Caixa lança plano de previdência exclusivo para mulheres

rosana techimaRelease

A Caixa Previdência lançou um plano exclusivo para as mulheres. Além de garantir a acumulação de recursos para o futuro e a proteção para a família, o novo “Prev Mulher” premia automaticamente com R$ 50 mil as clientes que ficarem grávidas por fecundação natural de gêmeos, trigêmeos ou mais após a contratação do produto. A indenização acontece com o nascimento das crianças. O produto também garante uma consulta e um exame ginecológico anual a todas as clientes. A rede de atendimento está presente em todo o país.

“Além de estimular o investimento no futuro, manter a família protegida e cuidar da saúde de nossas clientes, pensamos em premiá-las em um momento feliz”, explica a diretora da Caixa, Rosana Techima.

O Prev Mulher é um plano de previdência, do tipo VGBL, que agrega, em um único produto, o planejamento do futuro e a proteção da família da mulher. A cliente escolhe o valor mensal de sua contribuição, que é dividido em duas partes: o montante que ela vai acumular na previdência e uma quantia, que vai para um seguro de vida e garante a proteção da família em caso de imprevistos.

O produto tem outro diferencial: no caso de uma eventualidade que impeça a cliente de contribuir para o plano mensalmente, a família continua protegida, pois a CAIXA PREVIDÊNCIA utiliza parte do saldo da previdência para quitar o seguro, por um prazo máximo de 12 meses. “Sabemos que imprevistos financeiros acontecem, mas eles não podem afetar o bem mais precioso: a proteção da família”, afirma Rosana Techima.

Os planos podem ser contratados a partir de R$ 35 por mês. Assim como todos os outros produtos da CAIXA PREVIDÊNCIA, o Prev Mulher terá taxa zero de carregamento de entrada, o que contribui positivamente para uma melhor rentabilidade nos planos. “As mulheres têm cada vez mais espaço na renda nacional, e notamos que havia uma demanda grande para um produto exclusivo, que contemplasse as principais preocupações da mulher moderna: o futuro financeiro, a saúde e a tranquilidade da família”, explica a diretora.

Negociações a todo vapor no setor de seguros

© Copyright 2010 CorbisCorporationO mercado internacional de fusões e aquisições em seguros está a todo vapor. Nesta semana já temos duas notícias. A Scor comprou a resseguradora de vida da Generali nos Estados Unidos por US$ 750 milhões e Fairfax adquiriu a American Safety Insurance, por US$ 306 milhões, informam as agências internacionais.

Segundo os últimos dados disponíveis, em abril foram divulgados 43 acordos de fusões e aquisições, avaliados em US$ 3,35 bilhões, entre empresas da indústria de seguros, informa a empresa Dealogic para o portal da revista inglesa Reactions. Números maiores do que os registrados em março, quando as negociações totalizaram US$ 2,37 bilhões em 35 acordos. Neste ano, no entanto, o recorde ainda é de fevereiro, quando foram fechados 49 compras e fusões, avaliados em US$ 4,54 bilhões. Em abril, a maior negociação envolveu a Protective Life, que comprou a carteira da Mony Life, controlada pela francesa Axa, por US$ 1,06 bilhão.

Alta liderança reconhece a necessidade de analisar com mais profundidade os riscos das empresas

Release

O gerenciamento de risco tem que estar intrínseco ao planejamento estratégico das organizações. É o que mostra um estudo global da corretora de seguros Marsh, realizado com 1,2 mil presidentes e diretores de empresas privadas, públicas e sem fins lucrativos em fevereiro deste ano. Segundo a pesquisa, intitulada Excellence in Risk Management, 52% dos executivos da alta liderança (presidentes e diretores) afirmam que a gestão de risco tem de estar intrínseca ao planejamento estratégico das organizações. Já 46% dos executivos dizem ser o principal papel da área de gerenciamento fornecer inputs e insights ao processo de planejamento das companhias.

A pesquisa mostra também que o valor estratégico dos profissionais de gerenciamento de risco ainda não é totalmente aproveitado. Tanto que, 74% dos executivos reconhecem que é necessário analisar com mais profundidade os indicadores de ricos de suas respectivas empresas. “A área de gestão de risco das empresas tem o papel fundamental de identificar, avaliar e priorizar as ameaças porque as organizações estão expostas a diversos eventos, por exemplo, acidentes, perda de mercado, defeitos em produtos, perda de capital intelectual e reputação. É preciso que os riscos sejam monitorados e reavaliados, pois risco é um organismo vivo. Por isso, a área de gestão de risco deve estar lado a lado com a alta liderança das companhias”, diz Eduardo Takahashi, diretor executivo da corretora Marsh.

Perfil dos entrevistados

Total: 1.200 entrevistados

74% – Gerente e coordenador da área de risco

18% – Alta liderança (presidente e diretor)

8% – Diretor de risco

Ranking dos principais riscos em 2013 segundo os entrevistados

1. Interrupção dos negócios

2. Condições Econômicas

3. Liquidez

4. Riscos Regulatórios/Compliance

5. Destruição/Perdas de Recursos Físicos

6. Litigação ou sinistros

7. Catrastrofe natural

8. Mudanças Legais ou regulatórias

9. Disponibilidade de seguros para mitigar riscos

10. Risco a saúde e segurança no trabalho

11. Reputação de marca

12. Continuidade de Negócios/Execução do Gerenciamento de Crise

13. Disponibilidade de capital

Porte das empresas (receita)

23% – Empresas com faturamento acima de US$ 5 bilhões

28% – Empresas com faturamento entre US$ 1 bilhão e US$ 4,9 bilhões

37% – Empresas com faturamento entre US$ 50 milhões e US$ 999 milhões

12% – Empresas com faturamento abaixo de US$ 50 milhões

Segmento das empresas

39% – Privadas

39% – Públicas

12% – Sem fins lucrativos

10% – Governamentais

Mongeral Aegon marca presença em seminário sobre previdência privada na Suécia

© Copyright 2008 Corbis CorporationRelease

De 28 de maio a 5 de junho acontece em Estocolmo, na Suécia, o Seminário Internacional Estrutura da Previdência na Europa. O evento é organizado pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (ABRAPP) com o apoio do Sindicato Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (SINDAPP).

Osmar Navarini, diretor comercial da Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, representa a companhia durante o encontro. Segundo ele, o seminário é uma oportunidade para ampliar o debate sobre o mercado brasileiro. “Com os juros baixos e aumento da longevidade, é preciso que o sistema previdenciário no país inicie sua trajetória de desenvolvimento para oferta de planos de renda que considerem de forma estruturada o novo cenário, seguindo o exemplo de alguns países da Europa, onde essa preocupação já é constante”, destaca o executivo.

Em maio, ICES chega a 110,9

francisco galizaRelease

Em maio, o ICES foi de 110,9, com pequena variação negativa em relação ao mês anterior, quando atingiu 111,4. Segundo Francisco Galiza, economista responsável pela aferição do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), realizado em parceria com a Revista Cobertura, no geral a perspectiva das seguradoras foi mantida.

“Nesse momento, a trajetória do indicador está difícil de ser prevista, pois há movimentos opostos nas variáveis que geram o número. As empresas continuam a apostar que o faturamento terá uma boa evolução em 2013 e que, aparentemente, as previsões mais pessimistas quanto às taxas de rentabilidade diminuíram”.

Para 56% dos executivos, a rentabilidade das seguradoras nos próximos seis meses será igual – no mês anterior eram 53% -, enquanto 22% acham que será melhor. No quesito faturamento, é mantida a porcentagem de 33% do mês anterior entre os que acreditam que o desempenho será igual, enquanto 63% disseram que será melhor, ante os 61% de abril.

Para 24% dos executivos, o crescimento da economia brasileira nos próximos seis meses será melhor, enquanto 61% acreditam que será igual, em abril a porcentagem era de 67%. “A frustração com o comportamento da economia brasileira como um todo é um fator preocupante”, observa o economista.

Auto

No ramo automóvel, o desempenho da receita continua favorável. Nos próximos seis meses, 53% dos entrevistados esperam um desempenho melhor. Para 29% dos executivos, o crescimento será igual e, 18%, menor.

Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que foi anunciado no final de novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundiais.

O ICES é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

TCU aprova a privatização do IRB

irbA Época informa que o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou na sessão de ontem a privatização do IRB, empresa avaliada em R$ 2,5 bilhões e com 40% de participação no mercado de resseguros do país. Segundo a nota, o ministro Valmir Campelo, relator do processo no TCU, afirmou na sessão que a modalidade da desestatização é inédita, porque acontece com aumento de capital, renúncia de direitos de subscrição e composição acionária exclusiva para fundos de pensão de estatais.

Os acionistas signatários serão a União, o Banco do Brasil, o Itaú, o Bradesco e o Fundo de Investimento em Participações Caixa Barcelona. Ficou decidido que cada acionista terá uma quantidade de votos equivalente ao número de ações vinculadas que detém. A União e o Banco do Brasil terão, juntos, 47,95% de participação no bloco de controle. A União, titular exclusiva de ações de natureza especial (golden share), tem poder de veto e direito a indicar o presidente do Conselho de Administração e um integrante para o Conselho Fiscal. O Ministério da Fazenda acredita que, com a privatização, o IRB terá flexibilidade para atuar no mercado de forma mais competitiva. O governo estima que, em cinco anos, a empresa estará entre as dez maiores resseguradoras do mundo.

TCU analisa hoje a desestatização do IRB

© Copyright 2008 Corbis CorporationGrande expectativa hoje na indústria mundial de seguros. O Tribunal de Contas da União (TCU) discute hoje se aprova ou não o modelo de desestatização do IRB Brasil Re, discutido há quase duas décadas, agora que já foi feita toda a mudança necessária para tornar o IRB uma empresa privada, com 51% do capital pertencente a grupo privados. A ideia é que controlado pelo setor privado o IRB possa para aumentar sua capacidade de retenção de risco dos atuais R$ 15 bilhões para cerca de R$ 50 bilhões em resseguros.

Segundo fontes do setor, no prazo de aproximadamente dois anos, se tudo caminhar com eles esperam, será feito o IPO do ressegurador, dando a chance de outros investidores entrarem no bloco de controle, bem como os atuais acionistas, como Itaú e Bradesco, poderem sair para o Banco do Brasil assimir com um parceiro, ou mesmo os bancos privados poderem assumir uma posição maior do que a definida na última assembléia.

Na semana passada, o Conselho Administrativo da Defesa Econômica (Cade) aprovou a transferência de uma fatia de 21,24% do capital do IRB da União para a BB Seguros, subsidiária da BB Seguridade, numa transação avaliada em R$ 547,4 milhões.

Hoje, dia 29, o IRB divulgou edital de assembléia geral extraordinária convocando os acionistas para aprovarem aumento do capital social da Companhia de R$ 103 milhões, passando de R$ 1,35 bilhão para 1,453 bilhão, mediante a emissão de 40 mil novas ações ordinárias. O IRB receberá um aumento de capital, do qual a União e o Bradesco abrirão mão do direito de preferência, segundo editais publicados. O desembolso do Itaú será de R$ 2,3 milhões. Após isso, o IRB terá um bloco de controle do qual farão parte a União, com 15% e uma golden share, BB Seguros com 20%, Itaú Seguros com 15%, Bradesco Seguros com 20% e o FIP Caixa Barcelona com 3%.

O IRB é líder no segmento de resseguradoras locais, com 53% do total dos prêmios registrados no primeiro bimestre do ano, segundo resenha mensal da consultoria Siscorp, feita com base nos dados estatísticos divulgados pela Superintendência de Seguros Gerais (Susep).

Vale lembrar que nos próximos dois anos a perspectiva para o mercado de resseguros e de seguros é de forte crescimento diante das grandes obras necessárias para deixar o país pronto para os mundiais esportivos.

Fairfax faz acordo com Export Development Canada para dar garantias para Odebrecht

fairfaxEnquanto todos os seguradores no Brasil se queixam que a Odebrecht está muito alavancada e por isso restrigem limites de valores para o seguro garantia para o conglomerado, a canadense Fairfax foi criativa e partiu para buscar soluções e assim atrair o cliente para a operação brasileira. Afinal, estamos falando de um dos principais grupos envolvido em projetos de infraestrutura no Brasil, país que se prepara para sediar a Copa em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.

Segundo noticiaram os sites internacionais especializados em seguros e finanças, o Export Development Canada está fornecendo um limite de crédito no valor de US$ 200 milhões para as operações globais do conglomerado Odebrecht do Brasil. Sob os termos da facility, 25% da capacidade (US$ 50 milhões) será implantada a partir da EDC para cobrir garantias emitidas pela Fairfax Brasil Seguros Corporativos, a subsidiária de seguros no Brasil da empresa canadense Fairfax Financial Holdings. Como resultado, a Fairfax Brasil vai aumentar sua capacidade de garantia de crédito com a Odebrecht e seu volume de negócios com o grupo.

“O facility da EDC está em linha com a nossa estratégia de longo prazo caução de complementar nossas necessidades de capacidade em mercados fora da indústria de seguros e de resseguro”, disse Luis Barretto, responsável pela corretora de seguros do grupo Odebrecht. “Neste caso, nós também temos o importante valor agregado de reforçar ainda mais o relacionamento da Odebrecht com a seguradora canadense, como Fairfax, disse. Para a Fairfax, “a Odebrecht é um player chave na infraestrutura da América Latina e este contrato vai proporcionar maior capacidade e proteção, bem como facilidade para gerenciar seus contratos de forma mais eficiente”, disse o vice-presidente regional para a América do Sul do EDC, Jean Cardyn.

A primeira empresa do grupo que irá se beneficiar da facility é a Construtora Norberto Odebrecht, um grande comprador de seguro garantia para os seus projetos de infraestrutura em todo o mundo. A crescente demanda por garantias cria uma oportunidade significativa para novos provedores de capacidade fora do tradicional seguro e resseguro, tais como organismos multilaterais e agências de crédito à exportação, como EDC.

PIB cresce 0,6% no primeiro trimestre

dinheiro 2A economia brasileira cresceu 0,6% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE. O resultado é exatamente igual ao do crescimento do quarto trimestre do ano passado. Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 1,11 trilhão. Na comparação com igual período de 2012, a alta do PIB brasileiro foi de 1,9%. No acumulado dos quatro trimestres terminados no primeiro trimestre de 2013, o PIB registrou crescimento de 1,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Alguma fonte de seguros pode comentar quais os impactos disso no setor e se isso muda a estratégia da empresa? Aguardo muitas entrevistas sobre esse tema hoje, bem como qual a aposta no ruma da Selic. Sobe? E como isso afeta as empresas? Ajuda no ganho financeiro mas atrapalha nas vendas, uma vez que os financiamentos ficam mais caros e com isso a população tem menos bens para segurar? Por outro lado, incentiva a poupança para a previdência, uma vez que os fundos terão um rendimento melhor???? Aguardo contatos para poder escrever uma matéria sobre o tema!!!!

Porto Seguro promove seguro para hortas e pomares

pomarRelease

O Porto Seguro Agronegócios é um seguro que pode ser contratado para hortas e pomares, com coberturas contra os danos causados por tempestades de granizo, que durante a primavera e verão causam grandes prejuízos à agricultura.

Com o objetivo de proteger as safras agrícolas, a Porto Seguro conta com seguros específicos contra os danos causados por intervenções climáticas, em especial o granizo. No Brasil, tempestades com queda de pedras de gelo causam grandes prejuízos à agricultura. Por conta do clima temperado, safras de frutas como maçã, pera e pêssego são mais vulneráveis ao granizo, cuja ocorrência é mais comum a partir do início da primavera (setembro) e se estende até o término do verão (março).

O Porto Seguro Agronegócios reúne dois produtos. O Agronegócios Horta pode ser contratado para plantações de alho, cebola, tomates, berinjelas e pepinos, desde que sejam conduzidos tutorados ou envarados. Já o Agronegócios Pomar oferece proteção para as culturas da ameixa, atemoia, caqui, laranja, lima, limão, tangerina/mexerica, figo, maçã, manga, goiaba (para indústria e mesa), nectarina, pera, pêssego e uva (de mesa e de vinho).

Quando a apólice é contratada para hortaliças, o período de cobertura inicia-se depois do enraizamento e se estende até o final da colheita. A contratação pode ser feita durante todo o ano e a vigência do seguro é de seis meses. Já a garantia do seguro para pomares começa com a frutificação e também vai até o término da colheita.

Joaquim Cesar, coordenador de seguros rurais da Porto Seguro, destaca a importância desse tipo de garantia, que ajuda a manter a saúde financeira de produtores de bens essenciais, como alimentos. “A ideia é proteger as safras principalmente dos pequenos e médios produtores; assim, podemos contribuir também para a estabilidade da atividade agrícola”, explica.

O seguro se destaca ainda pelo processo de contratação simplificado. Outro fator vantajoso é a existência das subvenções ao prêmio do seguro rural oferecidas pelo Governo Federal, que podem custear entre 40% e 60% do valor do seguro. As subvenções também podem ser complementadas por subsídios oferecidos por alguns Governos Estaduais, o que contribui ainda mais com a redução do valor do seguro.