A CNseg, em parceria com a Abecor-Re, Fenaber e com a Escola Nacional de Seguros, realizará o 2º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, nos dias 3 e 4 de abril, no Hotel Sofitel, em Copacabana. Durante os dois dias, serão discutidos importantes temas como as catástrofes climáticas no Brasil e no mundo, o agronegócio e o PL da Nova Lei Geral do Seguro. O Encontro reunirá segurados, seguradoras, resseguradoras, corretoras de resseguro, escritórios de advocacia e prestadoras de serviços, que terão a oportunidade de discutir as várias vertentes do tema.
Entre os debatedores convidados, estão o ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues no painel sobre o Agronegócio no Brasil, o Deputado Armando Virgílio, que vai explicar o projeto da lei do seguro; Alfredo Gomes, da Swiss Re, para falar sobre catástrofes climáticas; os pesquisadores René Hernande e Geraldo Luis Lino, no painel sobre catástrofes climáticas no Brasil.
Prazos de inscrição e valores:
de 4/01 a 18/02 – R$600,00 / US$300.00
de 19/02 a 17/02 – R$700,00 / US$350.00
a partir de 18/03 – R$800,00 / US$400.00
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Executivos da corretora listam vantagens de produto para representantes da indústria de petróleo
Para credenciar o seguro garantia como a principal caução a ser usada na próxima licitação de blocos de exploração e produção de petróleo e gás natural, prevista para maio, a Aon, empresa de consultoria e corretagem de seguros e resseguros, reuniu seu staff com executivos da indústria de petróleo nesta quinta-feira pela manhã, na cidade do Rio de Janeiro.
O seguro e a carta de crédito emitida por bancos estão entre as cauções que os participantes da 11ª Rodada de licitações promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) poderão apresentar antes mesmo do leilão dos blocos e, para os vencedores, nas demais fases do negócio.
Serão ofertados 289 blocos, envolvendo 23 setores e 11 bacias sedimentares, o que marca a retomada das licitações para exploração de novos poços, suspensas a partir de 2008, e cria expectativa de forte retomada da demanda do seguro garantia, lembraram executivos da Aon, como Paulo Niemeyer, Adriano Almeida e Fernando Demier.
Justamente pela paralisação das licitações na área de petróleo e gás ou atraso no cronograma de obras de infraestrutura, o seguro de garantia “andou de lado” em 2012, ao interromper o ciclo de alta dos anos imediatamente anteriores. Segundo dados da Aon, o mercado de garantia fechou 2012 com receita de R$ 788 milhões, queda de 3,52% sobre os R$ 817,6 milhões de 2011.
Na avaliação dos executivos da Aon, o ciclo de recuperação de receita será retomado este ano, até porque o seguro garantia oferece vantagens competitivas em relação à fiança bancária. A previsão é de que o faturamento aumente de algo entre 8% e 10%. “O seguro garantia é uma das formas de caução mais recomendáveis, não só pelo custo menor, pela facilidade de contratação, mas também por não tomar limites bancários como a Carta de Crédito”, exemplifica Adriano Almeida, diretor de Produtos Financeiros da Aon.
No ano passado, também houve forte expansão da sinistralidade, o que serviu não só de prova de fogo, mas também para ampliar o nível de conforto dos contratantes do seguro, um produto em consolidação a partir da abertura das operações de resseguro. Nos negócios privados, a taxa de sinistralidade subiu exatos 377,87% na virada de 2011 para 2012, passando de R$ 104 milhões para R$ 377,8 milhões.
Já os sinistros envolvendo empresas do setor público tiveram avanço ainda maior, de 991,74%, de R$ 38,5 milhões para R$ 421 milhões, ao passo que os prêmios, neste nicho, subiram cerca de 14%, de R$ 500 milhões para R$ 571,4 milhões. Apesar do avanço, o viés é de estabilidade das taxas, segundo eles, algo que tem a ver com o aumento da capacidade do mercado doméstico e maior concorrência gerada com novos players no nicho de garantias nos últimos anos.
No caso da próxima licitação da ANP, a prova de fogo do mercado de seguros será no próximo dia 26 de abril, prazo final para apresentação de garantias de oferta exigidas pela ANS. Seguro ou fiança? Para as empresas interessadas em oferecer o seguro, os especialistas recomendam que as negociações comecem já, porque existe um prazo de maturação do negócio, que chega a 10 dias. O seguro cobre o não cumprimento dos termos contratuais.
A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) patrocina a Etapa de Outono da corrida de rua “Circuito das Estações Adidas 2013”. A prova será realizada em Belo Horizonte (MG), no próximo dia 10 de março (domingo). A largada ocorrerá na Av. Otacílio Negrão de Lima, em dois horários: às 8h00, para os participantes que optarem por um percurso menor, de cinco quilômetros; e às 8h30, para aqueles que preferirem o percurso de dez quilômetros.
“Buscamos sempre apoiar eventos como esse, que incentivam a prática de esportes e contribuem para uma melhor qualidade de vida dos participantes”, afirma Waldyr Dias Vieira Júnior, gerente da Sucursal Minas Gerais da Porto Seguro. Ele destaca ainda que “as corridas de rua são ótimas oportunidades para se exercitar, superar limites e fortalecer as relações humanas”.
A organização do evento fornecerá aos corredores kits contendo itens como camiseta, bolsa, squeeze, toalha, entre outros. Os três primeiros colocados nas provas, tanto na categoria masculina quanto feminina, serão premiados com um troféu.
A American International Group, Inc. (AIG), organização internacional líder de seguros que serve clientes em mais de 90 países, acaba de abrir 31 vagas de estágio. Os contratados atuarão nas filiais localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.
O 3° Programa de Estágio AIG tem como objetivo criar sua própria escola profissionalizante no mercado de seguros, formando profissionais comprometidos com a visão do negócio e que possam ser sucessores em posições chaves dentro da empresa. O projeto é baseado no modelo já utilizado em diversos países em que a companhia atua no qual os estagiários podem colocar em prática o que aprendem na faculdade.
Os interessados em estagiar em São Paulo devem estar cursando graduação nas seguintes áreas: Administração de Empresas, Ciências Atuariais, Matemática, Marketing, Análise de Sistemas, Comunicação, Economia, Estatística e Engenharia (todos os cursos), com formação prevista para Junho/2015. É necessário ter inglês avançado e interesse em atuar nas seguintes Áreas de Negócios:
Linhas Financeiras
Garantia
PME
Aviação
Responsabilidade Civil
Crédito
Linhas Pessoais – auto, vida, viagem
Marketing Digital
Gestão de Campanhas
Análise de Dados
Compras
Recursos Humanos
Operações e Serviços
Vendas
Marketing
Sistemas
PMO – Gestão de Projetos
Infraestrutura
Já os interessados em atuar no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte ou em Curitiba, devem estar cursando Administração de Empresas com formação prevista para Junho/2015, ter inglês avançado e disponibilidade para estagiar na área de Vendas.
Para todas as vagas a AIG oferece uma bolsa auxílio no valor de R$ 1.500,00, vale-transporte, vale-refeição, seguro saúde e seguro de vida.
As inscrições devem ser feitas pelo site: http://www.vagas.com.br/estagiosaig
Sobre a AIG
AIG é o nome de marketing mundial para property-casualty, vida e aposentadoria, e as operações de seguros gerais da American International Group, Inc. Para mais informações, por favor, visite nosso site www.aig.com. Todos os produtos e serviços são escritos ou fornecidos por subsidiárias ou afiliadas da American International Group, Inc. Produtos ou serviços podem não estar disponíveis em todas as jurisdições, e a cobertura está sujeita a linguagem política atual. Seguro não-produtos e serviços podem ser prestados por terceiros independentes. Certas coberturas property-casualty podem ser fornecidas por uma seguradora de linhas excedentes. Seguradoras de linhas excedentes geralmente não participam dos fundos de garantia do estado, e os segurados não são, portanto, protegidos por tais fundos.
* AIG Seguros Brasil SA (em processo de alteração da Razão Social, atual denominação da CHARTIS SEGUROS BRASIL S.A).
O BB lançou dois seguros com coberturas especiais para titulares de cartão de crédito: o BB Seguro Proteção Financeira e o BB Seguro Crédito Protegido. O cliente paga a partir de R$5,08 por mês e pode garantir uma proteção inédita na seguridade do Banco do Brasil: a cobertura de perda de renda por desemprego involuntário ou perda temporária da capacidade laborativa.
“Esse lançamento complementa o portfolio de seguros do Banco do Brasil e amplia, ainda mais, a percepção de segurança atrelada aos nossos produtos”, afirma Marcelo Labuto, diretor de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização.
O BB Seguro Proteção Financeira é o primeiro seguro do Banco com a cobertura de perda de renda, que garante a quitação ou amortização do saldo devedor da fatura do cartão. Já o BB Seguro Crédito Protegido garante a liquidação ou amortização dos valores na fatura do cartão de crédito do segurado, em caso de morte ou invalidez permanente total por acidente (IPTA), até o limite contratual.
Clientes pessoa física, com idade entre 16 e 65 anos, em boas condições de saúde, com carteira de trabalho assinada e com vínculo empregatício de no mínimo 12 meses, ou que sejam autônomos com comprovação de renda, podem contratar o BB Seguro Proteção Financeira. Para casos de morte e IPTA, o capital segurado pode variar entre R$ 2 mil e 50 mil. Para perda de renda, o capital segurado varia entre R$100 e R$ 3 mil. Os seguros podem ser contratados em qualquer agência do BB.
Na última reunião do Subcomite de Resseguros da IAIS (Associação Internacional de Supervisores de Seguros), da qual a Superintendência de Seguros Privados (Susep) é membro, realizada em novembro do no passado, em Washington (EUA), a autarquia foi convidada a ingressar também como membro do Subgrupo de Transparência de Resseguro (RTG). Este Subgrupo é o sucessor da Força-Tarefa para fortalecimento da transparência e divulgação do setor de resseguros (Re Task Force).
Dentre as atribuições deste Subgrupo estão a preparação de relatórios do mercado global de resseguro (inclusive análise e interpretação de dados estatísticos), além de ser responsável por todas as decisões futuras no que diz respeito a metodologia adotada para produzir estatísticas do mercado global de resseguro.
O membros, periodicamente, fazem avaliação sobre a continuidade ou não da produção de estatísticas e preparo de relatórios sobre o mercado global de resseguro. Outra incumbência é a de resolver quaisquer problemas que possam surgir sobre a matéria dentro do seu mandato.
As próximas reuniões do Subcomitê de Resseguros e do Subgrupo de Transparência de Resseguro (RTG)da IAIS, acontecerão em abril próximo, em Frankfurt (Alemennha), e deverão contar com a presença de dois representantes da Susep.
Nota publicada no portal CQCS informa que dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelam que as seguradoras faturaram pouco mais de R$ 12,8 bilhões no primeiro mês deste ano, com excepcional crescimento de 31,9% em relação ao mesmo período de 2012, sem computar o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
A taxa média de sinistralidade caiu de 50% para 48%, entre os dois períodos comparados, embora os sinistros retidos pelas seguradoras tenham apresentado alta de 14,3%, para pouco menos de R$ 2,9 bilhões. Isso significa que, em janeiro, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 96,4 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados; ou ainda, R$ 4,1 milhões a cada hora.
Já as despesas comerciais, que englobam, em linhas gerais, as comissões de corretagem pagas pelas seguradoras, além de campanhas promocionais, somaram cerca de R$ 1,3 bilhão em janeiro, 16% a mais do que no mesmo mês, em 2012.
Levantamento feito pela SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos identificou aumento de 21% na demanda das empresas por seguro com proteção contra vendaval em 2012, cuja cobertura é oferecida na apólice do SulAmérica Empresarial. Para a seguradora, o aumento da frequência e intensidade dos eventos climáticos que afetaram diversos países, entre eles o Brasil, tem feito com que aumente a preocupação com riscos desta natureza. .
“Toda empresa está exposta a riscos e nesta época do ano é comum o aumento de temporais que podem vir acompanhados de quedas de granizo, vendavais e outros eventos correlatos. E para evitar que eventos desta natureza se tornem um aborrecimento, oferecemos proteção e segurança que preservam o patrimônio empresarial e até mesmo a continuidade do negócio, evitando perdas e prejuízos maiores para os empresários”, explica o diretor de Ramos Elementares da SulAmérica, Luís Alberto Mourão.
As empresas que contratam a cobertura adicional de vendaval na sua versão mais completa ficam protegidas em caso de danos materiais causados às edificações e seu conteúdo, diretamente por vendaval, queda de granizo, ciclone, tornado, furacão, queda de aeronave ou quaisquer outros engenhos aéreos ou espaciais, impacto de veículos terrestres e fumaça.
A SulAmérica constatou também que entre os ramos de atuação das empresas que mais contratam esta cobertura estão os restaurantes (48%), vestuário (39%), bares (28%) e escritórios (25%). A seguradora percebeu ainda que Santa Catarina é o estado que mais busca esta proteção, seguido do Rio Grande do Sul e São Paulo. “Isso acontece por questões basicamente geográficas, devido a essas regiões receberem constantemente os efeitos da entrada de frentes frias que muitas vezes são acompanhadas por rajadas de ventos, o que faz com que os empresários dessas praças procurem mais por esse seguro”, acentua Mourão.
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), capitaneado pelo mentor Alexandre Camillo, recebeu nesta terça-feira (05/03) o titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Luciano Portal Santanna para um agradável bate-papo, em almoço no Restaurante do Circolo Italiano.
“Nosso objetivo no CCS-SP é promover a interlocução dos corretores com profissionais de representatividade em seguros, e São Paulo tem a honra e o privilégio de receber a autoridade máxima do nosso pujante setor”, afirmou Camillo. O evento reuniu cerca de 300 pessoas – além dos associados do Clube, contou com a presença de lideranças de corretores de seguros de São Paulo, incluindo de clubes e sindicatos de outras localidades, além de presidentes e diretores das principais seguradoras do mercado.
Luciano Portal Santanna se colocou à disposição dos corretores de seguros. “Temos um grupo de trabalho para atualizar as normas da corretagem de seguros, um momento importante, pois discutimos com corretores e com os seguradores sobre o que não esta funcionando bem. O CCS-SP completa 40 anos de fundação, eu que ainda não tenho esse tempo de idade não poderia deixar de vir participar de reunião de uma entidade tão tradicional”, afirmou.
“Tudo o que é produzido pela Susep, pelos seguradores ou outros atores dessa indústria é levado para os consumidores por meio dos corretores. Por isso, tenho que agradecer ao superintendente por transmitir a nós melhor entendimento do nosso setor”, disse Camillo.
O superintendente falou sobre projetos e ações no período de ano e meio à frente da Susep. Projetos como a regulamentação do seguro popular de automóvel “usamos como critério os veículos a partir do terceiro ano de uso, é um mercado grande em potencial”, e do PGBL Saúde, “que seria um produto diferente, fiscalizado parte pela Susep e parte pela ANS”.
Uma das mais recentes ações é a substituição de penalidades de multa a corretores de seguros, por recomendações (advertências) em casos de infrações consideradas leves. “Preferimos abrandar em casos em que analisamos a ausência de má-fé”. Por outro lado, foram estabelecidas penalidades de multa para profissionais de seguradoras como pessoa física, quando identificado o responsável por uma infração.
Também enfatizou as ações da Susep visando à transparência e à eficácia do setor. “Estamos fiscalizando as resseguradoras, seguradoras, empresas de previdência e capitalização, para estimular a adequação às regras. Uma empresa que sabe que será fiscalizada, começa a se preparar, corrigir ajustes, sanar os problemas. E é isso que queremos. Nenhuma empresa ficará mais de dois anos sem fiscalização. No caso de corretores, visitamos muitos, mas apenas quando somos demandados, pois a Susep tem a dificuldade de fiscalizar quase 70 mil corretores, tendo uma estrutura enxuta com 347 colaboradores. Nos queremos um mercado que funcione melhor e com melhor credibilidade perante a sociedade e a premissa do cumprimento dos contratos é essencial para o desenvolvimento do mercado de seguros”.
Também sobre transparência, falou sobre a disponibilização de dados e atendimento de solicitações na Lei de Acesso à Informação. “Desde a entrada em vigor da Lei (em maior de 2012) lideramos o ranking no atendimento a questionamentos. Isso reflete a importância do mercado de seguros que tem milhões de segurados”.
Falou sobre a criação das entidades autorreguladoras da corretagem de seguros, e garantiu que o modelo concebido pelo Conselho Nacional de Seguros Privados está fase final de estudos. “Nós temos um sistema de autorregulação que irá abranger quem aderir voluntariamente. É um assunto polêmico, mas já existe um modelo no mercado de capitais, dentro da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. A autorreguladora será complementar à Susep, que pode reverter suas penalidades”.
Sobre o fim do convênio de cadastramento de corretores de seguros entre Susep e Fenacor/ Sincor’s, explicou que a falta de estrutura para atender em diversos pontos do Brasil fez com que precisasse ser criado um novo sistema e deixasse de ser emitida a carteirinha. “Criamos novas regras, tivemos que abrir mão da carteirinha e reformular o sistema. Tivemos e podemos ainda ter dificuldades, mas é um sistema que está funcionando, não é oneroso e é mais rápido do que via sindicato. Quando tivermos as autorreguladoras, não descarto a possibilidade de fazer alguma parceria”.
Contou sobre a criação de um livro didático sobre seguros que será encaminhado a todas as escolas de Ensino Médio do país. ”A reflexão que o aluno fará na escola sobre a importância da previdência e do seguro será levada para dentro de casa. Com um programa sério de educação, nosso mercado vai crescer ainda mais”.
Afirmou que está sendo criado um sistema de fiscalização para o mercado marginal de seguros, formado por empresas que vendem seguro sem regularidade nem reservas técnicas para garantia. Com o projeto de lei para a criação da Comissão Nacional de Seguros – “para substituir a Susep e a CNSP, com estrutura melhor do que existe hoje” – poderá liquidar também as empresas do mercado marginal de seguros.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) liberou os primeiros cinco produtos de microsseguro para serem comercializados. Direcionados a um público-alvo de baixa renda (classes C, D e E), com idade de contratação variando entre 18 e 70 anos, sendo que em alguns planos a venda está restrita a titulares de conta bancária ou caderneta de poupança, os produtos serão vendidos por meio de correspondentes bancários, correspondentes de microsseguro, corretores de microsseguro, lojas, empresas de prestação de serviços e também por meios remotos.
Segundo nota divulgada pela Susep, esses primeiros produtos liberados serão comercializados pelas empresas Bradesco Auto Re e Bradesco Vida e Previdência, Companhia de Seguros Aliança Brasil e Vida Seguradora, do grupo BB Mapfre, e Panamericana de Seguros.
Nota da Bradesco informa que em breve o Grupo segurador passará a disponibilizar o Microsseguro Bradesco Proteção em Dobro. Inicialmente, o novo produto estará disponível em cerca de 1 mil agências do Banco Bradesco em todo o Brasil, além das agências localizadas em comunidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. A comercialização será apoiada por meio eletrônico – telefonia móvel e de POS (Point of Sales) -, tecnologia já utilizada pelo Grupo que, de acordo com a empresa, além de viabilizar a integração e simplificação dos processos de venda em todo o país, reduz significativamente os custos de aquisição do seguro.
“Nossa expectativa é levar os benefícios do seguro a milhões de brasileiros ainda sem acesso a esse mercado. Trata-se de um produto simples de ser entendido e fácil de adquirir, a custo muito acessível”, afirmou, em nota, o diretor executivo do grupo, Eugênio Velasques, para quem operar no segmento de microsseguro é uma vocação natural do grupo pela sua atuação em todo o País.
Segundo comunicado da Susep, existem quatro produtos de microsseguro de pessoas, que estão focados principalmente nas coberturas de Morte Acidental e Reembolso de Despesas com Funeral, cobrindo sinistros ocorridos com o segurado e seus dependentes em qualquer parte do planeta. Além destas, também há produtos que oferecem as coberturas de Morte, Reembolso de Despesas com Funeral, Invalidez Permanente Total por Acidente, Despesas Médicas, Hospitalares e/ou Odontológicas decorrentes de acidente pessoal, Diárias por Internação Hospitalar, Diárias por Incapacidade Temporária, Desemprego e Doenças Graves.
As definições de cada cobertura podem ser encontradas na Circular Susep nº 440/2012. Para microsseguro de danos, foi protocolizado somente um produto, que oferece as coberturas de incêndio, queda de raio e explosão para residências em todo o território nacional.
A Susep regulamentou o microsseguros em junho de 2012. As circulares que formam estabelecem apólices de baixo valor voltadas para a população de menor poder aquisitivo. As regras criam a figura do corretor de microsseguro, pessoa das comunidades que será treinada e autorizada pelo órgão regulador a atuar como intermediário, desde que habilitado para isso. As normas permitem, ainda, o uso de correspondentes de microsseguros, como forma de estreitar a relação com o consumidor. Para ofertar e promover planos de microsseguros, os fornecedores deverão estabelecer contrato ou firmar convênio com as com as sociedades seguradoras. As seguradoras deverão registrar o estabelecimento junto à Susep.
O prazo mínimo de vigência das coberturas de microsseguro será de um mês. As sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar deverão protocolar junto à autarquia os planos de microsseguro, incluindo condições gerais ou seus regulamentos. Outra norma limita o valor das coberturas nas apólices, para que o produto seja caracterizado como microsseguro. Como exemplo, a indenização para perda de bagagem esta em R$ 1 mil, para seguro de vida, em R$ 24 mil, e reembolso de despesas com funeral em R$ 4 mil.
A regulamentação ainda permite uso de celular na venda de seguros e a inclusão de sorteios pela capitalização. Os bilhetes de microsseguro emitidos pelas sociedades seguradoras deverão conter informações como: nome do plano ao qual se vincula o documento; nome e CNPJ da sociedade seguradora; número do processo administrativo de registro junto à Susep; número de controle do bilhete; entre outros.
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