Seguradoras miram risco corporativo para crescer – Valor Econômico

MATÉRIA PUBLICADA NO ESPECIAL SEGURANÇA, DO VALOR ECONÔMICO DE 27/03/2013

O Brasil está vez mais exposto a riscos complexos à medida que a economia cresce e as empresas se expandem internacionalmente. “Com o crescimento, as corporações brasileiras passam a se integrar mais na economia global e, como consequência, enfrentam maiores riscos com a cadeia de suprimentos, com desastres naturais e com a falta de mão de obra qualificada”, diz Angelo Colombo, CEO da filial brasileira da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS).

O grupo WEG, um dos maiores fabricantes mundiais de equipamentos eletro-eletrônicos, vê no seguro uma das formas de garantir o crescimento com consistência. “Depois de identificado riscos e produzida as políticas de gerenciamento, definimos por meio dos comitês e comissões como será tratado o risco, se vamos absorver, compartilhar ou transferir, seja com seguradoras ou parceiros em projetos ou até com fornecedores”, diz Vanderlei Moreira, gerente global de riscos e seguros.

Isso obrigou seguradoras e corretoras a reinventarem produtos e serviços para mitigar riscos e agregar ainda mais segurança ao patrimônio dos clientes. O conceito de sustentabilidade passou a ser o norte dos executivos de grandes riscos das seguradoras. “Quando uma fábrica sofre um acidente como incêndio, todos perdem: bancos, fornecedores, economia local e governos. Apostar no gerenciamento de riscos é uma estratégia vencedora, que traz ganho ao negócio de todos os envolvidos”, argumenta Wady Cury, diretor de grandes riscos do grupo segurador Bando do Brasil e Mapfre.

Para conquistar clientes e formar uma carteira rentável, as seguradoras apostam em inovação, produtos acessíveis e estudos que as ajudem a surpreender nas coberturas ofertadas. Segundo a “Allianz Risk Barometer 2013”, pesquisa realizada pela AGCS, a paralisação do negócio por falha na cadeia de suprimentos, desastres naturais, como enchentes, e incêndios e explosões estão entre os principais riscos relatados pelos 529 especialistas em seguros corporativos e industriais entrevistados em 28 países.

O grupo BB e Mapfre investiu em uma pesquisa de menor abrangência, mas descobriu dados interessantes. Escolheram 12 grandes e médias clientes para visitar. O projeto gerou 67 ações de inspetoria e consultoria, com quase 420 recomendações de prevenção e mitigação de riscos. A surpresa foi que 57% dos clientes implementaram as normas definidas pelo comitê gestor de riscos e segurança. “Basta apenas que elas sejam obedecidas e recebam manutenção”, diz Cury. Os outros 16% não estavam implementadas de acordo com a legislação e apenas 10% precisavam fazer investimentos pesados em infraestrutura para se adequarem aos padrões mínimos exigidos pelas seguradoras.

Segundo Luciano Calheiros, diretor de riscos corporativos da Liberty, a ideia é ajudar a sociedade a identificar e prevenir riscos. “As seguradoras têm um histórico valioso das razões que levaram companhias a perder tudo e queremos usar essa experiência”, diz. Uma das ações é distribuir cartilhas para diferentes nichos, com dicas simples de segurança para clientes médios e pequenos. “O risco de um restaurante é diferente do risco de uma loja de roupas. Queremos dar dicas sob medida para cada segmento”, afirma.

Seguradoras e corretores sugerem recomendações de prevenção, desde as mais simples, como separação de materiais tóxicos e inflamáveis, até o roteiro de trajeto para o transporte de um equipamento de grande porte. “Se cumpridas, conseguimos seguradoras interessadas em aceitar o programa de seguro desenhado sob medida, com preços e franquias acessíveis”, conta Eduardo Marques, diretor da corretora Marsh.

“Se a empresa se propõe a cumprir parte das recomendações, temos uma cláusula determinando um prazo para finalizar as melhorias. Caso não haja interesse da empresa em investir em segurança, ficamos impossibilitados de oferecer cobertura”, diz Otávio Bromati, diretor de responsabilidade civil da Zurich Seguros no Brasil.

A Generali cresce pautada pela estratégia de “pescar em rios com menos pescadores”, diz o CEO José Ribeiro. Para ele riscos bem tratados e com boa subscrição são mais rentáveis do que aqueles onde há queda substancial das taxas em função da concorrência. “O Brasil tem grande potencial de crescimento entre as medias e pequenas empresas, pois menos de 20% delas contam com seguro. O sucesso está em ajudá-los a terem uma operação mais sustentável”, diz.

A americana AIG persegue a mesma estratégia. Pesquisa realizada pelo grupo revelou que das cerca de 27 milhões de pequenas e médias empresas instaladas no Brasil, somente 20% têm seguro. “Por essas e outras o Brasil é um dos principais mercados do mundo para o grupo, ao lado da China”, conta o CEO Jaime Calvo, que tem o desafio de sair de 0,5% em seguros patrimoniais para 3,7% em 5 anos. Estão previstos 15 produtos inovadores para serem lançados em 2013 para os clientes corporativos.

CNseg debate direitos e deveres do consumidor

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A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), em parceria com Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC), reúne integrantes do poder judiciário, seguradoras e entidades de seguros e defesa do consumidor no Seminário Direitos e Deveres do Consumidor de Seguros, que ocorre nesta quarta-feira, 27 de março, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

O evento, com expectativa para reunir cerca de 150 pessoas, terá painéis sobre os Princípios Técnicos dos Contratos de Seguros, os principais pontos na relação com os consumidores e o papel da Secretaria Nacional de Direito do Consumidor na prevenção e soluções de conflitos, com a presença da Coordenadora Geral do SINDEC, Lorena Tamanini. Haverá também debate sobre a proteção aos consumidores turistas e a questão da embriaguez no seguro de automóvel.

Para Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora executiva da CNseg, o evento é fundamental para discutir a iniciativa de ampliar a interação com o consumidor. “O mercado de seguros envolve questões complexas, que vão desde aspectos jurídicos até questões técnicas sobre coberturas. As seguradoras estão preparadas para dar ainda mais clareza ao diálogo do dia-a-dia com o consumidor, o que contribui diretamente para uma melhor compreensão do mercado e dos produtos disponíveis. Essa nova postura, que já está sendo adotada, é importante para o desenvolvimento do mercado”, explicou.

Com o objetivo de incentivar ainda mais a clareza no mercado, a Confederação lançou no ano passado os Pontos Chave, que definiram os principais termos do contrato do Seguro de Vida, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização. Também foram lançados o Guia de Ouvidorias, que reúne informações sobre ouvidores dos principais grupos do mercado, e o Guia de Boas Práticas de Garantia Estendida, da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), vinculada à CNseg, uma cartilha que orienta as seguradoras no relacionamento com diversos públicos, entre eles os segurados.

Previdência complementar aberta arrecada R$ 6,6 bilhões em janeiro

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O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ 6,6 bilhões em janeiro de 2013. O montante de novos recursos ingressados no sistema é 40,05% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, quando foram registrados R$ 4,7 bilhões. Com o desempenho da previdência complementar aberta no mês de janeiro, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 343,1 bilhões, alta de 25,28% na comparação com os R$ 273,9 bilhões registrados em janeiro de 2012.

Com o desempenho do setor, a carteira de investimentos do VGBL obteve alta de 31%, passando de R$ 162,8 bilhões para R$ 213,3 bilhões. Já a carteira do PGBL cresceu 13,17%, no período e registrou R$ 75,2 bilhões. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 44,3 bilhões para R$ 54 bilhões, alta de 21,73%.

Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país, a previdência privada aberta conta atualmente com aproximadamente 12 milhões de contratos ativos e cerca de 95 mil já usufruindo os benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).

Desempenho por produto (Planos Individuais, Menores e Empresariais)

Na análise por produto, os individuais foram o destaque, com arrecadação de R$ 6 bilhões, volume 52,43% superior ao ano anterior. Os planos para menores registraram aportes de R$ 548,9 milhões e os planos empresarias, por sua vez, contabilizaram R$ 147,6 milhões em novos depósitos, baixa de 21,07%.

Desempenho por plano (VGBL e PGBL)

Segundo a FenaPrevi, na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 5,8 bilhões em novos depósitos (crescimento de 48,76%, frente a janeiro de 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 586,3 milhões (alta de 2,78%). Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou leve queda de 3,30%, passando de R$ 295,3 bilhões para os atuais 285,5 bilhões.

Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 343,1 bilhões)

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 33,15% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,24%%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,15%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,20%); Caixa Vida e Previdência (5,72%); HSBC Vida e Previdência (3,28%); Icatu Seguros (1,98%); Sul América Seg. e Previdência (1,26%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,76%). As demais entidades somam, no total, 2,39% da Carteira de investimentos.

Provisões – As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 329,7 bilhões e alta de 23,61% em janeiro de 2013. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 266,7 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 30,59%), passando de R$ 163,4 bilhões para R$ 213,3 bilhões.

As provisões dos planos PGBL cresceram 14,07%, no período, passando de R$ 65,9 bilhões para R$ 75,2 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,2 bilhões para R$ 40,9 bilhões, no período, alta de 9,97%.

Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 64,72% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,81% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,41% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,05%.

Bicicletas, riscos vão além do roubo

O seguro de bicicletas passou a ser um item necessário e cada vez mais demandado. Desenvolvido em 2005 pela Brasil Insurance em parceria com a Berkley Seguradora, inicialmente apenas para modelos mais caros, o seguro pode agora ser contratado para bicicletas a partir de R$ 2 mil (modelos de passeio). O produto oferece cobertura para: roubo enquanto pedala, roubo ou furto qualificado enquanto transporta, roubo/furto qualificado dentro da residência e danos no transporte (ex. bateu o carro e a bike estava no rack, danificou a bike).

O impacto do aumento das magrelas nas ruas traz outros riscos além do roubo. Como bem descreveu Antonio Penteado Mendonça em seu artigo no jornal Estado de São Paulo desta segunda-feira, a proliferação de bicicletas como meio de transporte sem que as cidades e a sociedade estejam preparados para tal rotina tem causado preocupações. Muito se fala da melhora da qualidade de vida, mas temos outras conseqüências para o setor. Um mero tombo, dependendo da gravidade, pode gerar indenização do seguro de acidentes pessoais, do seguro devida e do plano de saúde privado. Já no caso do acidente ser resultante de uma colisão por culpa de um automóvel, os danos sofridos pelo ciclista e pela bicicleta serão indenizados pelo seguro de responsabilidade civil do veículo. E a regra se aplica a caminhões e ônibus também. Semana passada, por exemplo, tivemos vários acidentes noticiados, inclusive um deles foi tramáutico, com a amputação do braço do ciclista. “Enfim, Penteado conclui que “os seguros para bicicletas não serão um diferencial de faturamento para as seguradoras.Mas,sob o aspecto social, eles são produtos importantes. Por isso, merecem atenção”, escreve Mendonça.

A corretora Kalassa, controlada pela holding Brasil Insurance, informou que recebe cerca de 100 solicitações por mês para seguros de bicicletas entre R$ 2 mil e R$ 5 mil e pretende vender mais de 2 mil apólices de bikes em 2013. Em 2012 foram cerca de 600 bikes seguradas. A holding também comercializa seguro de vida específico para ciclistas e triatletas. O custo varia de acordo com a idade, valor segurado, mas uma pessoa de 35 anos, com uma cobertura de R$ 200 mil, tem um custo mensal de apenas R$ 80. Apesar da Secretaria de Estado da Segurança Pública não ter estatísticas oficiais, na internet existe um levantamento feito a partir de registros voluntários que não para de crescer – no site Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas (http://www.bicicletasroubadas.com.br/).

A Porto Seguro lançou a cobertura para bikes para os segurados de automóvel. Com certeza o serviço fará sucesso e trará mais clientes para a maior seguradora de carro do Brasil, sócia do Itaú no segmento de auto e residência. O Porto Socorro Bike, um serviço de assistência dia e noite, pode ser acionado em caso de pneu furado: reparo ou troca da câmara de ar (aros 20″ e 26″); quebra da corrente: emenda ou troca da corrente;
falta de freios: ajustes ou troca dos cabos ou das sapatas (excluídos freios a disco); quebra ou acidente: transporte e carona até seu domicílio; montagem de uma nova bicicleta: serviço executado mediante apresentação da nota fiscal ou do manual, da garantia ou da embalagem. É só ligar que um veículo de apoio ou um bike socorrista vai ao seu encontro, como acontece quando você precisa de atendimento para seu carro.
O serviço é exclusivo para segurados Porto Seguro Auto e a assistência é prestada na Grande São Paulo, na região metropolitana do Rio de Janeiro e nas cidades de Guarujá, Itanhaem, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e Santos, informa o site da seguradora.

Quatro empresas do setor entre as mais éticas do mundo, segundo Ethisphere Institute

Saiu o prestigiado ranking das empresas mais éticas do mundo, produzido pelo internacional think-tank Ethisphere Institute. Um corretor, três seguradoras de seguros gerais e uma resseguradora estão entre as 145 empresas listadas. no World’s Most Ethical Companies 2013: Arthur J. Gallagher & Co, CUNA Mutual Group, Sompo Japan Insurance Inc., Progressive Group of Insurance Companies e Swiss Re.

http://www.propertycasualty360.com/2013/03/18/the-worlds-5-most-ethical-pc-insurance-companies?t=commercial

10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil acontece nesta terça em SP

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Mais de cinquenta empresas – seguradoras e prestadoras de serviços – estarão presentes na 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil, nesta terça-feira (26), em São Paulo. Entre as seguradoras, estão: Pottencial, Confiança, Aspecir, Excelsior, HSBC, Caixa, Prudential, Berkley, Icatu, Virginia Surety, BB Mapfre, Ace, Nobre, Itaú, Porto Seguros, Chubb, Allianz, Liberty, SulAmérica, Zurich, AIG, Mitsui Sumitomo, QBE, SBCE, Cardif, Mongeral Aegon, Tokio Marine, Alfa, Grupo Bradesco Seguros, Brasilprev, HDI, Capemisa, Brasilcap, MetLife, além do IRB-Re e Mapfre Re.

Dos prestadores de serviços, destaque para a Sodré Santoro Leiloeiro Oficial, Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Engeval, Marinho Despachantes, Freitas Advocacia, I4PRO, SIS e Cotak. O evento conta com o apoio da operadora de planos de Saúde Ameplan e Fundação Mokiti Okata.

A 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil é realizada sob consultoria do economista Luiz Roberto Castiglione, no que diz respeito aos “Melhores Desempenhos” das seguradoras de Grande e Médio Porte, respectivamente com faturamento acima e abaixo de R$ 1,5 bilhão. As empresas classificadas receberam as análises elaboradas por Castiglione, levando em efeito os resultados apresentados de novembro de 2011 a novembro de 2012.

Seguros Unimed lança academia corporativa

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A Seguros Unimed acaba de lançar sua Academia Corporativa – iniciativa que engloba diversas escolas em prol do desenvolvimento de seu time de colaboradores e líderes. O projeto – que é de grande importância dentro da companhia, pois é o segundo maior investimento da área de Gestão de Pessoas, atrás apenas da folha de pagamento – vai beneficiar todo o quadro da empresa.

A Academia Corporativa é formada pelas escolas Corporativa, EAD (Ensino a Distância), Inovação, Cidadania, Comercial e Líderes – Potenciais, Novos Líderes, Média Gestão e Alta Gestão – com treinamentos focados e customizados para as necessidades de cada grupo. Para 2013, a projeção é de mais de 60.000 horas em treinamento, com média de 80 horas por colaborador.

“A nossa companhia está em constante crescimento, e como queremos continuar neste caminho, investir nas pessoas se torna imprescindível. Um dos nossos valores é ‘Pessoas de Valor’, no qual está contemplado que a nossa principal força competitiva e o comportamento desejado é a busca permanente do crescimento pessoal. Para isso, é importante ter pessoas motivadas e capacitadas”, comenta Rafael Moliterno Neto, presidente da Seguros Unimed.

A escola de Potenciais abriu a agenda deste ano no dia 18 de fevereiro, com o primeiro encontro dos 50 profissionais aprovados na seletiva para participar deste programa. Na ocasião, foi apresentado o cronograma dos cursos que os colaboradores selecionados participarão ao longo de 18 meses, onde serão preparados para assumir posições de destaque na companhia.

Como uma empresa que cuida de pessoas, a Seguros Unimed acredita que a aprendizagem está entre os fatores de sucesso para o negócio. Para isso, os programas de capacitação e desenvolvimento são concebidos considerando as necessidades identificadas e com o propósito de aumentar a eficiência profissional, para o cumprimento dos objetivos estratégicos da companhia. Eles capacitam o colaborador desde o seu início na empresa, passando por sua fase de maturação e ações voltadas ao exercício da liderança.

Sai Marco Barros e entra Marcelo Dutra na área de seguros do BB

A Susep publicou hoje a declaração de intenção de Marcelo Augusto Dutra Labuto assumir a administração da BrasilCap. Ele deixa a diretoria de Empréstimos e Financiamentos para assumir o cargo de Marco Barros, que esta como diretor de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização do Banco do Brasil, bem como presidente da Fenacap. Barros segue para a diretoria de Mercado de Capitais e Investimentos, segundo comunicado do BB enviado à CVM e publicado no site do banco. Barros completa o mandato 2010/2013.

Veja a íntegra da ata publicada no site de RI do BB

2013/03
EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM DEZOITO DE MARÇO DE DOIS MIL E TREZE
Em dezoito de março de dois mil e treze, às dez horas, na sede social da empresa, no Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco G, 24o andar (parte), Asa Sul – Brasília (DF), sob a presidência do Sr. Nelson Henrique Barbosa Filho, realizou-se reunião ordinária do Conselho de Administração do Banco do Brasil S.A. (CNPJ: 00.000.000/0001-91; NIRE: 5330000063-8), com a participação dos Conselheiros Adriana Queiroz de Carvalho (Vice-Presidente), Aldemir Bendine, Bernardo Gouthier Macedo, Henrique Jäger e Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça.
Estiveram presentes, também, os Srs. Antonio Pedro da Silva Machado, Diretor Jurídico, e Marco Antonio Ascoli Mastroeni, Diretor de Estratégia e Organização.
3. homologar a decisão do Sr. Presidente de 28.02.2013, ad referendum do Conselho, que aprovou os remanejamentos e as eleições abaixo, tendo em vista a vacância nos cargos de Diretor de Distribuição São Paulo e Diretor de Mercado de Capitais e Investimentos:
a) o remanejamento do Diretor Marco Antonio da Silva Barros da Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização para a Diretoria de Mercado de Capitais e Investimentos, para completar o mandato 2010/2013;
b) o remanejamento do Diretor Marcelo Augusto Dutra Labuto da Diretoria de Empréstimos e Financiamentos para a Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização, para completar o mandato 2010/2013;
c) a eleição do Sr. Sérgio Peres, a seguir qualificado, para completar o mandato 2010/2013 no cargo de Diretor de Distribuição São Paulo, esclarecido que o eleito atende às exigências legais e estatutárias:
SÉRGIO PERES, brasileiro, divorciado, administrador, inscrito no CPF sob o no 635.746.328-00, portador da Carteira de Identidade no 5.930.598-8, expedida em 15.10.2012 pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Endereço: Av. Paulista, 2163, 9o andar, Bela Vista , São Paulo (SP);
d) a eleição do Sr. Edmar José Casalatina, a seguir qualificado, para completar o mandato 2010/2013 no cargo de Diretor de Empréstimos e Financiamentos, esclarecido que o eleito atende às exigências legais e estatutárias:
EDMAR JOSÉ CASALATINA, brasileiro, separado judicialmente, administrador, inscrito no CPF sob o no 017.122.018-83, portador da Carteira de Identidade no 12.202.548-9, expedida em 07.06.2010 pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
O Conselho de Administração decidiu: (…)
- segue –
CABB de 18.03.2013 2
Endereço: Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco A, 7o andar, Brasília (DF). (…)
Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrada a reunião, da qual eu, ass.) Aurislon José Ferreira, Secretário, mandei lavrar esta ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos conselheiros.
Ass.) Nelson Henrique Barbosa Filho, Adriana Queiroz de Carvalho, Aldemir Bendine, Bernardo Gouthier Macedo, Henrique Jäger e Sergio Eduardo Arbulu Mendonça.
ESTE DOCUMENTO É PARTE TRANSCRITA DO LIVRO No 28 PAGS 09 A 12
Aurislon José Ferreira Secretário


Argo conquista a conta da Renova Energia

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A Renova Energia, líder em energia eólica contratada do Brasil, construirá na Bahia 15 parques eólicos com capacidade para gerar 386 megawatts. Batizado de Alto Sertão II, o projeto deverá entrar em operação em 2014 e durante sua construção a Argo é a seguradora responsável pela cobertura de riscos de Transporte e DSU (Delay on Start-up – seguro que cobre perdas financeiras decorrentes de atraso no início da operação devido à sinistro com os equipamentos que serão transportados para a obra).

“No caso da Renova Energia, a Argo criou uma solução adequada às necessidades do cliente, adaptando seu produto de Transporte e de DSU estruturada para a implantação dos parques”, diz Salvatore Junior, Diretor de Cargo & Marine da Argo. “Devido à operação diferenciada com essa conta, customizamos nosso produto para atender à todas as necessidades.”

Fica sob responsabilidade da Argo segurar o transporte dos componentes das torres eólicas, os itens críticos que demandam cuidados especiais, como as pás eólicas e as naceles presentes no centro de cada torre, e também as perdas financeiras decorrentes de atrasos no início da operação, o DSU.

SOBRE A ARGO GROUP

Argo Group International é uma companhia de seguros especiais e resseguros atuante no mercado de danos e responsabilidade, oferecendo uma linha completa de produtos e serviços concebidos para atender às necessidades exclusivas de atendimento de coberturas e reivindicações de negócios em quatro segmentos principais: Excess & Surplus Lines, Commercial Specialty, International Specialty e Syndicate 1200 (subscritor internacional especializado em produtos de seguros e resseguros).
Com 60 anos de atuação e com origem nos EUA (Califórnia, Texas) e matriz nas Bermudas, a multinacional tem alcance global e conta com cerca de 1.300 funcionários em oito países e 28 localidades, com exposição a riscos em 134 países e uma expansão internacional planejada a partir de 2007, pela fusão com Grupo PXRe, formando o Grupo Argo.

AIG quer voltar à liderança

MATÉRIA PUBLICADA PELA REVISTA APÓLICE EM FEVEREIRO

Full potencial. Esse é o nome dado ao plano de ataque do grupo AIG para voltar a liderança mundial, perdida em setembro de 2008, quando foi socorrida pelo governo dos EUA com um aporte de US$ 182 bilhões. Quatro anos depois, quitou a sua dívida com o governo americano e acaba de colocar no ar uma campanha institucional agradecendo aos contribuintes a ajuda pontual no momento agudo da crise financeira.

Para Jaime Calvo, que assumiu o comando da operação brasileira no final de 2012, chega de crise. A palavra é oportunidades. “Brasil e China são os principais países na mira dos investimentos dos acionistas da AIG. Pensamos no longo prazo. Então mãos à obra”, diz ele, decidido a construir uma história de sucesso do grupo no Brasil com o apoio da matriz. “Todo o board esteve aqui em dezembro. Visitamos clientes, corretores, parceiros”, conta. Parceiros? “Temos interesse em associações que façam sentido”, comenta, lembrando que a sociedade com o Unibanco, que durou 11 anos (1997 a 2008), foi um grande sucesso.

Independentemente da ter um parceiro que acelere o ritmo de crescimento, a AIG constrói uma operação com foco no crescimento das vendas de seguros para corporações, famílias e indivíduos. Os produtos vão das complexas apólices para riscos cibernéticos até o seguro de carro online. Microsseguros pode vir a fazer parte do portfólio, caso o grupo conquiste algum parceiro que tenha foco nas apólices de menor valor. “Esse é um nicho que requer grande investimento”, diz.

A prioridade atual é crescer com sustentabilidade, garantindo a qualidade de serviço e inovação, duas características que fizeram da AIG a maior do mundo no passado. Para isso, todos estão envolvidos em elencar o que é necessário para isso, considerando-se sistemas, back-office, contratação de pessoas, treinamento, escolha de parceiros bem como áreas geográficas mais potenciais e nichos de mercado em que a AIG pode fazer a diferença. “Lançamos o seguro ambiental há anos e até hoje nosso produto se destaca entre os concorrentes”, comenta.

Para fazer e acontecer, é preciso ter as pessoas certas e bem treinadas. Em três anos, o número de funcionários saltou de uma dúzia para 310 e deve encerrar 2013 com mais 150 que estão em fase de contratação. Duas vagas foram preenchidas recentemente. Um executivo do Bradesco foi contratado para a filial de Curitiba e um do Itaú para a de Belo Horizonte, informa Fábio Cabral, cujo cargo é uma novidade até mesmo dentro do grupo AIG. Ele é o responsável pela venda e também pela subscrição de seguros gerais. “Minha missão é otimizar a sinergia entre as duas equipes para que a seguradora cresça com rentabilidade”, diz ele, que divide esse desafio com o de criar gêmeas idênticas que nasceram em novembro passado.

Aos olhos dos executivos, o Brasil tem muitas oportunidades e é preciso estar preparado para aproveitá-las diante de um cenário tão competitivo. “Estamos analisando diversas frentes de negócios. As consultorias já fizeram o trabalho delas e agora cabe a nós avaliarmos o que precisamos para o conselho aprovar na reunião trimestral que acontece em Nova York. A próxima é no final de fevereiro”, conta ele em um descontraído almoço.

A meta dos executivos da AIG é passar de um market share de 0,5% em seguros patrimoniais para 3,7% em 5 anos. Um passo importante conquistado foi a capacidade de US$ 250 milhões por risco no contrato de resseguro com a matriz. Estão previstos 15 produtos inovadores para serem lançados em 2013 para os clientes corporativos.

Em linhas pessoais, segmento que o grupo praticamente começa a desenvolver, a meta até 2017 é ter participação de 1,2%. Isso sem considerar uma fusão ou compra de canal de vendas. “Uma parceria pode mudar muito tudo isso”, diz Calvo. Ou seja, a AIG está decidida a ser líder no mundo e para isso precisa crescer rápido no Brasil. Sinal de que teremos muitas notícias daqui para frente do grupo.