CVG-SP e Funenseg discutem teorias, práticas e legislações sobre seguros online e outros meios não presenciais

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O auditório da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) na Bela Vista foi pequeno para as mais de 130 pessoas que participaram do “Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais”, realizado na última quinta-feira, 10 de abril, em São Paulo (SP). A entrada foi gratuita aos participantes, que colaboraram com latas de leite em pó para doação ao abrigo “Lar Sonho Infantil”.

Promovido pelo CVG-SP em parceria com a Funenseg, o evento trouxe abordagens inéditas sobre o tema, que, como ficou provado nas discussões, ainda gera muitas dúvidas ao mercado. “Quisemos trazer um conjunto de informações, abrangendo tecnologias e suas possibilidades; experiência prática de mercado; ponto de vista jurídico; e, finalmente, a visão do órgão regulador”, disse o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, que coordenou o seminário em conjunto com a gerente de Ensino Técnico da Funenseg, Sonia Regina G. Ribas da Costa.

Em sua palestra, o fundador e sócio-diretor da Minuto Seguros, Marcelo Blay, revelou que desde a criação da corretora, em 2011, jamais realizou uma venda 100% online. “Tentamos, até porque isso traria redução de custos, mas não aconteceu. Em todo o processo de venda existe a interação humana”, disse. Para ele, o sucesso da corretora, ou o “pulo do gato”, como classifica, foi entender “que o atendimento online só funciona com o atendimento humano, por mais paradoxal que seja”.

Questionado pelo debatedor Marcelo de Freitas, diretor adjunto da American Life Companhia de Seguros, sobre o futuro da venda de seguro online, Blay respondeu que a internet ainda será por muito tempo apenas ferramenta – e não canal. “Imagino que somente haverá venda 100% online quando houver cultura do seguro e as pessoas entenderem o que estão comprando”, disse.

A advogada Ivy Cassa, presidente do Grupo Nacional de Trabalho da AIDA-Brasil, trouxe à reflexão muitos questionamentos sobre a norma. Um deles foi sobre como identificar as partes na venda de seguro online. Segundo ela, alguns advogados consumeristas consideram que a internet torna o consumidor vulnerável na medida em que o volume de informação prejudica a escolha do produto adequado. “Excesso de informação não significa informação útil”, disse.

Regina Simões, da área de coordenação de produtos da Susep, comentou sobre os casos em que são necessários o uso de login e senha, bastante questionado pela plateia. Ela orientou que na venda por telefone a confirmação exigida poderá ser feita por reconhecimento de voz (biometria). No ambiente virtual, outra opção é a certificação digital. “No entanto, a única forma de venda de seguro que dispensa a assinatura do segurado é o bilhete”, disse.

Maria Augusta Alves, que também atua na área de produtos da Susep, esclareceu que a opção de certificação digital para a formalização da proposta de contratação segue o mesmo princípio usado pelos bancos. “O correntista não precisa de certificação digital individual, porque utiliza a do ambiente virtual”, disse.

Outras diversas perguntas surgiram na plateia, caso de “como realizar a confirmação de voz em venda por telemarketing” ou “como confirmar a venda por celular”, mas não houve tempo para discussão. No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira prometeu juntar todas as perguntas que sobraram e encaminhá-las à Susep para posterior resposta.

“O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros”, afirma Henrique Meirelles

FONTE: Portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Lloyds_gd_02A 3ª edição do Lloyd’s Meet Market foi realizado na manhã desta quinta-feira, dia 10, no Hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e reuniu cerca de 250 profissionais e especialistas do setor convidados. Durante o evento, foi recriado o tradicional salão de subscrição do Lloyd’s (Underwriting Room), localizado em Londres, com a presença de boxes dos 11 sindicatos da Lloyd’s com operação no Brasil, mais 4 sindicatos londrinos que enviaram representantes para participar do evento.

O ex-presidente do Banco Central (BC), Henrique Mereilles, primeiro não-anglo-saxão indicado a membro nomeado do Conselho Lloyd’s em 30 anos, ministrou a palestra de abertura do evento. Ele destacou o crescimento da economia brasileira na última década, lembrando que a classe média brasileira dobrou de tamanho no período, alcançando 120 milhões de brasileiros e que, junto com a classe alta representam cerca de 70% da população do país.

De acordo com o ex-presidente do BC, esse novo cenário permitiu o crescimento dos setores de seguros e resseguros e que, para os próximos anos, a tendência deve se manter. “O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros, que cresce acima da média do mercado. E isso é normal, porque a complexidade das operações na nossa economia aumentou os investimentos”.

Meirelles salientou que o mercado segurador também se beneficiará nos próximos anos dos investimentos em infraestrutura que devem ser realizados no país, sobretudo, através das Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele também destacou a importância da avalição do cenário macroeconômico, dizendo não acreditar em um estouro da inflação. “Este crescimento tem consequências institucionais. A inflação baixa é uma conquista. Ela não vai aumentar porque a população não permitirá”.

O diretor de Mercados Internacionais do Lloyd’s, Vincent Vandendael, também salientou a importância dos investimentos em infraestrutura no país. “O Brasil está em boa forma. É muito importante que o governo brasileiro gaste o dinheiro em infraestrutura”. Participaram do salão os seguintes sindicatos: ACE, ANV, Argo, Catlin, Klin, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Beazley, Hiscox, Aegis, Aspen, Allied World e Talbot.

O presidente da Lloyd’s no Brasil, Marco Castro, ressaltou que a chegada ao Brasil este ano do 11º sindicato da Lloyd’s (Hiscox) fortalece a estratégia de ampliar escritórios no país e a realização do evento visa estreitar o relacionamento entre os integrantes do mercado e facilitar o desenvolvimento de novas oportunidades de negócio. “Este encontro é mais importante porque o Brasil está a 11 horas de Londres e nem sempre os profissionais têm a oportunidade de conhecer como funciona o mercado em Londres. Essa negociação pessoal é uma tradição. É lógico que temos a parte tecnológica, mas nada substitui o relacionamento pessoal. A decisão pode ser tomada na hora e o negócio se realiza”.

Brasil tem um dos sistemas de pensões menos sustentáveis do mundo, aponta estudo da Allianz

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O estudo conduzido pela doutora Renate Finke, economista sênior da unidade de Pensões Internacionais da Allianz Asset Management, na Alemanha, revela que a Austrália possui o sistema de pensão mais sustentável do mundo, em segundo lugar está o da Suécia e, em seguida, vem o da Nova Zelândia. Na outra ponta, dentre os três menos sustentáveis, aparecem os da Tailândia, Brasil e Japão.

“Uma boa classificação no índice não equivale a pagamentos de aposentadorias generosas, mas mostra que um sistema de pensões de um país será capaz de lidar com seus dados demográficos subjacentes. Em contrapartida, é preciso levar em consideração que as nações que figuram no extremo inferior do ranking estão lá por diversas razões”, afirma Renate Finke.

De acordo com o índice, o 50º lugar ocupado pela Tailândia está relacionado à idade extremamente baixa com que sua população se aposenta, além dessa estar envelhecendo rapidamente e o trabalho informal ser representativo no país. Já o sistema de pensões no Brasil parece insustentável em longo prazo porque tem alta taxa de substituição, somada às opções de aposentadoria antecipada, ao número de idosos que cresce a passos largos e aos 13 pagamentos anuais, que gera estresse nas finanças públicas. Embora 60 e 65 anos sejam as idades legais para que brasileiras e brasileiros, respectivamente, se aposentem, a reforma efetiva é substancialmente mais baixa, quando considerado o tempo de contribuição, 30 e 35; isso sugere que elas podem começar a receber aposentadoria, em média, aos 50 anos e eles aos 55. Diante disso, projeta-se que em 2050, o número de pensionistas deverá aumentar 3,5 vezes. O Japão também aparece na parte inferior do ranking por causa da média de idade avançada da sua população e nível elevado da dívida soberana.

“As mudanças demográficas e seu impacto no sistema de pensão no Brasil é um tema que temos acompanhado de perto. A Allianz Seguros está engajada em promover o debate para desenvolvimento de novas políticas para fortalecer a sustentabilidade das pensões com o objetivo de melhorar índices financeiros e também de qualidade de vida”, ressalta Ingo Dietz, diretor executivo da Allianz Seguros. Em outubro do ano passado, a seguradora promoveu uma série de eventos com Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz, sobre o assunto. “A ideia é disseminar nosso expertise, trocar experiências e desenhar propostas e soluções de longo prazo adequadas à realidade de nosso país”, finaliza Dietz.

A posição de liderança da Austrália é consequência de uma estrutura dualista. Nesse país, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Irlanda, a receita pública cobre apenas as necessidades mais básicas, ou seja, evita a pobreza na velhice. Qualquer rendimento adicional, para manter certo padrão de vida, deve ser gerado a partir de fontes financiadas, por meio de capitalização. Ao mesmo tempo, a Austrália conta com a combinação da demografia favorável e boa gestão das finanças públicas.

O Índice de Sustentabilidade de Pensões da Allianz foi lançado em 2004. No entanto, a versão de 2014 traz pela primeira vez a análise de 50 países – passaram a ser contemplados Brasil, Chile, México, Malásia, Indonésia e África do Sul.

Desde o último estudo, em 2011, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Romênia, Singapura, Turquia e Estados Unidos foram capazes de subir mais de cinco posições no ranking. A melhora das perspectivas de envelhecimento, a introdução de reformas das pensões e o desenvolvimento econômico podem ser fatores que levaram a essa melhora. Croácia, França, Hong Kong, Malta, Eslovênia e Taiwan caíram significativamente na classificação. Dentre as razões estão a nova projeção de envelhecimento rápido da população e o atraso na realização de importantes reformas de pensões.

O índice, ao analisar o sistema público de pensões, torna-se capaz de indicar a necessidade de um país em fazer reformas para manter a sustentabilidade financeira em longo prazo. Isso pode ser difícil de avaliar devido às especificidades institucionais, técnicas e jurídicas de cada nação. No entanto, há as principais variáveis, independentemente dessas diferenças. O índice usa subindicadores como a evolução demográfica, finanças públicas e projetos de sistemas de pensão para medir sistematicamente a sustentabilidade de um sistema de aposentadorias. Eles abrangem vários parâmetros para a situação atual e perspectivas futuras do sistema.

O estudo na íntegra pode ser acessado pelo site: https://www.allianz.com/v_1396002521000/media/press/document/2014_PSI_ES_final.pdf

10 maneiras simples de economizar energia, segundo a Allianz

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Nos últimos meses, o país tem passado por uma grave escassez de água. A falta de chuva acarretou a queda no nível dos reservatórios de diversos estados brasileiros. Pelo fato de grande parte da energia elétrica do país vir de hidrelétricas, a falta de água impacta diretamente no setor elétrico. De acordo com Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste estão passando pela terceira pior estiagem desde 1931.

Com o objetivo de alertar a população sobre a importância de economizar energia, o Site Sustentabilidade da Allianz elencou 10 dicas simples para economizar o recurso.

Réguas de tomadas

Mesmo sem desligar a TV e computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade conectados à tomada.

Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano!

Aproveite o Sol

Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, e não as secadoras elétricas, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme.

Baixe a temperatura

Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30°C em vez de usá-la a 40°C.

Recicle sempre

Você sabia que reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas?

Seu carro mais leve

Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.

Desligue os aparelhos

Simplesmente desligar os aparelhos no fim do dia, em vez de deixá-los no standby, já economiza muita energia.

Panela menor

Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rapidamente e você vai desperdiçar menos energia.

Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzida pela chama.

Use um notebook

Usar um notebook normal já vai economizar até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu notebook, ainda assim você estará economizando energia.

Embalagem reciclável

Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.

Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhas presentes também faz bem ao meio ambiente.

Divulgue suas ideias

Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Compartilhe o seu conhecimento.

‘Oportunidade de crescimento’ ajuda a reter talentos, revela pesquisa da BB Mapfre

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Mais do que “remuneração” e “equilíbrio entre vida profissional e pessoal”, chances de desenvolvimento na carreira motivam mais os colaboradores. Pesquisa ouviu 5 mil funcionários.Pesquisa realizada com 5 mil colaboradores do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre mostra que o principal fator de retenção da companhia é a “oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional”.

Em 2012, as chances de desenvolvimento na carreira já apareciam em primeiro lugar na preferência dos profissionais, com 34% das respostas, mas, em 2013, o número saltou para 51%. Em segundo plano está o “equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”, com 21% das escolhas. O mesmo fator atingiu 34% das respostas dos colaboradores em 2012.

“Considerando que temos um quadro bastante heterogêneo de profissionais, esse dado diz muito sobre o mercado de trabalho atualmente. As pessoas continuam buscando satisfação no que elas fazem, mais do que só bons salários”, diz Cynthia Betti, diretora de Recursos Humanos do GRUPO BB E MAPFRE.

Em terceiro lugar, o reconhecimento por meio da “remuneração e benefícios” apresentou recuo. Em 2013, apenas 14% dos funcionários escolheram essa opção, enquanto que no ano anterior a opção atingiu 27% das respostas. Dos 6,6 mil colaboradores, 60% são da Geração Y (colaboradores com até 33 anos de idade). A Geração X (de 34 a 49 anos) responde por 35% da companhia, enquanto os Baby Boomers (de 50 a 68 anos) correspondem por 5%. Apesar dos dados, a gestão da companhia ainda está concentrada na segunda geração, ou seja, 60% dos líderes do Grupo possuem entre 34 e 49 anos.

Com o foco na criação de oportunidades, o Grupo criou um plano de desenvolvimento de carreira que engloba os diferentes perfis de trabalhadores. “O objetivo é dar oportunidade a todos. Incentivar e capacitar o futuro líder e aprimorar o conhecimento dos especialistas. Nem todos trilham o mesmo caminho. Por isso, é preciso abrir espaço para que os talentos apareçam”, afirma Cynthia Betti.

Após a fase de analista, os colaboradores que ambicionam o desenvolvimento na companhia podem escolher a trilha que mais se encaixa com o seu perfil, denominada de “Carreira Executiva” ou “Carreira Técnica”. “O executivo será a liderança da equipe, enquanto o especialista será a referência de determinado tema e/ou processo dentro da empresa”, complementa.

Somente em 2013, houve mais de 600 movimentações na companhia (promoção e transferência).

Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta O Estranho Caso do Cachorro Morto

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, uma das mais premiadas encenações de 2013 na Inglaterra, que está em cartaz no Teatro Leblon, com direção de Moacyr Goes. O espetáculo aborda as delicadas questões do autismo ao contar o drama de um adolescente de 15 anos, acusado de matar um cachorro, para descobrir o verdadeiro autor do crime. O elenco traz dez atores, entre eles Rafael Canedo, que dá vida ao jovem autista, e Silvia Buarque e Thelmo Fernandes, que interpretam os pais do garoto.

O espetáculo é uma adaptação do livro de Mark Haddon (no original, The Curious Incident of the Dog in the Night-Time), lançado em 2013, que transformou-se rapidamente em best seller. No Brasil, foi lançado pela editora Record e está esgotado. Dez anos depois, sua adaptação para o teatro – assinada por Simon Stephens – arrebatava sete prêmios Olivier em 2013, o mais importante do teatro inglês: melhor diretor, melhor peça, melhor ator e atriz coadjuvante, além dos prêmios de som, luz e cenário.

Circuito Cultural Bradesco Seguros

O espetáculo “O Estranho Caso do Cachorro Morto” faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plástica, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

O Estranho Caso do Cachorro Morto

Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra – Rua Conde de Bernadotte, 26, Leblon – (21) 2529-7700 – (capacidade: 432)

Temporada: de 10 de abril a 29 de junho

Espetáculos: quinta, sexta-feira e sábado: 21h | Domingo: 20h

Duração: 1h40 / Recomendação etária: 10 anos

Ingressos: R$ 70 (quinta), R$ 80 (sexta e domingo) e R$ 90 (sábado) – Meia entrada para estudantes, idosos e cliente Bradesco Seguros (em até 2 ingressos).

Lucas Lopes assume a diretoria de Subscrição de Riscos de Engenharia da AGCS

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A resseguradora Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) anuncia a contratação de Lucas Lopes para a o cargo de diretor de Subscrição de Riscos de Engenharia. O executivo será responsável pela identificação e avaliação dos riscos assegurados pela empresa e também por estabelecer as condições de cobertura.

Com mais de 10 anos de experiência no mercado de seguros e resseguros, Lopes assume a função com o objetivo de elevar ainda mais a excelência das análises da resseguradora em Engenharia, uma das principais linhas de negócio da empresa no Brasil.

Lopes ficará no escritório da AGCS de São Paulo, respondendo diretamente ao presidente da empresa, Angelo Colombo. “O Lucas Lopes é um talento da indústria de seguros, que alia capacidade de gestão a uma sólida formação técnica e experiência em projetos de infraestrutura. Estamos muito felizes com sua chegada, reforçando sobremaneira nosso corpo diretivo no país”, diz Colombo.

Lucas Lopes é formado em Engenharia Civil e especializado em Estruturas pela Escola Politécnica da USP. Possui MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Recursos Humanos pela FGV de São Paulo e tem mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro de seguros e resseguros.

Atuou como subscritor na área de Infraestrutura e Energia em companhias do setor como Unibanco-AIG, Munich Re e ACE, exercendo, nesta última, a função de diretor da área de Energy no Brasil.

Trabalhou também no Banco Fator Seguradora e na BTG Pactual Seguradora como Diretor de Riscos Patrimoniais, responsável por estruturar as áreas de seguros de Riscos de Engenharia, Geração de Energia, Riscos de Petróleo, Cascos e Responsabilidade Civil.

Deu no jornal Estado de São Paulo

por Aline Bronzati – O Estado de S.Paulo

A Axa Seguros Brasil é uma das fortes candidatas a adquirir a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

A disputa segue acirrada, segundo as mesmas fontes, com concorrentes de peso, como o XL Group, com sede em Bermudas, a japonesa Tokio Marine, a alemã HDI e a suíça Swiss Re. O valor dessa operação é estimado em cerca de R$ 1 bilhão.

A carteira de grandes riscos do Itaú soma em torno de R$ 1,8 bilhão em prêmios e o lucro anual varia entre R$ 45 milhões e R$ 65 milhões, conforme fontes de mercado. O Itaú Unibanco espera divulgar o nome de quatro finalistas até o fim deste mês.

Em janeiro, o Itaú Unibanco confirmou, em comunicado ao mercado, que pretende vender sua operação de seguros de grandes riscos. O Broadcast havia a antecipado em dezembro passado intenção da instituição de se desfazer dessa divisão de negócio.

Favorita. A francesa Axa é apontada como uma das favoritas, conforme fontes de mercado, pois está à procura de aquisições para retomar suas operações como seguradora de riscos corporativos e de vida no Brasil. “Nos mercados em que atua, a Axa está entre as cinco maiores. Essa é a condição para que a seguradora retome suas operações no Brasil”, disse uma fonte familiarizada com o assunto.

Além disso, a Axa tem feito contratações de peso. Uma delas foi Vanderlei Ravazzi, que era superintendente de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco. A seguradora contratou ainda Otávio Bromati, da Zurich. Para a operação de vida, trouxe Marcio Magnaboschi, da SulAmérica, que assumiu o cargo de diretor executivo comercial da Axa Seguros Brasil.

Já a XL, de acordo com outra fonte, pode levar vantagem porque teve uma joint venture com o Itaú por três anos no passado.

Durante o processo de negociações, outras importantes seguradoras, como a japonesa Yasuda, a canadense Fairfax, a norte-americana ACE, a alemã Allianz também participaram do processo, de acordo com fontes. A Yasuda, que estava sendo assessorada pelo BTG Pactual, desistiu da transação porque dois dos maiores clientes do Itaú Unibanco em grandes riscos são estatais com as quais a companhia não tem relacionamento, conforme uma fonte.

Procurado, o Itaú não comentou a venda de sua carteira de seguro de grandes riscos, nem a saída do executivo Ravazzi. XL, Swiss Re, a HDI e Tokio Marine também não se pronunciaram. A Axa não foi encontrada para falar sobre o assunto.

Corretores Diamante da Tokio Marine doam pontuação para fundo destinado ao Teleton

1959367_10202523547064863_5145474663069800055_nJosé Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, não está para brincadeiras. Tanto que foi premiado ontem pela revista Segurador Brasil como “destaque positivo masculino”. “Não sei bem o que isso significa para as pessoas, mas para mim é que sou muito macho. Tanto que minha meta neste ano é aumentar de R$ 115 mil para R$ 1 milhão a doação da Tokio Marine ao Teleton”, disse ele aos seus parceiros Diamante, reunidos em um jantar durante o XIII Encontro de Corretores Diamantes, em Cancun, México.

O Teleton, evento realizado anualmente no mês de novembro, é iniciativa que tem como objetivo arrecadar fundos para as crianças da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). “Meu sonho é doar R$ 1 milhão”, diz. Uma de suas idéias é que os corretores doem os pontos acumulados no programa de relacionamento, algo como o programa de milhagem dos cartões de crédito, só que quanto mais vendem seguro mais pontos acumulam para trocar por produtos ou dinheiro.

Para isso, o Tokio disponibilizou no portal da companhia essa possibilidade na última segunda-feira. Dois corretores Diamante já fizeram suas doações: Josué Lolli, da corretora Horizonte, e Paulo Castro, dono da corretora que leva o seu nome. Eles doaram toda a pontuação acumulada no programa Nosso Corretor, o equivalente a R$ 18 mil. O primeiro a fazer isso foi o corretor diamante Josué, da Nova Horizonte. Os pontos acumulados resultaram em R$ 9 mil.

No ano passado, a Tokio doou R$ 115 mil no programa Teleton, com a ajuda dos funcionários. “Não me deixem na mao! Prometi pelo menos dobrar o valor do cheque para ajudar a AACD. E com vocês, nossos parceiros, fazendo parte dessa ação, tenho certeza que vamos conseguir”, diz Ferrara.