Brasil Assistência lança serviço de assistência 24 horas para animais de estimação

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A Brasil Assistência, braço de assistência do Grupo Mapfre no País, a TRR Securitas e a loja online Submarino lançam a partir de hoje planos de assistência 24 horas para animais de estimação. Os donos de cães e gatos poderão optar por diferentes modalidades de planos de acordo com as necessidades emergenciais ou rotina veterinária do seu animal.

Os planos For Pets possuem coberturas que incluem consultas de rotina, cirurgias, atendimento veterinário de emergência, visita em domicílio para aplicação de vacinas, hospedagem em hotéis especializados e até a implantação de microchip de identificação, que armazena informações sobre o animal. Além disso, serviços de conveniência como informações sobre vacinas, orientação jurídica e assistência funeral também são disponibilizados, conforme limites de utilização para cada plano.

Para atendimento de cães e gatos domésticos, o For Pets conta com uma rede credenciada de clínicas e hospitais veterinários nas principais cidades do País. Caso o cliente queira atendimento fora da rede, por exemplo, em seu veterinário de confiança, poderá indicá-lo para cadastramento.

A contratação dos planos For Pets é anual, a partir de R$ 179,90, com carência de sete dias, para animais de qualquer raça. O cliente recebe por e-mail, após efetuar a compra no site ou televendas, o certificado do seu plano pet.

O serviço de assistência veterinária tem por objetivo atender um mercado que, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), faturou R$ 15,2 bilhões em 2013.

Mongeral Aegon promove palestra sobre mercado financeiro em Minas Gerais

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A Mongeral Aegon promoverá no Sindiseg-MG, nesta sexta-feira (25), palestra sobre as tendências do mercado financeiro e como ele deverá ser afetado nos próximos anos. Claudio Pires, Diretor da Mongeral Aegon Investimentos, é o convidado do Sindicato para falar sobre o tema.

“Nosso objetivo é discutir entre os profissionais do setor o cenário macroeconômico e seu impacto para os produtos de previdência privada, mostrando aos corretores locais como eles podem se preparar para a atuação neste mercado em constante mudança”, destaca Claudio Pires.

O evento é gratuito e acontecerá a partir das 9h, no auditório do Sindiseg-MG.

Tokio Marine inaugura novas instalações das sucursais Goiânia e Licitações

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A Tokio Marine Seguradora ampliou sua estrutura para atender ao aumento da demanda e oferecer mais conforto a seus Corretores e Assessorias. O anúncio da mudança de endereço das Sucursais Goiânia e Licitações, que funcionam no mesmo espaço, ocorreu na última quarta-feira, 16 de abril, em coquetel com as presenças do Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, do Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo e do Superintendente Comercial Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo Brunetto. O evento também foi prestigiado pelo Presidente do Sincor-GO, Joaquim Mendanha.

De acordo com João Melo, o objetivo da Companhia com as novas instalações é manter o ritmo de crescimento sustentável e facilitar o dia a dia de Clientes e parceiros de negócios. “Estamos muito satisfeitos com o espaço, localidade e estrutura das novas instalações. Continuaremos investindo na região Centro-Oeste ”, informa. As Sucursais Goiânia e Licitações são comandadas respectivamente pelos Gerentes Executivos José Vadson de Oliveira e Marco Antonio Fagaraz.

Desmonte de veículos: Senado aprova projeto de Armando Vergilio

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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (23), projeto de lei do deputado Armando Vergílio (SDD-GO) que regulamenta o funcionamento das empresas de desmonte de veículos. A proposta, já aprovada na Câmara, segue, agora, para sanção da presidente Dilma Rousseff, o que deve ocorrer até 15 dias após o texto ser encaminhado ao Palácio do Planalto. A lei entrará em vigor um ano após a publicação. Após o início de vigência da lei, as empresas de desmonte autorizadas terão até três meses para se adequarem às novas exigências.

Segundo Armando Vergilio, essa lei protege centenas de milhares de pessoas, pois as quadrilhas terão muita dificuldade para repassar os veículos roubados ou furtados. No ano passado, cerca de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no Brasil e apenas a metade foi recuperada.

Ele acrescenta que a lei vai melhorar tanto a segurança publica, quanto a violência no trânsito. “Na medida em que não houver um mercado ilegal demandando peças, e sim um segmento regulado, estritamente fiscalizado pelo Estado, a segurança publica será melhorada sensivelmente”, observa Vergilio.

Outras vantagens apontadas pelo deputado Armando Vergilio são a possibilidade de geração de novos empregos formais nas oficinas legais que serão criadas e o consequente aumento da arrecadação de impostos; e a redução do custo na reparação de veículos com a possibilidade de utilização de peças usadas, porém certificadas.

RELATOR. O relator do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-PR), que não alterou o texto aprovado na Câmara, elogiou a proposta, classificada por ele como “um esforço louvável de estabelecimento de uma disciplina rigorosa para as atividades de desmontagem de veículos automotores”.

No relatório, o senador lembrou ainda que a lei poderá ter também importantes desdobramentos no campo ambiental, pois cria condições para o máximo aproveitamento de componentes automotivos de forma lícita, ampliando, assim, a vida útil de determinadas peças e reduzindo o volume de sucatas e dos descartes irregulares ou inadequados ao meio ambiente.

FENSEG. Já o diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Neival Rodrigues Freitas, lembra que, em outros países, os resultados foram imediatos. “Na Argentina, por exemplo, um ano após a criação dos desmanches legais, o índice de roubos de automóveis caiu 50%”, revela o executivo.

Ele acrescenta que o proposta vai ainda viabilizar o seguro popular para carros antigos, fabricados há mais de cinco anos. que poderá ter preços bem mais baixos do que o produto tradicional, ao permitir a utilização de com peças recondicionadas, mas devidamente certificadas. “Esse novo produto poderá atingir até 20 milhões de automóveis com mais de cinco anos de idade, que, atualmente, trafegam pelas ruas e estradas brasileiras totalmente desprotegidos”, acentua Neival Rodrigues.

Outra boa notícia para o consumidor é a possibilidade de redução do preço médio do seguro. Segundo o diretor da FenSeg, essa será uma consequência natural da redução do volume de roubos e furtos de veículos.

BANCO. Pelo texto aprovado, deverá ser criado um banco de dados com o registro de todas as peças retiradas dos veículos desmontados, além de informações sobre a destinação final da peça e se será utilizada para reposição ou para sucata.

Esse banco de dados será gerido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que vai regulamentar a lei e detalhar sua execução, como as condições para a reutilização ou destinação para reposição de peças usadas. Assim como de definir o rol de peças ou conjunto de peças que não poderão ser destinados à reposição e a forma como as peças poderão ser rastreadas.

O projeto determina ainda que a oferta de peças oriundas de desmontagem devem oferecer ao comprador “informações claras e suficientes” sobre a procedência e as condições do produto. Além disso, um veículo somente poderá ser desmontado depois de expedida a certidão de baixa do registro no órgão de trânsito local. A empresa terá um prazo de três dias úteis para comunicar a desmontagem ou a inutilização do veículo.

As empresas do setor devem se dedicar exclusivamente à atividade de desmonte. Além disso, têm que estar registradas nos órgãos estaduais de trânsito.

Será obrigatória a baixa de registro da peça reutilizada perante o órgão responsável, aliada a um rígido controle pelo Estado. Dessa forma, será possível identificar todas as peças automotivas, permitindo o seu indispensável rastreamento.

Seguridade mantém fatia de 30% no ganho do Bradesco no 1o. tri de 2014

bradescoO Bradesco divulgou nesta manhã os resultados do primeiro trimestre e seguros continua firme na participação dos ganhos. O lucro líquido ajustado do 1o trimestre de 2014 de R$ 3,4 bilhões, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior, correspondendo a R$ 3,03 por ação, e rentabilidade de 20,5% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado. Quanto à origem, R$ 2,4 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70% do total, e por R$ 1,04 bilhão gerado pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 30% do total. Os Prêmios Emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram R$ 11,4 bilhões no 1o trimestre de 2014, evolução de 4,5% em relação ao mesmo período de 2013. As Provisões Técnicas alcançaram R$ 137,7 bilhões, apresentando uma evolução de 8,2% em relação a março de 2013.

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O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou lucro líquido de R$ 1,04 bilhão de janeiro a março de 2014, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. O resultado, que representa evolução de 11,8% em relação aos R$ 930 milhões registrados no mesmo período de 2013, foi impulsionado pela expansão do faturamento, pela redução de um ponto percentual na sinistralidade geral e pela queda nas despesas administrativas perante o último trimestre.

O faturamento do Grupo Segurador atingiu R$ 11,5 bilhões no período, com evolução de 4,5% em relação a igual período do ano anterior.

O total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo Bradesco Seguros, no primeiro trimestre de 2014, atingiu R$ 9,2 bilhões, o que representa aumento de 24,1% em relação aos R$ 7,4 bilhões registrados em igual período de 2013.

O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento, alcançando R$ 137,8 bilhões, contra R$ 127,4 bilhões no primeiro trimestre de 2013. Em ativos financeiros, o Grupo encerrou o primeiro trimestre de 2014 com R$ 147,7 bilhões, contra R$ 141,5 bilhões em igual período de 2013.

Estratégia da Fides na Agência Estado

rossi cnsegCom a presidência de Marco Antonio Rossi, a estratégia da entidade, representada por 18 países da América Latina, Estados Unidos e Península Ibérica, é fomentar o debate sobre solvência, microsseguro, apólices de baixo tíquete voltadas para a população de menor renda e práticas de sustentabilidade no setor de seguros. Foram criados para aproximar os debates existentes no mercado de seguros na América Latina e foi aprovada durante a primeira reunião do Conselho de Presidência da Fides, realizada na terça-feira passada.

Os temas dos três grupos estiveram no centro das discussões dos eventos, conforme Rossi. “Tivemos muitos debates relacionados à gestão e no intuito de encontrar melhores práticas no mercado de seguros a serem adotas nos mercados latinos. Queremos colocar a América Latina no posto de liderança no mundo”, diz ele.

Sobre as regras de solvência, que obrigam as seguradoras a terem capital adicional para fazer frente às suas obrigações, ele diz que o Brasil caminha no ritmo adequado e segue em linha com os países desenvolvidos. O País conseguirá, inclusive, cumprir as exigências da regulação até 2016, quando termina o prazo para implementação plena do normativo. Outro tema debatido durante a conferência, de acordo com o presidente da Fides, foi a fraude no seguro.

No Brasil, segundo ele, estima-se que mais de 20% das indenizações pagas nos seguros de Automóvel correspondam a sinistros fraudulentos. O segmento responde por mais da metade das fraudes identificadas, de acordo com Rossi, devido à facilidade e ao fato de ser mais desenvolvido no Brasil. “Esse custo adicional reflete no preço que todos os segurados pagam e pode aumentar o preço médio em 11%”, lembra.

Deu no Brasil Econômico

Nossa previsão é continuar crescendo na casa dos dois digitos’

Brasil Econômico
por Rodrigo Carro e Fábio Nascimento

O setor de seguros deve fechar 2013 com crescimento de 15%, segundo o presidente da CNseg, Marco Antônio Rossi. O resultado é fruto da baixa penetração na população e os destaques foram automóveis, capitalização, vida e saúde, o último impulsionado pelo uso como moeda de troca por empresas na hora de contratar e reter profissionais. A ascensão da Classe C também impactou a área, que aponta a massificação via novos canais de venda e a flexibilização das regras, para simplificar a contratação, como o caminho para manter altas taxas de crescimento.

Em que medida o crescimento econômico abaixo das expectativas em 2013 afetou a indústria de seguros?

Os números ainda não foram fechados, mas o crescimento será em torno de 15%, o que demonstra que o mercado continua aquecido. Nos últimos sete anos, o mercado de seguros cresceu, em média, 18% ao ano. É reflexo ainda da baixa penetração que os seguros têm na população brasileira, com uma oportunidade bastante intensa de crescimento e prospectos de desenvolvimento.

Algum segmento se destacou?

Nós tivemos crescimento forte na área de automóveis. Crescemos de maneira muito acelerada, também, na área de capitalização. Esses foram os produtos que alavancaram o crescimento, mas também continuamos crescendo em saúde, seguro de vida.

No caso dos automóveis, tem a ver com a redução do IPI?

Eu diria que tem a ver com uma boa produção de automóveis, que passou por crescimento consistente nos últimos anos. E a venda nova sempre impulsiona o crescimento dos seguros. Mas eu não diria que é só isso. Está ligado também ao crescimento da renda. Com uma quantidade maior de pessoas na classe média, elas passaram a ter maior condição de adquirir o carro e, mais do que isso, de ter seguro.

Fala-se muito da classe C para a compra de produtos de consumo, inclusive do automóvel. Mas o seguro já chegou à classe C?

Não tenho dúvidas disso. A gente percebe, nitidamente, que, em alguns produtos, a gente acabou tendo crescimento forte. E a classe C, hoje, já é importante para o crescimento. Outra questão importante, com relação à classe C: realizamos pesquisa a qual revelou que a percepção da importância do seguro já atinge 557o dos moradores da Rocinha (RJ) e de Heliópolis (SP). Isso demonstra, também, uma mudança da mentalidade do brasileiro nas camadas menos privilegiadas da sociedade.

E como está a penetração dos seguros nessas classes da base da pirâmide?

A gente tem, ainda, um caminho longo a seguir. No Brasil, apenas 13% das famílias das classes C, D e E estão cobertas com assistência médica privada. Apenas 30% da frota brasileira possuem automóvel segurado. É lógico que o caso da previdência apresenta um caminho mais longo, porque só 1% das famílias das classes C, D e E tem previdência privada.

No caso de seguros de saúde, o crescimento também acompanha o aumento da renda?

Um ponto importante é a forte vinculação aos planos empresariais. E a gente vive uma situação de emprego pleno. Esse fator alavanca o crescimento dos seguros, porque, a cada dia mais, as empresas acabam oferecendo, para manter seu funcionário, um leque de benefícios, no qual o seguro de saúde tem um peso importantíssimo. É uma mudança importante.

O setor vem crescendo muito acima do PIB. Com esse freio na economia em 2013 e os diversos eventos em 2014, a indústria está tão otimista quanto esteve nos últimos anos?

Nossa previsão é continuarmos com crescimento na casa dos dois dígitos. A indústria está otimista nesse conceito de componentes positivos para o setor de seguros. Alguns são fundamentais para que continuemos crescendo, como o emprego, no qual não temos qualquer sinalização de mudança radical. Por outro lado, para a gente trabalhar com taxa de inflação comportada, até mesmo no cenário de inflação de 6%. Isso é muito tranqüilo para o setor, porque a estabilidade da inflação garante visão mais clara de longo prazo.

A taxa de dois dígitos é sustentável por determinado tempo, mas a penetração tende a avançar, e as taxas, a cair. Como estamos em relação aos nossos vizinhos latino-americanos?

No que diz respeito a seguros relacionados a catástrofes, temos alguns casos, realmente, de países com experiências bastante fortes na área. O Chile e o próprio México, por exemplo, já convivem com esse assunto de maneira muito forte. São, também, países que viveram com mercado aberto na área de resseguros por muitos anos. O Brasil começou a viver essa experiência recentemente. No que diz respeito a seguros de pessoas e automóveis, eu diria que estamos muito alinhados com o que há de melhor no mercado mundial e temos uma liderança consolidada no mercado latino-americano. O Brasil representa mais de 50% dos prêmios de seguros da América Latina. Todas essas condições na área de seguros de saúde, pessoas, automóveis e ramos elementares, temos uma participação bastante importante. Acho que, acima de tudo, esse tipo de evento nos auxilia muito na questão de troca de experiências para que possamos obter as experiências para lidar com os desafios do seguro na América Latina: massificar mais o produto, alcançar as camadas menos protegidas e alavancar o seguro, que é um dos alicerces do regulador. Acho que o regulador deve ter uma visão, também, de trabalhar o assunto de como desenvolver o setor.

E como é o diálogo com a Susep?

Nós temos um bom diálogo com a Susep. Hoje, nós temos lá um técnico (Roberto Westenberger), um Ph.D. na área de seguros, uma pessoa que é realmente uma das referências mundiais. Eu acho que é uma área que o governo tem dado exemplo positivo de colocar pessoas com conhecimento e profundidade. A gente tem tido bom diálogo com a Susep, mas também tínhamos na gestão anterior.

O senhor acha que deveriam ser feitas algumas mudanças na legislação para facilitar essas questões?

Um grande ponto é o objetivo de simplificar a contratação dos seguros. Sempre tivemos uma regulação forte, exigindo grau de regulamentação muito intenso. Um desafio que nós temos é simplificar essa contratação. Nesse aspecto, acho que o setor financeiro foi muito exitoso para facilitar o acesso da população, fazendo isso de maneira automatizada, asando tecnologia. No mundo dos seguros, isso precisa de uma aceleração para que a gente possa ocupar um espaço maior.

Sobre a tecnologia, o Brasil tem exemplos muito bons na área de seguros. A instalação de rastreadores é bastante comum e há empresas que chegam a ter operadoras de celular, mesclando tecnologia ao produto delas. O que a tecnologia já agregou eterna agregar?

Quando você implementa e recupera um carro, está contribuindo para o seguro ficar mais barato, porque o espírito do seguro é o mutualismo. Se você consegue reduzir o sinistro, parte é ganho da seguradora e parte é do próprio grupo, porque vai fazer com que o seguro fique mais barato e, consequentemente, possibilitar o acesso a uma quantidade maior de pessoas. Nós temos essa questão de rastreadores, tecnologia no controle de cargas, com rastreamento não só do caminhão, mas dentro da própria carga, reduzindo a sinistralidade. Você pode trabalhar no que diz respeito à assistência, para dar melhor condição de dados, que possa levantar o perfil e identificar de forma mais adequada a massa de clientes. Isso tudo ajuda muito para que o seguro seja mais eficiente. Por outro lado, a tecnologia poderia ser muito mais utilizada no que diz respeit o à própria contratação do seguro. Uma legislação que seja mais flexível, para permitir a contratação de seguros por telefone, pela internet, em que você possa facilitar a contratação e divulgação do produto de seguros.

Como é a parceria com o varejo?

Primeiro, qual é um dos pontos que fazem com que o Brasil tenha uma participação menor na área de seguros? Nós sempre trabalhamos em canais específicos e, muitas vezes, não avançamos em outros canais como faz o seguro como um todo. Utilizar, por exemplo, a rede varejista para colocação de seguros não é exclusividade brasileira. Muito pelo contrário. Nós estamos muito atrasados. Na América Latina, no Chile, a rede Falabella, a Cencosud, todas são empresas que têm área de seguros, há anos, muito bem estruturadas. Vamos supor aqui. Qual é o melhor momento, o mais adequado para você vender o seguro de automóveis? É a hora em que o cidadão está na concessionária. Quem gosta de sair com carro da concessionária sem cobertura de seguros? Ninguém! Ninguém faz isso e não se recomenda que se faça isso. Isso é a oportunidade da colocação do produto.

Seguindo o exemplo das redes de varejo, a gente viu que recentemente que Magazine Luíza, Leader, Riachuelo e Renner estão com produtos financeiros e vários da área de seguros. Esse canal do varejo é importante. Quais outros canais ainda estão inexplorados?

É uma área importante (o varejo) . É uma área que pode ser desenvolvida, segundo exemplo de outros países, como a El Corte Inglês na Espanha. O que ela é? É um grande shopping de produtos e virou uma referência. Eu acho que existe uma tendência no Brasil que isso também possa ocorrer. Nós temos grandes redes varejistas. Então, é previsível que isso possa acontecer, que isso possa se desenvolver. Qual é o nosso desafio na área de seguros? Nós temos que encontrar alternativas. Lógico que o nosso canal principal, em termos de colocação do produto, é o corretor. Sempre nossas áreas têm o apoio do corretor para formatar o negócio de seguros. Mas, além disso, você tem que escoar todas as possibilidades de oferta. Então, a Internet ganhou espaço nos últimos anos. Algumas corretoras virara m corretoras online, onde fazem um trabalho de precificação e de facilidade na colocação dos produtos. Sempre essas alternativas passam a ter uma importância. Empresas de telecomunicação acabaram também trazendo oferta de seguros. Isso é um processo natural. Entendemos que isso deva acontecer, que faz parte de um processo de um mundo mais informatizado, mais integrado, onde todos colocam seus produtos.

A obrigatoriedade do corretor é um entrave ou o corretor é um bom parceiro?

Eu acho que o corretor é um bom parceiro. Ter um especialista, uma pessoa que conhece com profundidade o produto, para facilitar a vida do cliente, sempre ajuda muito. Muitos assuntos de seguro são complexos e há muita dificuldade de entendimento. No conceito geral, ele está defendendo os interesses do segurado e isso é positivo.

Um ponto é simplificar a contratação dos seguros. Sempre tivemos uma regulação forte, exigindo grau de regulamentação muito intenso. Um desafio que nós temos é simplificar essa contratação ”

Nos últimos sete anos, o mercado cresceu, em média, 18% ao ano. É reflexo ainda da baixa penetração que os seguros têm na população brasileira, com oportunidade de crescimento ”

Com relação à Classe C, realizamos pesquisa a qual revelou que a percepção da importância do seguro já atinge 55% dos moradores da Rocinha, no Rio, e de Heliópolis, em São Paulo”

Assurant Solutions é a seguradora com maior crescimento em riscos diversos

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A Assurant Solutions, a principal seguradora no país especializada em seguros massificados, foi eleita pela revista Segurador Brasil a seguradora com maior crescimento em riscos diversos. O prêmio, que está em sua 11ª edição, foi entregue para a Assurant Solutions em São Paulo, no último dia 10, no Espaço Trivento.

Segundo Rogério Pereira, diretor de operações e TI da Assurant Solutions, executivo da empresa que recebeu o prêmio, a companhia com seus 120 anos de experiência no mundo e 12 anos de Brasil, se consolidou como a principal e mais importante seguradora especializada em desenvolvimento e administração de seguros especiais e seguros de extensão de garantia.

“Somos especialistas também em outras soluções de gestão de risco, comercializadas em parceria com instituições financeiras, varejistas, concessionárias, montadoras e empresas de telecomunicações”, afirma. “Cuidamos do que mais importa para o cliente e o prêmio é o reconhecimento desta trajetória impar da Assurant Solutions”, complementa.

A empresa possui no portfólio diversos seguros na modalidade riscos diversos, entre eles, o Seguro Celular Protegido, contra roubo ou furto qualificado de aparelho celular. Este é um seguro que garante um novo aparelho, igual ou similar ao subtraído, em casos de roubo ou furto qualificado – mediante arrombamento –, com as mesmas características e tecnologia do celular anterior.

Com operação em 25 regiões dos EUA, incluindo a matriz na cidade de Atlanta em Geórgia, a Assurant Solutions atende clientes e consumidores em mais 12 países em toda a América do Norte, Caribe, América latina, Europa e Ásia.

BB Mapfre lança ação para falar sobre seguros para o público infantil

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A Mapfre Seguros levará o tema dos seguros ao universo lúdico infantil. A ação prevê o licenciamento dos personagens do longa de animação da Disney•Pixar: “CARROS”, que traz como protagonistas os amigos Relâmpago McQueen e Mate, para tematizar campanhas de incentivo, promoções, ações de relacionamento, material de merchandising, eventos e outras ações de marketing para oferta de produtos no canal corretor.

De acordo com Benedito Luiz Alves Dias, diretor geral de Marketing do grupo, o foco principal do licenciamento é levar o tema seguros para o público infantil, mostrando a eles que a segurança deve ser uma preocupação de todos. “Por meio desta ação pretendemos também aumentar a atratividade dos nossos serviços para os pais do público infantil, potencial consumidor de seguros”, afirma.

Um site, chamado “Clubinho Mapfre” (http://www.clubinhomapfre.com.br/) foi criado para levar jogos, atividades lúdicas, trailers, wallpapers e ícones inspirados nas aventuras “CARROS” e “CARROS 2” para o público.

“O Clubinho tem como missão conscientizar o público, principalmente as crianças, sobre a importância dos seguros. Como o ambiente pode ser utilizado pelos pais, o espaço também traz conteúdo sobre os seguros MAPFRE, principalmente os de Automóvel, mostrando a preocupação da companhia em cuidar das pessoas”, explica Paulo Eduardo Rossi, superintendente de Marketing do grupo. A campanha incluirá, ainda, comerciais de cinema em sessões exclusivas e pré-estreias de filmes da Disney até agosto de 2014.

Mercado de seguros debate atual panorama e tendências de regulação e supervisão na América Latina

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A prevenção e o combate à fraude na indústria mundial de seguros são destaques durante a XXV Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL) e a XV Conferência sobre Regulação e Supervisão de Seguros na América Latina (IAIS-ASSAL), que acontece até esta quinta-feira, 24 de abril, no Hotel Sheraton, na cidade de Assunção, no Paraguai. O evento, que teve início no dia 21, terá hoje a primeira reunião do Conselho de Presidência da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides).

Em debate, as tendências nas normas de regulação das seguradoras, adequação dos capitais com fins de solvência, dos riscos de desenvolvimento financeiro na indústria seguradora, além dos mecanismos para facilitar o acesso ao seguro e as experiências do mercado internacional.

Entre os presentes, o presidente de Seguros do Banco Central do Paraguai, Carlos Fernandez Valdovinos, o superintendente de Valores e Seguros do Chile, Carlos Pavez, o vice-presidente de Operações Institucionais da Comissão Nacional de Seguros e Finanças do México, Manuel Calderón, a diretora da Superintendência Geral de Seguros da Costa Rica, Celia González, a gerente de supervisão em Seguros do Banco Central do Uruguai, Rosolina Trucillo, o vice-presidente da Federação Interamericana, Recaredo Arias Jimenez, entre outros especialistas e representantes de empresas, órgãos reguladores e entidades.

Um dos palestrantes, o presidente da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marco Antonio Rossi, ressaltou que um dos desafios das seguradoras é prevenir, detectar e reparar o impacto das fraudes nos seguros, além de informar e conscientizar o consumidor. “A fraude não traz benefícios a ninguém. O custo adicional que a fraude gera para uma empresa reflete no preço que todos os segurados pagam, podendo encarecer o preço médio da apólice de seguro de automóvel, por exemplo, em até 11%”, afirma.

Levantamento da CNseg mostrou que a impunidade é o que leva a maioria a fraudar – 38% sabem que é crime, mas acham que não serão identificadas, e 19% fraudariam porque estão em dificuldades financeiras. Segundo a pesquisa, 73% jamais fraudariam e apenas 22% não fraudariam por receio de serem identificados.

No comando da Fides desde novembro do ano passado, Marco Antonio Rossi destacou também a importância do evento para estimular e defender o desenvolvimento do mercado securitário no continente, a iniciativa privada e padrões éticos e técnicos em todas as atividades relacionadas ao setor na região e, principalmente, no Brasil. “O mercado de seguros nacional está em contato com as melhores práticas globais do mercado de seguros. Apesar da abertura do mercado de resseguro ser recente no país, nossa indústria tem fôlego para amadurecer rapidamente”, afirma, ressaltando que o Brasil já representa 50% das contribuições de seguros na América Latina e Caribe.

Novo site

Totalmente reformulado, o novo site da Fides será lançado durante o evento. Com alterações visuais e de conteúdo, o site traz, agora, informações detalhadas sobre todos os seus membros, mais notícias, bem como diversas publicações relacionadas ao tema seguro, além de ter tido reformulada a apresentação das informações para facilitar a navegação.

Para Marco Antonio Rossi, a expansão do canal é fundamental para estreitar a relação entre os países da América Latina, disseminando mais informações e propiciando um debate relevante em prol do desenvolvimento das operações no continente.