A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, anuncia a mudança de endereço das Sucursais Goiânia e Licitações, que funcionam no mesmo espaço. Com as novas instalações, a Companhia amplia sua estrutura para atender ao aumento da demanda e oferecer mais conforto a seus Corretores e Assessorias. Para celebrar oficialmente a mudança, a Seguradora promove um coquetel nesta quarta-feira, 16 de abril, a partir de 19h, com as presenças do Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, do Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo e do Superintendente Comercial Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo Brunetto.
A Sucursal Goiânia é composta por oito Colaboradores e atende 370 Corretores. Em 2013, a filial apresentou crescimento de 32%, em comparação com o ano anterior e obteve mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos. Os principais destaques na produção da Sucursal foram as carteiras dos produtos residencial, condomínio e automóvel, com crescimento de 83%, 41% e 34%, respectivamente. Os seguros de agro-equipamento, risco de engenharia, garantia e empresarial também apresentaram excelente desempenho.
Inserida em um mercado muito concorrido e altamente especializado, a Sucursal de Licitações foi constituída em 2009 para atender o importante segmento de negócios públicos. “Com uma equipe treinada, este Canal Estratégico da Tokio Marine tem obtido ótimos resultados, atuando em parceria com Corretores de todo o Brasil e em todos os ramos”, afirma o Superintendente Comercial do Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo.
De acordo com Jean, outro ponto importante a ser destacado são as contratações diretas (dispensas), simplificação das contratações da Administração Pública, segmento ao qual a Seguradora tem dedicado especial atenção e colhido resultados significativos por meio Sucursal Licitações.
“Acreditamos no potencial da região Centro-Oeste e continuaremos reforçando nossos investimentos. O objetivo é manter o ritmo de crescimento sustentável e facilitar o dia a dia de nossos Clientes e parceiros de negócios”, afirma João Melo. As Sucursais Goiânia e Licitações são comandadas respectivamente pelos Gerentes Executivos José Vadson de Oliveira e Marco Antonio Fagaraz.
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia os resultados do balanço anual de suas operações em 2013. Com £ 8,7 bilhões de prêmios líquidos, o Grupo obteve um crescimento de 5% em relação ao período anterior.
Os negócios no Reino Unido, Canadá, Escandinávia e América Latina apresentaram bons desempenhos e foram definidos pelo Grupo como mercados foco para atuação, pois geram grandes retornos e apresentam oportunidades de investimento e crescimento nos próximos anos.
O novo posicionamento estratégico do Grupo RSA foi elaborado com o objetivo de impulsionar os resultados da Companhia e com isso, tornar o negócio ainda mais atraente, sustentável e valioso.
“Servir bem ao cliente. Funcionar com força de capital. Enfatizar valor ao acionista. Esta é nossa agenda”, comenta Stephen Hester, CEO Global da RSA Seguros, sobre o novo plano estratégico. E complementa, “A nossa expertise nos negócios de seguro, nossos 19 milhões de clientes e nossa equipe fornecem os principais subsídios para cumprirmos essa tarefa”.
A América Latina foi destaque nos resultados do Grupo, onde os prêmios aumentaram 15% e totalizaram £ 837 milhões.
A seguradora SulAmérica fechou uma captação de R$ 635 milhões em debêntures. Com boa demanda, a empresa conseguiu reduzir a taxa de juros que pagará aos investidores. A oferta foi realizada em três séries. Na primeira, a empresa obteve R$ 135 milhões.
Com prazo de cinco anos, os papéis renderão 108,25% do CDI ao ano, abaixo do teto, que era de 110% do CDI ao ano. A segunda série, com características semelhantes, fechou na mesma taxa da primeira.
A seguradora captou R$ 372 milhões nessa tranche. Na terceira série, corrigida pela inflação medida pelo IPCA e com prazo de oito anos, foram emitidos R$ 128 milhões em debêntures.
A SulAmérica pagará juros de 7,41% ao ano ao investidor na série, o equivalente a um prêmio de aproximadamente 1,10% sobre o título público corrigido pelo IPCA (NTN-B), segundo fontes de mercado. O teto proposto pela companhia era de NTN-B mais 1,25% ao ano. O Itaú BBA foi o coordenador e atuou ao lado do BB Investimentos.
O auditório da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) na Bela Vista foi pequeno para as mais de 130 pessoas que participaram do “Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais”, realizado na última quinta-feira, 10 de abril, em São Paulo (SP). A entrada foi gratuita aos participantes, que colaboraram com latas de leite em pó para doação ao abrigo “Lar Sonho Infantil”.
Promovido pelo CVG-SP em parceria com a Funenseg, o evento trouxe abordagens inéditas sobre o tema, que, como ficou provado nas discussões, ainda gera muitas dúvidas ao mercado. “Quisemos trazer um conjunto de informações, abrangendo tecnologias e suas possibilidades; experiência prática de mercado; ponto de vista jurídico; e, finalmente, a visão do órgão regulador”, disse o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, que coordenou o seminário em conjunto com a gerente de Ensino Técnico da Funenseg, Sonia Regina G. Ribas da Costa.
Em sua palestra, o fundador e sócio-diretor da Minuto Seguros, Marcelo Blay, revelou que desde a criação da corretora, em 2011, jamais realizou uma venda 100% online. “Tentamos, até porque isso traria redução de custos, mas não aconteceu. Em todo o processo de venda existe a interação humana”, disse. Para ele, o sucesso da corretora, ou o “pulo do gato”, como classifica, foi entender “que o atendimento online só funciona com o atendimento humano, por mais paradoxal que seja”.
Questionado pelo debatedor Marcelo de Freitas, diretor adjunto da American Life Companhia de Seguros, sobre o futuro da venda de seguro online, Blay respondeu que a internet ainda será por muito tempo apenas ferramenta – e não canal. “Imagino que somente haverá venda 100% online quando houver cultura do seguro e as pessoas entenderem o que estão comprando”, disse.
A advogada Ivy Cassa, presidente do Grupo Nacional de Trabalho da AIDA-Brasil, trouxe à reflexão muitos questionamentos sobre a norma. Um deles foi sobre como identificar as partes na venda de seguro online. Segundo ela, alguns advogados consumeristas consideram que a internet torna o consumidor vulnerável na medida em que o volume de informação prejudica a escolha do produto adequado. “Excesso de informação não significa informação útil”, disse.
Regina Simões, da área de coordenação de produtos da Susep, comentou sobre os casos em que são necessários o uso de login e senha, bastante questionado pela plateia. Ela orientou que na venda por telefone a confirmação exigida poderá ser feita por reconhecimento de voz (biometria). No ambiente virtual, outra opção é a certificação digital. “No entanto, a única forma de venda de seguro que dispensa a assinatura do segurado é o bilhete”, disse.
Maria Augusta Alves, que também atua na área de produtos da Susep, esclareceu que a opção de certificação digital para a formalização da proposta de contratação segue o mesmo princípio usado pelos bancos. “O correntista não precisa de certificação digital individual, porque utiliza a do ambiente virtual”, disse.
Outras diversas perguntas surgiram na plateia, caso de “como realizar a confirmação de voz em venda por telemarketing” ou “como confirmar a venda por celular”, mas não houve tempo para discussão. No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira prometeu juntar todas as perguntas que sobraram e encaminhá-las à Susep para posterior resposta.
A 3ª edição do Lloyd’s Meet Market foi realizado na manhã desta quinta-feira, dia 10, no Hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e reuniu cerca de 250 profissionais e especialistas do setor convidados. Durante o evento, foi recriado o tradicional salão de subscrição do Lloyd’s (Underwriting Room), localizado em Londres, com a presença de boxes dos 11 sindicatos da Lloyd’s com operação no Brasil, mais 4 sindicatos londrinos que enviaram representantes para participar do evento.
O ex-presidente do Banco Central (BC), Henrique Mereilles, primeiro não-anglo-saxão indicado a membro nomeado do Conselho Lloyd’s em 30 anos, ministrou a palestra de abertura do evento. Ele destacou o crescimento da economia brasileira na última década, lembrando que a classe média brasileira dobrou de tamanho no período, alcançando 120 milhões de brasileiros e que, junto com a classe alta representam cerca de 70% da população do país.
De acordo com o ex-presidente do BC, esse novo cenário permitiu o crescimento dos setores de seguros e resseguros e que, para os próximos anos, a tendência deve se manter. “O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros, que cresce acima da média do mercado. E isso é normal, porque a complexidade das operações na nossa economia aumentou os investimentos”.
Meirelles salientou que o mercado segurador também se beneficiará nos próximos anos dos investimentos em infraestrutura que devem ser realizados no país, sobretudo, através das Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele também destacou a importância da avalição do cenário macroeconômico, dizendo não acreditar em um estouro da inflação. “Este crescimento tem consequências institucionais. A inflação baixa é uma conquista. Ela não vai aumentar porque a população não permitirá”.
O diretor de Mercados Internacionais do Lloyd’s, Vincent Vandendael, também salientou a importância dos investimentos em infraestrutura no país. “O Brasil está em boa forma. É muito importante que o governo brasileiro gaste o dinheiro em infraestrutura”. Participaram do salão os seguintes sindicatos: ACE, ANV, Argo, Catlin, Klin, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Beazley, Hiscox, Aegis, Aspen, Allied World e Talbot.
O presidente da Lloyd’s no Brasil, Marco Castro, ressaltou que a chegada ao Brasil este ano do 11º sindicato da Lloyd’s (Hiscox) fortalece a estratégia de ampliar escritórios no país e a realização do evento visa estreitar o relacionamento entre os integrantes do mercado e facilitar o desenvolvimento de novas oportunidades de negócio. “Este encontro é mais importante porque o Brasil está a 11 horas de Londres e nem sempre os profissionais têm a oportunidade de conhecer como funciona o mercado em Londres. Essa negociação pessoal é uma tradição. É lógico que temos a parte tecnológica, mas nada substitui o relacionamento pessoal. A decisão pode ser tomada na hora e o negócio se realiza”.
O estudo conduzido pela doutora Renate Finke, economista sênior da unidade de Pensões Internacionais da Allianz Asset Management, na Alemanha, revela que a Austrália possui o sistema de pensão mais sustentável do mundo, em segundo lugar está o da Suécia e, em seguida, vem o da Nova Zelândia. Na outra ponta, dentre os três menos sustentáveis, aparecem os da Tailândia, Brasil e Japão.
“Uma boa classificação no índice não equivale a pagamentos de aposentadorias generosas, mas mostra que um sistema de pensões de um país será capaz de lidar com seus dados demográficos subjacentes. Em contrapartida, é preciso levar em consideração que as nações que figuram no extremo inferior do ranking estão lá por diversas razões”, afirma Renate Finke.
De acordo com o índice, o 50º lugar ocupado pela Tailândia está relacionado à idade extremamente baixa com que sua população se aposenta, além dessa estar envelhecendo rapidamente e o trabalho informal ser representativo no país. Já o sistema de pensões no Brasil parece insustentável em longo prazo porque tem alta taxa de substituição, somada às opções de aposentadoria antecipada, ao número de idosos que cresce a passos largos e aos 13 pagamentos anuais, que gera estresse nas finanças públicas. Embora 60 e 65 anos sejam as idades legais para que brasileiras e brasileiros, respectivamente, se aposentem, a reforma efetiva é substancialmente mais baixa, quando considerado o tempo de contribuição, 30 e 35; isso sugere que elas podem começar a receber aposentadoria, em média, aos 50 anos e eles aos 55. Diante disso, projeta-se que em 2050, o número de pensionistas deverá aumentar 3,5 vezes. O Japão também aparece na parte inferior do ranking por causa da média de idade avançada da sua população e nível elevado da dívida soberana.
“As mudanças demográficas e seu impacto no sistema de pensão no Brasil é um tema que temos acompanhado de perto. A Allianz Seguros está engajada em promover o debate para desenvolvimento de novas políticas para fortalecer a sustentabilidade das pensões com o objetivo de melhorar índices financeiros e também de qualidade de vida”, ressalta Ingo Dietz, diretor executivo da Allianz Seguros. Em outubro do ano passado, a seguradora promoveu uma série de eventos com Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz, sobre o assunto. “A ideia é disseminar nosso expertise, trocar experiências e desenhar propostas e soluções de longo prazo adequadas à realidade de nosso país”, finaliza Dietz.
A posição de liderança da Austrália é consequência de uma estrutura dualista. Nesse país, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Irlanda, a receita pública cobre apenas as necessidades mais básicas, ou seja, evita a pobreza na velhice. Qualquer rendimento adicional, para manter certo padrão de vida, deve ser gerado a partir de fontes financiadas, por meio de capitalização. Ao mesmo tempo, a Austrália conta com a combinação da demografia favorável e boa gestão das finanças públicas.
O Índice de Sustentabilidade de Pensões da Allianz foi lançado em 2004. No entanto, a versão de 2014 traz pela primeira vez a análise de 50 países – passaram a ser contemplados Brasil, Chile, México, Malásia, Indonésia e África do Sul.
Desde o último estudo, em 2011, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Romênia, Singapura, Turquia e Estados Unidos foram capazes de subir mais de cinco posições no ranking. A melhora das perspectivas de envelhecimento, a introdução de reformas das pensões e o desenvolvimento econômico podem ser fatores que levaram a essa melhora. Croácia, França, Hong Kong, Malta, Eslovênia e Taiwan caíram significativamente na classificação. Dentre as razões estão a nova projeção de envelhecimento rápido da população e o atraso na realização de importantes reformas de pensões.
O índice, ao analisar o sistema público de pensões, torna-se capaz de indicar a necessidade de um país em fazer reformas para manter a sustentabilidade financeira em longo prazo. Isso pode ser difícil de avaliar devido às especificidades institucionais, técnicas e jurídicas de cada nação. No entanto, há as principais variáveis, independentemente dessas diferenças. O índice usa subindicadores como a evolução demográfica, finanças públicas e projetos de sistemas de pensão para medir sistematicamente a sustentabilidade de um sistema de aposentadorias. Eles abrangem vários parâmetros para a situação atual e perspectivas futuras do sistema.
O estudo na íntegra pode ser acessado pelo site: https://www.allianz.com/v_1396002521000/media/press/document/2014_PSI_ES_final.pdf
Release
Nos últimos meses, o país tem passado por uma grave escassez de água. A falta de chuva acarretou a queda no nível dos reservatórios de diversos estados brasileiros. Pelo fato de grande parte da energia elétrica do país vir de hidrelétricas, a falta de água impacta diretamente no setor elétrico. De acordo com Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste estão passando pela terceira pior estiagem desde 1931.
Com o objetivo de alertar a população sobre a importância de economizar energia, o Site Sustentabilidade da Allianz elencou 10 dicas simples para economizar o recurso.
Réguas de tomadas
Mesmo sem desligar a TV e computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade conectados à tomada.
Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano!
Aproveite o Sol
Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, e não as secadoras elétricas, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme.
Baixe a temperatura
Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30°C em vez de usá-la a 40°C.
Recicle sempre
Você sabia que reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas?
Seu carro mais leve
Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.
Desligue os aparelhos
Simplesmente desligar os aparelhos no fim do dia, em vez de deixá-los no standby, já economiza muita energia.
Panela menor
Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rapidamente e você vai desperdiçar menos energia.
Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzida pela chama.
Use um notebook
Usar um notebook normal já vai economizar até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu notebook, ainda assim você estará economizando energia.
Embalagem reciclável
Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.
Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhas presentes também faz bem ao meio ambiente.
Divulgue suas ideias
Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Compartilhe o seu conhecimento.
Mais do que “remuneração” e “equilíbrio entre vida profissional e pessoal”, chances de desenvolvimento na carreira motivam mais os colaboradores. Pesquisa ouviu 5 mil funcionários.Pesquisa realizada com 5 mil colaboradores do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre mostra que o principal fator de retenção da companhia é a “oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional”.
Em 2012, as chances de desenvolvimento na carreira já apareciam em primeiro lugar na preferência dos profissionais, com 34% das respostas, mas, em 2013, o número saltou para 51%. Em segundo plano está o “equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”, com 21% das escolhas. O mesmo fator atingiu 34% das respostas dos colaboradores em 2012.
“Considerando que temos um quadro bastante heterogêneo de profissionais, esse dado diz muito sobre o mercado de trabalho atualmente. As pessoas continuam buscando satisfação no que elas fazem, mais do que só bons salários”, diz Cynthia Betti, diretora de Recursos Humanos do GRUPO BB E MAPFRE.
Em terceiro lugar, o reconhecimento por meio da “remuneração e benefícios” apresentou recuo. Em 2013, apenas 14% dos funcionários escolheram essa opção, enquanto que no ano anterior a opção atingiu 27% das respostas. Dos 6,6 mil colaboradores, 60% são da Geração Y (colaboradores com até 33 anos de idade). A Geração X (de 34 a 49 anos) responde por 35% da companhia, enquanto os Baby Boomers (de 50 a 68 anos) correspondem por 5%. Apesar dos dados, a gestão da companhia ainda está concentrada na segunda geração, ou seja, 60% dos líderes do Grupo possuem entre 34 e 49 anos.
Com o foco na criação de oportunidades, o Grupo criou um plano de desenvolvimento de carreira que engloba os diferentes perfis de trabalhadores. “O objetivo é dar oportunidade a todos. Incentivar e capacitar o futuro líder e aprimorar o conhecimento dos especialistas. Nem todos trilham o mesmo caminho. Por isso, é preciso abrir espaço para que os talentos apareçam”, afirma Cynthia Betti.
Após a fase de analista, os colaboradores que ambicionam o desenvolvimento na companhia podem escolher a trilha que mais se encaixa com o seu perfil, denominada de “Carreira Executiva” ou “Carreira Técnica”. “O executivo será a liderança da equipe, enquanto o especialista será a referência de determinado tema e/ou processo dentro da empresa”, complementa.
Somente em 2013, houve mais de 600 movimentações na companhia (promoção e transferência).
O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, uma das mais premiadas encenações de 2013 na Inglaterra, que está em cartaz no Teatro Leblon, com direção de Moacyr Goes. O espetáculo aborda as delicadas questões do autismo ao contar o drama de um adolescente de 15 anos, acusado de matar um cachorro, para descobrir o verdadeiro autor do crime. O elenco traz dez atores, entre eles Rafael Canedo, que dá vida ao jovem autista, e Silvia Buarque e Thelmo Fernandes, que interpretam os pais do garoto.
O espetáculo é uma adaptação do livro de Mark Haddon (no original, The Curious Incident of the Dog in the Night-Time), lançado em 2013, que transformou-se rapidamente em best seller. No Brasil, foi lançado pela editora Record e está esgotado. Dez anos depois, sua adaptação para o teatro – assinada por Simon Stephens – arrebatava sete prêmios Olivier em 2013, o mais importante do teatro inglês: melhor diretor, melhor peça, melhor ator e atriz coadjuvante, além dos prêmios de som, luz e cenário.
Circuito Cultural Bradesco Seguros
O espetáculo “O Estranho Caso do Cachorro Morto” faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plástica, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.
O Estranho Caso do Cachorro Morto
Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra – Rua Conde de Bernadotte, 26, Leblon – (21) 2529-7700 – (capacidade: 432)
Temporada: de 10 de abril a 29 de junho
Espetáculos: quinta, sexta-feira e sábado: 21h | Domingo: 20h
Duração: 1h40 / Recomendação etária: 10 anos
Ingressos: R$ 70 (quinta), R$ 80 (sexta e domingo) e R$ 90 (sábado) – Meia entrada para estudantes, idosos e cliente Bradesco Seguros (em até 2 ingressos).
A resseguradora Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) anuncia a contratação de Lucas Lopes para a o cargo de diretor de Subscrição de Riscos de Engenharia. O executivo será responsável pela identificação e avaliação dos riscos assegurados pela empresa e também por estabelecer as condições de cobertura.
Com mais de 10 anos de experiência no mercado de seguros e resseguros, Lopes assume a função com o objetivo de elevar ainda mais a excelência das análises da resseguradora em Engenharia, uma das principais linhas de negócio da empresa no Brasil.
Lopes ficará no escritório da AGCS de São Paulo, respondendo diretamente ao presidente da empresa, Angelo Colombo. “O Lucas Lopes é um talento da indústria de seguros, que alia capacidade de gestão a uma sólida formação técnica e experiência em projetos de infraestrutura. Estamos muito felizes com sua chegada, reforçando sobremaneira nosso corpo diretivo no país”, diz Colombo.
Lucas Lopes é formado em Engenharia Civil e especializado em Estruturas pela Escola Politécnica da USP. Possui MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Recursos Humanos pela FGV de São Paulo e tem mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro de seguros e resseguros.
Atuou como subscritor na área de Infraestrutura e Energia em companhias do setor como Unibanco-AIG, Munich Re e ACE, exercendo, nesta última, a função de diretor da área de Energy no Brasil.
Trabalhou também no Banco Fator Seguradora e na BTG Pactual Seguradora como Diretor de Riscos Patrimoniais, responsável por estruturar as áreas de seguros de Riscos de Engenharia, Geração de Energia, Riscos de Petróleo, Cascos e Responsabilidade Civil.
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