderança quando o comparativo é prêmio per capita da região, com € 2.117 per capita. Também lidera o índice de participação do setor no PIB, com 17,3%. Chile exibe consumo de € 423 em seguros por habitante e 4,1% do PIB. O Brasil registrou em 2011 consumo per capita de € 310 por habitante e 3,4% do PIB, enquanto a Venezuela ficou com € 262 e 3,4% de penetração no PIB.

No geral, o relatório mostra que 60% dos prêmios ganhos em 2011 nestes mercados correspondem à não-vida, com € 62,5 bilhões, alta de 14,2% sobre o ano anterior, especialmente influenciado pelo aumento do nível de emprego e da venda de produtos de varejo e automóveis. Já o segmento de vida avançou 13,9%, para € 41,6 bilhões.

No primeiro semestre de 2012, o volume de vendas aumentou 19%, para € 60 bilhões. Durante os primeiros seis meses de 2012, o estudo destaca o dinamismo do segmento Vida com um aumento de 21,5%, impulsionado principalmente pela atividade no Brasil. Enquanto isso, o segmento não-vida avançou 17,5%.

O relatório também destaca movimentos-chave de negócios que ocorreram no primeiro semestre do ano, entre os quais o memorando de entendimento entre Zurique e Grupo Santander de realizar uma aliança estratégica em distribuição de seguros e as alterações legislativas mais relevantes que ocorreram na região.

O estudo completo está disponível no site da Fundación Mapfre na seção sobre o Instituto de Estudos de Segurança (Centro), em http://www.fundacionmapfre.com. O relatório, que é preparado a partir das publicações dos órgãos de supervisão de seguros e associações de companhias de seguros locais, unifica critérios, a fim de facilitar a comparação entre os países.

Maiores catástrofes de 2012 – Aon Benfield

A Aon Benfield, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, divulgou um relatório semelhante aos tradicionais estudos da Swiss Re e Munich Re sobre as perdas globais causadas por desastres naturais. Segundo o estudo da Aon, em 2012 foram mais de US$ 200 bilhões em perdas econômicas, sendo que US$ 72 bilhões foram indenizadas pelas seguradoras aos proprietários de apólices de seguros. O estudo relata 295 eventos naturais em 2012. Juntos, eles somaram perda econômica de US$ 187 bilhões, 36% acima da média dos últimos 10 anos. A pior foi o furacão Sandy, em 2012, com perdas US$ 28,2 bilhões. Apesar das perdas, um relatório recente da Moodys indica que a solvência da indústria permanece estável.

O estudo em PDF pode ser lido no link

Capitalização injeta R$ 9,7 bi na economia até novembro

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Os títulos de capitalização renderam R$ 9,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2012, um valor 16,9% acima do registrado no mesmo período de 2011. “Esse foi o total pago pelas empresas do setor aos seus clientes – incluindo os que chegaram ao fim do prazo de capitalização e os que sacaram suas economias antecipadamente”, informa o presidente da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), Marco Antonio da Silva Barros. Se a conta incluir o pagamento relativo a sorteios, o volume é ainda maior: foram distribuídos R$ 773,1 milhões em prêmios a portadores de títulos de todo o Brasil.

As receitas das empresas, por sua vez, alcançaram R$ 15,9 bilhões, avanço de 17,6%, enquanto o valor das reservas técnicas – total de recursos que estão em aplicações financeiras e que serão futuramente devolvidos aos clientes – chegaram a R$ 22,1 bilhões, alta de 13,6%.

Segundo Marco Barros, “os resultados expressivos são indicativos de que um número cada vez maior de pessoas tem optado pelos títulos de capitalização como instrumento para guardar dinheiro e ainda concorrer a prêmios.” Ele ainda acrescenta: “os produtos – que não podem ser considerados como uma modalidade de investimento, nem tampouco comparados a qualquer aplicação financeira tradicional do mercado – são uma opção atraente para quem planeja a aquisição futura de um bem ou serviço ou a realização de um projeto especial que exija disciplina financeira”.

O prazo de carência de doze meses para resgate antecipado dos títulos de capitalização e a possibilidade de concorrer a prêmios ao longo de toda a vigência, acabam funcionando como um incentivo a mais para manter o dinheiro guardado. “É uma forma de evitar que o dinheiro evapore da conta e ainda ter a chance de multiplicar as reservas por meio dos sorteios”, diz o presidente da Fenacap.

Pesquisa do Instituto Fractal de São Paulo aponta que os títulos de capitalização só perdem para a Caderneta de Poupança na preferência dos brasileiros, quando instados a se manifestarem sobre alternativas para constituição de reservas financeiras, aspecto que contribui para o crescimento acentuado do segmento.

Porto Seguro cria curso para ensinar segurados a controlar emoção no trânsito

Recebi esse convite hoje. Achei muito criativo. Vou participar e dai conto para vocês o que eles ensinam, quantas pessoas já participaram, qual o efeito prático dessa ação na redução de acidentes na carteira da Porto Seguro, o quanto isso pode gerar de valor no relacionamento e na redução de pagamentos de indenizações….

Ah, e ao participar do curso, eu ganho um voucher de 20% de desconto na franquia, caso venha a usar o seguro (o que vai ser muito bom pois minha franquia ficou caríssima) ou um par de ingressos para a rede Cinemark. Bem bacana.

DENISE BUENO,
Já pensou como seria bom controlar suas emoções no trânsito?

A gente sabe que não é possível prever todas as situações desagradáveis e, menos
ainda, a reação dos motoristas. E quando isso acontece, além do estresse, a chance
de acidentes aumenta.

Pensando nisso, o Porto Seguro Auto preparou uma surpresa que pode ajudar a
diminuir o estresse causado pelo trânsito. O Curso Direção Emocional ensina dicas e
estratégias de como lidar com seu estado emocional ao volante e como tornar essa
experiência mais segura e tranquila.

Juntos, teremos o desafio de transformar o trânsito brasileiro num ato positivo de
cidadania.

Brasilprev tem novo presidente. Sai Ricardo Flores e Miguel Cícero é promovido

A Brasilprev, empresa de previdência privada aberta do Banco do Brasil em parceria com a americana Principal, comunica a saída do presidente, Ricardo Flores, a partir desta data por razões pessoais e familiares. Assume como presidente da companhia Miguel Cícero Terra Lima, que atuava até a presente data como diretor comercial e de marketing da empresa. Lima é afilhado político do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que o indicou, em 2011, para ser presidente do Banco do Nordeste (BNB), mas a bancada do Nordeste acabou por declarar guerra a escolha de Guido e da presidente Dilma Rousseff.

Segundo informa o jornalista Cristiano Romero, do Valor Econômico, Terra Lima é funcionário aposentado do BB e assumiu a diretoria comercial e de marketing da Brasilprev há três anos. Quando Sérgio Rosa deixou a presidência da empresa, ele a presidiu por seis meses, período no qual causou boa impressão entre dirigentes do BB.

Flores, por sua vez, sofreu grande desgaste político com as brigas com Aldemir Bendini, presidente do Banco do Brasil, no ano passado. A briga gerou até mesmo a sua saída do comando da Previ, maior fundo de pensão do país. Ao deixar a Previ, seguiu para a Brasilprev, mas novo escândalo o rondava, ligando seu nome a Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, que chegou ao cargo pelas mãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e desencadeu a investigação Porto Seguro.

Segundo a repórter Vanessa Correia, do jornal Brasil Econômico, a despeito das mudanças registradas à frente da Brasilprev nos últimos anos, os resultados foram entregues. Entre 2007 e 2012, os ativos sob gestão saltaram 307%, de R$ 16,2 bilhões para R$ 66 bilhões. Já a arrecadação com planos de previdência privada cresceu a uma média de 33% ao ano. “A empresa é muito bem estruturada, profissionalizada e os processos internos são maduros. Por isso os resultados foram entregues”, diz a fonte.

Lucro do banco Bradesco avança 3,2% e do braço segurador 12,1% em 2012

A área de seguros, previdência e capitalização do Bradesco respondeu por 31,1% do lucro líquido ajustado do banco divulgado há pouco, de R$ 11,3 bilhões. Enquanto o lucro do banco avançou 3,2% em relação ao ano anterior, o braço segurador obteve crescimento no ganho de 12,1%, para R$ 3,5 bilhões. Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram R$ 44,3 bilhões no ano, evolução de 17,7% em relação a 2011. As provisões técnicas alcançaram R$ 124,217 bilhões, apresentando aumento de 19,8%. Para este ano, a previsão do Bradesco é de que os prêmios de seguros aumentem entre 12% e 15%. O grupo encerrou 2012 com 43,1 milhões de clientes e 24,7% de participação de mercado. Mais detalhes serão revelados na teleconferência e entrevistas previstas durante o dia.

O Bradesco também é notícia no Meio e Mensagem. Segundo o portal especializado em publicidade, o contrato do Bradesco com a Neo­gama/BBH que vence em março não será renovado. O anunciante decidiu transferir para a WMcCann toda a verba administrada pela agência comandada por Alexandre Gama, incluindo a de sua comunicação institucional. As relações com a nova parceira se estreitaram a partir da vitória da WMcCann na concorrência promovida pelo Bradesco para o seu projeto Olimpíadas, no início do ano passado. As campanhas com temática olímpica dominaram boa parte do investimento em mídia da marca no ano passado e a WMcCann chegou a criar campanhas para outras áreas do banco, entre as quais um comercial protagonizado pelo chairman da agência, Washington Olivetto., informa o Meio e Mensagem.

Veja a íntegra do comunicado sobre a divulgação dos resultados divulgada pelo Banco Bradesco

1. O Lucro Líquido Ajustado(1) do exercício de 2012 foi de R$ 11,523 bilhões (variação de 2,9% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 11,198 bilhões no mesmo período de 2011), correspondendo a R$ 3,02 por ação, e rentabilidade de 19,2% sobre o Patrimônio Líquido Médio(2).

2. Quanto à origem, o Lucro Líquido Ajustado é composto por R$ 7,936 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 68,9% do total, e por R$ 3,587 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 31,1% do total.

3. Em 31 de dezembro de 2012, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 131,908 bilhões(3), apresentando evolução de 23,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

4. Os Ativos Totais, em dezembro de 2012, registraram saldo de R$ 879,092 bilhões, crescimento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2011. O retorno sobre os Ativos Totais médios foi de 1,4%.

5. A Carteira de Crédito Expandida(4), em dezembro de 2012, atingiu R$ 385,529 bilhões, com evolução de 11,5% em relação ao mesmo período de 2011. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 117,540 bilhões (crescimento de 8,2% em relação a dezembro de 2011), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 267,989 bilhões (crescimento de 13,1% em relação a dezembro de 2011).

6. Os Recursos Captados e Administrados somaram R$ 1,225 trilhão, uma variação de 20,1% em relação a dezembro de 2011.

7. O Patrimônio Líquido, em dezembro de 2012, somou R$ 70,047 bilhões, 26,0% superior a dezembro de 2011. O Índice de Basileia registrou 16,1% em dezembro de 2012, sendo 11,0% de Capital Nível I.

8. Aos acionistas foram pagos e provisionados, a título de Juros sobre o Capital Próprio e Dividendos, R$ 3,895 bilhões relativos ao lucro gerado em 2012, sendo R$ 1,574 bilhão a título de mensais e intermediários pagos e R$ 2,321 bilhões provisionados.

9. A Margem Financeira atingiu R$ 43,793 bilhões, apresentando um crescimento de 11,4% em relação ao ano de 2011.

10. O Índice de Inadimplência superior a 90 dias encerrou 31 de dezembro de 2012 em 4,1% (3,9% em 31 de dezembro de 2011).

11. O Índice de Eficiência Operacional(5) apresentou uma melhora de 1,5 p.p., de 43,0% em dezembro de 2011 para 41,5% em dezembro de 2012, enquanto no conceito “ajustado ao risco” foi de 52,7% (53,0% em dezembro de 2011).

12. Os Prêmios Emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram o montante de R$ 44,308 bilhões no exercício de 2012, evolução de 17,7% em relação ao ano de 2011. As Provisões Técnicas alcançaram R$ 124,217 bilhões, apresentando uma evolução de 19,8% em relação a dezembro de 2011.

13. Os investimentos em infraestrutura, informática e telecomunicações somaram R$ 4,408 bilhões em 2012.

14. Os impostos e contribuições, inclusive previdenciárias, pagos ou provisionados, somaram R$ 22,401 bilhões, sendo R$ 9,645 bilhões relativos aos tributos retidos e recolhidos de terceiros e R$ 12,756 bilhões apurados com base nas atividades desenvolvidas pela Organização Bradesco, equivalentes a 110,7% do Lucro Líquido Ajustado(1).

15. O Bradesco disponibiliza aos seus clientes uma extensa Rede de Atendimento no País, com 8.467 Pontos de Atendimento, destacando-se as 4.686 Agências e 3.781 Postos de Atendimento – PAs. Também estão disponíveis aos clientes Bradesco 1.456 Postos de Atendimento Eletrônico – PAEs, 43.053 Pontos Bradesco Expresso, 34.859 máquinas da Rede de Autoatendimento Bradesco Dia & Noite e 12.975 máquinas da Rede Banco24Horas.

16. A remuneração do quadro de colaboradores, somada aos encargos e benefícios, totalizou R$ 10,373 bilhões. Os benefícios proporcionados aos 103.385 colaboradores da Organização Bradesco e seus dependentes somaram R$ 2,523 bilhões, e os investimentos em programas de formação, treinamento e desenvolvimento totalizaram R$ 132,596 milhões.

17. Em 14 de novembro, as ações ON do Bradesco foram escolhidas para compor o Índice MSCI Brasil, provedora líder de ferramentas para dar suporte a decisões de investimento, com efeito a partir de dezembro de 2012.

18. Em 30 de novembro, o Bradesco foi novamente selecionado para integrar o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBOVESPA, que reflete o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as dimensões que medem a sustentabilidade empresarial.

19. O Bradesco é o primeiro e único Banco no País, autorizado pelo Banco Central do Brasil, a utilizar a partir de janeiro de 2013, modelos internos de risco de mercado, que já eram utilizados na sua gestão, para apuração do capital regulamentar.

20. Principais Prêmios e Reconhecimentos recebidos no período:

Foi destaque como a melhor relação entre valor de mercado e patrimônio líquido, no final de 2012, entre os bancos de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos (Economatica);
Foi eleito o melhor Banco Brasileiro e da América Latina (LatinFinance);
Foi considerado o melhor Banco Brasileiro na edição de 2012 do “The Banker Awards” (Revista The Banker);
Foi considerado o maior grupo privado brasileiro do ranking “Valor Grandes Grupos”, que lista os 200 maiores grupos que atuam no País, e também primeiro colocado no ranking das 20 maiores instituições financeiras (Jornal Valor Econômico e Valor Data);
Foi destaque na pesquisa “As Melhores na Gestão de Pessoas” da publicação especial “Valor Carreira” (Jornal Valor Econômico, com apoio técnico da Aon Hewitt); e
O Bradesco e a Bradesco Seguros conquistaram o prêmio “Folha Top of Mind”. O Bradesco na categoria “Top Finanças” e a Bradesco Seguros, pelo 11o ano consecutivo, na categoria “Seguros” (Jornal Folha de São Paulo).

21. No que diz respeito à sustentabilidade, direcionamos as ações em três pilares: (i) Finanças Sustentáveis, com o foco em inclusão bancária, em variáveis socioambientais para concessões de crédito e oferta de produtos; (ii) Gestão Responsável, com ênfase na valorização dos colaboradores, na melhoria do ambiente de trabalho e nas práticas ecoeficientes; e (iii) Investimentos Socioambientais, focando educação, meio ambiente, cultura e esporte. Destacamos a Fundação Bradesco, que desenvolve há 56 anos um amplo programa socioeducac ional, mantendo 40 escolas próprias no Brasil. Em 2012, beneficiou 111.512 alunos em suas escolas, na Educação Básica, (da Educação Infantil ao Ensino Médio e Educação Profissional Técnica de Nível Médio); Educação de Jovens e Adultos e na Formação Inicial e Continuada voltada à geração de emprego e renda. Aos cerca de 47 mil alunos da Educação Básica, também são assegurados, além do ensino formal, gratuito e de qualidade, uniformes, material escolar, alimentação e assistência médico-odontológica. Beneficiou também, na modalidade de educação a distância (EaD), por meio do seu portal e-learning “Escola Virtual”, 365.430 alunos que concluíram ao menos um dos diversos cursos oferecidos em sua programação, além de outros 118.595 beneficiados em projetos e ações em parceria como os CIDs (Centros de Inclusão Digital), o Programa Educa+Ação e em cursos de Tecnologia (Educar e Aprender). Para atender a esses compromissos sociais o valor aplicado pela Fundação Bradesco em suas atividades educacionais totalizou, em 2012, R$ 374,213 milhões e estando previsto para 2013, o montante de R$ 460,961 milhões.

(1) De acordo com os eventos extraordinários descritos na página 08 do Relatório de Análise Econômica e Financeira; (2) Não considera o efeito da marcação a mercado dos Títulos Disponíveis para Venda registrado no Patrimônio Líquido; (3) R$ 134,257 bilhões considerando a cotação de fechamento das ações PN (ação mais líquida); (4) Inclui avais e fianças, cartas de crédito, antecipação de recebíveis de cartões de crédito, coobrigação em cessão de crédito (FIDC e CRI), coobrigação em cessão de crédito rural e operações com risco de crédito – carteira comercial, que inclui operações de debêntures e notas promissórias; e (5) Acumulado 12 meses

Liberty está entre as três seguradoras prediletas em pesquisa da revista Quatro Rodas

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De acordo com pesquisa anual realizada pela revista Quatro Rodas com os consumidores de todo o Brasil, a Liberty Seguros foi eleita a terceira seguradora preferida entre os 2931 entrevistados. O levantamento “Os Eleitos” é feito desde 2001 com o objetivo de avaliar o índice de satisfação dos consumidores em diferentes produtos e serviços relacionados a automóveis. Entre os quesitos avaliados estão cobertura da rede, confiança na marca, conforto, desempenho, design/modelo, dirigibilidade, gastos/investimentos, manutenção e segurança. “Para a Liberty é muito gratificante saber que nossos clientes estão cada dia mais satisfeitos com o serviço prestado. É um reconhecimento claro de que nossos investimentos e o cuidado no atendimento ao cliente por parte de nossa equipe e parceiros está dando certo”, comenta Francisco Minarelli, diretor de Serviços e Sinistros da Liberty.