Reactions realiza a 5° Brazilian Reinsurance Conference no Rio

Uma das participantes é a AIG Brasil, que distribuiu esse release:

A AIG estará presente na 5° Brazilian Reinsurance Conference, conferência anual com foco na área de Resseguros, que ocorrerá nos dias 13 e 14 de março, no Rio de Janeiro. Entre as representantes da companhia estão: Carla Acras, Gerente de Seguro Garantia da AIG Brasil, e Nathalia Gallinari, Engenheira Ambiental e responsável pela subscrição de riscos ambientais da AIG Brasil.

No primeiro dia do evento (13/03), Nathalia Gallinari participará do Painel “Cobertura de responsabilidade ambiental: Quanto tempo para entrar no ritmo?”. Já na quarta-feira (14/03), será a vez de Carla Acras integrar, pela segunda vez, a mesa de debates do evento, que terá como tema esse ano “Seguro de garantias: Como as crescentes perdas em 2012 afetaram esta linha de negócios?”.

Com o crescimento do mercado nacional nas áreas de energia, construção e engenharia, a conferência será uma ótima oportunidade para as Empresas de Seguros e Resseguros analisarem maneiras sustentáveis e positivas de continuarem a expansão do setor sem afetar os negócios. Players do Brasil e do Mundo discutirão as oportunidades para o mercado de Resseguro no Brasil, além de trocarem experiências e novas possibilidades de negócios.

O Globo discute perspectivas do mercado segurador

Matéria publicada pelo portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Especialistas avaliam cenário benigno para crescimento de seguros, previdência e capitalização

“O mercado de seguros no Brasil”, nome do seminário promovido nesta segunda-feira (11) pelo jornal O Globo, serviu para conhecer os próximos passos planejados nos mercados supervisionados pela Susep. Entre as propostas, a ideia de estender para outros ramos a venda por meios remotos, como telefone celular, algo já permitido para o microsseguro; a criação de seguro popular de automóvel; o VGBL Saúde; e a eliminação das barreiras para que seguradoras assumam controle de empresas fora de sua atividade principal, sobretudo diante do novo cenário de juros baixos e impactos nas provisões técnicas.

Outra atualização de normativo relevante é a criação de uma agência reguladora, sucessora da Susep e do CNSP, para tornar a fiscalização e a supervisão mais dinâmicas e abrangentes. Na verdade, a Susep já rascunhou o projeto de uma agência reguladora de seguros gerais, previdência e capitalização, encaminhando-o ao Ministério da Fazenda.

Todas essas iniciativas miram o desenvolvimento do mercado e a maior proteção dos consumidores, assinalou o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, um dos quatro participantes do encontro promovido pelo O Globo e patrocinado pela Capemisa- ao lado de Hélio Portocarrero (ex-superintendente da Susep e atual diretor executivo da Casa de Rui Barbosa); Luiz Tavares Pereira Filho, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro/Espírito Santo; Henrique Brandão, presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ).

Lembrando o papel de tutelar o consumidor da autarquia, o titular da Susep destacou o esforço para acelerar o término das liquidações extrajudiciais- caíram de 25 para 14 em sua gestão as empresas sob intervenção; defendeu a venda das carteiras de seguradoras liquidadas para grupos mais sólidos; e assegurou que todas as seguradoras serão vistoriadas em loco no prazo de cada dois anos a partir de agora, com as visitas dos fiscais da autarquia previamente comunicadas para que as empresas organizem a documentação necessária.

ESTRANGEIROS. No encontro, Luciano Santanna avaliou ainda o interesse renovado das multinacionais (seguradoras e resseguradoras) pelo País, movimento “importante para aumentar a competição, ampliar a oferta de produtos e reduzir preços”. Para ele, o interesse tem relação direta com a taxa de expansão dos mercados supervisionados na última década. Apenas em 2012, a evolução de seguros gerais, previdência e capitalização alcançou 21%, uma taxa extraordinária na comparação com o PIB e algo que mantém relação direta com a reduzida taxa de desemprego.

Ele frisou ainda que a atuação ilegal de empresas, incluindo multinacionais de seguros, continuará a ser duramente combatida pela autarquia. Nesse sentido, lembrou a multa recorde- R$ 11 bilhões- aplicada pela Susep contra uma seguradora do Texas, nos Estados Unidos, por vender seguros no País sem estar credenciada na autarquia, e deixou claro que novas autuações a grupos internacionais que captam negócios irregularmente podem ocorrer em breve.

No plano doméstico, o radar da Susep mira as cooperativas de proteção veicular. Até agora, 300 já foram identificadas e há dezenas de ações lideradas pela Susep para obrigá-las a sair do mercado. Lembrou a parceria firmada com a Polícia Federal para deflagrar operações que resultem na prisão de dirigentes das empresas que atuam no mercado marginal e voltou a defender o projeto que dá poderes ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) de decretar a liquidação extrajudicial das cooperativas ou associações de proteção veicular.

Sobre a extinção do custo da apólice, Luciano Portal voltou a defender a medida adotada em sua gestão, lembrando que seu impacto financeiro é relativo, porque, como o mercado de seguros não é tabelado, as empresas podem inserir o custo desta rubrica nas despesas administrativas. “A extinção dá clareza a um custo que deveria sempre estar nas despesas administrativas e evita problemas futuros com o Ministério Público, que já vinha questionando a segmentação do custo da apólice”, lembrou ele.

CENÁRIO BENIGNO. Outro expositor do encontro foi Helio Portocarrero, ex-superintendente da Susep e atual diretor da Casa Rui Barbosa. Ele chamou a atenção para o desempenho positivo de algumas modalidades de seguros, em virtude do avanço da nova classe média brasileira. Nesses casos, inclui o garantia estendida e o seguro saúde. Também avaliou positivamente a expansão dos títulos de capitalização, o segundo produto mais conhecido após a caderneta de poupança.

Após reconhecer algumas imperfeições no seguro garantia (crítica à distribuição e elevados lucros), Hélio Portocarrero fez questão de exaltar a importância do produto, chamando-o de “o seguro da nova classe média”. Para ele, a concentração do seguro, processo que já teve seu pico nos primeiros anos de sua regulamentação, em 2006, está em franco declínio, aperfeiçoando-se a concorrência e reduzindo as margens dos players, com benefícios crescentes para os consumidores. A despeito das polêmicas, ele destaca que “o patrimônio da nova classe média tem de estar protegido, e o seguro garantia cumpre exatamente esse papel”.

Mesmo assim, a Susep anunciou que criará um grupo de trabalho para analisar o seguro de garantia estendida e coibir práticas prejudiciais aos consumidores. “É um segmento em que percebemos que ainda há a presença de venda casada”. “Normalmente é ofertado pelas lojas de grande porte que acabam vendendo esse produto sem prestar informação adequada ao consumidor”, afirmou Santanna, durante o encontro.

NICHO. Para Portocarrero, outro mercado promissor é o de capitalização. Trata-se de uma “jabuticaba brasileira”, que só faz crescer nos últimos 15 anos, apresentando-se como um dos produtos prediletos dos consumidores, que sabem, sim, o que compram quando decidem por um título, ou seja, querem fazer uma pequena poupança e participar dos sorteios promovidos pelas empresas. “O título de capitalização estimula a acumulação por uma parte da população que não ter o menor motivo para poupar”, lembra ele, já que seus riscos são relativamente cobertos pela gama de serviços sociais, como INSS e SUS, ao contrário de outros emergentes, como a China e Índia, que sequer têm um sistema de previdência pública.”

Ele lembrou ainda que problemas mais sérios da carteira de automóvel e de previdência privada já foram solucionados no passado. Ele se refere ao uso da tabela Fipe para a fixação do valor de mercado de automóvel, o que reduziu queixas dos consumidores e disputas judiciais sobre indenizações pagas para roubo e furto; e à migração de benefícios definidos para contribuições definidas nos planos de previdência, o que garante hoje a normalidade do mercado em um cenário de juros básicos baixos, como os atuais. O único senão, no caso da previdência, é que o projeto de blindagem das reservas técnicas ainda não saiu do papel, o que coloca em risco os recursos acumulados em caso de liquidação.

Outro participante do encontro, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio, Luiz Tavares, apresentou números da indústria mundial de seguros- de mais de trilhão nos EUA e Europa, em dólar e euro, respectivamente- para mostrar o crescimento potencial reservado ao mercado brasileiro; destacou a importância do seguro DPVAT; e apresentou um perfil da indústria de seguros fluminense, a segunda maior praça de negócios após São Paulo, além de enumerar algumas ações realizadas pelo Sindicato em parceria com o Governo do Estado.

Nesse sentido, citou o Pátio Legal, criado em 2005 com objetivo de abrigar veículos roubados, furtados e recuperados pela Polícia, oferecendo aos cidadãos melhores serviços para reaver seu carro, independente de ser ou não segurado; destacou a legislação estadual de fiscalização dos ferros-velhos pela Polícia Civil, para evitar a receptação e desmanches de carros; e, por fim, o Brat Eletrônico, que permite a motoristas fluminenses que se envolverem em acidente de trânsito sem vítima o preenchimento do registro do acidente pela internet desde janeiro. A ferramenta é mais uma comodidade ao cidadão, que antes precisava se dirigir ao Batalhão da Polícia Militar mais próximo para fazer o Brat.

Outro palestrante foi o presidente do Sindicato dos Corretores do Estado do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão. Ele cobrou solução para os chamados riscos declináveis, exortando o mercado a buscar soluções para que diversos setores econômicos, como fabricantes de colchões e de móveis, voltem a ter seguro de Incêndio, restrição ocorrida após a abertura do mercado de resseguro, dada a elevada sinistralidade. E queixou-se de um suposto aumento de negativas de pagamento de indenizações, tendo como base o questionário de perfil do motorista.

Fidelidade de 70% dos clientes das seguradoras em risco com o aumento da concorrência, segundo o Relatório Mundial sobre o Setor de Seguros 2013

Release

Em media, apenas 30% dos clientes no mundo inteiro afirmam que suas experiências com suas seguradoras são positivas; por isso, as seguradoras precisam pensar em distribuir seus produtos usando vários canais e na experiência dos clientes, concluiu o Relatório Mundial sobre o Setor de Seguros, em sua sexta edição. O relatório também revelou que os canais de mídia móvel e social estão se popularizando entre as seguradoras, com melhores taxas de adesão. Esses canais de distribuição podem ajudar as seguradoras a fornecer uma melhor experiência aos clientes e obter eficiência operacional. O relatório de 2013 é baseado em pesquisas com 16.500 clientes, dados de 41 mercados e entrevistas com 114 executivos do setor de seguros.

De acordo com o relatório de 2013, o foco do setor de seguros está mudando, passando da redução pura de custos e iniciativas voltadas à eficiência operacional à geração de receitas e estratégias de fidelização à marca, reduzindo, simultaneamente, os custos de aquisição de clientes. Uma grande ênfase está sendo dada às estratégias de distribuição por diversos canais, com grande interesse em tirar proveito de canais de venda mais baratos, como o móvel, Internet e mídias sociais. As mídias móveis e sociais serão uma prioridade para mais de 50% das seguradoras pesquisadas no mundo inteiro nos próximos dois anos.

Uma experiência positiva para o cliente é mais importante do que somente medir a satisfação dos clientes

A experiência dos clientes reflete todo o ciclo de vida do cliente, enquanto a satisfação dos clientes é somente uma medição pontual de como os produtos e serviços atendem ou ultrapassam as expectativas dos clientes. Em media, o Relatório Anual sobre o Setor de Seguros revela que aproximadamente um em três clientes, nos 30 países incluídos no novo Índice de Experiência do Consumidor do relatório, teve uma experiência positiva com sua seguradora, enquanto 62% registraram níveis positivos de satisfação dos clientes. Além disso, o relatório revelou que aproximadamente dois entre três clientes apresentam riscos de retenção, com somente uma experiência neutra e/ou negativa do cliente. “Quando os clientes têm experiências neutras ou negativas com uma seguradora, são criadas oportunidades para as seguradoras “flertarem” com clientes de outras seguradoras, e os clientes podem mudar de provedora mesmo por poucos benefícios extras”, disse Jean Lassignardie, diretor de vendas e marketi ng da Capgemini Global Financial Services. “Mesmo nos EUA, o país com as melhores classificações das experiências do cliente, as seguradoras ainda enfrentam uma taxa de risco de retenção de 50%, o que significa que ninguém está imune.”

As mídias móveis e sociais são oportunidades para melhorar a experiência do cliente

A maioria das seguradoras vê os canais móveis como um importante ponto de acesso para sustentar a experiência geral dos clientes (principalmente nos departamentos de cotação, sinistros e gestão do relacionamento), e não somente como um canal de vendas a mais. E, enquanto os clientes das seguradoras preferem executar certas atividades online, tais como encontrar o melhor preço e comparar coberturas de apólices, eles ainda preferem as redes de distribuição física (agentes e corretores), quando se trata de ganhar confiança para a marca. As cinco principais razões para as seguradoras investirem em canais móveis são: demandas de serviços a qualquer hora/ qualquer lugar/ qualquer dispositivo; fazer frente à concorrência; custos de atendimento ao cliente; crescente adoção de smartphones e oportunidades de vendas cruzadas e de produtos mais sofisticados.

O relatório explora quatro áreas móveis principais das seguradoras, categorizadas como: “primeiras vencedoras e indispensáveis” (áreas com alto ROI em potencial) e áreas em evolução, como “indispensável observar” e “espere para ver”. Entre as seguradoras pesquisadas, os principais serviços móveis oferecidos atualmente e aqueles com alto ROI em potencial nos próximos anos são: informações sobre produtos via dispositivo móvel (43% hoje/ 91% até 2015); serviços de sinistros (16% hoje/ 73% até 2015), cotações (23% hoje/ 70% até 2015), processamento direto (9% hoje/55% até 2015 e alterações da apólice (9% hoje/ 52% até 2015).

Da mesma maneira, as mídias sociais oferecem às seguradoras novas maneiras de aumentar a sua penetração no mercado e a eficiência de suas estratégias de retenção/aquisição. De acordo com o Relatório Mundial do Setor de Seguros, a maioria das seguradoras globais (59%) já usam mídias sociais, mas poucas delas já as integraram em suas estratégias de CRM, levando a resultados inferiores. O relatório sugere que integrar estratégias de mídias sociais ao CRM tradicional dará origem a um “CRM social”, criando uma experiência mais positiva para os clientes e melhores propostas que beneficiem a marca. Patrick Desmarès, secretário geral da Efma, acrescenta: “Outra maneira possível para as seguradoras melhorarem as classificações da experiência de seus clientes seria seguir o modelo do setor bancário. Apesar de os bancos terem muito mais interações com os clientes, a classificação das experiências de seus clientes indica que eles estão implantando as melhores práticas para a análise de d ados, segmentação do mercado e integração por múltiplos canais.”

Esforços contínuos do setor para melhorar a eficiência operacional

O ano de 2011 testemunhou muitos eventos catastróficos, como o tsunami causado pelo maremoto no Japão e as condições climáticas extremas nos EUA e Austrália, que causaram uma perda econômica de 370 bilhões de dólares, dos quais 116 bilhões estavam segurados. Esses eventos externos causaram um impacto negativo na eficiência operacional[1] do setor de seguros em geral. No entanto, as seguradoras localizadas nas regiões não afetadas por esses eventos continuaram a progredir bastante em seus esforços para obter melhorias operacionais em áreas como subscrição e sinistros. Esses esforços voltados a melhorias operacionais estão dando frutos e devem continuar. As áreas nas quais as melhorias operacionais trouxeram resultados positivos foram: investimentos em sistemas e tecnologias; realinhamento das estratégias voltadas aos canais de distribuição; transformação da área de sinistros e aumento da produtividade.

SulAmérica divulga estudos sobre mulheres e carros e outros sobre os estragos do estresse na saúde

Seguem os dois releases divulgados

Mulheres utilizam mais os serviços agregados ao seguro do carro

Estudo realizado pela SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos mostra que, além de mais cautelosas nos trânsito, as mulheres estão utilizando cada vez mais os serviços oferecidos nas apólices e costumam se manter fiéis a mesma seguradora.

O acionamento do “Motorista Amigo” é um exemplo. O serviço oferecido pela SulAmérica pode ser solicitado sempre que o a condutora não se sentir apta a dirigir, como em casos de ingestão de bebida alcoólica, realização de exames que usem sedação leve como endoscopia ou de exames oculares, por exemplo. A seguradora envia um motorista que leva a condutora e o veículo para casa. Em 2012, 60% dos acionamentos foram feitos por mulheres, que mostra que elas são mais cautelosas.

O comportamento mais prudente das mulheres está refletido no valor médio do seguro de automóveis: as mulheres pagam cerca de 10% menos no valor da apólice.

“Aprofundar o conhecimento sobre o perfil do público feminino é fundamental para podermos atender as necessidades e oferecer serviços diferenciados para a segurada. Prova disso é que desde 2009, a SulAmérica oferece o ‘Auto Mulher’, seguro de automóveis específico para o público feminino, afirma o diretor de Automóveis da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

De acordo com o executivo, a comodidade e o atendimento personalizado são aspectos bastante valorizados pelo público feminino. O índice de utilização do C.A.S.A., Centro Automotivo de Super Atendimento, comprova. Em 2012, a maioria dos segurados, atendidos nas 35 unidades distribuídas pelo Brasil, era do sexo feminino. Para a SulAmérica, esse número é sinal de que o modelo de Concierge Center, trabalhado nesses postos da seguradora, é uma vantagem que faz a diferença para elas.

Vantagens do Auto Mulher

O SulAmérica Auto Mulher disponibiliza uma série de serviços e coberturas diferenciadas. Uma delas é a opção de contratação da franquia zero, ou seja, se a segurada bater com o carro, o primeiro conserto é por conta da SulAmérica, mesmo que o valor do reparo seja menor que o da franquia indicada na apólice.

As clientes contam ainda com um profissional para trocar o pneu do carro quantas vezes precisar. O mesmo vale para o serviço de socorro mecânico e reboque. E em caso de roubo ou furto do carro, a segurada ainda conta com acompanhante até a delegacia para registrar o boletim de ocorrência e depois levá-la para casa.

“Pensar e implantar serviços e ações de segurança é uma questão muito importante para este público. No caso do Auto Mulher, todo o produto foi desenhado com base em pesquisas, que apontaram que a essência procurada pelas mulheres em um seguro de automóvel é a segurança. Buscamos, assim, oferecer serviços que garantem a proteção da cliente em algumas situações”, explica Dal Ri.

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Estresse e exames preventivos em atraso são os principais vilões da saúde feminina, revela estudo da SulAmérica

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8/3), a SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos divulga levantamento que revela dados preocupantes sobre a saúde e o estilo de vida das mulheres.

Os números foram registrados em 2012 pelo Saúde Ativa, conjunto de programas que a SulAmérica oferece a seus segurados com foco na promoção à saúde e prevenção de doenças e suas complicações. Foram pesquisados por meio de questionário 14.366 colaboradores de empresas atendidas pela companhia, sendo que 37,3% (5.362) eram mulheres.

A avaliação desses questionários apontou que o maior índice de estresse está concentrado na população feminina entre 20 e 39 anos. Consultadas, a maioria das mulheres dessa faixa etária (55,6%) declararam passar por níveis de estresse moderado ou alto. Para a SulAmérica, uma das justificativas para esse quadro é que nessa fase da vida, muitas mulheres têm de conciliar ascensão profissional e maternidade, em jornadas de trabalho dentro e fora de casa.

Outro dado alarmante é a displicência em relação aos exames preventivos para o câncer de colo de útero e de mama. Os números demonstram que, do total das entrevistadas em idade de risco (35 a 50 anos), 21,8% não realizaram a mamografia ou estão com o exame em atraso. O panorama é ainda pior em relação ao exame papanicolau, realizado para diagnosticar o câncer de colo de útero. Das mulheres entrevistadas, 25,7% declararam estar com o exame em atraso.

“Apesar de terem acesso ao plano de saúde, algumas mulheres ainda protelam os cuidados preventivos. Por isso, o mapeamento realizado pelo “Saúde Ativa” é uma importante ferramenta para a SulAmérica na gestão da saúde de seus segurados. Essa pesquisa é o ponto de partida para outras etapas do programa que vão efetivamente alertá-las em relação aos seus riscos de saúde e auxiliá-las na mudança de hábitos e comportamentos”, afirma diretor técnico e de Produtos da SulAmérica, Maurício Lopes.

Já em relação ao tabagismo, a SulAmérica apresenta dados mais animadores: 11,1% da população feminina avaliada respondeu que deixou de fumar. A maior concentração de ex-fumantes está entre as mulheres com mais de 50 anos (26,5%), seguidas pelas de 40 a 49 anos (15,1%). Para a seguradora, esses dados positivos demonstram o impacto das políticas antitabagismo sobre a população.

Icatu Seguros lucra R$ 165 milhões em 2012

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O grupo Icatu Seguros atingiu lucro líquido de R$ 165,3 milhões em 2012, aumento de 61% em relação a 2011. O faturamento da companhia foi de R$ 2,8 bilhões em 2012, crescimento de 33% comparado ao ano passado. O patrimônio líquido alcançou R$ 839,5 milhões ao final de 2012 e o volume de ativos livres da companhia encerrou o ano com o montante de R$ 573,1 milhões. A soma dos ativos sob gestão chegou a R$ 11,4 bilhões em 2012 (sendo R$ 8,1 bilhões de recursos sob gestão própria e R$ 3,3 bilhões sob gestão de terceiros).

“Tínhamos metas desafiadoras para 2012 e é um orgulho ver esse resultado. Crescemos acima do mercado em todas as nossas regionais. Abrimos sete novas filiais, totalizando 22, marcando fortemente nossa presença em todo o Brasil. Lançamos 12 novos produtos, fortalecemos o trabalho junto aos corretores e ampliamos nosso portfólio de serviços para os nossos mais de seis milhões de clientes. 2013 será um ano de desafios ainda maiores e estamos entusiasmados” – afirma Kati de Almeida Braga, presidente da Icatu Seguros.

O segmento de seguros de vida apresentou faturamento de R$ 1,1 bilhão no ano, aumento de 40% em relação a 2011. O bom desempenho dessa linha é devido ao fechamento de diversos novos negócios aliado a uma rigorosa política de subscrição de riscos e processo de controle das carteiras.

Em previdência aberta, rompemos a barreira de mais de R$ 1 bilhão de captação total. “Foi um excelente ano para a previdência, no qual obtivemos um crescimento de mais de 100% na captação líquida (entradas – saídas), alcançando R$ 942,2 milhões”- comenta Kati.

O segmento de capitalização alcançou R$ 1,6 bilhão em provisões técnicas e distribuiu na forma de sorteios o montante de R$ 51,6 milhões.

Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 1,4 bilhão ao final do ano. O total de participantes atingiu cerca de 64 mil, distribuídos entre os 34 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e dos cinco planos Instituídos.

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo Icatu Seguros, fechou 2012 com R$ 8,1 bilhões em ativos, sendo R$ 5,8 bilhões de recursos oriundos do grupo Icatu Seguros (fundos de previdência, seguros e capitalização) e R$ 2,3 bilhões de recursos de terceiros. A Icatu Vanguarda figura no topo dos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e de dividendos.

Segurar.com oferece apólice 100% online a empresários interessados em seguro de responsabilidade civil (D&O)

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A Segurar.com, única corretora 100% online do Brasil e com a maior gama de seguros comercializados via internet, expande novamente o seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Empresários, também chamado de D&O (Directors and Officers Insurance). No site www.segurar.com já é possível adquirir proteção profissional de forma rápida, garantida e sem burocracias graças à parceria estabelecida entre a Segurar.com e a Argo Seguros, subsidiária do Argo Group International – voltado aos segmentos de seguros especiais e resseguros.

O Seguro RC Empresários garante proteção e assistência em caso de eventuais processos e demandas decorrentes de dívidas ou obrigações relacionadas aos negócios da empresa, e de acordo com o CEO da Segurar.com, Oswaldo Romano Jr., este seguro é fundamental em casos de defesas processuais relacionadas diretamente à atuação do profissional como Sócio Administrador ou Gestor da Empresa, garantindo todos os gastos necessários, como honorários de advogados, contratação de perito e demais despesas. Com cobertura para todo o território nacional, os planos estão disponíveis a partir de R$ 99,90 e com coberturas de até R$ 1 milhão diretamente no site da Segurar.com.

“Além deste, a Segurar.com já conta com seguros semelhantes para Médicos, Engenheiros e Contabilistas. “Estamos satisfeitos com o interesse que estes produtos diferenciados vêm gerando nos clientes”, afirma Renato Spadafora, COO da Segurar.com. “Estamos felizes, pois esse é o posicionamento da Segurar.com: ser a melhor referência de seguros na internet, despertando o interesse e aumentando o conhecimento do consumidor brasileiro sobre seguros”, completa.

Outros produtos também disponíveis no site da Segurar.com são: Seguro Auto, Viagem, Residencial, Equipamentos portáteis (gadgets), Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Responsabilidade Civil para contabilistas, engenheiros e médicos, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral, Vida Diabetes e Acidentes Aéreos.

Os executivos de seguros mais famosos da América Latina. Quase todos do Brasil!!!!

Nossa, já entrevistei quase todos!!!! Que legal ver tantos brasileiros na lista: Marco Antonio Rossi, Jayme Garfinkel, Luis Maurette, Luciano Portal Santanna, Leonardo Paixão, Angelo Colombo, Thomaz Menezes, Antonio Cassio dos Santos, Alexandre Malucelli, Pedro Purm, Paulo Botti, Marcelo Hadad, Margo Black e tantos outros….

Lojacorr, que desde 2004 constrói a corretora do futuro, faz evento para inovar operação

Tudo pronto para a 2ª Convenção Nacional Lojacorr, uma sociedade de 373 corretores de seguros como acionistas preferenciais. Em 2012, a sociedade faturou R$ 124 milhões, 43% de crescimento. A meta é chegar a R$ 368 milhões em 2016, diz Diogo Arndt Silva, diretor de expansão da Lojacorr. Desse valor, 80% vem da venda do seguro automóvel e os 20% restantes se dividem em seguros para pequenas e médias empresas, residência e vida. “Vida tem crescido num ritmo quatro vezes maior do que as outras carteiras. O brasileiro está descobrindo o valor de proteger a vida”, diz.

O otimismo de Arndt com o modelo de negócio da Lojacorr — que administra o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional — vem da aposta em fundamentar a empresa em um jogo de ganha-ganha. Ou seja, bom para o corretor, bom para a seguradora, bom para o segurado. “Levamos mais de três anos para desenvolver um modelo de negócio com base em pesquisas com os corretores. Temos hoje a responsabilidade de dar aos corretores acionistas, que atuam nos três estados da região Sul, em São Paulo e Rio de Janeiro, a melhor condição de negócio para ele apresentar ao cliente”, diz Christiano Garcia da Silva, diretor da Lojacorr.

Não está nos planos da corretora abrir capital. “Nosso negócio é ser corretor e construir a melhor corretora para o cliente”, diz Arndt. Se para os corretores a união gera redução de custos e melhor poder de negociação, para a seguradora significa mais pressão na negociação de margens. Mas mesmo assim, as cinco que conseguiram ser eleitas pelos corretores para serem “segurador foco” no sistema de multicálculos, não reclamam.

“O mercado segurador brasileiro possui um vasto campo para atuação, sobretudo nas carteiras de automóvel, residência, empresas, agrícola, responsabilidade civil e aquelas relacionadas à infraestrutura. Por isso, é de extrema relevância discutir como explorar suas oportunidades com corretores, nossos principais parceiros comerciais”, afirma Edward Lange, presidente da Allianz Seguros.

“A Lojacorr tem um papel fundamental no crescimento da Allianz. Em 2015, teremos o dobro do tamanho de hoje, com foco em produtos massificados”, diz Eduardo Grilo, diretor da regional Sul. As cinco seguradoras são eleitas anualmente e neste ano a Allianz conseguiu fazer parte do seleto grupo. “Nossa meta é representar 15% da produção da Lojacorr no primeiro ano de parceria”, estima Grilo.

Paulo Umeki, vice-presidente técnico da Liberty, também uma das seguradora foco, participar da Lojacorr é uma grande oportunidade de expandir as vendas. “Acreditamos no modelo de negócio da Lojacorr, pois o corretor é acionista e permanece no negócio, o que é fundamental em seguros, um setor que vive do relacionamento e da confiança”, diz Umeki. Mas o diretor da Liberty torce para que a sociedade de corretores consiga em breve partir para produtos customizados. “Hoje, no sistema de multicálculos, o preço é um fator determinante. Com produtos diferenciados a briga entre as seguradoras passa a ser a criatividade e o serviço prestado”, comenta.”Esse é o nosso próximo passo”, afirma Garcia da Silva, responsável por desenvolver um canal de vendas de afinidades dentro da Lojacorr, que provavelmente terá a Zurich como parceira.

Além da Allianz e Liberty, Porto Seguro, HDI e Marítima foram eleitas como segurador foco, aquelas com as quais os corretores podem trabalhar sem o pagamento de taxa de administração. Se a produção direcionada para outras seguradoras, os acionistas precisam pagar taxas. Obviamente que esse modelo de negócio deixa outras companhias ávidas para entrar na seleta lista. “Estamos trabalhando muito para entrar no ano que vem”, diz Priscila Magni, executiva da Chubb, uma das patrocinadoras do evento, ao lado da BNP Paribas e Mapfre, que também querem fazer parte dos preferidos da Lojacorr. “Temos produtos sob medida para a alta renda, uma classe social que cresce forte no Brasil e pode complementar o portfolio da Lojacorr”, afirma.

O objetivo do evento, que começa hoje e termina no sábado com uma festa de premiação no hotel Maria do Mar, em Florianópolis, é construir a corretora do futuro. Para ajudar nessa missão, a organização do evento chamou todos os acionistas e também seguradores para um debate neste final de semana. “Queremos ser referência nacional em prestação de serviços de corretagem de seguros. Para isso, temos investido muito em treinamento. Estamos indo para o nono ano da empresa de associação dos corretores e o que construímos até agora é apenas o alicerce”, diz José Heitor da Silva, presidente da Lojacorr.

A abertura do evento ficou por conta do talk show “Tendências e Oportunidades”, que começa agora, com a presença de Edward Lange, presidente da Allianz; Paulo Umeki, vice-presidente Técnico da Liberty; Priscila Magni, diretora Personal Lines da Chubb; e Dirceu Tiegs, diretor Geral da Mapfre, que afirmou que “a Lojacorr já deu certo. Como seguradores, temos a obrigação de desenvolver nossos distribuidores, temos de capacitá-los. A seguradora pode ajudar muito a construir a corretora do futuro por meio da capacitação. Porque temos pela frente novos públicos, como a geração Y, que quer fazer tudo pela internet. Temos sérios desafios, mas o mercado vai crescer. A Mapfre investirá muito em qualificação técnica em diversas áreas, do aeronáutico ao agrícola, para ajudar a Lojacorr”.

Segundo Moacir Abbá, diretor regional Paraná da HDI, a corretora do futuro já foi construída pela Lojacorr. “Agora vocês estão planejando o futuro dessa empresa”. Ele afirma que a HDI busca ofertar tecnologia de ponta ao corretor para que ele possa se dedicar mais a venda, e também obter maior rentabilidade “Para desenvolvimento de nossos negócios, é preciso construir parcerias duradouras e rentáveis”.

Para Aldo Dallago, diretor do BNP Paribas Cardif, “a Lojacorr é a corretora do futuro. A Cardif é a seguradora caçula deste evento, dois anos atrás procurávamos um produto inovador e vimos isso na Lojacorr”. Para o diretor, a melhor forma de ajudar a construir a corretora do futuro é criar produtos inovadores para clientes diferentes, e para manter a corretora do futuro, prezar pela transparência e a confiabilidade nas marcas.

Bradesco Seguros patrocina a etapa carioca do World Bike Tour 2013 e do World Bike Show

Release

No próximo sábado, dia 9, a banda Fresno se apresentará no World Bike Show, no Parque Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, às 17h. A entrada é franca. A apresentação faz parte da programação do World Bike Tour, um dos maiores passeios ciclísticos do País, que ocorrerá em 17 de março. Os dois eventos contam com o patrocínio do Grupo Bradesco Seguros.

Voltado para a sustentabilidade, qualidade de vida e diversão, o World Bike Show terá toda a demanda de energia, decorrente da realização da apresentação, compensada pelas pedaladas dos ciclistas. O público está convidado a levar alimentos não perecíveis, que serão doados a instituições de caridade. Por cada quilo de alimento entregue, será fornecida uma senha que habilita o seu portador a concorrer a uma participação gratuita para o passeio do World Bike Tour Rio de Janeiro. No total, serão sorteadas 1o senhas.

Estatísticas do Seguro DPVAT traçam perfil de mulheres indenizadas por acidentes de trânsito em 2012

De acordo com estudo realizado pela Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil, as mulheres representaram 23% das mais de 500 mil indenizações pagas pelo DPVAT no ano de 2012. Deste universo de 23%, as mulheres que se encontravam na condição de pedestres ou passageiras representaram 66% das indenizações por morte e invalidez permanente em 2012. Os outros 34% foram destinados às motoristas.

Os acidentes com veículos de duas rodas também tem alto risco para esse público: 66% das indenizações por invalidez permanente foram pagas em acidentes envolvendo motocicletas. Já nos casos de indenizações por morte, 57% foram pagas por ocorrências envolvendo automóveis.

A maior incidência de indenizações de morte de mulheres está presente na faixa etária de 45 a 64 anos. “Embora as mulheres representem um número menor de mortes comparado aos homens, o envolvimento em acidentes de trânsito também é preocupante,” explica o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier (foto).

Nos casos de invalidez permanente, a maior incidência ocorre na faixa em que as mulheres estão em plena capacidade laborativa: dos 18 aos 34 anos, correspondendo a 47% das indenizações pagas. “Neste caso percebemos uma grande perda na força produtiva do país. Nessas idades, as mulheres estão ingressando no mercado de trabalho e podem sofrer alguma sequela que impeçam de exercer a profissão de forma plena”, diz Xavier.

A região Sul concentra 14% da população feminina do país, o percentual de indenizações pagas envolvendo vítimas femininas, por morte, em 2012, foi 19% e 29% para invalidez permanente.

Já na Região Sudeste, tanto o percentual de morte quanto o de invalidez, 37% e 24%, respectivamente, ficaram abaixo dos 42% de concentração de mulheres.

O boletim estatístico completo está disponível no Site da Seguradora Líder DPVAT www.seguradoralider.com.br/SitePages/default.aspx, em Centro de Informações, Dados específicos.

Sobre o DPVAT

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido com Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder – DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.

Serviço

SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Horário de funcionamento: Todos os dias.

Site DPVAT: www.dpvatsegurodotransito.com.br