A estabilidade da moeda, a manutenção do valor do dólar e o aumento do poder de compra da Classe C tornaram o Brasil líder global em vendas de produtos voltados para assistência viagem. Além disso, o país é o que mais cresce no setor, 30% acima da média mundial.
Por esses motivos, o Brasil se tornou um mercado estratégico para a Assist Card International, o maior grupo de assistência viagem do mundo. Tanto, que as principais ações de marketing da multinacional este ano serão destinadas ao país
Para acompanhar de perto esse momento e parabenizar os executivos da filial por seu desempenho, a CEO internacional da companhia, Alexia Keglevich, está no país essa semana. Acompanhada de Fernando Padrón, Cheef Business Officer, a executiva vai aproveitar para atuar em conjunto com o staff nacional nas novas operações que a filial brasileira prepara para este ano.
“Estamos muito felizes pelo desempenho que o Brasil está apresentando. Os números mostram que as nossas ações, voltadas ao relacionamento com nossos parceiros comerciais e clientes, estão sendo muito assertivas”, afirma Alexia. “Este ano vamos nos aproximar ainda mais de todos, com o objetivo de ressaltar as diferenças do serviço que oferecemos. Queremos elevar o conceito de assistência a um patamar nunca visto antes, construído com base na inovação e no nosso know-how de 40 anos de mercado”, garante.
Para a CEO, o lançamento de produtos diferenciados e exclusivos contribuíram também para consolidação da marca no país. Um exemplo é o Corporate 4.0, um produto inovador que agrega uma nova geração de serviços e oferece todas as facilidades que um executivo precisa ao sair em viagem, como um aplicativo especialmente desenvolvido para smarthphone que oferece diversas facilidades, desde um imprevisto médico, bagagem extraviada ou inconveniente legal, até um serviço de concierge.
“Trabalhamos para oferecer a melhor assistência aos viajantes e o Corporate traduz isso muito claramente. Não à toa contamos com um índice de satisfação superior a 98% entre os nossos clientes e parceiros. Todo esse esforço explica também porque a companhia possui pelo sexto ano consecutivo o selo do Sistema de Gestão de Qualidade ISO 9000”, conclui Daniel Prieto, Country Manager da Assist Card Brasil.
A Mapfre Seguros, empresa do Grupo Segurador BB e Mapfre, acaba de fechar parceria com o World Trade Center Business Club BH, com sede na capital mineira. Com isso, a empresa terá oportunidades para inserir o tema seguros na agenda empresarial.
“Queremos ampliar o contato com as maiores empresas do Estado, aumentando a presença da nossa marca e, em contrapartida ampliar a informação sobre o seguro entre os empresários”, afirma Raphael Bauer de Lima, diretor territorial Minas Gerais da Mapfre Seguros.
Com a nova parceria, a seguradora participará de reuniões estratégicas e periódicas com as companhias associadas. O objetivo é aproveitar as oportunidades para chamar a atenção para a importância da avaliação preventiva dos riscos que as empresas estão expostas, mostrando as melhores opções para cada tipo de negócio.
“Mais de 80% das empresas brasileiras não contam com seguros patrimoniais ou de vida para seus colaboradores. No entanto, o seguro representa uma proteção para a companhia, garantindo a continuidade da operação caso aconteçam acidentes e imprevistos”, destaca o diretor.
O WTC Business Club é uma rede internacional dedicada ao fomento de negócios e à promoção de networking e discussão de temas importantes para o mercado, com presença em mais de 100 países.
As chuvas em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, provocaram aumento no volume de chamadas nas centrais de atendimento das seguradoras. Na SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, de janeiro até a primeira quinzena de março, foram realizados mais de 550 at endimentos decorrentes de enchentes, granizo e quedas de raio nestes estados. Em 2012, foram aproximadamente mil atendimentos dessa natureza, sendo que um terço dessas ocorrências aconteceu no estado de São Paulo.
O seguro de automóveis cobre danos ocasionados em decorrência de causas naturais, como inundação, alagamento, ressaca, ventos fortes e queda de objetos, por exemplo, árvores e grandes galhos. “Caso o cliente passe por uma situação dessas, o veículo é levado para um Centro Automotivo ou oficina, onde um perito da seguradora avaliará a extensão dos danos. Essas situações são previstas na cobertura básica do seguro oferecida por grande parte do mercado segurador”, afirma o diretor de Automóveis da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.
Além disso, caso a ventania derrube uma árvore ou qualquer outro objeto que atinja somente o vidro do veículo, o segurado pode a cionar a cobertura de vidros, cuja complexidade e custo do reparo são menores. “A SulAmérica possui uma estrutura preparada, com reboque, oficinas referenciadas e 35 Centros Automotivos (C.A.S.A.s) para atender todos esses casos e auxiliar o segurado a não ter dor de cabeça na hora de consertar o seu veículo”, acrescenta o executivo.
Dicas para evitar danos
Para evitar danos ao veículo, o segurado pode se precaver deixando de trafegar em áreas alagadas. Caso não haja opção, é recomendável dirigir em baixa velocidade e com o motor em alta rotação, pois a ação facilita a aderência do carro e minimiza as chances de que entre água no motor ou em componentes eletroeletrônicos. “Se o veículo ‘morrer’, nunca dê a partida novamente, a solução é manter a calma, ir para um local seguro e ligar para a seg uradora para que seja providenciado um reboque para levar o veículo para a oficina e, dependendo do plano contratado, um transporte para levar o segurado para casa”, explica Dal Ri.
Quando a ocorrência for por queda de árvore, o cliente deve evitar mexer no automóvel, já que a queda pode ter provocado um rompimento de cabos de energia, causando descargas elétricas.
Os meses entre dezembro e março são os mais propícios a alagamentos, com focos no Rio de Janeiro e São Paulo. Já as chuvas de granizo, acontecem com maior frequência em dezembro e janeiro na região de Belo Horizonte. Nos meses de setembro e outubro, as chuvas, tornados e granizo costumam atingir a região Sul do País.
Em meio a crises econômicas de extensões globais e baixas performances econômicas, o capital evidencia sua natureza escassa. Diante desta escassez, a missão de gerir o capital é complexa e atender às expectativas de todas as partes interessadas (acionistas, credores, reguladores e consumidores) não é uma tarefa fácil para os grupos seguradores.
“O Resseguro tem um papel primordial na gestão técnica, mas também pode ter um papel muito importante na gestão do capital de uma companhia”, principal mensagem de Augusto Diaz-Leante, responsável pelas atividades de Vida da Munich Re na América Latina, Espanha e Portugal, em palestra na feira da Munich Re do Brasil, em novembro 2012.
O resseguro pode ser usado, além da proteção tradicional, para diminuir as exigências de capital requerido (pelo regulador, agência de rating e casa matriz), ou para obter capital adicional por financiamento de lucros futuros. O resseguro torna-se assim uma ferramenta alternativa para estratégias de gestão de capital.
Para alívio de capital de solvência contratos cota-parte podem ser eficientes. Nesta operação, em que o segurador cede parte de seu risco ao ressegurador, a companhia é capaz de diminuir seu capital em risco e aliviar sua solvência, viabilizando o crescimento de seus negócios.
O resseguro cota-parte é também uma ferramenta de alívio de capital econômico. Ao analisar a função de densidade da probabilidade de sinistro, é determinado a partir da esperança da função, o capital necessário para um nível de segurança exigido (99,5% de Value at Risk de acordo com Solvência II). Quando há a introdução de resseguro, a esperança da função diminui pelo custo de resseguro, reduz o Value at Risk e portanto o capital econômico.
“Quando o custo sobre o capital liberado é maior que o custo do resseguro, há um claro lucro econômico para a companhia, que dependerá da taxa de retorno que os acionistas exigem da empresa”, afirma o executivo Diaz-Leante.
No que se refere à obtenção de capital adicional, o resseguro pode oferecer às companhias antecipação de lucros futuros, melhorando a gestão patrimonial da seguradora e seu rating. Quando o ressegurador antecipa lucros futuros de uma companhia, o capital total ajustado sob o modelo Standard & Poor’s aumenta proporcionalmente ao percentual de financiamento do ressegurador.
Diaz-Leante explica ainda que “O capital requerido pelos riscos dos ativos não muda, mas o capital requerido pelos riscos dos passivos decresce porque uma parte da carteira fica protegida pelo ressegurador e há um reconhecimento disto no modelo.”
O resseguro apresenta-se assim como alternativa de gestão de capital de uma companhia além de oferecer algumas vantagens adicionais como flexibilidade de customização, custo atrativo de transação, processo veloz e payback baseado em lucros, ou seja, permite que a amortização do financiamento dependa da geração dos lucros.
Diaz-Leante demonstrou na palestra da Munich Re que o resseguro é uma ferramenta para a gestão das necessidades de capital, atuais e futuras, das seguradoras e que é uma alternativa muito interessante frente aos mercados de capitais.
“A concepção tradicional do resseguro sempre foi a transferência do risco técnico, mas agora este paradigma foi superado e o resseguro se converteu numa poderosa ferramenta na gestão de capital para continuar sendo um parceiro de nossos clientes” conclui Diaz-Leante.
A pergunta foi respondia por Edward Lange, presidente da Allianz Seguros, durante palestra na 5ª Brazilian Reinsurance Conference, que aconteceu ontem no Rio de Janeiro.
A crença do brasileiro é de que o país está livre de desastres naturais. Embora o Brasil não seja assolado por furacões e terremotos, o país está sim, exposto a inundações, fortes chuvas, deslizamentos, ventos, raios, citando estes como os mais comuns.
Nos últimos 30 anos, foram registradas 146 catástrofes naturais no país, provocando cinco mil mortes. Cerca de 50 milhões de pessoas foram impactadas e os prejuízos econômicos chegaram a US$ 9 bilhões. Esse total de desastres representa quase cinco eventos por ano a um custo médio de US$ 60 milhões cada ou ainda 2,6 inundações extremas/ano e um grande deslizamento de terra a cada dois anos.
Para se ter uma ideia, as fortes chuvas do ano passado em Pernambuco afetaram mais de um milhão de pessoas; os deslizamentos e inundações ocorridas em 2011 no Rio de Janeiro vitimaram mais de 1000 pessoas e os estragos em Santa Catarina, ocorridos em 2010, causaram a morte de 110 pessoas, além de ter danificado o gasoduto Brasil-Bolívia.
O fato é que os desastres naturais se tornarão cada vez mais frequentes no Brasil e as perdas relacionadas às vidas humanas e às despesas financeiras que o Governo terá que direcionar para reconstruir e apoiar aqueles que não possuem seguros irão aumentar significativamente. As mudanças climáticas e a crescente urbanização são os principais motores do aumento da frequência de chuvas intensas, inundações e deslizamentos de terra.
Não apenas seguradoras e resseguradoras, como também o Governo e empresas devem reagir a estas questões. O assunto é relativamente recente e consequentemente, não muito desenvolvido. As autoridades de seguros não têm ainda uma regulamentação específica ou exigência em relação às catástrofes naturais, fazendo com que as seguradoras deem menos atenção ao tema.
Mas o mercado começa a se movimentar. Algumas resseguradoras desenvolveram ferramentas para mapear as áreas do planeta com maior incidência de catástrofes naturais. Além disso, uma espécie de “atlas” das inundações está sendo desenvolvido pela Agência Nacional de Águas – National Water Agency. Tudo isto, certamente irá apoiar o mercado segurador a começar a rever o acúmulo de riscos e apoio a clientes, especialmente indústrias, em seu processo de gestão de riscos.
O setor imobiliário foi o mais afetado. Em quatro eventos climáticos registrados entre 2009 e 2010, as perdas chegaram a US$ 4 bilhões, afetando, sobretudo, a população em condição de baixa renda. Os danos na infraestrutura causam interrupção das atividades econômicas e fica difícil medir todas as perdas.
Já o setor agrícola, apesar de extremamente relevante para o Brasil, está exposto aos desastres naturais e ainda conta com uma penetração baixa do seguro – menos de 15% de toda área plantada é segurada. O Governo criou um fundo de catástrofe para proteger o setor, no entanto, as oportunidades para as seguradoras nesse campo são grandes e relevantes para o Brasil como um todo.
A realidade é que esses tipos de eventos adversos vão continuar e o impacto negativo que eles têm na nossa sociedade depende do nível de preparação e planejamento para lidar com eles. As soluções advindas do mercado segurador são importantes para ajudar o Governo a reduzir os impactos social e financeiro gerados por essas grandes catástrofes. Sabendo dos riscos, conseguimos desenvolver planos de contingência locais e setoriais e assim, contribuir para que o mercado segurador possa planejar os diferentes cenários e apoiar o crescimento e o desenvolvimento do Brasil.
A eleição da nova Diretoria da CNseg e uma reunião do atual Conselho marcam a reinauguração do escritório da entidade em Brasília, no dia 19 de março. A cerimônia de inauguração será às 17hs, seguida de um coquetel. Mais bem estruturada, a nova sede tem um auditório para até 50 pessoas, sala de reunião, sala para a presidência e área administrativa em 286 metros quadrados no Edifício Brasília Trade Center.
Para Solange Beatriz Mendes, diretora executiva da CNseg, as mudanças na estrutura física do escritório chegam junto com um olhar mais amplo do setor no sentido de não apenas acompanhar, mas participar do movimento político, e mostrar que a atividade seguradora é imprescindível para a vida do país. “Vamos ter a oportunidade de ajudar a construir um país mais moderno e mais justo”, afirma.
Antonio Mazurek, Diretor de Relações Governamentais da CNseg em Brasília há 21 anos, ressalta os projetos relevantes do mercado de seguros que tramitam no Congresso Nacional nos quais o escritório de Brasília continuará focado: a atualização do Còdigo do Consumidor, para o qual a CNseg está oferecendo sugestões no sentido de reduzir ao máximo os conflitos entre os consumidores e os provedores de serviços; o projeto da previdência complementar, área que cresce de importância, que trata da constituição de uma entidade privada sem fins lucrativos para prestar garantias suplementares para o cumprimento das obrigações contratuais das entidades do segmento.
“Tudo é muito dinâmico, muito rápido, é preciso estar atento e presente. Vamos assegurar nossa presença concreta no dia a dia”, afirma Mazurek.
A Argo Seguros iniciou sua operação no início de 2012 e comemora o primeiro ano de resultados que superaram as expectativas. Seguindo uma tendência de crescimento contínuo, foram R$ 27 milhões em prêmios emitidos na carteira de Seguros de Transportes, uma das especialidades da Argo, atingiu um faturamento mensal acima de R$ 3 milhões. Desse total, 56% da produção referem-se a seguros de transportadores e o restante para embarcadores, sendo 24% em seguros de transporte intenacional (importação/exportação) e 21% para seguro de transporte nacional. Os resultados de 2012 permitem projetar um faturamento ao redor de R$ 40 milhões para 2013, crescimento estimado de 40%.
“Esse desempenho foi obtido com base em serviços na área de prevenção de perdas, coberturas diferenciadas e no atendimento a cada operação juntamente com os corretores e gerenciadores de riscos. Alcançamos um expressivo número de clientes”, explica Salvatore Lombardi Junior, Diretor de Seguros de Transportes da Argo Brasil.
Em 2012, os esforços da área se dirigiram para a divulgação da marca e os diferenciais que trouxemos para o mercado nos segmentos de Transportes internacional e nacional. O foco para 2013 vai intensificar os trabalhos de gerenciamento de riscos, por meio de ações conjuntas para prevenir acidentes e roubos de cargas. “Estaremos mais perto de nossos parceiros por meio de ações direcionadas com subscritores especializados por segmentos (Tradings, Operadores Logísticos/Transportadores, Agentes Internacionais, Despachantes, etc), comenta o Diretor. “A Argo têm produtos para toda a cadeia de comércio exterior e para os transportadores , por isso, intensificaremos a parceria com os nossos corretores especializados”, anuncia o Diretor.
Diferenciais
Para manter a meta de crescimento, a Argo atua para oferecer diferenciais aos seus clientes e corretores. “Cada vez mais uma apólice de seguro contemplará riscos que não podem ser controlados pela própria operação do cliente. Por isso, estamos investindo também em treinamentos nas áreas de logística junto aos nossos principais clientes”, diz Salvatore.
Os clientes da ARGO contam com diversas ferramentas inovadoras, dentre elas uma central dedicada para telemetria, que visa combater um dos maiores problemas de sinistralidade do mercado de seguros de carga: os acidentes. Salvatore explica que a Argo é a primeira seguradora a usar a telemetria na precificação dos Seguros e a combater os riscos de acidentes de forma diferenciada, tendo como meta a elaboração de um PGA (Plano de Gerenciamento de Acidentes) para cada um de seus clientes. Por meio dessa central é possível gerar uma séria de relatórios chamados de “não conformidades”, dentre eles: Controle de Velocidade, Carga Horário, Controle de Rotas, etc. “Contamos também como um Controle Integrado de Transportes via Internet, possibilitando o controle total das operações de Seguros Transportes, com relatórios estatísticos personalizados por filiais ou centro de custos dos clientes.”
Os resultados e a satisfação dos clientes estão diretamente ligados a qualificação dos profissionais da Argo. “São 11 técnicos dedicados à subscrição de riscos de Transportes, muitos deles com mais de 15 anos de experiência no segmento”, analisa o Diretor.
Novo produto: Argo Cargo
Para manter seus diferenciais e ampliar seu portfólio de produtos, a Argo lança seu novo produto de Seguros Transportes: o Argo Cargo, voltado para Agentes de Cargas. O produto visa reembolsar as quantias pelas quais o Agente de Carga vier a ser responsabilizado civilmente.
O seguro traz as seguintes coberturas de responsabilidade: por perdas e danos materiais às mercadorias decorrentes do transporte; perdas e danos materiais ao contêiner e equipamentos de transportes; perdas ou danos por erro ou omissão do agente de cargas; danos materiais e/ou corporais a terceiros, devido ao transporte de mercadorias; e perdas ou danos às mercadorias em armazéns.
Após ter lançado um teste piloto do produto durante o ano de 2012 com o apoio da corretora Lógica Seguros, o lançamento oficial do Argo Cargo irá ocorrer em meados de março.
Foi criado hoje o Conselho Empresarial de Seguros e Resseguros da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Presidido por Marco Antônio Gonçalves, do grupo Bradesco Seguros, esse foi o primeiro passo para a AGRJ cumprir o seu objetivo de transformar o Rio de Janeiro na capital dos Seguros e Resseguros da América Latina. O evento contou com a participação do ministro-chefe Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, que falou para mais de 400 convidados.
Segundo divulgou o portal da CNSEG, Moreira Franco disse que cabe ao seguro para manter o acelerado processo de mobilidade social dos últimos 10 anos. “Este grupo demanda mais proteção, porque é mais empreendedor, mais dinâmico e convive de fato com mais riscos produtivos. Portanto, precisa estar protegido dos riscos patrimoniais e pessoais. Mas por falta de educação financeira, ainda não sabe a abrangência do seguro para protegê-lo”, lembrou Moreira Franco, na entrevista coletiva que antecedeu a solenidade de lançamento do conselho empresarial.
Este é o 19º conselho instalado pela centenária e tradicional instituição empresarial fluminense e já nasce como um dos maiores da ACRJ- são 40 membros que aceitaram, entre outros desafios, pensar estratégias para transformar a cidade do Rio de Janeiro na capital de Seguros e de Resseguros da América Latina a médio prazo. A presidência do Conselho Empresarial está a cargo de Marco Antônio Gonçalves, executivo da Bradesco Seguros. “O Rio de Janeiro está apto a ser a capital de seguros e resseguros, porque tem a infraestrutura necessária, profissionais capacitados, e por ser a sede das principais entidades representativas das seguradoras, resseguradoras, corretoras, de alguns dos principais grupos seguradores e resseguradores e da própria Susep”, destacou ele.
O novo conselho também trabalhará em prol do crescimento do mercado no País, incluindo na pauta das discussões o atendimento pleno das demandas dos consumidores de seguros e de resseguros. Para tanto, o grupo reúne as principais lideranças e executivos do mercado, incluindo-se aí o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, presidentes das quatro Federações (Paulo Marracini, da FenSeg; Osvaldo Nascimento, da FenaPrevi; Marcio Coriolano, da FenaSaúde; e Marco Barros, da FenaCap), o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, e o presidente do IRB, Leonardo Paixão. Participam também diretores executivos das principais entidades do mercado segurador, como Solange Beatriz (CNseg), lideranças dos corretores de seguros, das resseguradoras e das corretoras de resseguros. Edward Lange, presidente da Allianz Seguros, é um dos integrantes do Conselho.
Em sua palestra, o ministro Moreira Franco deixou claro que conta com o mercado de seguros em duas frentes importantes: a primeira, para reduzir as vulnerabilidades da nova classe média; a outra, relacionada à condição de investidor institucional do setor, diz respeito à participação das seguradoras nos investimentos de infraestrutura, em particular na área de saneamento básico, por meio da aplicação de parte de suas provisões técnicas. Segundo o ministro, os títulos para financiar a infraestrutura estão em linha com as necessidades de retorno de médio e longo prazos do mercado segurador.
Segundo consta no site da Bradesco, para o presidente do Conselho, Marcos Gonçalves, a capital carioca preenche os requisitos necessários para o desenvolvimento pleno dessa atividade econômica, podendo ser credenciada com esse título em médio prazo. Últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam que no ano passado o mercado de seguros registrou, de janeiro a julho, uma receita de R$ 71,6 bilhões, alta de 23,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda segundo o órgão, a participação do mercado brasileiro de seguros em 2012 foi de 3,5% do PIB, número que pode chegar a 7% em 2015. “Temos infraestrutura e profissionais capacitados para atenderem a demanda de mão de obra exigida pelo mercado.
Outro ponto favorável e atrativo é que aqui estão localizadas as sedes das maiores entidades representativas das seguradoras, resseguradores e corretoras, como a Susep, que normatiza e fiscaliza a atividade no país, além das grandes seguradoras e resseguradores que estabeleceram aqui suas matrizes”.
Gonçalves revela também que o conselho vai trabalhar em prol do crescimento da atividade no país funcionando como encaminhador de temas para entidades representativas do setor. Para ele, o conselho deve congregar novas ideias e sugestões para enriquecer debates sobre temas que possibilitem o crescimento e a maior representatividade deste segmento no PIB nacional.
A MDS Consultores de Seguros e Risco, corretora multinacional atuante nos segmentos de gerenciamento de risco, gestão de benefícios e resseguro, acaba de contratar um novo diretor. Trata-se de Marcus Vinícius Lopes Martins para o cargo de diretor da área de varejo para a operação no Brasil. Seu desafio é desenvolver a área varejista, assim como alavancar as atividades online da empresa.
Martins é graduado em engenharia mecânica pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e possui mestrado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior. O executivo possui sólida experiência na área de seguros, tanto em grandes seguradoras quanto em um grande banco, onde era responsável pelo braço segurador da instituição.
A Liberty Seguros lançou ontem um projeto maravilhoso, que mostra grande comprometimento com o bem estar das pessoas. Com pequenos gestos, dosados pelo amor, a iniciativa, chamada Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, vai fazer a diferença na vida de muita gente. Parabéns Karina e equipe!.
RELEASE
Melhorar a mobilidade e locomoção nos centros urbanos é um dos maiores desafios do mundo contemporâneo. Com o objetivo de amenizar o problema, a Liberty Seguros acaba de lançar o projeto Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro (www.projetosinallivre.com.br), com ações que visam melhorar a mobilidade verde, estimulando a escolha de meios de locomoção que causem menor impacto ao meio ambiente; facilitar a fluidez, reforçando o respeito de todos dentro dos espaços de deslocamento nos grandes centros urbanos; e garantir a segurança no trânsito, trabalhando efetivamente na prevenção dos acidentes.
Além disso, o programa contempla questões tangentes ao comportamento individual, seja do motorista no trânsito, do pedestre, dos ciclistas, motociclistas ou dos usuários de transporte público. Também foi lançado o vídeo institucional do manifesto do projeto http://www.youtube.com/watch?v=QBtMCe2FfiU&feature=youtu.be.
Inicialmente a Liberty Seguros, seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, levará o Sinal Livre para cinco cidades-sede do evento (São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador), a partir de 2014 o projeto se estende para mais cinco cidades. O foco inicial da ação será em comunidades ao redor dos estádios, contando com parcerias de ONGs e jovens das regiões, que serão agentes voluntários e protagonistas da mudança de comportamento no trânsito. “Os moradores têm conhecimento da problemática do seu bairro e, com nosso apoio, terá ferramentas para promover atitudes que influenciem na melhora da mobilidade urbana do local”, comenta Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros.
Dentro da iniciativa, a seguradora terá o papel de: educar jovens de escolas na comunidade ao redor dos estádios e oferecer a eles uma formação para que se tornem multiplicadores das atitudes positivas; engajar a população e torcedores durante os jogos da Copa das Confederações FIFA 2013 e Copa do Mundo da FIFA 2014™; influenciar políticas públicas promovendo a troca de informações entre as comunidades ao redor dos estádios e entidades responsáveis pela mobilidade urbana local; e reconhecer boas práticas por meio do lançamento do Prêmio Nacional de Mobilidade Urbana para incentivar projetos na área.
No site www.projetosinallivre.com.br do projeto há o “Banco de Boas Práticas”, com materiais produzidos pelos jovens das comunidades, cursos de ensino à distância, conteúdos especiais para cada agente que compõe a mobilidade urbana em uma cidade, como ciclistas, pedestres, motoristas, taxistas etc.
A adoção da causa está em linha com a missão da Liberty Seguros, que é ajudar as pessoas a viverem de forma mais segura e tranquila, além de trabalhar com uma problemática atual que afeta a todos os brasileiros, principalmente os que moram em grandes centros urbanos.
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