Mudanças climáticas já afetam seriamente os EUA, afirma relatório da Casa Branca

cicloneAs mudanças de clima causadas pela atividade humana são uma realidade e já estão a afetar seriamente os Estados Unidos, conclui um relatório científico norte-americano apresentado nesta terça-feira pela Casa Branca.

As consequências são o aumento de fenómenos extremos, como chuvas torrenciais em regiões mais húmidas ou falta de água em zonas secas. O aumento da temperatura, com ondas de calor mais fortes e mais frequentes, a subida do nível do mar, que contribui para cheias mais frequentes e mais dramáticas, ou o aumento de grandes incêndios são outros dos fenómenos associados à mudança de clima, que tem como principal causador, diz o estudo, a maior concentração de gases com efeito de estufa.

«A mudança de clima, em tempos vista como uma questão para um futuro distante, mudou-se firmemente para o presente», conclui o relatório «Avaliação do Clima Nacional», elaborado por um painel científico alargado sob a égide do Governo norte-americano e que pretende ser o estudo mais exaustivo já realizado nos EUA sobre clima.

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai assumir pessoalmente a divulgação deste relatório, pretendendo chamar a atenção para o problema e insistir na necessidade de introdução de medidas para o combater, como a limitação da emissão de gases.

Itaú Seguro Auto lança seguro para pequenas frotas empresariais

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O Itaú Seguro Auto lança o Itaú Seguro Auto Empresa, produto desenvolvido especialmente para empresas que possuem frotas de até quatro veículos. O seguro oferece coberturas completas, além de uma série de serviços e benefícios. Segundo o último levantamento feito pelo Sebrae, existem cerca de 1,544 milhão de pequenas e médias empresas só no Estado de São Paulo. Em 2012, elas somaram 99% dos estabelecimentos paulistas e foram responsáveis por 47% dos empregos gerados naquele ano. “É um segmento econômico com pleno potencial de expansão e que demanda garantias específicas para um de seus principais ativos, que são os automóveis”, comenta Luiz Vicente Lapenta, superintendente de produtos da Itaú Auto e Residência.

A fim de buscar a segurança da frota e para que as atividades dessas empresas não sejam prejudicadas, o Itaú Seguro Auto Empresa dispõe das garantias tradicionais, como colisão, incêndio, roubo e danos materiais ou corporais a terceiros. Para completar as coberturas tradicionais, o cliente pode optar por contratar a garantia adicional de carro-reserva com três opções. Com essa garantia, o segurado terá à sua disposição três modelos de veículos para o uso da empresa, em caso de sinistro. Podem ser escolhidos os modelos Básico (versão 1.0, com ar-condicionado), Médio (versão 1.4, com ar-condicionado e direção hidráulica) e Utilitário (Pick-up leve).

O produto conta ainda com diversas coberturas opcionais, a fim de não prejudicar a rotina da empresa em caso de imprevistos. Entre elas, estão as garantias de Lucros Cessantes (pagamento de diárias – equivalente ao valor contratado – para cobrir cada dia que o carro da empresa ficar parado) e Vidros (em caso de quebra, reposição de vidros, retrovisores, faróis e lanternas).

O Itaú Seguro Auto Empresa também oferece assistência 24 horas para a frota da empresa segurada. Os serviços consistem em motorista substituto (caso o motorista contratado esteja impossibilitado de trabalhar1), socorro mecânico emergencial no local, reboque do veículo (nos casos de acidente ou pane), chaveiro, troca de pneus, assistência de pane elétrica, mecânica ou seca (falta de combustível), transporte para recuperação do veículo e dos ocupantes do veículo segurado até a residência/empresa, além de hospedagem e assistência funeral.

O limite de utilização dos serviços varia. No Plano Especial, cada veículo da frota da empresa tem um limite de acionamentos. No Plano Global, o limite total de acionamentos é compartilhado entre todos os veículos da frota. Além desses atendimentos específicos, o segurado ainda irá dispor de uma série de serviços para a empresa, independentemente do plano escolhido. Entre eles: serviços de segurança/vigilância (em caso de sinistro), faxineiro, vidraceiro, help desk, reparos nas redes hidráulica, elétrica e em telefonia, limpeza, cobertura provisória de telhados, reparos de eletrodomésticos (linha branca), limpeza de caixa d’água (até 20.000 litros), substituição de telhas, instalação e reinstalação de ventiladores de teto.

Por fim, o Itaú Seguro Auto Empresa ainda conta com benefícios exclusivos para a residência dos sócios da empresa. Entre eles, estão os serviços de chaveiro, eletricista, encanador, vidraceiro, limpeza, guarda da residência, serviços domésticos provisórios, mudança, retorno antecipado ao domicílio, recuperação de veículo, guarda de animais domésticos, indicação de profissionais para manutenção programada e cobertura provisória de telhados.

Edward Lange é o novo CEO da Brasil Insurance

1378500_175516592653484_905425244_nA volta de Edward Lange para o mercado de seguros foi comemorada por corretores, jornalistas e seguradores. Durante o período que comandou a Allianz no Brasil, Lange criou um networking raro de se ver em um mercado fechado, para uma companhia estrangeira e que apresentava crescimento sustentado na última década. Tanto que a matriz autorizou um investimento superior a R$ 300 milhões para que a Arena dos palmerenses, popular time paulista, para dar nome ao estádio, chamado de Allianz Parque. Bom retorno e sucesso sempre!!!

COMUNICADO AO MERCADO

A Brasil Insurance Participações e Administração S.A. (“Companhia”), companhia aberta com sede na Alameda Santos 1787/5o andar (parte), Cerqueira Cesar, CEP: 01419-002, na Cidade e Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o no 11.721.921/0001-60 vem a público informar que o Sr. Edward Lange tomará posse do cargo de Diretor Presidente da Companhia a partir de 16 de maio de 2014, em substituição ao Sr. Antonio José Lemos Ramos, cujo mandato expira hoje, 6 de maio de 2014. O Sr. Miguel Longo Junior, atual Diretor Financeiro e de Controle e Diretor de Relação com Investidores da Companhia, acumulará interinamente o cargo de Diretor Presidente até a posse do Sr. Edward.

O Sr. Edward tem vasta experiência no mercado de seguros, tendo sido a sua última posição no Brasil a de Presidente e CEO da Allianz Brasil, onde iniciou a sua carreira em 1995, nas operações da filial Argentina. Durante este período ocupou diversas posições nas áreas de Operações e Finanças, incluindo as posições de CEO da filial Argentina e de CFO da subsidiária do Chile, além de atividades junto à área de operações da Allianz América, com responsabilidades sobre as operações do México , Canadá e Estados Unidos.

O Sr. Edward é graduado em administração com ênfase em finanças pela The American University of Paris (França).

São Paulo, 06 de maio de 2014.

Fabio Franchini

Conselho de Administração

Eduardo Gianetti: postura credora x postura devedora no consumo, o valor do amanhã

Gianetti_gdFonte: Portal da CNseg

O emaranhado universo das escolhas de compras dos consumidores em relação ao tempo (trocas intertemporais) foi o tema abordado pelo economista Eduardo Gianetti no primeiro painel da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros. Sem fazer juízo de valor, ele buscou ampliar o entendimento das motivações dos consumidores entre assumir, diante da vida, uma postura credora (pagar agora para ter o benefício no futuro) ou devedora (antecipar o consumo consciente do ônus a pagar depois). Para ele, às vezes, faz sentido ter uma posição credora em algumas situações, ao passo que em outras vale uma postura devedora. O perigo são os extremos.

Fazendo um paralelo com a realidade brasileira, ele lembrou que o País é hoje um dos maiores mercados de energéticos, pet care, confeito, ao passo que é o 17º no ranking mundial do mercado de seguros. O especialista citou uma pesquisa realizada com crianças, mostrando que a decisão da compra imediata ou postergada tem alguma vinculação com o ambiente familiar e pode mudar de acordo com o tempo. Nas crianças mais jovens e com famílias desestruturadas, a preferência pela compra imediata é preponderante; ao passo que naquelas que mais estruturadas, as crianças podem aceitar adiar a compra, em troca de recompensas futuras.

O experimento envolveu a oferta de um ou dois chocolates. As crianças de quatro a 12 anos eram colocadas perante uma barra de chocolate e precisavam suportar o desejo de devorá-la. Aquelas que suportassem a espera por 20 minutos levavam duas barras, as que não, apenas uma. Na pesquisa, a criança mais impaciente tocava um sino para marcar sua desistência. Acompanhadas durante anos, a pesquisa comprovou que aquelas crianças que tomavam a decisão de aguardar foram mais bem-sucedidas na vida, ao passo que as impacientes tinham mais desajustes. O painel, o Valor do amanhã, é baseado no livro homônimo do economista.

O desafio de tornar saúde um segmento sustentável

4a_conf_prot_consumidor3Fonte: Portal da Cnseg (www.cnseg.org.br)

“Regular saúde não é uma tarefa fácil”, afirmou a diretora da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, mediadora do painel “Transversalidade das Políticas Públicas de Proteção ao consumidor de seguros”, no primeiro dia da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguro, promovido pela CNseg, com apoio da Escola Nacional de Seguros, em São Paulo, hoje, dia 6, e amanhã. “Desenvolver o mercado é o dever dos órgão reguladores. Por outro lado, o excesso de regulamentação inibe os negócios. Cabe ao regulador criar estímulos para o crescimento desse segmento que hoje já conta com mais de 50 milhões de participantes”, complementou Solange.

“Meu sonho no comando da Susep é equilibrar os interesses do consumidor, das seguradoras e dos corretores”, afirmou Roberto Westenberger, que assumiu a pouco mais de um mês como titular de um dos órgãos reguladores do mercado segurador, a Susep. “Ainda não temos um plano piloto pronto, mas tenho esse sonho: equilibrar os interesses dos principais players do mercado, pois sem seguradora não há competição e sem consumidor não há mercado. E o corretor é o elo entre essas duas pontas, capaz de ajudar que a companhia oferte produtos melhores e que o cliente saiba escolher a melhor cobertura para o perfil atual”.

Uma das ideias de Westenberger para contribuir com a limitação de produtos impostas pelo arcabouço legal de Saúde é estimular produtos inovadores, como um seguro que ofereça cobertura para procedimentos não contemplados no plano de saúde, segmento regulamentado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). “Obviamente isso vai depender do equilíbrio do interesse de todos e dos investimentos em modernização, inovação e capacitação, tanto dos nossos empregados como dos consumidores por meio dos programas de educação financeira”.

Carla de Figueiredo Soares, secretária-geral da ANS, citou os avanços e os desafios da Agência para consolidar o equilíbrio das relações entre consumidores, empresas privadas e órgãos reguladores. “O foco da ANS está em promover o interesse público e regular as operações pensando em todos os atores e garantindo o equilíbrio do setor”, disse. Na pauta da agenda regulatória está a garantia de acesso e qualidade assistencial, sustentabilidade do setor, relacionamento entre operadoras e prestadores, incentivo à concorrência, garantia de acesso à informação, integração da Saúde Suplementar com o SUS e governança regulatória.

Segundo Carla, o indicador de satisfação do setor de Saúde tem de ser qualitativo. “A avaliação não pode ser feita de forma quantitativa, uma vez que o setor cresce de forma significativa e o consumidor tem, a cada dia, mais consciência de seus direitos e acesso a mais canais de relacionamento com as empresas privadas e com os órgão reguladores”, afirmou ela.

“Temos em mente que não basta apenas defender o consumidor, temos também de garantir a concorrência”, enfatizou a secretária-geral da agência reguladora, citando números do setor, disponíveis no portal do órgão, destacando que se trata de um mercado de mais de 50 milhões de beneficiários de assistência médica, que passaram por mais de 244 milhões de consultas médicas no último ano. “Isso mostra que temos um caminho importante para percorrer no que diz respeito à melhora da gestão com ações que priorizem a melhoria das condições de saúde do cidadão”.
Segundo Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi, a sugestão para solucionar o impasse no setor de Saúde é seguir o exemplo da Previdência Privada. “Temos muitas reformas a serem feitas que confrontam o cidadão. É preciso ter coragem para realizá-las”, disse no início de sua apresentação.

Nascimento lembrou aos participantes o surgimento do atual sistema de Previdência Privada Aberta. “O sistema tinha de mudar para ser sustentável. Mudar de planos de benefícios definidos para contribuição definida, uma filosofia na qual o investidor tem parte do risco por sua poupança previdenciária”, comentou.

A primeira coisa a fazer foi criar coragem para desmontar e recriar o sistema. “Nossos foco foi na criação de oferta adequada de produtos e na introdução de regras que dessem sustentabilidade de longo prazo”, ressaltou, citando os produtos PGBL e VGBL e regras como portabilidade, transparência e segregação de patrimônio dos investidores e administradoras de recursos. O resultado está na expansão do setor. A previdência aberta passou de um patrimônio de R$ 3 bilhões em 2003 para R$ 370 bilhões acumulados neste ano.

Grupo ACE nomeia David Heard vice-presidente de Personal & Business Insurance na América Latina

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O Grupo ACE anunciou hoje que David Heard foi nomeado Vice-Presidente sênior da linha Personal Lines & Business Insurance para a América Latina. Nessa função, ele será responsável na região por todas as linhas pessoais e de pequenas e médias empresas.

David Heard se junta à empresa após passar pela American International Group, onde ocupou cargos de liderança de alcance nacional e regional a partir da matriz nos Estados Unidos e mais recentemente atuou como vice-presidente sênior de expansão estratégica de negócios. Ele tem mais de 25 anos de experiência em mercados de seguros emergentes e maduros, incluindo o Brasil, Chile e México. Sua experiência internacional se estende às linhas de gestão de negócios, planejamento estratégico, marketing direto, distribuição, underwriting, subscrição e gestão de carteiras. Ele se reportará a Jorge Luis Cazar, presidente da ACE América Latina, e a Darryl Page, presidente da divisão Personal & Business Insurance (PBI).

“Temos o prazer de receber David para este importante papel de liderança para nossas linhas pessoais e de pequenas empresas comerciais na América Latina”, diz Cazar. “A profundidade e a amplitude da experiência de David na indústria de seguros são acompanhadas por seu profundo conhecimento da região. Ele possui vasta experiência transcultural e fala espanhol, português e inglês. A América Latina é um mercado importante para o crescimento da ACE e temos a sorte de ter David como parte da equipe”.

BB Seguridade mantém metas de desempenho para 2014

Fonte: Agência Estado

A BB Seguridade manteve inalteradas suas metas de desempenho (guidances) para 2014 em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, divulgado nesta terça-feira, 6. A holding que controla os negócios de seguros do Banco do Brasil bateu a maioria das projeções anunciadas no primeiro trimestre. Os guidances para a arrecadação com planos de previdência e emissão de prêmios nos segmentos de patrimônio e automóvel, porém, ficaram abaixo das estimativas.
A companhia espera que o seu retorno sobre o patrimônio líquido médio ajustado (RSPL) fique em torno de 44% a 49% neste exercício. No primeiro trimestre o indicador ficou em 46,7%, ou seja, dentro da meta. Os prêmios de seguros dos segmentos de vida, habitacional e rural, a serem emitidos pela coligada BB Mapfre SH1, devem avançar no mínimo 24% e no máximo 32% em 2014. De janeiro a março cresceram 29,6%.

No caso da coligada Mapfre BB SH2, que responde pela emissão de prêmios de seguros patrimoniais e de automóvel, a BB Seguridade projeta avanço de 19% a 26% em 2014. O avanço no primeiro trimestre ficou em 10,6%, abaixo do intervalo anunciado pela companhia. “O desvio decorreu do desempenho de vendas abaixo do esperado no segmento de automóveis no primeiro trimestre, influenciado, principalmente, pelo ambiente competitivo e pelo comportamento do mercado varejista de carros novos”, explica a empresa.

Também ficou fora do guidance divulgado para 2014 a arrecadação com planos de previdência (Brasilprev). No primeiro trimestre, a cifra alcançada foi 16,1% menor enquanto a companhia em 2014 espera alta de 33% a 47%. Segundo a BB Seguridade, no primeiro trimestre de 2014 o cenário no setor foi “adverso”. “No entanto, a rentabilidade dos fundos de investimento vem apresentando melhora, o que deve resultar em aumento da arrecadação no restante do exercício”, explica a holding.

A BB Seguridade observa ainda que no primeiro trimestre de 2013, a Brasilprev teve uma das maiores arrecadações de sua história e desde então iniciou uma tendência de abertura das taxas de juros, impactando na rentabilidade dos fundos de investimento a partir do segundo trimestre de 2013, trazendo um cenário mais desafiador para novas captações.

Para o segmento de títulos de capitalização (Brasilcap), a holding projeta aumento de 10% a 15% neste ano. O crescimento no primeiro trimestre foi de 19,2%, isto é, acima do teto esperado. “O desempenho ficou acima do limite superior das estimativas em virtude de uma base de comparação mais fraca no primeiro trimestre de 2013, quando a Brasilcap concluiu a revisão de seu portfólio de produtos. Para o restante do exercício, a companhia estima que a arrecadação com títulos de capitalização convirja para o intervalo de estimativas do guidance 2014”, explica a companhia. A BB Seguridade informa ainda que irá acompanhar o mercado para avaliar eventual necessidade de alterar as estimativas não alcançadas.

Icatu divulga o projeto Plataforma do Conhecimento

aura rebelo icatuAjudar os clientes e todos os brasileiros a protegerem seu futuro e se planejarem financeiramente é uma prioridade para a Icatu Seguros. Por isso, a seguradora estará engajada com a Semana Nacional de Educação Financeira, que ocorre entre dia 05 e 09 de maio de 2014 em todo o Brasil.

A ideia da companhia é fazer uma ampla divulgação do projeto Plataforma do Conhecimento (www.icatuseguros.com.br/plataformadoconhecimento), que tem como objetivo ensinar sobre educação financeira de forma simples e divertida. O projeto é um programa estruturado de iniciativas e conteúdos didáticos através dos mais diversos suportes para a aprendizagem: conteúdo de texto, cursos online em parceria com a FGV On Line, games, vídeos, infográficos, entre outros. O projeto estimula a acessibilidade e interação com diversas ferramentas que ajudam a tornar a aprendizagem sobre educação financeira algo interessante, atrativo e intuitivo.

Estatísticas do Seguro DPVAT reforçam a importância do movimento Maio Amarelo

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Mudar o cenário de 2013, onde mais de 630 mil pessoas receberam indenização pelo Seguro DPVAT. Este foi o número de indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT, por Morte, Invalidez Permanente e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares, apenas no ano de 2013 por acidentes de trânsito em todo o país.

O movimento Maio Amarelo nasce na década do trânsito por iniciativa de empresas interessadas na redução da violência do trânsito brasileiro, como a Seguradora. A quantidade de óbitos indenizados pela Seguradora Líder em 2013 chegou a 54.767.

Estes números levam em consideração os pagamentos realizados no ano passado e se referem, também, a acidentes fatais ocorridos em anos anteriores, tendo em vista que o cidadão pode solicitar a indenização em um prazo de três anos.

Assim como os movimentos Outubro Rosa e Novembro Azul, que alertam a necessidade de prevenção aos cânceres de mama e próstata, respectivamente, o Maio Amarelo tem como objetivo envolver a sociedade, órgãos governamentais, entidades de classe e associações para o engajamento de ações e conhecimentos sobre a segurança viária.

O amarelo do movimento representa cor semelhante ao do sinal de trânsito, que destaca a atenção para a realidade com que a sociedade vem se deparando nos últimos anos. “O país vive uma verdadeira epidemia quando o assunto é o trânsito brasileiro. De acordo com os dados do Seguro DPVAT, percebemos que estamos perdendo nossos jovens, vítimas de 50,9% dos acidentes que indenizamos em 2013”, afirma o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier.

A Seguradora Líder DPVAT estima que o número de mortes no trânsito brasileiro em 2013 deva chegar perto de 45 mil, levando-se em consideração as indenizações por morte pagas pelo Seguro DPVAT no ano de 2013 cujos acidentes ocorreram no próprio ano e a projeção de novos pedidos em razão do prazo de até três anos após a data do acidente para solicitar a indenização.

Este valor corresponde à queda de 225 aeronaves com 200 passageiros por ano; 16 atentados ao World Trade Center por ano, ou mais de quatro tufões que atingiram as Filipinas em 2013 por ano. Para Xavier, “é necessária a realização de um amplo debate que vise a constituição de ações urgentes e de ordem prática para que haja uma real transformação do trânsito brasileiro”.

Durante o mês de maio acontecerão ações promocionais para chamar a atenção da sociedade, além de palestras e debates sobre o tema em empresas, escolas, organizações não governamentais e entidades.

Aperfeiçoar a educação financeira é meta de todo o mercado segurador

aberta_4a_conferencia solange jayeFonte: Portal da CNseg

A 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, aberta na manhã desta terça-feira, dia 6, em São Paulo, reúne cerca de 300 participantes para discutir, durante dois dias, temas de extrema relevância no aprimoramento das relações entre segurados e seguradoras. A abertura do evento, que integra a agenda oficial da Semana Nacional de Educação Financeira, ficou a cargo do primeiro vice-presidente da CNseg, Jayme Brasil Garfinkel, e da diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

A diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz, em sua fala de abertura
Jayme Garfinkel, que representou o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, na solenidade, assinalou que manter uma comunicação cada vez mais clara e adotar as melhores práticas perante os consumidores são objetivos permanentes da indústria de seguros. “Melhorar a compreensão do nosso consumidor e aperfeiçoar a educação financeira são metas de todo o mercado segurador”, ratificou ele.

Ele também declarou-se satisfeito com o fato de o mercado segurador apresentar uma contínua expansão, exibindo taxas muito superiores ao avanço geral da economia, ao lado de índices de satisfação dos clientes crescentes, fato esse constatado com a baixa frequência de reclamações em proporção ao tamanho do mercado. Só em indenizações, resgates e benefícios pagos pela indústria são quase R$ 150 bilhões devolvidos à sociedade, exemplificou ele.

Jayme Garfinkel acrescentou que o mercado de Saúde Suplementar hoje já ultrapassa a indústria automotiva em receita e tem potencial de crescimento muito forte, já que está entre os produtos mais desejados da população. Até agora, lembrou ele, somente 13% das famílias das classes C, D e E possuem seguro Saúde e apenas 4% nesse universo têm proteção do seguro de Vida. Então, melhorar o entendimento da população é estratégico para o crescimento, assinalou ele, ao destacar a importância do evento nesse sentido.

Ao dar boas-vindas aos participantes da 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros – Previdência Complementar Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização, a diretor-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, destacou que este evento é um dos mais importantes fóruns promovidos pela CNSeg e pela Escola Nacional de Seguros. Faz parte da agenda oficial da Semana Nacional de Educação Financeira, a Semana ENEF, uma iniciativa do Governo Federal, coordenada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira, o CONEF, do qual a CNseg faz parte como representante da sociedade civil. “É Importante destacar que a CNseg tem participado ativamente desta ação, coordenada em âmbito nacional, no sentido de ajudar a implementar políticas sinérgicas sobre educação financeira, inclusão financeira e proteção do consumidor e, principalmente, a educação securitária”, assinalou.

Segundo ela, a ENEF foi inspirada no conceito de educação financeira definido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE, que a define como o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e dos produtos financeiros, de maneira que, com informação, formação e orientação claras, adquiram os valores e as competências necessários para se tornarem conscientes das oportunidades e dos riscos neles envolvidos. E, então, façam escolhas bem informados, saibam onde procurar ajuda, adotem outras ações que melhorem o seu bem-estar, contribuindo, assim, de modo consistente para formação de indivíduos e sociedades responsáveis, comprometidos com o futuro.

A diretora da CNseg assinalou que, nos últimos anos, temos experimentado uma nova configuração no cenário socioeconômico do País. Mais de 29 milhões de pessoas entraram para a classe C entre 2003 e 2009. Com isso, a chamada classe média passou a ser composta por nada menos que 50% da população brasileira.

Ela lembra que a expectativa é de que, até 2028, 58% dos brasileiros façam parte desse grupo. “Esse tema, sempre tão debatido e estudado, na maioria das vezes vem acompanhado de embasamento apenas mercadológico. “É preciso ir muito além disso. Não podemos desconsiderar um fator fundamental que rege todo esse movimento: o comportamento desse novo consumidor, sua visão de mundo, projetos de futuro, sobretudo em relação à proteção de suas conquistas – materiais ou não. E a chave para que possamos ampliar esta visão é a educação financeira. É dever das instituições, públicas e privadas, contribuírem para que essa inclusão seja feita de forma sustentada e consciente, investindo muito em conhecimento e informação”.

A indústria de seguros, que abrange uma gama enorme e diferenciada de produtos, está cada vez mais consciente de que a educação financeira é o processo indispensável à efetiva proteção do consumidor de seguros.

Entre outras ações, a Confederação tem desenvolvido várias ferramentas para estimular e apoiar o mercado nesse sentido, como a elaboração de Guias de boas práticas, Pontos-chave, Relatório das Atividades das Ouvidorias, Projeto Estou Seguro, Cartilha “Família Estou Seguro”, game “Caminhoneiro Estou Seguro”, além de várias outras publicações, seminários, workshops e a participação ativa nas discussões com órgãos reguladores e de defesa do consumidor em busca de entendimentos para aprimorar cada vez mais os serviços prestados pelo mercado.