Procura por seguro de celulares aumenta em 252% em 2013, aponta Grupo BB E Mapfre

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A contratação de seguro para celulares cresceu 252% em 2013, em relação ao mesmo período do ano passado. Somente no primeiro semestre de 2013, o Grupo BB E MAPFRE registrou a comercialização de mais de 14 mil contratos. Entre janeiro e junho de 2012 foram 4 mil apólices vendidas.

A venda desse seguro está sendo impulsionada pelo aquecimento desse mercado e pela disseminação do seguro no país. Uma recente pesquisa da consultoria IDC (International Data Corporation) mostra que entre os meses de abril e junho cerca de 15 milhões de telefones celulares foram adquiridos no país. Destes, 54% eram smartphones e 46% celulares tradicionais. O levantamento também aponta que as vendas de smartphones cresceram 110% em relação ao mesmo período do ano passado. O seguro para esse tipo de produto custa, em média, 15% do valor do aparelho, variando conforme cada contrato.

O seguro de Roubo e Furto do Grupo BB E MAPFRE repõe o aparelho mediante arrombamento e também oferece o serviço de assistência Help Desk (via telefone ou chat). “A vantagem é que esse tipo de apólice cobre até 75% do valor do celular, em caso de um sinistro. É uma garantia para o cliente”, afirma Nikolaos Tetradis, superintendente de Seguros Especiais do Grupo BB E Mapfre.

Campanha da Seguradora Líder DPVAT faz pegadinha e alerta na Semana Nacional do Trânsito

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A Seguradora Líder DPVAT está realizando uma campanha digital que alerta a dois dos principais vilões do trânsito: as combinações de álcool e celular ao volante. Em cinco dias, a ação lançada na Semana Nacional do Trânsito já impactou 6.915.900 pessoas.

A primeira fase da campanha consistiu na divulgação de dois produtos fictícios, que tinham o objetivo de incentivar esses maus hábitos na direção. O primeiro é um aplicativo que se conecta ao carro via bluetooth e identifica quando algum obstáculo aparece na frente do veículo, emitindo um alerta para que, nesse momento, o motorista pare de mexer no celular e olhe pra frente. O outro produto é um gel capaz de absorver superficialmente as moléculas de etanol, deixando o motorista passar impunemente pelo teste do bafômetro.

Quando o internauta clica para baixar o aplicativo ou comprar o gel, o site é direcionado para o Blog Viver Seguro no Trânsito (viverseguronotransito.com.br), da Seguradora Líder DPVAT, que traz um infográfico com informações estatísticas de acidentes de trânsito. Em 2012, de acordo com os dados do Seguro DPVAT, aconteceu um acidente por minuto.

“O número de acidentes no trânsito brasileiro é alarmante. Enquanto a projeção de crescimento da frota de automóveis é de 6,7%, a de indenizações pagas pelo seguro DPVAT é de 29%”, comenta Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.

O Seguro DPVAT tem caráter social e pode ser solicitado por toda a vítima de acidente de trânsito, seja motorista, passageiro ou pedestre, em caso de um dos três danos pessoais: morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas. A indenização pode ser solicitada pela própria vítima ou familiar, sem a necessidade de intermediários e o procedimento é gratuito.

Artigo – O mercado de risco engenharia no Brasil

Interessante artigo publicado no Porta Brasil Engenharia escrito por André Guidetti, superintendente de Risco Engenharia da LIU, divisão de riscos especiais da Liberty Seguros

Segue a íntegra

liberty andre guidettiAs grandes obras de infraestrutura e construção civil no Brasil geraram maior demanda por seguros de risco engenharia que, segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), movimentou R$ 458,3 milhões em 2010 e R$ 877,8 milhões em 2011, apresentando um crescimento de 48%. O desempenho do segmento nesse período deve-se aos investimentos que o Brasil recebeu para construção e reformas de estádios, estradas, portos, aeroportos e transporte público para sediar a Copa do Mundo FIFA 2014™. O bom momento econômico que o país apresentava também ajudou, já que os investimentos estrangeiros estavam em alta.

Este ano, a expectativa do mercado segurador é de menor crescimento para o risco engenharia, isso porque muitos investimentos já foram realizados e, no momento, diversos projetos já estão em andamento. Leva-se em conta também a atual conjuntura econômica do Brasil, no qual fez com que alguns projetos fossem adiados, principalmente no primeiro semestre.

Além de cobrir acidentes durante a execução da obra, segurar possíveis erros de engenharia e garantir as indenizações, esse seguro também é um importante instrumento para reduzir os custos dos projetos. Isso porque as empresas do segmento securitário (seguradoras e corretoras) realizam um amplo estudo para mitigar os riscos no período que a obra está em andamento. Assim, os riscos de acidentes, que atrasam o projeto e geram mais custos de pessoas e material, é diminuído ao máximo. O risco engenharia também viabiliza os financiamentos dos projetos, já que bancos e financeiras exigem que o seguro esteja contratado para liberar o empréstimo.

É importante esclarecer as modalidades de coberturas do risco engenharia. De forma simples e didática, temos a cobertura básica para obras civis em construção e para instalação e montagem. A primeira garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a construção de obras civis em rodovias, túneis, pontes, usinas e indústrias, por meio da contratação de coberturas básicas e acessórias, definidas a partir do conhecimento do risco. A segunda garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a fase de montagem e instalação de máquinas e equipamentos, tais como turbinas, geradores, caldeiras, etc. Da mesma forma que a anterior. Temos também as coberturas acessórias para despesas extraordinárias; tumultos; testes de equipamentos; riscos do fabricante (aos bens em montagem); erros de projeto (em obras civis em construção), entre outras.

No Brasil ainda é alto o índice de acidentes em obras, se comparado com outros países. Um dos eventos de maior repercussão foi em 2007, na obra da linha 4 do Metrô de São Paulo, que cedeu e originou uma enorme cratera no que é hoje a estação Pinheiros. De acordo com especialistas, foi um dos maiores sinistros de risco engenharia no Brasil.

Na contratação do seguro é necessário contar com o auxílio de um corretor especializado, pois risco engenharia é um produto complexo principalmente por cobrir grandes obras, máquinas, equipamentos e pessoas. É importante informar ao corretor o custo real do projeto, para contar com as coberturas adequadas ao empreendimento. Importante também é investir na segurança e gerenciamento da obra que, consequentemente, reduzirá o custo do seguro.

Seguro de vida pode ajudar a reduzir vulnerabilidade financeira na América Latina

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O sólido crescimento econômico na América Latina ao longo da última década estimulou o emprego, a renda e a poupança, bem como a penetração dos seguros de vida na região. Entretanto, segundo um relatório divulgado hoje pela Swiss Re, as vidas de muitos latino-americanos ainda não estão seguradas ou têm cobertura inadequada, atingindo dimensões alarmantes. A lacuna de proteção contra mortalidade na América Latina é o primeiro estudo desse tipo a abordar países selecionados na América Latina.

A morte do chefe da família pode constituir uma grande defasagem na renda familiar e levar a uma queda significativa em seu padrão de vida. Muitas famílias contam com cobertura financeira, mas a lacuna de proteção para famílias sem seguro é uma grande preocupação. O estudo da Swiss Re revela que, em 2012, em oito países importantes da América Latina essa lacuna de proteção atingia US$ 7,2 trilhões, ou 138% do PIB, o equivalente a uma lacuna de proteção contra mortalidade de USD 60.628 para o trabalhador médio com dependentes. O relatório também mostra que, em média, essa lacuna de proteção aumentou 10% ao ano desde 2003.

“A lacuna de proteção contra mortalidade entre as famílias latino- americanas é alarmante em todos os mercados analisados nesse estudo”, afirma Alejandro Padilla, Head de Resseguros da Swiss Re para América Latina Norte. “Mesmo após uma década de forte crescimento econômico, a vulnerabilidade financeira criada para as famílias latino-americanas por essa lacuna é considerável. Essa é uma tendência preocupante para as pessoas e para a sociedade como um todo.”

Em 2004, a Swiss Re examinou a lacuna de proteção contra mortalidade nos mercados desenvolvidos na publicação sigma “4/2004: Mortality protection: the core of life” (Cobertura contra mortalidade: o centro da vida) e aplicou a mesma metodologia a outras regiões e países, inclusive os EUA, Reino Unido e Europa Continental e Ásia. O relatório divulgado hoje é o primeiro estudo sobre a lacuna de proteção contra a mortalidade na América Latina.

Embora a lacuna de proteção contra mortalidade exista em todos os mercados abrangidos pelo estudo, seu volume varia segundo o país. Enquanto, em termos absolutos, o Brasil, a Argentina e o México apresentem a maior lacuna de proteção, Chile e Porto Rico
apresentam lacuna nitidamente menor. A lacuna de proteção também pode ser medida como a proporção entre a cobertura existente e a necessária. A partir dessa perspectiva, a proporção entre poupanças e seguros de vida existentes e o volume de cobertura necessária variava de 10% na Venezuela a 53% no Chile.

“Isso significa que para cada US$ 100 de cobertura contra mortalidade necessária em 2012, as famílias venezuelanas e chilenas detinham, em média, US$ 10 e US$ 53, respectivamente, em ativos financeiros e seguro de vida”, explica Oliver Futterknecht, Economista Sênior da Swiss Re para a América Latina e um dos autores do estudo. A grande diferença na lacuna de proteção contra a mortalidade nos países examinados pode, em parte, ser atribuída às diferenças no tamanho de suas respectivas populações.
O apoio do setor é necessário para solucionar as necessidades de seguro de vida na América Latina.

Nos últimos 10 anos, os prêmios de seguro de vida na América Latina apresentaram taxas de crescimento médio de dois dígitos. Embora a penetração e a densidade tenham melhorado nesse período, a demanda por seguros ainda é muito menor que em outras regiões. Em 2012, os gastos per capita com seguro de vida na região foram, em média, de US$ 120, três vezes menores que a média mundial, que é de US$ 373.

Ajudar a reduzir essa lacuna oferece não apenas auxílio de proteção para as famílias latino-americanas, mas também representa uma oportunidade de negócio significativa para as seguradoras do ramo vida. As constatações desse estudo dão às seguradoras as informações sobre onde e como podem ser desenvolvidos produtos de proteção contra a mortalidade para atender as necessidades específicas de cada região.

“As empresas de seguros de vida têm uma oportunidade única para ajudar a sociedade a reduzir essa lacuna e desempenharão um papel importante para educar as pessoas sobre os benefícios e a viabilidade financeira do seguro de vida”, explica Margo Black, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Sul. “Cabe a nosso setor ajudar as famílias latino-americanas a entender melhor como adequar o seguro de vida a suas vidas e a seus orçamentos.”

SulAmérica investe R$ 25 milhões em Saúde Ativa para ajudar a melhorar a qualidade de vida de clientes

sulamerica saude ativaInovação. Essa foi a jornada que Maurício Lopes abraçou seus desafios na SulAmérica ao assumir a vice-presidência de Produtos Saúde e Odontológico. Ele liderou uma pesquisa – IV Estudo Saúde Ativa – realizada entre 2010 e 2012 que traz um raio X do comportamento das pessoas em relação a saúde. Muito além de apenas poder ser competitiva em precificação do seguro saúde, o objetivo do estudo é recalibrar os fatores de maior risco e aprimorar os programas de prevenção que se propõem a ajudar o Brasil a ter uma população mais saudável. Uma condição básica para que o país permaneça entre as principais economias do mundo nos próximos anos.

O grupo investiu mais de R$ 25 milhões nos programas Saúde Ativa em 2012. Um valor mais elevado do que muitas empresas investem em seus planos de saúde. “Isso mostra que acreditamos na prevenção. Além de arcar com os custos das doenças de nossos beneficiários, queremos atuar na prevenção de doenças, no acompanhamento de pacientes crônicos e na promoção do bem estar”, afirma Lopes, durante divulgação da pesquisa realizada hoje pela manhã para um grupo de jornalistas, em São Paulo. A amostra conta com 41,3 mil pessoas, de 240 empresas espalhadas por 10 capitais brasileiras. O levantamento conta com 60% homens e 40% mulheres, sendo 70% com idade inferior a 40 anos.

A pesquisa revela como anda a saúde de vários segmentos da economia. Sedentarismo, obesidade e tabagismo são os principais problemas detectados e que podem ser influenciados por programas de prevenção. Há os que sofrem mais estresse, como o setor de transporte, que apresentou oito dos piores indices na pesquisa, como 62,4% dos entrevistados acima do Índice de Massa Corpórea (IMC) e 61,9% sedentários. Ou que são verdadeiras bomba-relógio que precisam ser desarmadas, como a profissão de jornalistas, com o maior índice de tabagistas da pesquisas. “Como mudar os gatilhos do comportamento humano em relação a saúde? Esse é grande desafio”, diz o executivo.

Mais dados sobre a pesquisa podem ser acessados no portal da SulAmérica.

Diretor regional da Liberty participa do projeto Arte na Faixa no Rio

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No último domingo (22) durante a Semana Nacional do Trânsito, a Liberty Seguros, idealizadora do projeto Sinal Livre, em parceria com o movimento Rio Eu Amo Eu Cuido, realizou a ação do projeto “Arte na Faixa” nas principais ruas do Rio de Janeiro, como forma de alertar os pedestres e motoristas sobre a importância de respeitar a faixa ao atravessar a rua. O diretor regional da Liberty Seguros no Rio de Janeiro, André Lewkovitch, acompanhou a ação e acredita ser um trabalho de grande impacto. “É importante desenvolver ações criativas para sensibilizar a população sobre a responsabilidade no trânsito”, comenta o executivo.

liberty rio 2A curadoria artística do projeto ficou por conta de um dos principais grafiteiros do Brasil, Airá, O Crespo e de mais 30 profissionais. Os desenhos ficarão expostos por cerca de 90 dias nas ruas, todos contam com a assinatura da campanha “Agora que você reparou, respeite a faixa”.

Os agentes de mobilidade urbana do projeto Sinal Livre – alunos da ETE Adolpho Bloch, localizada em São Cristovão – registraram a intervenção nas faixas a partir dos conceitos de educomunicação. Os materiais produzidos pelos jovens ficarão expostos na plataforma online do projeto (www.projetosinallivre.com.br).

Sobre o Arte na Faixa

A primeira edição do Arte na Faixa aconteceu em Curitiba, na Semana Nacional de Segurança no Trânsito de 2009, promovido pela prefeitura da cidade. Naquela ocasião, 20 grafiteiros, cartunistas e pintores foram convidados para criar interferências artísticas em 20 faixas de pedestres, transformando algo que pouca gente prestava atenção em obras de arte a serem notadas e comentadas. O resultado dessa ação foi uma grande exposição de arte urbana em faixas de pedestres, que contribuiu para diminuir em 20% o número de atropelamentos no período em relação ao ano anterior.

Liberty cresce 12% em transporte, acima da média de 2% do mercado

Legal o vídeo que o CQCS fez com o diretor de transporte da Liberty, Marcelo Anacleto, sobre o desempenho da carteira.

Vázquez é reeleito presidente da APTS

José M. Pedreira, Vázquez e Carlos B. MouraRelease

O atual presidente da APTS, Luis López Vázquez, foi reeleito para o cargo em Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada dia 9 de setembro, na sede da entidade. Na ocasião, também foram reeleitos os membros da diretoria Executiva, Carlos Antonio Barros de Moura, diretor-secretário, e José M. Pedreira de Freitas, diretor-tesoureiro. A composição do Conselho Administrativo continuará a mesma na diretoria atual.

Encerrando a gestão atual, Vázquez reconheceu o trabalho realizado pelos diretores Barros de Moura e Pedreira. “Agradeço a ambos pelo apoio e a dedicação durante os últimos anos”, disse. Ele estendeu seus agradecimentos, ainda, às empresas patrocinadoras e colaboradoras da APTS e, em especial, ao diretor executivo da Funenseg, Renato Campos Martins, que na última edição revista APTS Notícias (nº 106) destacou os objetivos comuns entre ambas as entidades. “Além de enaltecer o trabalho de excelência da APTS, ele a colocou no mesmo nível de objetivos da Escola. Isso é muito gratificante”, disse.

Vázquez falou sobre os novos horários de palestras, que estreiam em outubro com a Palestra Bom Dia. “Com o novo horário vamos dobrar o número de palestras da APTS”, previu. Já o diretor Barros de Moura divulgou o projeto de disseminar o trabalho da entidade na internet, por meio do site e redes sociais. “Por estes meios pretendemos aumentar o quadro de associados, trazendo gente nova para reforçar o trabalho da APTS”, disse.

Depoimentos

“Em nome do Clube dos Corretores, saúdo a diretoria da APTS, que foi reeleita pelo bom trabalho realizado e dedicação à entidade”. Alexandre Camillo – presidente do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP)

“Tenho carinho e admiração muito grandes por essa entidade, da qual tive o privilégio de ser presidente por dois mandatos. Cumprimento o Vázquez e a diretoria pelo trabalho desenvolvido, com a certeza que a APTS continua em boas mãos”. Osmar Bertacini – diretor do CCS-SP

“Parabenizo toda a diretoria da APTS, em nome da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, desejando uma feliz e profícua gestão”. Pedro Barbato Filho – presidente da Camaracor-SP

Generali Brasil Seguros retoma pioneirismo com parceria em seguro náutico

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A Generali Brasil Seguros, em parceria com a Calcutta Corretora de Seguros, corretora com grande expertise na área náutica, é a nova seguradora da embarcação do navegador sul-africano Mike Horn, um dos maiores aventureiros-exploradores do mundo. Com a parceria, a Generali, que foi pioneira em oferecer seguro náutico ao mercado brasileiro, amplia seu portfólio aceitando embarcações movidas a vela e a motor, dos mais variados portes e estilos.

Mike Horn nasceu em Joanesburgo, na África do Sul, onde estudou ciência do movimento humano na Universidade de Stellenbosch. Anos mais tarde se mudou para a Suíça, tornando-se instrutor de uma empresa especializada em atividades esportivas radicais como: rapel, hydrospeed (modalidade esportiva que consiste em descer um rio em uma espécie de trenó flutuante), canoagem e rafting, desenvolvendo a atração por desafios excêntricos. O primeiro grande desafio de Horn foi descer a geleira de Mont Blanc, na França, em hydrospeed. Algum tempo depois, completou uma travessia de seis meses na América do Sul, descendo também em hydrospeed da nascente do rio Amazonas no Peru até o Oceano Atlântico.

Horn ficou conhecido mundialmente a partir do ano 2000 depois de completar, sozinho, uma viagem ao redor do mundo em um barco a vela, o que lhe rendeu o prêmio Laurens de Melhor Esportista Alternativo, em 2001.

O atual barco de Mike Horn, de alumínio, chamado Pangaea, fica ancorado em Mônaco, na França, de onde parte para expedições ao redor do mundo. Uma das principais já realizadas foi a Expedição Pangaea, em 2008, que tinha como objetivo navegar pelos cinco continentes, por quatro anos, promovendo ações práticas no campo social e ambiental para conscientização dos jovens ao redor do planeta. Com 35 metros de comprimento, a embarcação é avaliada em cerca de R$10 milhões.

O Pangaea foi construído pelo estaleiro Equipe Thierry Stump da cidade de Itapevi/SP, vencedor de uma concorrência mundial para construção desta embarcação. A embarcação pode ser considerada ainda uma eficiente instalação de reciclagem e tratamento de resíduos, e conta com alojamentos e ambientes de trabalho. Também dispõe de um avançado centro de comunicações, por meio do qual os participantes da expedição podem relatar diariamente suas experiências.

A embarcação visitará o Brasil nos meses de novembro e dezembro, participando de eventos promovidos pela Generali Brasil Seguros nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Santos e Florianópolis. A Generali apresentará, também, nestes eventos novidades para o mercado náutico brasileiro.

Seguro Garantia Judicial cresce no Brasil e volume de prêmios chega a R$ 350 milhões

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Tradicionalmente, empresas de todos os portes e setores utilizam as cartas de fiança bancária para garantir processos judiciais. No entanto, com taxas mais atrativas e vantagens operacionais, o seguro Garantia Judicial vem ganhando cada vez mais espaço. Um levantamento da consultoria e corretora de seguros Aon, que compara o volume de emissões do produto entre os anos de 2010 e 2012, demonstra que o montante de prêmios cresceu 200% e chegou a R$ 350 milhões em 2012.

De acordo com Daniela Durán, gerente de Produtos Financeiros da Aon, o Seguro Garantia Judicial foi introduzido no mercado como uma alternativa à fiança bancária, num momento em que o limite operacional dos bancos foi restringido pela adesão brasileira ao Acordo da Basiléia. “Como a emissão de cartas de fiança é uma operação de crédito, a comercialização se tornou menos interessante para alguns bancos. Para suprir a demanda, as seguradoras desenvolveram o Garantia Judicial”, diz.

E a demanda é mesmo muito significativa. Atualmente, o Brasil tem mais de R$ 1 tri em processos inscritos em dívida ativa apenas na esfera federal, sem considerar as esferas municipal e estadual. São mais de R$ 58 bilhões provisionados em balanço, apenas nas 20 maiores empresas de capital aberto no Brasil.

Para Daniela, o produto tem vantagens financeiras e operacionais em relação à carta fiança que contribuem para o aumento da procura. “Além das taxas mais baixas, o seguro não compromete as linhas de crédito, o que possibilita às empresas dar andamento aos planos de investimentos”, explica.

No entanto, a falta de previsão do produto na Lei de Execuções Fiscais pode gerar questionamentos pelo judiciário com relação à aceitação. Porém, segundo a executiva, “há uma série de decisões favoráveis com base no Código de Processo Civil e na portaria PGFN 1153/2009, que vêm derrubando posicionamentos contrários”.

Outra preocupação era que, devido à lentidão de tramitação no judiciário brasileiro, a apólice vencesse antes da execução fiscal e o processo ficasse descoberto. A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no entanto, resolveu a questão ao regular no âmbito da procuradoria que, ao término da validade, as seguradoras devem depositar o valor determinado pelo juiz, administrativa ou judicialmente, se o executado não fizer o depósito ou oferecer nova garantia em substituição.

Nesse cenário, a expectativa é que o Seguro Garantia Judicial continue crescendo de forma expressiva. “Nossa previsão é crescer 30% nesse segmento neste ano, mas à medida que novas regulamentações forem criadas, como a reforma da Lei de Execuções Fiscais, a tendência é que o mercado cresça cada vez mais”, sinaliza Daniela Durán.