O Grupo ACE anunciou hoje que David Heard foi nomeado Vice-Presidente sênior da linha Personal Lines & Business Insurance para a América Latina. Nessa função, ele será responsável na região por todas as linhas pessoais e de pequenas e médias empresas.
David Heard se junta à empresa após passar pela American International Group, onde ocupou cargos de liderança de alcance nacional e regional a partir da matriz nos Estados Unidos e mais recentemente atuou como vice-presidente sênior de expansão estratégica de negócios. Ele tem mais de 25 anos de experiência em mercados de seguros emergentes e maduros, incluindo o Brasil, Chile e México. Sua experiência internacional se estende às linhas de gestão de negócios, planejamento estratégico, marketing direto, distribuição, underwriting, subscrição e gestão de carteiras. Ele se reportará a Jorge Luis Cazar, presidente da ACE América Latina, e a Darryl Page, presidente da divisão Personal & Business Insurance (PBI).
“Temos o prazer de receber David para este importante papel de liderança para nossas linhas pessoais e de pequenas empresas comerciais na América Latina”, diz Cazar. “A profundidade e a amplitude da experiência de David na indústria de seguros são acompanhadas por seu profundo conhecimento da região. Ele possui vasta experiência transcultural e fala espanhol, português e inglês. A América Latina é um mercado importante para o crescimento da ACE e temos a sorte de ter David como parte da equipe”.
A BB Seguridade manteve inalteradas suas metas de desempenho (guidances) para 2014 em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, divulgado nesta terça-feira, 6. A holding que controla os negócios de seguros do Banco do Brasil bateu a maioria das projeções anunciadas no primeiro trimestre. Os guidances para a arrecadação com planos de previdência e emissão de prêmios nos segmentos de patrimônio e automóvel, porém, ficaram abaixo das estimativas.
A companhia espera que o seu retorno sobre o patrimônio líquido médio ajustado (RSPL) fique em torno de 44% a 49% neste exercício. No primeiro trimestre o indicador ficou em 46,7%, ou seja, dentro da meta. Os prêmios de seguros dos segmentos de vida, habitacional e rural, a serem emitidos pela coligada BB Mapfre SH1, devem avançar no mínimo 24% e no máximo 32% em 2014. De janeiro a março cresceram 29,6%.
No caso da coligada Mapfre BB SH2, que responde pela emissão de prêmios de seguros patrimoniais e de automóvel, a BB Seguridade projeta avanço de 19% a 26% em 2014. O avanço no primeiro trimestre ficou em 10,6%, abaixo do intervalo anunciado pela companhia. “O desvio decorreu do desempenho de vendas abaixo do esperado no segmento de automóveis no primeiro trimestre, influenciado, principalmente, pelo ambiente competitivo e pelo comportamento do mercado varejista de carros novos”, explica a empresa.
Também ficou fora do guidance divulgado para 2014 a arrecadação com planos de previdência (Brasilprev). No primeiro trimestre, a cifra alcançada foi 16,1% menor enquanto a companhia em 2014 espera alta de 33% a 47%. Segundo a BB Seguridade, no primeiro trimestre de 2014 o cenário no setor foi “adverso”. “No entanto, a rentabilidade dos fundos de investimento vem apresentando melhora, o que deve resultar em aumento da arrecadação no restante do exercício”, explica a holding.
A BB Seguridade observa ainda que no primeiro trimestre de 2013, a Brasilprev teve uma das maiores arrecadações de sua história e desde então iniciou uma tendência de abertura das taxas de juros, impactando na rentabilidade dos fundos de investimento a partir do segundo trimestre de 2013, trazendo um cenário mais desafiador para novas captações.
Para o segmento de títulos de capitalização (Brasilcap), a holding projeta aumento de 10% a 15% neste ano. O crescimento no primeiro trimestre foi de 19,2%, isto é, acima do teto esperado. “O desempenho ficou acima do limite superior das estimativas em virtude de uma base de comparação mais fraca no primeiro trimestre de 2013, quando a Brasilcap concluiu a revisão de seu portfólio de produtos. Para o restante do exercício, a companhia estima que a arrecadação com títulos de capitalização convirja para o intervalo de estimativas do guidance 2014”, explica a companhia. A BB Seguridade informa ainda que irá acompanhar o mercado para avaliar eventual necessidade de alterar as estimativas não alcançadas.
Ajudar os clientes e todos os brasileiros a protegerem seu futuro e se planejarem financeiramente é uma prioridade para a Icatu Seguros. Por isso, a seguradora estará engajada com a Semana Nacional de Educação Financeira, que ocorre entre dia 05 e 09 de maio de 2014 em todo o Brasil.
A ideia da companhia é fazer uma ampla divulgação do projeto Plataforma do Conhecimento (www.icatuseguros.com.br/plataformadoconhecimento), que tem como objetivo ensinar sobre educação financeira de forma simples e divertida. O projeto é um programa estruturado de iniciativas e conteúdos didáticos através dos mais diversos suportes para a aprendizagem: conteúdo de texto, cursos online em parceria com a FGV On Line, games, vídeos, infográficos, entre outros. O projeto estimula a acessibilidade e interação com diversas ferramentas que ajudam a tornar a aprendizagem sobre educação financeira algo interessante, atrativo e intuitivo.
Mudar o cenário de 2013, onde mais de 630 mil pessoas receberam indenização pelo Seguro DPVAT. Este foi o número de indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT, por Morte, Invalidez Permanente e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares, apenas no ano de 2013 por acidentes de trânsito em todo o país.
O movimento Maio Amarelo nasce na década do trânsito por iniciativa de empresas interessadas na redução da violência do trânsito brasileiro, como a Seguradora. A quantidade de óbitos indenizados pela Seguradora Líder em 2013 chegou a 54.767.
Estes números levam em consideração os pagamentos realizados no ano passado e se referem, também, a acidentes fatais ocorridos em anos anteriores, tendo em vista que o cidadão pode solicitar a indenização em um prazo de três anos.
Assim como os movimentos Outubro Rosa e Novembro Azul, que alertam a necessidade de prevenção aos cânceres de mama e próstata, respectivamente, o Maio Amarelo tem como objetivo envolver a sociedade, órgãos governamentais, entidades de classe e associações para o engajamento de ações e conhecimentos sobre a segurança viária.
O amarelo do movimento representa cor semelhante ao do sinal de trânsito, que destaca a atenção para a realidade com que a sociedade vem se deparando nos últimos anos. “O país vive uma verdadeira epidemia quando o assunto é o trânsito brasileiro. De acordo com os dados do Seguro DPVAT, percebemos que estamos perdendo nossos jovens, vítimas de 50,9% dos acidentes que indenizamos em 2013”, afirma o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier.
A Seguradora Líder DPVAT estima que o número de mortes no trânsito brasileiro em 2013 deva chegar perto de 45 mil, levando-se em consideração as indenizações por morte pagas pelo Seguro DPVAT no ano de 2013 cujos acidentes ocorreram no próprio ano e a projeção de novos pedidos em razão do prazo de até três anos após a data do acidente para solicitar a indenização.
Este valor corresponde à queda de 225 aeronaves com 200 passageiros por ano; 16 atentados ao World Trade Center por ano, ou mais de quatro tufões que atingiram as Filipinas em 2013 por ano. Para Xavier, “é necessária a realização de um amplo debate que vise a constituição de ações urgentes e de ordem prática para que haja uma real transformação do trânsito brasileiro”.
Durante o mês de maio acontecerão ações promocionais para chamar a atenção da sociedade, além de palestras e debates sobre o tema em empresas, escolas, organizações não governamentais e entidades.
A 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, aberta na manhã desta terça-feira, dia 6, em São Paulo, reúne cerca de 300 participantes para discutir, durante dois dias, temas de extrema relevância no aprimoramento das relações entre segurados e seguradoras. A abertura do evento, que integra a agenda oficial da Semana Nacional de Educação Financeira, ficou a cargo do primeiro vice-presidente da CNseg, Jayme Brasil Garfinkel, e da diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.
A diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz, em sua fala de abertura
Jayme Garfinkel, que representou o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, na solenidade, assinalou que manter uma comunicação cada vez mais clara e adotar as melhores práticas perante os consumidores são objetivos permanentes da indústria de seguros. “Melhorar a compreensão do nosso consumidor e aperfeiçoar a educação financeira são metas de todo o mercado segurador”, ratificou ele.
Ele também declarou-se satisfeito com o fato de o mercado segurador apresentar uma contínua expansão, exibindo taxas muito superiores ao avanço geral da economia, ao lado de índices de satisfação dos clientes crescentes, fato esse constatado com a baixa frequência de reclamações em proporção ao tamanho do mercado. Só em indenizações, resgates e benefícios pagos pela indústria são quase R$ 150 bilhões devolvidos à sociedade, exemplificou ele.
Jayme Garfinkel acrescentou que o mercado de Saúde Suplementar hoje já ultrapassa a indústria automotiva em receita e tem potencial de crescimento muito forte, já que está entre os produtos mais desejados da população. Até agora, lembrou ele, somente 13% das famílias das classes C, D e E possuem seguro Saúde e apenas 4% nesse universo têm proteção do seguro de Vida. Então, melhorar o entendimento da população é estratégico para o crescimento, assinalou ele, ao destacar a importância do evento nesse sentido.
Ao dar boas-vindas aos participantes da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros – Previdência Complementar Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização, a diretor-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, destacou que este evento é um dos mais importantes fóruns promovidos pela CNSeg e pela Escola Nacional de Seguros. Faz parte da agenda oficial da Semana Nacional de Educação Financeira, a Semana ENEF, uma iniciativa do Governo Federal, coordenada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira, o CONEF, do qual a CNseg faz parte como representante da sociedade civil. “É Importante destacar que a CNseg tem participado ativamente desta ação, coordenada em âmbito nacional, no sentido de ajudar a implementar políticas sinérgicas sobre educação financeira, inclusão financeira e proteção do consumidor e, principalmente, a educação securitária”, assinalou.
Segundo ela, a ENEF foi inspirada no conceito de educação financeira definido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE, que a define como o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e dos produtos financeiros, de maneira que, com informação, formação e orientação claras, adquiram os valores e as competências necessários para se tornarem conscientes das oportunidades e dos riscos neles envolvidos. E, então, façam escolhas bem informados, saibam onde procurar ajuda, adotem outras ações que melhorem o seu bem-estar, contribuindo, assim, de modo consistente para formação de indivíduos e sociedades responsáveis, comprometidos com o futuro.
A diretora da CNseg assinalou que, nos últimos anos, temos experimentado uma nova configuração no cenário socioeconômico do País. Mais de 29 milhões de pessoas entraram para a classe C entre 2003 e 2009. Com isso, a chamada classe média passou a ser composta por nada menos que 50% da população brasileira.
Ela lembra que a expectativa é de que, até 2028, 58% dos brasileiros façam parte desse grupo. “Esse tema, sempre tão debatido e estudado, na maioria das vezes vem acompanhado de embasamento apenas mercadológico. “É preciso ir muito além disso. Não podemos desconsiderar um fator fundamental que rege todo esse movimento: o comportamento desse novo consumidor, sua visão de mundo, projetos de futuro, sobretudo em relação à proteção de suas conquistas – materiais ou não. E a chave para que possamos ampliar esta visão é a educação financeira. É dever das instituições, públicas e privadas, contribuírem para que essa inclusão seja feita de forma sustentada e consciente, investindo muito em conhecimento e informação”.
A indústria de seguros, que abrange uma gama enorme e diferenciada de produtos, está cada vez mais consciente de que a educação financeira é o processo indispensável à efetiva proteção do consumidor de seguros.
Entre outras ações, a Confederação tem desenvolvido várias ferramentas para estimular e apoiar o mercado nesse sentido, como a elaboração de Guias de boas práticas, Pontos-chave, Relatório das Atividades das Ouvidorias, Projeto Estou Seguro, Cartilha “Família Estou Seguro”, game “Caminhoneiro Estou Seguro”, além de várias outras publicações, seminários, workshops e a participação ativa nas discussões com órgãos reguladores e de defesa do consumidor em busca de entendimentos para aprimorar cada vez mais os serviços prestados pelo mercado.
O aumento do número de atendimentos prestados pelas ouvidorias das seguradoras em 2013 demonstra a crescente confiança do consumidor nesse canal. De acordo com o Relatório de Ouvidorias elaborado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) com a participação de 33 empresas reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) – que representam 92% da receita total do setor -, houve um aumento de 44% nas manifestações dos segurados (66.623) em relação ao volume registrado em 2012 (46.344).
O relatório aponta também que, em 2013, 88% das seguradoras atenderam os consumidores em até 15 dias, prazo regulamentado por lei. Cerca de 6% responderam em 24 horas, 19% em até três dias, 32% em até cinco dias, e 64% em até dez dias. Entre os Estados, São Paulo foi o que registrou maior percentual de demandas: 41%. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 15%, e Minas Gerais em seguida com 9%. Paraná e Rio Grande do Sul foram responsáveis por 5% das manifestações, cada.
Na comparação com os demais canais de relacionamento com o segurado, as ouvidorias das seguradoras continuaram no topo em 2013, com 36.676 atendimentos, seguidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), com 13.151, Procons, com 11.889, e Banco Central, com 4.907 atendimentos. Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, o aumento do número de atendimentos prestados pelas ouvidorias no último ano demonstra um amadurecimento do consumidor, que reconhece a relevância e a eficiência desse canal voltado à solução de controvérsias. “O setor de seguros tem investido no aperfeiçoamento e na qualidade das Ouvidorias, que são um importante termômetro da percepção dos consumidores em relação aos produtos e serviços ofertados”, afirma a executiva, destacando que a partir de 2014 serão mensurados também os dados das ouvidorias das operadoras de saúde suplementar.
Do total de manifestações em 2013, cerca de 70% referem-se a reclamações. Os 30% restantes dizem respeito a registros como dúvidas e elogios. De acordo com o relatório, a regulação do sinistro foi o tema com maior número de atendimentos no ano passado (10.697). Entre os segmentos, o seguro de bens foi o que registrou maior número de atendimentos: em 2013 foram 38.516, seguido pelo seguro de pessoas, com 13.888, pela previdência privada, com 10.479 e a capitalização, com 3.740 registros. Demais segmentos como o de seguros residencial e o de garantia estendida responderam, juntos, por 6.819 registros, representando 19% do total de atendimentos.
Para se ter uma ideia do que isso representa, é importante levar em consideração o volume de indenizações, resgates, benefícios e sorteios pagos por todo o mercado de seguros no ano passado: R$ 149,1 bilhões. Desse total, R$ 22, 3 bilhões no segmento de seguro de automóvel e ramos elementares, R$ 11,5 bilhões no de capitalização e R$ 24,4 bilhões em previdência. O produto garantia estendida, importante instrumento de inclusão financeira, por sua vez, foi responsável por 2,1 milhões de sinistros regulados no ano passado. “Diante dos milhões de segurados e atendimentos prestados, o volume de reclamações não chega a 1% do universo de consumidores desse mercado. A preocupação com a satisfação de todos os consumidores é um dos focos da indústria de seguros que tem investido muito na ampliação dos canais de comunicação com os segurados, de forma a prestar todos os esclarecimentos a respeito do funcionamento dos produtos adquiridos”, frisa a diretora executiva da CNseg.
Segundo Solange Beatriz, antes mesmo da aprovação das resoluções no ano passado (nº 279 do CNSP e nº 323 da ANS), que obrigaram a instalação de ouvidorias nas seguradoras, a maioria das empresas já havia instituído o canal. “O mercado de seguros sempre esteve consciente da importância das ouvidorias como uma forma de solucionar com eficácia os conflitos e possibilitar um maior diálogo com o consumidor de seguros. A regulamentação só veio fortalecer uma prática que já era adotada pelo setor”, explica.
Redução de processos administrativos
Em 2013, a Superintendência de Seguros Privados registrou uma considerável redução do número de Procedimentos de Atendimento ao Consumidor (PAC) e Processos Administrativos Sancionadores (PAS), categorias criadas para registrar a gravidade das reclamações em seguradoras. Isso mostra que quando há uma reclamação, as empresas se movem no sentido de buscar a reconciliação.
No ano passado, das 13.151 reclamações recebidas pela autarquia, 346 se converteram em PAC. Portanto, 97,4% das reclamações foram solucionadas de imediato pelas empresas. Dos 2,6% restantes, 99, 5% foram resolvidos, somente se convertendo em processo administrativo 0,5%.
Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, foi o Executivo de Valor do mercado segurador entre os 23 presidentes de empresas dos vários setores econômicos escolhidos por headhunters e pelo Valor, premiados ontem na 14ª edição do “Executivos de Valor”, durante evento em São Paulo. O homem que preside a maior seguradora de carro do Brasil sugeriu que o Brasil precisa trabalhar em projetos consistentes, de longo prazo e sintonizados com todos os partidos. “Isso exigirá uma liderança forte e bem articulada. O Brasil deveria ter um propósito, assim como as empresas possuem visão de futuro, com alvos, metas e sonhos”.
No balanço entre os depoimentos colhidos durante o evento, fica claro que o presidente a ser eleito em outubro terá de enfrentar, de uma vez por todas, os impasses estruturais do país, fazer as reformas política e tributária, dar prioridade ao investimento em infraestrutura e educação, promover a retomada do crescimento da indústria, incentivar a inovação, controlar a inflação e, para tudo isso, buscar um consenso político. Em resumo, essa é a receita que os melhores executivos do país prescrevem para o próximo mandato presidencial, qualquer que seja o eleito.
Mais detalhes na edição do Valor desta terça-feira, que traz a revista anual Executivo de Valor e a cobertura da festa realizada ontem.
Nesta segunda-feira (5), durante a abertura da Semana Nacional de Educação Financeira, no Rio de Janeiro, foi lançada a Plataforma Aberta de acesso aos livros do Programa de Educação Financeira nas Escolas, que poderá ser acessada por professores, escolas e sociedade civil ligada à educação. A Plataforma é um dos projetos coordenados pela Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil) – entidade responsável por executar as ações da Estratégia Nacional de Educação Financeiras (ENEF) – e conta com apoio do Itaú Unibanco, da Fundação Itaú Social e dos Institutos Unibanco e Credit Suisse Hedging-Griffo. “A Plataforma é muito simples de ser usada. Tem uma linguagem objetiva e é de fácil acesso. Ela possibilitará disseminar conceitos de educação financeira para uma ampla base de pessoas”, afirma Leonardo Pereira, presidente do Comitê Nacional de Educação Financeira – Conef.
De acordo com Silvia Morais, superintendente da AEF-Brasil, um universo de pessoas ligadas à área da educação terá acesso a livros e situações didáticas que permitem desenvolver a capacidade do aluno de analisar criticamente o seu contexto financeiro e do mundo para que tome decisões de forma consciente.
Na quinta-feira (8), haverá um evento específico de lançamento da Plataforma para educadores, em São Paulo. O conteúdo dos 9 livros (professores, alunos e atividades) do programa está disponível nesta plataforma: ao todo são 72 situações didáticas que orientam os professores a aplicar os conceitos financeiros interligados aos conteúdos sociais. Esses conceitos são apresentados de forma didática e lúdica, a partir de situações do cotidiano, com o objetivo de desenvolver o pensamento financeiro consciente. “Não são livros de receitas de sucesso e sim um aprendizado de como planejar a vida, de optar pelas melhores escolhas para si”, afirma Yael Sandberg, gestora de projetos da AEF-Brasil.
A Plataforma também contém informações para os professores implementarem a educação financeira de forma integrada à sua disciplina. Qualquer matéria pode ser enriquecida com conteúdo dos livros, que sugere atividades e ajuda o professor a reconhecer competências que podem ser trabalhadas. Essa abordagem reflete o objetivo da ENEF de informar, orientar e formar os alunos.
Não há restrição de acesso à Plataforma Aberta de acesso aos livros do Programa de Educação Financeira nas Escolas. Todos os professores das mais de 27 mil escolas públicas e privadas do ensino médio do Brasil poderão entrar no site www.edufinanceiranaescola.org.br, preencher o cadastro e fazer o download do conteúdo. Além disso, educadores da sociedade civil organizada também podem dispor das informações para subsidiar iniciativas na área de educação financeira.
Evento exclusivo para educadores – Além do lançamento na abertura da Semana ENEF, haverá um evento dirigido a educadores para apresentação detalhada da Plataforma e para mostrar porque Educação Financeira tem tudo a ver com as escolas. Este evento será realizado na próxima quinta-feira (8), em São Paulo, no Hotel Tivoli Mofarrej (Al. Santos, 1.437 – Cerqueira César).
Participarão da solenidade Cristina Thomas de Ross, do MEC; Ana Legovini, diretora do Banco Mundial; Silvia Morais, superintendente da AEF-BRASIL; Denise Hills, superintendente de sustentabilidade do Itaú Unibanco entre outros participantes.
Sobre a AEF-Brasil – A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, a BM&FBOVESPA, a Confederação Nacional de Seguros Privados – CNSEG e a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o Comitê Nacional de Educação Financeira – CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.
Uma das primeiras atividades da AEF-BRASIL foi o 1º Mapa da Educação Financeira no Brasil, lançado em abril deste ano. O mapeamento mostrou um panorama das iniciativas de educação financeira disponíveis no Brasil, como projetos, ferramentas, blogs e aplicativos de entidades que atuam nessa área e até de pessoas físicas. Foram identificadas mais de 800 iniciativas. A ideia do Mapa é apresentar uma fotografia do cenário atual para aprimorar as ações que já existem, aumentar as sinergias e melhorar o entendimento sobre os resultados positivos.
Outra ação da AEF-Brasil foi desenvolvida para jovens de 14 a 21 anos do ensino médio, que receberam aulas de educação financeira conforme projeto piloto da ENEF, o qual foi conduzido em 448 escolas (Ceará, Tocantins, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal). O projeto-piloto envolveu 27 mil alunos e 1.500 professores. Foram produzidos três livros: um para o aluno, um para o professor e um livro com situações gerais. O projeto ofereceu treinamento de 16 horas a esses 1.500 professores. Depois da ação, o Banco Mundial realizou uma análise que comparou essas 448 escolas com outras 500 escolas onde nada foi feito em educação financeira, com o objetivo de identificar alguma diferença no comportamento dos jovens.
A análise constatou que os alunos das escolas onde houve intervenção mostraram um nível de letramento financeiro 7% superior ao das escolas onde nada foi feito e, as famílias desses alunos mostraram nível de poupança 1% maior do que quando comparado as famílias de alunos sem disciplina de educação financeira. Isso comprovou que o jovem funciona como um indutor de mudança de comportamento dentro da família.
Dois convidados especiais darão o tom dos debates que permearão os temas do Seminário Mercer de Previdência 2014, que acontecerá em São Paulo, dia 29 de maio, quinta-feira, das 8h às 17hs, no Espaço Rosa Rosarum ( Rua Francisco Leitão, 416, Pinheiros). São eles: o ex-jogador e planejador financeiro William Machado; a jornalista e economista Mara Luquet. Eles dividirão a Plenária 1 sobre o tema Segurança Financeira no Futuro: Uma jogada de craque.
Seguido pelos temas Adequação da renda: Ganhe o jogo sem apostar na prorrogação; Governança, a melhor tática para monitorar os planos de previdência; o Seminário propõe também um Bate-Bola sobre Previdência, com cinco especialistas em campo e fecha as atividades com dois painéis simultâneos – Indicadores de Gestão: A melhor defesa é o ataque; e Driblando as dúvidas e incertezas sobre investimentos- com encerramento previsto para às 17hs.
“Hoje, vivemos em um mundo em constante transformação e é preciso estar atento a fatores que têm grande impacto sobre os planos de previdência complementar. Este é um evento tradicional do mercado, pois dá a oportunidade de se debater sobre temas de importância estratégica para empresas e Fundos de Pensão, para os quais sempre são apresentadas soluções e alternativas adequadas ao momento atual”, explica Geraldo Magela, Líder da área de Previdência da Mercer e um dos coordenadores do evento. Ele contará com uma equipe de 15 especialistas que compartilharão, durante o dia todo, informações sobre as principais tendências do setor de Previdência no país.
A Mercer apresentará também, durante o evento, o resultado da primeira pesquisa sobre o Perfil dos Aposentados no Brasil que vai traçar o perfil de renda dos aposentados. A principal pergunta a ser respondida por esta pesquisa será: Quanto é preciso poupar para garantir uma aposentadoria adequada?
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, é pioneira no Brasil na aplicação da telessubscrição para venda de seguro de vida individual por meio do canal corretor. A implantação do serviço, no produto Liberty Vida Perfil, que consiste em entrevista por telefone, para coletar e analisar informações de saúde, fornecidas pelos clientes da seguradora é prático, agiliza o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro.
A tradicional “Declaração Pessoal de Saúde – DPS”, até então colhida pelo corretor, agora é realizada por uma equipe exclusiva de enfermeiros da Liberty Seguros. “O comportamento do brasileiro mudou. Ele é mais exigente, além de qualidade, busca praticidade no momento da compra de um produto ou serviço. Com o seguro de vida não é diferente”, diz Alexandre Vicente, diretor de Produtos Vida da Liberty Seguros.
O executivo explica que neste processo, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo assim, uma melhor análise do risco, com total privacidade das informações dos clientes.
Benefícios para o corretor
O corretor também busca praticidade e agilidade em sua rotina de trabalho. Após a efetivação da venda, por meio dos cotadores online, o corretor avisa o segurado, que será contatado por uma central composta por enfermeiros, que farão a coleta, análise das informações e o preenchimento do questionário de saúde. “É um serviço diferenciado. Simplifica todo o processo de captação e efetivação da proposta. Contribui também para uma melhor adequação do produto ao perfil do segurado, gerando um seguro único e de alta qualidade”, comenta o executivo.
Para o corretor Mauricio Brancalhão, da Dinâmica Administradora Corretoras de Seguros de Cascavel, Paraná, a telessubscrição da Liberty Seguros é um serviço personalizado e que torna o processo da oferta mais adequado. “Além de agilizar e simplificar a minha proposta, agora o meu foco é no entendimento da necessidade do cliente e na venda. É um serviço muito bom e o cliente passou a entender melhor a importância do seu seguro de vida”, afirma o corretor.
Diferenciais do Liberty Vida Perfil
Após a implantação da telessubscrição, a seguradora ampliou também o valor do capital segurado do Liberty Vida Perfil com opções de cobertura de até R$1 milhão. Além das coberturas básicas de um seguro de vida, como morte e invalidez permanente, total ou parcial por acidente, o seguro oferece também serviços diferenciados e complementares como assistência nutricional e personal fitness.
O personal fitness é um serviço gratuito e incluído automaticamente na contratação do seguro, visando orientar e tirar dúvidas do segurado referentes a programas de atividades físicas, bem como incentivar a prática consciente de exercícios e adequá-los à sua rotina. Já o serviço de assistência nutricional, por sua vez, visa fornecer ao segurado orientações de um especialista em nutrição, sugerindo, por meio de um laudo personalizado, a alimentação mais adequada ao momento de vida do segurado.
“O nosso cliente que pretende fazer exercícios pode ligar para central e pedir orientações. Com base na análise de seu perfil, uma equipe de profissionais de Educação Física sugere quais atividades ele pode praticar de acordo com suas condições físicas e de saúde”, complementa Alexandre Vicente.
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