Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo firma parceria com a Amil para aproximação com o segmento de saúde

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Aproximar seus associados de lideranças e empresas importantes do mercado de seguros é uma das principais ações do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP). O almoço promovido no dia 11 de fevereiro trouxe como convidado especial Norberto Birman, responsável pela área Corporativa da Amil Assistência Médica Internacional.

Respondendo a perguntas dos corretores de seguros, Norberto Birman explicou as dificuldades que todo o mercado encontra para comercialização de plano de saúde individual. “Quem conhece a história da Amil sabe o quanto nós gostamos dos planos individuais, houve uma época que a comunicação da empresa era pautada nesse nicho. Temos a ideia de retornarmos a esse segmento, a questão crítica é o marco regulatória. Desde que o sistema passou a ser regulado pela ANS, a autarquia passou a limitar os reajustes aos consumidores com valores abaixo da inflação médica que, lamentavelmente, custa muito. Há pessoas que ficam muitos dias na UTI, o que é caríssimo aos planos”.

Para Birman, a evolução da medicina tende a encarecer os custos, mas é necessária. Por isso, é preciso encontrar formas de minimizar esses impactos. “Nos EUA, a United Health (empresa à qual a Amil passou a integrar em 2012), criou parcerias para garantir o atendimento para as pessoas acima de 65 anos. Por exemplo, parceria com o sistema do governo, no qual o cliente contrata um plano básico e, se quiser um superior, contribui. Essa é uma das maneiras de se atender hoje a terceira idade”. Ele também ressaltou a vantagem em ter estrutura de hospitais e serviços próprios.

Sobre a contribuição que pode ser dada pelos corretores de seguros, Norberto Birman mais uma vez frisou a importância de trabalhar em parceria. “Temos que nos aproximar, como estamos fazendo hoje. Estamos junto para capacitá-los e treiná-los dentro do produto saúde, que é um seguro necessário, pois a saúde pública ainda vai ter problemas por muitos anos”.

Ele afirmou estar fazendo um trabalho para buscar maior aproximação, ou reaproximação, com o canal corretor de seguros. “Temos uma gratidão eterna pelos corretores que comercializam planos de saúde, foi graças a eles que nós chegamos a essa carteira de 7 milhões de clientes. Nós entendemos que o mercado tem todos os grupos de relacionamento, e os corretores detêm uma carteira extremamente importante de clientes, que muitas vezes estão alojados em outros ramos mas, talvez por falta de aproximação com o grupo Amil, não tiveram a oportunidade de conhecer nossos produtos. Esperamos que 2014 seja um marco em nossas relações comerciais”.

O mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari, afirmou que pelos corretores de seguros existe o interesse na continuidade dessa aproximação e sugeriu um trabalho em parceria. “Temos aqui alguns profissionais da área de saúde, e eu gostaria de convidar esses corretores especialistas a montar um roteiro de trabalho para apresentar à Amil, já acertado com o Norberto, para unirmos as experiências. Nessa aproximação também vamos destacar as oportunidades no segmento de odontologia. Com a contribuição dos corretores de seguros especialistas todos têm a ganhar para o crescimento do mercado”

Fortalecimento do empreendedorismo será o foco da 3ª Convenção Nacional da Lojacorr

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O atual momento de evolução dos corretores de seguros será o enfoque principal da 3ª Convenção Nacional da Lojacorr, nos dias 14 e 15 de março, no Paraná Clube, em Curitiba (PR). A partir de sugestões dos corretores acionistas foi o escolhido como lema do evento “Empreender para crescer. Juntos somos mais fortes”, representado graficamente pela logomarca que reúne na forma de elos a Lojacorr, o acionista e a seguradora.

Para Diogo Arndt Silva, vice-presidente da Lojacorr S.A., a categoria está atravessando, um momento único e repleto de excelentes oportunidades e o fortalecimento do empreendedorismo do grupo será uma forma de alavancar o desenvolvimento do mercado. “Este momento de mudança está alinhado com o novo modelo de negócios da Lojacorr, que também se aprimora e evolui constantemente para oferecer aos seus acionistas o ambiente necessário para o seu crescimento”, afirma.

Segundo André Ogliari Duarte, diretor administrativo financeiro da Lojacorr, já estão adiantados os preparativos para a convenção, que reunirá em dois dias de evento cerca de 400 corretores acionistas, com atuação em cinco estados brasileiros (os três do Sul, além de São Paulo e Distrito Federal), e seguradores. No primeiro dia de convenção, nos painéis “Momento com o mercado”, os corretores terão a oportunidade de estreitar o relacionamento com seguradores e saber das novidades de mercado.

Já estão confirmadas as presenças do diretor comercial da Bradesco Auto/RE, Marco Antonio Gonçalves, do vice-presidente da HDI Seguros, Flávio Rodrigues, do diretor geral da Mapfre, Dirceu Tiegs, do atual presidente da Marítima Seguros, Francisco Vidigal Filho, do presidente da Centauro Vida e Previdência, Ricardo Iglesias Teixeira, e do diretor regional Sul da Allianz Seguros, Eduardo Grillo. A palestra Magna “Empreender para crescer” será proferida por Samy Hazan.

Além de palestras e atividades em grupo, também estão programados eventos sociais, como o jantar patrocinado pela Allianz Seguros, o almoço patrocinado pela Bradesco Seguros, o brinde com os acionistas e a tradicional festa de entrega do Novo Troféu Referência Nacional aos corretores e seguradores destaques de 2013. A convenção será encerrada com o show musical de Rogério Cordoni (Elvis cover) apresentador do programa “O Rei Visita”.

A 3ª Convenção Nacional Lojacorr S.A. tem o patrocínio das seguradoras: (categoria Ouro Allianz, Bradesco, Centauro, HDI, Mapfre e Yasuda / Marítima; (categoria Prata) Chubb, Icatu e Tokio Marine.

“Semana Del Seguro” na Espanha recebe secretário-Geral da FIDES

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Nos próximos dias 18 e 20 de fevereiro acontece, em Madri, na Espanha, a tradicional “Semana Del Seguro”. Em sua 21ª edição, o encontro reúne profissionais de diversas partes do mundo e tem como objetivo analisar o setor de seguros internacional, compartilhar práticas da indústria seguradora espanhola e abordar tendências do mercado.

Pelo segundo ano consecutivo, o evento abre espaço para um fórum ibero-americano. Sob o tema “Hacia un desarrollo compartido” (rumo ao desenvolvimento compartilhado), o encontro desse ano acontecerá no dia 19 de fevereiro, das 9h30 às 14h, e terá, entre outros congressistas, o secretário-Geral da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), Raúl de Andrea.

Para Marco Antonio Rossi, presidente da Federação e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o fórum ibero-americano é uma ocasião importante para troca de experiências. “Encontros como esse são fundamentais para estimular o debate sobre os desafios do setor de seguros na América Latina e seus impactos no desenvolvimento econômico da região”, avalia Rossi, ressaltando que a América Latina está experimentando um crescimento econômico sem precedentes, impulsionado, principalmente, por países como Brasil, México, Colômbia e Peru. “Em 2012, a região foi responsável por um universo de mais de 550 milhões de pessoas e aproximadamente US$ 130 bilhões em vendas de seguros ao ano”, conclui.

Participam ainda do Fórum a presidente da Associação Empresarial do Seguro na Espanha (UNESPA), Pilar González de Frutos; o presidente da Mapfre América, Rafael Casas; o diretor-Geral da Associação Mexicana de Instituições de Seguros (AMIS), Recaredo Arias; entre outros. Mais informações sobre o II Fórum ibero-americano da “Semana Del Seguro” em: http://semanadelseguro.inese.es/ii-foro-iberoamericano-hacia-un-desarrollo-compartido/

Sobre a FIDES:

Com mais de 50 anos de experiência em assuntos da área securitária, a Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) é representada por 18 países da América Latina, Estados Unidos e Península Ibérica, tendo como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado, defendendo a iniciativa privada e padrões éticos e técnicos em todas as atividades relacionadas ao setor.

Além do Brasil e da Espanha, participam da FIDES: Argentina, Chile, Bolívia, Colômbia, Equador, Costa Rica, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru, El Salvador, Paraguai e Venezuela.

Porto Seguro divulga lucro de R$ 1,4 bilhão em 2013

Porto-Seguro-logoA Porto Seguro divulgou hoje lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no ano de 2013, beneficiado pelo processo da causa tributária COFINS para as empresas Porto Cia e Porto Vida e Previdência, com impacto positivo líquido de R$ 702 milhões, gerando ROAE de 25,7%. O volume de prêmios atingiu R$ 11,5 bilhões, avanço de 19,8% em relação ao faturamento de 2013. A frota segurada das 3 marcas cresceu aproximadamente 400 mil itens no ano.

Principais Destaques do balanço da Porto Seguro

Crescimento das receitas totais de 15% no 4T13 e 2013, em comparação ao mesmo período do ano anterior Aumento de 20% nos prêmios auferidos de seguros no 4T13 e 2013

Lucro Líquido recorrente no 4T13 de R$ 233 milhões (-8%) e de R$ 711 milhões (+1%) em 2013 (sem business combination) e Lucro Líquido total de R$ 933 milhões no 4T13 e R$ 1,4 bilhão no ano (incluindo o ganho da causa tributária Cofins)

ROAE recorrente de 21,0% (-3,2 p.p.) no 4T13 e de 16,5% (-0,8 p.p.) em 2013 (sem Business Combination) e ROAE total de 66,6% no 4T13 e 25,7% no ano (incluindo o ganho da causa tributária Cofins)

Índice Combinado de seguros de 96,4% (-0,3 p.p.) no 4T13 e de 96,0% (-3,0 p.p.) em 2013
Ajustando (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o Lucro Líquido recorrente alcançaria R$ 241 milhões (+6%) no 4T13 e R$ 758 milhões (+23%) em 2013, o ROAE atingiria 21,4% (-0,5 p.p.) no trimestre e 17,6% (+2,3 p.p.) no ano, na mesma base de comparação

Índice DA (despesas administrativas) de seguros alcançou 16,5% (-0,6 p.p.) no 4T13 e 15,7% em 2013 (-0,9 p.p.)

O Resultado Financeiro do 4T13 foi de R$ 126 milhões (-45% vs. 4T12) e de R$ 494 milhões no ano (-48% vs. 2012) – rentabilidade 1 foi de 1,99% (86% do CDI) no 4T13 e a rentabilidade total atingiu 6,33% (79% do CDI) em 2013 (ex previdência)

Mensagem da Admiistração

Encerramos o quarto trimestre e o ano de 2013 apresentando um satisfatório crescimento de prêmios com uma significativa redução na sinistralidade, favorecidos por uma estratégia focada na recomposição das margens, melhoria nos critérios de seleção de riscos e expansão regional. No mercado de seguro de automóvel a competição permaneceu estável, colaborando para o nosso crescimento de itens segurados (a frota segurada cresceu cerca de 400 mil veículos no ano). Além disso, o resultado operacional recorrente de 2013, superou em mais de 2 vezes o valor do ano anterior, compensando uma menor receita financeira no período.

Os prêmios auferidos totais aumentaram 20% e as receitas totais recorrentes da Companhia cresceram 15% no trimestre e no ano, com destaque para os produtos de automóvel, em especial à Azul que em 2013 cresceu mais de 30% e obteve a menor sinistralidade dos últimos 7 anos (redução de 11 p.p.). A marca Itaú também evoluiu, apresentando um incremento anual de prêmios de 21% com uma redução de 6 p.p. na sinistralidade, a menor desde 2009, quando ocorreu a associação do Itaú com a Porto Seguro.

Na operação de seguros, o índice combinado atingiu 96,4% no 4T13 e 96,0% no ano, ambos apresentando queda em relação ao ano anterior, basicamente influenciados pela redução na sinistralidade dos produtos de automóvel e patrimonial. Também tivemos redução no índice de despesas administrativas, que recuou aproximadamente 1 p.p. no ano, ratificando a nossa busca de melhoria de eficiência operacional.

Nas empresas financeiras e de serviços as receitas cresceram 24% no trimestre e 30% no acumulado do ano, impulsionadas tanto pelas receitas de serviços quanto pelas operações de crédito (cartão de crédito e financiamento). A participação dessas empresas alcançou 19% do lucro total da Companhia em 2013, um acréscimo de 4 p.p. em comparação com o ano anterior.

Por outro lado, o resultado financeiro apresentou uma queda de 45% no trimestre (vs. 4T12), principalmente em função dos movimentos adversos relacionados às estratégias de juros e renda variável, e também em função da base de comparação com o resultado de 2012 (133% do CDI). Excluindo os recursos previdenciários, a rentabilidade no trimestre foi de 1,99%, correspondendo a 86% CDI e de 6,33% (79% do CDI) em 2013.

Neste contexto, o lucro líquido recorrente do 4T13 foi de R$ 233 milhões e no ano de R$ 711 milhões, sendo que ROAE atingiu 21% e 16,5% respectivamente. Ajustando-se (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o ROAE seria de 21,4% no trimestre e 17,6% em 2013. Neste trimestre foi deferido o processo da causa tributária COFINS para as empresas Porto Cia e Porto Vida e Previdência, com impacto positivo líquido de R$ 702 milhões. Adicionado esse efeito ao lucro líquido da Empresa, o lucro líquido total de 2013 foi de R$ 1,4 bilhão e o ROAE atingiu 25,7%.

Inauguramos o novo prédio do complexo matriz com capacidade para até 2,5 mil pessoas, incrementamos a estrutura operacional com a expansão de centros automotivos e centros de atendimento a sinistros, proporcionando mais conveniência aos clientes. Iniciamos as atividades do Porto Seguro Serviços Avulsos (serviços de conveniência para clientes e não clientes) e da Porto Seguro Conecta (operadora de telefonia móvel da Porto Seguro).

Finalmente, nossos agradecimentos a todos os funcionários, prestadores e corretores de seguros que trabalharam com dedicação e comprometimento no ano de 2013. Prosseguiremos com nossa estratégia de crescimento com rentabilidade, buscando alavancar a nossa marca nos diversos segmentos e canais onde atuamos.

Mongeral Aegon lança Universidade Corporativa com Fundação Dom Cabral

mongeral aegon molinasA Mongeral Aegon lançou hoje a Universidade Corporativa em parceria com a Fundação Dom Cabral, instituição eleita como a melhor da América Latina em 2013, e em 16º lugar entre as 50 melhores do mundo pelo ranking de Educação Executiva pelo ranking elaborado pelo Financial Times. “A educação da Mongeral Aegon é que vai nos levar a estar entre os melhores”, afirmou Patrícia Campos, superintendente de desenvolvimento comercial, logo após Carla Muniz, superintendente de Recursos Humanos ter feito o lançamento da Escola de Gestão e Liderança durante a abertura da 1a. Convenção Anual da Mongeral Aegon, que reúne cerca de 700 pessoas em um hotel em Foz do Iguaçu, famosa pelas Cataratas do Iguaçu, um dos locais mais lindos do mundo.

“Temos aqui um cenário ideal para discutir as estratégias para enfrentarmos os desafios de levar o seguro de vida a um número maior de famílias. Precisamos elevar a participação deste segmento no Brasil para patamares compatíveis com o desenvolvimento da economia brasileira”, diz Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon.

Perto de completar 180 anos, a Mongeral entrou em uma nova fase em 2009, quando se uniu ao grupo Aegon, um dos maiores grupos seguradores do mundo, com operações em mais de 20 países, 47 milhões de clientes e ativos sob gestão de mais de 450 bilhões de euros. A parceria possibilitou investimentos signficativos, levando a seguradora a ser hoje uma das dez maiores seguradoras independentes do país, com mais de 700 mil clientes e faturamento de mais de R$ 650 milhões. “Há pouco tempo éramos em 100. Hoje somos mais de 700 funcionários unidos no desafio de afinar nossas estratégias para trabalharmos em parceira e crescermos cada vez mais”, comenta Helder Molina, CEO da companhia.

A Universidade Corporativa é o resultado das diversas ações que a companhia tem feito de mapeamento de processos e competências, que ajudaram a identificar as necessidades de treinamento e desenvolvimento profissional. Com isso, além e atualizar os programas de treinamentos que a Mongeral Aegon desenvolve, foi possível criar uma nova metodologia de ensino, com treinamentos agrupados em quatro grandes escolas: Escola de Gestão e Liderança, Escola de Negócios e Escola de Administração e Serviços.

A partir disso, será possível desenvolver e capacitar os profissionais de acordo com cada habilidade mapeada pelo processo interno, segmentado por níveis profissionais e áreas de atuação. As escolas possuem três níveis de treinamentos, que serão disponibilizados para cada funcionário, de acordo com sua área de atuação, competências e habilidades específicas que precisem ser trabalhadas. São eles: formação, capacitação e desenvolvimento. Os treinamentos serão ministrados por meio de cursos presenciais e e-learning, utilizando uma plataforma de ensino à distância desenvolvido para a companhia.

Prestum faz levantamento sobre seguro de carro para portadores de deficiência

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Já faz mais de uma década que o seguro de carro para portadores de deficiência física foi lançado no Brasil pela seguradora Phoenix, entretanto, ainda que exista um esforço por parte das seguradoras em incluir o portador de deficiência no mercado segurador o produto ainda não é tão popular quanto deveria (ou poderia) ser. Por isso, o portal Prestum Seguros realizou um levantamento das seguradoras que oferecem este seguro.

A Porto Seguro, por exemplo, oferece seguro auto para pessoas portadoras de deficiência física que sejam oscondutores principais do automóvel e apresentem um laudo médico emitido por organizações de trânsito como o Detran. Entre seus benefícios, estão a oferta de um carro adaptado por sete dias em caso de sinistro, assistência 24 horas com direito à troca de pneus, descontos na adaptação do carro, entre outros.

Já o Grupo BB e Mapfre também tem seguro para portadores de deficiência que não difere muito do seguro comum. “O seguro de automóvel para portadores de deficiência possui todas as coberturas e serviços do produto tradicional”, explica Sérgio Barros, diretor de Produto de Automóvel da companhia.

O seguro de carro do Grupo BB e Mapfre inclui a cobertura de danos à pintura do carro, a Assistência Auto+Casa – com serviços de chaveiro, encanador e eletricista para emergências na casa do cliente – e o recurso “Motorista Mais” – transporte gratuito do cliente e do seu veículo até sua residência caso não esteja em condições de dirigir.

Para contratá-lo, só é preciso informar a seguradora de que o veículo foi comprado com isenção de impostos. Assim, a empresa poderá calcular o valor da indenização e do preço do seguro de acordo com o valor do carro pago pelo cliente.

Para Barros, esse é um segmento com bastante potencial para as seguradoras. “É um segmento que tem crescido nos últimos anos. As seguradoras têm feito o seu papel para inclusão dos portadores de deficiência no mercado segurador. Por isso, estamos frequentemente pesquisando novas coberturas e serviços para atender estes clientes.”

“A criatura superou seu criador”, diz Safra ao iniciar cobertura da BB Seguridade

infomoneyAs seguradoras estão com tudo, como mostra o relatório do Safra sobre a BB Seguridade e a troca de papéis do Santander, tirando de sua carteira Vale, Localiza e Vale para incluir SulAmérica Porto Seguro e Itaú Unibanco, informa o portal InfoMoney. Realmente vale a leitura do post produzido pela equipe do portal com base no relatório divulgado pela Safra Corretora.

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SÃO PAULO — A Safra Corretora iniciou a cobertura das ações da BB Seguridade com recomendação Outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 27,30 para 2014 — o que indica um potencial de valorização de 11,43% com base no fechamento da última terça-feira (11).
“A criatura superou seu criador” é o título do relatório, em referência ao Banco do Brasil, já que a BB Seguridade é o braço de seguros, previdência e capitalização do banco estatal.

Para justificar a recomendação de compra, os analistas destacam a combinação entre crescimento sólido, dividendos fortes, posição competitiva única e perspectivas de fluxo positivo de notícias, o que justifica, segundo eles, o valuation atual de 16,2x P/L14. “Sabemos que algumas pessoas pagam mais por metade das qualidades acima”.

Entre outros pontos positivos da companhia, os analistas ressaltam a forte concentração bancária no país, que protege os produtos de seguros da BB Seguridade contra a concorrência e os torna mais rentáveis. Além disso, afirmam que esses produtos ainda detêm baixos níveis de penetração e perspectivas de crescimento atraentes, principalmente os mais atrelados ao crédito.

O Safra também afirma que o segmento de corretagem potencializa a capacidade de receita do BB Seguridade, além de deter todos os pontos positivos implícitos em tal segmento (asset light, alta geração de fluxo de caixa, baixo risco regulatório). Outro ponto favorável é a geração de caixa elevada, assim como a distribuição de dividendos (pay-out de 80%).

O relatório aponta ainda que o fluxo de notícias para 2014 é “aparentemente calmo, com riscos regulatórios e de competitividade menores que em outras companhias de serviços financeiros”.

Os principais riscos Para a equipe de research do Safra, o Banco do Brasil não apenas representa a principal fonte de rentabilidade para BB Seguridade, mas também sua principal fonte de risco. “A máquina de BB Seguridade não funciona sem o enfoque do Banco do Brasil na venda de seguros, podendo criar conflito de interesse com outros produtos do banco no futuro”, afirmam.

Eles também apontam que alguns produtos, como seguro de vida puro, previdência e títulos de capitalização, podem ser impactados pela “deterioração do cenário macroeconômico, uma vez que tais produtos dependem da renda disponível dos clientes”.

Por fim, a equipe lembra a recente revisão para cima por parte do consenso de mercado para 2014, o crescimento de EPS está, no momento, em 28%, estreitando o espaço para surpresas positivas e abrindo caminho para uma certa decepção.

Brasilcap encerra 2013 com 63% de crescimento nas vendas

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A Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização, fechou 2013 com um crescimento de 62% no faturamento em relação a 2012, atingindo a marca de R$ 6,3 bilhões. O crescimento superou a média do mercado. Somente em junho, a companhia faturou R$ 1 bilhão, recorde histórico em períodos mensais. Na liderança pelo 17º ano consecutivo, a companhia registrou lucro líquido de R$ 132 milhões. Nas reservas técnicas, a Brasilcap registrou R$ 9,5 bilhões, uma alta de 47% em relação ao ano anterior. Já o valor dos ativos totais alcançou R$ 10,4 bilhões, crescendo 43%.

Outro grande destaque do ano foi a expressiva distribuição de prêmios, a maior em seus 18 anos de história. Foram R$ 149 milhões distribuídos para 31,2 mil títulos em todo o País. O valor ultrapassa em 34% o número de 2012. São Paulo liderou os valores das premiações entre os Estados, com R$ 18,5 milhões. Os paulistas foram seguidos pelo Rio Grande do Sul (R$ 16 milhões), Minas Gerais (R$ 13,9 milhões), Distrito Federal (R$ 11,1 milhões) e pelo Rio de Janeiro (R$ 10,2 milhões). Desde 1995, ano de sua fundação, a Brasilcap já distribuiu R$ 1,2 bilhão para 485 mil títulos. O Cap Fiador também teve sua expansão consolidada em todo o País. O título, que funciona como alternativa atraente de garantia locatícia, intensifica negócios para fora do canal Banco do Brasil e continua sua trajetória de crescimento.

A Brasilcap obteve outras vitórias em 2013. A Companhia recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Certificado Empresa Cidadã, conferido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ). A Brasilcap também foi lembrada no anuário Valor 1000, do jornal Valor Econômico, como a maior empresa de capitalização do País. Por fim, a Companhia conquistou ainda dois importantes troféus em 2013: Segurador Brasil (Categoria “Segurador Solidário”, por suas ações de responsabilidade socioambiental) e Marketing Best 25 Anos (como uma das 40 marcas que mais se destacaram desde que o prêmio foi criado).

IIS anuncia programa do 50º seminário anual

O programa do 50º Seminário Anual da International Insurance Society, que acontecerá em Londres entre 22 e 25 de junho deste ano, inclui palestras de alguns dos mais respeitados líderes do setor, como Dominic Casserley, do Willis Group, Evan Greenberg, da Ace, Nikolaus von Bomhard, da Munich Re e Inga Beale, a primeira mulher CEO do Lloyd´s desde a sua fundação.

O programa inclui temas com foco no impacto da ciência e da tecnologia no nosso setor, como: Seguro de Vida em tempo de mudanças tecnológicas velozes; seguro digital; avanços da ciência e tecnologia e implicações para o setor de seguros; aproveitando o poder do Big Data.

As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site www.iisonline.org

Brasilprev tem lucro líquido de R$ 582 milhões em 2013

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A Brasilprev Seguros e Previdência S.A., uma das maiores empresas de previdência privada aberta do Brasil e única especialista nesse mercado, divulga seus resultados financeiros de 2013. A companhia, que celebrou 20 anos de atuação no ano passado, atingiu o lucro líquido de R$ 582,5 milhões no período, valor 20,3% maior que o registrado em 2012. Já a carteira de ativos sob gestão encerrou o ano com R$ 84,6 bilhões, número 25,1% maior que o do ano anterior.

A despeito do cenário econômico adverso apresentado em 2013, a Brasilprev manteve seu crescimento. A arrecadação total da empresa foi de R$ 23,2 bilhões, valor 27,0% maior que o registrado em 2012. Os planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) compõem grande parte deste montante: R$ 20,4 bilhões – 29,7% a mais que o número do ano anterior, enquanto na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) o valor foi de R$ 2,3 bilhões, 11,8% acima que 2012. Neste contexto, a Brasilprev também manteve a liderança em captação líquida do mercado, conquistada em 2008, somando R$ 13,8 bilhões no ano e registrando market share de 54,8%.

“A boa performance da companhia no ano que passou é resultado da preocupação constante em oferecer produtos acessíveis e flexíveis – que atendem a diferentes perfis de investidores –, bem como garantir a satisfação dos participantes ao longo de todo o ciclo que permanecem como clientes, que começa no momento da busca pelo produto e vai até a concessão do benefício”, afirma Nelson Katz, diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev.

Brasileiros ganham visão de longo prazo

Katz comenta que o crescimento contínuo, tanto da indústria de previdência privada como da Brasilprev, revela que a população brasileira está mais consciente da necessidade de poupar para o longo prazo. “Pela primeira vez, registramos que a maior parte do volume arrecadado no ano, 55%, foi destinado para a tabela regressiva de tributação, o que comprova que os brasileiros estão ganhando visão de longo prazo e que estão mais conscientes da importância de poupar recursos para garantir independência financeira e viabilizar projetos de vida”.