O brasileiro está preocupado com o seu futuro. Isso é o que mostra a terceira edição da pesquisa da MetLife sobre benefícios para funcionários. O estudo mostra que quase quatro em cada dez trabalhadores brasileiros (39%) mantém um plano privado de aposentadoria. Esse dado representa um aumento de 17 pontos em relação à pesquisa anterior (2011), que apontou que apenas 22% da população possuía tal benefício.
Aproximadamente metade dos funcionários brasileiros que responderam à pesquisa da MetLife relatou ter feito algum planejamento para a aposentadoria, o que significou um aumento de 19 pontos quando comparado há dois anos. A maior preocupação para 75% dos trabalhadores brasileiros em relação à aposentadoria é ter condições de pagar assistência médica, índice cinco pontos acima do resultado de 2011 — quando essa era a preocupação de 70% dos ouvidos. A pesquisa revelou ainda que as mulheres (85%) se preocupam mais com essa questão que os homens (67%).
Sobre seguro de vida, a pesquisa revela que 60% dos entrevistados afirmaram estar avaliando a necessidade de se contratar um seguro de vida para a família. Esse dado representa um aumento de 12% em relação à pesquisa anterior. Entre os trabalhadores com 51 anos ou mais, a mudança é ainda maior: 66% disseram ter revisto suas opções de seguro de vida, um salto de 29%.
No Brasil, essa tendência é verdadeira tanto para os homens como para as mulheres: mais da metade das mulheres pesquisadas (54%) avaliaram suas necessidades de seguro de vida, enquanto 64% dos homens fez o mesmo. Essas respostas estão ambas mais de 10 pontos acima em relação a 2011.
A Seguradora Líder DPVAT divulgará o Boletim Estatístico com as informações sobre as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT no ano 2013 em coletiva de imprensa hoje, às 10 horas, em São Paulo, no Octávio Café. Os dados incluem o mapa nacional de indenizações de trânsito, o perfil das vítimas e a incidência de riscos em todos os Estados do Brasil.
Na ocasião, o diretor-presidente da Seguradora, Ricardo Xavier, apresentará informações sobre a gestão do Seguro DPVAT, o montante pago em indenizações e repasses de arrecadação para o SUS e Denatran, além de dados gerais sobre o trânsito brasileiro. A coletiva terá a presença do presidente da Frente Parlamentar Em Defesa do Trânsito Seguro da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Hugo Leal (PROS-RJ), que falará sobre os projetos que estão tramitando no Legislativo para mudar a realidade do trânsito brasileiro.
O deputado Armando Vergilio (SDD-GO) apresentou, na Câmara, o Projeto de Lei nº 7.052/14, que estabelece parâmetros para a contratação do VGBL Saúde, com incentivos fiscais. “A proposta tem como objetivo viabilizar, sob o aspecto fiscal, a estruturação de seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, incluindo os que contarão com isenção tributária sobre rendimentos obtidos, quando os recursos forem destinados ao pagamento de despesa relacionada à contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro saúde, devidamente registrados na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)”, explica o parlamentar, que também é presidente da Fenacor.
A proposta altera o Decreto-Lei 2.296/86, o qual concede estímulos aos programas de previdência privada, para incentivar a formação de poupança de longo prazo; a Lei nº 8.212/91 (trata da organização da Seguridade Social e institui o Plano de Custeio), e a Medida Provisória nº 2.158-35/01, que altera a legislação das Contribuições para a Seguridade Social – COFINS, para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e do Imposto sobre a Renda.
Assim, se o projeto for aprovado, as contribuições efetivamente pagas pelas empresas, relativas aos programas de previdência privada e a de seguros de vida com cobertura por sobrevivência, inclusive os com tratamento fiscal específico, no caso dos recursos serem destinados ao pagamento de despesa relacionada à contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro saúde, em favor dos seus empregados e dirigentes, não serão mais consideradas integrantes da remuneração dos beneficiários para efeitos trabalhistas, previdenciários e de contribuição sindical, nem integrarão a base de cálculo para as contribuições do FGTS.
Além disso, nos planos em que o empregador participe, total ou parcialmente, do custeio, também será considerado rendimento, para fins de resgate e de pagamento do capital segurado, o montante dos recursos constituídos com o valor dos prêmios por ele pagos. O projeto autoriza a Receita Federal a baixar normas complementares, inclusive a de fiscalizar a destinação dos recursos objeto da isenção.
Armando Vergilio lembra que os seguros com cobertura por sobrevivência, sem a referida isenção fiscal, visam a atender, prioritariamente, a pessoas de baixa renda, não declarantes pelo formulário completo de ajuste anual do Imposto de Renda, pessoa física, sem a oportunidade oferecida às pessoas de renda média e alta de dedução até o limite de 12% de sua renda bruta anual, do valor de contribuições vertidas para custeio de planos de benefícios de previdência complementar. “Isso porque era prejudicial às pessoas de baixa renda participar de planos de benefícios de previdência complementar, pois, apesar de não se beneficiarem da dedução, ficavam sujeitas à tributação total do valor recebido. Além disso, corriam o risco de se verem transferidas para uma alíquota mais elevada do imposto de renda, quando se somassem, na aposentadoria, o valor do benefício recebido da previdência social e o da previdência complementar”, acrescenta o deputado.
No caso do pretendido seguro de vida com cobertura por sobrevivência, com isenção tributária sobre os rendimentos obtidos – quando os recursos forem destinados ao pagamento de despesa relacionada à contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro saúde, ele observa que, com as alterações demográficas da população brasileira, a tendência é dela se tornar cada vez mais longeva, o que torna de extrema importância aproveitar o atual bônus demográfico – maior parte das pessoas em idade economicamente ativa, para incentivar as pessoas a acumular recursos para, quando se retirarem do mercado de trabalho, terem condições de enfrentar o pagamento das referidas contraprestações. “Certamente seu valor será agravado não só em razão da idade elevada, mas também do constante aumento dos custos de procedimentos médico-hospitalares, sempre em níveis superiores aos dos índices inflacionários e de reposição dos proventos do benefício de aposentadoria concedido pela previdência oficial”, frisa Vergilio.
O autor do projeto acentua ainda que é preciso considerar que a maior parte das pessoas, no momento da perda de vínculo empregatício, inclusive em virtude da aposentadoria, se depara com o desligamento do plano ou do seguro saúde, até então custeado pelo empregador.
Os empregadores, por sua vez, são, atualmente, desestimulados de participarem do custeio, total ou parcial, de planos de seguros com cobertura por sobrevivência em favor de seus empregados e dirigentes, pois, suas contribuições não contam com tratamento equalizado ao das vertidas para o custeio de planos de benefícios de previdência privada.
Assim, a intenção é alterar esse cenário atual e estimular o empregador a contribuir, total ou parcialmente, para o custeio desses seguros, auxiliando seus empregados e dirigentes a acumular recursos.
Armando Vergilio assegura também que não há renúncia fiscal, pois, como não existem, atualmente, seguros de vida com cobertura por sobrevivência, cujo custeio seja feito, total ou parcialmente, por empresas, em favor de seus empregados e dirigentes, a arrecadação, qualquer que seja, é nula. “ Ademais, este projeto de lei não traz nenhuma despesa orçamentária para o Governo”, diz o parlamentar.
Para Vergilio, é possível argumentar, no entanto, que a participação do empregador no custeio do referido plano implicaria, com base na legislação em vigor, na redução da base de cálculo para apuração do lucro real e da CSLL, na medida em que o valor total dos prêmios por ele pagos será deduzido, em cada período de apuração, em valor de, no máximo, 20% do total dos salários dos empregados e da remuneração dos dirigentes da empresa, vinculados ao plano.
Ele ressalta que a prerrogativa de, por meio do seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, as pessoas acumularem recursos para poderem fazer frente a despesas futuras, inclusive relacionadas ao pagamento de contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro saúde é, certamente, louvável e, pelos motivos expostos, deve ser incentivada, inclusive sob a ótica fiscal. “Mesmo porque, o cidadão, ao não utilizar ou reduzir o uso da rede pública de saúde, contribuirá de forma significativa para a desoneração do Estado, permitindo uma maior disponibilidade de recursos para atendimento a terceiros mais necessitados, sem renda suficiente para enfrentar o pagamento das referidas contraprestações”, argumenta.
A diretoria da Fenacor, amigos e familiares do saudoso José Luiz Valente convidam a todos para a missão de 7º dia pela alma desse estimado profissional do mercado de seguros, que será celebrada nesta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 18:30, na Igreja Nossa Senhora do Parto, localizada na Rua Rodrigo Silva, 7, centro, Rio de Janeiro.
Em São Paulo, quem faz o convite é a Aconseg-SP, com a missa sendo realizada no dia 13 de fevereiro, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Moema, na Praça Nossa Senhora Aparecida de Moema, s/n, em São Paulo. A diretoria da associação lamenta o falecimento de Valente, executivo que se dedicou ao desenvolvimento do mercado segurador brasileiro, tendo, inclusive, atuado na Tokio Marine Seguradora, parceira de longa data das assessorias em seguros. Ele faleceu no dia 7 de fevereiro, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado.
O executivo Chris Giles, vice-presidente da Chubb & Son & International Field Operations Officer, inicia uma visita de dois dias ao Brasil nesta semana. Ele comanda as operações da Chubb no Canadá, Europa, Ásia/Pacífico e América Latina. O Brasil recebe atenção especial de Giles por estar entre as cinco maiores operações da área internacional da Chubb. Durante a visita, serão feitas avaliações dos resultados de 2013, perspectivas de 2014, o cenário econômico para os próximos cinco anos e os respectivos goals da companhia para este período. Serão ainda identificados os desafios e oportunidades do grupo, em um cenário de mais longo prazo.
ARTIGO DE Michael Heise, economista-chefe do grupo Allianz, publicado no portal Veja
O ano de 2014 começa com sinais de instabilidade para muitas economias emergentes. Há uma acentuada preocupação com a desaceleração da economia chinesa. A forte queda do peso argentino frente ao dólar provocou pressão de venda generalizada de moedas de países emergentes como um todo. Mas a volatilidade atual não é prenúncio de uma desaceleração permanente dessas economias como um todo. A diferenciação é necessária — e é isso que os mercados financeiros estão fazendo agora.
A escala do desgaste varia amplamente de país a país. Exemplo disso são os problemas que atualmente assolam a Argentina. Eles podem ser tudo, menos uma surpresa. Ao contrário, são o resultado de anos de anos de má gestão política, que resultou em inflação elevada, moeda supervalorizada e corrosão maciça das reservas externas.
Por outro lado, as moedas dos mercados emergentes da Europa Central e Oriental permaneceram relativamente estáveis. Por exemplo, graças ao desempenho robusto da economia da Polônia, a moeda local (o złoty) manteve sua taxa de câmbio estável em relação ao euro, caindo apenas 2,2% desde o começo do ano. O forint húngaro registrou queda de pouco mais de 5% em relação à moeda única no mesmo período — menos que no passado, quando problemas macroeconômicos do país tornaram a taxa de câmbio mais vulnerável às mudanças de perspectiva de mercado.
A estabilização da economia da zona euro e a redução dos desequilíbrios têm ajudado a melhorar as perspectivas de crescimento para os países da Europa Central e Oriental. Além disso, a maioria dessas nações tem feito progressos ao controlar seus próprios desequilíbrios. Por outro lado, a moeda russa continuou sua longa trajetória em queda livre este ano, caindo mais de 5,5% desde o início de janeiro. Os motivos são, principalmente, internos: o frágil clima para investimentos, pesadas saídas de capital e amplo déficit em conta corrente.
Project Syndicate:
Martin Feldstein: O futuro do crescimento americano
Harold James: A História contra a Europa
Sri Mulyani Indrawati: A economia mundial — agora sem esteroides
Olhando para a América Latina também notamos grandes diferenças regionais. O peso argentino, o principal culpado da região, despencou 19% em relação ao dólar este ano. No Brasil, as perdas do real em 2014 têm sido relativamente baixas, mas isso vem da forte depreciação no ano passado. O capital também está deixando o México e o Chile.
A dependência da região em relação às commodities é preocupante. Se o crescimento econômico chinês se mostrar mais fraco que o esperado, os preços das commodities e as exportações estão propensos a cair, prejudicando o crescimento dos países latino-americanos.
No entanto, como os indicadores de produção industrial globais sobem desde o segundo semestre de 2013, assinalando melhorias nas economias avançadas, as previsões negativas para os mercados de commodities podem estar equivocadas.
Até agora, as perdas cambiais asiáticas estão limitadas. A moeda sul-coreana (o won) sofreu uma grande queda (de 3%) entre o início do ano até fevereiro (resultado de uma tendência ascendente prolongada no ano passado). As moedas indiana e indonésia têm aguentado bem a tempestade, após uma queda abrupta em 2013. A rúpia, sobrecarregada por um crônico déficit em conta corrente, o avanço da inflação e uma acentuada desaceleração no crescimento, perdeu 11% ao longo do ano passado.
Paradoxalmente, a China, país atualmente sob intensos holofotes, é a única grande economia emergente cuja moeda subiu ligeiramente em relação ao dólar. Fato notável quando se leva em conta os enormes desafios que a China enfrenta – como o de reequilibrar o seu modelo de crescimento para arcar com a bolha de crédito imobiliário. Autoridades chinesas estão prestes a apertar a política monetária e impor medidas reguladoras para refrear o risco sobre a dívida, que implica sacrificar o crescimento econômico de curto prazo e recolocá-lo numa base estável. Evidentemente, os mercados acham que as autoridades estão à altura da tarefa.
A Turquia, um país cujo enorme potencial de crescimento é marcado por grandes desequilíbrios, não foi tão feliz. A lira turca está sendo ridicularizada, caindo mais de 7% em relação ao euro desde janeiro — e 24% desde meados do ano passado. Mas a vulnerabilidade do país à brusca mudança nos mercados financeiros era previsível. Déficits em transações correntes (financiados principalmente pela entrada de capitais de curto prazo), a incerteza política interna e os últimos episódios da política monetária pouco ortodoxa têm prejudicado toda confiança do investidor nos últimos meses. Como na China, os processos necessários de ajustamentos vão pesar sobre o crescimento no curto prazo, embora as perspectivas de médio e longo prazo sejam positivas.
Os mercados financeiros estão evidentemente castigando as moedas dos países, que, devido a desequilíbrios macroeconômicos ou instabilidade política, são suscetíveis a choques externos de qualquer tipo. Com efeito, alguns participantes temem que a espiral de depreciação, aumento da inflação e taxas de juros ascendentes possam expandir a crise de confiança numa escala maior.
Mas, por enquanto a retirada de capital não pode ser descartada, pois nem todos os investidores nadam a favor da maré. Com os preços dos países afetados por essa crise a um patamar muito mais favorável, as medidas de estímulo à confiança poderiam incentivar futuros investidores a testar essas águas.
Em termos gerais, as desvalorizações podem ajudar a aumentar a competitividade e reduzir os déficits externos. Mas, no curto prazo, essas desvalorizações podem agravar problemas econômicos porque incitam maiores reivindicações salariais, alimentando a pressão inflacionária e aumentando os custos de financiamento externo.
Nestas circunstâncias, a política monetária deve desempenhar um ato de equilíbrio. Para combater o aumento da inflação doméstica, os bancos centrais precisam elevar as taxas de juros – sem sufocar o mercado. Os políticos estão mais propensos a ter sucesso em suas empreitadas à medida que reformas internas abordem os desequilíbrios macroeconômicos e outros obstáculos para o crescimento de longo prazo.
MATÉRIA EXTRAÍDA DO PORTAL DA CNSEG (www.cnseg.org.br)
O VII Encontro Nacional FenaPrevi teve inicio ontem (06/02) na Praia do Forte, na Bahia. A cerimônia de abertura contou com a participação do governador da Bahia, Jaques Wagner, e das principais lideranças do mercado brasileiro de seguros de vida e previdência complementar aberta. O encontro, que reúne 220 executivos, segue até neste sábado e terá palestras do economista Luis Carlos Mendonça de Barros e do Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland.
Em palestra nesta sexta-feira, Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi, destacou que 2014 será um ano desafiador para o país. Em linha com os principais analistas de mercado, a FenaPrevi trabalha com expetativa de crescimento do PIB abaixo 2% e inflação em torno de 6%. “Acreditamos que crescimentos acima de 3% só se darão a partir de 2016”, comentou o executivo na palestra de abertura do encontro.
A despeito dos números, Nascimento é otimista quanto ao desempenho do setor de vida e previdência complementar aberta. “A renda média cresceu e é a maior desde 2003. Neste intervalo de tempo, o indicador avançou mais de 29%”. Nascimento também destacou que há outras boas notícias na economia como a queda da taxa de desocupação, a alta do índice de intenção de consumo das famílias e os efeitos benéficos do bônus demográfico. “Mesmo com a economia crescendo mais lentamente, temos uma grande oportunidade para avançar substancialmente na formação de poupança de longo prazo e contratação de produtos de proteção pessoal”.
Os dados de previdência complementar aberta revelam o vigor da indústria. “Hoje já registramos R$ 374 bilhões em reservas e até o meio de 2014 devemos chegar a R$ 400 bilhões em ativos administrados, o que mostra a preocupação do brasileiro com a constituição de poupança para o futuro”, diz o presidente da FenaPrevi. “No mercado de seguro de pessoas o fenômeno se repete e estamos assistindo uma conscientização maior dos indivíduos, o que se reflete num crescimento substancial das carteiras de seguros de vida”.
Para 2014, a FenaPrevi tem como objetivos criar condições para manter o crescimento do mercado. Entre as prioridades estão a implementação do VGBL Saúde, para estimular a poupança para cobertura de gastos com tratamentos médicos na fase de aposentadoria, a criação do Universal Life, que conjuga seguro de vida e formação de poupança de longo prazo, e avançar na regulamentação do patrimônio de afetação dos planos de previdência, aprimorando a blindagem dos planos. “As discussões com o governo e órgão regulador estão avançadas para concretizarmos estes projetos”, diz Nascimento.
Em outra frente, a FenaPrevi quer intensificar as discussões para permitir que as reservas de planos de previdência privada aberta possam ser usadas como garantias em operações de financiamento imobiliário. “Hoje, o cidadão tem que resgatar seus recursos para comprar um imóvel, interferindo na acumulação de longo prazo. Se as reservas pudessem ser usadas como garantia, como ocorre com os planos de previdência 401K nos EUA (nome de um tipo de plano de aposentadoria patrocinado pelo empregador, adotado nos EUA), daríamos um grande passo e estamos trabalhando para que isso aconteça”.
MATÉRIA EXTRAÍDA DO PORTAL DA CNSEG (www.cnseg.org.br)
Um jantar de boas-vindas, ocorrido nesta quinta-feira à noite, marcou a abertura do VII Encontro Nacional da FenaPrevi. A conferência, que abre o calendário anual de eventos da FenaPrevi, contou com pronunciamento do governador da Bahia, Jaques Wagner, homenagem ao presidente do banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi (ex-presidente da extinta Anapp, a antecessora da FenaPrevi) e, como nas edições anteriores, palestra especial, desta sobre a Copa do Mundo, apresentada pelo jornalista esportivo Antero Greco.
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Mais uma vez, o encontro ocorre na Bahia – no Hotel Tivoli Ecoresort – e reúne os principais executivos das entidades de Vida e Previdência para discutir, até o próximo sábado, os temas mais relevantes para o mercado de benefícios. Nesta edição, são 230 participantes e acompanhantes presentes.
Em seu discurso, o governador, em tom republicano, deixou claro que, qualquer que seja o resultado das urnas nas eleições de outubro, os partidos sabem que não podem abrir mão da responsabilidade fiscal, por ser uma conquista da sociedade e um pré-requisito para o desenvolvimento. Admitiu que o Brasil tem de fazer um processo de modernização para ser menos burocrático e, pôr fim, ao que chamou de “República da Desconfiança”. Apesar das sinalizações negativas, disse ainda estar otimista de que o Brasil crescerá mais em 2014 do que no ano imediatamente anterior, sem mencionar, contudo, a taxa esperada por ele.
O governador parecia responder aos críticos do governo federal, que se queixam do baixo crescimento econômico, gastos públicos crescentes e inflação resiliente, apesar da alta dos juros básicos, um instrumento de política monetária que tradicionalmente provoca desaceleração econômica.
Homenagem
Presidente da antiga Associação Nacional de Previdência Privada (Anapp) entre 1994 a 2000, Luiz Carlos Trabuco Cappi foi homenageado pela destacada atuação em prol do fortalecimento do seguro de Vida e Previdência no País. Sua ação direta na construção da Lei Complementar 109 foi lembrada pelo presidente da Comissão de Marketing da FenaPrevi, Oriovaldo Pereira lima Filho. “Sem exageros, uma das legislações mais modernas de previdência do mundo, resultando no crescimento chinês desse mercado, ou seja, de quatro vezes acima da taxa de expansão do PIB nos últimos 14 anos continuamente”, disse ele, para quem a liderança de Trabuco Cappi trouxe paz e prosperidade ao mercado. Trabuco Cappi foi também apontado por refundar a Anapp, fazendo-a elevar de 23 associadas para 72 durante seu mandato.
Mesmo afastado da rotina do setor segurador a partir de março de 2009, após deixar o comando do grupo Bradesco Seguros para assumir a presidência do banco Bradesco, tornando-se o quarto presidente em sua história, Cappi é uma das lideranças históricas do setor mais admiradas, considerando-se o grande número de presidentes de entidades e de seguradoras que compareceram à homenagem. Entre outros, estiveram presentes os presidentes da CNseg, Marco Antonio Rossi, da FenSeg, Paulo Marraccini, da FenaCap, Marco Barros, e, naturalmente, da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento.
Sem esconder a emoção por reencontrar velhos amigos que fazem parte sua história e pela entrega da placa da FenaPrevi em alusão à passagem do vigésimo aniversário de sua posse na antiga Anapp, Trabuco Cappi destacou que o direcional da economia é de crescimento. No caso do mercado de benefícios, assinalou que o mercado tem amadurecido antes que o País envelheça. “Minha visão do mercado de seguros é otimista, sobretudo nas áreas de Vida e Previdência. Nós somos o extensor da capacidade do Estado, que, por mais forte que seja, terá dificuldade de estender seu aparato de proteção ao cidadão na plenitude necessária. O nosso produto é, portanto, líder, porque nos seguramos o que a pessoa tem de mais precioso: o seu futuro”, destacou ele, ao agradecer a deferência do mercado.
A experiência de cobrir várias Copas do Mundo, as tristezas com os fracassos e alegrias com os triunfos da Seleção Brasileira, o jogo de cintura exigido dos repórteres esportivos, as dificuldades com os costumes e com a língua dos países que sediaram o torneio foram os temas centrais abordados, com bom humor, pelo jornalista Antero Greco, na palestra especial de abertura durante do VII Encontro Nacional da FenaPrevi.
Faleceu hoje, no hospital Albert Einstein, o executivo José Luis Valente. Segundo amigos, ele estava doente há meses. O óbito ocorreu durante uma cirurgia para colocação de um marca passo. Sua última atuação em seguro foi como sócio da Sossego, corretora de seguros online. Trabalhou por anos na Real Seguros e posteriormente na Tokio Marine, com quem o grupo ABN Amro fez contrato de parceria para a venda de seguros na rede bancária. O corpo será velado em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
O presidente & COO do Grupo W.R. Berkley, William Robert Berkley Jr., reforçou, durante encontro com colaboradores da Berkley Brasil, no dia 06 de fevereiro, o otimismo do Grupo com relação aos negócios na área de seguros operados no país. Para ele, o desafio está ligado a operações focadas em serviços, expertise e em pessoas que busquem corretores e agentes de seguros que reconheçam os valores da seguradora.
“Estamos muito entusiasmados com relação ao país e à Berkley Brasil. Durante muitos anos o país tem passado por bons momentos e continuamos muito otimistas. Esperamos que o crescimento continue sempre com o foco em qualidade da subscrição e lucratividade”, destacou o executivo durante o encontro.
Robert Berkley Jr. abordou questões ligadas ao contexto da economia mundial e às transformações ocasionadas pela tecnologia que tem interligado as pessoas de uma forma cada vez mais rápida. “O ramo de seguros continua crescendo e se consolidando. As mudanças na sociedade estão criando novos riscos e, consequentemente, novas oportunidades”.
Ainda segundo ele, “para sermos bem sucedidos, não podemos ver as pessoas como simples commodities e conseguimos isso na Berkley, através da qualidade nos serviços e expertise. É essa a grande diferença”, enfatizou o Presidente & COO do Grupo W. R. Berkley. Na ocasião os colaboradores puderam abordar as expectativas dos negócios locais para este ano, assim como questões internas da companhia.
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