Sancor Seguros reforça a importância do seguro de vida para mulheres

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Fonte: Sancor

A independência financeira, alicerce da autonomia feminina, esbarra em obstáculos como a sobrecarga de responsabilidades, interrupções na carreira e desigualdade salarial. Diante disso, o seguro de vida é um aliado para as mulheres, oferecendo proteção e segurança em um mundo marcado por incertezas.

Conciliar carreira, família e vida pessoal ainda é uma das maiores dificuldades para as mulheres. De acordo com Rosangela Campos, Executiva Comercial da Sancor Seguros, a dupla jornada e a interrupção da carreira pela maternidade impactam diretamente o planejamento financeiro feminino.

“As mulheres assumem muitas funções na educação dos filhos e anterior a isso passam por um grande desafio na interrupção da carreira em seu tempo de licença com a maternidade. Dentro do lar assumem em grande maioria papéis de comando da casa, e no trabalho, enfrentam a diferença de cargos e salários.”

Ferramenta de planejamento

Uma das formas de manter suas finanças seguras e também estáveis é o seguro de vida. Hoje, o item é retratado como uma salvaguarda monetária, empregada para lidar com as contas de saúde, garantir estudos infantis e sustentar os níveis econômicos.

“É um produto que ampara e protege o patrimônio financeiro, e também traz tranquilidade para que ela possa prevenir eventuais diagnósticos de doenças, ou seja um benefício em vida. A apólice é um complemento financeiro no planejamento de vida desta mulher”, destaca Rosangela. Além disso, o seguro de vida proporciona liquidez imediata em momentos de necessidade, garantindo que a família tenha suporte sem comprometer seu patrimônio.

Quando os tempos são difíceis e a economia é instável, garantir que as pessoas possam lidar com problemas de dinheiro é importante. Para as mulheres, essa preparação é mais crítica porque elas suportam obstáculos extras, incluindo paradas de carreira para maternidade, disparidades salariais e viagens duplas esmagadoras.

O Fórum Econômico Mundial afirma que globalmente, elas ganham 20% menos que os homens. No Brasil, o IBGE relata uma discrepância de 22%. Além disso, um estudo da FIA Business School destaca que 62% das mulheres são principalmente responsáveis pelas finanças domésticas, mas simplesmente 27% se comprometem rotineiramente com investimentos futuros.

“Tempo de qualidade com a família, segurança emocional e uma reserva são alguns dos benefícios da cobertura. Com ele há garantia que tenhamos suporte financeiro caso haja um momento delicado, como uma hospitalização ou o diagnóstico de uma doença grave.”

Além disso, há produtos específicos para o público feminino que oferecem coberturas para doenças que afetam especialmente as mulheres, como câncer de mama, ovário e colo do útero. Também existem seguros personalizados, que podem ser adaptados a diferentes perfis e necessidades.

“Em caso de diagnóstico, o seguro permite não só o tratamento da doença, mas tratamentos alternativos, além de dar mais oportunidades de reconstrução de uma vida para a mulher. Seguro de vida, é vida, e pessoas compram benefícios em vida”, conclui Rosangela Campos.

Lucro líquido da Icatu Seguros aumenta 25% em 2024, para R$ 439,2 milhões

Luciano Soares CEO da Icatu Seguros
Divulgação

A Icatu Seguros apresentou resultados recordes pelo segundo ano consecutivo. A companhia encerrou o ano de 2024 com lucro líquido de R$ 439,2 milhões, montante 25% superior ao do ano anterior. O desempenho é fruto da estratégia de fortalecimento dos canais de distribuição e o desenvolvimento de soluções inovadoras para agregar ainda mais valor aos seus produtos e serviços.

No mesmo período, as receitas de prêmios, contribuições de previdência e receitas de capitalização da companhia somaram R$ 14,4 bilhões, um aumento de 11% em relação a 2023.

Em 2024, a base de clientes também cresceu e atingiu 11 milhões. O número reflete o engajamento dos seus mais de 10 mil corretores e a aceleração do número de parcerias estratégicas da seguradora – atualmente, são mais de 350 parceiros no país, como grandes bancos, varejistas, cooperativas e fintechs.

“O crescente interesse por proteção financeira e planejamento de longo prazo mostra uma provável evolução da educação financeira no país. O brasileiro tem demonstrado maior preocupação com os imprevistos da vida, incorporando a proteção de pessoas como parte essencial do planejamento financeiro. Esse movimento tem um grande impacto no Brasil e, sem dúvida, reflete positivamente nos nossos indicadores”, afirma Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros. “Nosso compromisso é ampliar o acesso aos produtos de proteção financeira, garantindo soluções que protejam a renda e mantenham o padrão de vida das famílias, tanto em momentos adversos quanto no futuro”, completa Soares.

A evolução da companhia acompanha o desempenho positivo em todas as linhas de negócio. No último ano, a Icatu cresceu 20% em Seguro de Vida (Prêmio Retido), 6% em Previdência (Contribuições) e 9% em Capitalização (Faturamento), em relação ao mesmo período de 2023.

Para Marcio Palmeira, CFO da Icatu Seguros, o compromisso da companhia é expandir o acesso à proteção financeira no Brasil, sem renunciar à solidez e à rentabilidade. “Nossa atuação é pautada por uma gestão financeira eficiente e responsável, com um forte compromisso com o equilíbrio entre ativos e passivos. Essa disciplina assegura tanto a perenidade do negócio quanto a capacidade de proteger milhões de brasileiros. Manter uma estrutura financeira robusta é essencial para garantir segurança e estabilidade a nossos clientes e parceiros”, afirma.

Seguro de Vida: No ramo de Vida, o Grupo Icatu registrou R$ 5,1 bilhões em prêmios retidos de janeiro a dezembro de 2024, uma evolução de 20% em relação ao mesmo período de 2023. Destacam-se o crescimento dos produtos de Vida Individual, com 90% – aumento superior ao do mercado, que foi de 21% –, e do Icatu Vida PME, modalidade voltada para pequenas e médias empresas, que registrou um aumento de 103%. Entre as estratégias, além da ampliação dos canais de distribuição, está a aposta em inovações.

“Recentemente, apresentamos ao mercado a primeira assistente de Inteligência Artificial que permite aos corretores realizarem a gestão de carteira dos clientes na palma da mão, a A.V.I. (Assistente Virtual da Icatu). Esta é apenas uma das iniciativas para simplificar a jornada de adesão ao seguro, auxiliando que estes profissionais da ponta foquem na atenção ao cliente final e minimizem o trabalho operacional”, comenta Luciano. “E esse ano, lançamos uma cobertura inédita que protege as pessoas na perda do pai e/ou mãe. Queremos inovar cada vez mais em produtos, serviços e tecnologia para os nossos parceiros e corretores, com foco na maior adesão e proteção de brasileiros”, complementa o executivo.

Capitalização: A companhia teve R$ 2,8 bilhões de faturamento em Capitalização, evolução de 9% em relação a 2023. O volume de reservas ficou na ordem dos R$ 4 bilhões (+7%). Entre as estratégias para o segmento, a companhia tem investido no produto como instrumento de garantia, que já representa mais de 30% do faturamento da linha de negócio.

Previdência Privada: Em 2024, o Grupo Icatu registrou R$ 6,4 bilhões em contribuições de previdência, um aumento de 6% em relação a 2023. Além disso, houve um crescimento de 7% nas reservas, que chegaram a R$ 56,2 bilhões. Entre as estratégias da companhia está o investimento em um portfólio de fundos altamente diversificado, que garante a possibilidade de alocação para qualquer perfil de cliente, e a oferta de conversão em renda. Ao todo, o Grupo soma mais de 400 fundos, sendo cerca de 100 deles de grade.

Rodrigo Botti assume a área de Tratados de Resseguro na corretora Lockton Re Brasil

Rodrigo Botti assume como Country Head de Resseguros Treaty da Lockton Re no Brasil, liderando a estratégia e expansão da unidade no país. Botti fortalecerá a presença da empresa no mercado, desenvolvendo soluções inovadoras para clientes, aprimorando a proposta de valor da Lockton Re e colaborando com a Lockton Latam para integrar a operação de resseguros treaty no Brasil. Segundo a liderança da empresa, sua chegada reforça o compromisso da Lockton Re em investir em talento e atender às demandas do mercado com excelência.

Botti atuou como Vice-presidente, CFO e Diretor Atuarial e de Tecnologia do IRB Re, foi CEO e sócio fundador da Terra Brasis Resseguros e representante da Patria Re no Brasil. Ex Presidente da ANRe (Associação Nacional das Resseguradoras Locais) e Vice-presidente da Fenaber (Federação Nacional das Empresas de Resseguros).

No início da carreira, trabalhou em bancos de investimento, com foco na estruturação e negociação de instrumentos financeiros de renda fixa, câmbio e crédito. Formado em Engenharia pela USP, com um MBA pela Universidade de Chicago e certificação Associate in Reinsurance (ARe) pelo CPCU.

Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador, da CNseg e da Fenacor, completa dois anos

Alexandre Leal _CNseg

Fonte: CNseg

Em dois anos de execução, o Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador (PDMS), entregou 15% das ações concluídas e mais da metade segue em andamento. A expectativa é que o final deste ano, 40% dos projetos inicialmente previstos estejam concluídos. A iniciativa desenvolvida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (FENACOR) visa ampliar a adesão aos produtos do setor e elevar a participação no PIB brasileiro até 2030.  

Com 65 iniciativas previstas, o PDMS já implementou 10 ações estratégicas e mantém 35 em andamento, sendo que destas, seis são perenes e terão entregas ao longo de toda jornada do PDMS. Entre as medidas finalizadas, destacam-se:

  1. Combate a fraudes na saúde – A FenaSaúde lançou a campanha “Saúde sem Fraude” para conscientizar a sociedade sobre o uso correto dos planos de saúde e a importância de prevenir fraudes.
  2. Seguro como mitigador de risco de crédito – A Resolução BCB nº 324/2023 reforça o papel do seguro na redução do risco de crédito para instituições financeiras.
  3. Modernização da desacumulação – As Circulares SUSEP nº 698/2024 e nº 699/2024 incentivam novos modelos de conversão de poupança previdenciária em renda, ampliando a eficiência do setor.
  4. Flexibilização da escolha do regime tributário em previdência – A Lei nº 14.803/2024 permite que o participante escolha entre tributação regressiva ou progressiva no momento do primeiro resgate ou concessão do benefício.
  5. Títulos de capitalização como garantia pública – A Lei nº 14.770/2023 permite o uso de títulos de capitalização como garantia em contratações públicas.
  6. Uso de provisões técnicas para crédito – A Lei nº 14.652/2023 prevê a utilização de recursos de provisões técnicas de capitalização como garantia de operações de crédito, com regulamentação em debate.
  7. Adesão automática a planos previdenciários – Resoluções CNSP nº 463 e nº 464/2024 aprovam a adesão automática em planos coletivos de previdência.
  8. Seguros de Pessoas e Previdência como garantia – A Resolução CMN/CNSP nº 12/2024 permite o uso desses produtos como instrumentos de garantia financeira.
  9. Revisão regulatória da previdência – Novas normas (Resoluções CNSP nº 463 e nº 464/2024 e Circulares SUSEP nº 698 e nº 699/2024) aprimoram a regulamentação dos planos de previdência e seguros de pessoas.
  10. Regulamentação de associações e cooperativas no setor segurador – A Lei Complementar nº 213/2025 estabelece regras para a atuação de associações e cooperativas no mercado de seguros.

Segundo Alexandre Leal, diretor Técnico, de Estudos, Relações Regulatórias da CNseg, o crescimento econômico impulsiona naturalmente a adesão aos produtos do setor. “O mercado de seguros tem uma capacidade singular de contribuir para uma vida mais estruturada, e o PDMS reafirma o compromisso do setor nesse sentido”, afirmou. Com metas ambiciosas até 2030, o setor segurador busca consolidar sua relevância na economia brasileira, promovendo maior proteção e inclusão financeira para a população.

Contudo, em virtude dos bons resultados obtidos em apenas dois anos, a CNseg e a Fenacor convidaram os integrantes do mercado segurador a apresentarem novas propostas para a ampliação do Plano. Como resultado, foram apresentadas 21 iniciativas. De acordo com Leal, 12 delas deverão ser incorporadas ainda este ano (três em Eficiência Regulatória, seis em produtos, duas em Imagem do Seguro e uma em Canais de Distribuição), ampliando o projeto para 77.

“O PDMS foi concebido para evoluir continuamente à medida que avançamos no atingimento das metas estabelecidas. Nossa abordagem prevê a inclusão de novas ações e iniciativas ao longo do caminho, garantindo que o programa acompanhe as transformações do setor, as demandas da sociedade e as inovações tecnológicas”, explicou o executivo. Ela conclui que o modelo flexível permite que o Plano se mantenha sempre alinhado aos desafios e oportunidades do mercado, reforçando o compromisso do setor com o crescimento sustentável e a ampliação da proteção securitária no Brasil.

Crescimento do setor e impacto econômico

O levantamento da CNseg aponta que, em 2024, o mercado segurador pagou o total de R$ 243 bilhões em indenizações, um crescimento de 7,2% em relação a 2023. A arrecadação também registrou um avanço expressivo, atingindo R$ 435,8 bilhões – um aumento de 12,3% na comparação anual. Os dados desconsideram a Saúde Suplementar.

O segmento de seguros de Danos e Responsabilidades destacou-se com um volume de indenizações de R$ 60,3 bilhões (+8,6%) e arrecadação de R$ 134,4 bilhões (+7,5%). Os produtos que mais cresceram foram o seguro Patrimonial (+16,3%, R$ 28,1 bilhões), Riscos Financeiros (+14,4%, R$ 9,0 bilhões) e Responsabilidade Civil (+11,8%, R$ 4,4 bilhões).

Já os produtos de Cobertura de Pessoas arrecadaram R$ 269,3 bilhões, alta de 15,6% em relação ao ano anterior. Os planos de Previdência Aberta registraram R$ 193,6 bilhões, um crescimento de 15,8% em comparação com 2023.

Previdência privada acumula R$ 1,6 trilhão em ativos, o equivalente a 13,4% do PIB

Fonte: Fenaprevi

A previdência privada aberta continua em crescimento no país. De acordo com o último relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, em janeiro de 2025 os planos administravam R$ 1,6 trilhão em ativos, o que equivale a 13,4% do PIB do Brasil. O montante representa a evolução de 12,4% quando comparado ao mesmo mês do ano passado.

Esses valores são resultado do esforço de 11,2 milhões de pessoas, cerca de 7% da população com 18 anos ou mais no país. Ao separar por modalidade, cerca de 80% dos participantes estavam em planos individuais e os outros 20% em coletivos.

Ao todo, em janeiro de 2025, eram 13,6 milhões de planos de previdência privada aberta. Desses, 99,4% estão em fase de acumulação, o que evidencia o quanto  é jovem ainda o setor e seu potencial de crescimento.

Destaque na captação líquida

Destrinchando os últimos resultados, o setor arrecadou R$ 195 bilhões, uma alta de 12,9%, enquanto os resgates subiram 9%, somando R$ 138 bilhões. A captação líquida – que é o resultado dos prêmios e contribuições menos os resgates –, traz o maior percentual: foi de R$ 57 bilhões,  uma expansão de 23,4%. Todos os números correspondem ao acumulado no intervalo de doze meses (Jan/24 a Jan/25), sendo a base da comparação percentual o primeiro mês de 2024.

VGBL lidera em planos e nos aportes

Apenas no primeiro mês de 2025 o segmento arrecadou R$ 15,4 bilhões. Já os resgates somaram R$ 14,3 bilhões, resultando numa captação líquida superior a R$ 1 bilhão, no mês.

Considerando ainda somente o resultado de janeiro, foram arrecadados R$ 14,5 bilhões nos planos VGBL (correspondendo a 94,4% da captação bruta), e R$ 650 milhões nos planos PGBL (4,2%). Outros R$ 210 milhões (1,4%) são referentes aos planos tradicionais.

Prudential do Brasil se destaca com uma mulher no comando da seguradora

Em um mercado ainda predominantemente masculino, a Prudential do Brasil tem se destacado como uma empresa que não apenas fala sobre equidade de gênero, mas coloca em prática ações concretas para promover a liderança feminina. Sob o comando da CEO Patricia Freitas, a companhia tem implementado políticas de diversidade e inclusão que já mostram resultados significativos, especialmente em um setor tradicionalmente desafiador para as mulheres.

“Uma empresa ter uma mulher no cargo de CEO já deixa claro que as oportunidades são iguais para todos os colaboradores e colaboradoras, independentemente de gênero”, afirma Patricia Freitas, reforçando o compromisso da empresa com a equidade. Em 2024, 58% das contratações feitas pela Prudential foram de mulheres, sendo 57% delas para cargos de liderança. Esses números são fruto de um recrutamento inclusivo, onde dois terços dos candidatos apresentados para posições de liderança são mulheres.

Mas a empresa vai além. Para Patricia, “não podemos falar em aumentar a liderança feminina sem ações concretas para inclusão, equidade e desenvolvimento”. Por isso, a Prudential oferece um programa de liderança feminina, que já está na terceira turma e pelo qual 56% das líderes mulheres da empresa já passaram. Além disso, o programa de mentoria racial, que tem como foco o desenvolvimento de carreira de colaboradores negros, contará com 14 mulheres negras entre 15 participantes na próxima turma, que começa em março.

Os resultados dessas iniciativas são palpáveis. Atualmente, as mulheres representam 57% do quadro total de colaboradores da Prudential e 44% da liderança. Duas turmas do programa de liderança feminina já viram 30 mulheres serem promovidas ou receberem movimentações de carreira. O último censo de diversidade da empresa, realizado em 2022, revelou que 80% dos colaboradores estão satisfeitos com as políticas de diversidade e inclusão, e 87% se sentem livres para ser quem são no ambiente de trabalho.

“Nossa mensagem para todas as nossas colaboradoras mulheres é que respeitamos e damos oportunidades iguais para todos”, destaca Patricia. A empresa também tem investido em programas de entrada, como Jovem Aprendiz, Estágio e Trainee, com um olhar inclusivo. A última turma de estágio, por exemplo, foi composta por 60% de mulheres.

Além de promover a equidade interna, a Prudential tem adaptado seu portfólio para atender às necessidades específicas das mulheres, que têm um papel cada vez mais decisivo no consumo de seguros. “A demanda por proteções financeiras pelas mulheres tem crescido devido à maior longevidade, aumento de doenças crônicas e maior participação feminina no mercado de trabalho”, explica Patricia.

Nos últimos cinco anos, o número de mulheres que buscaram o seguro de vida como proteção financeira para doenças graves dobrou na Prudential. O câncer de mama, por exemplo, representa 40% de todos os pagamentos de benefícios feitos pela empresa para suas clientes. Desde 2019, a Prudential oferece o “Doenças Graves Modular”, que, em caso de câncer de mama em estágio avançado, garante um adicional de 50% ao capital segurado contratado.

Outro exemplo é o “Minha Primeira Proteção”, primeiro seguro infantil do mercado contra doenças graves, pensado especialmente para as mães. “Diante de uma doença grave de um filho, muitas vezes elas abdicam de sua vida profissional para se dedicar integralmente aos cuidados do filho. Com este produto, elas podem custear as despesas médicas e tratamentos sem se preocupar com a perda de renda”, explica a CEO.

Para Patricia Freitas, o principal desafio do setor de seguros é superar vieses e incentivar a participação feminina por meio de políticas efetivas de equidade de gênero. “Isso vai desde a promoção de processos seletivos mais equilibrados até o suporte necessário para as mulheres, que ainda se dividem entre vida profissional e pessoal”, afirma.

A Prudential tem investido em mentorias, treinamentos e comitês focados em debater a liderança feminina, sempre com o envolvimento de executivos da alta direção. Além disso, a empresa tem se unido a outras líderes do setor para promover agendas específicas que reforçam o protagonismo das mulheres. “Apesar do desafio significativo, sou muito otimista com o quanto ainda podemos evoluir”, diz Patricia, lembrando que apenas 6% das CEOs no mercado brasileiro são mulheres.

A Prudential também está comprometida com a equidade salarial entre homens e mulheres. “Estamos construindo diariamente um ambiente de trabalho justo, onde a diversidade é valorizada, a igualdade é promovida e cada indivíduo é respeitado”, afirma Patricia. A empresa concede oportunidades de ascensão profissional com base em competências e desempenhos individuais, e seus programas de liderança feminina e mentoria racial têm sido fundamentais para promover um ambiente mais consciente sobre questões de gênero e raça. “Respeitamos e damos oportunidades iguais para todos” – e os números mostram que essa não é apenas uma frase de efeito, mas uma realidade em construção”, finaliza.

Bradesco Seguros lança trilha de aprendizado sobre longevidade no dia 20 de março

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros realiza, no dia 20 de março, às 09h, uma live especial para marcar o lançamento de uma nova trilha de aprendizado sobre longevidade, dentro de sua plataforma gratuita de ensino, o Espaço Universeg. O evento online contará com a participação do médico e gerontólogo Alexandre Kalache e da Dra. Thais Jorge, diretora da Bradesco Saúde, que debaterão questões ligadas à longevidade, como qualidade de vida, planejamento financeiro e desafios de cada etapa da vida.

“A longevidade não é apenas sobre ganhar mais anos de vida, mas sobre garantir que esses anos sejam vividos com bem-estar e segurança. A conquista de uma longevidade de qualidade está diretamente ligada ao conhecimento. Quanto mais informações as pessoas tiverem sobre planejamento, finanças e bem-estar, mais preparadas estarão para viver melhor no futuro. Por isso essa trilha de aprendizado é tão importante”, afirma Thais Jorge.

Desenvolvida com o objetivo de oferecer conhecimento para que as pessoas possam construir um futuro mais saudável e sustentável, a trilha de aprendizado aborda temas como economia da longevidade, a harmonia entre gerações fortalecendo os relacionamentos, como manter a mente ativa com ginástica cerebral e os benefícios do cultivo de hortas e jardins para saúde física e mental . Para acompanhar a live de lançamento, basta acessar o link: www.livebseg.com.

O lançamento da trilha faz parte de uma série de iniciativas do Grupo Bradesco Seguros com foco em longevidade. Além da nova capacitação, a Companhia lançou, no último ano, o Índice de Longevidade Pessoal (ILP), um estudo desenvolvido com metodologia criada pelo especialista Alexandre Kalache, com o apoio do Grupo Segurador e em parceria com o Instituto Locomotiva. A ferramenta permite que cada pessoa avalie sua própria jornada rumo a futuro mais saudável, com base em seis pilares: hábitos e atitudes, saúde física, saúde mental, interações sociais e meio ambiente, cuidados com a saúde e prevenção, além de finanças. Para medir o seu próprio Índice de Longevidade Pessoal, acesse a trilha dentro da Plataforma Espaço Universeg em www.espacouniverseg.com.br

Zurich Seguros cresce na Regional MG/CO e reforça parceria com corretores 

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

A Zurich Seguros segue em ritmo de crescimento na Diretoria Regional MG/CO, registrando, no último ano, um avanço de 8,7% nas vendas realizadas por meio dos corretores locais de seguros. Esse desempenho reflete a solidez da companhia na região, sua estratégia de expansão regional e o fortalecimento do relacionamento com os parceiros de negócio. 

No segmento de Seguros Corporativos, os produtos que mais cresceram em 2024 foram Riscos de Engenharia (53%), Patrimonial (47,8%); Responsabilidade Civil (34,4%) e Frota (24,8%). Já entre os Seguros Pessoais, os destaques ficaram por conta do Residencial (27,1%) e do Auto Individual (14,4%).

Na Gerência Regional MG Interior, o crescimento foi ainda mais expressivo, alcançando 11,3%. No Centro-Oeste, o destaque foi para a Filial Goiânia, que registrou uma expansão de 18,7%. 

Para o diretor comercial regional MG/CO, Rogerio Gebin, o crescimento da Zurich está diretamente ligado à atuação dos corretores de seguros que desempenham um papel fundamental na distribuição dos produtos e na construção de relações de confiança com os clientes. Para o executivo, a distribuição de seguros no Brasil passa, impreterivelmente, pelo corretor de seguros. 

“Podemos esperar um aumento da digitalização no que diz respeito à simplificação das tarefas mais operacionais e da oferta dos seguros, mas não no que diz respeito ao relacionamento entre seguradoras, corretores e clientes, que deve seguir humanizado e baseado em laços de confiança, proximidade e presença”, afirma Gebin. 

Sustentabilidade como compromisso 

A Zurich também avança em iniciativas sustentáveis como a compensação da emissão de carbono de todos os produtos da carteira de massificados, incluindo seguro residencial e seguro para pequenos negócios (Zurich Empresa).  

Para 2025, a Zurich seguirá apostando na região e projetando novos avanços. Em Minas Gerais, onde a companhia tem forte presença devido às suas raízes, e no Centro-Oeste, onde a estratégia de expansão está em curso, a seguradora continua analisando oportunidades para fortalecer, ainda mais, sua atuação. 

O setor de seguros deve seguir crescendo em resposta à busca por proteção contra novos riscos, impulsionado pelo avanço tecnológico, além da necessidade de viabilizar grandes empreendimentos privados e públicos, especialmente em infraestrutura e agronegócio. 

“Com crescimento expressivo, marca reconhecida, relação consolidada com os corretores e compromisso com a sustentabilidade, a Zurich reforça sua posição como uma das principais seguradoras da região MG/CO e segue confiante para os desafios e perspectivas de 2025”, finaliza Gebin. 

CNseg anuncia seis seguradoras patrocinadoras da Casa do Seguro

Estarão na Casa do Seguro da CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras, Allianz, AXA, MAPFRE, Porto, Prudential e Tokio Marine. A ação visa apoiar o projeto pensado para posicionar o setor segurador como ator fundamental na oferta de soluções para o enfrentamento da transição climática. 

Como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a Casa do Seguro vai funcionar durante toda a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém, informa a CNseg.

A iniciativa favorecerá a conexão do mercado de seguros com outros setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. 

Na programação, destacam-se debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; além de atividades culturais. Alguns dos eixos que pautam a agenda da Casa do Seguro são: proteção social e de investimentos, finanças sustentáveis, infraestrutura resiliente, inteligência climática, seguros & agronegócio, descarbonização da frota brasileira e seguros para o desenvolvimento industrial sustentável.

“Eventos climáticos extremos estão se tornando cada vez mais recorrentes e intensos no mundo inteiro e adotar estratégias para se adaptar a este cenário não é mais uma opção, e sim uma necessidade”, lembra Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, destacando que a companhia mantém um sólido compromisso com a sustentabilidade e com ações voltadas para a transição climática. “Atuamos como facilitadores desse processo em mais de 70 países, desenvolvendo soluções que mitigam impactos adversos e impulsionam a adaptação de diversos setores da economia.”

O executivo afirma, ainda, que há uma demanda crescente por transparência em relação às práticas empresariais: tanto os consumidores quanto os acionistas buscam saber como as companhias gerenciam o seu impacto ambiental e quais ações estão tomando para mitigar as mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, as novas gerações de trabalhadores valorizam organizações que alinham seus valores com a sustentabilidade e com o bem-estar social. “Com isso, as empresas precisam, de fato, não apenas definir, mas principalmente mostrar à sociedade os progressos de seus compromissos com a sustentabilidade”, pontua.

Eduard reforça que, ser uma empresa empoderadora da Casa do Seguro fortalece o papel da Allianz como um player estratégico na oferta de soluções para riscos climáticos, consolidando sua expertise na gestão desse tipo de exposição. “Além disso, acreditamos na importância do diálogo e da colaboração para enfrentar os desafios climáticos de forma efetiva e a Casa do Seguro é uma oportunidade estratégica para que possamos fortalecer conexões com líderes, executivos, organizações ambientais e sociedade civil, contribuindo ativamente para o avanço da agenda sustentável”.

Um dos pilares estratégicos da AXA no Brasil é crescer em negócios e cadeias de valor sustentáveis. Prover seguros e serviços que suportem a transição energética e gerem maior resiliência diante do desafio climático. “Objetivos de negócios alinhados ao propósito e à estratégia do Grupo AXA e à agenda do setor de seguros globalmente, que este ano se encontrará durante a COP 30, em Belém, na CasaDoSeguro, é e apoiada por nós”, comenta Erika Medici, CEO da Axa no Brasil.

A Porto, juntamente com seus executivos, terá uma participação ativa nos debates e discussões do evento, compartilhando insights, apresentando resultados de iniciativas recentes e reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade e a construção de um futuro mais resiliente para a sociedade e o meio ambiente. “A presença da Porto ao lado de outras empresas empoderadoras reforça a importância da união do setor para fortalecer iniciativas que estimulem a transição climática e ampliem o entendimento sobre o impacto do mercado segurador nesse processo”, explica Emerson Valentim, diretor executivo comercial Brasil da Porto.

Para a Mapfre, o destaque será a divulgação do estudo “Mudanças Climáticas e o Setor Segurador”, produzido pela Mapfre Economics. O relatório, a ser lançado durante a COP 30, analisa as perdas econômicas causadas por eventos climáticos extremos, como enchentes e secas, além de propor mecanismos para reduzir a “brecha de proteção asseguradora”, que é a diferença entre as perdas cobertas por seguros e os danos totais. O documento também abordará estratégias para fortalecer a resiliência de países vulneráveis, incluindo o uso de resseguro e títulos catástrofe (instrumentos financeiros que transferem riscos de desastres para o mercado de capitais). “Nosso compromisso ambiental é elevar progressivamente as exigências em sustentabilidade de maneira firme e gradual, acompanhando a sociedade em uma transição energética justa com forte vocação social. Ou seja, permitir que as empresas se transformem e continuem gerando riqueza de forma cada vez mais sustentável e respeitosa com o meio ambiente”.”, afirma Antonio Huertas, CEO global da Mapfre.

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas.

“A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca em nota.

Generali: 41% dos cargos de liderança na Generali são ocupados por mulheres

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Mulheres no comando: como a Generali Brasil está liderando a equidade de gênero no setor de seguros

No mês em que celebramos as conquistas e a força das mulheres, a Generali Brasil surge como um exemplo de como políticas de diversidade e inclusão podem transformar o ambiente corporativo. Sob a liderança de Débora Pinto, diretora de Recursos Humanos da empresa, a seguradora tem implementado ações concretas para ampliar a presença feminina em cargos de liderança e tomada de decisão, além de promover um ambiente mais justo e igualitário.

Atualmente, 41% dos cargos de liderança na Generali são ocupados por mulheres, número que sobe para 44% quando se trata de posições estratégicas com reporte direto ao CEO. “Nossa busca tem sido por elevar a presença feminina em posições de liderança”, afirma Débora. “Oferecemos programas de formação de liderança voltados a esse público, desenvolvendo talentos para que essas mulheres estejam preparadas para assumir cargos de maior responsabilidade.”

A executiva destaca ainda iniciativas como o programa de amamentação por até um ano, trabalho remoto durante as férias escolares e licença-maternidade ampliada. “Ao terem mais qualidade de vida e bem-estar físico e emocional, as mulheres se sentem mais preparadas e tranquilas para assumir novos desafios profissionais”, explica.

Em 2023, a Generali foi reconhecida pela Sou Segura, primeira Associação das Mulheres do Mercado de Seguros, na categoria “RRR – Reconhecer, Redistribuir e Remunerar”. O prêmio destacou as estratégias abrangentes de equidade implementadas pela empresa. “Investimos em iniciativas que reconhecem o valor individual de cada colaborador, remunerando de forma equitativa e reforçando nosso compromisso com o protagonismo feminino no local de trabalho”, diz Débora.

A empresa também criou uma ação afirmativa para garantir que as mulheres tivessem a possibilidade de um maior aumento salarial por mérito em comparação aos homens. “Ano passado, do total de 182 movimentações salariais realizadas, 54% foram para mulheres”, revela a executiva.

As políticas de diversidade e inclusão da Generali têm impactado positivamente a carreira das mulheres dentro da companhia. Em todo processo seletivo para cargos de liderança, a empresa garante que pelo menos uma candidata esteja na lista final. Além disso, benefícios como isenção de coparticipação do plano de saúde para gestantes, manutenção de vales refeição durante a licença-maternidade e extensão da licença para até 180 dias são algumas das medidas adotadas.

“Trabalhamos muito na formação das nossas pessoas para evitar vieses inconscientes e crenças limitantes, que podem impactar o crescimento profissional de qualquer indivíduo, e não apenas das mulheres”, ressalta Débora. A empresa também realiza pesquisas anuais de engajamento e fóruns para ouvir as opiniões dos colaboradores sobre temas de RH.

Com as mulheres desempenhando um papel cada vez mais decisivo no consumo, a Generali tem adaptado seus produtos e estratégias para atender melhor esse público. “Além de lançarmos produtos exclusivos, como o Bolsa Protegida, buscamos fortalecer nossa comunicação com elas”, explica a executiva. A empresa utiliza análises de CX e Inteligência de Mercado para identificar as necessidades específicas das mulheres.

Para Débora, o futuro do setor de seguros está intrinsecamente ligado à ampliação da participação feminina. “Incentivar a formação de lideranças femininas e estimular benefícios voltados para elas são ações que continuarão a abrir espaço para que as mulheres sejam protagonistas no nosso setor”, afirma.

A executiva também destaca o crescimento de mais de 12% no mercado de seguros entre 2023 e 2024, segundo dados da SUSEP. “Novas possibilidades de carreira surgem para as mulheres, especialmente em um setor com menor risco ocupacional em comparação a outros, como a indústria e a construção civil”, observa.

A Generali tem um indicador chamado Equal Pay Gap, que avalia diferenças salariais entre gêneros. Em 2023, o indicador no Brasil foi de 1,4%, com a meta de zerar a diferença até o final de 2025. “A cada admissão e promoção, recalculamos o indicador para adotar ações imediatas de correção salarial para mulheres, quando aplicável”, explica Débora.

No entanto, a executiva reconhece que os desafios vão além do ambiente corporativo. “Existe uma pressão social muito grande sobre as mulheres, dificultando a priorização de suas carreiras, já que dedicam longas horas às atividades domésticas”, reflete. Ela compartilha uma experiência marcante: “Certo dia, entrevistei uma candidata em licença-maternidade. Enquanto conversávamos, seu filho chorava ao fundo. O marido interrompeu a entrevista, e ela acabou desistindo do processo. Infelizmente, essa não é uma situação isolada.” “Precisamos mostrar a importância do mercado de seguros para a economia e garantir que mais mulheres tenham oportunidades de crescer e brilhar neste setor”, finaliza a executiva.