Tokio Marine indeniza vítimas do desabamento de São Matheus, informa Apólice

sao matheusPor Jamile Niero – Revista Apólice

A Tokio Marine é a responsável pelo seguro de vida em grupo dos operários que trabalhavam em uma obra que terminou em tragédia em São Mateus, na zona leste de São Paulo, em 27 de agosto. Na ocasião, parte da obra desabou, deixando 10 pessoas mortas e outras 26 feridas.

A seguradora informou que as 10 mortes acidentais serão indenizadas. Houve um caso de invalidez por acidente que também será indenizado. A companhia, no entanto, não divulgou o valor total das indenizações. “Preferimos não divulgar essa informação em respeito às famílias”, diz João Luiz de Lima, diretor comercial Varejo SP Capital e Interior da Tokio Marine.

O diretor acrescentou que os sinistros são liquidados em até 3 dias úteis após a entrega da documentação. Até o momento, já foram indenizados 7 sinistros do acidente em São Mateus. “Estamos aguardando a documentação dos demais para providenciar o pagamento”, comenta Lima.

A obra estava embargada – o que teoricamente anularia a indenização, uma vez que a contratante do seguro agravou o risco ao manter os trabalhadores no local quando a construção deveria estar paralisada.

“Sem dúvida, casos como este, que tiveram grande repercussão, são os momentos ideais para o seguro mostrar o seu lado social. A indústria do Seguro possibilita a manutenção da atividade econômica. É evidente que em uma tragédia não temos como reparar o dano emocional que as pessoas sofrem, mas é muito importante permitir a reconstrução financeira, apoiar as famílias e também as empresas, que recebem todo o suporte da seguradora”, analisa o diretor.

“Agimos com integridade em benefício de nossos clientes, parceiros de negócios e da sociedade e estamos empenhados em cumprir com dignidade o principal papel de uma companhia de seguros: dar apoio a quem sofreu uma perda”, complementa o executivo.

Histórico

Em 27 de agosto um prédio do tipo comercial, que estava em construção, desabou por completo na avenida Mateo Bei, altura do número 2600, na Zona Leste de São Paulo.

A obra estava sendo realizada pela empresa Salvatta Engenharia e, após sua conclusão, o prédio seria ocupado por uma unidade da varejista Torra Torra, locatária do terreno. Ainda há incerteza sobre os culpados pelo desabamento. A principal linha de investigação da polícia aponta para uma responsabilização compartilhada entre os donos do terreno, a construtora da obra e a empresa que funcionaria no prédio.

Brasil é o preferido quando o assunto é seguro, diz AMbest

bandeiraA crescente pressão por resultados operacionais positivos e mais vistosos torna a internacionalização um caminho natural para baixar o clamor por ganhos dos acionistas de seguradoras europeias. Mas há desafios à espreita dos grupos da Europa que convivem em um ambiente operacional difícil em seus mercados domésticos. Isso porque a maturidade dos mercados, ao lado da instabilidade da Zona do Euro, gera estagnação de crescimento, baixos retornos de investimentos, sobretudo depois da exigência de capitais mais elevados em decorrentes da adoção da Solvência II. Em resposta às queixas, a concentração em interesses de longo prazo fora dos centros de seguros tradicionais. Leia-se os mercados emergentes da Ásia, Europa Oriental e América Latina, os mais listados em termos de potencial de crescimento. As conclusões constam do estudo “European Insurers Seek Growth and Efficiency Gains in Emerging Markets”, de autoria da AM Best, a principal classificadora de riscos do mundo na área de seguros.

As seguradoras europeias estão cientes do crescimento econômico acelerado dessas regiões e, em consequência, das oportunidades à vista, sobretudo com a explosão da nova classe média entre as populações dos países do Bric- Brasil, Rússia, Índia, China (e agora África do Sul). No entanto, há uma tendência por investimentos mais expressivos no Brasil e, depois na China. Nem todas as companhias europeias seguem este movimento, porque, em particular aquelas que receberam assistência financeira do governo ou são controladas por bancos- neste momento vendem ativos no exterior para em busca no equilíbrio.

No estudo, A.M.Best abordou os 12 maiores das seguradoras europeus para o desenvolvimento de operações globais em mercados emergentes para examinar os motores para a expansão internacional e os territórios–chave. [3]

A.M. Best identificou alguns desafios notáveis na construção de uma presença nesses mercados, que incluem apetite suprimido por ofertas de seguros, controle limitado de joint-venture acordos, dificuldades de integração, competitividade, e diferentes padrões de governança a partir dos centros das seguradoras maduros. Leia a íntegra do estudo em inglês.

http://www.bestweek.com/europe/promo/EuropeInsurersEmergeMkts.pdf.

Cresce a procura por seguro para jatos e helicópteros no BB e Mapfre

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A aviação executiva tem sido um dos principais responsáveis pelo aumento da procura por seguros aeronáutico no BB e Mapfre. No ano passado, a companhia, que é líder no segmento aeronáutico, faturou R$ 135 milhões dos R$ 270 milhões arrecadados por todo o mercado, encerrando o ano com 62% de market share.

“A aviação executiva corresponde a 18% da nossa carteira e é a que mais cresce, atrás do segmento de helicópteros que operam para plataformas marítimas. O Brasil é a vedete em venda de aeronaves executivas e somos a 2ª maior frota mundial de jatinhos, atrás dos EUA. Recentemente, São Paulo se firmou como o 1º mercado no mundo em concentração de helicópteros”, afirma Carlos Polízio, superintendente de seguros aeronáuticos do grupo.

Este ano, o crescimento da carteira de aeronaves executivas do GRUPO, até julho, foi 8% superior ao mesmo período do ano anterior. “O BB e MAPFRE deve encerrar o ano com um incremento de 10% nas vendas de seguros para a aviação executiva, motivado, principalmente, por oportunidades advindas dos segmentos empresarial e agronegócio”, afirma o executivo.

SulAmérica lança aplicativos para corretores no 18º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguro

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A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização, dando continuidade a seus investimentos em tecnologia, preparou duas grandes novidades para os corretores. O aplicativo Folheteria Digital disponibilizará todo o conteúdo sobre produtos da companhia nos tablets e conectará ainda mais os profissionais do seguro com seus clientes.

Com o conteúdo digital e interativo, o corretor terá sempre as informações atualizadas, com galeria de imagens, tabelas e vídeos, que poderão ser compartilhados com os clientes, contribuindo para tornar o processo de vendas ainda mais efetivo. A novidade também terá impacto na diminuição no uso de papéis, uma meta constantemente praticada por todas as áreas da companhia.

Já o Corretor Web 2.0 será o aplicativo oficial da SulAmérica para que os corretores se relacionem com seus clientes e potenciais clientes nos meios digitais. Por meio dessa ferramenta, ele poderá montar uma página personalizada com visual profissional e informativo tanto na web quanto no Facebook, o que potencializará o relacionamento e a geração de novos negócios.

“A SulAmérica trabalha sempre com o objetivo de facilitar a rotina de trabalho do corretor. Com esses novos aplicativos, oferecemos ferramentas que reúnem conectividade e material de apoio, dois pontos fundamentais para o dia-a-dia dos corretores.”, afirma Zeca Vieira, diretor de Marketing Corporativo da SulAmérica. “É uma grande satisfação apresentar essas novidades no Congresso, onde haverá a possibilidade de conhecer o material, em tablets disponíveis em nosso estande”, finaliza.

Antonio Cássio dos Santos, CEO regional da Zurich , participa de talk show no 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros

Antonio Cassio dos Santos, Chairman e CEO de Seguros Gerais da Zurich Seguros para a America Latina_credito divulgacao zurich segurosRelease

Antonio Cássio dos Santos, Chairman da América Latina e CEO Regional da Zurich Seguros para Automóvel e Ramos Elementares, participa do Talk Show temático sobre o Mercado de Seguros, dentro da programação do 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que acontece entre os dias 16 e 18 de outubro, no Rio de Janeiro. Organizado pela Federação Nacional dos Corretores, o Congresso marca a maior reunião de corretores de seguros da América Latina e representa os profissionais em operação no território nacional. Para a Zurich Seguros, é uma das oportunidades para ratificar seus compromissos e laços com os corretores.

Antonio Cássio, que também é Diretor da CNseg, dividirá, no dia 17, (das 17h às 18h30), a mesa com Amando Vergílio dos Santos Júnior, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), presidentes de outras seguradoras, sob a mediação do jornalista Antonio Penteado Mendonça. A atual situação do mercado, os desafios e as estratégias que se deve lançar mão para crescer organicamente no mercado estarão em pauta durante o Talk Show.

Além da participação como um dos palestrantes na programação oficial do Congresso, a Zurich Seguros é expositora da 17ª Exposeg, em que trará atividades em seu estande – o de número 21 –, para reforçar sua presença e contato com corretores de seguros de todo o país para apresentar suas soluções e produtos, além do espaço interativo com jogos, distribuição de brindes e sorteio de prêmios.

“Como ponto alto, além da colaboração para discutir com grandes players sobre o mercado durante o Talk Show, também será no Congresso que marcaremos o encerramento da campanha ‘Voe com a Zurich Seguros’, com um sorteio da última passagem aérea da nossa campanha de incentivo, que levará mais de 300 corretores para a Itália no final desse mês”, comenta Antonio Cássio dos Santos, sobre a campanha de incentivo da seguradora, que contou com mais de 3 mil inscritos durante os 10 meses de inscrições a acúmulo de pontos.

A viagem está marcada para o dia 27 de outubro, quando o grupo embarcará para Roma, destino escolhido por 63% dos corretores que participaram da edição 2012/2013 da campanha.

ENCONTRO ESTRATÉGICO – Em seu estande, a multinacional suíça e que já atua no mercado brasileiro há mais de 30 anos, apresentará novas soluções ao mercado e estratégias comerciais, como as que são direcionadas para indústrias de médio porte, e ainda os produtos de D&O, RC Profissional (E&O) e de Multiriscos & Equipamentos, como os produtos residenciais, condominiais e patrimoniais.

Resseguradoras locais amargam prejuízo de R$ 81,8 milhões no primeiro semestre

Mais um relatório da resseguradora local Terra Brasis sobre o mercado de resseguros do Brasil. No primeiro semestre de 2013, as Resseguradoras Locais apresentaram prejuízo de R$ 81,8 milhões, ante um lucro de R$ 108,8 milhões registrado em igual período de 2012.

Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira, nos doze meses findos em junho de 2013, o volume de resseguro cedido do mercado brasileiro (bruto de comissão) foi de R$ 6,83 bilhões, um crescimento de 11,1% sobre os 12 meses anteriores. Devido à desvalorização do Real ao longo dos últimos anos, quando medido em moeda estrangeira, o volume de resseguro (bruto de comissão) encontra-se estável ou em ligeira queda desde fim de 2011.

No primeiro semestre de 2013, o volume de resseguro (bruto de comissão) aceito por resseguradoras locais foi de R$ 2,38 bilhões comparados aos R$ 1,77 bilhão registrados em igual período de 2012, um crescimento de 34%.

Em relação ao resseguro cedido no primeiro semestre de 2013, O IRB deteve uma participação de mercado de 37%, as outras resseguradoras locais 31% e as resseguradoras estrangeiras 32%. No acumulado de doze meses findo em junho de 2013, a sinistralidade do mercado ressegurador local interrompeu a trajetória de alta, registrando no período 90% frente ao pico de 97% dos doze meses findos em março de 2013. O Combined Ratio permaneceu estável, compensado pelo aumento do custo da Retrocessão.

Susep padroniza apuração de atos ilícitos administrativos

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) expediu Instrução padronizando os procedimentos a serem adotados para apuração do agente responsável por conduta identificada como ilícito administrativo em empresas que operam no mercado regulado pela autarquia, visando a possibilidade de abertura de processo administrativo sancionador.

Caso a Susep identifique um possível ato irregular, o agente responsável será intimado e terá dez dias para se manifestar sobre sua conduta. Entendendo-se necessário, a autarquia poderá solicitar informações complementares e remessas de documentos adicionais.

Após o exame de todas as respostas, comprovando-se a irregularidade cometida, a Susep abrirá processo administrativo sancionador, observada a responsabilidade solidária da sociedade de seguro, de resseguro, de capitalização ou entidade de previdência complementar aberta. Caso não seja encontrada qualquer ilegalidade, o procedimento será extinto, oficiando-se a pessoa intimada. A mesma regra vale também para as entidades que atuam nos mercados regulados pela Susep sem a devida autorização da autarquia.

XP Investimentos turbina corretora para otimizar relacionamento com clientes

xp christinaO segmento de corretoras de seguros está em verdadeira ebulição. Todos os dias temos notícias de investimentos e de novas estratégias deste principal canal de distribuição de seguros do Brasil. Hoje quem conta a sua história é Christian Wellisch, que está no comando da XP Corretora de Seguros, braço segurador do grupo que se identifica como um shopping financeiro, com atuação em 25 áreas de negócios. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro.

A corretora de seguros do grupo XP passou por uma reestruturação. Conte um pouco sobre o que mudou e qual a estratégia atual do grupo com seguros.

A XP foi criada em 2008 para atuar no mercado de varejo (Auto/Residencial/Vida Ind e etc). Em função do nosso modelo de negócio (Shopping Center Financeiro) e rede de distribuição (Escritórios Agentes Autônomos), passamos a atuar também na distribuição de Previdência Privada Pessoa Física. Hoje somos uma das principais distribuidoras deste produto no país (R$ 300.000.000 sob custodia), com forte parceria com a Icatu, Mapfre, Sul América. No inicio de 2013 iniciamos uma parceria com a Prudential para a distribuição do produto de Vida Resgatável através da nossa rede.

Em função do forte crescimento da empresa nos últimos anos e das 25 áreas de negócio em que atua, iniciamos em Junho/13 uma nova área dentro da Corretora, seguros corporativos. O nosso grande desafio é “plugar” a nova operação na máquina XP Investimentos, implantando a cultura de seguros e oferecendo mais um produto aos nossos clientes e parceiros. Para isso, trouxemos 10 executivos das principais corretoras multinacionais, que temos certeza são os mais qualificados do mercado para este novo desafio. Estruturamos esta nova área em 4 linhas principais de negócios: Benefícios, Massificados, Corporativos e Affinity e as experiências complementares de nossos executivos nos capacita a atender com excelência , novas soluções e agilidade nossos clientes. Recentemente, finalizamos a contratação de mais 4 executivos para fortalecer nosso time e atuação.

A indústria de seguros mudou muito nos últimos anos. Quais os pontos positivos e quais acha que ainda precisam avançar?

Ao longo destes últimos anos a indústria de seguros vêm se profissionalizando e atraindo novos talentos para a área, o que já é uma grande mudança, pois passamos a ser olhados como um dos principais mercados em que os profissionais querem atuar. Além disso, temos a entrada de novos Players o que faz com que o mercado fique mais dinâmico e agressivo, trazendo novidades até o momento restrita ao mercado internacional. Apesar dessa evolução, temos desafio de mostrar as empresas/pessoas a importância da contratação de seguros e principalmente da correta contratação de coberturas o que com a profissionalização do mercado irá acontecer nos próximos anos.

Com a mudança de cenário para as seguradoras – considerando-se a entrada de grupos estrangeiros, investimentos dos bancos em suas controladas, queda dos juros e mudança do arcabouço regulatório –, quais os desafios e oportunidades para os corretores?

O grande desafio para nós corretores hoje é estarmos cada vez mais próximo de nossos clientes, estabelecendo uma relação mais transparente e de longo prazo. Não podemos apenas pensar em emitir a apólice e gerarmos comissão. Esse modelo de relacionamento esta acabando, seja para a pequena, média ou grande empresa. Temos que estar próximos, trabalhar o cliente, no que chamamos 360º, onde entendemos seu segmento de atuação, suas exposições, necessidades e a partir dai propomos soluções para proteger seu patrimônio e pessoas. Ou atuaremos desta forma ou seremos absolvidos pelo mercado.

Acredita ser uma tendência no Brasil a consolidação de corretores?

Sim, acredito que nos proximos anos acompanharemos algumas fusões de pequenos e médios corretores para serem mais competitivos e levarem novos serviços aos seus clientes.

Como avalia as formas de consolidação que o segmento tem experimentado, como fusões e aquisições, assessorias, criação de holdings com o controle de pequenas empresas e até mesmo sistema de franquias?

Hoje temos no Brasil, cerca de 40.000 corretores ativos, sejam eles, pessoa Juridica ou fisica e alguns bancos atuando diretamente. Diante disso, a concorrência é muito grande e as margens vêm caindo ao longo dos anos, por isso acredito que será um tendencia natural do mercado. Faz todo sentido consolidar alguns serviços (Financeiro/Sinistros/Operações/Compliance e etc), alem de agregar novos serviços/produtos que não atuava aos seus clientes. Toda esta consolidação acontece em função de uma demanda do mercado que vêm se profissionalizando e dos clientes que passam a ser mais exigentes.

Pretendem atuar num modelo de franquia com corretores para explorar a base de clientes?

Sim, hoje estamos conduzindo alguns estudos internos para implantarmos este modelo em 2014. Acreditamos que o modelo de franquia, não é apenas entregarmos uma marca e condição aos nossos fututros franqueados, teremos também a responsabilidade de capacitar nossos parceiros, com cursos, treinamentos (presenciais/online) e desta forma, profissionalizar nossa operação. Não queremos apenas ser a maior rede, mas sim a mais capacitada e qualificada. Além disso, em função da capilaridade pode ser um importante canal de distribuição paara as seguradoras que não estão ligadas a banco.

De que forma a corretora de seguros pretende otimizar a venda cruzada diante da atuação da XP Investimentos Corretora no varejo, com mais de 114 mil clientes em 140 cidades?

Iremos indicar para os nossos parceiros para que trabalhem a contratação destes seguros. Acreditamos que a proximidade com o clientes irá fazer a diferença para o fechamento. Assim, valorizaremos nossos parceiros e levaremos novos clientes para suas operações. Com esta proximidade, poderemos explorar outras oportunidades nestes clientes.

O grupo já treinou mais de 500 mil alunos, por meio da XP Educação. Seguros chegou a ser um tema deste treinamento? Qual o conteúdo abordado?

Trabalhamos apenas com palestras de Previdência. Com a implantação do modelo de franquias é um dos pontos que estamos desenvolvendo internamente, pois através destes cursos iremos capacitar nossa rede.

Os mais de 1.400 agentes de investimento credenciados pelo grupo XP também podem prestar assessorial em seguros?

Hoje temos uma estrutura 100% capacitada para atender as indicações de seguros corporativos de nossos agentes. Em nosso modelo, eles indicam os negócios e nos realizamos toda a negociação, colocação e manutenção dos clientes indicados. Com a implantação do modelo de franquias em um primeiro momento poderemos capacita-los para a venda de produtos massificados (Auto/Residencial Vida Ind e etc) e no futuro é uma tendência treina-los nos outros produtos.

Quais as seguradoras parceiras do grupo e em que segmentos?

Hoje temos parceria com as principais seguradoras do mercado: RSA, Austral, Allianz, LIberty, AIG, Sul América, Bradesco, Amil, Unimed, Ace, Icatu, Mapfre, Porto.

Bradesco Saúde passa a ter o controle da Odontoprev, com 50,01%

fusaoA Bradesco Saúde passará a deter 50,01% da Odontoprev, informa fato relevante divulgado nesta segunda-feira. A Bradesco Saúde, que detinha 43,5% da Odontoprev, acertou a compra da participação de 6,5% do presidente-executivo da companhia de planos odontológicos, Randal Luiz Zanetti, que ficará com 1% do capital social da empresa e será vice-presidente do Conselho de Administração, sendo substituído no cargo de presidente-executivo por Mauro Figueiredo, ex-presidente-executivo do Grupo Fleury. Zanetti também acumulará cargo na diretoria da Bradesco Seguros, segundo nota ao mercado. As empresas não detalharam o valor da transação.

A Odontoprev e a Bradesco são sócias desde 2009, vendendo os planos nos canais de distribuição do banco. Em junho deste ano, a empresa fechou com o Banco do Brasil e sua unidade BB Seguridade uma parceria para a criar uma empresa para distribuir e vender planos odontológicos chamada Brasildental. Isso ajudou a Odontoprev a manter o status de maior operadora de planos odontológicos da América Latina, com mais de 6 milhões de beneficiários e rede de cerca de 25 mil profissionais credenciados.

Allianz Seguros fecha parceria com o portal Mobilize Brasil

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Os problemas da mobilidade urbana estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Pensando na importância do assunto e fortalecendo o compromisso de disseminação do conhecimento, a Allianz Seguros fecha parceria inédita com o portal Mobilize Brasil, primeiro e maior portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre mobilidade urbana sustentável. O acordo prevê troca de conteúdos sobre sustentabilidade e mobilidade urbana, publicados tanto no Sustentabilidade Allianz quanto no Mobilize.

“A parceria reforça nosso posicionamento de marca e fortalece um dos pilares de nossa atuação: o acesso ao conhecimento e a disseminação de conteúdo sobre sustentabilidade”, ressalta o diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros, Ingo Dietz.