Generali amplia cobertura de serviços extras do seguro auto

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Os segurados da Generali Brasil Seguros, que atualmente contam com a cobertura completa de vidros, faróis, lanternas e retrovisores, agora também poderão realizar serviços nos faróis e lanternas de Xenon e Led originais de fábrica. A ampliação é válida para todas as apólices da Generali em todo o País. O serviço será feito pela rede Autoglass, parceira escolhida pela seguradora.

“Buscamos sempre estar atentos às demandas do mercado e percebemos que o número de veículos com esse tipo de acessório vem crescendo. Acreditamos que essa ampliação oferece um serviço melhor e mais completo aos nossos segurados”, afirma Claudia Papa, diretora executiva comercial da Generali Brasil Seguros.

“Temos uma parceria muito importante com a Generali, uma vez que anualmente milhares de segurados utilizam nossos serviços da cobertura de vidros, faróis, lanternas e retrovisores”, afirma Eduardo Noronha, Account Manager na Autoglass. “Com a ampliação da cobertura, a Autoglass oferece todo o suporte na ocorrência do sinistro desse item que é tão importante para o veículo”.

Os serviços aos segurados da Generali Brasil Seguros serão executados por uma equipe de profissionais da Autoglass, altamente capacitada com as mais modernas tecnologias disponíveis no mercado e em conformidade com as normas de segurança do setor.

Tokio Marine registra crescimento de 38% no Seguro Auto em 2013

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A Tokio Marine Seguradora fecha o ano com expressivo crescimento no segmento de seguro de automóvel. A Companhia obteve desempenho 38% superior ao registrado no ano passado. O resultado se deve ao reconhecimento, por parte de Corretores e Assessorias, da grande evolução em produtos, serviços e operações da Seguradora. Para 2014, a expectativa da empresa é continuar crescendo bem acima da média de mercado.

“Implementamos diversas melhorias e novidades, o que contribuiu para que estivéssemos entre as companhias mais inovadoras. Nossa carteira de automóvel é a que mais cresce no mercado brasileiro entre as dez maiores seguradoras, pelo segundo ano consecutivo”, afirma o Diretor Executivo de Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman.

Entre os destaques da carteira neste ano estão as melhorias no sistema de Vistoria Prévia, Renovação Protegida Auto (sistema que fornece mais autonomia ao Corretor) e o Projeto Cotação Real Time, que permite que as tarifas sejam ajustadas de forma ágil, para que os Parceiros de Negócios ofereçam seguros da Tokio Marine com preços mais atrativos.

A Seguradora também oferece o Reparo de Para-choque, que está disponível para os clientes que optarem pelo serviço completo de vidros e que prevê a reparação do para-choque dianteiro ou traseiro, desde que a peça tenha sofrido danos decorrentes de colisão. Ainda em 2013, a Companhia lançou produtos específicos para Caminhões e Utilitários de Carga. Com foco nos caminhões leves, médios e pesados, pick-ups de carga e furgões, esses produtos são completos e oferecem vantagens exclusivas no mercado.

“Além do crescimento no ramo auto, tivemos um aumento no número de novos Corretores cadastrados, o que é um excelente indicador da qualidade de nossos produtos e serviços e da satisfação de nossos parceiros de negócio e clientes”, informa Goldman.

Catástrofes naturais custam 22,8 bi de euros ao mercado segurador

furacao-sandy-95Foram contabilizadas 880 catástrofes naturais em 2013, que causaram perdas econômicas no valor de 92 bilhões de euros (R$ 297 bilhões). Desse total, as seguaradoras pagaram 22,8 bilhões de euros (R$ 73,72 bilhões) aos clientes que tinham seguro. O número de catástrofes naturais diminuiu 4% em 2013, as perdas totais caíram 28% e as indenizações diminuíram 52% em comparação com 2012, segundo estudo divulgado pela resseguradora Munich Re.

De acordo com o relatório, os eventos mais caro do mundo em 2013 foram as tempestades de granizo na Alemanha no verão, com um prejuízo de danos segurados de 2,72 bilhões de euros (R$ 8,79 bilhões); o tufão Haiyan nas Filipinas, além dos tornados e fortes tempestades nos EUA em maio (1,323 milhão de euros ou R$ 4,26 milhões).

O estudo está no link http://www.munichre.com/en/media_relations/press_releases/2014/2014_01_07_press_release.aspx?ref=twitter

Investidores buscam seguro para perdas com riscos políticos

Depois de um 2013 bem complicado, os investidores estão mais ariscos ainda em 2014. E a razão para isso é simples: risco político. Isso torna o dinheiro escasso e caro, principalmente para países emergentes como o Brasil. As eleições, bem como comoções sociais, fraco crescimento do PIB, crédito caro e retomada da economia americana, atraindo os recursos antes direcionados para os emergentes, como Índia, Indonésia, África do Sul e Turquia, são os que mais preocupam os donos da grana.

No entanto, as oportunidades de negócios nesses países são imensas, especialmente no Brasil. Nesse cenário surge o seguro de risco político, um recurso capaz de estimular a coragem dos investidores em apostar em negócios locais. Segundo dados do Banco Mundial, o seguro de risco político movimentou cerca de US$ 100 bilhões em 2013 e deverá repetir o volume neste ano com a compra de apólice que garanta indenização para perdas geradas por quebra de contratos entre governos e empresas privadas, violência política e até mesmo expropriações.

AON Keith Martin 2Para falar deste tema, o blog Sonho Seguro entrevistou Keith Martin, consultor internacional da Aon Brasil. Veja abaixo os principais trechos da conversa.

Como a Aon vê o risco nos emergentes?

A Aon avalia os riscos políticos e regulatório em todos os países emergentes de forma contínua, com apoio da consultoria Roubini. O resultado é um Mapa de Riscos, que agora está on-line de forma interativa, podendo comparar 15 anos de resultados. Ele é composto tanto dos prêmios do seguro de risco político como também de análises realizadas pela Roubini.

Quais são os riscos?

Nos países emergentes, de forma geral, são cada vez mais complexos. O risco que mais cresceu nos últimos anos nestas regiões é de quebra de contrato pelo governo anfitrião – incluindo governos estaduais, provinciais e locais. Isso porque, de forma crescente, investimentos de infraestrutura são feitos via concessões ou PPPs (parcerias público-privado) de longo prazo. E, como muitos “casamentos de conveniência”, há objetivos diferentes dos dois lados. Adicionalmente, governos federais estão devolvendo a autorização de assinar contratos com investidores aos governos sub-federais (estados, municípios) sem, ao mesmo tempo, aumentar a arrecadação de impostos e outras fontes de renda dos mesmos.

O que mais impacta a probabilidade e severidade de risco?

O tipo de investimento (projetos de infraestrutura, energia e mineração, por exemplo, possuem risco mais alto); a nacionalidade do investidor; as relações com o governo anfitrião e/ou presença de um parceiro local; localização no país e medidas de segurança, treinamento dos expatriados; estrutura do investimento (ex: participação de um banco multilateral no financiamento); e impacto no meio-ambiente e nas comunidades locais.

O que podemos destacar do Brasil?

Apesar de o Brasil, de modo geral, ter apresentado um quadro relativamente tranquilo de riscos políticos e regulatórios, o pais recentemente sofreu um pequeno aumento do rating de risco no mapa da Aon e Roubini, de “medium-low” para “medium’.

Quais as principais preocupações dos investidores estrangeiros?

Os tumultos de 2013 (e a preocupação que eles possam voltar, ainda com mais força, em 2014, com a Copa e as eleições); os frequentes câmbios no marco regulatório de vários setores chaves: energia, mineração (novo código mineral), petróleo/pré-sal, e concessões de infraestrutura – e nas regras e tributação de investimentos e aplicações financeiras estrangeiras; bem como o rumo do real e das despesas públicas e, em conjunto, a vulnerabilidade do Brasil aos choques externos (fim de Quantitative Easing nos EUA, por exemplo).

Podemos dizer que o Brasil perdeu a oportunidade de crescer com os mundiais então?

Não. Vale ressaltar que o quadro do Brasil continua positivo, de modo geral. De um lado, o país possui uma grande estabilidade política e econômica (particularmente comparado com alguns países vizinhos). Do outro, apesar de ter outros países, como Chile, Peru e Colômbia, que têm implementado políticas pró-investidor, o Brasil também possui um mercado interno de 200 milhões – consideravelmente maior que esses países juntos.

Quem contrata?

Grandes empresas que têm exposição importante fora do país de origem. Existe, por exemplo, cobertura global, que pode proteger a carteira estrangeira inteira do investidor. Empreiteiras (incl. empreiteiras brasileiras) que querem proteger o seu patrimônio, incl. as suas maquinas contra vários riscos político. Empresas listadas na Bolsa de Valores que querem demonstrar aos acionistas que estão protegendo os ativos internacionais. Empresas nos setores de maior risco: infraestrutura, energia, mineração, petróleo e gás. Empresas menores investindo em países percebidos de serem de “alto risco”: Oriente Médio, África, alguns países da América Latina, alguns países da Ásia.

O que significa alto risco?

Alto risco quer dizer que não precisa ser somente de violência política; pode ser também de interferência política do governo.

E os bancos?

Muitas vezes, os bancos exigem o Seguro de Riscos Políticos, tanto para si como para os investidores nos projetos que eles estão financiando.

Qual o maior sinistro registrado nos últimos tempos nessa carteira?

Infelizmente, como o mercado privado de Seguro de Riscos Políticos é altamente sigiloso, não é possível ter uma resposta completa ou definitiva. Existem também seguradoras públicas – além de algumas instituições multilaterais, elas são agências ou empresas estatais. A grande maioria dos países importantes, como China, Índia, EUA e Alemanha, possuem tais instrumentos – mas não o Brasil. Essas seguradoras governamentais publicam informações sobre sinistros etc.

Mas deve haver um muito comentado e, portanto, público!

O maior caso individual conhecido no mercado é da termoelétrica de Dabhol, na Índia. A quebra de contrato pelo governo do Estado de Maharashtra, durante a construção do projeto de US$2,9 bi no início dos anos 2000 resultou em sinistros na casa de US$ 800 milhões. Outros casos chamativos foram os mais de US$500 mi de sinistros de violência política oriundos da breve guerra civil na Líbia, principalmente em lucros cessantes. (Durante a guerra civil, o fluxo de petróleo nos oleodutos foi interrompido por vários meses.) Também no Irã – pós-revolução (1979-1980). O novo governo islâmico expropriou uma grande gama de investimentos estrangeiros, particularmente dos EUA e do Japão, resultando em grandes perdas e sinistros.

O que o seguro de risco político cobre?

Há cinco coberturas no Seguro de Riscos Políticos, que podem ser contratadas juntas ou separadamente:
· inconvertibilidade e transferência da moeda, que inclui demora excessiva e não inclui desvalorização da moeda
· violência político inclui guerra, guerra civil, terrorismo, tumultos, greves, comoção civil e atos dolosos. Pode incluir tanto danos materiais como também lucros cessantes oriundos de tal atos.
· expropriação – inclui expropriação direta (exemplo: Repsol na Argentina) como também a “paulatina”, onde uma serie de ações do governo derruba o controle do investidor estrangeiro do investimento. Também considera todas as autoridades públicas – governos federal, estadual/provincial e local e, dependendo da estrutura, agências e empresas estatais.
· quebra de contrato – cobre qualquer obrigação direta do governo para com o investidor estrangeiro, seja de compra ou venda de serviços. Como exemplos podemos citar a inclusão de contrato de longo prazo de compra de energia; contrato de venda de gás ou água à empresa. Como em expropriação, a definição de “governo” inclui todas as autoridades públicas. Aqui não cobre obrigações e contratos entre o investidor estrangeiro e empresas privadas – só com o governo. Pode incluir, por exemplo, obras de construção, o “wrongful call” de garantias (performance bond, bid bond entre outros).

Como lidar com as disputas jurídicas?

Como a seguradora não quer entrar no mérito da disputa, já que, geralmente, o governo anfitrião alega algum mau desempenho do investidor para justificar a quebra, ela normalmente exige que o investidor ganhe na justiça/arbitragem primeiro. Se o governo se recusar a respeitar a decisão de arbitragem, a seguradora paga o sinistro e fica com os direitos do investidor, e vai tentar ressarcir do governo.

Há coberturas específicas para projetos de infraestrutura?

Sim, há a cobertura de Não-cumprimento de garantias soberanas. Essa cobertura geralmente só se aplica a projetos de infraestrutura e energia que se beneficiem de garantias do governo. Parecido com quebra de contrato, essa cobertura indeniza o investidor caso o governo anfitrião não honra – por qualquer motivo – uma garantia dada pelo mesmo. A diferença é que não há justificativa ou defesa do governo para não pagar. Com outras palavras, dispensa o processo de arbitragem. Se o governo não pagar por qualquer motivo, a seguradora paga e tentar ressarcir do governo em seguida.

Estudantes de Harvard visitam sede da Liberty Seguros

Liberty Fifa logoUm grupo de estudantes de MBA da Harvard Business School está no Brasil para um intercâmbio de conhecimento com a Liberty Seguros. Durante oito dias, os alunos farão um programa de imersão para conhecer as operações de negócios da empresa e participar de diversos encontros e discussões com líderes e gestores da companhia. Harvard é a mais antiga e prestigiada instituição de ensino dos Estados Unidos, a qual promove e estimula o contato com empresas inovadoras e pioneiras e seus segmentos para integrar ao ambiente acadêmico à prática dos negócios.

Argo lança aplicativo do seguro de RC para cliente acompanhar apólice pelo celular

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A Argo Seguros acaba de lançar uma novidade – o aplicativo Meu Protector para plataformas móveis IOS e Android. É o primeiro aplicativo de uma ferramenta de Responsabilidade Civil Profissional no mercado de seguros. O Protector já abrange 8 profissões, cubrindo erros e omissões causados por profissionais e escritórios e o app já está disponível para download gratuitamente na App Store e na Google Play.

São mais de 500 corretores cadastrados e 5 mil clientes segurados entre 8 profissões disponíveis pelo Protector: médicos, engenheiros, contabilistas, advogados, corretores de seguro, diretores e conselheiros de empresas, empresários e dentistas.

Através do aplicativo, tanto o corretor quanto o profissional que adquirir o Protector possuem uma série de facilidades de acesso às informações, transações e adesões de sua apólice contratada, alterações cadastrais, contando também com especialistas online que podem ajudar em caso de emergências devido à erros ou omissões profissionais.

Norton Glabes Labes deixará a presidência da Bradesco Capitalização em março e já tem novo endereço

norton glabes labesMorri. Como assim Norton Glabes Labes, que ama o que faz, vai se aposentar do cargo de presidente da Bradesco Capitalização porque atingiu a data limite estabelecida no estatuto social do grupo? Aonde vão encontrar alguém que lidera uma equipe como ele? Alguém que é querido pelo que é e não pelo cargo que tem? Alguém que é capaz de rodar quilômetros só para ajudar um conhecido mesmo tendo tantos compromissos corporativos, sociais e familiares?

Norton é uma espécie em extinção. Um cara comprometido com o que faz pelo simples fato de amar estar em companhia das pessoas. Inovou e não se cansa de buscar novidades para estar sempre conectado. Com a longevidade, é preciso criar alternativas para um estatuto social desse.

Enfim, há coisas que não entendemos, mas elas acontecem e nos cabe apenas aceitar. Tenho certeza de que todos sentirão muito não ter Norton por perto. Se é que ele não ficará por perto depois de 52 anos dedicados ao grupo. Ele fica na sua função de diretor presidente da Bradesco Capitalização até o dia 10 de março e a partir do dia 11 já estará em seu novo escritório. Ainda não sei o que significa isso, mas com certeza teremos novidades.

José Sérgio Bondin, diretor regional do banco, irá substituir Norton, ocupando o cargo de diretor gerente da Bradesco Capitalização. Norton deixa para Bondin uma companhia com faturamento de R$ 4,2 bilhões até novembro de 2013, crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. Uma companhia inovadora, com títulos atrelados a responsabilidade social. Boa Sorte aos dois em seus novos desafios.

Caixa Seguros compra Tempo Dental por R$ 133,5 milhões

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O Grupo Caixa Seguros assinou com a Tempo Participações um contrato para a aquisição da Tempo Dental, em uma operação no valor de R$ 133,595 milhões. A Tempo Dental é uma das maiores do ramo de seguro odontológico do país, com mais de 524 mil beneficiários e um faturamento aproximado de R$ 65 milhões acumulado até o 3º trimestre de 2013.

Esta nova aquisição, que aguarda a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), permitirá à Caixa Seguros complementar sua atividade de seguros saúde, em que atua desde 2011, e impulsionará ainda mais a venda de seguros massificados no Brasil.

“Mais de 20 milhões de brasileiros nunca tiveram a oportunidade de consultar um dentista. O potencial deste mercado é enorme”, afirma o diretor da Caixa Seguros Saúde, César Lopes. “Com a aquisição desta nova plataforma, pretendemos alcançar e suprir as necessidades dessa parcela da população, oferecendo atendimento de qualidade, a baixo custo, e uma ampla rede de profissionais em todo o país”, destaca.

A estratégia de compra de uma nova empresa reforça o objetivo do grupo de ampliar sua rede de distribuição, adquirir uma plataforma operacional e continuar atuando fortemente no segmento de seguros populares, tendo sido a primeira empresa brasileira a operar no ramo de microsseguros no Brasil.

Risco de acidentes domésticos com crianças aumenta durante férias escolares

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Longe da sala de aula e dos deveres de casa, as crianças aproveitam o tempo livre das férias escolares para fazer o que mais gostam: brincar e se divertir. Essa mudança na rotina, no entanto, pode gerar problemas, já que nessa época do ano os acidentes domésticos envolvendo essa faixa etária são mais frequentes. Mas, para que a animação da criançada esteja longe de qualquer perigo dentro do ambiente domiciliar, a SulAmérica oferece o Check-up Residencial Kids, serviço de segurança preventiva que garante maior tranquilidade e bem-estar aos segurados.

A assistência, válida para clientes do Plano Superior do seguro residencial, leva um profissional ao endereço solicitado para verificar cômodos, objetos, instalações elétricas e móveis que possam representar risco à vida das crianças. Essa precaução, segundo estatísticas, pode evitar 90% das fatalidades através de mudanças simples.

Além da probabilidade de ocorrências ser maior em épocas de recesso, o Ministério da Saúde também aponta para outro dado significativo. São registrados anualmente no Brasil cerca de 125 mil acidentes em residências com vítimas de até 14 anos de idade, levando à morte em 5 mil dos casos constatados.

“O retrospecto de acidentes abrangendo crianças em residências demonstra que o brasileiro precisa desenvolver mais a cultura de realizar a manutenção de móveis, objetos e instalações. As férias escolares não devem representar uma preocupação para os pais, mas sim uma oportunidade de ficar mais próximo dos filhos”, afirma Luís Alberto Mourão, diretor de Riscos Industriais e Comerciais.

Sobre o Check-up SulAmérica Residencial Kids

O Check-up SulAmérica Residencial Kids é oferecido em 18 estados e no Distrito Federal, destinado aos segurados do Plano Superior de Assistência 24 Horas do seguro residencial. O cliente solicita por telefone uma visita agendada na Central de Atendimento, de segunda a sábado, para que um profissional verifique se há riscos para crianças no ambiente doméstico. O prestador verifica móveis, instalações e objetos de todos os cômodos da casa e realiza a instalação de protetores de tomadas, além de fazer o remanejamento de móveis. Ao identificar os pontos mais perigosos e que necessitem de reparo, são indicadas as adaptações para evitar acidentes.

Prudential do Brasil apoia ONGs da Rocinha

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A Prudential do Brasil terminou o ano de 2013 promovendo melhorias em três projetos socioeducacionais da Rocinha, uma das comunidades mais conhecidas do Brasil, localizada no Rio de Janeiro. A ação visa incentivar a vida escolar de mais de 250 crianças. Para isso, a seguradora forneceu uma quantia em dinheiro às instituições Centro Social E Aí Como É Que Fica, Grupo Comunitário Maria Maria e a Casa Espírita Maria de Nazaré.

Atenta às carências sinalizadas por duas destas instituições, a seguradora entregou ainda kits escolares individuais para os estudantes, de até 12 anos, incluindo mochila, lancheira, cadernos, livros e também itens de papelaria para uso coletivo que são necessários para a funcionalidade do Grupo Comunitário Maria Maria. E também presentes de natal para as crianças desta instituição e do Centro Social E Aí Como É Que Fica.

Para isso, a Prudential utilizou 1% do valor total dos prêmios do mês de setembro, resultantes do produto Dotal Criança. Esta iniciativa é realizada anualmente pela companhia, que nos dois últimos anos beneficiou crianças das comunidades do Cerro Corá e Dona Marta com ações em prol da saúde infantil, focadas em higiene bucal e vacinação, respectivamente.

“A responsabilidade social é um dos grandes valores da Prudential do Brasil. Temos como norte os oito Objetivos do Milênio, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Acreditamos muito no impulso e apoio à educação de crianças e jovens para que possam se desenvolver, concluir seus estudos e garantir um ingresso mais promissor no mercado de trabalho”, diz Fernando Pinto, vice-presidente de Operações da Prudential do Brasil.

Sobre as instituições

As instituições destacam-se por fazer a diferença na comunidade em que atuam. O Centro Social E Aí Como É Que Fica tem como objetivo beneficiar e assistir administrativa, cultural e socialmente cerca de 60 crianças da Rocinha. O Grupo Comunitário Maria Maria mantém uma creche comunitária, que produz atividades educacionais, culturais e recreativas para mais de 60 crianças, de acordo com as necessidades identificadas. A Casa Espírita Maria de Nazaré, que atende aproximadamente 140 crianças da comunidade, promove o estudo e a prática da doutrina espírita e presta serviços de assistência e promoção social à população de baixa renda.