Brasil é destaque entre as catástrofes naturais ocorridas no mundo em dezembro

aon_benfield_logo_red_blue_largeO Brasil é citado no relatório de perdas com catástrofes mundiais divulgados ontem pela Aon Benfield. Segundo a última edição do relatório Global Catastrophe, que analisa os desastres naturais que ocorreram em todo o mundo no mês de dezembro 2013, as perdas econômicas mundiais geradas pelas catástrofes climáticas atingiram US$ 2,25 bilhões em dezembro.

O relatório revela que a Europa foi impactada por uma série de tempestades de vento durante o mês, incluindo Windstorm Xaver , que passou pelo norte do continente matando pelo menos 15 pessoas e produzindo perdas seguradas de cerca de US$ 1,1 bilhão), com a Escócia, Alemanha, Holanda, Bélgica, Escandinávia, Polônia entre os mais afetados. O vendaval Dirk trouxe ventos fortes e chuva para o oeste e norte da Europa, matando pelo menos seis pessoas e resultando em uma perda segurada total de cerca de US$ 500 milhões. Os danos foram maiores no Reino Unido, França, Espanha e Polônia, bem como áreas da Escandinávia.

O mês de dezembro também castigou a América do Norte como uma onda de frio que varreu todo os Estados Unidos, matando pelo menos 18 pessoas e resultando em perdas econômicas totais superiores a US$ 100 milhões. As perdas seguradas só no Texas foram listadas em US$ 30 milhões. O total de perdas econômicas e seguradas para os EUA e Canadá foi estimado separadamente e pode chegar a centenas de milhões de dólares.

Enquanto isso, uma das mais fortes tempestades de inverno impactou o Oriente Médio, em dezembro, matando pelo menos 10 pessoas e acarretando perdas econômicas de cerca de US$ 500 milhões. Israel, Egito, Síria, Jordânia, Líbano, territórios palestinos e Chipre foram os mais afetados.

No Brasil, o relatório cita uma das piores inundações em 90 anos em estado do Sudeste, matando pelo menos 48 pessoas. Segundo o estudo da Aon, o governo brasileiro alocou R$ 3,2 bilhões (US$ 1,4 bilhão) para a recuperação dos estragos causados pelas enchente nos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais.

Na China, neve pesada e chuva afetaram regiões provinciais de Hainan , Yunnan e Sichuan , deixando 90 mil pessoas desabrigadas. Perdas econômicas totais foram listadas US$ 410 milhões.. Também em dezembro a Malásia sofreu com inundações, matando pelo menos quatro pessoas e resultando em perdas econômicas totais estimados em milhões de dólares, com mais de 75 mil pessoas desabrigadas.

O estudo completo pode ser acessado no link http://bit.ly/198QWAq

Itamaraty sugere que brasileiros rumo aos EUA façam seguro viagem

seguro viagemAgência Brasil

O Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, orienta que brasileiros com viagem marcada aos Estados Unidos para os próximos dias não saiam do Brasil sem contratar um seguro de viagem – orientação que é dada aos passageiros para qualquer viagem e em qualquer período, mas que está sendo reforçada agora.

A chegada de uma onda de frio ártico no território americano está causando neve intensa no Norte e em áreas centrais do país. Até amanhã, a expectativa é que as temperaturas possam atingir 51°C negativos. Estima-se que mais de 140 milhões de pessoas sejam afetadas pela onda de frio, que gerou as temperaturas mais baixas dos últimos 20 anos.

O seguro de viagem, com garantia de atendimento médico hospitalar em caso de acidente ou doenças causadas pelo frio intenso, deverá servir como amparo suficiente para estrangeiros no país. Os consulados do Brasil no exterior não cobrem eventuais custos com a saúde de cidadãos brasileiros.

Seguros de viagem devem ser comprados antes da saída do passageiro do país e são geralmente oferecidos por seguradoras, bancos, bandeiras de cartão de crédito, operadoras de viagem, entre outros. O Procon-SP orienta que o viajante observe a cobertura estipulada no contrato – especialmente a abrangência em relação a doenças, medicamentos e morte. Além disso, deve-se estar atento ao período da cobertura, ao valor de indenizações, à cobertura de terceiros (se houver) e à identificação das partes envolvidas.

Em caso de emergência ou necessidade de apoio no exterior, o Itamaraty orienta que brasileiros entrem em contato com os consulados do Brasil mais próximos, cuja lista pode ser consultada na página do ministério na internet.

Até o momento, o Itamaraty não registrou nenhum acidente com vítima relacionado a brasileiros. Hoje, 1.954 voos foram cancelados e 712 estão atrasados nos Estados Unidos, estatística que inclui tanto as aeronaves que chegam e partem do país quanto as que viajam dentro do território norte-americano.

As cidades mas afetadas pelo clima são Buffallo, no estado de Nova York, com 54% dos voos cancelados; Cleveland e Toledo, em Ohio, com 50%; Kalamazoo, no Michigan, com 50%; Indianápolis, em Indiana, com 34%; e Chicago, em Illinois, com cerca de 30%.

FenSeg avalia lei que determina fim de desmanches irregulares em SP

neival freitasMatéria extraída do portal da CNseg

A lei que regulamenta o desmanche de carros no Estado de São Paulo foi avaliada positivamente pelo diretor-executivo da FenSeg, Neival Freitas. A seu ver, esta medida contribuirá para reduzir drasticamente os índices de roubo e furto de veículos no estado, o que tornará os preços do seguro de automóveis mais baratos e ampliará a demanda naquela praça. E também terá reflexos difusos positivos em outros indicadores de segurança pública, como o de número de latrocínios, ou de saúde, tendo em vista a perspectiva de recuo no atendimento médico prestado às vítimas de roubo quando seguido de violência. Ou seja, boa notícia também para as seguradoras dos ramos de Pessoas e de Saúde Suplementar.

Segundo o governador Geraldo Alckmin, 50% das mortes no estado se devem a latrocínios envolvendo roubo de carros. Neival Freitas concorda com este diagnóstico, lembrando que esta evidência é confirmada por experiências similares adotadas em outros países. Um bom exemplo é a Argentina, onde a regulamentação de desmanche, aprovada em 2003, fez o índice de roubos e furtos baixar 50%, além de reduzir em 30% as mortes que ocorriam durante assaltos aos motoristas do país vizinho.

No Brasil, como a legislação que regulamenta os desmanches não é adotada nacionalmente, como na Argentina, não é possível quantificar de quanto será a queda nos indicadores de roubo e furto de veículos. Entre especialistas, o consenso é de que o ideal seria que outros estados adotassem uma legislação similar à de São Paulo para que a queda de roubo e furto se tornasse mais uniforme no País, evitando-se também a migração dos desmanches ilegais para outras regiões.

De qualquer forma, a perspectiva de forte redução dos roubos e furtos em São Paulo deve ser bastante promissora para todo o mercado de seguros, já que o estado é o maior em receita de prêmios de auto e também de sinistros. Afinal, do total de veículos roubados em todo o País- foram 338,6 mil até outubro- 185,8 mil ocorreram em São Paulo, respondendo por 47,8% das ocorrências. Da receita nacional de prêmios gerada no seguro de automóveis, na casa de R$ 24,2 bilhões até outubro, 42% são originados na praça de São Paulo, que responde por 41,5% dos sinistros pagos nesta modalidade.

Agora, as empresas que atuam no desmanche vão ter de estar cadastradas no Detran e na Secretaria de Fazenda de São Paulo para comercializar autopeças. Além do nome da empresa listada no site da Secretaria de Segurança Pública, haverá um serviço de web denúncia, incentivando os cidadãos a denunciarem os depósitos irregulares. Também será criado um sistema para permitir rastrear todas as etapas do processo de desmontagem, desde a origem das peças ou partes, até o registro de sua saída. Este maior controle aumenta a garantia de segurança das peças ao consumidor final e fiscalização efetiva das empresas de desmanche. E, indiretamente, abre caminho para que haja um ambiente favorável para a introdução do seguro popular, que depende da venda de autopeças usadas e certificadas.

Preço do resseguro registra queda de 11%, segundo Guy Carpenter

© Copyright 2008 Corbis CorporationAs taxas de resseguro online, conhecidas pela sigla ROL, registraram queda nas renovações em 1o. de janeiro em quase todas os segmentos e regiões, de acordo com a corretora de resseguros Guy Carpenter. Segundo o estudo, que considera a proporção de prêmio e risco assumido, o preço do seguro registrou queda média de 11% globalmente. Nos Estados Unidos, o recuo registrado foi de 15%. Na Europa, os preços caíram em 10% e no Reino Unido 15%. Em alguns casos foram registrados percentuais de 20%. Segundo a Guy, este foi o primeiro ano em mais de uma década que os principais mercados de seguros do mundo registraram queda de preço. Para 2014, segundo a Guy Carpenter , a indústria enfrenta excesso de capacidade e desafios de menor crescimento econômico e venda de seguro, bem como baixa rentabilidade dos investimentos e tendência de perdas maiores com catástrofes no longo prazo.

Bruno Motta assume o comando da JLT Brasil

A JLT Brasil anuncia o nome de Bruno Motta como o novo CEO da JLT Resseguros. Atuando desde de 2011 como Vice-Presidente de Contratos de Resseguros da JLT Re, Motta tornou-se um dos líderes do mercado e referência do segmento. Formado em Economia pela PUC-RJ e também em Engenharia de Produção, Bruno Motta tem mais de 17 anos de experiência na área de Resseguros tanto no ramo de corretagem de Resseguro como também em resseguradoras internacionais. O economista também possui grande experiência na área de riscos facultativos nas mais diversas áreas. Com a expectativa de dobrar de tamanho nos próximos três anos, a JLT Re vem investindo em capital humano e nas melhores práticas de governança corporativa para atingir seus objetivos.

Pessimismo com economia derruba índice de confiança dos seguradores

francisco galizaOs executivos das seguradoras encerraram o ano de 2013 com pessimismo, de acordo com a aferição do mês de dezembro do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES). “O principal motivo para esse valor foi a deterioração nas expectativas futuras das seguradoras com relação à evolução da economia brasileira”, explica o economista responsável pela avaliação realizada em parceria com a Revista Cobertura, Francisco Galiza.

Para 56% dos profissionais o crescimento da economia nos próximos seis meses será igual; 34% acreditam que irá piorar e 10% na melhora. Em novembro do ano passado, os executivos apontaram para 61%, 30% e 9% respectivamente. Já quanto à rentabilidade das seguradoras, 60% dos respondentes di sseram que será melhor, no mês anterior eram 63%; 21% apontaram a melhora em comparação aos 23% registrados anteriormente, e 19% avaliaram como pior, em novembro eram 14%. A perspectiva de faturamento das seguradoras será igual para 41% dos executivos, melhor para 40% e pior para 19%. No mês anterior, a proporção era de 50%, 39% e 11%.

No ramo automóvel, 71% afirmaram acreditar que será melhor e 29% igual. Segundo Galiza, ao analisar o ramo auto e comparar as perspectivas para 2014 com os resultados de 2013, a tendência inicial é que a taxa de crescimento não se altere.

Perspectiva semanal, segundo boletim da SulAmérica

sulamericaA agenda econômica nos Estados Unidos contempla importantes indicadores sobre a atividade econômica, que deverão pesar nas decisões dos investidores ao longo da semana. O principal destaque fica por conta da divulgação do relatório de emprego de dezembro, que tem sua importância aumentada, dado que é uma das principais variáveis seguidas pelo Fed para definir o ritmo da redução dos estímulos monetários.

De acordo com a mediana das projeções do mercado, a economia americana deve ter criado liquidamente 195 mil novos postos de trabalho no mês, com ligeiro recuo frente ao mês de novembro, quando foram criados 203 mil novos empregos. Destaque para o setor privado que, provavelmente, gerou cerca de 195 mil novas vagas no período (196 mil no mês anterior). Esse resultado encontra-se em linha com a expectativa de uma taxa de desemprego declinante, refletindo a melhora gradual do mercado de trabalho.

A taxa de desemprego deverá ficar no mesmo patamar observado em novembro (7%). Merece atenção a divulgação do ISM-serviços de dezembro, que deverá subir de 53,9 pontos em novembro para 54,5 no último mês do ano. Esse bom desempenho conjugado a excelente performance mostrada pelo ISM- manufatura do mês, divulgado na semana passada, é compatível com crescimento ao redor de 2,2% para o PIB do 4T13.

Outro evento relevante para os mercados será a divulgação da ata da reunião de política monetária (Fomc), realizada pelo Fed em dezembro passado. O processo de redução de compras de ativos começará a partir do mês corrente, ocorrendo na base de US$ 10 bilhões a cada reunião de política monetária, segundo as expectativas do mercado. Nesse passo, o “tapering” terminaria ao final do ano, elevando o balanço do Fed para US$ 4,5 trilhões em 2014 (US$ 3,9 trilhões em 2013). Além de ver confirmada essa expectativa, os agentes também buscarão antecipar o momento em que o Fed irá iniciar a alta das taxas de juros, que segundo o próprio Fed só
deverá ocorrer ao redor do final de 2015.

A China deve divulgar, ao longo da semana, as suas principais estatísticas econômicas referentes ao mês de dezembro. No campo dos preços, destaque para o índice de preços ao consumidor que deverá encerrar 2013 com inflação de 2,7% (2,5% em 2012), enquanto o índice de preços ao produtor deverá fechar 2013 com deflação de 1,3%, ligeiramente menor do que a verificada no ano anterior (-1,9%), configurando dois anos de deflação consecutiva. No front externo, serão conhecidos os números da balança comercial no período. Estima-se um superávit de US$ 32,9 bilhões no mês (US$ 33,8 bilhões em novembro), resultante de incremento de 5,2% nas exportações e 5,0% nas importações, quando comparadas a igual mês de 2012.

Na Zona do Euro, os dados devem continuar mostrando um ambiente de crescimento moderado e baixas taxas de inflação. A prévia do índice de preços ao consumidor de dezembro deve subir 0,9% em 12 meses, mesma variação registrada em novembro, permanecendo muito abaixo do objetivo de 2% perseguido pelo Banco Central Europeu (BCE). A taxa de desemprego de novembro deve ficar estável em 12,1%, nível ainda próximo das máximas históricas. Essa combinação de inflação baixa e desemprego elevado explica o compromisso do BCE em manter a postura expansionista, dando suporte à demanda interna. Nesse sentido, a reunião de política monetária do BCE, nesta semana, não deve trazer surpresas, mantendo as mesmas taxas de juros de empréstimos (0,25% ao ano) e de depósitos (0,0%). Diante do baixo dinamismo apresentado pela economia em um ambiente de baixas taxas de inflação, a autoridade monetária deve reafirmar a disposição de adotar medidas de estímulos em futuro próximo.

Resseguradoras devem encerrar 2013 com ganho menor

0085As resseguradoras devem apresentar lucro bem inferior em 2013 do que o registrado em 2012. Pelo menos é o que mostra a 10a. Edição do Terra Report, com dados consolidados do setor de resseguros brasileiro, até setembro de 2013. De acordo com o estudo da resseguradora local, que tem como acionista a Brasil Plural e o IFC, braço financeiro do Banco Mundial, nos três primeiros trimestres de 2013 as resseguradoras locais apresentaram lucro de R$ 29 milhões, revertendo o prejuízo apresentado no primeiro semestre, mas ainda distante do lucro de R$ 294 milhões registrado em igual período de 2012.

Internacionalmente, o ano de 2013 termina marcado por um baixo nível de sinistros catastróficos. Estimativas preliminares indicam perdas seguradas ao redor de US$ 40 bilhões, significativamente inferior a média anual de cerca de US$ 65 bilhões e longe dos picos de US$ 105 bilhões e US$ 101 bilhões presenciados, respectivamente, em 2005 e 2011. Neste ano nenhum furacão relevante atingiu a costa dos Estados Unidos. Parte significativa dos sinistros catastróficos foram decorrente de eventos considerados raros, como inundações na Europa Central e um tornado fora de época em Ohio, parte central dos EUA. “Resta saber o quanto o ano de 2013 pressionará as taxas de resseguro, em um mercado já considerado soft”, comenta Rodrigo Botti, diretor de riscos da resseguradora local Terra Brasis.

Entretanto, afirma o estudo, o setor enfrentou eventos naturais de grandes proporções em áreas de pouca cobertura da indústria de seguros. O super tufão Haykan desolou as Filipinas, com os ventos mais fortes jamais registrados de até 315 kph, tirando tragicamente a vida de pelo menos 6.000 pessoas e desabrigando cerda de 650.000. Menos noticiado, em 15 de fevereiro um asteroide explodiu na atmosfera sobre a Rússia com a energia estimada de 500,000 toneladas de dinamite, afetando mais de 1,000 pessoas ao redor da cidade de Chelyabinsk. Caso Haykan tivesse atingido a capital Manila ou se este meteoro tivesse atingido uma área metropolitana maior, o resultado de 2013 teria sido bem diferente.

“Os números do Mercado Brasileiro em 2013 até Setembro mostram uma ligeira melhora em relação a junho. Entretanto, tememos que esta melhora seja momentânea e os números do quarto trimestre de 2013 mostrem, uma vez mais, deterioração do mercado brasileiro”,comenta Botti. “Sabemos, dada nossa operação é também por informações de mercado, que uma série de sinistros de grandes proporções ocorreram no último trimestre de 2013. Com isso, não nos surpreenderia um aumento da sinistralidade do mercado e possivelmente uma piora no resultado do ano.

Segundo o estudo, o mercado local de resseguros já se firmou em termos de prêmio recebido e participação de mercado. “Acredito ser possível afirmar que o consenso entre seguradoras hoje é que a participação de resseguradoras locais adiciona valor a um painel e é uma salutar diversificação aos tradicionais mercados internacionais. A liquidação de eventuais sinistros de alto valor pode ser mais um teste a este novo mercado regional de resseguros que se consolida no Brasil.

Alguns destaques:

Nos doze meses findos em setembro de 2013, o volume do mercado brasileiro de resseguro (bruto de comissão) foi de R$ 7,5 bilhões contra R$ 6,46 bilhões do mesmo período do ano anterior, 16,1% de crescimento.

Neste período o volume de resseguro (bruto de comissão) emitido por resseguradoras locais foi de R$ 4,84 bilhões, frente aos R$ 4,22 bilhões registrados em igual período de 2012, 14,7% de crescimento.

Nos primeiros nove meses de 2013, o mercado local foi destino de 66% do volume de resseguro cedido pelo mercado brasileiro, contra 60% do mesmo período de 2012.

Em relação ao resseguro cedido nos primeiros nove meses de 2013, o IRB deteve uma participação de mercado de 36%, as outras resseguradoras locais 30% e as resseguradoras estrangeiras 34%.

No acumulado de doze meses findo em setembro de 2013, a sinistralidade do mercado ressegurador local ficou em 85%, frente a 90% dos doze meses findos em junho de 2013. O Combined Ratio ficou em 103%, uma vez que a diminuição da sinistralidade foi compensada por um custo maior de retrocessão.

O estudo completo pode ser acessado no portal da Terra Brasis.

Liberty Seguros fecha parceria com a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação

Release

A Liberty Seguros e a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) fecharam um convênio que irá proporcionar vantagens aos associados da entidade. Com a parceria, os empresários do segmento terão acesso às coberturas e serviços do Liberty Hotéis e Pousadas, produto desenvolvido especialmente para médias e pequenas empresas do mercado hoteleiro. Este seguro dispõe de uma série de coberturas especiais, tendo como básica a cobertura de Incêndio, além de assistência 24 horas com serviços gratuitos como encanador, eletricista, chaveiro, vidraceiro, recuperação de ventilador de teto e frigobar com mão de obra especializada, entre outros serviços.

Outra vantagem do produto é que os empresários contam com a praticidade da contratação por telefone por meio de uma central exclusiva. Dentre as coberturas especiais, destaque para a possibilidade de contratação de cobertura contra danos às bagagens de hóspedes dentro do hotel e contra roubo e/ou subtração de bens de hóspedes mediante arrombamento.

“O seguro é bastante acessível e o seu valor varia de acordo com o número de coberturas contratadas. Oferecemos mais de 30 opções de cobertura para cada segmento, além dos serviços que sempre são necessários aos segmentos de hotéis e pousadas”, explica Luiz Paladino, diretor de Riscos Patrimoniais Empresariais da Liberty Seguros.

A parceria é uma importante iniciativa tanto para a Liberty Seguros quanto para a FBHA. A federação é uma das maiores entidades do país e representa cerca de 61 sindicatos filiados e aproximadamente 940 mil empresas entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares. “Todos os empresários do setor associados à federação têm acesso facilitado a todas as coberturas do seguro e aos serviços de assistência, essenciais para a segurança dos estabelecimentos e de seus clientes”, afirma Paladino.

Seguro de vida é a modalidade de seguros com maior arrecadação de prêmios

logo_fenaprevi1Release

O mercado de seguros de pessoas, que engloba produtos como o seguro prestamista, seguro educacional e seguros de vida individual e em grupo, movimentou R$ 2,2 bilhões em outubro, valor 13,53% superior ao R$ 1,9 bilhão registrado no mesmo mês do ano anterior. O seguro de vida segue como a modalidade de seguros de pessoas com maior arrecadação de prêmios. A carteira de vida movimentou R$ 906,8 milhões no mês, alta de 18,14% frente a igual período de 2012, segundo levantamento da entidade. “O desempenho deste seguro está diretamente relacionado ao crescimento da renda do brasileiro e à importância do produto para manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro na família”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).

O auxílio funeral, produto que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, registrou o maior crescimento relativo no mês. Movimentou R$ 55 milhões, expansão de 233,09% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O auxílio-funeral é um produto que todos têm necessidade, independente da classe social. É um tipo de seguro que cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia”, explica o presidente da entidade.

No mês de outubro, o seguro contra desemprego e perda de renda foi outro produto com desempenho positivo. A modalidade somou R$ 5,5 milhões, 43,08% superior aos R$ 3,8 milhões registrados no mesmo mês em 2012. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, afirma.

O levantamento da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais obteve um bom desempenho em outubro de 2013. Contabilizou R$ 417,9 milhões em prêmios, alta de 16,91% em relação aos R$ 357,5 milhões alcançados em outubro de 2012.

Indenizações

No mês de outubro, os segurados receberam cerca de R$ 674,1 milhões em indenizações, 40,78% a mais do valor registrado no ano anterior, quando as seguradoras pagaram R$ 478,8 milhões às pessoas em forma de indenizações. “As indenizações demonstram a importância social do seguro. Ele proporciona proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e de seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).

Resultado Acumulado – Jan/Out de 2013

Na avaliação do resultado de janeiro a outubro o mercado de seguro de pessoas acumulou R$ 21,3 bilhões em prêmios. O resultado no período foi 18,09% maior que o verificado no mesmo período do ano passado.

Ranking das seguradoras por prêmios em outubro de 2013 – R$ 2,2 bilhões

Grupo BB/Mapfre (21,30%)

Grupo Bradesco (18,62%)

Grupo Itaú (12,31%)

Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (8,55%)

Grupo Caixa (4,86%)

Icatu Seguros (3,50%)

Grupo HSBC (3,40%)

Cardif do Brasil Vida e Prev. (3,38%)

Metropolitan Life Seguros e Prev. (3,35%)

Prudential do Brasil Seguros de Vida (2,17%)