Capitalização avança 19% em 2012 e se prepara para dobrar o faturamento do setor até 2016, chegando a R$ 34 bilhões

A venda de títulos de capitalização, produto que desperta a atenção dos brasileiros pelos polpudos sorteios e dos empresários por um retorno sobre o capital acima de 20% ao ano, segue num forte ritmo de crescimento. “O setor cresce a 19% ao ano há algum tempo e tem tudo para continuar nessa curva ascendente”, comentou Jorge Hilário, presidente da CNseg, durante a abertura do “2º Workshop FenaCap – Capitalização – Perspectivas para 2013”. “Acredito que hoje temos a oportunidade de discutir novas idéias para criar produtos diferenciados que possam manter o ritmo de crescimento”, disse em seu discurso. Segundo ele, a capitalização é um instrumento importante no desenvolvimento das famílias de menor renda por estimular o hábito de poupança e possibilitar ao titular a chance de tirar a sorte grande nos sorteios, que são a base do produto.

Nelson Le Coq, diretor da Susep, que substituiu o xerife Luciano Portal na programação do evento que aconteceu no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, disse que a mudança no perfil de distribuição de renda do Brasil trouxe muitos participantes para o segmento de capitalização e isso exigiu que o órgão regulador modernizasse as regras do jogo. “Temos uma massa volumosa de pessoas que passaram a ter renda e uma renda maior, alargando a base de clientes potenciais para as empresas”, diz Le Coq.

Grande parte desses novos consumidores nunca teve acesso a produtos bancários. Por serem iniciantes no mercado financeiro, a Susep se apressou para reformular as políticas e regras do setor para atender melhor as necessidades do consumidor, bem como passar a exigir uma comunicação mais transparente e com linguagem compreensível para qualquer leigo no assunto por parte das empresas.

Recentemente, a autarquia baixou regulamentações que visam organizar o crescimento esperado da capitalização. “Disciplinar, estruturar e legitimar os canais de vendas que o produto oferece, bem como explicitar as características do produto, especialmente o lado lúdico do sorteio do título. Ao despertar o consumidor pelo lado lúdico, chamamos a atenção para a importância de se desenvolver o hábito de poupar”, explicou o diretor da Susep.

Para finalizar, Le Coq usou a filosofia da presidente Dilma Rousseff. “Como diz a presente, pais rico é pais sem pobreza. Vocês estão num setor que cresce e espero que ajuda a desenvolver produtos que auxiliem as pessoas a se desenvolver financeiramente”.

Marcos Barros, presidente da Fenacap e diretor do Banco do Brasil (foto), iniciou sua palestra explicando aos presentes que a capitalização surgiu no Brasil para estimular o hábito de poupar, tendo como incentivo o sorteio. “Agora passa a ser um instrumento financeiro, de forma individual ou coletivo, para estimular outros mercados, desde o microsseguros como também possibilitar que as empresas tenham um diferencial de marketing ao agregar os títulos com sorteios aos clientes que comprarem seus produtos. O foco é estimular a disciplina de poupar por meio do estímulo do sorteio”, explica.

Barros destaca que muitas vezes um seguro de vida, por exemplo, pode não chamar a atenção do consumidor. Mas se tiver um sorteio ele pode parar para entender melhor o produto. “Por meio da capitalização podemos estimular uma enorme variedade de produtos. No caso de seguro de vida, por exemplo, é um produto fundamental para as classes C, D e E, pois visa garantir o estatus social conquistado diante da morte de um membro da família. Evita que ele volte a miséria caso o responsável financeiro venha a falecer, a medida que os beneficiários recebem uma indenização do seguro e o valor poupado no título de volta”, cita.

Barros insiste no conceito de capitalização.”Não é um poupança. Não é loteria. É um instrumento financeiro que possibilita atuarmos em vários segmentos e nichos”, diz ele, citando os números do setor para comprovar o crescimento e abrangência que a capitalização nos últimos anos. Em 2006, o setor faturou R$ 7,1 bilhões e 2012 R$ 16,5 bilhões. A perspectiva é manter a dinâmica de crescimento nos próximos anos. As reservas do setor encerram 2012 em R$ 22 bilhões. Os sorteios totalizaram 857 milhões e outros R$ 10,6 bilhões voltaram aos titulares em forma de resgates dos valores poupados.

Entre os desafios do setor Barros cita a educação financeira. “Essa educação começa dentro de casa, com o treinamento das pessoas que vendem o produto, pois temos muito para crescer e não podemos perder a oportunidade de conquistar novos consumidores por histórias de clientes insatisfeitos”, diz. Também compõem a agenda das empresas do setor a diversificação de ofertas para atendimento e vários perfis de clientes, agilidade na criação de soluções para novas demandas, como garantia de aluguel, estar no segundo lugar na preferencial dos consumidores e investir em tecnologia da informação.

“A postura da FenaCap é ouvir e falar mais. Temos de crescer dentro do compromisso de sustentabilidade, com geração de valor para toda a cadeia. E a FenaCap está obstinada em seguir essas metas para poder dobrar o faturamento do setor até 2016, para R$ 34 bilhões”, finaliza.

Daniel Godri, consultor especializado em palestras motivacionais, citou Jesus como o maior gestor de pessoas do mundo e sugeriu que todos na plateia seguissem um dos exemplos dados por Ele: Façam como Jesus. Coloquem as pessoas da sua equipe em primeiro lugar e assim terão a certeza de que o cliente será bem tratado”.

Bradesco e Caixa são autorizadas a operar em microsseguros

Seguradoras do grupo Bradesco e também a Caixa Seguros foram autorizadas hoje a operar em microsseguros. Ambas já atuam com a venda de produtos para menor renda, com apólices ajustadas as necessidades das classes D e C. A Mapfre e a BB Seguros já obtiveram autorização no final de 2012 para atuar nesse nicho do mercado, estimado em mais de 100 milhões de potenciais compradores.

A regulamentação do microsseguros foi aprovada no final do ano passado e a expectativa é de que esse segmento puxe o crescimento da indústria de seguros no Brasil. Acredita-se também que a inclusão do Brasil nas estatísticas mundiais vai fazer com que o microsseguro dê um grande salto. Hoje, segundo o Microinsurance Center, há cerca de 500 milhões de segurados protegidos por apólices de microsseguros no mundo. Em 2020 a expectativa é ter 1 bilhão de pessoas cobertas.

Lojacorr, que já conta com 373 corretores, cresce 43% em 2012

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A Lojacorr S.A. é uma sociedade de corretores de seguros que agrega como acionistas preferencias profissionais da corretagem para o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional. Encerrou o ano de 2012 com 372 corretores acionistas, que garantiram à empresa um crescimento de 43% no volume de vendas. O volume de produção atingiu R$ 124.694.475,06, o que representa aumento de 43% em relação a 2011, sendo R$ 23.079.545,81 de faturamento, com acréscimo de 32%.

A produção de Auto/RE aumentou 40%, chegando a R$ 113.787.333,16, com 89.879 itens segurados. Na área de benefícios, o aumento da produção foi de 94%, chegando a R$ 10.907.141,90 em 22.269 itens. De acordo com as projeções da empresa, para 2013 é esperado um crescimento de 35% no volume de vendas, alcançando R$ 170 milhões de produção e R$ 31 milhões de faturamento.

A estratégia para obter os resultados é aumentar o número de corretores acionistas em 25%, chegando a 465 profissionais, e reforçando ações para o desenvolvimento do grupo. “Investiremos no processo de expansão da Lojacorr S.A. nas novas Unidades de Negócio em São Paulo e no Distrito Federal. No Sul, onde a operação teve início, nosso foco será na consolidação das Unidades de Negócio existentes. Nossa operação está presente hoje através de 12 Unidades de Negócio em mais de 95 municípios de cinco estados brasileiros: nos três estados do Sul, além de São Paulo e Distrito Federal”, esclarece Diogo Arndt Silva, diretor de Expansão.

Fenacap promove evento hoje no Rio para apresentar perspectivas do setor

Acontece hoje o “2º Workshop FenaCap – Capitalização – Perspectivas para 2013”. O evento, que acontece no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, pretende apresentar as conquistas do mercado de capitalização em 2012 e identificar as oportunidades para 2013, na palestra do presidente da Federação, Marco Antônio Barros. Também participarão do workshop o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, e o consultor e especialista em motivação, Daniel Godri Junior.

Estatísticas do Seguro DPVAT alertam sobre risco de acidentes no carnaval

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O Seguro DPVAT pagou 776 indenizações causadas por morte em consequência de acidentes ocorridos no carnaval de 2012, conforme dados estatísticos da Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT. Essa quantidade ainda deve aumentar tendo em vista que os pedidos de indenizações podem ser feitos em até três anos após a data do acidente.

Pela primeira vez, desde 2006, o número de ocorrências com vítimas fatais por motocicletas superou a quantidade de vítimas por automóveis, no período que compreende a sexta-feira até a Quarta-feira de Cinzas, apesar da frota de motocicletas representar 27% da frota nacional, enquanto que a de automóveis representa 60%.

Os homens continuam sendo as maiores vítimas fatais, respondendo por 81% das indenizações pagas por morte no carnaval pelo Seguro DPVAT. Destas vítimas masculinas, 41% têm idade entre 18 e 34 anos. A Região Nordeste, pelo segundo ano consecutivo, registrou mais ocorrências de morte durante o período estudado, totalizando 267 sinistros. Em seguida, está a região Sudeste, que totalizou 258 mortos. A incidência de pagamento de indenizações no Nordeste e Sudeste está relacionada com o maior número de festividades oferecidas no carnaval, além do considerável número de motocicletas que circulam nessas regiões.

Segundo o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier, as estatísticas ajudam a mapear o perfil das vítimas no trânsito e alertar a população. “Lamentamos tantas mortes e, principalmente, pela maioria delas ser de pessoas tão jovens. A situação se mostra mais alarmante ainda quando consideramos a quantidade de indenizações por invalidez permanente que chega a ser 260% superior a de mortes em 2012. Os motoristas e pedestres devem redobrar a atenção nas ruas, estradas e rodovias neste período de folia para evitar a ocorrência de acidentes como os que estamos verificando nos últimos anos”, diz Xavier.

O relatório aponta, ainda, que quando comparado com o sábado, a sexta-feira apresentou o menor número de ocorrências registradas pela Seguradora Líder DPVAT, sendo o dia mais seguro para viajar. Para a volta do carnaval, a Quarta-feira de Cinzas teve menos ocorrências de pagamento de indenizações que a terça-feira, no ano de 2012.

Para evitar os acidentes, o diretor presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho, elencou alguns cuidados que os motoristas e ocupantes de veículos devem ter na hora de viajar. “O motorista deve parar para descansar a cada trecho de duas horas de viagem, bem como fazer alimentação leve. Estes são dois pontos que, se não observados, podem dar sonolência oferecendo um risco equivalente ao de um motorista embriagado. Além destas medidas, todos os ocupantes do veículo devem utilizar o cinto de segurança,” alerta Ramalho.

Outros cuidados devem ser percebidos para o veículo, como realizar a revisão, abrangendo pneus, molas, suspensão, freios e amortecedores e verificar os níveis de óleo e água. O transporte de malas ou objetos soltos no interior do veículo deve ser evitado e o transporte de animais deve ser realizado em bagagem apropriada e fixados pelo cinto de segurança.

Brasil, novamente, é destaque no balanço mundial da espanhola Mapfre

Dizer que o Brasil é destaque no balanço mundial do maior grupo segurador da Espanha já virou rotina. O grupo Mapfre divulgou hoje avanço de 10,1% no volume de prêmios, para € 21,5 bilhões, com as operações internacionais respondendo por mais de 60% do total. Segundo o presidente de Mapfre, Antonio Huertas, Brasil e Estados Unidos foram os principais destaques dos resultados de 2012. O lucro registrou queda de 30,9%, para € 665,7 milhões, devido as provisões necessárias para perdas, que totalizaram € 404,8 milhões. Considerando-se o resultado recorrente, sem efeitos extraordinários, o ganho apresenta alta de 9,6%, para € 942 milhões.

“A estratégia de diversificação geográfica nos permite continuar crescendo e manter um balanço sólido”, comentou Huertas em nota distribuída na manhã desta quarta-feira. A divisão Espanha, responsável por 33% do faturamento, registrou recuou de 4,5%, para € 7,7 bilhões em prêmios, o que lhe dá market share de 5,3%. Seguros gerais foi responsável por € 4,4 bilhões e vida e previdência por € 3 bilhões.

A divisão internacional registrou prêmios de € 10,8 bilhões, crescimento de 23,3%. Na América Latina, o grupo obteve prêmios de € 8,6 bilhões, 25,8% mais do que em 2011. No Brasil, os prêmios avançaram 33%, para € 4,7 bilhões, representando 55% dos negócios do grupo na região. Segundo a nota, todos os países da América Latina apresentaram crescimento: Colômbia 30,3%, Perú 30,1%, Venezuela 27,9%, América Central 25,4% e México 25,1%. O lucro bruto, antes dos impostos, apresentou significativa melhora na América Latina, destaca o comunicado. Na Mapfre America o resultado avançou 14,6%, para € 653 milhões.

A divisão de negócios globais, com 20% do faturamento do grupo, totalizou € 4,8 bilhões, com incremento de 12%. Dentro desse valor está computada a operação de resseguro, com € 2,8 bilhões em prêmios, alta de 8,1%. Destaque para os negócios de seguros gerais nos EUA e de vida na Europa.

Lucro operacional da Munich Re quadruplica em 2012, para € 5,4 bilhões

Apesar das perdas estimadas de US$ 800 milhões com o furacão Sandy, a Munich Re estima divulgar lucro de € 3,2 bilhões referente a 2012, bem melhor do que os € 710 milhões do ano anterior. O lucro operacional da maior resseguradora do mundo praticamente quadruplicou, saindo de € 1,2 bilhão em 2011 para € 5,4 bilhões em 2012. As projeções também mostram alta de 5,1% nos prêmios brutos, para € 52 bilhões. Segundo agências internacionais, Jorg Schneider, responsável pela diretoria financeira, creditou o resultado ao vigoroso gerenciamento de risco, a discplina com a subscrição de riscos e a realização de lucro com excelentes oportunidades de negócios.

IRB Brasil Re poderá ser uma das 10 maiores do mundo a longo prazo, após privatização

Matéria extraída do portal da Cnseg

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, explicou que o governo decidiu desestatizar a IRB-Brasil para tornar a empresa mais competitiva mundialmente. “O IRB, depois do processo de desestatização, terá flexibilidade necessária para competir em condições de igualdade com grandes grupos mundiais. O IRB tem grande potencial de expansão dos negócios, tendo em vista a realidade econômica do Brasil, com obras de infraestrutura, a necessidade de seguros e resseguros se desencadeará”, disse Barbosa, em entrevista coletiva.

Ele encontrou-se nesta terça-feira com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Valmir Campelo para discutir a privatização da maior resseguradora da América Latina, ainda este ano. Pelas contas do governo, com a privatização, o capital do IRB, que atualmente é de cerca de R$ 15 bilhões, pode ser ampliado para R$ 50 bilhões, para estar entre as dez maiores resseguradoras do mundo a longo prazo.

A conversão do IRB em empresa privada se dará por meio de um aumento de capital dos atuais sócios privados, diluindo a participação do governo, que deverá se tornar sócio minoritário. “Nós temos capacidade de ter um grande ressegurador de escala de capacidade de competição internacional, baseado no Brasil, tendo participação da União, mas não majoritária, e participação do capital privado, dos principais grupos nacionais”, explicou o secretário executivo.
Para levar a privatização adiante, o governo precisa do parecer favorável dos órgãos de controle: TCU, Banco Central, Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O edital com as condições para a desestatização da empresa, lançado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi publicado no dia 23 de janeiro no Diário Oficial da União. Na próxima semana, o ministro do TCU se reunirá com técnicos do BNDES. A previsão é que o parecer do TCU seja divulgado até 15 de março.

Foto: José Cruz/ABr[/caption]

Seguradoras lucram R$ 12,6 bi em 2012, alta de 7,2%, informa Castiglione

O mercado brasileiro de seguros e previdência privada encerrou 2012 com lucro líquido não consolidado tecnicamente de R$ 13,5 bilhões, 7,2% acima dos R$ 12,6 bilhões de 2011. Excluindo o Resultado de Coligadas e controladas, o Lucro Líquido passa para R$ 7,8 bilhões contra R$ 7,3 bilhões de 2011, um crescimento nominal de 6,4%, escreve o Consultor Luiz Roberto Castilione em seu estudo divulgado nesta terca-feira.
 
Segundo ele, a grande tônica do mercado continua sendo a busca pela eficiência operacional. A Combined Ratio vem se mantendo ou melhorando ao longo dos anos. Maior rigor na aceitação e na regulação, investimentos em TI e em capital humano, além da continua busca por canais / parcerias, novos produtos e alternativas de contratos de resseguro. “O mercado se tornou mais competitivo, novas empresas foram implementadas e outras ainda estão por vir, aguardnao autorização na Susep”, afirma.
 
“Em determinados segmentos a concorrência predatória está elevada.  Em outros grande frustração da não efetivação dos investimentos esperados, além da postergação de licitações”, afirma. De acordo com a análise, com a taxa de juros em declínio o mercado ser viu obrigado a buscar na operação o impacto da redução dos ganhos financeiros, mesmo porque esses ajudam na constituição das provisões técnicas (maior necessidade de recursos) Novas legislações estão em audiência pública e outras virão no decorrer de 2013, fazendo exigência de maior margem de solvência.
 
Os prêmios emitidos (sem o VGBL) somaram R$ 69,8 bilhões contra R$ 61,6 bilhões de 2011, um crescimento de 13,2%. O Resultado Industrial atingiu a cifra de R$4,7 bilhões contra R$ 3,7 bilhões do ano passado, um crescimento de 26,0%. A Combined Ratio representou 92,3% dos prêmios ganhos contra 93,2% de 2011. A Taxa Média de Retorno do Patrimônio Líquido (não consolidado) foi equivalente a uma aplicação com remuneração de 19,06% ao ano contra 19,58% ao ano de 2011.

Veja o estudo completo

castiglione 2012
 
 

Brasilprev encerra 2012 com lucro líquido de R$ 484 milhões

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A Brasilprev manteve em 2012 o crescimento nos mesmos patamares registrados nos anos anteriores, acima da média do mercado. Uma das maiores empresas de previdência privada aberta do Brasil e única especialista nesse segmento, a seguradora registrou lucro líquido de R$ 484 milhões em 2012, alta de 25% em comparação aos R$ 385,7 milhões de 2011. A carteira de ativos no mesmo período teve crescimento de 37%, chegando à marca de R$ 67,6 bilhões.

“Em 2012, a indústria de previdência privada manteve forte crescimento, o que demonstra que a população brasileira está cada vez mais consciente da necessidade de investir recursos financeiros para a concretização de projetos de vida no longo prazo”, comenta o diretor de planejamento e controle da Brasilprev, Nelson Ignacio Katz. “E a Brasilprev, mais uma vez, sobressaiu-se, crescendo acima da média da indústria e alcançando importantes resultados”, complementa.

Katz revela que a arrecadação total da Brasilprev foi de R$ 18,2 bilhões em 2012, alta de 56% em comparação ao período de 2011. E que, desse total, a maioria dos aportes foi nos planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): R$ 15,7 bilhões – montante 67% superior que o arrecadado naquele ano, ao mesmo tempo que na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), a soma foi de R$ 2,1 bilhões, valor 12% superior que o registrado em 2011. “O forte crescimento apresentado nestes indicadores permitiu à companhia manter sua posição de liderança em captação líquida do mercado, com 37,2% de participação, além de conquistar, no resultado acumulado do ano, a vice-liderança em arrecadação PGBL e VGBL, atingindo 26,5% de market share”, comenta.

Inovação – No ano em que completa 20 anos de fundação, a Brasilprev anuncia a comercialização de seu novo portfólio de produtos individuais a partir de hoje. Disponível nas agências do Banco do Brasil, que totalizam mais de 5.000 em todo o Brasil, o objetivo foi oferecer novas soluções para que as pessoas possam viabilizar seus projetos de vida. Entre os diferenciais destas ofertas estão o foco na simplificação, com objetivo de trazer mais facilidade no entendimento das ofertas para quem adquire o plano; na fidelização, que proporciona taxas menores ao cliente à medida que evolui sua reserva; no aumento de flexibilidade, permitindo que planos que começaram com aporte único possam passar para aportes periódicos; na competitividade, com taxas ajustadas ao novo cenário econômico; e no conceito de proteção na medida certa para o cliente e sua família, pois oferece tranquilidade em todos os estágios do plano, uma vez que o capital do pecúlio é ajustado na medida em que cresce a reserva.

O conceito de pecúlio com capital decrescente tem o seguinte fluxo: o cliente contrata um plano com mensalidade adequada ao seu orçamento, e é feita a conta do valor do patrimônio que ele terá acumulado até o momento da concretização de seu projeto. “Caso o titular do plano venha a faltar, o seu beneficiário recebe este valor calculado no presente. E o interessante é que quanto mais a reserva cresce no decorrer do tempo, menor é o valor pago na mensalidade do seguro”, explica Roger Rendón, diretor de produtos e operação da Companhia.