Setor participa da 1ª Semana Nacional de Educação Financeira

Divulgar a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) e promover ações que fomentem a cultura da educação financeira no País é a proposta da 1ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), que acontece entre 5 e 9 de maio, em diversas cidades. O evento é coordenado pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), que reúne órgãos e entidades públicas e privadas, entre as quais a Susep e a CNseg.

A agenda oficial da Semana ENEF inclui a 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros e Ouvidoria, nos dias 6 e 7 de maio, organizada pela CNseg com apoio da Escola Nacional de Seguros e direcionada a consultores, acadêmicos e representantes da Susep, da ANS, de entidades de proteção e defesa do consumidor, e de empresas de seguros. Também haverá palestras para funcionários da CNseg, das Federações de Seguros, Escola e Seguradora Líder – DPVAT.

A Escola também irá organizar palestras focadas no assunto para seus alunos do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros e da Graduação em Administração + Seguros e Previdência.

A programação da Semana ENEF conta, ainda, com eventos do Banco Central do Brasil, Febraban, BM&FBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Secretaria Nacional do Consumidor (Ministério da Justiça), Escola de Administração Fazendária (Ministério da Fazenda), Previc (Ministério da Previdência Social), Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Órama Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, Banco do Brasil e Banco Bradesco.

Renato Campos, diretor executivo da Escola e membro do Conef, explica que a proposta da ENEF é ampliar a compreensão dos brasileiros para que possam administrar seus recursos de forma consciente. “Há algum tempo, o setor de seguros vem desenvolvendo uma série de ações relacionadas à educação financeira. O objetivo da ENEF é centralizar estas ações e estruturá-las na forma de uma política pública”, esclarece.

O executivo cita como exemplos o portal Tudo Sobre Seguros, lançado pela Escola em 2010 com o objetivo de esclarecer os consumidores de seguros, previdência e capitalização; e o programa social Amigo do Seguro, que, desde 2002, capacita jovens do ensino médio de escolas públicas para estágios em empresas do setor e que, indiretamente, contribui para melhorar o entendimento desse mercado. A Escola participa do Conef como convidada, oferecendo apoio à CNseg.

Mongeral Aegon lança loja online com produtos e serviços exclusivos

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A Mongeral Aegon apresenta ao mercado seu portal de e-commerce com uma proposta inédita: a loja online da seguradora é a primeira do mercado em que o cliente pode fazer a transação 100% online e de forma autônoma, com uma experiência de usuário amigável e intuitiva. Através do endereço www.compreonline.mongeralaegon.com.br, o consumidor pode pesquisar opções de seguros de vida, os planos de previdência, simular os valores mensais de contribuição e contratar o serviço diretamente, tudo no mesmo ambiente virtual. Com a iniciativa, a Mongeral Aegon passa a oferecer acesso a uma gama de produtos para aqueles que preferem comprar via internet.

No portal, é possível contratar seguros de vida a partir de R$18, que incluem proteção financeira em caso de morte, assistências pessoais (tais como viagem e socorro mecânico), assistência funeral e sorteios mensais a partir de R$ 20 mil. Já para aqueles que querem fazer uma reserva financeira para a aposentadoria, a empresa disponibiliza os Planos de Previdência Sustentável e Vida Toda, que contam com opções de aplicações VGBL e PGBL.

“A internet traz um novo mercado para a oferta de serviços e este é um canal complementar ao trabalho ativo dos nossos corretores parceiros. Dados do Ibope Media apontam que o número de brasileiros que usam a internet já passou dos 100 milhões, e é neste cenário que queremos atuar. Nossa proposta é buscar este cliente que já está habituado a comprar pela web e apresentar a ele uma gama de serviços e produtos que atendam às suas necessidades de maneira simples e com fácil contratação”, afirma Nuno David, diretor de Marketing da Mongeral Aegon. “Em um segundo momento, já com o cliente ativo em nossa base, o corretor poderá oferecer a ele uma consultoria para ajudá-lo a compor uma cesta completa de serviços com o seu perfil”, comenta o executivo.

Para dar este passo, a companhia se baseou em pesquisas de mercado e identificou que há grande potencial para venda de seguros e previdência online. De acordo com o relatório WebShoppers, da E-bit, de 2012 para 2013, o comércio eletrônico brasileiro cresceu 28%, superando as expectativas, que eram de 25%. Diante deste cenário, a expectativa da empresa é que, até o final de 2014, o número de acessos únicos ao portal ultrapasse meio milhão de usuários. “Queremos oferecer os serviços de forma customizada para todos os nossos clientes, de acordo com cada necessidade, para que eles tomem as melhores decisões. Assim, nossa ideia é mostrar para ele que planejar sua vida financeira, se precavendo de possíveis obstáculos, pode ser bem mais simples e possível do que ele imagina. E nós oferecemos todas as ferramentas para isso”, ressalta o superintendente de marketing direto da seguradora, Rafael Rosas. “Além da loja online, temos também um portal de planejamento financeiro, o Eu Planejo 360°, que traz informações para o internauta, para ajudá-lo nas decisões de compra”, completa.

Loja do corretor

Com a proposta de levar esta experiência online para os corretores, a Mongeral Aegon é a primeira seguradora a criar portais customizados para seus parceiros. A empresa disponibilizará uma página base para que os corretores possam personalizá-la para a venda das soluções oferecidas pela companhia. Inicialmente, 13 parceiros já possuem suas lojas e a ampliação deste canal para os corretores acontecerá de forma gradual.

Apesar de ainda estar em fase inicial no Brasil – a modalidade foi regulamentada em setembro de 2013 – a venda de seguros online já é uma realidade em vários países. Na Inglaterra, por exemplo, o percentual de vendas de seguros pela internet ultrapassa os 50%.

Austral lança cobertura de responsabilidade civil para indústria de Óleo & Gás

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A Austral Seguradora lançou recentemente um produto inédito para o segmento de Riscos de Petróleo. O RC Offshore garante cobertura de responsabilidade civil decorrente de operações onshore e offshore no país.

O produto visa garantir danos corporais e/ou materiais a terceiros que decorram das atividades de prestação de serviços estabelecidas por meio de contrato. Esses serviços podem variar dos mais básicos, como catering, até operações mais complexas de completação, cimentação e serviços subaquáticos. O RC Offshore ainda permite aos grandes prestadores de serviços a contratação de uma única apólice para garantir toda sua gama de contratos, otimizando seu gerenciamento e controle envolvendo assuntos relacionados a seguros.

“Trata-se de um produto inovador pautado nas requisições contratuais exercidas pelos grandes operadores e drilling contractors presentes no Brasil”, explica Carlos Frederico Ferreira, diretor executivo da Austral Seguradora. A companhia, focada em Grandes Riscos, começou a operar na área de Riscos de Petróleo em março de 2013. Em 12 meses, conquistou negócios relevantes que contribuíram para um resultado de aproximadamente R$ 32 milhões em prêmios emitidos neste segmento, o que a colocou em 5º lugar no ranking do setor em 2013. Com o RC Offshore em seu portfolio, a expectativa é alcançar R$ 40 milhões em prêmios emitidos até o final do ano.

“Atualmente temos capacidade de retenção de até R$ 230 milhões a ser distribuída entre nossos produtos e por cada risco/operação”, acrescenta Ferreira. Na modalidade de Riscos de Petróleo, a seguradora oferece ainda a cobertura “Despesas Extras do Operador”, cujo foco são os operadores e drilling contractors, e a modalidade de “Construction Offshore”, direcionada às empresas de EPCistas, drilling contractors e operadores.

A indústria de seguros para o setor de Óleo & Gás movimentou cerca de R$ 800 milhões em 2013. “Este valor pode ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em prêmios de seguro em 2014”, estima Ferreira. A perspectiva é que o ramo de Riscos de Petróleo atinja cerca de 40% de participação dentro da carteira da seguradora, que trabalha ainda com Seguro Garantia e Riscos de Engenharia.

Segundo dados recentes da pesquisa “Principais Investimentos em Infraestrutura no Brasil”, o mercado de Óleo & Gás deve investir cerca de US$ 700 bilhões até 2018, sendo a Petrobras responsável por injetar US$ 226 bi deste montante, de acordo com seu plano de negócios. Além disso, diversas iniciativas do setor privado, como a criação do Porto de Açu, do cluster subsea no Rio de Janeiro, entre outras, podem fomentar ainda mais o setor, que deve representar cerca de 20% do PIB brasileiro até 2020.

WeCare Auto chega ao mercado com serviços inéditos para proprietários de veículos

we carCesar Saad sempre inovando. Para quem queria saber por onde ele anda, eis um dos projetos que está tocando.

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Resultado da ampla experiência de uma equipe especializada no mercado de automóveis, a WeCare Auto, consultoria de serviços para proprietários de automóveis no Brasil, chega ao mercado para oferecer soluções diferenciadas a pessoas e empresas proprietárias de automóveis que não têm tempo e/ou conhecimentos necessários para cuidar do carro.

Fundada pelos executivos Emerson Bernardes e Cesar Saad, ambos com vasta experiência no mercado de serviços, inclusive automotivos, a empresa disponibiliza em seu portfólio dez pacotes, que atendem às diversas demandas de pessoas físicas e jurídicas, no que diz respeito ao planejamento das atividades relacionadas ao carro.

Com conceito inovador, a empresa auxilia seus clientes a manter todas as tarefas em dia, por meio de ferramentas como criação de agenda de compromissos, consultoria na compra e venda, avaliação técnica dos orçamentos e acompanhamento da execução dos serviços de manutenção veicular, atendimento aos recalls de segurança, além de disponibilizar guinchos e motoristas para os serviços de “leva” e “traz”.

Para oferecer comodidade e qualidade a seus clientes, a WeCare Auto conta com a assessoria de engenheiros e especialistas e o apoio de uma rede de fornecedores de serviços automotivos.

“Oferecemos serviços de alta qualidade e proporcionamos conforto, tranquilidade e segurança, para que os clientes não percam tempo com atividades burocráticas e se dediquem ao que realmente importa, como negócios, família e lazer”, afirma Emerson Bernardes.

De acordo com Cesar Saad, a redução de custos, otimização de tempo e qualidade dos serviços executados são os principais benefícios oferecidos pela empresa. Com investimento mensal a partir de R$ 25,00, é possível contratar o WeCare Flex, pacote básico com onze opções de serviços, como controle de multas do veículo, gestão das revisões periódicas, inspeção veicular, reparos, suporte na compra e venda do veículo, entre outros.

“A proposta da WeCare Auto supera os serviços disponíveis no mercado, uma vez que reúne soluções que complementam o seguro, visando cobrir todo o ciclo de vida de um automóvel. O objetivo é fazer com que nossos clientes fiquem despreocupados em relação às obrigações geradas pelo veículo. Além dos pacotes, a empresa também oferece a possibilidade de contratação de serviços avulsos”, explica Bernardes.

Sobre os sócios da WeCare Auto

Emerson Bernardes – Foi diretor para a América Latina da ACE Seguradora, Head de PersonalLines na Unibanco AIG Seguros, membro do Conselho da Seguradora Líder dos Consórcios DPVAT, Consultor na ZurichSeguros e Gerente executivo de Auto na Allianz Seguros. É administrador de Empresas com MBA em Gestão Financeira pela Fipecafi–USP. Possui mais 25 anos de experiência no mercado de serviços, inclusive seguros para automóveis.

Cesar Saad – Foi diretor da Fenaseg, Diretor Executivo da Unibanco AIG Seguros (1975/2004) e Diretor Técnico do IRB-Brasil Resseguros S.A. (2005/2006). Também foi membro do Conselho Técnico do IRB-Instituto de Resseguros do Brasil e dos Conselhos de Administração do CESVI Brasil, SBCE-Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação, do IRB-Brasil Resseguros S.A., da TEMPO Participações S.A. e da CHARTIS Brasil. Atualmente, é membro do Conselho do Grupo SUHAI e Consultor em Estratégia Empresarial na área de Seguros e Resseguros. É Engenheiro Civil com MBA pela COPPEAD RJ e Fundação Dom Cabral/INSEAD 1995. Possui mais de 35 anos de experiência no mercado de serviços.

Sobre a WeCare Auto

A WeCare Auto é uma consultoria de serviços para proprietários de automóveis no Brasil. Fundada em março de 2013, seu conceito inovador e rede de serviços referenciada e estrategicamente localizada garantem agilidade, conforto e tranquilidade em cada atendimento. A empresa oferece suporte para as mais variadas demandas relacionadas às necessidades dos proprietários de automóveis, gerando valor à sociedade. O portfólio da WeCare Auto oferece um amplo leque de soluções para clientes pessoa física e jurídica. Sua missão é cuidar do patrimônio automotivo e oferecer economia e qualidade aos seus clientes, além de se tornar referência no mercado pela transparência, competência, credibilidade técnica e inovação no atendimento aos interesses dos clientes, parceiros e colaboradores.

Javier Bernat Domenec assume como CFO da Allianz substituindo Jose Garcia, contratado pela Zurich

Com a saída de Jose Garcia para a concorrente Zurich Santander, Javier Bernat Domenec será o novo diretor da Divisão Financeira da Allianz Seguros no Brasil. O futuro Chief Financial Officer (CFO) está no Grupo Allianz desde 1999, já atuou nas subsidiárias da Espanha e de Portugal, onde desempenhou a função de CFO. Javier possui sólido conhecimento das áreas de Planejamento e Controle, Atuarial e Riscos. É graduado em Economia, Administração de Empresas e Matemática, com especialização em Ciências Atuariais.

Desafio da educação financeira é ampliar e fortalecer a importância dos canais de diálogo, diz diretora da CNseg

cnseg mapeamento_gdFONTE: portal da CNseg – www.cnseg.org.br

Mais de 800 iniciativas de educação financeira foram detectadas no Brasil no primeiro mapeamento sobre o tema, apresentado hoje, no auditório da BM&F Bovespa, em São Paulo. Isso significa oito vezes mais do que no levantamento anterior, realizado em 2010. “A maioria das iniciativas está alinhada com as diretrizes da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), como gratuidade e imparcialidade, além de oferecer informação, orientação e formação”, ressaltou Silvia Morais, superintendente da AEF-Brasil, Associação de Educação Financeira, durante a apresentação dos dados.

O Mapa das Iniciativas de Educação Financeira no Brasil é um levantamento quantitativo produzido com o objetivo de provocar reflexões, estimular o debate e ampliar a visão sobre o assunto, contribuindo para a disseminação em toda a sociedade. Segundo o mapeamento, a maioria dos projetos pertence a iniciativa privada e ao setor público.

Um fato que chamou a atenção é que 40% dos projetos, 317 no total, foram cadastrados voluntariamente no site (www.vidaedinheiro.gov.br), Desses, 60% são ações gratuitas. “Educação é um direito do cidadão quando oferecemos isso de forma gratuita”, comentou a apresentadora do estudo ao auditório lotado por especialistas, parceiros das iniciativas e jornalistas. “Isso mostra que há um alinhamento informal dos objetivos da Enef”.

Segundo ela, o levantamento constatou que o cidadão tem disponível um conjunto de informações para tomar suas decisões financeiras. Dentro dos três eixos – informação, orientação e formação -, as iniciativas abordam finanças pessoais e dúvidas do dia a dia. “Observamos que precisamos não só levar conteúdo e sim despertar o cidadão de que ele precisa procurar informações. Precisamos diversificar o conteúdo ao cidadão”, comenta.

De forma geral, as iniciativas educam no curto, médio e longo prazo. A principal forma de contato das empresas envolvidas, cerca de 78%, é virtual, o que democratiza a orientação financeira. “Temos de ter cuidado com a imparcialidade, pois estamos educando essas pessoas”, ressaltou. Há um conjunto enorme de vídeos e blogs entre os instrumentos de educação mais ofertados pelos projetos. Só que nosso país precisa chegar às pessoas no contexto local”, ressalta.

Outro ponto destacado foi a identificação das ações de educação financeira voltadas a quatro grupos predominantes. Cerca de 31% dos projetos são voltados para crianças e adolescentes, visando o longo prazo. O segundo grupo engloba ações de abrangência nacional, representado por 25% das iniciativas partindo de consultorias especializadas, com características positivas por trabalharem com conteúdo especializado para os públicos que atendem. O terceiro grupo, correspondendo a 24% das ações, foi caracterizado por democratizar a educação financeira, e o quarto grupo, com 20% das iniciativas, é formado por empresas que tornam o tema parte do core business. “Elas buscam qualificar o tipo de relacionamento com seu cliente e com seus públicos de interesse, sendo 71% das iniciativas com foco em ofertar orientação ao cliente.

Como conclusão, o Mapeamento mostra a diversidade de instituições e iniciativas ligadas a educação financeira, revelando a importância de uma coordenação nacional que estimule a convergência das ações no sentido de ampliar o acesso da população. Segundo Silvia Morais, ficou claro que os públicos mais vulneráveis a conflitos de consumo, como idosos, crianças e moradores de regiões menos assistidas por órgãos de defesa do consumidor, carecem de ações especificas e mais da atenção dos patrocinadores dos projetos”.

Segundo os envolvidos, o estudo abriu um cenário de oportunidades. “Temos de desenvolver iniciativas para públicos e locais de maior vulnerabilidade. Também precisamos especializar as ações, pois cada público tem uma relação diferente com dinheiro. E, por fim, o setor varejista oferece grande oportunidade nas ações de educação financeira, bem como a sociedade civil e os órgãos de defesa do consumidor”, concluiu Silvia.

solange beatrizPara a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, um dos grandes desafios do setor é ampliar e fortalecer a importância dos canais de diálogo. “A aproximação com o segurado é uma das prioridades do mercado de seguros que, cada vez mais maduro, fortalece suas ouvidorias e diversifica seus canais digitais”, avalia. A executiva destaca também que a indústria do seguro mundial tem como missão despertar no consumidor de seguros o interesse em buscar informações e procurar o produto que mais se adeque as suas necessidades. “Diante desse cenário, uma das oportunidades é ampliar o acesso à informação por meio da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), um projeto governamental que iniciou em 2010, mas que ganhou força este ano com a Semana Nacional de Educação Financeira (http://www.semanaenef.gov.br/) que acontece em maio”, comenta.

De acordo com Daniel Snoder, que representou Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBovespa, o Brasil possui baixa taxa de poupança. “A BM&F tem o compromisso com a educação, e com ações de curto, médio e longo prazo, pois entendemos que esse tema depende de um trabalho cultural. Temos convicção de que a união de esforços vai impulsionar a cultura financeira do Brasil”.

Para Leonardo Pereira, presidente da CVM e do Conef, o sonho de educar financeiramente a população do Brasil só pode ser alcançado com mobilização em ampla escala da sociedade, com mudança cultural no médio e longo prazo. “Temos de pensar em agir de forma consciente ao longo de gerações.”, afirmou. Segundo ele, há também o desafio de ter ações de âmbito nacional. “O mapeamento hoje divulgado foi desenvolvido no espírito de colaboração e parceria de todos nós”, disse, acrescentando que a Semana de Educação Financeira, que será realizada entre 5 e 9 de maio, também só está sendo possível pela parceria entre várias instituições.

Luiz Edson Feltrim, diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central do Brasil, destacou que o Mapeamento permite conhecer os projetos e iniciativas. “Apenas com a parceria de todos conseguiremos alcançar os objetivos traçados pelo Enef, que é a tomada de decisões conscientes do cidadão na administração dos recursos.

Feltrim contou que o Banco Central tem sido procurado por vários reguladores de outros países e representantes de bancos centrais de todo o mundo, que querem conhecer o que está sendo construído no Brasil nos últimos anos. Dada a relevância do tema, em 2012, o BC estruturou uma área voltada para educação financeira, tendo como foco a estratégia de inclusão financeira.

Denise Pavarina, representante da Anbima, que reúne diversas instituições financeiras do mercado de capitais, afirmou que a Associação foi pioneira em lançar o primeiro site de Educação Financeira, em 2004, com o propósito de multiplicar os caminhos da Educação Financeira no Brasil. “Esse mapeamento conduzido pela Silvia Moraes traz um alinhamento das iniciativas em todo o pais, com perspectivas muito boas. Estamos convictos que devemos ter investidores educados para tomar decisões financeiras sustentáveis. Temos preocupação especial com os profissionais do mercado, para que atendam às necessidades dos investidores que chegam ao mercado”, afirmou.

Paulo Melo, diretor de Relações com o Mercado e Institucionais da Serasa Experian, afirmou que melhorar a educação financeira da sociedade é parte a missão da Serasa. “Desde 2001, inserimos esse tema em processos e práticas, atingindo diversos públicos, como consumidores, com feirões de negociação de divida, além de apoio e parcerias com Procons e centros judiciários”, relatou. Ele também ressaltou a importância da construção das bases de dados com cadastro positivo, instrumento que ajudará na concessão do crédito com práticas mais justas.

Murilo Portugal, presidente da Febraban, destacou a importância das entidades que financiam os projetos, como Anbima, BM&F, CNseg e Febraban. “Todas elas visam melhorar a qualidade de decisões financeiras, o que consequentemente ajudará a desenvolver o Brasil diante de uma população que tem maior consciência para usar o crédito e seguros, dois segmentos que crescem de forma rápida e que podem sustentar a realização de sonhos dos brasileiros”.

Fonte: Agência Brasil

População mais pobre do país continua carente de orientações financeiras, apesar de o Brasil ter tido expressivo crescimento das ações que proporcionam educação financeira. Há, porém,uma parcela da população sem acesso às informações que poderiam ajudá-la a usar melhor o dinheiro recebido por meio dos programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família. “ A gente precisa começar a diversificar e buscar formas mais criativas de levar essas informações a essa população de baixa renda”, defendeu hoje (15), Silvia Moraes, superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil ( AEF-Brasil).

Ela se referia ao resultado do 1º Mapa de Educação Financeira no Brasil, feito pelas Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), em parceria com a AEF-Brasil e Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com patrocínio da Serasa Experian. O levantamento, no final de 2013, identificou 803 iniciativas de educação financeira, número oito vezes acima da apuração anterior (de 2009). Muitas das iniciativas funcionam no âmbito de órgãos e empresas públicas como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários, Superintendência Nacional de Previdência Complementar, Superintendência de Seguros Privados e os ministérios da Fazenda e da Previdência Social.

Mais de metade das ações (60%) são de acesso gratuito, 50% delas disponíveis por meio da Internet, e um terço das iniciativas são do grupo Educação Financeira para o Futuro, desenvolvido por escolas públicas e privadas no atendimento a crianças e jovens. Só nas escolas públicas de ensino médio, as orientações deverão alcançar, em dois anos, aproximadamente 3 mil instituições. Segundo Silvia Moraes, ter cidadãos mais instruídos, significa que o país poderá elevar o nível de poupança e ter maior conscientização no consumo.

O mapa identificou que o acesso às orientações estão favorecendo mais os jovens estudantes, que têm mais facilidade para obter os dados, e por adultos mais velhos, entre 50 e 60 anos, ainda ativos no mercado de trabalho. “Quem se favorece é uma população economicamente ativa, mais consciente sobre a importância de tomar decisões”, apontou ela.

A executiva informou que também estão sendo analisados diferentes perfis de comportamento financeiro. Caso, por exemplo, das reações diferentes entre mulheres e aposentados para se estabelecer programas educacionais. “Tem mulher mais empreendedora, independentemente da condição socioeconômica; tem mulheres com dificuldade na tomada de posição financeira, por causa da baixa autoestima. E entender bem o comportamento, permite que a gente crie formas alternativas de chegar até elas”, justificou Silvia.

Finalmente Susep divulga dados de 2013!!!!

numerosFonte: Capitoliio

Foram divulgadas no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício findo em 31/12/2013 das companhias seguradoras, resseguradoras, entidades abertas de previdência complementar e capitalização, todas supervisionadas por esta autarquia.

O trabalho de compilação é realizado pelo corpo técnico da Coordenação Geral de Monitoramento de Solvência (CGSOA) desde junho de 2011 e tem como objetivo tornar acessíveis a toda a sociedade as informações contábil-financeiras das empresas que atuam no mercado regulado pela Susep.

Os interessados podem consultar as referidas demonstrações por meio do endereço eletrônico abaixo:

http://www.susep.gov.br/menu/informacoes-ao-publico/mercado-supervisonado/demonstracoes-financeiras

Cadastro Positivo pode beneficiar segurado e seguradora

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A Marítima Seguros, uma das maiores seguradoras brasileiras, realizou, recentemente, uma parceria com a Serasa Experian para incentivar seus clientes a começarem sua própria história positiva. Por meio do Cadastro Positivo da Serasa Experian, os segurados poderão ter, em um futuro próximo, uma avaliação de crédito individual e mais justa para compras a prazo, mais facilidade e agilidade na aprovação de financiamentos e empréstimos e melhores taxas de juros.

“A construção de uma base relevante do Cadastro Positivo, ao mesmo tempo em que proporcionará ao segurado condições de acesso ao crédito mais favoráveis, ampliará a capacidade avaliativa do segurador, com consequente melhoria da relação risco versus retorno”, diz o diretor de Cadastro Positivo da Serasa Experian, Laércio de Oliveira Pinto.

“Fomos o pioneiro no mercado segurador a incentivar o cliente a abrir seu Cadastro Positivo, com mensagens no site, blog e e-mails para os corretores. Esta conscientização, no médio prazo, transformará os mercados na tomada de decisão, pois teremos muito mais informações”, explica o gerente de Produto Automóvel da Marítima Seguros, Adriano Fernandes.

O Cadastro Positivo mostra os compromissos financeiros já assumidos pelos consumidores no mercado, bem como as prestações quitadas, valorizando o histórico de crédito dos bons pagadores. “Trata-se de um indutor do bom comportamento do consumidor e de um antídoto contra o superendividamento”, afirma Laércio. Já o cadastro negativo, segundo o executivo, limita a capacidade do credor de analisar a situação daquele CPF, que pode ter sido negativado por uma dívida, mas, em contrapartida, ter muitos outros financiamentos pagos pontualmente e que não são considerados. “O Cadastro Positivo proporciona uma condição mais justa para os dois lados do balcão”, lembra o executivo.

O consumidor pode abrir seu Cadastro Positivo por meio do site da Marítima http://www.cadastropositivo.com.br/maritima/ ou no site www.cadastropositivo.com.br ,nas unidades da Serasa Experian e nas agências bancárias. Se for por meio dos sites, a autorização deve ser feita com o uso do Certificado Digital. Caso o cidadão opte por fazer a adesão ao Cadastro Positivo em uma agência da Serasa Experian, ele deverá apresentar um documento de identidade original com foto ou cópia autenticada.

A Marítima divulga para clientes e corretores a iniciativa em seu blog. Veja o post:

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O Cadastro Positivo da Serasa Experian é o registro da pontualidade no pagamento de suas contas, ou seja, você mostra que é um bom pagador para o mercado. Assim, é possível ter mais facilidade na solicitação de crédito e na negociação da compra de bens e serviços.

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Investidores conhecem perspectivas para o mercado de seguros nacional durante encontro com executivos da Marítima/Yasuda

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Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima / Yasuda, e Mikio Okumura, diretor-presidente da Yasuda Seguros, apresentaram as principais tendências na área de Seguros de Pessoas durante um encontro com investidores e analistas do mercado financeiro de São Paulo e Rio de Janeiro. Realizado na sede do Banco BTG Pactual, na capital paulista, na última quinta-feira, dia 10 de abril, o evento foi uma oportunidade de apresentar as perspectivas de negócios do segmento.

Na ocasião, foram apresentados os vetores de crescimento do mercado de seguros nos países emergentes, tais como a participação da indústria de seguros no PIB – Produto Interno Bruto, que apresenta potencial para expansão expressiva; crescimento da renda per capita da população, inclusão e mobilidade social; e principalmente situação demográfica favorável. A relevância do corretor de seguros no processo de distribuição, a alta rentabilidade dos produtos de seguro de vida e o cenário favorável para criação de produtos mais sofisticados por conta da abertura do mercado de resseguros no Brasil também foram tema de debate.

Outro aspecto abordado diz respeito à agenda da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados para alinhar o mercado brasileiro de seguros às melhores práticas internacionais. Dentre as principais prioridades para o mercado de seguros nacional comentados durante o encontro está a adequação ao modelo europeu de solvência (Solvência II), as regras para retrocessão de prêmios de resseguro e remessas de capital, o risco de mercado e o capital regulatório para a previdência complementar aberta, entre outras.

A posição de destaque do Brasil no mercado de seguros da América Latina chamou a atenção dos executivos presentes. Só para se ter uma ideia, segundo dados da Ernst & Young Terco, o mercado Brasileiro foi o que mais cresceu em dólar na região nos últimos 08 anos (18% ao ano, em média, convertido em dólar, acima de México, Colômbia, Chile, etc.).

Mikio Okumura, Diretor-Presidente da Yasuda Seguros:

“Os investidores estão atentos às oportunidades no mercado de seguros brasileiro. Os aspectos demográficos e o aumento da capacidade de consumo da população faz com que aumente a demanda e o conhecimento de produtos até então pouco usuais no mercado interno. Isso faz do Brasil um mercado estratégico no segmento global de seguros”.

Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima/Yasuda:

“A taxa real de crescimento do seguro de Vida no Brasil, descontada inflação, não guardou correlação com a taxa de crescimento real do PIB nos últimos anos. Crescemos em termos reais mais de seis vezes a taxa de crescimento real do PIB nos principais produtos de Seguro de Vida. Ainda sim, a área de Seguro de Pessoas tem uma agenda extensa para os próximos anos. Dentre as prioridades do segmento destacamos a regulamentação do VGBL SAÚDE (conta individual de acumulação que visa custear despesas de saúde na melhor idade), a simplificação da contratação de seguros de Vida em geral, novos produtos de seguro de vida em regime de capitalização, Projeto de Lei para regulamentar o Patrimônio de Afetação na Previdência Complementar Aberta e o Projeto de Educação Financeira e Securitária da população”.

Sucursais Goiânia e Licitações da Tokio Marine têm novo endereço

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, anuncia a mudança de endereço das Sucursais Goiânia e Licitações, que funcionam no mesmo espaço. Com as novas instalações, a Companhia amplia sua estrutura para atender ao aumento da demanda e oferecer mais conforto a seus Corretores e Assessorias. Para celebrar oficialmente a mudança, a Seguradora promove um coquetel nesta quarta-feira, 16 de abril, a partir de 19h, com as presenças do Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, do Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo e do Superintendente Comercial Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo Brunetto.

A Sucursal Goiânia é composta por oito Colaboradores e atende 370 Corretores. Em 2013, a filial apresentou crescimento de 32%, em comparação com o ano anterior e obteve mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos. Os principais destaques na produção da Sucursal foram as carteiras dos produtos residencial, condomínio e automóvel, com crescimento de 83%, 41% e 34%, respectivamente. Os seguros de agro-equipamento, risco de engenharia, garantia e empresarial também apresentaram excelente desempenho.

Inserida em um mercado muito concorrido e altamente especializado, a Sucursal de Licitações foi constituída em 2009 para atender o importante segmento de negócios públicos. “Com uma equipe treinada, este Canal Estratégico da Tokio Marine tem obtido ótimos resultados, atuando em parceria com Corretores de todo o Brasil e em todos os ramos”, afirma o Superintendente Comercial do Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo.

De acordo com Jean, outro ponto importante a ser destacado são as contratações diretas (dispensas), simplificação das contratações da Administração Pública, segmento ao qual a Seguradora tem dedicado especial atenção e colhido resultados significativos por meio Sucursal Licitações.

“Acreditamos no potencial da região Centro-Oeste e continuaremos reforçando nossos investimentos. O objetivo é manter o ritmo de crescimento sustentável e facilitar o dia a dia de nossos Clientes e parceiros de negócios”, afirma João Melo. As Sucursais Goiânia e Licitações são comandadas respectivamente pelos Gerentes Executivos José Vadson de Oliveira e Marco Antonio Fagaraz.