Segurados na região de São Sebastião e Bertioga, atingidas pelas chuvas, têm apoio de emergência

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Por conta das incessantes chuvas e do maior volume de acionamentos nas cidades do litoral norte de São Paulo nos últimos dias, o grupo segurador do Banco do Brasil e Mapfre enviou reforços para as cidades de São Sebastião e Bertioga desde o dia 19/03.

O objetivo é atender com maior agilidade aos chamados dos clientes ao call center e manter a qualidade dos atendimento durante a operação especial implantada em função das chuvas que atingem a região. Guinchos, reboques e socorro mecânico darão apoio e assistência aos segurados, e estarão posicionados nas bases de prestadores.

Para os casos mais complexos, que necessitarem vistoria, um perito será enviado à base do prestador. Somente na última semana, 25 atendimentos foram feitos na região, sendo 13 para a modalidade guincho.

Capitalização registra crescimento no primeiro mês do ano

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Segundo dados da FenaCap, Federação Nacional de Capitalização, o setor de capitalização encerrou o primeiro mês de 2013 registrando um crescimento no faturamento de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando o total de R$ 1,46 bilhão arrecadados.

As provisões técnicas alcançaram R$ 22,7 bilhões, revelando um aumento de 14,6%. No mês foram pagos R$ 86 milhões em prêmios – representando uma média de R$ 3.915 mil por dia útil — a 20.775 clientes contemplados e R$ 966 milhões foram devolvidos na forma de resgates.

Atualmente cerca de 40 milhões de brasileiros possuem títulos de capitalização, em razão da simplicidade do produto: “O título de capitalização é um instrumento que ajuda a cultivar a disciplina financeira, dispensa burocracia e não exige comprovação de renda”, enumera Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

“Torcida Pé Quente Bradesco- Agora é Bra”

A Bradesco Capitalização lança em março o título de capitalização “Torcida Pé Quente Bradesco – Agora é Bra”. O novo produto, de pagamento único no valor de R$ 3 mil, permite aos clientes concorrerem a 10 sorteios mensais de R$ 100 mil (valor liquido), sorteados pela Loteria Federal. O prazo de vigência do título é de 36 meses e, ao final do prazo, o cliente terá direito a 100% do valor pago, atualizado pela TR.

A aquisição do título pode ser feita nas agênciasdo Banco Bradesco ou pelo Fone Fácil Bradesco da região. A forma de pagamento pode ser por débito em conta-corrente, poupança ou boleto bancário (apenas para não correntista).

A Bradesco Capitalização integra o Grupo Bradesco Seguros que é a Seguradora oficial dos Jogos Rio 2016. Com o novo produto, a seguradora reforça o apoio ao evento.

Assurant cresce 14,7% e fecha 2012 com R$ 457,8 milhões

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A unidade brasileira do Grupo Assurant Inc, que completou dez anos de operação no país em 2012, especializada em seguros massificados, distribuídos em redes de varejo, cartões de crédito, companhias de telecomunicações, concessionárias de veículos e energia, fechou ao ano de 2012 com R$ 457,8 milhões, crescimento de 14,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Com a expansão dos negócios, o lucro líquido da companhia cresceu 30,85% e acumulou R$ 26,3 milhões.

Segundo Ricardo Fiuza, presidente da companhia, a empresa se tornou um dos maiores players do segmento de seguros massificados e a companhia manterá esse ritmo de expansão nos próximos três anos. “O crescimento está atrelado a uma diferenciada gestão e diversificação de canais de distribuição de seguros, sólidas operações com nossos parceiros no país todo, inteligência de mercado e investimento em pesquisa para desenvolvimento de produtos, levando em consideração os diferentes perfis de consumidores e suas necessidades”, afirma.

O expressivo desempenho em 2012 deve-se também ao número de apólices emitidas no acumulado do ano. Ao todo foram cerca de 18.157.345 milhões de apólices. Em 2011 foram 15,5 milhões. “O modelo de gestão desenvolvido pela unidade brasileira para acompanhar a evolução das vendas dos nossos parceiros se tornou referência global para as operações da Assurant em outros países”, diz o executivo.

Na análise por ramo de seguros, o de garantia estendida (incluindo garantia estendida para veículos) bateu a marca de R$ 226 milhões em prêmios, alta de 20,25%% frente ao resultado apresentado em 2011, quando a companhia contabilizou R$ 187,9 milhões.

A carteira de seguro prestamista (proteção financeira), por sua vez, movimentou R$ 143,6 milhões, refletindo a expansão e consolidação da seguradora Assurant no mercado de seguros de garantia estendida e seguro prestamista. Em 2012, o seguro de acidentes pessoais foi o produto que registrou a maior variação percentual relativa. Registrou alta de 36,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e acumulou R$ 46,9 milhões em prêmios.

Mapa de Riscos Políticos da Aon 2013 mede pela primeira vez a vulnerabilidade bancária

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LONDRES – Enquanto o mundo tenta recompor-se da crise financeira de 2008, e da Primavera Árabe de 2010, o mapa de riscos políticos da Aon para 2013, desenvolvido em parceria com a empresa Roubini Global Economics, identifica certos mercados emergentes que estão vivenciando menor exposição aos riscos políticos.

No intuito de complementar o mapa impresso, a Aon Risk Solutions, a unidade global de gerenciamento de riscos da Aon plc (NYSE: AON), apresenta este mês um novo mapa de riscos políticos online e interativo com dados dos últimos 15 anos. Este mapa mensura os riscos políticos, a violência política e terrorismo em 163 países e territórios no intuito de ajudar as empresas a avaliar os níveis de risco de transferência e cambio de moeda, o risco jurídico e regulatório, interferência política, violência política, inadimplência soberana, e interrupção na cadeia de suprimentos (supply-chain). Em 2013, pela primeira vez, o mapa de riscos políticos da Aon também mede a vulnerabilidade do setor bancário, o risco de estímulo fiscal, e o risco ligado à realização de negócios.

O mapa pode ser acessado por meio do site: http://www.aon.com/2013politicalriskmap/index.html

O Mapa de Riscos Políticos da Aon produz cenários macro dos países, e comparações customizadas das classificações dos países e alterações nos riscos ao longo do tempo. Ao acessarem o mapa interativo da Aon, as corporações podem monitorar as suas exposições específicas aos riscos políticos em mercados emergentes, tanto em termos atuais como históricos. Os dados do mapa serão atualizados trimestralmente, e quando ocorrerem eventos políticos significativos.

Para 2013, o Mapa de Riscos Políticos da Aon apresenta um aumento no número de países com melhor classificação de risco politico (o risco do país ou território como um todo recebeu uma pontuação mais baixa que no ano anterior). Em 2013 a classificação de treze países melhorou (contra três países em 2012). O mapa de 2013 apresenta apenas doze países que foram rebaixados, comparado com 21 países em 2012. Relacionamos abaixo esses países, e os riscos que as entidades enfrentam ao negociar com, e em, tais países.

Principais percepções de uma equipe experiente

Este ano, a capacidade da Aon para gerenciamento de Riscos Políticos foi reforçada com a parceria realizada com a Roubini Global Economics (RGE), uma empresa global independente de pesquisas fundada em 2004 pelo renomado economista Nouriel Roubini, que visa à utilização da metodologia única da RGE – Analítica Quantitativa de Países (QCA) para análise sistemática dos riscos políticos ao redor do mundo. Ao contrário de outras abordagens usadas para análise dos riscos de países, a QCA analisa sistematicamente 158 séries de dados, e proporciona aos clientes um nível inigualável de transparência quanto ao método utilizado para a análise de cada país.

O Mapa de Riscos Políticos da Aon é exclusivo, visto que agora segue uma abordagem de 3 níveis para a análise de riscos políticos em países emergentes (com exceção dos países da UE e da OCDE). As classificações dos países refletem uma combinação da:

• Análise da Aon Risk Solutions
• Análise da Roubini Global Economics
• Opiniões de mais de 20 sindicatos do Lloyd’s e seguradoras corporativas que operam ativamente em seguros de riscos políticos.

Luigi Sturani, chefe da equipe de ramos elementares (property e casualty) e de gerenciamento de crises da Aon Risk Solutions, do Centro Global de Corretagem de Londres, fez o seguinte comentário, “Com o agravamento do risco político, que passou a fazer parte da agenda dos conselhos de empresas, os nossos clientes devem ter acesso a dados e análises de primeira linha para poderem determinar os vetores globais de mudança. Os conhecimentos específicos da Aon, como líder em gerenciamento de crises, associados a dados atuais e históricos permitem-nos proporcionar aos nossos clientes um Mapa de Riscos Políticos de grande valor e profundidade sem igual no mercado”. Matthew Shires, chefe da equipe de riscos políticos da Aon Risk Solutions, em Londres, comentou, “a Aon está continuamente procurando formas de apresentar soluções inovadoras aos seus clientes. Este mapa interativo, agora disponível online, não apenas permite que nossos clientes visualizem o que está acontecendo em determinados países em 2013, como também oferece acesso a informações específicas da nossa equipe líder desde 1998. Isto apoia a tomada de decisões estratégicas e financeiras de nossos clientes no mercado atual, que é altamente regulamentado e muito exigente.”

Shires acrescentou, ”Não obstante as melhores classificações para este ano, as empresas que operam em países emergentes ainda enfrentam riscos políticos significativos. Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes no sentido de identificarmos as suas exposições a tais riscos. Fundamentado em sólidas informações e análises das tendências atuais e históricas, este novo mapa interativo proporciona uma clareza sem precedentes quando nossos clientes avaliam os seus riscos políticos em mercados emergentes”.

No que diz respeito à América Latina e aos riscos para empresas brasileiras, Keith Martin, responsável para a área de comércio e investimento internacional da Aon Brasil, comentou: “Em vários países, como Peru, Colômbia e México, vemos um quadro político e econômico estável ou até melhorando, mas, na Argentina, Venezuela e em Cuba, os riscos estão aumentando. Na Argentina, há um risco mais elevado de confrontos entre o governo e sindicatos, empresas e outros – e de restrições ainda mais severas ao câmbio de moeda. Na Venezuela, a transição pós-Chávez vai demorar a ser consolidada – particularmente por causa das varias tendências adentro do próprio chavismo, que somente não se cristalizaram mais no passado devido à liderança do antigo presidente. Finalmente, Cuba enfrenta tanto os riscos de uma abertura parcial estagnada como também de possíveis mudanças em Venezuela, fonte de recursos importantes para o regime cubano. Nesses países, como nos outros de interesse das empresas brasileiras, é importante avaliar criteriosamente as suas atuais e possíveis futuros negócios sob a lente de riscos políticos e regulatórios.”

Richard Green, Diretor Executivo da Roubini Global Economics, declarou que, “A Roubini Global Economics orgulha-se de sua parceria com a Aon em disponibilizar esta abordagem criteriosa de mapeamento de riscos políticos e violência política para seus clientes. Este ano, a exposição aos riscos políticos nos mercados emergentes permanece volátil, contudo os nossos dados demonstram uma diferenciação liderada pela capacidade financeira de alguns países para melhorar seus balanços. A nossa análise indica que Omã, Bahrain, e os EAU apresentaram uma menor exposição aos riscos políticos, o que ilustra a sua força na região, e o fato de terem superado o impacto da Primavera Árabe de 2010. O Mapa de Riscos Políticos da Aon exclusivo e interativo dará aos nossos clientes uma nova percepção das tendências nos mercados emergentes, e um quadro trimestral da evolução do risco político, com base na pesquisa mais sólida da indústria.”

Resumo do Mapa:

2013 – Elevação e Rebaixamento das Classificações dos Países

Elevação (quando o risco somado do país ou território recebe uma pontuação menor que no ano anterior)

13 classificações elevadas (2012: 3 classificações elevadas): Armênia, Azerbaijão, Bahrain, Barbados, Belarus, Guatemala, Macedônia, Montenegro, Omã, Paquistão, Suazilândia, Tailândia, e Emirados Árabes Unidos.

Rebaixamento (quando o risco geral do país ou território recebe uma pontuação maior que no ano anterior)

12 rebaixamentos (2012: 21 rebaixamentos): Argélia, Camarões, Chade, Etiópia, Madagascar, Mali, Namíbia, Moldova, Turcomenistão, Uzbequistão, Panamá, e Paraguai.

Tendências:
Mais elevações que rebaixamentos: Após vários anos de grandes rebaixamentos resultantes da Primavera Árabe, os efeitos políticos da crise financeira global e tensões persistentes no Sul da Ásia – o risco político diminuiu em 13 países, contra rebaixamentos em 12 países. Identificamos as seguintes tendências:

Melhorias na Periferia da Europa
Vários países da Ásia Central e do Cáucaso– Azerbaijão e Armênia, por exemplo, apresentaram melhoria, no entanto a partir de uma base baixa. Tal reflete um esforço conjunto da Europa emergente e Comunidade dos Estados Independentes para uma reforma estrutural no sentido de atrair investimentos, e aumentar a participação no mercado. Apesar de ainda haver a possibilidade de melhorias, a tensão econômica que perdura na Europa Ocidental e Oriental aumentou a pressão econômica sobre vários governos regionais, resultando em rebaixamentos na Moldova e Uzbequistão, (a melhoria das instituições governamentais reduz o efeito de tais riscos sobre os investimentos através do fortalecimento dos balanços dos países).

Uma nova ordem no Oriente Médio
Após haverem liderado os rebaixamentos em 2012, três países do Oriente Médio (Bahrain, Omã, e EAU) tiveram um upgrade em 2013, em reflexo da estabilização e diferenciação do risco político na região MENA (Oriente Médio e Norte de África). Apesar de tal situação poder ser temporária, visto que a região ainda é frágil, tal cristaliza a diferença na região entre os países que possuem instituições econômicas e financeiras mais sólidas e os países com maior riqueza que aumentam a sua resistência no caso de eventos políticos e econômicos adversos. Além do mais, tal enfatiza a importância de instituições corporativas e financeiras sólidas que amortecem os efeitos sobre os países.

Consequências na África Ocidental
Camarões, Chade, e Mali foram rebaixados, assim como a vizinha Argélia, o que reflete as consequências das difíceis mudanças de regimes no Norte de África, que desestabilizarão esses países. O fluxo de grandes quantidades de armas e rebeldes nas fronteiras exacerbou o já elevado risco político. Em 2013 até à presente data, os acontecimentos indicam a existência de potencial para mais rebaixamentos.

Sobre o Mapa de Riscos Políticos da Aon para 2013
A Aon mede o risco politico de 163 países e territórios para apurar os riscos associados a transferência e cambio de moeda, inadimplência soberana, interferência politica, interrupção na cadeia de suprimentos (supply chain), regimes jurídicos e regulatórios, violência politica, facilidade de realizar negócios, vulnerabilidade do setor bancário, e capacidade dos governos em termos de estímulo fiscal. A cada um dos países é atribuída uma classificação em cada categoria de risco específica, assim como uma classificação geral do risco: Baixo, Médio-Baixo, Médio, Médio-Alto, Alto ou Muito Alto. Os países membros da União Europeia e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico não são classificados no mapa de 2013.

A classificação dos países reflete uma combinação das analises realizadas pela Aon Risk Solutions e Roubini Global Economics—uma empresa global de análises e de assessoria — bem como os pareceres de 26 sindicatos do Lloyd’s e seguradoras corporativas que operam ativamente em seguros de riscos políticos.

Roubini Global Economics e Analítica Quantitativa de Países
A Aon fez uma parceria com a Roubini Global Economics, um empresa global independente de pesquisas, fundada em 2004 pelo renomado economista Nouriel Roubini, para produzir o Mapa de Riscos Políticos para 2013, e utilização da metodologia única da RGE – Analítica Quantitativa de Países (QCA), para analisar sistematicamente os riscos políticos em todo o mundo. A Analítica Quantitativa de Países (QCA), de propriedade exclusiva da Roubini, permite que a RGE e seus sócios monitorem alterações nos países de forma sistemática, proporciona comparativos transfronteiriços coerentes, e o mais importante decompõe o risco para mostrar os vários elementos que o empurrem.

Além de produzir resultados mais sólidos, a mudança da Aon para a referida metodologia proporciona aos seus clientes a oportunidade de interagirem com o mapa de riscos. Os clientes poderão realizar tarefas como decompor cada um dos ícones de risco, e monitorar os vetores de mudanças nas pontuações dos ícones de risco.

Cada um dos países que consta no mapa é classificado de acordo com os diferentes tipos de risco que enfrenta. Tais riscos são mostrados como ícones individuais, sendo que os primeiros seis ícones determinam a classificação geral do país, e os três ícones novos fornecem informações adicionais.

Descrições Resumidas de Cada Ícone de Risco

A classificação do país de acordo com o mapa baseia-se em seis ícones principais, que representam os riscos seguráveis, são eles:

Transferência e Câmbio de Moeda: O risco de não poder realizar pagamentos em moeda forte em resultado de imposição de controles monetários locais. Este risco envolve vários fatores econômicos, inclusive medidas restritivas para contas de capital, o regime de taxas cambiais ‘de facto’ do país, e reservas cambiais. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 29 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive Bermuda, Camarões, Sri Lanka, e Ucrânia. Este risco diminuiu em 13 países, inclusive na Albânia, Camboja, Paraguai e Zâmbia.

Jurídico e Regulatório: O risco de perda financeira ou de reputação resultante de dificuldades em cumprir as leis do país anfitrião, regulamentos ou códigos. Este risco inclui medições da eficácia governamental, estado de direito, direitos de propriedade mais amplos, e qualidade regulatória. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 2 países e territórios comparado com o mapa de 2012: Armênia e Mali. Este risco regrediu em 10 países, inclusive no Brasil, Croácia, Peru, e Arábia Saudita.

Interferência Política: O risco de interferência do governo anfitrião na economia ou outras áreas que possam afetar negativamente os interesses de negócios no exterior, e.g., nacionalização e expropriação. Este risco é composto por várias medições de riscos sociais, institucionais e regulatórios. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 3 países e territórios comparado com o mapa de 2012: Guatemala, Honduras e Moldova. Este risco regrediu em 14 países, inclusive em El Salvador, Peru, Tailândia e Zâmbia.

Violência Política: O risco de greves, tumultos, comoções civis, sabotagem, terrorismo, danos dolosos, guerra, guerra civil, rebelião, revolução, insurreição, ato hostil de potência beligerante, motim ou golpe de Estado. A Violência Politica é quantificada através da utilização de medições de estabilidade politica, de situação de paz, e de atos específicos de violência. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 21 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Argentina, Filipinas, Rússia, e Servia. Este risco regrediu em 12 países, inclusive na Colômbia, Kuwait, Indonésia e Omã.

Inadimplência Soberana: O risco de um governo estrangeiro ou entidade de um governo estrangeiro deixar de honrar suas obrigações em relação a empréstimos ou outros compromissos financeiros. Este risco envolve medições tanto da capacidade como da boa vontade para efetuar pagamentos, inclusive politica fiscal, risco político, e direito de Estado. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 12 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Gambia, Lesoto, Rússia, e Senegal. Este risco regrediu em 7 países, inclusive na Bósnia, Croácia, Trinidad & Tobago e nos Emirados Árabes Unidos.

Interrupção na Cadeia de Fornecimento (supply chain): O risco de interrupção no fluxo de bens e/ou serviços entrando ou saindo de um país em resultado de instabilidade politica, social, econômica ou ambiental. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 47 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Argélia, Burundi, Mali e Tunísia. Este risco regrediu em 8 países, inclusive no Brasil, China, Índia e Panamá.

Ícones novos em 2013 e não utilizados na classificação de países

Riscos na Realização de Negócios: Os obstáculos regulatórios relativos à formação e operação de uma empresa no país, tais como procedimentos excessivos, o tempo e custo envolvidos no registro de uma nova empresa, obtenção de alvarás de construção, comércio transfronteiriço, e obtenção de crédito bancário mediante planos comerciais sólidos. Este risco foi encontrado em 96 países, inclusive na Argentina, Bolívia, Dominica, Nigéria e Rússia.

Vulnerabilidade do Setor Bancário: O risco de o setor bancário de um país entrar em crise ou não ser capaz de apoiar o crescimento econômico com crédito adequado. Este risco envolve medições da capitalização e solidez do setor bancário, e vínculos macrofinanceiros como o endividamento total, desempenho comercial, e rigidez do mercado de trabalho. Este risco foi encontrado em 106 países e territórios, inclusive na China, El Salvador, Índia e Tailândia.

Riscos de Estímulo Fiscal: O risco de o governo não ser capaz de estimular a economia devido à falta de credibilidade fiscal, reservas em declínio, endividamento alto, ou ineficiência do governo. Este risco foi encontrado em 94 países e territórios, inclusive na Albânia, Libéria, Marrocos, Tanzânia e Uganda.

10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil


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Dirigentes das mais importantes seguradoras subirão ao palco do Prêmio Segurador Brasil 2013. O evento, organizado pela Brasil Notícias, responsável pela revista Segurador Brasil, acontece no dia 26 de março, em São Paulo, devendo reunir 500 convidados.

A 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil é realizada sob a assinatura do renomado economista Luiz Roberto Castiglione, no que diz respeito aos “Melhores Desempenhos” das seguradoras de Grande e Médio Porte, respectivamente com faturamento acima e abaixo de R$ 1,5 bilhão.
As empresas classificadas receberam as análises elaboradas por Castiglione, levando em efeito os resultados apresentados de novembro de 2011 a novembro de 2012, comparados ao mesmo período do exercício anterior.

Por que o preço do seguro subiu, segundo o consultor Francisco Galiza

ARTIGO DO CONSULTOR FRANCISCO GALIZA

Neste início do ano, o mercado de seguros apresentou altas significativas. Os preços de seguros de automóveis, em alguns casos, chegaram a subir até 138%. Na média, contudo, a elevação do custo em 2012 foi de 20% — um índice alto, diante de uma inflação que, em 2012, ficou na casa dos 6%. Estranha-se ainda mais esta tendência se levarmos em conta que, nos últimos meses, houve uma queda significativa nos sinistros de automóveis, motivada pela lei de tolerância zero ao álcool para os motoristas.

O que aconteceu? Por que os seguros subiram desta forma?

A economia é uma ciência que aponta o mundo como ele é, e não um sonho de como poderia ser. E o fato é que, ao longo do ano passado, a configuração de custos e receitas das seguradoras mudou desfavoravelmente, especialmente no ramo de automóvel. No curto prazo, as seguradoras não tiveram alternativa a não ser ajustar os preços para compensar a perda de rentabilidade gerada por vários fatores do cenário econômico.

O primeiro fator para essa redução na rentabilidade das companhias seguradoras foi a queda dos juros.

A rentabilidade das aplicações financeiras das seguradoras representa um componente importante no resultado dessas empresas. Elas aplicam os prêmios dos segurados, até que precisem efetuar o pagamento de um sinistro ou de uma aposentadoria, por exemplo. Como referência, a taxa Selic abriu o ano de 2012 no patamar de 10,5% ao ano, fechando em dezembro com 7,25%.

Estudos recentes mostram que, no mercado segurador brasileiro, a relação de compensação entre o resultado operacional e de investimentos tem sido de “1 para 1”, para a manutenção no mesmo nível de rentabilidade anterior. Assim, somente devido a esse fenômeno, as empresas precisariam ajustar seus preços em, aproximadamente, 3 a 4 pontos percentuais (considerando que as aplicações financeiras são os ativos principais das reservas).

Além disso, sinistralidade (roubos e enchentes) e aumento do custo de mão de obra reduziram significativamente a margem operacional das seguradoras. Em 2010, por exemplo, essa margem foi 16% no mercado segurador. Nos últimos 2 anos (2011 e 2012), porém, ficou em menos de 13% — num cenário de taxa de juros reduzida, o que impede compensações de aplicações financeiras. Trocando em miúdos: para compensar essa queda de margem, as empresas aumentaram os preços em mais 3 pontos percentuais.

Por último, mais um fator que motivou a alta de preços: o fim do chamado Custo de Apólice.

Um fato extraordinário ocorrido no ano de 2012 foi a extinção, pela Susep, do “Custo de Apólice”. O que era isso? Tratava-se de uma cobrança de valor fixo que as seguradoras faziam (em termos líquidos, R$ 80 por apólice) na negociação de alguns tipos de seguro (automóvel, inclusive). Para um prêmio médio de automóvel de R$ 2 mil, esse valor de R$ 80 representava um ganho adicional médio de 4%, quando calculado em relação ao prêmio. Com o fim desta cobrança, as seguradoras tiveram que embutir esse custo no cálculo atuarial da apólice. Resultado: outro fator de aumento.

Para 2013, não se espera grandes quedas nas taxas de juros. Mas os efeitos do fim do custo de apólice e as constantes elevações de custo de mão de obra podem levar a novos aumentos. E a concorrência, poderia ajudar a reduzir estes aumentos? Em tese, sim. Mas é importante lembrar que a atividade de seguros está baseada em cálculos atuariais. Ou seja, as seguradoras têm um compromisso mínimo de rentabilidade sobre suas aplicações para fazer frente às necessidades de pagamento futuro. Quando algumas variáveis comprometem o resultado das companhias, como ocorreu em 2012, não há concorrência que dê jeito. E, neste cenário, os aumentos são inevitáveis.

Francisco Galiza é sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria, mestre em Economia (FGV), membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), e professor do MBA-Seguro e Resseguro (Funenseg).

Caixa Seguros adquire 70% da Previsul

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O Grupo Caixa Seguros assinou contrato para a aquisição de 70% da participação acionária da Previsul, seguradora gaúcha especializada em seguros de vida – com 106 anos de trajetória no mercado e em particular no Rio Grande do Sul.

O investimento de R$ 70 milhões se enquadra dentro da estratégia de expansão do Grupo, que atua nas áreas de seguros, previdência, consórcios, capitalização e saúde.

“A compra da participação na Previsul faz parte de um objetivo específico de crescimento na região Sul, com um mercado de 24 milhões de pessoas e uma grande tendência a consumir marcas de identidade regional”, explica o presidente do Grupo CAIXA SEGUROS, Thierry Claudon.

A Previsul é uma instituição fundada em 1906, especializada em seguros de pessoas, com uma carteira de cerca de 600 mil segurados, um corpo de colaboradores de 143 funcionários e aproximadamente 3 mil corretores cadastrados. A empresa fechou o ano de 2012 com um faturamento de R$ 146,5 milhões e um lucro líquido de R$ 5,9 milhões.

“A Previsul seguirá sendo uma seguradora importante na região sul do país, e com o apoio da CAIXA SEGUROS reforçará a sua solvência e ganhará maiores perspectivas de crescimento”, conclui Claudon.

A aquisição estará sujeita a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

O Grupo Caixa Seguros (parceria da francesa CNP Assurances e da Caixa Economica Federal) é o quinto maior do país em seu segmento. Em 2012, apresentou lucro líquido de R$ 1,22 bilhão – o maior de sua história, com um crescimento de 21% em relação a 2011. Em faturamento, o Grupo fechou o exercício passado em R$ 7,975 bilhões. A Companhia tem oito milhões de clientes.

REVISTA ISTOÉ: 10 perguntas para Antonio Cássio dos Santos, chairman da Zurich América Latina

Interessante a entrevista de Antonio Cássio para Claudio Gradilone, da revista IstoÉ. Vale a leitura. E a bela foto publicada pela revista? Um show. Diz tudo.

“As mudanças tecnológicas, demográficas e climáticas vão mudar a forma como as seguradoras fazem negócios”

Por Cláudio GRADILONE

O mercado segurador passará por mudanças profundas. Antonio Cássio dos Santos, chairman da Zurich América Latina, eleito um dos dez executivos mais influentes do setor na América Latina pela revista Latin Insurance Review, falou com a DINHEIRO sobre elas:

Por que o setor de seguros deverá mudar muito nos próximos anos?
Parti de cenários traçados por consultorias como Bain & Company, KPMG e Ernst & Young para definir o que vai influenciar o setor nesta década. A causa das mudanças será um conjunto de macrotendências, tanto globais quanto específicas. As macrotendências globais referem-se a oito “novidades” genéricas.

Quais são elas?
Duas delas são a entrada de um bilhão de pessoas no mercado consumidor e a necessidade brutal de investimentos em infraestrutura, tanto nos países emergentes, que precisam construir o que não têm, quanto nos países desenvolvidos, que precisam renovar. Outras duas estão relacionadas à enorme necessidade de matérias-primas para atender a essas demandas, tanto de consumidores quanto de investimentos. Por isso, não esperamos um desaquecimento na demanda das commodities. Teremos ainda uma crescente preocupação em proteger esses investimentos, o que nos levará a testemunhar um avanço dos gastos militares, especialmente na Ásia. Finalmente, haverá um avanço na infraestrutura pós-revolução tecnológica. Sem ela, os avanços tecnológicos que esperamos não serão possíveis.

Essas são as únicas alterações esperadas?
Não. Ao lado dessas cinco mudanças quantitativas e físicas, haverá três outras mais qualitativas. Podemos listar a demanda crescente por desenvolvimento do capital humano e a necessidade cada vez maior de manter os ricos e afluentes com saúde. Outra mudança notável é o que eu chamo de “tudo na mesma, mas melhor”. Os consumidores das classes A e B vão buscar mais qualidade, em vez de quantidade. Com tudo isso combinado, veremos uma explosão de inovação nos próximos anos, parecida com a que ocorreu nas primeiras décadas do século passado.

E nos seguros, o que deve mudar?
A influência dessas macrotendências e das novas tecnologias vai mudar a forma como as empresas fazem negócios. Os novos consumidores e os investimentos em infraestrutura vão movimentar uma renda equivalente a US$ 30 trilhões nos próximos dez anos. A tendência será uma busca maior de qualidade de vida, e nesse aspecto a proteção à saúde terá um papel fundamental. Por isso, há pelo menos 12 macrotendências específicas que devem alterar o setor.

Qual o papel da tecnologia nisso?
Fundamental. Há pelo menos três macrotendências ligadas a ela: o uso de tecnologias móveis e a emergência da computação em rede, que serão essenciais para o corte de custos, e o uso crescente das redes sociais, que vão aumentar a transparência do setor. O segurador terá de ser cada vez mais ágil e correto com o segurado. Se não for, a punição das redes sociais será imediata.

Além da tecnologia, quais os outros vetores de mudança?
Um vetor importante são as mudanças regulatórias e de mercado. A agenda pós-crise de 2008 será implantada e as regras serão cada vez mais estritas no que diz respeito a gerenciamento de risco de capital e a cumprimento de contratos. Isso não terá muito impacto no mercado brasileiro, pois o nosso é o mais conservador do mundo, mas vai afetar a forma como as seguradoras lá de fora trabalham. Um subproduto disso será a enorme oportunidade que as seguradoras terão para melhorar sua imagem.

Em que sentido?
Podemos entender essa oportunidade pensando em outro dos vetores de mudança, que é o risco crescente de catástrofes naturais e climáticas. As seguradoras estarão mais sujeitas a catástrofes do que antes e têm de se adaptar a essa nova realidade. Assim, elas poderão participar da solução desses problemas, por exemplo.

Como o novo perfil do mercado financeiro vai influenciar o setor?
As taxas de juros vêm caindo em todo o mundo, e por isso as seguradoras terão de mudar a maneira como investem seu capital. Manter resultados consistentes ao longo do tempo será um desafio cada vez maior, pois as aplicações financeiras tendem a migrar para instrumentos que promovam a poupança de longo prazo. As seguradoras que souberem se transformar em gestoras eficientes de riscos e de recursos financeiros no longo prazo terão muito mais êxito do que as outras.

E o efeito das mudanças demográficas?
Será imenso. As pessoas vão viver e trabalhar mais tempo, e isso vai forçar as seguradoras a adaptar seus produtos. Além disso, o bilhão de novos consumidores que vai entrar no mercado deverá morar e trabalhar em cidades, portanto, haverá avanços na urbanização. Vão surgir mais metrópoles. As pessoas terão de começar a poupar mais cedo na vida e poupar por mais tempo, o que obrigará o setor a lançar produtos específicos e segmentados.

Qual será o papel do governo?
Haverá uma nova definição do papel do governo. Em função das dívidas públicas crescentes mundo afora e a falência do Estado, a tendência é de que os grandes seguros sociais, de saúde e de previdência, sejam cada vez mais oferecidos pelo setor privado.

CEO da Tokio Marine é homenageado pelo Aconseg RJ e apresenta plano para companhia dobrar de tamanho até 2016

Na próxima quinta-feira, 21 de março, o presidente da Tokio Marine Seguradora, Akira Harashima, será homenageado pela Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Aconseg–RJ), durante almoço na Associação Comercial, no Centro. Na ocasião, o executivo ministrará palestra sobre os destaques da atuação do grupo no Brasil e no mundo e a importância da participação das Assessorias nos negócios da companhia. Harashima também apresentará o “Plano Vencer”, que estabelece metas para que a Seguradora dobre o valor da produção no Brasil até 2016, os resultados obtidos em 2012 e os desafios para 2013.

“Estou muito feliz com o convite e lisonjeado com a homenagem. Agradeço a oportunidade de poder compartilhar nossos valores e objetivos com os associados e convidados da Aconseg-RJ”, afirma o presidente. Além de Akira Harashima, o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, e o Superintendente Comercial Varejo RJ/ES, Sérgio Brito, prestigiarão o evento.

Em 2012, o canal Assessorias registrou um aumento de 69,3% em prêmio emitido. Com isso, houve um crescimento de 5% na representação das Assessorias no canal Varejo da Tokio Marine, alcançando o patamar de 32% do total. “Foi sem dúvida um excelente desempenho. No evento, além de celebrar estes números, queremos reforçar com nossos parceiros que queremos ser escolhidos como a melhor Seguradores pelos Corretores e Assessorias pela transparência, simplicidade e excelência em oferecer soluções”, concluiu Akira Harashima.

Eleição da nova diretoria da CNseg reúne representantes do mercado em Brasília

MATÉRIA EXTRAÍDA DO PORTAL DA CNSEG

O escritório da CNseg em Brasília reuniu ontem, dia 19, cerca de 80 convidados, entre representantes do mercado segurador e autoridades, que compareceram à cerimônia de eleição da nova diretoria da CNseg e Fenaseg e inauguração das novas instalações.

Concorrendo em chapa única, o atual presidente da Bradesco Seguros e ex-presidente da FenaPrevi, Marco Antonio Rossi, foi saudado como novo presidente da CNseg e Fenaseg, tendo Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro Cia. de Seguros Gerais e ex-presidente da FenSeg, como 1º vice-presidente.

Durante a cerimônia, os convidados puderam conhecer o resultado das obras de ampliação do escritório, agora mais moderno e funcional. O diretor de Relações Governamentais da CNseg, Antônio Mazurek, lembrou que a representação em Brasília foi inaugurada em 1992 com uma pequena sala e agradeceu ao atual presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, pela aquisição do novo espaço, que conta hoje com um auditório com capacidade para 50 pessoas. Mazurek também falou da importância do espaço no apoio ao relacionamento com o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, contribuindo para o crescimento do país.

Jorge Hilário, que permanece no cargo até 30 de abril, quando a nova diretoria será empossada, ressaltou a localização estratégica do escritório, próximo à Praça dos Três Poderes, afirmando que o espaço está disponível aos profissionais do mercado. “O escritório é a ponte para os Três Poderes”, disse.

Durante o dia, também aconteceu, excepcionalmente em Brasília, a reunião mensal do Conselho de Diretores da CNseg.