A educação financeira é a melhor forma de regulação do mercado

cnseg 7_painel_pqFonte: portal da CNseg

Muito já foi feito – inclusive um simpático samba pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) – para divulgar o seguro de forma simples para a sociedade. “Mas ainda há uma infinidade de ações que precisam ser tomadas para contribuirmos com o desenvolvimento do Brasil. O crescimento é consequência das escolhas das pessoas. E quanto mais educadas elas forem, mais capazes serão de trilhar um caminho de empreendedores”, comentou Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde e da Bradesco Saúde, responsável pela moderação do 7 painel — Iniciativas de Educação Financeira – O que é seguro, para que serve, qual o valor para o segurado – realizado na 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, em São Paulo.

Nelson Le Coq, diretor de autorização da Susep, seguiu na mesma linha do moderador e afirmou que boa parte da crise do subprime foi consequência da pouca noção financeira das pessoas que tomaram mais crédito do que poderiam. Em sua opinião, a educação financeira é a melhor forma de regulação do mercado. A idéia é que quanto mais o consumidor estiver preparado, mais consciente será a sua escolhas, além de ter condições de comparar produtos financeiros e optar pelo produto mais adequado para a realização de seu sonho. Caso contrário, o sonho pode se transformar em um pesadelo chamado “inadimplência”. “Educação financeira tem a capacidade de dar poder ao consumidor que torna mais efetiva a ação do Estado na regulação dos mercados”, conclui Le Coq.

Entre as várias ações da Susep, que faz parte do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), responsável pela coordenação da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), está o projeto “Torcedor Seguro”. Desenvolvido em parceria com a CNseg, a ação é focada em divulgar o seguro em praças públicas, com distribuição de material informativo e uma encenação teatral com o objetivo de conscientizar a população da importância do seguro e da previdência complementar para suas vidas.

Uma das grandes colaborações do grupo Bradesco no desenvolvimento da cultura de seguro é a Universeg, que completa 10 anos em 2014 e já contabilizou mais de 1 milhão de participações de funcionários e colaboradores. “Nosso objetivo é promover um ambiente que propicie desenvolvimento”, afirmou Rosana Gonçalves de Rosa, sub-gerente do departamento de desenvolvimento e gestão de pessoas de pessoas da Bradesco Seguros. “Até mesmo com cursos para nossos líderes, que são considerados educadores e vitais para impulsionar o desenvolvimento das equipes”. Uma das novidades para os próximos dias é o lançamento de mais uma edição da Maratona do Conhecimento, um projeto que visa incentivar que os funcionários mantenham-se atualizados.

Nuno David, diretor de marketing da Mongeral Aegon, destacou a importância do mercado segurador em desenvolver mecanismos mais simples para a divulgação dos produtos, como usar exemplos que todos têm dentro de casa, como os clientes que receberam benefícios. “Tanto os corretores como as pessoas beneficiadas são a principal propaganda que podemos fazer do produto seguro”, afirmou ele para a plateia, disponibilizando dois vídeos de curta duração, porém de grande apelo sentimental.

Segundo David, há um mercado potencial gigantesco para ser alcançado com a venda de seguro de vida. “Enquanto no Brasil menos de 6% da população tem seguro de vida, nos Estados Unidos esse percentual ultrapassa 70%”. Diante disso, a Mongeral tem investido em diversos canais de venda e geração de conteúdo que mostrem à sociedade a importância do seguro de vida e da previdência. A loja online, lançada em outubro, por exemplo, já começa a dar lucro. “Isso mostra que há demanda pelo produto até mesmo por meio da internet”, conclui.

Paulo Rossi, diretor de marketing da BB e Mapfre, apresentou o projeto Traduzindo o Segurês, que teve inicio em 2009, embalado pelo resultado de uma pesquisa da IBM que afirmava que 65% dos entrevistados acreditava que teria problemas se precisasse usar o seguro. O ponto de partida do grupo foi transformar esse problema em oportunidade de estar mais próximo do cliente e tentar encartar o consumidor. Durante a implementação do projeto, a equipe descobriu que precisa mudar muito mais do que palavras. “Precisamos mudar centenas de atitudes”, disse. Outra coisa que se transformou foram os imensos textos do clausulado em imagens, que falam mais do que palavras e isso foi bem recebido pelo cliente”, contou. O projeto foi implementado para automóvel, vida, residencial e agora o grupo caminha para finalizar a implementação do Traduzindo o Segurês na operação de previdência.

Sandro Leal, gerente-geral da FenaSaúde, elegeu dois itens para reduzir as frustrações dos consumidores com planos de saúde. “Uma se refere ao uso em si e outra a preço”, explicou. Uma das frases mais ditas por segurados insatisfeitos é “Paguei a vida toda e quando fui utilizar….”. Segundo Leal, isso advém de um equívoco financeiro. “O que sustenta a saúde suplementar não é a acumulação. Diferente da previdência, na qual se acumula o patrimônio com os depósitos mensais, no seguro de saúde o pagamento e o risco são mensais. Essa é uma abordagem que nos traz desafios”, afirmou.

Outra questão que mostra dificuldade de entendimento é o reajuste dos custos de saúde. O setor chama de inflação médica o que na verdade é custo da utilização, tanto com aumento de preço de serviços médicos e medicamentos, como de quantidade de uso. “Isso é a inflação médica e é por esse parâmetro que é calculado o reajuste do plano”.

Outra dúvida na área de saúde é sobre a diferença do preço cobrado do idoso e do jovem. Apesar da diferença dos valores, parte dos custos dos planos dos idosos, que utilizam muito mais os serviços, é subsidiado pelos mais jovens, que usam menos. Se não houvesse diferenças de preços por faixa etária, os planos dos mais jovens seriam muito mais caro, o que reduziria sua presença no mercado, encarecendo ainda mais os valores dos planos dos mais velhos. Essa falta. “Isso gera muitas demandas aos órgãos de defesa do consumidor e acreditamos que se conseguirmos levar a educação financeira à sociedade, conseguiremos reduzir boa parte dos conflitos”, sentenciou Leal.

Willis Group cresce mais de 4% no primeiro trimestre de 2014

willisrelease

“Começamos 2014 com um trimestre de sólido crescimento e com contribuições positivas de cada um dos nossos segmentos. Willis Internacional e Willis Norte América ambos cresceram fortemente. Willis Global cresceu com uma forte contribuição dos negócios de resseguro, pela área de varejo no Reino Unido e também pelas empresas de seguros de especialidade,” disse o CEO do Grupo Willis, Dominic Casserley. “O lucro operacional ajustado correspondente ao ano anterior, enquanto nós continuamos a investir em regiões de maior crescimento tais como mercados emergentes, empresas como Global Wealth Solutions na Ásia e melhorias de serviço ao cliente como nossa iniciativa Connecting Willis.”

Casserley complementa, “Em nossa Conferência com os Invetidores em 2013, traçamos uma estratégia de longo prazo, com investimentos contínuos que guiem o crescimento orgânico. Além disso, estabelecemos que o spread entre as receitas e despesas deve ser, em média, igual ou superior a 70 pontos-base resultando na geração de um maior fluxo de caixa. Permanecemos confiantes nisso e comprometidos com esse plano. Além disso, a medida que continuamos a investir para aumentar as receitas, também temos a oportunidade de tomar novas ações em relação às despesas. Hoje estamos lançando um programa plurianual de melhoria operacional desenhado para fortalecer o atendimento ao cliente e garantir uma economia de custos de aproximadamente $420 milhões até 2017 e outros 300 milhões a partir de 2018”.

Divisão Internacional

A Divisão Internacional reportou um crescimento orgânico de 7.2% em comissões e fees no primeiro trimestre de 2014, comparado com o mesmo período em 2013. As operações da América Latina cresceram dois dígitos no período, com resultados fortes no Brasil e um bom desempenho da Venezuela, Argentina, Chile e México. As operações na Europa Ocidental também registraram crescimento com contribuições positivas de quase todos os países da região. Já a Europa Oriental registrou crescimento de dois dígitos e as operações na Ásia estiveram fortes, lideradas por China e Hong Kong.

Entre os principais destaques do trimestre, encerrado em 31 de março de 2014, estão:

· Receita de US$ 1,097 bilhão no primeiro trimestre, comparado com US$ 1,046 bilhão referente ao mesmo período de 2013.

· Lucro por ação de $1,35, um crescimento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

· Lucro líquido de US$ 246 milhões em comparação aos US$ 219 milhões no mesmo período de 2013.

· Crescimento orgânico em comissões e fees de 4,2%

Swiss Re lucra US$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2014, queda de 11%

swiss-reFonte: Dow Jones Newswires

O lucro líquido da Swiss Re caiu 11% no primeiro trimestre deste ano, para US$ 1,2 bilhão, de US$ 1,4 bilhão no mesmo período do ano passado. A queda é explicada, em parte, pelos ganhos excepcionais que haviam sido registrados nos três primeiros meses de 2013, quando a seguradora fechou um acordo de US$ 610 milhões com o Berkshire Hathaway, do investidor Warren Buffett, sobre algumas apólices.

No segmento de resseguros para propriedades e acidentes, sua principal divisão individual, os prêmios subiram quase 8%, para US$ 3,8 bilhões, com o lucro líquido quase inalterado em US$ 1,0 bilhão. A proporção combinada da unidade, uma medida importante da lucratividade que compara quanto a companhia paga em indenizações com quanto ela recebe em prêmios, ficou em 78,8%.

Desafio das ouvidorias está em mudar processos sem burocratizar a venda

cnseg ouvidorias_gdUm dos desafios do mercado segurador é como vender seguro para quem não tem capacidade de ler contrato. “O Brasil tem um elevado índice de pessoas analfabetas, que não sabem ler e escrever, e maior ainda, que chega a 14%, de analfabetos funcionais, que são aqueles que sabem ler e escrever, mas não compreendem. Na média, o índice desses dois tipos ultrapassa 40% em algumas regiões do pais. Como vender seguro a eles?”, questionou o moderador Vitor Morais de Andrade, presidente da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente Abrarec. Outra brecha citada pelo presidente da Abrarec é deixar claro ao consumidor de quem ele é cliente. “Se compro um celular não sei se sou cliente da operadora, da loja do varejo ou da fabricante do aparelho e fico confuso na hora de decidir quem devo procurar”.

Ele foi mediador do painel 5 — experiência das ouvidorias na solução de controvérsias de consumo –, realizada no segundo dia da 4a. Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, realizada em São Paulo. Segundo Silas Rivelle Junior, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, as ouvidorias das 33 empresas que representam 95% do faturamento do mercado segurador receberam 63.623 demandas em 2013. Tais solicitações chegaram para a ouvidoria depois de tentativas de solução no canal de atendimento da companhia.

De acordo com Rivelle Júnior, que também é ouvidor da Unimed Seguros, o seguro de bens foi o principal tema a ser trabalhado pelos ouvidores, com 38.516 queixas, seguido pelo seguro de pessoas, com 13.888, previdência, com 10.479, e capitalização, com 3.740 manifestações recebidas no ano passado. Do volume total, 24.538 foram encaminhadas diretamente pelos segurados aos ouvidores das empresas; 13.151 vieram pela Susep, 11.889 pelos órgãos de defesa do consumidor (Procons) e 4.097 via Banco Central.

As principais queixas, cerca de 46,6%, se concentram na hora do pagamento da indenização, devido a conflitos em relação a regulação do sinistro. Dúvidas em relação ao pós-venda representam 23,1%; contratação, venda e negócio participaram com 17,7%, problemas com a comunicação ficaram com 7% das estatísticas, assistências com 3,8%, produto com 1,4% e os conflitos em relação aos corretores tiveram um baixo índice, com apenas 0,3% das estatísticas computadas pela comissão de ouvidoria da CNseg.

A maior queixa registrada no ramo de seguros gerais se refere ao tempo na regulação do sinistro, com 21%, seguida pelo valor indenizado, com 11%. Em previdências, as desavenças entre clientes e empresas se refere a portabilidade, com 18%. No segmento de pessoas, os cancelamentos geraram a maior demanda por ouvidor, com 13,% do total. Em capitalização, 33% das reclamações dizem respeito ao resgate, revisão e ao benefício.

Silas Rivelle ressalta que 96% das demandas foram respondidas no prazo regulamentar de 30 dias, considerando-se os dois tipos de ouvidorias: as Internas, que fazem parte da estrutura das próprias empresas; e as Independentes, que são contratadas (terceirizadas) e possuem estruturas separadas da empresa. No caso de grupo empresarial, é facultativo instituir uma única Ouvidoria para todas as sociedades ou entidades que o integrem.

Segundo os palestrantes, a educação financeira é a principal arma das companhias e dos ouvidores para reduzir os conflitos com consumidores, tanto no que diz respeito a usar a experiência do ouvidor para mudar processos como para levar cada dia mais produtos adequados ao público final.

As ouvidoras Gisele Garuzi, superintendente da Bradesco Seguros, e Camila Lana, analista de ouvidoria da Zurich Brasil Seguros, apresentaram a dinâmica do dia a dia departamento. Ambas afirmam que muitos casos são tratados individualmente, pois em alguns casos o lado emocional tem que ser ponderado e prevalece sobre o aspecto técnico. “Além disso, todos os casos analisados são levados para um comitê executivo na busca de mudanças de processos operacionais que tragam melhoria na relação empresa e cliente”, disse Gisele.

A Zurich apresentou um case que tem gerado muitas notícias: o seguro de celular. A questão a ser resolvida envolve a apresentação de nota fiscal na hora do sinistro, sendo que esse procedimento não é solicitado no momento da compra do seguro. “Pedir a nota fiscal na hora da venda é visto como algo burocrático”, explicou Camila. “Mas temos de pedir na hora do sinistro para inibir fraudes e temos como segurança que a exigência da nota fiscal é citada como obrigatória nas cláusulas do contrato disponível no contrato entregue ao consumidor e também nos meios digitais”, acrescentou.

IRB nomeia uma mulher como vice-presidente

Uma novidade no novo IRB Brasil Re, a maior resseguradora local do país. Lucia Maria da Silva Valle, a primeira mulher no primeiro escalão do ressegurador, foi indicada semana passada como vice-presidente de riscos. No IRB do passado, Emília Gitahy de Alencastro foi nomeada como presidente do ressegurado estatal em 1961, por Jânio Quadros. Apesar de ter tido uma gestão relâmpado, ela faz parte do quadro do IRB. Também há registro de Dulce Pacheco Fonseca da Silva Soares no cargo de diretora na história do IRB controlado pela governo.

Graduada em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós graduada em Amostragem pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas, Lucia Maria é especializada em Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas. Com mais de 25 anos de experiência em seguros e previdência, foi superintendente atuarial no Unibanco AIG Seguros e Previdência e diretora atuarial nas seguradoras Zurich Brasil e MetLife. Entre 2009 e 2013, atuou em empresas de consultoria da área de seguros, período que também foi membro do Comitê de Auditoria no IRB Brasil RE, é membro do Instituto Brasileiro de Atuária.

Mudanças climáticas já afetam seriamente os EUA, afirma relatório da Casa Branca

cicloneAs mudanças de clima causadas pela atividade humana são uma realidade e já estão a afetar seriamente os Estados Unidos, conclui um relatório científico norte-americano apresentado nesta terça-feira pela Casa Branca.

As consequências são o aumento de fenómenos extremos, como chuvas torrenciais em regiões mais húmidas ou falta de água em zonas secas. O aumento da temperatura, com ondas de calor mais fortes e mais frequentes, a subida do nível do mar, que contribui para cheias mais frequentes e mais dramáticas, ou o aumento de grandes incêndios são outros dos fenómenos associados à mudança de clima, que tem como principal causador, diz o estudo, a maior concentração de gases com efeito de estufa.

«A mudança de clima, em tempos vista como uma questão para um futuro distante, mudou-se firmemente para o presente», conclui o relatório «Avaliação do Clima Nacional», elaborado por um painel científico alargado sob a égide do Governo norte-americano e que pretende ser o estudo mais exaustivo já realizado nos EUA sobre clima.

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai assumir pessoalmente a divulgação deste relatório, pretendendo chamar a atenção para o problema e insistir na necessidade de introdução de medidas para o combater, como a limitação da emissão de gases.

Itaú Seguro Auto lança seguro para pequenas frotas empresariais

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O Itaú Seguro Auto lança o Itaú Seguro Auto Empresa, produto desenvolvido especialmente para empresas que possuem frotas de até quatro veículos. O seguro oferece coberturas completas, além de uma série de serviços e benefícios. Segundo o último levantamento feito pelo Sebrae, existem cerca de 1,544 milhão de pequenas e médias empresas só no Estado de São Paulo. Em 2012, elas somaram 99% dos estabelecimentos paulistas e foram responsáveis por 47% dos empregos gerados naquele ano. “É um segmento econômico com pleno potencial de expansão e que demanda garantias específicas para um de seus principais ativos, que são os automóveis”, comenta Luiz Vicente Lapenta, superintendente de produtos da Itaú Auto e Residência.

A fim de buscar a segurança da frota e para que as atividades dessas empresas não sejam prejudicadas, o Itaú Seguro Auto Empresa dispõe das garantias tradicionais, como colisão, incêndio, roubo e danos materiais ou corporais a terceiros. Para completar as coberturas tradicionais, o cliente pode optar por contratar a garantia adicional de carro-reserva com três opções. Com essa garantia, o segurado terá à sua disposição três modelos de veículos para o uso da empresa, em caso de sinistro. Podem ser escolhidos os modelos Básico (versão 1.0, com ar-condicionado), Médio (versão 1.4, com ar-condicionado e direção hidráulica) e Utilitário (Pick-up leve).

O produto conta ainda com diversas coberturas opcionais, a fim de não prejudicar a rotina da empresa em caso de imprevistos. Entre elas, estão as garantias de Lucros Cessantes (pagamento de diárias – equivalente ao valor contratado – para cobrir cada dia que o carro da empresa ficar parado) e Vidros (em caso de quebra, reposição de vidros, retrovisores, faróis e lanternas).

O Itaú Seguro Auto Empresa também oferece assistência 24 horas para a frota da empresa segurada. Os serviços consistem em motorista substituto (caso o motorista contratado esteja impossibilitado de trabalhar1), socorro mecânico emergencial no local, reboque do veículo (nos casos de acidente ou pane), chaveiro, troca de pneus, assistência de pane elétrica, mecânica ou seca (falta de combustível), transporte para recuperação do veículo e dos ocupantes do veículo segurado até a residência/empresa, além de hospedagem e assistência funeral.

O limite de utilização dos serviços varia. No Plano Especial, cada veículo da frota da empresa tem um limite de acionamentos. No Plano Global, o limite total de acionamentos é compartilhado entre todos os veículos da frota. Além desses atendimentos específicos, o segurado ainda irá dispor de uma série de serviços para a empresa, independentemente do plano escolhido. Entre eles: serviços de segurança/vigilância (em caso de sinistro), faxineiro, vidraceiro, help desk, reparos nas redes hidráulica, elétrica e em telefonia, limpeza, cobertura provisória de telhados, reparos de eletrodomésticos (linha branca), limpeza de caixa d’água (até 20.000 litros), substituição de telhas, instalação e reinstalação de ventiladores de teto.

Por fim, o Itaú Seguro Auto Empresa ainda conta com benefícios exclusivos para a residência dos sócios da empresa. Entre eles, estão os serviços de chaveiro, eletricista, encanador, vidraceiro, limpeza, guarda da residência, serviços domésticos provisórios, mudança, retorno antecipado ao domicílio, recuperação de veículo, guarda de animais domésticos, indicação de profissionais para manutenção programada e cobertura provisória de telhados.

Edward Lange é o novo CEO da Brasil Insurance

1378500_175516592653484_905425244_nA volta de Edward Lange para o mercado de seguros foi comemorada por corretores, jornalistas e seguradores. Durante o período que comandou a Allianz no Brasil, Lange criou um networking raro de se ver em um mercado fechado, para uma companhia estrangeira e que apresentava crescimento sustentado na última década. Tanto que a matriz autorizou um investimento superior a R$ 300 milhões para que a Arena dos palmerenses, popular time paulista, para dar nome ao estádio, chamado de Allianz Parque. Bom retorno e sucesso sempre!!!

COMUNICADO AO MERCADO

A Brasil Insurance Participações e Administração S.A. (“Companhia”), companhia aberta com sede na Alameda Santos 1787/5o andar (parte), Cerqueira Cesar, CEP: 01419-002, na Cidade e Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o no 11.721.921/0001-60 vem a público informar que o Sr. Edward Lange tomará posse do cargo de Diretor Presidente da Companhia a partir de 16 de maio de 2014, em substituição ao Sr. Antonio José Lemos Ramos, cujo mandato expira hoje, 6 de maio de 2014. O Sr. Miguel Longo Junior, atual Diretor Financeiro e de Controle e Diretor de Relação com Investidores da Companhia, acumulará interinamente o cargo de Diretor Presidente até a posse do Sr. Edward.

O Sr. Edward tem vasta experiência no mercado de seguros, tendo sido a sua última posição no Brasil a de Presidente e CEO da Allianz Brasil, onde iniciou a sua carreira em 1995, nas operações da filial Argentina. Durante este período ocupou diversas posições nas áreas de Operações e Finanças, incluindo as posições de CEO da filial Argentina e de CFO da subsidiária do Chile, além de atividades junto à área de operações da Allianz América, com responsabilidades sobre as operações do México , Canadá e Estados Unidos.

O Sr. Edward é graduado em administração com ênfase em finanças pela The American University of Paris (França).

São Paulo, 06 de maio de 2014.

Fabio Franchini

Conselho de Administração

Eduardo Gianetti: postura credora x postura devedora no consumo, o valor do amanhã

Gianetti_gdFonte: Portal da CNseg

O emaranhado universo das escolhas de compras dos consumidores em relação ao tempo (trocas intertemporais) foi o tema abordado pelo economista Eduardo Gianetti no primeiro painel da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros. Sem fazer juízo de valor, ele buscou ampliar o entendimento das motivações dos consumidores entre assumir, diante da vida, uma postura credora (pagar agora para ter o benefício no futuro) ou devedora (antecipar o consumo consciente do ônus a pagar depois). Para ele, às vezes, faz sentido ter uma posição credora em algumas situações, ao passo que em outras vale uma postura devedora. O perigo são os extremos.

Fazendo um paralelo com a realidade brasileira, ele lembrou que o País é hoje um dos maiores mercados de energéticos, pet care, confeito, ao passo que é o 17º no ranking mundial do mercado de seguros. O especialista citou uma pesquisa realizada com crianças, mostrando que a decisão da compra imediata ou postergada tem alguma vinculação com o ambiente familiar e pode mudar de acordo com o tempo. Nas crianças mais jovens e com famílias desestruturadas, a preferência pela compra imediata é preponderante; ao passo que naquelas que mais estruturadas, as crianças podem aceitar adiar a compra, em troca de recompensas futuras.

O experimento envolveu a oferta de um ou dois chocolates. As crianças de quatro a 12 anos eram colocadas perante uma barra de chocolate e precisavam suportar o desejo de devorá-la. Aquelas que suportassem a espera por 20 minutos levavam duas barras, as que não, apenas uma. Na pesquisa, a criança mais impaciente tocava um sino para marcar sua desistência. Acompanhadas durante anos, a pesquisa comprovou que aquelas crianças que tomavam a decisão de aguardar foram mais bem-sucedidas na vida, ao passo que as impacientes tinham mais desajustes. O painel, o Valor do amanhã, é baseado no livro homônimo do economista.

O desafio de tornar saúde um segmento sustentável

4a_conf_prot_consumidor3Fonte: Portal da Cnseg (www.cnseg.org.br)

“Regular saúde não é uma tarefa fácil”, afirmou a diretora da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, mediadora do painel “Transversalidade das Políticas Públicas de Proteção ao consumidor de seguros”, no primeiro dia da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguro, promovido pela CNseg, com apoio da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo, hoje, dia 6, e amanhã. “Desenvolver o mercado é o dever dos órgão reguladores. Por outro lado, o excesso de regulamentação inibe os negócios. Cabe ao regulador criar estímulos para o crescimento desse segmento que hoje já conta com mais de 50 milhões de participantes”, complementou Solange.

“Meu sonho no comando da Susep é equilibrar os interesses do consumidor, das seguradoras e dos corretores”, afirmou Roberto Westenberger, que assumiu a pouco mais de um mês como titular de um dos órgãos reguladores do mercado segurador, a Susep. “Ainda não temos um plano piloto pronto, mas tenho esse sonho: equilibrar os interesses dos principais players do mercado, pois sem seguradora não há competição e sem consumidor não há mercado. E o corretor é o elo entre essas duas pontas, capaz de ajudar que a companhia oferte produtos melhores e que o cliente saiba escolher a melhor cobertura para o perfil atual”.

Uma das ideias de Westenberger para contribuir com a limitação de produtos impostas pelo arcabouço legal de Saúde é estimular produtos inovadores, como um seguro que ofereça cobertura para procedimentos não contemplados no plano de saúde, segmento regulamentado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). “Obviamente isso vai depender do equilíbrio do interesse de todos e dos investimentos em modernização, inovação e capacitação, tanto dos nossos empregados como dos consumidores por meio dos programas de educação financeira”.

Carla de Figueiredo Soares, secretária-geral da ANS, citou os avanços e os desafios da Agência para consolidar o equilíbrio das relações entre consumidores, empresas privadas e órgãos reguladores. “O foco da ANS está em promover o interesse público e regular as operações pensando em todos os atores e garantindo o equilíbrio do setor”, disse. Na pauta da agenda regulatória está a garantia de acesso e qualidade assistencial, sustentabilidade do setor, relacionamento entre operadoras e prestadores, incentivo à concorrência, garantia de acesso à informação, integração da Saúde Suplementar com o SUS e governança regulatória.

Segundo Carla, o indicador de satisfação do setor de Saúde tem de ser qualitativo. “A avaliação não pode ser feita de forma quantitativa, uma vez que o setor cresce de forma significativa e o consumidor tem, a cada dia, mais consciência de seus direitos e acesso a mais canais de relacionamento com as empresas privadas e com os órgão reguladores”, afirmou ela.

“Temos em mente que não basta apenas defender o consumidor, temos também de garantir a concorrência”, enfatizou a secretária-geral da agência reguladora, citando números do setor, disponíveis no portal do órgão, destacando que se trata de um mercado de mais de 50 milhões de beneficiários de assistência médica, que passaram por mais de 244 milhões de consultas médicas no último ano. “Isso mostra que temos um caminho importante para percorrer no que diz respeito à melhora da gestão com ações que priorizem a melhoria das condições de saúde do cidadão”.
Segundo Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi, a sugestão para solucionar o impasse no setor de Saúde é seguir o exemplo da Previdência Privada. “Temos muitas reformas a serem feitas que confrontam o cidadão. É preciso ter coragem para realizá-las”, disse no início de sua apresentação.

Nascimento lembrou aos participantes o surgimento do atual sistema de Previdência Privada Aberta. “O sistema tinha de mudar para ser sustentável. Mudar de planos de benefícios definidos para contribuição definida, uma filosofia na qual o investidor tem parte do risco por sua poupança previdenciária”, comentou.

A primeira coisa a fazer foi criar coragem para desmontar e recriar o sistema. “Nossos foco foi na criação de oferta adequada de produtos e na introdução de regras que dessem sustentabilidade de longo prazo”, ressaltou, citando os produtos PGBL e VGBL e regras como portabilidade, transparência e segregação de patrimônio dos investidores e administradoras de recursos. O resultado está na expansão do setor. A previdência aberta passou de um patrimônio de R$ 3 bilhões em 2003 para R$ 370 bilhões acumulados neste ano.