Ressarcimento de minoritários por má gestão ainda é raro no Brasil, mas tende a crescer

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Apesar do crescimento constante, nos últimos anos, da venda do seguro de responsabilidade civil do executivo, conhecido como Directors & Officer (D&O), ainda há potencial para crescer muito mais, segundo os especialistas reunidos no 2º Encontro de Linhas Financeiras, promovido pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), com apoio da Escola Nacional de Seguros. Os debates acontecem praticamente um ano após a Circular nº 437, publicada em junho de 2012, que modificou as regras básicas para a comercialização de novos contratos de Seguro de Responsabilidade Geral.

O presidente da comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Celso Soares, abriu o debate do primeiro painel – “Deveres Fiduciários e responsabilidade dos administradores” – com o seguinte questionamento: O que impede ações de minoritários contra os administradores que geraram perdas em seus investimentos?

Atualmente, apesar do ativismo do minoritário, não há um volume relevante de ações judiciais contra os administradores de uma empresa. Normalmente, quando ele se sente lesado, recorre à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que começa um processo investigatório. Já nos Estados Unidos, e mais recentemente na Austrália, é mais comum se observar notícias sobre os minoritários movendo ações civis coletivas para cobrar indenizações dos administradores.

A resposta veio do advogado Marcelo Vieira von Adamek, da Von Adamek, Mordjikian, Kajima, Dal Secco. “De fato, o reforço dos direitos dos minoritários nas várias legislações locais não se traduziu num aumento de ações”. Segundo ele, isso se deve a cinco motivos. Primeiro, pelas dificuldades do sistema de se julgar a Responsabilidade Civil. “O minoritário tem de provar o dano. A conduta antijurídica não é simples de ser apresentada em juízo”, explicou.

A segunda causa, de acordo com Adamek, é a questão da lei societária, que exige que, para o administrador ser responsabilizado, é necessário que se convoque uma assembléia geral para deliberação da ação processual. O terceiro entrave é a falta de previsão de estímulo para o acionista promover a responsabilidade do gestor. “O acionista, além de ter de promover a ação sozinho e arcar com os custos do processo, tem um beneficio limitado à sua participação, um valor que geralmente acaba não compensando os custos envolvidos”, comentou.

A quarta causa citada ressalta que a lei prevê exoneração de responsabilidade civil muito ampla. Uma vez aprovada as contas de demonstração financeira, o administrador esta livre de responsabilidade. E, por fim, diz Adamek, os problemas de insuficiência patrimonial dos administradores. “Muitas vezes, o administrador não tem condições de ressarcir os danos causados. O controlador também pode não ter patrimônio suficiente para ressarcir os danos”.

A saída, então, seriam mudanças regulatórias para que os minoritários consigam buscar ressarcimento por má gestão? Alexandre Pinheiro, superintendente Geral da CVM, acredita que não. “Realmente não advogo para que se mudem as regras atuais”, disse o porta-voz do órgão regulador dos mercados de capitais.

Pinheiro afirmou que a CVM oferece aos minoritários simplicidade. “Eles podem entrar no portal da CVM e fazer a reclamação por email, desencadeando uma investigação sem custos para o acionista”, informou. Se for constatado um problema, o órgão regulador toma as ações necessárias para punir os administradores, sem que o minoritário tenha custos e investimento relativo de tempo para apresentar uma infinidade de provas ao judiciário.

Geralmente, as investigações da CVM terminam em multas ou termos de compromisso. As apólices, até o início de 2012, pagavam as multas para os administradores. Mas a Susep proibiu essa cobertura, por entender que o setor não pode dar cobertura das multas, pois, quando o seguro paga as multas que um executivo recebe, acaba incentivando o comportamento irresponsável dos administradores. As seguradoras pagam, no entanto, os valores acordados nos termos de compromisso determinados pela CVM.

Questionado sobre a “brandura” da CVM em relação aos casos de perdas de investimentos, principalmente com o tema polêmico de insider trading, Pinheiro ressaltou que a ação da autarquia é excessivamente discutida por um comitê interno. “Quando se percebe um dano maior, a atuação da CVM vai além das multas e dos acordos”, afirmou.

O primeiro caso levado pela CVM ao Judiciário foi a famosa operação envolvendo Sadia e Perdigão. Dois ex-executivos da Sadia tiveram suas penas de prisão aumentadas por lucrarem no mercado de capitais norte-americano, valendo-se de informações privilegiadas que detinham sobre a oferta hostil da Sadia pela Perdigão. A CVM conseguiu reverter o valor das multas (cerca de R$ 700 mil) para o Fundo Penitenciário Nacional e fazer com que o valor do dano moral coletivo (cerca de R$ 500 mil) fosse destinado para a CVM promover campanhas educativas contra o crime de insider trading.

Álvaro Igreja, executivo especializado em RC da corretora Willis, afirma que, apesar dos desafios, a demanda por seguros de responsabilidade civil dos executivos está aquecida. “Temos fechado cerca de dez apólices por mês. Os fundos de investimetnos são os maiores questionadores de ações dos administradores, respresentando os minoritários preocupados com o correto pagamento de dividendos ou decisões tomadas em assembleias”, informou.

Abertura

foto-4O segmento de Seguros Financeiros tem uma participação de apenas 2% das vendas totais do setor, um percentual considerado muito baixo comparado aos 10% observados em países maduros. “Nosso objetivo é estimular os debates para que vocês possam estimular o crescimento do Mercado com produtos adequados às necessidades dos clientes”, disse Paulo Marraccini, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), durante o 2º Encontro Internacional do Seguro de Linhas Financeiras, realizado pela FenSeg e pela Escola Nacional de Seguros, hoje, dia 26, em São Paulo.

O dia promete novidades nos debates voltados para questões relacionadas ao seguro de Responsabilidade de Administradores (D&O), de Responsabilidade de Gestoras de Recursos (IMI), de Responsabilidade Profissional (E&O), além de fraudes corporativas e de riscos cibernéticos.

Segundo Regina Simões, técnica da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o órgão regulador tem muitas novidades. “Já se encontram finalizadas as minutas do D&O e RC Hangar, devendo ir para consulta pública em breve. Já as sugestões para os normativos do seguro de Responsabilidade Civil da aviação, conhecido como RETA, e do seguro de RC Profissional estão em fase final de discussões”, informou. Ela também citou que a circular que estabelece novos parâmetros para o seguro garantia está prevista para ser divulgada na próxima semana. “Isso é só início de uma longa jornada que começou há um ano, com a divulgação da resolução sobre os parâmetros do seguro de RC”, afirmou Regina.

A técnica aproveitou para contar aos presentes que hoje a Susep lançará em seu portal o primeiro relatório de Avaliação do Mercado, com projeções de cresicmento do para os próximos seis meses.

Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados, o seguro D&O cresceu 21,9% nos primeiros sete meses do ano, com uma arrecadação de R$ 124 milhões. O número é maior do que os R$ 102 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o E&O arrecadou R$ 83 milhões até julho desse ano, 22,7% a mais do que os R$ 68 milhões registrados nos primeiros sete meses de 2012. A sinistralidade também cresceu, chegando a cerca de R$ 27 milhões no D&O e R$ 23 milhões no E&O.

Também fizeram parte da abertura Maria Helena Monteiro, diretora da Escola Nacional de Seguros, e Mauro Batista, presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (SindSeg-SP).

Luiz Carlos dos Santos, mais conhecido no mercado como ‘Black’, chega na Generali

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Luiz Carlos dos Santos, mais conhecido no mercado como ‘Black’, trabalhará como representante da Generali no segmento de seguros corporativos. Black, que tem uma carreira sólida com mais de 40 anos de experiência, passou cerca de 30 anos à frente da operação de seguros de transporte da Itaú Seguros S/A e 10 anos na Liberty Seguradora, local do qual exerceu o cargo de Diretor de Seguros Marine. Além disso, desenvolveu modelos de negócios e novos conceitos operacionais e técnicos nas empresas em que trabalhou, com destaque para o prêmio “Chairman’s Award” da Liberty Mutual Group, recebido em 2006, coroando seu desempenho e a representatividade de seus conhecimentos.

Para Cláudia Papa, diretora executiva comercial da Generali, “o enorme conhecimento e o ótimo relacionamento de Luiz Carlos Black com os corretores especializados somarão muito para a Generali, temos certeza de que esta será mais uma parceria de grande sucesso”.

Helga Jung e Vicente Tardio, membros do Conselho do Grupo alemão, participam hoje da inauguração da nova sede da Allianz Seguros

allianz presidentesA Allianz Seguros deu mais um grande passo para cumprir o ambicioso plano de crescimento no Brasil e inaugurou sua nova sede nesta última quinta-feira, 26, com um coquetel para 350 pessoas, no novo endereço da seguradora no bairro de Pinheiros, zona Oeste da capital paulista.

O evento contou com a presença de Vicente Tardio e Helga Jung, membros do conselho do Grupo alemão, e que vieram ao país especialmente para conhecer o novo espaço, além de corretores, empresários, entidades de seguros e jornalistas.

Na inauguração estavam presentes quatro gerações de presidentes da seguradora. Max Thiermann (2003-2012), antecessor do atual presidente, Edward Lange; Paulo Marraccini (2000-2003) e Jean-Marie Monteil (1983-2000). Também vieram para o evento todos os CEOs da Allianz na Península Ibérica e na América Latina (Colômbia, Argentina e México).

Lange afirmou em discurso para os convidados que a companhia pretende ser a seguradora de referência do mercado brasileiro, e que ela está no caminho certo. “A quantidade de cotações de negócios saltou de 400 mil/mês, em 2011, para um milhão/mês, em 2013. Vamos fechar 2013 com 12% de crescimento sobre o ano passado. Mas queremos mais, queremos crescer de forma sustentável para acompanhar o desenvolvimento da sociedade brasileira”, disse.

O empreendimento, que já foi entregue com certificação ambiental e o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), tem 16 andares, oito elevadores e amplo estacionamento. No total, foram investidos R$ 50 milhões. “O investimento é alto, mas andar pelos corredores e ver a satisfação dos colaboradores com mudança não tem preço”, confessa Lange.

Agora, os mais de mil colaboradores da companhia em São Paulo ocupam toda a torre III do complexo WTorre Nações Unidas, que tem o design interior assinado pelo renomado arquiteto Edo Rocha.

“O novo prédio faz parte de um projeto de crescimento, no qual mudamos a nossa imagem, o sistema de informática, juntamos escritórios e trabalhamos em um entorno corporativo bem mais alinhado com o novo volume da companhia. Vamos encerrar 2013 com mais de R$ 4 bilhões de faturamento”, explica Lange.

O objetivo central da mudança é obter mais eficiência operacional, já que até recentemente os funcionários ficavam alocados em dois endereços diferentes, além de três filiais (Private, Jardins e Lapa), que juntos somavam 16 mil m². A ação faz parte do plano de crescimento traçado pela seguradora no Brasil, que prevê faturar R$ 5,8 bilhões até 2015, além de reforçar o compromisso dos acionistas com as operações do país.

Assim como o edifício, todo o mobiliário do novo prédio incluindo os computadores, são novos. A torre também conta com ambulatório, serviços de academia, restaurante, farmácia e cafeteria e uma localização privilegiada. Ela está a cerca de 400 metros da estação Pinheiros de metrô, do terminal de ônibus, e do Shopping Eldorado. “Em mais de 100 anos de história no Brasil, a companhia mudou de quatro vezes de nome e oito de sede”, explicou Lange.

Além de garantir a qualidade de vida de quem trabalha no escritório, o corretor também colherá frutos com o novo prédio, com mais espaço para ser recebido e acesso direto a um produto rápido e de qualidade. No fim de seu discurso, Lange agradeceu. “Obrigado a todos vocês por nos ajudarem a crescer e chegar até este novo endereço, que nos enche de orgulho. Divirtam-se”, finalizou.

Release – A Allianz Seguros dá mais um grande passo para cumprir seu ambicioso plano de crescimento no Brasil e inaugura sua nova sede nesta quinta-feira, 26, com um coquetel que contará com a presença de Vicente Tardio e Helga Jung, membros do Conselho do Grupo alemão, que estão no Brasil especialmente para o evento de lançamento do prédio. Após um investimento de R$ 50 milhões, os cerca de mil colaboradores da companhia agora ocupam toda a torre III do complexo WTorre Nações Unidas. O empreendimento já foi entregue com certificação ambiental e possui o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), isso porque sua concepção arquitetônica já contempla as tecnologias verdes de construção.

O objetivo central da mudança é obter mais eficiência operacional, já que até recentemente os funcionários ficavam alocados em dois endereços diferentes – um prédio na Luis Coelho e outro na Conselheiro Crispiniano – além de três filiais (Private, Jardins e Lapa), que juntos somavam 16 mil m². A ação faz parte do plano de crescimento traçado pela seguradora no Brasil, que prevê faturar R$ 5,8 bilhões até 2015, além de reforçar o compromisso dos acionistas com as operações do país.

“O novo prédio faz parte de um projeto de crescimento, no qual mudamos a nossa imagem, o sistema de informática, juntamos escritórios e trabalhamos em um entorno corporativo bem mais alinhado com o novo volume da companhia”, explica Edward Lange, presidente da companhia. Localizado em Pinheiros, na zona Oeste da cidade, o prédio tem 16 andares, oito elevadores e amplo estacionamento.

Mongeral Aegon participa do Circuito das Estações Adidas

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Atenta à saúde e bem-estar de seus funcionários, a Mongeral Aegon estimula a prática de atividades físicas com o Programa Mongeral Aegon Em Movimento. Como parte desse projeto, a companhia está incentivando seus colaboradores a participarem da corrida Circuito das Estações Adidas, que será realizada no dia 29 de setembro, no Aterro do Flamengo.

A companhia terá uma tenda na corrida para atender seus funcionários e estagiários. No espaço, serão oferecidas aulas de alongamento, sessões de shiatsu, café da manhã, entre outros. Os colaboradores também receberão camisas com a marca da seguradora para usarem durante o evento.

O programa Em Movimento visa disseminar o hábito de praticar atividades físicas e cuidar do bem-estar entre seus funcionários. Além do incentivo às corridas, o programa integra ainda uma academia no prédio da matriz, sessões de shiatsu, ginástica laboral, entre outros.

Brasilprev lança série de vídeos com foco em educação financeira

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Com a parceria do especialista Reinaldo Domingos, a Brasilprev vai além das informações sobre previdência privada e traz ao internauta dicas de organização financeira e investimentos para diferentes públicos

São Paulo, 26 de setembro de 2013 ? A Brasilprev, uma das empresas líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e única especialista nesse segmento, lança hoje uma série de vídeos educativos em seu canal no Youtube (www.youtube.com/brasilprev). São quatro filmes destinados a públicos diferentes, apresentados pelo escritor, educador e terapeuta financeiro, Reinaldo Domingos.

Os vídeos, em formato de programa de perguntas e respostas, abordarão quatro temas focados nos seguintes públicos: pessoas que necessitam sair das dívidas e se reorganizar financeiramente; que não têm dívidas, porém não sabem como poupar e investir seu dinheiro a curto, médio e longo prazo; pais que precisam administrar a mesada dos filhos e ensiná-los a lidarem com o dinheiro desde cedo; e aqueles que almejam ter a aposentadoria que desejam, porém não sabem por onde começar a poupar.

?Com linguagem simples, dados de mercado e exemplos factíveis, o especialista Reinaldo Domingos traz ao internauta orientações para que ele saiba administrar e investir seus recursos financeiros com vistas a realizar seus projetos de vida?, comenta Francisco José Molnar Casseb, gerente de comunicação da companhia.

Os quatro vídeos estão disponíveis nos meios de relacionamento da Brasilprev, como seu website (www.brasilprev.com.br) e brandchannel no Youtube.

Esta série é a terceira lançada pela Brasilprev no YouTube. Desde 2010, a companhia atua com produções audiovisuais interativas com foco no melhor entendimento do cliente sobre os seus serviços e produtos.

Capemisa e Aplub anunciam fusão

fusaoA Capemisa e a Aplub (Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil) anunciaram um acordo de fusão. A negociação envolve a Aplub Previdência, a Aplub Capitalização, a Aplub Agroflorestal e demais empresas controladas, e pelo lado da Capemisa, a Seguradora e a Sociedade de Capitalização. A Fundação APLUB de Crédito Educativo – FUNDAPLUB não integra o acordo firmado. O acordo foi submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e à Superintendência de Seguros Privados (Susep), Concluída a negociação, o Grupo contará com ativos totais da ordem de R$ 2 bilhões, faturamento anual de R$ 1,5 bilhão, patrimônio líquido de R$ 1 bilhão e mais de 12 milhões de clientes, informa o portal da CNseg.

“Esta aquisição nos ajudará a consolidar nossa posição na área de previdência privada e fortalecer o desempenho de nossas operações no mercado segurador e de capitalização no Brasil”, diz José Augusto da Costa Tatagiba, Diretor-Presidente da Capemisa Seguradora.
“O Grupo Aplub incorpora às operações uma especialização na comercialização de produtos para classes CDE em todas as regiões do País. Este expertise será fundamental para a distribuição e massificação de seguros populares no Brasil, aumentando significativamente nossa presença nestas regiões”, ressalta Luiz Osório Silveira, Vice Presidente da APLUB.

Essor Seguros inaugura nova sede

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A Essor Seguros iniciou um novo ciclo na sua rotina corporativa. Por isso, investe agora num espaço maior, para dar prosseguimento à sua expansão em novas frentes de negócios da organização, além de garantir mais conforto aos seus colaboradores e parceiros de negócios.

Desde o dia 24 de setembro, o novo escritório da companhia fica na Rua Visconde de Inhaúma, 83, sala 1501, Edifício Inhaúma Corporate, no Centro do Rio de Janeiro.

Para o diretor-executivo da Essor, Fábio Pinho, “é mais uma etapa importante para empresa, que começa a abraçar novas operações de seguros, com parceiros estratégicos importantes, para continuar focada nos seguros de obras, que é a sua especialização, onde conta com o forte apoio da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil.

FenSeg debate desafios dos seguros para executivos e profissionais no Brasil

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Com o objetivo de debater os desafios e as tendências dos seguros voltados para proteção de executivos, profissionais e empresas, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) realiza na próxima quinta-feira, 26, de 8h30 às 17h, o 2º Encontro Internacional dos Seguros de Linhas Financeiras, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

O evento contará com a presença de profissionais de seguradoras e resseguradoras, corretores, advogados e executivos de outras empresas. Os debates estarão voltados para questões relacionadas ao seguro de Responsabilidade de Administradores (D&O); de Responsabilidade de Gestoras de Recursos (IMI); de Responsabilidade Profissional (E&O); além de fraudes corporativas e de riscos cibernéticos.

Para o presidente da comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Celso Soares, a retração econômica brasileira e um cenário de desvalorização do real criam incertezas e situações de estresse financeiro nas empresas, o que propicia um aumento de percepção de risco. Tal situação impulsiona a contratação desses tipos de seguros. “Diante desse panorama, muitas empresas lucram menos, enfrentam dificuldades financeiras e acabam por perceber a importância da proteção dos seus negócios e de seus executivos”, explica. “As dificuldades financeiras podem levar credores, acionistas e até fornecedores a buscar a recomposição de seus prejuízos por meio de ações contra a empresa e seus executivos”, completa.

Prova disso é que, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados, o seguro D&O cresceu 21,9% nos primeiros sete meses do ano, com uma arrecadação de R$ 124 milhões. O número é maior do que os R$ 102 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o E&O arrecadou R$ 83 milhões até julho desse ano, 22,7% a mais do que os R$ 68 milhões registrados nos primeiros sete meses de 2012. A sinistralidade também cresceu, chegando a cerca de R$ 27 milhões no D&O e R$ 23 milhões no E&O.

O executivo ressalta ainda um dos fatores que mais impulsionou o crescimento D&O foi a maior contratação do seguro pelas pequenas e médias empresas. “Hoje, cerca de 89% das empresas, segundo dados da Bovespa, já contratam o seguro e há um aumento significativo pela procura por empresas pequenas e médias, inclusive fora do eixo Rio-São Paulo. Apesar do seguro ser pouco difundido, há muito espaço para disseminar a importância da contratação”, afirma Soares.

Fraudes

Em discussão no mercado, a criação de um seguro contra fraudes de funcionários e cibernéticas promete auxiliar as empresas na resolução de dois problemas muito atuais. Para o executivo da FenSeg, as companhias sofrem com desvios de mercadorias e de dinheiro, que geram constantes perdas de receita, assim como os ataques de hackers, que podem prejudicar a comercialização de produtos e o vazamento de informações sigilosas. “Já há uma demanda grande por seguros que protejam as empresas de riscos que surgiram com a sofisticação das atividades empresariais. As seguradoras já estudam uma forma de atender essa nova demanda”, ressalta Soares.

Serviço:

2º Seminário Internacional de Seguros de Linhas Financeiras

Data: 26 de setembro de 2013

Horário: 8h30 às 17h

Local: Hotel Renaissance ( Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César. São Paulo).

Mercado de seguros debate soluções e desafios das catástrofes climáticas no Brasil

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Incêndios, secas, alagamentos e vendavais. As catástrofes climáticas têm impactado diretamente o mercado de seguros, oferecendo oportunidades de novos produtos e desafios para reverter as perdas financeiras. Diante desse cenário, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Associação de Genebra, realizam nesta quinta-feira, 26 de setembro, de 8h às 18h, o seminário “Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil: desafios e oportunidades para o setor de seguros”.

Estarão presentes representantes do Governo, como o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, Carlos Nobre, o presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura do Rio de Janeiro, Sérgio Besserman, e de instituições, como o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Jacob Palis, o secretário geral da Associação de Genebra, John Fitzpatrick, e o chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), José Marengo.

Os painéis abordarão as causas e a extensão das catástrofes climáticas no Brasil, os benefícios dos sinistros de responsabilidade climática, a experiência do Chile na prevenção dos desastres naturais, as vantagens das parcerias entre seguradoras e o Governo para prevenir e combater os eventos climáticos, entre outros temas. Segundo dados apresentados no último relatório do Lloyd´s, o Brasil está exposto aos custos de longo prazo de eventos catastróficos com um déficit de seguro de US$12,68 bilhões por ano. Especialistas da empresa afirmam que os custos de recuperação pós-catástrofe são mais baixos em países que possuem níveis de seguro mais altos – um aumento de 1% na penetração de seguros geraria uma redução de 13% em sinistros não segurados.

Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes (foto), os riscos de desastres naturais têm aumentado substancialmente nos últimos anos, e o mercado de seguros, uma indústria de gerenciamento de riscos, deve estar preparado para atender às novas demandas. “As catástrofes climáticas impactam diretamente as operações de seguros, seja no ramo de automóveis, patrimonial, rural ou de obras. O setor segurador deve estar atento não só aos desafios para minimizar as perdas financeiras, mas também para oferecer produtos inovadores que acompanham a evolução das necessidades das empresas e consumidores”, explica.

Inundações em alta

Dados do último levantamento sobre catástrofes naturais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que 58% das catástrofes naturais no Brasil são decorrentes de inundações, 14% de secas, 11% de deslizamento, 8% de vendavais, 6% de temperaturas extremas e 3% de epidemias. Entre as regiões, segundo relatório do Terra Brasis Resseguros, o Sudeste possui maior frequência de deslizamentos e inundações, a região Sul está mais exposta às secas, vendavais e granizo, a região Nordeste e Centro-Oeste expostas às secas e inundações, enquanto a região Norte é a maior afetada por incêndios florestais.

Brasil em risco

O número de pessoas no Brasil em áreas de risco de inundações pode chegar a 42,5 milhões em 2030, 9,2 milhões a mais do que em 2010 (33,3 milhões), segundo estimativas da Swiss-Re. A maior concentração deverá ser no Sudeste, com 17 milhões de pessoas em zonas com maior potencial de alagamento, 12,2 milhões no Nordeste, 6,9 milhões no Norte, 4,6 milhões no Sul, e 1,8 milhão no Centro-Oeste.

Serviço:

Seminário “Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil: desafios e oportunidades para o setor de seguros”

Data: 26 de setembro de 2013

Horário: 8h às 18h

Local: Auditório da Academia Brasileira de Ciências (Rua Anfilófio de Carvalho, 29º/30º andar, centro, Rio de Janeiro.

Susep suspende venda de títulos de capitalização da Aplub

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Medida vale para operações cujos resgates sejam feitos juntos à Ecoaplub
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), conforme publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (25/9), suspendeu a autorização para comercialização de títulos de capitalização da empresa Aplub Capitalização. A medida vale para operações que prevejam ou impliquem em cessão do direito de resgate à Associação Aplub de Preservação Ambiental (Ecoaplub).