Zurich reconhece as melhores ideias e festeja a 1ª edição do Prêmio Inovadores

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça, presente no Brasil há mais de 30 anos, revela os vencedores da 1ª edição do Prêmio Inovadores General Insurance Brasil, um concurso que reconheceu e premiou as melhores práticas sugeridas e aplicadas pelos colaboradores do ramo de Seguros Gerais e Área Compartilhada da Zurich Seguros no Brasil.

A primeira edição do Prêmio teve 19 projetos inscritos, vindos de colaboradores de várias regiões do Brasil onde a seguradora atua. Todos passaram por criteriosas avaliações dos gestores diretos e, em seguida, os projetos foram apresentados a uma banca especializada composta por Andrea Milan, superintendente de Recursos Humanos da joint venture Zurich-Santander, Andrea Moreira, sócia-diretora da Yabá consultoria em gestão sustentável, Consuelo Cassella, da Falconi Consultoria de Resultado, a jornalista Denise Bueno, e ainda Juliano Dutra, gerente de Sinistros Sênior da joint venture Zurich-Santander.

“O Prêmio Inovadores GI [General Insurance] foi criado para dar destaque para os heróis anônimos da Zurich Seguros. Esses colaboradores são a prova maior de que boas ideias devem ser divulgadas e de que é possível criar práticas que tragam melhorias para os processos internos, impactando positivamente em produtividade, na parte financeira, para os colaboradores e principalmente para os clientes, que estão sempre no centro de todas as ações da seguradora”, disse Marcelo Bandeira, head de Comunicação Corporativa da Zurich Seguros para o Brasil, líder e organizador do Prêmio.

“O sucesso da 1ª edição do Prêmio demonstra que os colaboradores da Zurich Seguros estão trabalhando muito para desenvolver soluções pensando no cliente e nos corretores, colaborando ativamente para o crescimento sustentável da empresa”, ressalta.

VENCEDORES – O grande vencedor da 1º edição do Prêmio Inovadores em General Insurance uniu otimização dos processos, ganhos na produtividade e sustentabilidade. Daniel Cunha, gerente de Sinistros da Zurich Seguros, responsável pelo projeto “Atendimento aos Sinistros Garantia Estendida – Estofados”, explica que a união dos setores de sinistros e de tecnologia foi essencial para o sucesso.

sofa quebrado“Nosso objetivo era ampliar a qualidade do atendimento ao cliente e tornar mais simples os processos dentro da Zurich Seguros. Assim, foi criado um modelo em que os sinistros são resolvidos já no primeiro contato com o cliente. Além disso, temos uma rede de prestadores de serviços que auxiliam na resolução de muitos casos salváveis e quando há necessidade de descarte, optamos por fazê-lo de forma ecológica”.

Daniel conta ainda que o projeto foi criado e implementado independente da premiação, mas que o reconhecimento recebido dentro da companhia é um grande incentivo para manter-se criativo. “A Zurich Seguros está gerando motivação e colaboração com esse Prêmio, que favorece o bom clima organizacional”, finaliza Daniel que revelou ter ficado muito emocionado em ter sido o primeiro colocado da primeira edição do Prêmio.

O segundo colocado foi o “Evento Kaizen – Fechamento Mensal”, que se apoia na filosofia oriental para eliminar retrabalho e facilitar os processos dentro da seguradora. A palavra, de origem japonesa, significa dar, trazer e fazer melhorias contínuas na vida, seja no âmbito familiar, social ou profissional. Uma das responsáveis pela aplicação do Kaizen é Andrea Olivetti, consultora executiva de Personal Lines da Zurich Seguros, que explica os impactos positivos sentidos na rotina dos colaboradores. “Com o Kaizen, reduzimos tempo nos processos de trabalho, eliminamos erros e acrescentamos dinâmica ao nosso dia a dia. Foram 8 áreas envolvidas na análise de fluxos e, a partir do empenho colaborativo, conseguimos classificar esse projeto e levar a 2ª colocação. Para nós, como equipe, foi extremamente importante, pois fortalecemos a união entre diferentes setores”.

Já o projeto “PREZ – Processo de Engenharia de Riscos”, criado por Christian Zammit, gerente técnico de Riscos de Engenharia da Zurich Seguros, conquistou o 3º lugar. “Fiquei bastante orgulhoso com o resultado, especialmente por ver que o projeto está crescendo e sendo aplicado também em áreas internacionais do Grupo Zurich. O Prêmio Inovadores é um excelente modo de a companhia mostrar aos colaboradores que a dedicação ao trabalho sempre será reconhecida”. Em seu projeto, Christian criou um processo de padronização na análise de riscos de engenharia, unificando a documentação, o que gerou agilidade e diminuição das margens de erro.

O escolhido por votação popular foi o projeto “CriZtal”, criado para estreitar o relacionamento da Zurich Seguros com seus clientes, tornando a comunicação entre as partes mais transparente e proativa. Polyanna Clemente, coordenadora de Marketing da Zurich Seguros, conta que ter o projeto escolhido pelos colegas de trabalho tem um sabor especial. “Com certeza, receber o Prêmio Inovadores pelo voto popular foi ainda mais importante, pois vemos aí que não é apenas a companhia que valoriza nosso trabalho, mas também todos os envolvidos em diversas áreas, o que cria engajamento coletivo e nos incentiva a sempre buscar soluções criativas para melhorar cada vez mais o ambiente de trabalho e nossos resultados perante os clientes da seguradora”. A partir do projeto CriZtal, a Zurich Seguros criou um novo kit de Boas Vindas para as áreas de seguro de automóveis e residencial, além de uma página personalizada para os segurados no site oficial o que trouxe agilidade no atendimento e melhoria na percepção de imagem da marca no mercado, por meio dessa plataforma inovadora.

FGV Online e Icatu Seguros lançam novos cursos gratuitos de Finanças Pessoais

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A economia brasileira atravessa um momento delicado e de incertezas. Por isso, saber poupar e investir corretamente é uma atitude que pode definir a saúde das finanças. Com intuito de ajudar a população nesse desafio, o FGV Online e a Icatu Seguros colocam no ar dois novos cursos da série de cursos gratuitos de Finanças Pessoais que a instituição, em parceria com a seguradora, desenvolveram.

“Como Fazer Investimentos – Avançado” tem como objetivo explicar como se começa a investir na Bolsa de Valores, como diversificar os investimentos e a correlação de ativos em uma carteira. Já o curso “Como Gastar Conscientemente” pretende assessorar as pessoas a atingirem uma felicidade pessoal por meio de decisões financeiras melhor planejadas e assertivas, respeitando os limites de seu orçamento.

Ambos têm duração de 8 horas e estão disponíveis na área de cursos gratuitos do site do FGV Online ou no site www.icatuseguros.com.br/educacaofinanceira

“Organizar a sua vida financeira é a palavra de ordem. Tal como fazer regime ou ir à academia fazer exercício, poupar é um ato de sacrifício, mas é um grande bem para a família”, explica o especialista em Finanças e professor da FGV, Fabio Gallo, autor da série de cursos gratuitos sobre Finanças Pessoais. “Uma das primeiras coisas a ser aprendidas é que o descontrole financeiro leva a muitos outros problemas, e que as taxas de juros no Brasil são proibitivas. Ter dívidas no cartão de crédito (hoje 75% dos endividados estão nessa modalidade) ou no cheque especial leva a pessoa a uma bola de neve da qual não há saída”, alerta o especialista.

“A inflação está acima do aumento da renda das pessoas. Não há outro caminho a não ser se tornar mais rígido no planejamento financeiro e em relação aos valores que nos propormos a poupar. No final do mês, em vez de cortar a poupança, devemos cortar gastos”, propõe Fabio Gallo.

Fazem parte do programa outros três cursos: “Como organizar o orçamento familiar”, “Como Fazer Investimentos – Básico” e “Como Planejar a Aposentadoria”, que, juntos, já tiveram mais de um milhão de acessos desde o lançamento.

Para saber mais sobre os cursos gratuitos do FGV Online e Icatu Seguros, acesse:http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/ouwww.icatuseguros.com.br/educaofinanceira

APTS nomeia José Caiafa e Osmar Bertacini para novas diretorias

José Cesar Caiafa JrO presidente da APTS, Luis López Vázquez, nomeou José Cesar Caiafa Junior para o cargo de diretor-geral da entidade na atual gestão até 2015. A criação da inédita diretoria, bem como o nome do respectivo ocupante, foram anunciadas publicamente em evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), em janeiro. Na mesma oportunidade, também foi nomeado diretor comercial Osmar Bertacini, que já exerceu a presidência da APTS em gestões passadas.

“O Caiafa desenvolveu um plano maravilhoso para reestruturar a APTS nas áreas comercial e de eventos”, disse Vázquez. De acordo com o presidente, a diretoria-geral da APTS, que se reporta à diretoria executiva da entidade, assume, juntamente com a diretoria comercial, a organização de eventos; incremento da área de comunicação com o mercado e associados e a captação e gestão de patrocínios.

“Vamos trabalhar para que a APTS prossiga em sua missão de promover o aperfeiçoamento técnico dos profissionais de seguros, da forma como idealizou o fundador e eterno presidente Vázquez”, disse Caiafa.

José Cesar Caiafa Junior é diretor e sócio da Flex Corretora. Formado em engenharia, foi gerente do Itaú Seguros; superintendente na SulAmérica Seguros; diretor na Iochpe Seguros; diretor na Interbrok Corretora; membro das comissões de Incêndio e Lucros Cessantes da CNseg e do IRB; membro da International Association of Arson Investigators, Inc e SCV do International Institute of Valuers.

Osmar BertaciniOsmar Bertacini é diretor presidente da Humana Seguros. Profissional do setor de seguros há 51 anos, trabalhou na Internacional de Seguros, foi sócio do Libra Clube e professor da Funenseg. Exerceu a presidência da APTS, da Aconseg-SP e do CVG-SP. Atualmente, é membro da ANSP, SBCS, CCS-SP e do Lions Clube.

Lucro do IRB Brasil Re soma R$ 144,7 mi no 4º trimestre e R$ 165,1 milhões em 2013, queda de 58%

IRB logoA Agência Estado fez um resumo do balanço do IRB Brasil Re divulgado hoje. O lucro líquido ajustado chegou a R$ 144,744 milhões no quarto trimestre de 2013, montante 15,8% menor do que o registrado em um ano. Na comparação com os três meses anteriores, porém, foi visto aumento de 39,6%. A holding tem participação de 20,51% na resseguradora, conforme aquisição efetivada em agosto último. No ano de 2013, o lucro líquido ajustado do IRB ficou em R$ 165,171 milhões. A cifra é 58,4% inferior à registrada no exercício imediatamente anterior, de R$ 397,136 milhões.

O IRB informa, conforme relatório, que registrou receitas após impostos de R$ 133,8 milhões devido à reversão do principal e atualização monetária de provisões relacionadas à PIS/COFINS. Somado esse item extraordinário, o lucro do ressegurador no quarto trimestre foi de R$ 278,548 milhões, alta de 62,0% em 12 meses e de 168,7% em relação ao terceiro.

Os prêmios de resseguros emitidos pelo IRB foram a R$ 735,520 milhões no quarto trimestre de 2013, aumento de 29,0% ante mesmo intervalo de 2012. Na comparação trimestral, entretanto, foi registrado declínio de 3,8%.

O IRB encerrou dezembro com índice combinado, que mede a sua eficiência operacional, ou seja, quanto menor, melhor, em 83,2%, queda de 11,5 pontos porcentuais ante um ano e de 3,7 ponto porcentual na comparação com setembro. O índice de sinistralidade do ressegurador foi a 53,1%, melhora de 2,8 ponto porcentual e 18,9 ponto porcentual, respectivamente.

O patrimônio líquido do IRB Brasil Re totalizou R$ 2,717 bilhões ao final do quarto trimestre de 2013, montante 7,7% maior em 12 meses e 3,6% superior ante os três meses anteriores. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) foi a 23,5%, queda de 7,1 ponto porcentual em um ano, mas 6,0 ponto porcentual maior na comparação trimestral.

O IRB alcançou R$ 12,236 bilhões em ativos totais ao fim de dezembro último. A cifra representa elevação de 7,8% em 12 meses e recuo de 4,0% em relação a setembro. Já o resultado financeiro do ressegurador totalizou R$ 104,220 milhões, queda de 32,4% e alta de 19,9%, respectivamente, segundo nota da Agência Estado com base no balanço de 2013, não disponível no portal do IRB Brasil Re para acionistas, analistas e público em geral no fim desta terça-feira, 11 de fevereiro.

Fundado em 1939, o IRB deteve o monopólio do mercado brasileiro de resseguros até 2007. Com a abertura do mercado e o aumento da concorrência, a companhia perdeu market share e foi forçada a se reestruturar para ser mais competitiva. Diante disso, iniciou um processo de desestatização que resultou, dentre outros fatores, na aquisição de 20,51% do IRB pela BB Seguridade, conforme intenção demonstrada em fato relevante publicado em outubro de 2009. O último passo é a abertura de capital.

BASTIDORES: Júlio César Oliveira é um dos nomes para assumir Brasildental

Julio Cezar BRASILVEICULOS copyTudo indica que o funcionário de carreira do Banco do Brasil, Júlio César Alves de Oliveira, ex-presidente da Brasilveículos (seguradora de carro que o BB tinha com a SulAmérica e foi absorvida pela Mapfre na parceria com o banco oficial), assumirá o comando da Brasildental, a menina dos olhos dos analistas financeiros quando o assunto é falar do potencial das ações da BB Seguridade, que hoje divulgou lucro líquido de R$ 2,5 bilhões em 2013. A Brasildental deve entrar em operação a partir de março. O Banco do Brasil detém 75% do capital total da Brasil Dental e a Odontoprev,que está sob controle da Bradesco Seguro, que detém 50,1%, ficará com os 25% restantes. O acordo aprovado no ano passado tem prazo de 20 anos, com possibilidade de ser prorrogado por igual período. Tempo suficiente para conquistar os atuais 60 milhões de clientes do BB, que tendem a crescer no longo prazo. A confirmar!!!!

DPVAT paga R$ 3,2 bilhões para 633,8 mil vítimas de acidentes de trânsito em 2013

ricardo xavierMuitos já sabem, mas sempre é bom lembrar que os envolvidos em acidentes de trânsito têm direito ao seguro obrigatório conhecido pela sigla DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Foram pagos 633.845 indenizações pela Seguradora Líder em 2013, o equivalente a R$ 3,2 bilhões, informou o CEO Ricardo Xavier (foto). Isso representa 25% mais do que o desembolso registrado pelo consórcio que reúne 85 seguradoras na administração do DPVAT no ano anterior.

Um dos exemplos de acidentes que têm direito ao seguro foi o que derrubou a passarela de pedestres na via Amarela, no Rio de Janeiro, matando quatro pessoas e deixando outras cinco feridas no dia 28 de janeiro. “Um caminhão casou o acidente”, explica Xavier ao blog Sonho Seguro. Já quando o motorista morre em função de um tiro consequente de briga ou assalto, não há cobertura do DPVAT, pois a causa foi a violência urbana e não um acidente de trânsito.

A Líder arrecadou R$ 8,03 bilhões em 2013, dos quais, R$ 4,02 bilhões foram repassados para o SUS e o Denatran, como determina a lei. Dos R$ 4,01 bilhões restantes, R$ 3,2 bilhões foram para indenizações, e R$ 663 milhões estão previstos para pagamentos de sinistros ocorridos e não avisados. As indenizações por invalidez (444.206) representaram 70% do total pago no período e alta de 26% sobre o ano anterior. O número de pagamento por mortes caiu 10%, para 54.767. Já os pedidos de reembolso por despesas hospitalares subiram 42%, para 134.872 em 2013.

As motos continuam liderando o número de acidentes fatais, com 12.265, porém é um número menor do que os 20.313 de 2012″. Segundo Xavier, apesar da queda no número de acidentes fatais, o volume de indenizações por invalidez registraram expressivo aumento. A maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas entre 18 e 34 anos, com 50,9% do total. Homens representaram 76% das vítimas indenizadas pelo DPVAT.

Porém são números que ainda não podem ser comemorados, por estarem entre os maiores do mundo, comenta José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança. Segundo ele, atualmente o maior causador de acidentes tem sido o uso do celular pelo motorista. “Ainda não temos estatísticas oficiais, mas estudos comprovam que é muito mais perigoso atender o celular enquanto dirige do que dirigir alcoolizado”, afirmou. A maior parte do pagamentos foi destinada a motoristas, com 60% do total. Pedestres representaram 22% das ocorrências, e passageiros, 18%.

O que o Brasil tem sobre acidentes de trânsito se resume as estatísticas apresentadas hoje pela Seguradora Líder, que elaborou um caderno de quase 20 páginas, com dados que vão desde o número de mortes no trânsito indenizadas pelo DPVAT até que o portal do seguro DPVAT contabilzou mais de 8,7 bilhões de acessos.

Em relação às regiões que mais registraram sinistros no DPVAT, o Sudeste, que concentra 50% da frota nacional teve 37% das ocorrências por morte e 24% por invalide. Já o Nordeste, que tem 16,2% da frota, registrou 28,2% das ocorrências fatais e 34% daquelas que causaram invalidez permanente.

O seguro DPVAT cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país. O pagamento para beneficiários de vítimas fatais é de R$ 13,5 mil. Nos casos de invalidez permanente, o pagamento pode chegar ao mesmo valor, de acordo com a gravidade das lesões. Já o reembolso hospitalar e médico pode chegar a R$ 2.7 mil. No ano passado, a rede de atendimento do DPVAT chegou a 7.757 pontos, com abrangência de 100% do território nacional. O recolhimento é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos. A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo. Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

Espanhola Mapfre obtém 72% das vendas no mercado internacional

Mapfre Antonio HuertasO Presidente da Mqpfre, Antonio Huertas, apresentou hoje os resultados do Grupo, cujo lucro líquido aumentou 18,7%, chegando a 790,5 milhões de euros graças à diversificação geográfica da companhia, servindo para reforçar a robustez da empresa. As receitas foram superiores a 25,889 bilhões de euros, 2,3% a mais do que em 2012. Os prêmios tiveram um crescimento de 1,2%, atingindo 21,835.5 bilhões de euros.

O exercício foi caracterizado pela valorização do euro em relação às demais divisas. Sem esse efeito, os prêmios teriam crescido 8,1% e os resultados 26,3%. Por outro lado, nos últimos doze meses, o patrimônio líquido totalizou 7,833.5 bilhões, o que representa 0,3% de aumento. Os ativos totais administrados aumentaram 2,2%, crescendo para 66,048 bilhões.

“Esses resultados são muito positivos, considerando os ambientes nacional e internacional no quais foram gerados. Isto é uma clara demonstração não apenas da robustez da MAPFRE, mas principalmente da capacidade de adaptação em todos os mercados nos quais está presente, mostrada pelo Grupo”, afirmou Antonio Huertas, declarando também que “Hoje, a Mapfre está na melhor posição para liderar inclusive a recuperação econômica”.

1.- Evolução da companhia:

→ A Divisão de Seguros na Espanha e Portugal, contribuindo com 29,1% dos prêmios totais, chegou a 6,844.4 bilhões de euros. Na Espanha, onde a MAPFRE é líder absoluta do setor, os prêmios alcançaram 6,707.7 bilhões de euros.

§ Os prêmios de Não Vida na Espanha ultrapassaram 4,199.5 bilhões de euros dentro de um contexto marcado pela forte contração do mercado de seguros e pela grande pressão da concorrência, principalmente no setor de Veículos, no qual os prêmios da MAPFRE atingiram 2,056.4 bilhões e a quota de mercado ficou em 20,5%.

§ Na Espanha, os prêmios de Vida atingiram 2,508.4 de euros. O destaque ficou com o aumento dos fundos de investimento e das carteiras administradas que cresceram 19%, chegando a 3,027.2 bilhões, bem como com os fundos de previdência, que atingiram 5,372.3 bilhões (5,2% a mais que em 2012). Os recursos totais gerenciados cresceram 6,2%, e totalizaram 27,903 bilhões de euros, o dobro do crescimento registrado no setor.

§ Por outro lado, os ativos financeiros tiveram revalorização de aproximadamente 1,400 bilhões de euros originada principalmente pelo aumento do valor da carteira de dívida pública, gerando 285 milhões de euros de crescimento do patrimônio líquido.

§ O índice de gastos na Espanha diminuiu, apesar da queda dos prêmios, graças ao grande esforço para reduzir as despesas internas, resultando em 48 milhões de euros de economia.

→ A Divisão de Seguro Internacional, que agrega atividades de seguros fora da Espanha em 2013, representa 48,5% dos prêmios totais do Grupo, chegando a 11,419 bilhões de euros, 5,4% de crescimento.

§ Nos países da América Latina, o Grupo obteve 8,886.9 bilhões de euros de volume de prêmios, 2,7% a mais.

No Brasil, que representa 56,7% dos negócios da Mapfre na América Latina, os prêmios cresceram 20,4% em moeda local, atingindo 5,036.1 bilhões de euros. O crescimento da Colômbia (+30,2% em moeda local), com 713,9 milhões de prêmios, também atingiu uma posição de destaque, impelido principalmente pelo ramo de Vida. No Peru, o crescimento em todos os ramos, especialmente no de Saúde (+36%), também mostrou importante aumento (+20,5% em moeda local), chegando a 311,7 milhões.

§ Nos demais países onde o Grupo manteve operações de seguros em 2013 – Estados Unidos, Filipinas, Malta, Porto Rico e Turquia – foi atingido um volume de prêmios de 2,532.1 bilhões de euros, 15,9% a mais do que no ano anterior.

O bom resultado dos Estados Unidos chama também a atenção, com 5% de crescimento em moeda local, atingindo 1,543.2 bilhões. Além do aumento da venda de seguros Residenciais em Massachusetts, é de salientar o volume maior dos negócios nos outros estados onde a Mapfre está presente, porque eles contribuem com 24,6 % da totalidade dos negócios do Grupo nos Estados Unidos. Na Turquia, os prêmios apresentaram 52,1% de aumento em moeda local, chegando a 536,4 milhões de euros, graças aos fortes crescimentos dos ramos de Veículos e Saúde e à atividade crescente nos setores industriais, apoiados pela expansão da rede de agências.

→ A Divisão de Negócios Globais, que contribui com 22,4% dos prêmios do Grupo e, em 2013, abrangia as atividades de Resseguro, Global Risks e Asistencia, chegou a 5,502.7 bilhões de euros em prêmios e receitas operacionais, o que representa 12,6% de aumento em relação ao exercício anterior.

§ Os prêmios aceitos de Resseguro atingiram 3,253.7 bilhões de euros, 14,4% de aumento. São de salientar o crescimento do setor de Não Vida e das operações com empresas não pertencentes ao Grupo, que tiveram 8,9% de aumento.

§ Os prêmios de Global Risks tiveram 0,3% de aumento, chegando a 1,118.8 bilhões de euros.

§ As receitas dos setores de Asistencia (prêmios e receitas por serviços) registraram 21,8% de aumento, chegando a 1,130.2 bilhões de euros graças ao crescimento orgânico na Ásia e na Europa. O mesmo aconteceu nos Estados Unidos, devido ao desenvolvimento de novas redes de distribuição e à contribuição dos contratos de assistência com grandes clientes.

2.- Dividendos:

O Conselho de Administração concordou em propor à Assembleia Geral um dividendo complementar relativo aos resultados do exercício de 2013 no valor de 0,08 euros por ação. Isto representa 14,3% de aumento em relação ao dividendo complementar do exercício anterior. Desta forma, o dividendo total relativo aos resultados de 2013 chegará a 0,13 euros por ação, 18% a mais do que o pago pelos resultados de 2012.

3.- Informações adicionais:

Os organismos de governança da MAPFRE aprovaram a nomeação de Antonio Huertas como Presidente da Fundación Mapfre, e de Antonio Núñez como Primero Vice-presidente dessa instituição. A Segunda Vice-presidência da Fundación Mapfre continuará tendo à frente Francisco Vallejo.

wilsontonetomapfreEm 2013, as operações da Mapfre no Brasil representaram 21,4 % do valor total dos prêmios agregados do Grupo e 16 % do resultado dos seguros, que inclui as atividades de Previdência, Asset Management, Capitalização, Consórcios, Serviços e Seguros, esta última em associação com o Banco do Brasil. Segundo Wilson Toneto, CEO Regional responsável pelas operações da Mapfre no País, o crescimento de 20% no volume de vendas e 39% no lucro líquido, confirma a força comercial e expertise técnica do Grupo. “Em praticamente todas as linhas e canais em que operamos ganhamos share e melhoramos os resultados operacionais”, afirma Toneto.

O lucro do período, registrou dois efeitos importantes: o primeiro, a adesão ao REFIS que gerou ganhos extraordinários não recorrentes. O segundo, as provisões a valor de mercado de parte da carteira de aplicações financeiras, que em razão da elevada volatilidade das taxas de juros, exigiu provisões contábeis importantes. A expectativa do Grupo para o Brasil é manter a trajetória de crescimento dos negócios, que ainda apresentam inúmeras oportunidades nos segmentos de atuação.

Quem se interessar, segue o link do vídeo da divulgação dos resultados

https://ikuna.webcasting-studio.net/event/?t=NDVmOTdhNjM2N2E1ZDY5OGZkOWM4YjE5OTg3MmI4YmViMDRhMGY5Yw==&e=735&a=5&pt=933

Swiss Re divulga sua primeira pesquisa de Vida e Saúde com consumidores latino-americanos

SwissRe_logo_LAKE_RGBComunicado à imprensa enviado ao Blog Sonho Seguro

Swiss Re divulga sua primeira pesquisa de Vida e Saúde com consumidores latino-americanos, que mostra oportunidades para as seguradoras em doenças graves e cuidados de longo prazo

 Doenças graves e cuidados de longo prazo estão entre as principais preocupações dos clientes de vida e saúde na América Latina e são oportunidades para as seguradoras

 A maior conscientização do mercado significa que o Brasil apresenta potencial de crescimento elevado enquanto a cobertura de doenças graves no México é uma oportunidade importante

 O estudo destaca o paradoxo de muitas pessoas considerarem o seguro de vida caro, embora afirmem estarem dispostas a pagar mais do que o preço atual da cobertura

 A simplificação e maior transparência no desenho do produto, processo de vendas e procedimentos de subscrição tornariam os produtos mais atraentes e acessíveis

Segundo o Relatório de Pesquisa com Consumidores Latino-Americanos da Swiss Re, existe um mercado potencial para seguros de vida de até 90% da população de alguns países latino-americanos. O relatório constata que a grande lacuna entre a percepção da necessidade de cobertura para cuidados de longo prazo e a penetração real dos seguros, de apenas 4%, implica a existência de uma imensa oportunidade para as seguradoras da região. A baixa penetração dos seguros no Brasil e a percepção existente no México da necessidade de melhor cobertura para doenças graves são consideradas oportunidades de crescimento específicas.

A pesquisa da Swiss Re, que analisou as respostas de 5.001 pessoas, com idade entre 21 e 70 anos, em seis países da América Latina (Brasil, México, Chile, Colômbia, Peru e Porto Rico), constatou que, muitas vezes, a cobertura de seguros poderia ser customizada de forma mais adequada para atender às necessidades dos consumidores.

Ao serem perguntados sobre o que os motivava a adquirir determinados tipos de seguro de vida, os participantes citaram como fatores mais significativos, a necessidade de cobertura médica para doenças graves (38%), a viabilidade financeira dos cuidados de longo prazo (37%) e o temor de uma queda inesperada no padrão de vida (30%).

As principais oportunidades para as seguradoras podem ser derivadas dessas preocupações. Apesar dos cuidados de longo prazo serem citados como uma área de preocupação importante, apenas 4% dos entrevistados acreditavam contar com essa cobertura. De forma similar, o temor de ser acometido por uma doença grave é a principal preocupação do público, mas apenas 21% dos consumidores acreditam ter cobertura adequada.

Margo Black“Existe uma discrepância considerável entre o que as pessoas temem e a proteção que elas têm atualmente”, comentou Margo Black, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Sul. “Não há dúvidas de que a cobertura para cuidados de longo prazo é um dos campos mais promissores para as seguradoras.”

Os participantes citaram a Internet e canais tradicionais de distribuição – como agentes e corretores – como as fontes de informação mais comumente utilizadas para obter informações sobre produtos e cobertura de seguros.

“Embora ainda não tenha se estabelecido como canal preferencial para a distribuição de produtos de seguro de vida, a Internet se transformou na fonte mais significativa de informações”, acrescenta Black. “Isso representa uma oportunidade para que as seguradoras conquistem novos clientes e desenvolvam os existentes de uma forma simples e econômica.”

Tendências de cobertura

Quase a metade dos participantes da pesquisa (45%) afirmou possuir atualmente uma apólice tradicional de seguro de vida. A pesquisa também constatou que aqueles que mais precisam de cobertura apresentam maior probabilidade de possuí-la. Por exemplo, 53% dos adultos com idade dentre 35 e 54 anos e com filhos possuem uma apólice de seguro de vida. As correlações mostram que as pessoas que já possuem apólices apresentam maior probabilidade de adquirir cobertura adicional e que a quantidade de apólices possuídas aumenta com a idade e a renda. De forma geral, os homens têm maior probabilidade de possuir apólices bem como de adquirir cobertura adicional.

Os níveis de penetração variam significativamente com o patrimônio. Os níveis de penetração das três apólices de seguro comuns variam de 23% a 30% entre aqueles na faixa de patrimônio mais elevado e caem para 8% a 10% entre as pessoas de renda mais baixa.

“Existe um potencial significativo de crescimento entre as pessoas de renda mais baixa por meio do desenvolvimento de um programa eficiente de microsseguro com produtos financeiramente acessíveis”, explica Alejandro Padilla, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Norte. “A emergência da Internet como canal de distribuição pode ser particularmente útil para essa parcela da população”.

Barreiras de entrada

Da mesma forma que em outros mercados, como a Europa, existe uma percepção generalizada na América Latina de que os produtos de seguro são proibitivamente dispendiosos. A percepção de preços não acessíveis é a principal barreira para adquirir proteção mas, surpreendentemente, muitos consumidores afirmaram que estariam dispostos a pagar um prêmio mensal consideravelmente maior por cobertura de seguro de vida desde que o produto tivesse termos e condições simples.

Essa constatação é uma convocação para que as seguradoras tornem seus produtos mais acessíveis, simplificando seu desenho e criando produtos que possam ser entendidos mais facilmente pelos potenciais compradores. Ela também sugere que os consumidores estarão mais dispostos a adotar produtos que tenham processos de venda e procedimentos de subscrição simplificados.

Contudo, um desafio significativo para as seguradoras é a porcentagem considerável da população que simplesmente não considera a possibilidade de adquirir uma apólice de seguro. “As seguradoras só têm a ganhar com campanhas de conscientização da importância da cobertura de seguro adequada ou até mesmo parcial”, afirma Padilla. “A conscientização dos consumidores é essencial, principalmente quando se considera que a intenção de comprar um produto de seguros é maior na América Latina do que na Europa e no Reino Unido.”

Tendências no Brasil

Em nível nacional, o Brasil tem uma lacuna considerável na proteção de seguro de vida. Contudo, a pesquisa constatou que os brasileiros são os menos preocupados sobre sua situação financeira se vierem a perder sua cobertura. No Brasil, a lacuna de cobertura é de US$ 25 trilhões
(US$ 47.239 per capita); 44% dos pesquisados no país não têm cobertura básica de vida e saúde e apenas 21% afirmaram estar razoavelmente posicionados, com seguros adequados.

“Constatamos que embora sintam-se vulneráveis aos riscos de saúde, muitos brasileiros têm proteção de seguros insuficiente”, afirma Black. “Com uma grande parcela da população ciente dos riscos potenciais e o grau de deficiência de cobertura de seguros, esse é um ponto de partida promissor para uma discussão sobre as necessidades e possíveis soluções para o futuro.”

Tendências no México

No México, a defasagem de cobertura é de US$ 1 trilhão, e o valor per capita (US$ 39.242) é o menor da América Latina e muito inferior à média da região, que é de US$ 60.628. 74% da população mexicana sentem-se vulneráveis aos riscos de doenças, acidentes, invalidez, doenças graves e tratamento médico. Apesar dos níveis relativamente altos de proteção de seguro de vida, as apólices que dão cobertura a esses riscos adicionais são pouco usadas no mercado. Destacando a necessidade de maior conscientização sobre produtos de vida, apenas 18% dos pesquisados sabiam da existência de cobertura para doenças graves. “Este é o momento ideal para que o setor segurador transforme o conhecimento sobre o comportamento, percepções e necessidades de proteção essencial dos consumidores em abordagens acionáveis para capturar as oportunidades no futuro”, afirma Padilla.

Susep coloca em consulta pública circular sobre D&O

Nota

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu colocar em consulta pública minuta de Circular que estabelece diretrizes gerais aplicáveis aos seguros de responsabilidade civil de diretores e administradores de sociedades (seguro de RC D&O). susepOs interessados poderão encaminhar, em até 30 (trinta) dias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço diret.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (www.susep.gov.br).
As minutas estão disponíveis na página da Susep (www.susep.gov.br) para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões.

BB Seguridade divulga lucro de R$ 2,5 bilhões em 2013

bb-segurosA Brasil Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 2,5 bilhões em 2013, com avanço nos resultados de todas as coligadas e destaque para a BB Corretora, com alta de 215,9% sobre o a ganho de 2012, para R$ 907 milhões. O resultado do quatro trimestre de 2013 também foi expressivo: R$ 903,6 milhões de lucro líquido. Segundo nota divulgada, o resultado foi impulsionado pelas coligadas. A nota destaca os resultados da BB Mapfre SH1, empresa voltada aos seguros de vida, rural e habitacional, com lucro líquido de R$ 988 milhões no ano, e a Mapfre BB SH2, empresa do grupo focada em seguros de automóveis e danos, com lucro maior em 97,2%, para R$ 389 milhões.

Considerando-se o lucro líquido ajustado, que exclui itens considerados extraordinários, o crescimento cai para 49,8% no quarto trimestre, ou R$ 707,4 milhões. No acumulado do ano, o avanço do lucro líquido ajustado ficou em 28,9% sobre o ano anterior, R$ 2,3 bilhões. Segundo explicações contidas no comunicado, dentre os destaques do bom desempenho estão a evolução de 27,1% do resultado proveniente do segmento de previdência e o reconhecimento de R$ 18,5 milhões em receitas de investimentos provenientes da participação adquirida no ressegurador IRB Brasil Re.

bb seguridade 2013As vendas de seguros e arrecadação de planos de previdência e contribuições de títulos de capitalização em 2013 somaram R$ 43,3 bilhões, o que, segundo nota, lhe dá um market share de 24,3% do mercado, fatia superior aos 21,4% em 2012.

O resultado não inclui a Brasildental, uma parceria entre BB e Odontoprev, que deverá iniciar a venda de planos odontoógicos nas agências do Banco do Brasil a partir do primeiro semestre de 2014. Além do lançamento da Brasildental, a BB Seguridade é a aposta dos analistas pelo espaço que ainda tem a conquistar no mercado. Neste primeiro semestre também está previsto o lançamento do seguro prestamista para pessoa jurídica. Segundo materia do Valor no caderno EU&, a BB Seguridade traz um dos modelos de negócio mais atrativos do setor, potencial de crescimento com pouco caixa, de acordo com pesquisa realizada com corretoras de valores, entre elas BTG Pactual, Um, XP Investimentos, Ativa, Citi, Coinvalores, Santander, Planner e Concórdia.

Para 2014, o otimismo é grande, segundo nota do balanço. Para 2014, a BB Seguridade projeta que a Brasilprev apresente crescimento no volume de arrecadação de planos de previdência de 33% a 47%, acima dos 27,1% em 2013. Em vida, habitacional e rural a meta para\ 2014 está entre 24% a 32%. A estimativa de crescimento da operação de seguros gerais está projeta no intervalo entre 19% e 26%. A Brasilcap prevê avanço entre 10% a 15% na arrecadação em títulos de capitalização em 2014%, abaixo dos 62% registrado no ano passado. A BB Seguridade prevê retorno sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) em 2014 de 44% a 49%.

A íntegra do resultado está disponível no portal do grupo, na CVM e na Bovespa.

BB SEGURIDADE ALCANÇA LUCRO DE R$ 2,5 BILHÕES EM SEU PRIMEIRO ANO DE OPERAÇÃO
A BB Seguridade, empresa que registrou a maior oferta pública de ações no mundo em 2013, atingiu lucro líquido de R$ 903,6 milhões no quarto trimestre, fechando seu primeiro ano de atuação com lucro de R$ 2,5 bilhões.

LUCRO LÍQUIDO DAS COLIGADAS APRESENTA FORTE CRESCIMENTO
Todas coligadas registraram crescimento do lucro líquido em relação a 2012. Os destaques foram a BB Mapfre SH1 (crescimento de 52,7% em relação ao ano anteior), Mapfre BB SH2 (97,2%) e BB Corretora (215,9%).

LIDERANÇA DE MERCADO AMPLIADA EM 20131
A BB Seguridade, por meio de suas coligadas, encerrou 2013 na liderança de arrecadação total de seguros, previdência e capitalização, ampliando sua participação de mercado. Os R$ 43,3 bilhões em receitas registrados representam 24,3% da arrecadação total do mercado no ano. No mesmo perí- odo de 2012, as coligadas atingiram 21,4% de participação de mercado.

BB SEGURIDADE REGISTRA LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DE R$ 2,3 BILHÕES
A BB Seguridade registrou um lucro líquido ajustado – sem efeitos de valores considerados extraordinários – de R$ 707,4 milhões no quarto trimestre de 2013 e de R$ 2,3 bilhões no ano, o que representa um crescimento de 49,8% em relação ao 4T12 e de 28,9% sobre o observado em 2012. O resultado da Companhia foi impulsionado pelo forte desempenho operacional das coligadas. Em bases ajustadas, o retorno sobre o patrimônio líquido médio em 2013 foi de 35,9%.

SEGUROS: EMISSÃO DE PRÊMIOS CRESCE ACIMA DO MERCADO
A emissão de prêmios da BB Mapfre SH1, empresa voltada aos seguros de vida, rural e habitacional, cresceu 33,7% em 2013 sobre o ano anterior. Os maiores crescimentos no período foram nos ramos habitacional (99,3%) e rural (74,6%). Na Mapfre BB SH2, empresa do grupo focada em seguros de automóveis e danos, os prêmios atingiram R$7,8 bilhões em 2013, impulsionados pelo forte crescimento dos segmentos de auto (19,5%) e danos (19,9%) em relação a 2012.

PREVIDÊNCIA: BRASILPREV TEM 55% DA CAPTAÇÃO LÍQUIDA DO MERCADO
A Brasilprev, braço da BB Seguridade voltado aos produtos de previdência, atingiu receitas de R$ 23 bilhões em 2013, tornando-se líder de mercado no ano em arrecadação. Em termos de captação líquida (arrecadação líquida de resgates), a Brasilprev, que já era líder de mercado, alcançou 54,8% de participação de mercado, o que representa crescimento de 17,6 p.p em relação a 2012.

CAPITALIZAÇÃO: BRASILCAP TEM RECEITA RECORDE E AMPLIA LIDERANÇA
A Brasilcap, empresa do segmento de capitalização do grupo BB Seguridade, ampliou a liderança em arrecadação em 2013, com R$ 6,3 bilhões, crescimento de 62% em relação a 2012. Essa arrecadação representa o maior volume anual da história da Brasilcap.

NOVOS NEGÓCIOS: PLANO ODONTOLÓ- GICO PARA PESSOA FÍSICA E JURÍDICA
A BB Seguridade está sempre estudando formas de ampliar seu portifólio. Ainda no primeiro semestre de 2014, deve entrar em operação a Brasildental, empresa voltada para a comercialização de planos odontológicos na rede de agên- cias do Banco Brasil sob a marca BB Dental. A empresa nas- ceu a partir de um acordo firmado entre Banco do Brasil, BB Seguros, BB Corretora e Odontoprev em junho de 2013. A BB Seguridade, através de sua subsidiária integral BB Segu- ros, será detentora de 74,99% do capital total da empresa. A operação foi aprovada pelo Banco Central do Brasil e Cade.

NOVOS PRODUTOS: BB SEGURIDADE AMPLIA PORTFÓLIO PESSOA JURÍDICA
A BB Seguridade vem adotando medidas para tornar seu portfólio de produtos mais completo e adequado também às necessidades de clientes Pessoa Jurídica. Em novembro, a Companhia reformulou os produtos de previdência para micro e pequenas empresas, que passaram a apresentar atrativos adicionais aos clientes, como o pagamento individualizado e redução das taxas de administração e de carregamento, de acordo com a reserva acumulada.

Para o primeiro semestre de 2014, é previsto o lançamento do seguro prestamista para Pessoa Jurídica, que garante a quitação ou amortização do saldo devedor da operação de crédito.
Com foco nos clientes do segmento de micro e pequenas empresas que desejam melhorar a oferta de benefícios. Também investe na criação da Brasildental, em um formato de negócios que permita distribuir seguros de saúde na rede de agências do Banco do Brasil.

A BB Seguridade foi constituída ao final de dezembro de 2012. Para melhor compreensão do desempenho da Com- panhia e de forma a possibilitar comparabilidade com 2012, foram apresentadas informações financeiras proforma referentes aos exercícios sociais encerrados em 2012. Essas informações apresentam o desempenho da Companhia naquele ano levando em consideração a atual estrutura societária da BB Seguridade e as condições vigentes atualmente nos contratos que regem o relacionamento entre a BB Corretora, Banco do Brasil, BB Seguridade e as demais compa- nhias de seguros, previdência e capitalização.