Queima de equipamentos eletrônicos é a maior causa de acidentes nas residências

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O dano elétrico decorrente de tempestades (raios e vendaval) e oscilação de energia é a principal causa dos acidentes com eletroeletrônicos e eletrodomésticos dentro das residências. Segundo estudo realizado pela Liberty Seguros, com base em 5.715 mil solicitações de atendimentos a residência (casa e apartamento) de seus segurados, entre dezembro de 2011 a novembro de 2012, 44% dos incidentes corresponderam a danos elétricos.

Segundo o diretor de Sinistros da Liberty Seguros, Francisco Minarelli, os eletroeletrônicos e eletrodomésticos queimados pela oscilação de energia, devido a tempestades ou problema na transmissão, têm sido a principal causa de acionamento de seguro residencial. “Danos elétricos acontecem principalmente em dias chuvosos e tiveram mais ocorrências em algumas cidades do interior de São Paulo, por exemplo, em Ribeirão Preto, Araçatuba, Franca, Marília e Presidente Prudente, chegando a ser mais do que o dobro da média no Brasil, que corresponde a 2,2% para cada 100 residências”, afirma.

Ainda de acordo com a pesquisa, a segunda maior causa das chamadas foi por ocorrência de roubos ou furtos, chegando a 30% das ligações. Já, 18%, por conta de vendavais e, 3%, devido a incêndios. Os demais 5% das solicitações dos serviços foram em razão de outros acidentes, por exemplo, quebra de vidros. “Vendavais são sazonais e em algumas situações a sua intensidade causa grandes estragos, atingindo em poucos minutos muitas residências gerando prejuízos. Esse fenômeno é frequente principalmente em algumas regiões do Sul do país”, explica.

Alguns incidentes apresentam mais ocorrências em determinadas épocas do ano. De acordo com a base da Liberty, os danos elétricos, por exemplo, acontecem com maior frequência em março (53% dos casos), fevereiro (50%) e janeiro (46%). “Março é marcado por fortes chuvas, gerando muitos problemas elétricos nas residências”, diz Minarelli.

Roubos e furtos, de acordo com o levantamento, têm maiores picos no mês de julho (43%), agosto (42%); maio (37%). “Julho é período de férias e sempre apresenta maior incidência dessa modalidade de crime, já que grande parte das famílias está viajando e fica um período maior fora de casa”, analisa. “Já agosto e maio não têm relação direta com o período de férias, são ocorrências corriqueiras ligadas a invasões nas residências”, completa o diretor da Liberty.

Ranking de serviços solicitados

A pesquisa mapeou também os serviços mais solicitados entre janeiro e outubro de 2012. Do total de 28.700 chamadas registradas, 34% foram por problemas de encanamento, 23% para consertos de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

Mapfre Investimentos lança fundo hiper agressivo de olho na nova realidade do mercado

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A Mapfre Investimentos, uma das cinco maiores assets management independentes do Brasil, acaba de lançar no País o Mapfre Inversion Hiper Agressivo Multimercado, fundo desenvolvido de forma exclusiva que tem como foco proporcionar mais rentabilidade aos aplicadores, sendo, dessa maneira, uma opção àqueles que procuram um maior retorno financeiro para seus recursos.

Destinado a investidores especializados (pessoas física e jurídica, além de investidores institucionais) e que possuem predisposição ao risco, o produto, que também usará de alavancagem, é o mais agressivo já disponibilizado pela companhia, sendo mais exposto ao risco oferecido pelos mercados de taxa de juros pré e pós-fixados, índices de preços, moeda estrangeira, renda variável, dentre outros.

Com aporte inicial de R$ 50 mil e aplicações adicionais de R$ 5 mil, o novo fundo é mais uma alternativa que a MAPFRE Investimentos disponibiliza ao investidor que quer se adequar à nova realidade econômica do País, que inclui queda acentuada dos juros, inflação e baixíssima perspectiva de ganhos no curto prazo.

“Devido às características do produto, poderemos alocar os ativos favoráveis à carteira de acordo com o cenário macroeconômico”, explica o vice-presidente da MAPFRE Investimentos, Elíseo Viciana, ressaltando que “a expectativa da empresa é captar R$ 100 milhões somente no primeiro ano”.

Ainda segundo Elíseo, “com as mudanças econômicas e com a queda de juros acentuada, os investidores começaram a buscar produtos mais sofisticados e se dispor um pouco mais ao risco. Por se tratar de um produto que tem como meta um público que observa atentamente onde estão seus recursos e quanto está rendendo, o Inversion Hiper Agressivo vem suprir justamente esta lacuna, permitindo ao investidor aplicar seus recursos e obter um retorno maior e com mais segurança”.

Sincor-SP apresenta modelo de ferramenta multicálculo automóvel para seguradoras

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O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) promoveu no último dia 28/02, no auditório do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindseg SP), um encontro com as seguradoras que atuam no ramo de Automóvel, com o objetivo de apresentar seu modelo de ferramenta multicálculo para uso exclusivo dos corretores de seguros associados.

Em fase de desenvolvimento, essa ferramenta busca agilizar o processo de cotação do seguro, mas sem prejudicar as condições comerciais do mercado. “O corretor de seguros leva em torno de 65 minutos para cotar e transmitir a proposta aprovada para o consumidor. Queremos reduzir esse período para cinco minutos e assim garantir aos profissionais mais tempo para prospectar negócios e prestar um melhor serviço de consultoria ao cliente”, destacou o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.

Para o Sindicato, a participação das seguradoras é muito importante para viabilizar a construção de um sistema que beneficie de forma abrangente o mercado de seguros. “Atualmente existem diversas empresas que oferecem soluções ao mercado que podem ser adquiridas por alguns corretores. Todos esses sistemas demandam tempo e recursos das seguradoras para adaptação. Tornando-se parceiras do Sincor-SP nesse projeto, as seguradoras serão beneficiadas, pois contarão com uma plataforma única, que permitirá ganhos em escalas, tecnologia de ponta e mais facilidade para lançar novos produtos, além de contar com um maior contingente de corretores comercializando seus seguros”, afirma Mário Sérgio.

Sobre a disponibilização de dados, Mário Sérgio garantiu que o modelo idealizado não abrirá indistintamente os cálculos de todas as companhias. “Os corretores terão acesso somente às informações das seguradoras com as quais já trabalham”, afirma.

Para o desenvolvimento de sua ferramenta multicálculo, o Sincor-SP montou diferentes grupos de corretores de seguros que estudaram vários aspectos negativos e positivos da implantação do sistema. Com esse material de apoio, o Sindicato estabeleceu critérios específicos para sua viabilização, como a não abertura do cálculo diretamente ao consumidor, a permissão das operações apenas com o uso do certificado digital, a disponibilização de cálculos real time aos corretores por parte das seguradoras com as quais já trabalham e contar com o serviço de empresas especializadas em tecnologia e direito digital para garantir a boa prestação de serviços.

Desse encontro, o primeiro de uma série que o Sindicato pretende promover, participaram representantes das seguintes companhias seguradoras: Alfa Seguradora, Bradesco Seguros, Chubb Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguradora, Mapfre Seguros, Marítima Seguros, Mitsui Sumitomo Seguros, Porto Seguro, SulAmérica Seguros, Tokio Marine Seguros, Yasuda Seguros e Zurich Seguros. Também marcaram presença os membros da Comissão Multicálculo do Sindicato, sua diretoria executiva e os profissionais das empresas parceiras em tecnologia e direito digital.

5a. edição da Conferência Anual de Resseguros promovido pela revista Reactions acontece nos dias 13 e 14 de março

O Grupo Euromoney, por meio da revista Reactions, realiza a 5a Conferência Anual de Resseguros do Brasil, no Rio de Janeiro, nos dias 13 e 14 de março. Segundo divulgou, o evento acontece em uma das economias que mais cresce no mundo. “À medida que o Brasil expande rapidamente as oportunidades nos setores de energia, construção e engenharia, as empresas de seguros e de resseguros devem encontrar maneiras de acomodar esse crescimento de maneira sustentável e positiva”, informa o material publicitário.

Há várias palestras interessantes, com pesos pesados que negociam os maiores contratos de seguros do país. Mas é preciso checar a possibilidade de cobrir o evento, pois as credenciais para imprensa são limitadas.

Dia 1, quarta-feira, 13 de março de 2013

8h45 Inscrição e comes e bebes

9h30 Notas de abertura do líder da mesa

9h45 Palestra de abertura: Oportunidades e desafios no mercado de seguros brasileiro
Alexander Moczarski, CEO & President, Guy Carpenter & Company LLC at Marsh & McLennan Companies Inc.

10h15 Visão geral macroeconômica: Como o seguro brasileiro está atravessando a crise econômica global? Taoufik Gharib, Director, Standard and Poors

10h45 Comes e bebes e networking

11h30 Painel executivo de resseguro: O papel das resseguradoras na crescente sofisticação do mercado Wady Cury, Executive Officer – Great Risks, BBMapfre Seguros Marco Antonio de Simas Castro, President & General Representative, Lloyd’s Brazil
Margo Black, Head of Latin America, Swiss Re
Paulo Eduardo Botti, CEO, Terra Brasis Re
Moderator: Taoufik Gharib, Director, Standard and Poors

12h15 Os principais riscos de mercado estão sendo absorvidos adequadamente para o mercado de resseguros? João Botelho, Product and Reinsurance Superintendent, Itau Seguros Nilton Rafael Haiter, Reinsurance Executive Superintendent, Tokio Marine
Ana Carolina Pereira Mello, Director – Property & Engineering Line, Argo Seguros

13h00 Almoço

14h30 Operações externas: Oportunidades para operar em outros países latino-americanos
Juan Fernando Serrano, President, Latino Insurance

15h00 Cobertura de responsabilidade ambiental: Quanto tempo para entrar no ritmo?
Marco Antônio P Ferreira, Soluções Corporativas, Itaú Seguros S.A. Nathalia Gallinari, AIG Seguros Brasil, Environmental Underwriter Adias Gerbaud, Environmental Underwriter, International P&C,
XL Group

15h45 Comes e bebes e networking

16h15 Sessão técnica: Petrobras pede por gerenciamento
Luciana Carvalho, Claims & Control Manager, Petrobras

16h45 Sessão de infraestrutura: Criação e expansão do investimento no setor de infraestrutura dinâmica
Kátia Luz, Vice President Engineering & Construction, Odebrecht Vanderlei Bittencourt Ravazzi, Superintendente de Subscrição, Itau Unibanco Rosemary B Herzka, Director, Engineering-Property, Malucelli Seguros Moderator: Kaoru Fujita, Technical Director, Miller do Brasil

17h30 Notas de encerramento do líder da mesa, seguidas de coquetel de recepção

Dia 2, quinta-feira, 14 de março de 2013 8h45 Comes e bebes

9h15 Notas de abertura do líder da mesa

9h30 A cobertura de catástrofes deveria ser levada mais a sério no Brasil?
Joaquin Toro, Senior Disaster Risk Management Specialist, World Bank

10h00 Painel executivo de seguro brasileiro anual: Inovando novos nichos no mercado
Jacques Bergman, CEO, Fairfax Brazil, Edward Lange, CEO, Allianz Seguros, Luis Reis, Head of Mass Consumer Latin America, Zurich Seguros Wady Cury, Executive Officer – Great Risks, BBMapfre Seguros

10h45 Comes e bebes e networking

11h15 Agrosseguro: Garantindo maior penetração de mercado em um setor crucial
Jose Cullen, Head of Agro & ECM CorSo Brazil & Senior Vice President, Swiss Re Corporate Solutions
Luiz Roberto Foz, President of the Rural Insurance Commission, FENSEG Laura Emilia Dias Neves, Executive Director, Agro Brasil Seguro Agricola Pedro Loyola, Economist, Association of Grain Growers in Parana State (FAEP)

12h00 Seguro de garantias: Como as crescentes perdas em 2012 afetaram esta linha de negócios?
Carla Acras, Surety Manager, AIG Seguros, Gustavo Mello, Professor at Funenseg and Owner, Correcta Seguros, Renato Rodrigues, Director, Liberty International Underwriters, Specialty Lines Division of Liberty Seguros
Carlos Frederico Ferreira, CEO, AUSTRAL Insurance Company Moderator: Marcelo Mansur, Partner, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados.

12h45 Debate de encerramento do líder da mesa: Criando um mercado aberto – Como o debate se desenvolve no Brasil David Matcham, Chief Executive, International Underwriting Association

13h15 Notas de encerramento do líder da mesa, seguido de almoço

Lucro da Mongeral Aegon cresce 67%, para R$ 18 milhões

A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, encerrou 2012 comemorando o crescimento. O destaque foi o lucro líquido de R$ 18 milhões – 67% acima do observado em 2011. A empresa registra, ainda, um aumento de 20% no faturamento, que chegou a R$ 549 milhões.

O resultado reflete o empenho da companhia em crescer seus negócios com a satisfação do consumidor. “Alcançamos esse resultado positivo com um grande investimento na excelência em prestação de serviço, consolidação das parcerias comerciais existentes, criação de novas parcerias e canais de distribuição, desenvolvimento de novos produtos e fidelização de clientes”, revela Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.

Em 2012, a companhia iniciou sua atuação no segmento de seguros populares com o Minha Família. A partir da regulamentação do mercado de microsseguros, a Mongeral Aegon pretende atuar também neste segmento. Além disso, lançou os planos Previdência Sustentável, os primeiros do mercado brasileiro regidos pelos requisitos da sustentabilidade. No ano passado, ainda foi destinado R$ 1 milhão em ações de marketing esportivo.

“Em 2013, a Mongeral Aegon ampliará investimentos em infraestrutura, tecnologia, recursos humanos e pesquisa e desenvolvimento, buscando níveis ainda mais elevados na prestação de serviços e parcerias comerciais”, completa Molina. A expectativa da seguradora para o ano é crescer 30%.

MetLife fecha 2012 com lucro de R$ 41,5 milhões

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Apresentando um crescimento consistente na operação do Brasil, a MetLife – seguradora global com soluções em vida, previdência privada e planos odontológicos – finalizou 2012 com 12% de aumento no lucro líquido em comparação com o exercício anterior, passando de R$37,1 milhões em 2011 para R$41,5 milhões. Em relação ao patrimônio líquido, fechou em R$475,6 milhões, alta de 16,9%. Apresentou ainda aumento médio anual de 27,7% nos seus ativos totais desde 2008, os quais alcançaram R$3,4 bilhões no encerramento de 2012.

Esse crescimento pode ser atribuído ao desenvolvimento de novos produtos, de canais e novas parcerias de distribuição, e também ao contínuo atendimento às linhas de negócios já existentes, que fizeram com que a MetLife aumentasse significativamente suas vendas e seu faturamento.

“O resultado positivo reforça a convicção da companhia em continuar investindo para construir uma operação sólida e de longo prazo no Brasil, o que nos faz muito otimista com resultados e desafios que virão em 2013”, afirma Mario Traverso, presidente da MetLife no Brasil.

As provisões técnicas totais atingiram o montante de R$2,7 bilhões. Os fundos VGBL e PGBL acumularam, no conjunto, R$2,04 bilhões, crescimento de 32,5% em relação a 2011.

Em 2012, a MetLife indenizou a seus segurados e beneficiários um total de R$286 milhões, que corresponde a cerca de 15.400 sinistros pagos no ano. Este foi mais um ano de redução do índice de sinistralidade, ficando em 40,1%, comparado a 42,7% de 2011, fruto dos investimentos na qualidade de subscrição de riscos e dos processos de análise e pagamentos de sinistros.

Prudential do Brasil registra crescimento de 28% em prêmios em 2012

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A Prudential do Brasil Seguros de Vida divulgou aumento no volume de prêmios de seguros(1) em 28% se comparado a 2011, atingindo a casa dos R$ 369 milhões. O lucro líquido da companhia foi de R$ 22.425 mil. Os resultados foram apurados pelas normas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP). Em USGAAP (práticas contábeis norte-americanas), o lucro de 2012 antes da incidência dos impostos foi de R$ 1 milhão. Em dezembro de 2012, a Companhia registrou mais de 150 mil Apólices de Seguro de Vida Individual em vigor, elevando o Capital Segurado em vigor(2) a R$ 52 bilhões. 37% a mais, comparado ao mesmo período em 2011.

“Os resultados deste exercício são fruto do nosso compromisso: conscientizar as pessoas sobre a importância do seguro de vida. Representam o empreendedorismo e senso de missão de nossos Franqueados e a dedicação eficiente de nossos Funcionários. A Prudential do Brasil mantém seu objetivo de Proteção Familiar personalizada aliada ao aprimoramento constante”, afirma Fabio Lins, presidente da Segurador, em nota divulgada à imprensa.

A Prudential do Brasil encerrou o ano de 2012 com a abertura de três novas agências e o marco de 150 mil apólices em vigor. Em 2013, o plano de crescimento já teve continuidade com a efetivação de duas novas parcerias para comercialização de seus seguros de vida: com o Grupo XP e o Grupo Case. Em fevereiro, novas agências foram abertas no Rio de Janeiro e chegará ao Distrito Federal para a comercialização de seguro de vida individual personalizado.

A Prudential do Brasil possui vários projetos de suporte a comunidades carentes, saúde de crianças, encorajamento do voluntariado, sustentabilidade e, também, apoio às vítimas de catástrofes naturais. Dentre elas, e a fim de ajudar a alcançar os Objetivos do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), a companhia também reforçou em 2012 seu compromisso social através de doações em dinheiro. As instituições escolhidas são focadas na educação e qualidade de vida de moradores de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro

(1) Prêmios de Seguros (BRGAAP) = Prêmio Emitido – Cancelamento – Restituição – Desconto – Co-seguro Cedido + Co-seguro Aceito.

(2) Capital Segurado considera Apólices Ativas de Seguro de vida Individual, incluindo as coberturas para Morte Acidental e para Doenças Graves.

O número de países que sofrem violência política aumentou 36%, segundo estudo da Marsh

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O número de países que sofrem violência política aumentou 36% em um ano, uma tendência que provavelmente continuará devido à crescente instabilidade de em regimes de vários países em todo o mundo, é o que diz a Prática Global de Riscos Políticos da Marsh e sua Prática de Crédito, além da empresa de análise de risco e mapeamento, Maplecroft, que em conjunto com a Marsh, lançou o Mapa de Risco Político 2013. De acordo com o mapa, 38 países, ou aproximadamente um em cada cinco de todos os países analisados, estão passando por uma escalada de violência política – em 2012 eram 28 os países nesta situação.

O mapa destaca a dinâmica dos riscos políticos em 197 países, incluindo conflitos, terrorismo, estabilidade macroeconômica, estado de direito, ambientes regulatórios e de negócios, risco de desapropriação, recursos para segurança e disponibilidade de infraestrutura. Grande parte desta realidade é consequência dos efeitos resultantes da violência política e do terrorismo que têm se espalhado da Líbia e Síria até o Mali, Líbano, Argélia e pelo Norte e Oeste da África, chegando até o Oriente Médio.

Ao mesmo tempo, os investidores estrangeiros enfrentam um risco intensificado de desapropriação em países ao longo do Oriente Médio e do Norte da África, onde as sociedades tentam impor mudanças de regime. Os poderes vigentes usam frequentemente a desapropriação e recorrem ao nacionalismo para pacificar descontentamentos sociais que possam ameaçar seus respectivos regimes. Entre os países com maior risco de mudança de regime forçada pela revolta social encontram-se: Guiné-Bissau, Zimbábue, Síria, Madagascar, Sudão Meridional, Paquistão, Iêmen, Mali, Bangladesh, Quênia e Turcomenistão, de acordo com o Mapa de Risco Político 2013.

“As empresas com investimentos estrangeiros diretos estão operando em um ambiente volátil e de mudanças bruscas com a capacidade de provocarem instabilidades que poderiam trazer impactos financeiros negativos e mudanças aos planos destes investidores”, afirma Alyson Warhurst, CEO da Maplecroft. “O recente sequestro de reféns por terroristas na Argélia, a atual crise da dívida européia, as desapropriações de ativos energéticos na Argentina e Bolívia, a guerra civil incessante na Síria, os ataques à embaixada e ao consulado dos EUA no Egito e na Líbia e as repercussões constantes decorrentes das mudanças de liderança na China, ilustram a natureza dinâmica do atual cenário de risco político global”.

“Levando em consideração este ambiente altamente volátil, é indispensável que os investidores estrangeiros permaneçam a par das questões que possam impactar tais regiões e tenham planos estratégicos para proteger seus interesses das ameaças resultantes de mudanças políticas e de atos de violência imprevistos”, afirma Evan Freely, Líder Global das Práticas de Risco Político e Crédito da Marsh. “Cada vez mais empresas estão recorrendo ao seguro de Risco Político como forma de salvaguardar seus interesses vitais de expansão, ativos, cadeias de fornecimento e fluxos de receitas nestes mercados com alto potencial de crescimento, mas, com risco mais elevado.”

Mercado de seguros de pessoas tem crescimento de 14,45% e movimenta R$ 21,8 bilhões

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O mercado de seguros de pessoas, que engloba vários produtos, dentre eles, o seguro prestamista, o seguro educacional e os seguros de vida individual e em grupo, fechou 2012 com R$ 21,8 bilhões em prêmios emitidos, um crescimento de 14,45%, na comparação com o mesmo acumulado do ano anterior, segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade representante de 74 empresas que comercializam produtos de vida e previdência.

De acordo com levantamento da federação, no acumulado de 2012 foram pagos aos segurados cerca de R$ 5,7 bilhões em indenizações, 11,44% a mais do valor registrado no ano anterior, quando foram pagos R$ 5,1 bilhões. “As indenizações demonstram a importância social do seguro, o qual proporciona proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.

O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas, de viajantes em deslocamentos no Brasil e exterior, foi o destaque no período. A modalidade registrou R$ 68,1 milhões de prêmios emitidos no acumulado do ano, expansão de 59,28% em relação aos doze meses do ano anterior.

A performance desse segmento é reflexo do maior fluxo de passageiros no país e para destinos internacionais. Segundo o Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, o número de viagens internas subiu de 190,8 milhões, em 2011, para cerca de 197 milhões, em 2012. O fluxo de viajantes internacionais também cresceu como têm mostrado os indicadores de gastos dos brasileiros no exterior. “O brasileiro está viajando mais, ancorado pelo aumento da renda e do emprego, o que impactou positivamente a emissão de seguros para cobertura de passageiros em trânsito”, diz.

O segundo produto de maior crescimento relativo foi o seguro educacional, que movimentou R$ 27 milhões, alta de 42,24%, em relação ao acumulado de 2011, quando foram registrados R$ 19 milhões em prêmios. “É um produto que tem forte apelo entre os pais, pois seu objetivo principal é auxiliar nas despesas com a educação do menor, principalmente as mensalidades escolares, em caso de morte, invalidez ou desemprego do responsável financeiramente pelo estudante”, afirma.

De acordo com o balanço da FenaPrevi, o seguro contra desemprego e perda de renda, foi outro produto com desempenho positivo, no acumulado de 2012. A modalidade somou R$ 108,6 milhões, 32,71% superior aos R$ 81,8 milhões registrados em 2011. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, explica o executivo.

O prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras principalmente em parceria com redes de varejo, foi também o seguro com significativo crescimento relativo em 2012. Registrou uma expansão de 29,49% e prêmios de R$ 5,8 bilhões, contra R$ 4,5 bilhões, em 2011.

Ranking das seguradoras por prêmio no acumulado de 2012 – R$ 21,8 bilhões

Grupo BB/Mapfre (19,51%)

Grupo Bradesco (17,98%)

Grupo Itaú (12,72%)

Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência (9,78%)

Icatu Seguros (4,65%)

Grupo Caixa (4,02%)

Grupo HSBC (4,00%)

Metropolitan Life Seguros e Previdência (3,46%)

Cardif do Brasil Vida e Prev. (2,86%)

SulAmerica (2,17%)

*As demais seguradoras representaram 18,87% dos prêmios de seguros. Foram considerados, para este ranking, as respectivas holdings.

Resultado Mensal – Dezembro de 2012

Na avaliação mensal, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 1,9 bilhão em dezembro de 2012, expansão de 18,58%, em relação ao mesmo mês de 2011. Dentre os seguros de maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram o melhor desempenho foram o viagem e o prestamista. O volume de prêmios do seguro viagem cresceu 78,84% e somou R$ 6,7 milhões, em relação aos R$ 3,8 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o prestamista registrou R$ 593,4 milhões, 59,50% superior aos R$ 372 milhões de dezembro de 2011. O seguro de vida também obteve desempenho expressivo em dezembro: R$ 747 milhões (alta de 8,49%).

Grupo Caixa Seguros registra lucro de R$ 1,22 bilhão em 2012

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O Grupo Caixa Seguros apresentou em 2012 lucro líquido de R$ 1,22 bilhão – o maior de sua história. A Companhia registrou crescimento de 22%, ante lucro líquido de R$ 1 bilhão obtido em 2011. Em faturamento, o Grupo (que atua nas áreas de seguros, previdência, capitalização, consórcios e saúde) fechou o exercício passado com R$ 7,975 bilhões.

“O mercado de seguros se manteve sólido no Brasil, com bons índices de crescimento, mesmo num ano em que as principais economias do mundo estavam se recuperando de dificuldades”, avalia o presidente da Companhia, Thierry Claudon. “Para 2013, vamos acompanhar a CAIXA em sua estratégia de crescimento, focando em seguros simples e acessíveis, investindo no segmento de pequenas e médias empresas e ampliando nossa participação nos mercados de vida e previdência”, conclui.

Veja alguns destaques das empresas do Grupo:

CAIXA SEGURADORA – Volume dos prêmios chegou a R$ 2,2 bilhões, ante R$ 1,8 bilhão do ano anterior (crescimento de 22,2%).Foram pagos cerca de R$ 600 milhões em indenizações e benefícios. Em 2012, destaca-se o expressivo crescimento no mercado de Vida – principalmente no quesito de seguros populares.

CAIXA VIDA E PREVIDÊNCIA Encerrou o exercício 2012 com lucro líquido de R$ 204,2 milhões. Alta de 22,1%, se comparado aos R$ 167,2 milhões registrados no ano anterior. O estoque de reservas técnicas cresceu 20,5%, passando dos R$ 16,1 bilhões para R$ 19,4 bilhões. A empresa inovou no mercado com seus produtos de taxa de carregamento zero na entrada para aportes pequenos.

CAIXA CONSÓRCIOS
Lucro líquido, no exercício de 2012, de R$ 123,4 milhões. Ampliação da carta de crédito para R$ 700 mil (máxima era de R$ 300 mil).

CAIXA CAPITALIZAÇÃO
O lucro líquido da Companhia atingiu os R$ 160,1 milhões. Valor 27% maior do que os R$ 125,7 milhões obtidos no exercício anterior. Em 2012, contemplou 8.486 clientes e entregou R$ 55,7 milhões em prêmios. Foi sorteado o maior prêmio da história da empresa: R$ 5 milhões.

CAIXA SEGURADORA SAÚDE
Em 2012, em seu primeiro ano de operação, a empresa inovou na venda em canais online, principalmente do produto odontológico.