Proposta de circular Susep sobre o seguro D&O é analisada pela JBO Advocacia

Marcia CicarelliRelease

A nova proposta da Susep para regulamentar o seguro de Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores de Sociedades (RC D&O) foi objeto de profundo debate promovido pela JBO Advocacia. Em reunião do Grupo de Estudos do escritório, realizada no dia 6 de fevereiro no hotel Tivoli Mofarrej, com a presença de 20 pessoas, entre clientes e colaboradores, os advogados Carolina Oger e Daniel Flores conduziram a discussão que abordou a viabilidade de mudanças no seguro D&O e outros pontos polêmicos da proposta da Susep.

A minuta de circular, colocada em consulta por meio de edital publicado em 23 de dezembro de 2013, ficará aberta para sugestões e comentários até o dia 13 de março de 2014.

Excesso de Conceituações

A primeira questão levantada pelos advogados da JBO foi o excesso de termos definidos pela minuta da circular. Os 31 incisos do art. 3º da minuta apresentam 34 conceituações, muitas delas já previstas na legislação ou em outras normas da Susep, como “apólice à base de reclamações” e “sociedade”. Além disso, alguns termos são desnecessários, pois não possuem aplicabilidade prática ao D&O, como, por exemplo, “dano físico à pessoa”.

Danos, Perda e Prejuízos

A minuta traz ainda um complicado conjunto de conceitos relacionados a dano, que reproduz a previsão da Circular Susep 437/2012 e destoa da prática do mercado. Este conjunto inclui expressões como Dano Patrimonial, Perdas Financeiras e Prejuízos Financeiros, que divergem e modificam a atual estrutura de cobertura das apólices D&O. Para Daniel Flores, o exemplo mais claro é o de Perda, normalmente definido como os prejuízos do segurado e que a minuta conceitua como “redução ou eliminação de expectativa de ganho ou de lucro”.

Outras definições podem causar problemas de interpretação e dificuldades em questões judiciais, por conflitarem com conceitos assentados no Direito Civil. Nesse debate, a sócia da JBO, Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, chamou a atenção para a definição de dano patrimonial que, em realidade, traduz o que normalmente se entende por dano material. Também o conceito de “perda financeira” pode causar problemas por expressar o que normalmente se entende por “lucros cessantes”.

Reclamação e Fato Gerador

Outra questão que pode trazer problemas de interpretação para o mercado, na avaliação de Daniel Flores, é a conceituação de reclamação que consta na minuta. Conforme o inciso XVI do art. 3º, “reclamação é a denominação genérica dada às notificações (judiciais ou extrajudiciais) que comunicam a instauração de processo administrativo formal”. Entretanto, para o advogado da JBO, a reclamação não pode ser confundida com a notificação. “A notificação é o ato que dá a ciência, ou seja, o aviso de sinistro, já a reclamação é a própria ação que o terceiro propõe contra o segurado”, explicou.

Para Marcia Cicarelli, a confusão entre os dois termos pode gerar uma agravante em relação ao período de retroatividade. “Se conceituar o fato gerador como uma reclamação, então como será possível mensurar o momento que aquela reclamação foi originada? E como saber se está dentro do período de retroatividade?”, questionou.

Segurado por Extensão

Os advogados da JBO apontaram diversas inconsistências no inciso XIX do artigo 3º, que trata do segurado. O texto da minuta, ao definir “segurado por extensão da cobertura”, inclui pessoas físicas com cargos em “subsidiárias e/ou coligadas da sociedade”. Segundo Carolina Oger, na prática de mercado, há seguradoras que oferecem a garantia das subsidiárias e/ou coligadas como cobertura básica e de forma automática. “A minuta engessa o mercado ao restringir a previsão da garantia das subsidiárias e coligadas, necessariamente, como extensão de cobertura”, disse.

Também causou estranheza à advogada o mesmo inciso incluir como segurados pessoas contratadas para assessorar a sociedade ou subsidiária, como consultores, secretários particulares e técnicos. “A definição de segurado deveria abranger apenas as pessoas com poder de decisão e sujeitas à responsabilização por atos de gestão”, apontou Carolina Oger. Para Daniel Flores, se a intenção da Susep era permitir a ampliação do conceito de segurado, bastaria prever esta possibilidade, sem especificar as pessoas que estariam incluídas no conceito de segurado por extensão.

Custos de Defesa

Os custos de defesa, que são o principal motivo de contratação do seguro de D&O, passaram por mudança significativa na minuta da Susep: de cobertura básica a cobertura adicional. Além disso, o artigo 5º da minuta diferencia os honorários advocatícios dos custos de defesa, que devem ser contratados como coberturas adicionais distintas. “Primeiramente, a minuta alterou a prática de mercado que previa os custos de defesa como cobertura básica, devendo estes, agora, serem contratados obrigatoriamente como cobertura adicional. E, ainda, retirou os honorários advocatícios do conceito de custos de defesa. Assim, para o segurado, essa proposta cria um problema, porque ele precisará saber alocar muito bem a verba que deseja como indenização, como custo de defesa e como honorários advocatícios”, disse Carolina Oger.

Multas

A minuta de circular da Susep não tratou de multas e penalidades, embora fosse uma posição que o mercado aguardava. Atualmente, a Susep veda a cobertura de D&O para o pagamento de multas, com base em um parecer da Procuradoria Federal relativo a fundos de pensão. Na prática, o mercado entende que a proibição caberia apenas aos casos de multa por atos dolosos e que não haveria impedimentos em indenizar os casos de multa por atos culposos. “A Susep perdeu a oportunidade de esclarecer essa questão”, disse Marcia Cicarelli.

Reflexões Finais

Encerrando o grupo de estudos, a equipe da JBO concluiu que a minuta de circular proposta pela Susep para o D&O não atende plenamente suas finalidades, especialmente se considerados os princípios norteadores da Política Nacional de Seguros, como a operacionalização do seguro e a proteção do consumidor. “O mercado de D&O funciona bem, atualmente, e não deveria ser mudado por novas regras”, disse Marcia Cicarelli. Por outro lado, ela reconheceu que a autarquia está mais disposta ao diálogo e aberta a propostas do setor. “O mercado de seguros brasileiro está se desenvolvendo e a participação do regulador é essencial”, disse.

Estudo do IESS indica desperdício de mais de até US$ 815 bilhões no setor de Saúde nos EUA

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O sistema de saúde dos Estados Unidos desperdiça entre US$ 543 bilhões e US$ 815 bilhões por ano. O montante representa de 20% a 30% do total aportado no setor ou de 3,6% a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) americano. Os números fazem parte do estudo “Fontes de desperdício de recursos no sistema de saúde americano”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar. O levantamento indica que não há fontes para determinar corretamente o desperdício do setor no Brasil, mas destaca que a experiência americana pode servir de base para o aperfeiçoamento na administração tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da Saúde Suplementar.

As principais razões para o desperdício são falhas assistenciais, de coordenação e de precificação; uso desnecessário de materiais, medicamentos e exames; complexidade administrativa; e práticas fraudulentas ou abusivas. Apenas as falhas assistenciais, como erros durante cirurgias, prescrição e administração incorreta de remédios e falhas na higiene hospitalar, acarretam no gasto desnecessário de algo entre US$ 17 bilhões e US$ 28 bilhões por ano nos Estados Unidos. Além dos recursos que poderiam ser aplicados de forma mais produtiva, essas falhas prejudicam a saúde dos pacientes, podendo acarretar, por exemplo, em infecções hospitalares. Problemas que poderiam ser, ao menos, minimizados com a adoção de protocolos clínicos mais rígidos.

O estudo do IESS aponta, também, que a adoção de Tecnologia da Informação (TI), principalmente para viabilizar prontuários eletrônicos, poderia gerar uma economia de até US$ 18 bilhões por ano, apenas ao facilitar e dar mais segurança à tomada de decisões pelos médicos, que teriam acesso mais rápido e fácil ao histórico de doenças e exames dos pacientes. Além disso, disponibilizar aos pacientes um histórico de eficiência das clinicas e hospitais poderia incentivar a concorrência e a busca por mais qualidade no atendimento.

No Brasil, estima-se que a incidência de eventos adversos preveníveis (EAPs) é de 5%. Ou seja, a cada 100 atendimentos, 5 tem complicações – como infecções hospitalares e administração incorreta de medicamentos – que poderiam ser evitadas com protocolos mais rígidos e adoção de ferramentas de TI para auxiliar os prestadores de serviço de saúde. Contudo, não há bases para calcular qual o valor que tais medidas poderiam poupar.

A concentração de mercado nos Estados Unidos e a assimetria de informações são outros importantes aspectos relacionados ao desperdício de recursos no setor de saúde, uma vez que garantem às empresas margens de lucro muito superiores às encontradas no setor de saúde de outros países, como Canadá por exemplo. Isso gera falhas de precificação, que são mais marcantes em órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs). Devido a cláusulas de contrato que permitem aos fornecedores cobrar de cada comprador um valor diferente pelo mesmo material de OPME, pode-se apenas estimar que se todos os prestadores de serviços hospitalares nos Estados Unidos pagassem o preço médio de mercado pelas OPMEs, a economia total de recursos para o sistema de saúde americano seria de aproximadamente US$ 5 bilhões ao ano.

No Brasil, com o objetivo de reduzir a assimetria de informação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga os preços praticados pelas produtoras e importadoras de medicamentos, bem como o preço máximo permitido para vendas a farmácias, drogarias e entes públicos. Além disso, a Anvisa divulga, também, os preços máximo, mínimo e médio de alguns materiais médicos, entre eles as principais OPMEs.

Outro gargalo são os gastos administrativos, referentes, principalmente, as horas de trabalho que médicos, enfermeiros e funcionários administrativos despendem em atividades de interação com as seguradoras e programas públicos de saúde, como pedidos de pagamento e de autorização para procedimentos. A automação de atividades administrativas, como o preenchimento de guias, a integração e padronização de rotinas, como os formulários de pagamento por procedimento realizado, e a simplificação de exigências regulatórias, poderiam reduzir os gastos do setor entre US$ 168 bilhões e US$ 180 bilhões por ano. No Brasil, calcula-se que os gastos administrativos equivalham a 12,8% da receita das operadoras de planos de saúde, no setor privado, e a 12,5% do orçamento total da União para as atividades públicas de assistência à saúde.

O estudo realizado pelo IESS aponta, ainda, que mais de 50% dos recursos empregados em remédios são desperdiçados devidos a prescrição, venda ou uso incorretos. Além disso, os desperdícios devidos à fraude alcançam a cifra de US$ 80 bilhões nos Estados Unidos, de acordo com dados do Federal Bureau of Investigation (FBI). Não há fontes para estimar os desperdícios com fraudes no Brasil, contudo, a Controladoria Geral da União (CGU) detectou o desvio de aproximadamente R$ 3,1 bilhões do setor da saúde pública entre 2002 e 2012.

A íntegra do estudo está disponível em: http://www.iess.org.br/html/TD0049Derperdicio.pdf

Farid Eid está de volta ao setor no comando da corretora MGM Brokers Brasil

farid eidPara quem vive perguntando por onde anda Farid Eid — que deixou a ACE para se lançar no desafio de realizar um sonho: ser corretor diferenciado –, descobri onde ele está. No comando de uma corretora de seguros, a MGM Brokers Brasil. “Eu sai da Ace para constituir uma nova empresa e realizar um sonho antigo : Ser um Corretor de Seguros Diferenciado”, disse ao blog Sonho Seguro. !Que bom tê-lo como porta-voz!

Potencial de venda de seguro em banco é grande, reafirma estudo da S&P

dinheiroO Valor traz o relatório da agência de classificação de riscos Standard and Poor’s (S&P), que estima que o alcance da venda de seguros entre clientes de bancos no Brasil ainda é muito baixa, provavelmente abaixo de 30%, de acordo com as suas estimativas. “Isso significa que ainda há espaço para crescer”, diz a agência, segundo matéria publicada no portal do Valor Econômico.

O modelo de distribuição de apólices no balcão de bancos (conhecido como “bancassurance”) tem ganhado destaque em países em desenvolvimento, com as seguradoras vendo neste canal uma das melhores maneiras de se chegar à classe média emergente da região, segundo o relatório da S&P.
“O bancassurance se provou especialmente potente no Brasil, onde foi crescendo junto com o mercado geral de seguros na última década”, disse a analista de crédito da S&P Amalia Bulacios no relatório.

Esse tipo de canal domina a venda de seguros de varejo no Brasil. “Estimamos que cerca de 60% de toda a receita de prêmios de seguros [de varejo] venham das vendas originadas em bancos”, diz a agência.

O sucesso desse canal, porém, é notável não apenas por aumentar o alcance comercial das seguradoras, mas também por ajudar a compensar a queda na rentabilidade na concessão de empréstimos dos bancos, especialmente os privados, aponta a S&P. Desde a crise financeira de 2009, os grupos financeiros brasileiros têm procurado diversificar suas receitas e aumentar seus negócios baseados em comissões, e o modelo de “bancassurance” tem se mostrado bom nisso.

No Brasil, os maiores agentes do “bancassurance” são os braços de seguros dos maiores bancos do país. Os três maiores grupos são Bradesco Seguros, Itaú Seguros e grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre (uma das subsidiárias da BB Seguridade). Os três grupos têm 60% do mercado no Brasil, enquanto as 10 maiores seguradoras têm 85% do mercado.

A agência nota que, das 10 maiores seguradoras, cinco são subsidiárias de grupos financeiros. Além das três já citadas, há a HSBC Seguros e a Caixa Seguros – esta última atua em joint venture com a francesa CNP Assurances. Outras duas seguradoras têm joint ventures com bancos: a Porto Seguro, com o Itaú Unibanco, e a Zurich Seguros, com o Santander. Já a SulAmérica tem um acordo comercial com o Citibank. As duas menores seguradoras do top 10 são a Tokio Marine e a Allianz Seguros, segundo a S&P.

Vayon é homologada como Autoridade Certificadora

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A Vayon Insurance Solutions, empresa de negócios de TI com foco exclusivo no mercado de seguros, acaba de se tornar uma Autoridade Certificadora de Tempo (ACT) homologada pelo Observatório Nacional (ON), instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI). Com isso, garante aos seus clientes o atendimento completo dos requisitos exigidos pela Resolução CNSP 294 em relação a autenticidade, privacidade, inviolabilidade e temporalidade de documentos eletrônicos (apólices, propostas, condições gerais, formulários web, aceite eletrônico em termos de serviços, email e SMS) envolvidos nos processos de negócio.

De acordo com Valdemir Navarro, diretor Comercial da empresa, esta tecnologia permite levar nos documentos digitais à Hora Legal Brasileira (HLB) de forma segura, autêntica e auditável, trazendo a prova de quando a transação foi executada e a garantia do conteúdo. “Ao implementar esta infraestrutura, estamos aptos a atender integralmente aos requisitos da resolução 294, que trata sobre a utilização de meios remotos relacionadas ao mercado segurador”, revela Navarro. Vale destacar que os servidores de Carimbo de Tempo (ICP-BRASIL) são auditados e sincronizados pelo Observatório Nacional de acordo com as normas internacionais criadas pelo Internet Engineering Task Force (IETF) e pelo Internet Engineering Steering Group (IESG).

“Nossos clientes podem contar com três serviços essenciais para trabalharem em conformidade com a Resolução CNSP 294, um serviço integrado de Protocolização e Fluxo de documentos Eletrônicos; um serviço de Aceite Eletrônico (ClickWrap) de documentos (condições gerais, propostas, contratos e termos de uso) e formulários web; e um serviço de Email Auditável, instrumentado com elementos técnicos legais e periciáveis. Tudo isso em um ambiente certificado PCI-DSS, garantindo o mais alto nível de segurança e o valor jurídico necessário.”, finaliza Navarro.

AXA está pronta para operar no Brasil, unidade comandada pelo português João Leandro

João LeandroMais um estrangeiro assumindo posto de comando em seguradora no Brasil. João Leandro, atual CEO da AXA Portugal, assumirá o comando da AXA Brasil, segundo comunicado. O executivo tem uma trajetória profissional de 35 anos, dos quais 11 como CEO do grupo francês em Portugal. Ele assume o posto ainda neste semestre. “João Leandro aportará a sua experiência, profundo domínio do negócio segurador e forte liderança, ativos fundamentais para a concretização da nossa ambição neste novo mercado”, afirmou Jean-Laurent Granier, Chief Executive Officer da América Latina. Outros exemplos de CEO importados para as subsidiárias brasileiras são Liberty, AIG e Allianz.

No portal da companhia francesa, que deixou o Brasil há uma década e mantém um acordo para grandes riscos com a SulAmérica, há dicas do que ela espera de sua operação brasileira. O grupo se intitula como uma seguradora mundial. E é. Segundo rakings de seguros no mundo, a AXA é a maior companhia do mundo no quesito faturamento. Voltando ao portal, o grupo afirma que desempenha um papel de destaque nos serviços de proteção financeira, de pessoas e bens a nível mundial. Atualmente, serve atende 95 milhões de clientes individuais e empresas, em mais de 60 países da Europa, América, África, Oriente Médio e Ásia.

Apesar de a Europa continuar a ser o maior mercado para as suas receitas globais, o grupo AXA está presente entre as principais seguradoras nas regiões em que atua, incluindo nos mercados emergentes. O grupo tem a ambição de alcançar a liderança em todos os mercados em que opera, com a estratégia cinco prioridades: inovação nos produtos, expertise no core-business, gestão da rede de distribuição, qualidade do serviço e produtividade.

Bradesco investe em sinalização de ciclofaixas

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As Ciclofaixas de Lazer de São Paulo e de Osasco – iniciativas das prefeituras das duas cidades que contam com o patrocínio da Bradesco Seguros – ganharam placas de sinalização com dicas de segurança. O objetivo da comunicação é conscientizar ainda mais os ciclistas sobre a necessidade de estarem atentos ao longo da via. Entre as dicas estão mensagens como “Mantenha as crianças à sua frente”, “Respeite 1,5 m de Distância” e “Desmonte da bicicleta ao trafegar nas calçadas”.

“Segurança no trânsito é um tema que vem sendo tratado com cada vez mais seriedade, principalmente nos ambientes urbanos. Carros, ônibus, motos e transportes como a bicicleta dividem o espaço das grandes cidades com os pedestres e, para que todos circulem com tranquilidade e segurança, é necessário pensar sempre no bem-estar coletivo e no respeito ao próximo”, explica Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros.

Os ciclistas que utilizam os dois espaços de lazer também contam com o apoio dos mecânicos do “SOS Bike”, que realizam pequenos reparos e ajustes nas bicicletas, garantindo ainda mais segurança e conforto aos usuários. As Ciclofaixas de Lazer integram o movimento “Conviva”, criado pela Bradesco Seguros com o objetivo de incentivar a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres.

Importante espaço de lazer Iniciativa da Bradesco Seguros, as ciclofaixas de lazer surgiram em 2009 interligando os parques do Ibirapuera, do Povo e das Bicicletas, em São Paulo, num percurso de 5 quilômetros.

Atualmente, a capital paulista conta com 120,4 quilômetros de extensão (ida e volta). Inaugurada em outubro de 2013, a Ciclofaixa de Osasco tem 15 quilômetros de extensão, interligando os parques Chico Mendes, no Bussocaba, e Nélson Vilha Dias, no Rochdale. As Ciclofaixas de Lazer de São Paulo e de Osasco reúnem mais de 150 mil pessoas a cada edição.

Prudential do Brasil eleva capital segurado para R$ 30 milhões por vida

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A Prudential do Brasil ampliou os limites de aceitação do capital segurado, elevando sua capacidade, por vida, de R$ 15,8 milhões, no último ano, para R$ 30 milhões. Tal iniciativa visa dar maior proteção aos clientes que necessitam de uma cobertura mais ampla e com o valor de proteção mais elevado.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as classes A e B cresceram 61% no País, no período de 2005 a 2010. A Prudential do Brasil também registrou um crescimento médio anual do público de alta renda em sua carteira, acima de R$ 75 mil por ano, de 23%, de acordo com pesquisas feitas no período de 2009 a 2012. A renda do brasileiro está aumentando assim como suas necessidades, por isso a segurado busca elevar periodicamente o capital segurado visando a proteção dessas famílias.

Em outubro de 2011, a proteção máxima oferecida pela seguradora era de R$ 10,6 milhões. Com a nova capacidade, o valor segurado máximo praticamente triplicou em pouco mais de dois anos. Com isso, a Prudential do Brasil passou a oferecer um dos maiores capitais segurados disponíveis no segmento de seguro de vida individual no Brasil. “Esta é uma excelente oportunidade para conquistarmos e protegermos clientes com necessidades mais elevadas. Nosso capital segurado está se tornando um importante diferencial de mercado e ainda demonstra nossa saúde financeira. Para nós, é uma conquista e ratifica a crescente confiança do mercado na Prudential do Brasil”, comenta o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.

Equipe feminina New Zealand Women’s Sevens, patrocinada pela AIG, vem ao Brasil

aig novaApós o sucesso da visita de alguns jogadores dos All Blacks ao Brasil no fim de 2013, agora é a vez das New Zealand Women’s Sevens virem ao País para participar do Circuito Mundial Feminino de Sevens, que ocorre entre os dias 21 e 22 de Fevereiro, na Arena Barueri, no Estado de São Paulo.

A AIG é patrocinadora global e parceira oficial de seguros da New Zealand Rugby (NZR), que é formada pelos times All Blacks, Maori All Blacks, All Blacks Sevens, New Zealand Black Ferns (time feminino de quinze), New Zealand Women’s Sevens (time feminino de sete) e New Zealand Under 20 (menores de 20 anos).

“A AIG encontra no rugby muitos dos valores que celebramos na empresa, tais como o desejo de superar as dificuldades, o trabalho em equipe e a integridade. Para nós, apoiar o rugby, e isso inclui a equipe feminina, é uma honra e um compromisso de encontrar o sucesso em tudo o que fazemos”, afirma Jaime Calvo, CEO da AIG no Brasil.

A modalidade Sevens é uma versão mais rápida e reduzida do rugby tradicional. O time tem sete jogadores, disputando uma partida de 14 minutos com dois tempos de sete minutos de duração. Os Jogos Olímpicos de 2016 terão o Sevens como modalidade pela primeira vez. O Rugby foi jogado pela última vez nos Jogos Olímpicos em 1924. O time neozelandês de Rugby Sevens conquistou no ano passado a Copa do Mundo e o Primeiro Circuito Mundial Feminino de Sevens (Women’s Sevens World Series).

Para mais informações e detalhes sobre a parceria da AIG com os All Blacks, acesse: http://www.aig.com/aig-and-the-all-blacks_3171_537094.html

PMEs estão mais otimistas, segundo pesquisa da Zurich Seguros

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A pesquisa da Zurich Seguros ouviu empresas e cenários de 12 países e destaca os desafios e aspirações das PMEs que estão se adaptando para atingir novos grupos de clientes e expansão para novos mercados. O empresariado brasileiro supera a média global de investimentos no capital humano, ao mesmo tempo em que assume que os riscos com incêndios tiram o seu sono.

São Paulo/SP, 17 de fevereiro de 2014 – A forte concorrência, aliada à baixa demanda do consumidor são os dois riscos mais significativos que pequenas e médias empresas têm enfrentado na contemporaneidade, aponta a pesquisa realizada pelo Grupo Zurich, que ouviu empresas de 12 países, no segundo semestre de 2013. Para sair dessa, as PMEs estudam o mercado, focam em novos clientes e nichos, dão as mãos com a tecnologia e ainda pensam em expandir atuação para o mercado internacional.

Ao todo, a pesquisa da multinacional suíça, que tem mais de 140 anos de atuação, entrevistou 3.293 empresas da Alemanha, Austrália, Brasil, Emirados Árabes, Espanha, Indonésia, Irlanda, Itália, México, Portugal, Reino Unido e Suíça, para analisar os desafios, riscos e traçar oportunidades deste segmento de mercado.

O Brasil surpreendeu com a afirmativa de que investiu em 20% na mão-de-obra e sua qualificação, e ficou acima da média dos 12 países da pesquisa, que alcançaram 14%. Para os empresários brasileiros, investir na especialização de sua mão-de-obra é a chave para o crescimento orgânico das empresas.

A pesquisa revelou ainda que 84% das PMEs consideram ser fortemente resistentes, que aptas a enfrentar as turbulências econômicas e ainda que estão otimistas em relação ao desenvolvimento do seu próprio negócio. Além do resultado positivo da pesquisa, a Grupo Zurich, que atende a clientes em mais de 190 países do mundo, aposta em sua expertise global e a capacidade de lidar com os desafios macroeconômicos enfrentados tanto pelas PMEs, como pelas grandes empresas, para dar suporte a este mercado. “Temos um longo histórico de atuação nos mais diversificados mercados, seja para produtos mais tradicionais, como roubo, incêndio, automóveis e residenciais, como para os mais recentes para suprimento da cadeia de fornecimento, de responsabilidade civil profissional, grandes riscos, ou vulnerabilidade tecnológica, e ainda cyber-risks”, pontua Hyung Mo Sung, CEO Seguros Gerais da Zurich Seguros para o Brasil.

“Na Zurich, toda a América Latina, mas o Brasil especialmente, é reconhecido por seu potencial e vive um momento de destaque. Diante deste cenário e, aproveitando a situação econômica favorável no país, iniciamos as operações de Vida & Previdência em 2010 e, desde então, investimos na modelagem e na revisão de nossos produtos, no time de profissionais e nas ferramentas operacionais. Estes e outros fatores influenciaram o Grupo Zurich a incluir, pela primeira vez, o Brasil em seus estudos” , destaca Richard Vinhosa, CEO de Vida & Previdência da Zurich Seguros.

Expansão nos mercados interno e novos mercados – Atrair novos clientes é considerado vital para a maioria das PMEs que visaram o mercado interno (em 23% dos casos), enquanto que 13% miraram o mercado externo, nos últimos 12 meses, percentual que deve crescer em 2014 para 33% e 14%, respectivamente. As empresas se ancoram na estratégia de trazer novas soluções e diversificar os produtos e serviços como solução certeira para atingir o sucesso e crescimento.

Nos Emirados Árabes, 26% das PMEs locais conseguiram expandir negócios no exterior com a criação de operações de exportação. Já na Suíça, Espanha, Irlanda, Austrália e México, esse crescimento foi de 15%.

Abordagem variada de preços aumento dos rendimentos – No ambiente econômico atual, as espanholas, portuguesas, italianas e irlandesas foram as PMEs que mais reduziram os custos (25%, 20%, 24% e 15%, respectivamente), enquanto que, ao mesmo tempo, estiveram defasadas em relação ao aumento da remuneração de seus empregados, com 4%, 6%, 4% e 3%, um reflexo dos desafios econômicos que estes membros da Zona do Euro estão enfrentando atualmente.

Enquanto isso, PMEs de outros países europeus têm melhor desempenho quanto ao crescimento dos salários: 24% na Suíça, 14% na Alemanha e 20% no Reino Unido, enquanto lutam pela redução dos custos. A tendência de aumentar salários e arrochar os gastos também foi observada em mercados emergentes: 41% vs 15% no Brasil, 16% vs 5% na Indonésia e 17% vs 12% no México.

Concorrência, estagnação do consumo, roubos, incêndios e riscos cibernéticos ainda assustam – Mais de um terço (36%) dos líderes das PMEs entrevistadas, identificaram a concorrência e “dumping” como um grande risco para seus negócios, o que é agravado pela falta de demanda do cliente para 24% dos ouvidos. Isto foi um problema particularmente ressaltado na Espanha (43%), Itália (35%), Portugal (32%) e no Reino Unido (34%) e menos na Indonésia (11%), Alemanha e Emirados Árabes Unidos (ambos com 14%).

O risco de furto foi apontado como mais preocupante em todas as regiões (19%), enquanto que o risco de incêndio tirou o sono de 20% das PMEs brasileiras. Essa mesma preocupação atingiu apenas a 7% das demais empresas dos 12 países ouvidos pela pesquisa.

Mesmo em tempos de um mundo cada vez mais virtual, fraudes online, invasão de bancos de dados e outros crimes cibernéticos, surpreendentemente, não foram listados como os principais riscos pela maioria dos entrevistados. O Reino Unido foi o que mais ressaltou a preocupação com esse tipo de crime, com 8,5%.

Contudo, a tendência é que este cenário mude em poucos meses, uma vez que as empresas estão atentas às novas possibilidades que o mundo cibernético proporciona, como a abertura de canais de venda online, por telefones e smartphones, além de plataformas para tablets.

Mão-de-obra qualificada é a chave para o crescimento – Enquanto 26% das empresas pretendem investir em eficiência operacional, melhorando aspectos como precificação, o empresariado brasileiro surpreende e diz que investiu 20% em capital humano, frente à média de 14% dos demais países ouvidos pela pesquisa. Investir em pessoal é essencial para 27% das empresas Suíças, 22% das Mexicanas e 20% das Portuguesas.