Porto Seguro promove seguro para hortas e pomares

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O Porto Seguro Agronegócios é um seguro que pode ser contratado para hortas e pomares, com coberturas contra os danos causados por tempestades de granizo, que durante a primavera e verão causam grandes prejuízos à agricultura.

Com o objetivo de proteger as safras agrícolas, a Porto Seguro conta com seguros específicos contra os danos causados por intervenções climáticas, em especial o granizo. No Brasil, tempestades com queda de pedras de gelo causam grandes prejuízos à agricultura. Por conta do clima temperado, safras de frutas como maçã, pera e pêssego são mais vulneráveis ao granizo, cuja ocorrência é mais comum a partir do início da primavera (setembro) e se estende até o término do verão (março).

O Porto Seguro Agronegócios reúne dois produtos. O Agronegócios Horta pode ser contratado para plantações de alho, cebola, tomates, berinjelas e pepinos, desde que sejam conduzidos tutorados ou envarados. Já o Agronegócios Pomar oferece proteção para as culturas da ameixa, atemoia, caqui, laranja, lima, limão, tangerina/mexerica, figo, maçã, manga, goiaba (para indústria e mesa), nectarina, pera, pêssego e uva (de mesa e de vinho).

Quando a apólice é contratada para hortaliças, o período de cobertura inicia-se depois do enraizamento e se estende até o final da colheita. A contratação pode ser feita durante todo o ano e a vigência do seguro é de seis meses. Já a garantia do seguro para pomares começa com a frutificação e também vai até o término da colheita.

Joaquim Cesar, coordenador de seguros rurais da Porto Seguro, destaca a importância desse tipo de garantia, que ajuda a manter a saúde financeira de produtores de bens essenciais, como alimentos. “A ideia é proteger as safras principalmente dos pequenos e médios produtores; assim, podemos contribuir também para a estabilidade da atividade agrícola”, explica.

O seguro se destaca ainda pelo processo de contratação simplificado. Outro fator vantajoso é a existência das subvenções ao prêmio do seguro rural oferecidas pelo Governo Federal, que podem custear entre 40% e 60% do valor do seguro. As subvenções também podem ser complementadas por subsídios oferecidos por alguns Governos Estaduais, o que contribui ainda mais com a redução do valor do seguro.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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